Dominc chegara cansado naquela madrugada. Cansado, nervoso, irritado. Ele definitivamente não estava bem. E logo que entrou em casa, foi para seu quarto, deitando-se na cama com sua namorada, beijando seu rosto pescoço e tirando algum proveito da mulher que dormia profundamente. Logo, se afastou e se levantou. Precisava de uma bichinha naquela noite. E não hesitou em ir pro quarto de Marco. Entrou no quarto sem bater ou pedir permissão e o empurrou da cama - Acorda - disse impaciente. Abriu a calça e se deitou na cama dele, deixando o pênis saltar pra fora da calça aberta - Chupa
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Era estranho pensar em como tudo havia acontecido, como Asher tinha chegado até ali. O moreno tinha em mente que todos ali dentro, tinham históricos ruins com relacionamentos. Mas se perguntava se algum deles era parecido com o seu. Um relacionamento estável e duradouro, que terminou em traição nos seus próprios lençóis. Doloroso, mas superável. Ainda assim não conseguia entender como o destino poderia tê-lo empurrado para aquele programa, como poderia estar cercado por pessoas que nunca conheceu na vida, e ainda assim todos terem esse pequeno detalhe em comum. Começou a olhar, rosto por rosto, e imaginar uma historia para cada um deles. Imaginou que as garotas mais fechadas eram como ele, dedicadas à profissão, pois já tinha se desiludido demais. Que os garotos sorridentes gostavam de ser felizes, de viver e que provavelmente tiveram ex-namoradas sufocantes. Mas quando ele olhava para o rosto da décima primeira garota, ele simplesmente não sabia o que ver. Era um rosto bonito, de fato. Perguntava-se frequentemente como poderia ter parado ali, se o problema eram todos os homens do mundo, ou aquela simples garota. Levando em consideração que ela estava ali para ferrar com o destino de uma das outras, e para dividir o coração de um deles. Asher rezava para que não fosse o seu, não por mal, mas por sempre se dar mal em decisões como essas.
Passou um bom tempo analisando o perfil dela. Distante de todos, e ao mesmo tempo nem tanto assim. Ela não tinha sido posta ali dentro como uma distração para o jogo, ela fazia parte do jogo tanto quanto eles. Asher começou a se questionar do por que não havia se aproximado ainda. Mas para falar a verdade, ele não se aproximou de nenhuma garota, apenas aconteceu de se cruzarem. Timidez que não ajudava em nada, e apenas limitava tudo. Cohen decidiu que daquele dia, até o fim do programa deixaria seu lado recluso de lado, que se esforçaria para fazer parte. Afinal de contas, ele tirou a chance de outro cada estar ali. Tinha que fazer valer a pena o seu sim, quando fora perguntado se faria parte do programa.
Deu alguns passos discretos em direção à loira. Não falou nada de imediato, apenas se aproximou como quem não quer nada, ou como alguém que procura um lugar melhor para sentar, para observar tudo. Eles estavam na parte externa da casa, como já parecia ser um costume. Cohen manteve os olhos fixos nela, eram tantas as perguntas que passavam em sua mente, e ele simplesmente não sabia por qual deveria começar. Talvez tenha começado pela pior de todas, ou a mais importante. – Desculpe se estou sendo intrometido. Eu sou o Asher. – ele sorriu, simpaticamente. Sentia que precisava se apresentar sempre que falasse com alguém, estúpido, ele sabia. Não era como se todos ali dentro já não soubessem o nome uns dos outros, mas ele preferia levar as coisas como se não estivesse em um programa, e apenas se aproximasse de uma pessoa normal. – Bem... Eu poderia fazer uma pergunta? Eu estava olhando-a de longe, e fiquei curioso a respeito de algo.
Dizem por ai, que pessoas de mundos diferentes não se encontram por simples acaso. Não existe nada em comum, para que isso aconteça. Mas quando você vive em NY, onde a população é maior do que a área geográfica em si, por acaso por ser considerado um simples esbarro na rua, ou na fila da cafeteria. O caso em questão não era muito diferente. Devoux tinha seu rosto e corpo em cada outdoor da avenida principal, ele era reconhecido onde passava, elogiado e aquilo lhe massageava o ego tão bem. Mas diferente dos outros famosos por ai, não via necessidade de seguranças. Não mesmo.
Era noite quando tudo aconteceu. Anthony andava sozinho pelas ruas de NY, naquele momento em especial ele simplesmente estava farto de tudo. Farto das pessoas lhe parando a cada esquina, batendo fotos e lhe pedindo autógrafos. Chegava até a ser cômica, toda aquela situação. O homem não se lembrara em nenhum momento de sua vida, onde se sentira daquele jeito. Ele sempre quis ser o centro das atenções, o coração pulsante de tudo. Mas naquele segundo só queria paz. Havia achado uma rua deserta, com alguns bancos e luzes no horizonte. Deixou-se levar por pensamentos inocentes da infância, de um tempo sem possessão, ou sem comprometimento de sua alma para o inferno. Pois convenhamos, Devoux sabia que não importava quem iria ganhar, ele iria para o inferno depois daquilo. Um demônio habitava sua pele, e ele gostava. Simplesmente gostava.
Um suspiro lhe escapou pelos lábios. Quando recobrou sua consciência, já não estava mais sozinho. Tinha essa garota, saída Deus sabe de onde, sentada a alguns bancos de distancia. “Ótimo” pensou ironicamente. Levantou como num salto, e caminhou vagarosamente até a jovem. Anthony tinha o péssimo habito de antecipar as coisas, de achar que seus pensamentos eram corretos, e nada mais era. Parou diante da garota, olhou-a. Sua expressão era de completo tédio. – Você tem uma caneta? Porque eu não tenho uma. E digo logo, não vou autografar a sua bunda, ok? Isso é um tanto estranho.
Let's party. The rest can wait. || Anthony and Marcel.
Todos os dias eram parecidos. Anthony acordava cedo, fazia sua corrida, tomava seu café balanceado e seguia para o estudo de fotos. No dia em particular não seria diferente, ele fez cada uma das coisas citadas à cima, com apenas um diferencial. Em meio a sua corrida matinal, recebera uma mensagem de um velho amigo, convidando-o para uma festa vip, algo top do top e ele poderia levar quem quisesse. Aquilo seria perfeito se ele realmente tivesse alguém em mente para levar. De inicio pensou em Maya, os dois eram incríveis juntos, abalariam qualquer festa e todos os olhares pertenceriam a eles. Mas logo descartou a ideia, a outra provavelmente estaria ocupada e ele não precisava de Benjamin no seu pé o tempo inteiro. Anthony entendia todo o lance da inveja, mas não conseguia fazer ligação com ciúmes.
Por fim dirigiu-se ao estudo de fotos. Sua mente poderia continuar atada a festa, mas seu corpo estava pousando naquele momento. As fotos aconteciam em sequencia, Anthony mal podia contar quantos cliques já tinha ouvido, mas se fosse chutar beiraria os cem. Em meio a uma pausa e outra, o homem chegara a uma conclusão, ele convidaria a equipe. Na melhor das hipóteses a festa seria animada e ele seria o maior sucesso. Na pior delas, ele teria de rir da sua equipe junto com outros convidados, e isso seria péssimo. Ainda assim se conformou com o risco eminente, aquilo era melhor do que aparecer sozinho, ser classificado como o solitário da festa.
Mais algumas fotos e o trabalho havia terminado. Finalmente livre, era o pensamento de Anthony naquele momento. Agora ele só precisava convencer as pessoas, começando pelas maquiadoras. Aquelas em particular seriam fáceis, bastava soltar um sorriso, fazer um charme e pronto. Estava feito. Maquiadoras na festa, junto com as pessoas do cenário e assistente. Agora só falta o fotografo. Assim que pensou em se aproximar do homem, notou que o mesmo não estava sozinho. Aquilo era realmente perfeito, “quanto mais, melhor.”. Conformou-se em pensamento com a ideia de mais um numero em sua lista. Mais alguns passos e Devoux já estava diante dos homens.
Primeiro convidara o fotografo. Esse, infelizmente recusara o pedido, forçando Anthony a usar todo o seu poder de persuasão no outro. – Oi. Anthony Devoux. – disse estendendo sua mão na direção do rapaz, enquanto um sorriso brotava em seus lábios. – Diga-me, já que ele não pretende ir. Gostaria de nos acompanhar? Vai ter bebida de graça. Prometo.
Adrenalina. Algumas pessoas usam para aliviar o estresse, tensão, uma vida cheia de desgraças. Mas outras, simplesmente usam por diversão, o que era o caso de Benjamin. Já era algo certo que todas as noites no final de semana, o garoto estaria à busca de sua doce diversão. Saltar de prédios altos, ou escalar montanhas tinha perdido a graça anos atrás. Ele precisava de algo que colocasse sua vida em risco, tentou até por algumas noites praticar roleta russa, mas não conseguiu achar alguém tão insano para desafia-lo no quinto tiro. A grande maioria só arriscava até o terceiro, uns poucos até o quarto. Mas Benjamin sempre queria ir até o ultimo. Por fim, ele encontrara algo bom, fácil e emocionante de se fazer e que provavelmente não haveria mariquinhas. Rachas. Não importava qual era o premio, qual era a aposta, Midori estava sempre dentro. De sexta a domingo.
Dentro de seu carro incrementado, os outros pareciam velhos fuscas. Benjy pisava no acelerador hora ou outra, apenas para assustar seus concorrentes, o barulho que o carro fazia era como Mozart aos seus ouvidos. Ele tinha o equipamento perfeito, tanto que aquela era sua terceira semana de racha, e ele sempre ficava entre os três primeiros. “Se não conquistar o pódio, não deve correr.”. Era o que sempre dizia, ao final de cada corrida.
A bandeira laranja balançara a sua frente, a largada foi dada. Todos os carros a sua frente saíram em disparada, mas Benjamin não se incomodou, sabia o momento certo de acelerar e de trocar as marchas, e assim o fez. Levou metade da corrida em meia adrenalina, apenas na aceleração, sempre que passava um oponente, o garoto vibrava. Ele literalmente guardou o melhor para o final, o veiculo era turbinado, como maioria dos outros. O erro dos seus oponentes era usar isso no inicio, e não no final da corrida. Nitro ativado, e carro em disparada. Ele se sentia literalmente dentro de um foguete, entre uma curva e outra ele ia deixando seus desafiantes para trás. Mal viu quando o sinal fechou a sua frente e um caminhão apareceu. A batida foi feia, e forte.
O publico correu em direção ao carro destroçado, alguns já tinham ligado para a ambulância que não demorou a chegar. Desacordado, Benjamin foi retirado das ferragens, a coxa direita perfurada, o peito banhado em sangue pela quantidade e profundidade dos machucados. Os paramédicos prestaram os primeiros socorros dentro da ambulância que corria para o hospital. A vida de Benjamin estava se esvaindo aos poucos.
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Because you can not totally lost without trying one last time. || @Mary MacDonald || Flash Back
Ele estava sentado em uma escada em espiral no final do corredor das masmorras. Era uma escada que sempre esteve ali, Severus não sabia onde iria levá-lo, não sabia o que tinha quando os degraus acabavam. Na verdade ele nunca deu muita importância àquela parte do castelo, ele chegava às masmorras e entrava em seu Salão Comunal, era isso que importava e nada mais, mas naquele momento, lá estava Severus Sentado nos degraus do meio da espiral, tendo o escuro a sua frente e o pouco de luz que vinha do corredor de cima (o das masmorras). Naquele momento, mesmo não sabendo o que tinha após os degraus acabarem, ele achou que não existiria melhor lugar para ele naquele momento. Ele não sabia quanto tempo fazia, mas tinha a sensação que acabava de se sentar ali, mesmo sabendo que isso era mentira. O fato é que ele não conseguia esquecer a briga que tiver com Lily, não conseguia esquecer o olhar magoado que ela lhe deu, nem a resposta que saiu dos lábios dela. Por mais que Severus tivesse feito ou dito coisas terríveis durante todos esses anos de amizade, ele jamais tinha a chamado de Sangue-ruim; as amigas dela ele já tinha chamado e, apesar de Lilian sempre brigar com ele a respeito e ficar magoada, aquele olhar não estava presente. O que deu na cabeça dele? Chamá-la de Sangue-ruim? Ele era definitivamente um imbecil! A pior pessoa que já existiu na face da terra! Ele jurou que jamais iria magoá-la, que eles iriam ser amigos sempre, que ele estaria ao lado dela, que os dois iriam conhecer o mundo bruxo juntos e agora... Ele apoiou os braços nos joelhos e, em seguia, apoiou a cabeça nos mesmos. Fechou os olhos e começou a passar a imagem da briga dos dois em sua mente. O modo como tudo havia começado: Potter e sua corja de seguidores indo perturbá-lo, pendurando-o no ar, humilhando-o em público! E Severus, sem poder se defender, sentindo cada vez mais ódio daqueles desgraçados! E no meio disso tudo, chega Lily. Agora que revia o ocorrido em sal mente, ele percebia que ela só tinha tentado ajudá-lo, mas ele estava tão cego pelo ódio que não percebeu isso e descontou sua raiva nela. Sim, nela porque todas as vezes que Severus havia dito o quão idiotas eram aqueles quatro, Lily sempre dizia algo como “Ah, você está exagerando, Severus”. No fim das contas ele estava certo, nenhum deles prestava nenhum dos quatro!
Ainda de olhos fechados, Severus sentiu uma lágrima escorrer por seu rosto. Ele estava realmente chorando por aquilo? Com raiva ele passou a mão pelo rosto. Ele não podia chorar por aqueles desgraçados, não podia. Ele aguentou todo tipo de brincadeira humilhante que autointitulados Marotos aprontaram com ele, porque estava chorando daquela vez? Então seu cérebro gritou a verdade óbvia, ele estava chorando por causa de Lily, porque algo nos olhos dela aquela tarde, havia lhe dito que ela não iria olhar para ele novamente. Então ele levantou a cabeça e encarou a escuridão à sua frente. Será que era verdade? Ela não iria mesmo mais olhar pra ele? Não, ela não iria fazer isso. Era Severus, seu amigo, aquele que lhe apresentou o mundo bruxo antes mesmo dela receber a carta de Hogwarts, aquele que Estevão lado dela desde o primeiro ano. Ele a tinha magoado, é verdade, mas ele podia ser perdoado, não é mesmo? Amigos se perdoam e Lily tinha dito mais de uma vez que ele era o melhor amigo dela. No momento em passou pela cabeça dele que talvez Lily jamais pudesse olhá-lo novamente, uma imagem com seus cabelos flamejantes e um sorriso doce nos lábios apareceu em sua mente. Ele não podia perder aquilo.
Ele se levantou e subiu os degraus que o levava de volta às masmorras, mas passou direto pela entrada de seu Salão Comunal ele estava indo em direção a outro Salão Comunal. Severus andava a passos rápidos enquanto sua mente tentava trabalhar do que ele iria dizer a Lily. Iria pedir desculpas, dizer que tinha dito da boca pra fora, que jamais teve a intenção de magoá-la. Sim, isso. Mas seria o suficiente? Quando se deu conta, o Sonserino já estava correndo pelos corredores de Hogwarts. Ele começou a subir as escadas em direção ao sétimo andar. Ele sabia onde ficava o retrato que guardava o Salão, a ideia era chegar até lá e... O que? Pedir pra que alguém o deixasse entrar? Severus sabia que aquilo era impossível de acontecer. Alguns instantes depois ele estava no sétimo andar, sua respiração estava ofegante e ele estava há alguns passos do retrato que guardava o salão. Sua respiração estava ofegante e ele sentia o suor escorrer pela testa, afinal, Severus havia corrido das masmorras ao sétimo andar; aquilo deveria lhe dar algum tipo de record. Ele olhou para os lados e não encontrou ninguém, apenas o retrato de uma mulher que parecia olhá-lo como se ele fosse algum tipo de ameaça que ela iria enfrentar, claro, um Sonserino era sempre uma ameaça a um Grifinório (mesmo se tratando de um quadro); Severus costumava chamar aquilo de medo, mas aquilo não era importante agora. O único jeito era esperar que ela saísse e aceitasse falar com ele. Mas havia a possibilidade de não ser ela a primeira a sair do salão e, sim, os Marotos. Bem, se fosse eles a aparecer, o moreno não iria deixar que acontecesse o mesmo de mais cedo e, quem sabe, se eles aparecessem, aquela fosse uma ótima oportunidade para ele se vingar.
As dores de cabeça de Marlene estavam ficando a cada dia mais frequentes e mais intensas, e aquilo era definitivamente péssimo. Era como se tudo ao seu redor parecesse menos alegre e menos feliz e mais mórbido. E ao ver Dorcas tão pra baixo, a loira sentiu que as duas precisavam urgentemente de algo que as animasse. Qualquer coisa cairia bem. "Certeza que não quer falar sobre isso?" A dona dos fios claros perguntou em direção a morena, se referindo aos motivos da garota estar tão para baixo. "Sabe que qualquer coisa pode contar comigo, certo?" Disse dando um breve sorriso, o máximo que conseguia dar com aquelas dores. Aquilo chegava a ser infernal, de tão dolorido.
Então a loira colocou-se a pensar, imaginando o que as duas poderiam fazer. Observando pelas janelas do salão comunal - que não estavam cobertas pelas cortinas -, dava pra ver o sol raiando do lado de fora. Elas tinham de fazer algo lá. No sol, sentindo-o aquece-las e reconforta-las, de um modo que apenas o sol conseguia fazer. Então, a ideia perfeita veio em sua mente. Lembrou-se de sua viagem ao mundo trouxa, não lembrava-se do local exato, mas lembrava de um pacote de um objeto trouxa que tinha trazido para poder se divertir. Era um tipo de brinquedo engraçado e bobo, mas que elas podiam se divertir muito. "Eu tive uma ideia. Como sou tonta. Por que não pensei nisso antes?" disse dando uma risada e se levantando indo em direção ao dormitório.
Dentro do mesmo, ela abaixou-se e debaixo da cama, pegou uma grande caixa de papelão, que estava cheia de variadas coisas. Desde alguns produtos de maquiagem, até mesmo objetos trouxa como tesoura e celulares. Mas o que ela queria, era uma caixa menor dentro daquela caixa. Na verdade, não era bem uma caixa, mas sim um engradado com vários frascos de bolinha de sabão. Uma diversão trouxa impagável.
Nota: Flashback. Completamente entorpecidos pelo clima de Vegas e pelas inúmeras bebidas Dave e Cassie resolvem inconsequentemente casar.
David: Ele já havia ganhado por volta de 10 mil doláres nas máquinas. Por ele, já podia voltar para casa e ficar feliz por pelo menos uma semana, porém ele ainda precisava encontrar-se com Cassie, e lhe dar o seu presente, e consecutivamente também ganhar o seu, de certa forma. Então um pouco antes do combinado ele pegou um elevador, sorrindo ocasionalmente para alguns colegas que tinha feito nos cassinos. David já estava um tanto alto graças a bebida e também um baseado que dividiu com um dos amigos, com certeza ele já estava quase que totalmente fora de si. Ao chegar no seu quarto, já imaginando que Danniel não estaria nele, jogou-se na cama, esperando Cassie finalmente chegasse. Ao ouvir as batidas na porta pulou num sobressaltou, já cambaleando na direção da porta, abrindo a mesma e sorrindo na direção da morena ali parada, que estava fantasiada de Katy Perry. Ele deu os ombros, a puxando para selar seus lábios nos dela, em um beijo rápido. - Oi docinho
Cassie: Cassie não esperou muito até que a porta fosse aberta e deu seu melhor sorriso pra Dave quando o viu. Segurou a peruca ao ser puxada por ele para um beijo e o correspondeu em meio a uma risada. O gosto da boca de Dave era de álcool e algo mais que ela conhecia muito bem, mas ela não ligava, provavelmente a sua estava na mesma. Cruzou seus braços ao redor dele e permaneceu assim mesmo quando se separaram - Oi Docinho! - Falou animada - Você me chamou e eu vim, qual é o babado? - Deu um selinho nele rapidamente se afastando e entrando no quarto sem convite.
David: Riu da garota, fechando a porta atrás de si, andando na direção dela, a abraçando por trás. - Babado? Não sei de babado nenhum. -Beijou o pescoço dela, deixando que seu corpo encosta-se no dela, enquanto uma das suas mãos dele iam até para debaixo do vestido da morena, apertando a parte interna da coxa da mesma. - Mas eu tenho várias ideias de como eu poderia terminar essa noite. E todas elas incluem você, a maioria também inclui essa sua fantasia no chão, junto com a minha roupa. Então, o que me diz. - Aproximou os lábios da orelha da garota, mordendo o lóbulo da mesma, passando os dois braços pela cintura dela, colando totalmente seu corpo ao dela.
Cassie: Encostou em Dave quando ele a abraçou arrepiando-se com o beijo em seu pescoço e se encolhendo um pouco - O porquê você me chamou, mas acho que já faço ideia - Disse rindo um pouco abobalhada por conta da bebida enquanto sentia a mão dele por baixo de seu vestido. O ato a fez morder o lábio enquanto o escutava - Eu preciso mesmo responder? Se eu disser que não eu vou tá mentindo e minha fantasia vai pro chão do mesmo jeito - Arrepiou-se ainda mais com as mordidas em sua orelha, passou as mãos pelos baços do rapaz os afagando e se aconchegando mais ao corpo dele - Não sei se é a bebida ou você fazendo isso, mas acho que minhas pernas estão tremendo - Falou sem pensar dando outra risada abobalhada.
David: Riu baixo, ainda com os lábios próximos ao ouvido dela, fazendo um carinho na barriga dela. - Está com as pernas bambas, gata? Espera, eu resolvo isso. - Se afastou um pouco para a erguer no ar, sorrindo de lado para ela. - Problema resolvido. - Então com ela ali em seus braços, ele aproximou o rosto do dela, dando início a um beijo intenso. Mesmo com a mente entorpecida pela bebida, ele ainda podia sentir todas aquelas coisas boas que só Cassie proporcionava para ele. Caminhou de forma desajeitada até a cama, deitando Cassie na mesma, ficando por cima dela, sem partir o beijo. Adentrou o vestido da morena com uma das mãos, apertando a sua cintura por dentro da peça, intensificando ainda mais o beijo. Ele ainda não entendia o porque da fantasia, mas ela o deixava até excitado. É tipo imaginar ter sexo com a Katy Perry, mas com a Cassie, o que é ainda melhor.
Cassie: Cassie não teve tempo de responder até estar suspensa pelo garoto e sem pensar colocou as pernas cruzadas na cintura dele se segurando com as mãos na nuca de Dave - Ounw meu herói - Falou deixando seus lábios roçarem nos dele antes de corresponder ao beijo iniciado pelo moreno. Seu corpo foi preenchido pelo calorzinho bom que Dave lhe causava e aquele peso estranho em seu estômago. Como se tivesse nervosa, mas de uma forma boa. Deitou-se na cama novamente segurando a peruca e sem interromper o beijo soltando um suspiro pesado ao sentir a mão dele por dentro do vestido. Passou uma das pernas por entre as pernas do garoto fazendo pressão com o joelho enquanto sugava o lábio dele o puxando um pouco pra si.
David: Soltou uma risada rouca, sussurrando contra os lábios da morena. - Toda mocinha bonita precisa de um não? - Voltou a beijá-la, aproximando mais seu corpo do dela, de uma forma que não fosse fazer muita força sobre ela, mas que ainda sim fizesse com que ele tivesse o seu corpo mais perto do dela. Apesar de todos aqueles adereços ele ainda podia sentir o calor irradiar da pele dele, o envolvendo, e fazendo com que ele não quisesse nenhum outro calor fora do dela. Deixou que as sua pélvis se aproximar da dela, fazendo pressão assim como ela parecia querer. Sugou o lábio inferior dela, passando a ponta da língua no lábio inferior dela, deixando que a sua língua entrasse em contato com a da garota, sugando a da mesma quando assim o fez. Só Dave sabia o quanto havia esperado para tê-la, e ele nunca foi muito bom com esperas.
Cassie: Só a rouquidão da risada de David a fazia ficar afetada, de fato, aquele garoto a tirava do sério até mesmo com as mínimas coisas - Essa aqui precisa de você - Falou sem pensar um pouco desnorteada devido ao que eles estavam fazendo. Já não lhe bastava a bebida. Soltou um gemido baixo quando a pélvis de Dave foi de encontro com a sua e sua mão adentrou a camisa do rapaz começando a arranha-lo próximo ao abdomen dele. Ao afastar um pouco o rosto em busca de ar e começar a beijar o pescoço do moreno acabou lembrando de onde tinha deixado os documentos - Droga! - Falou colocando a mão na testa - Eu deixei minha bolsa no cassino temático Dave - Ofegou tão frustrada que acabou ficando irritada consigo - Eu vou ter que voltar lá, ficou num daqueles armarinhos que tem por lá.
David: Deixou um gemido escapar quando sentiu as unhas de Cassie lhe arranharem o abdômen. Umedeceu os lábios quando ela partiu o beijo, subindo a mão que estava na cintura da garota até um dos seus seios, massageando-o. Enquanto ela beijava seu pescoço ele já estava pronto para se livrar daquela fantasia de uma vez por todas, e poder finalmente sentir a pele dela na dele, mas a voz urgente de Cassie o alertou, e ele a olhou um pouco confuso, deixando que ela se explicasse. Tombou para o lado oposto do dela, jogando o travesseiro na parede, grunhido. - Merda! - Graças ao nível de álcool no sangue do garoto, ele esteva mais alterado do que o normal. - Vamos logo pegar essa droga de bolsa. Quero relaxar e você é a única que consegue fazer isso. - Levantou-se da cama rapidamente, puxando a garota pela mão, e trazendo ela para si. - Hoje você não me escapa Judd. Não tem Isis, nem Danniel que me impeça de te ter hoje. - Beijou a garota com desejo, antes de entrelaçar seus dedos aos dela, a puxando não tão gentilmente até a porta.
Cassie: As mãos do garoto em seu corpo estavam tão ousadas que ela quase desistiu da bolsa e ficou ali de uma vez com ele. Tomou um susto com a explosão dele, mesmo que não se ofendesse já que sabia que podia ser pela bebida, mas se encolheu quando o viu jogar o travesseiro - O travesseiro não tem culpa eu que esqueci a bolsa - Falou se sentando e mexendo o corpo querendo se livrar inutilmente da excitação - Eu sou a única? - Sorriu pegando a mão do rapaz e se levantando de uma vez antes que perdesse a coragem de ir - O que o Dan tem a ver com iss... - Sentiu os lábios de Dave nos seus e foi andando com dificuldade até a porta passando por ela - Assim a gente não vai a lugar nenhum - Falou ao separar seus lábios dos dele com dificuldade, sutilmente o empurrando com uma das mãos em seu peitoral, pra andar com mais segurança.
David: Ele revirou os olhos, lançando um olhar enviesado na direção de Cassie. - Eu não ia te jogar na parede, não é mesmo Judd? Então que fosse o travesseiro. - Fechou o quarto, colocando o cartão no bolso, lançando um sorriso malicioso na direção dela. - Essa é a minha intenção, não ir a nenhum lugar. - Piscou na direção dela, mas continuou a andar, ficando mais perto dela, sem soltar sua mão. Durante o percurso até o local onde ela havia deixado a bolsa eles recebiam olhares curiosos. Não desaprovadores, como aconteceria se fosse em New York, mas apenas curiosos, e até maravilhados. Em pouco minutos eles já haviam chegado no cassino temático, onde Dave fez questão de tomar uma um pouco de bebida. - Eu vou no bar, se quiser tomar algo rapidinho depois de pegar a bolsa vou estar lá. - Sussurrou no ouvido da morena, indo na direção no lugar indicado anteriormente.
Cassie: Se você me jogasse na parede não ia ser de todo mal - Deu de ombros falando sugestiva andando com o moreno lado a lado - Sem minha carteira falsa eu não posso ir a lugar nenhum aqui mesmo por aqui, vamos buscar e depois a gente volta - Fez um bico enorme, forçado, rindo em seguida. Sorriu ao ver sua mão entrelaçada a de Dave, por mais que não fosse a primeira vez a sensação ainda era surpreendentemente boa. Estreitou os olhos com os olhares se perguntando se era só por conta de sua fantasia - Por que tão olhando assim pra gente? - Sua pergunta ficou no ar enquanto eles chegaram logo ao cassino, ela já o estava puxando pras pequenas cabines onde sua bolsa estava quando o ouviu sussurrar - Você quer beber mais? Acho que não é uma má ideia. A bolsa pode esperar - Bateu palmas seguindo o moreno até o bar e cumprimentando o barman por já conhecê-lo - Olha aí Ray, eu disse que tava comprometida hoje, não era desculpa pra te dispensar - Falou mostrando sua mão e a de Dave.
David: Você fica falando essas coisas e ainda quer ir pegar essa bolsa? - Balançou a cabeça, mas sorrindo em seguida. Ele queria logo se livrar do serviço de pegar e a bolsa para poder voltar no quarto e jogar ela na parede na cama e fazer daquela noite melhor. Riu do bico da morena, a puxando para mais perto, dando-lhe um selinho. Deu os ombros quando ela fez menção de o seguir, passando os olhos pelas pessoas dali. A maioria estava fantasiada, ou vestida de uma forma muito estranha, o que no fim dava no mesmo. - Ray. - David cumprimentou a barman com um sorriso discreto no rosto, sentando em um dos bancos, trazendo Cassie para sentar em seu colo. Ele não queria se afastar dela, não queria que ninguém fora ele a olhasse, ele queria ter ficado no quarto e evitado os olhares dos marmanjos estranhos daquele local. - Uma cerveja, por favor. E você o que vai querer, docinho? - Perguntou, com os lábios perto do ouvido da morena, enquanto acariciava a coxa da garota.
Cassie: Você também provoca - Mandou beijo pro garoto. Sabia que tinha sido difícil pra ele sair daquele momento e estava mais do que feliz dele só ter jogado o travesseiro e ter se disposto a vir com ela. Correspondeu ao selinho animada e se afastando um pouco pra acenar pra algumas pessoas com quem tinha conversado quase o dia todo no cassino - Essas pessoas não tem outro lugar pra ir? Acho que tão aqui desde manhã, se bem que não da pra saber que horas são aqui dentro - Uniu as sobrancelhas antes de sentar no colo de Dave fazendo os braços dele ficarem em seu colo e se arrepiando com a proximidade de seus lábios - Minha vodca! Uma que tem um coizinho azul olha aí. Ei Ray, aquela do coisinho azul - Apontou pra garrafa mesmo sabendo que o barman já sabia o que ela queria beber por ter passado a tarde inteira só bebendo aquilo - Eu passei o dia aqui desde que comprei a fantasia, teve um cara que teve que sair arrastado pelos seguranças porque não queria largar uma das máquinas daqui? Capaz dele querer casar com a máquina aqui na capela do lado, eles fazem esse tipo de cerimônia sabia? Eu perguntei - Soltou outra risada jogando a cabeça pra trás.
David: Olhou em volta, reparando na quantidade de pessoas que tinham ali. Todas pareciam felizes demais, animadas demais. Loucas demais. - Mas você também estava aqui desde de manhã, não estava? Então não pode nem falar delas. - Apertou o nariz dela, sorrindo para o barman ao ele lhe entregar a bebida, tomando um longo gole. Riu baixo da garota quando ela se referiu a bebida. Ele nunca havia visto Cassade tão bêbada, na verdade ele nunca tinha a visto bêbada, por causa do lance da reabilitação. Mas parecia que ela estava quebrando alguns paradoxos em Las Vegas. Tomou mais um gole da sua bebida, soltando uma risada ao ouvir a morena. - Isso é sério? Que cara maluco. - Balançou a cabeça em descrença, já terminando a sua bebida, acenando para o jovem atendente providenciar outra. - Uma capela? Uma capela, interessante. - Mordeu o lábio, imaginando o quanto louco seria visitar ela, e até mesmo fazer uso dos serviços do local.
Cassie: Você devia se fantasiar, você ia ficar tão bonitinhoooooo - Bateu palmas agitada ficando de lado pra poder fitar o moreno. Ela podia passar um tempo encarando ele que não cansava, ele não ia ficar bonitinho, ele era lindo - Não, eu disse que tava aqui desde de manhã? Eu vim mais tarde que isso, pera, to confusa - Enrugou a testa tentando lembrar, mas já tava bebendo a tanto tempo que não lembrava. Pegou sua bebida manando um beijo soprado pro barman e bebendo a vodca só interrompendo o gole pra fazer uma careta por ser forte - Ele tava vestido de Hobbit, sabe? Frodo. Tão fofo, mas ele era velho o que era esquisito, mas ainda sim fofo - Virou o copo balançando ele como se pedisse outro voltando sua atenção pro Dave - SIM TEM UMA CAPELA AQUI DO LADO, eu fui olhar lá com a Mulher Maravilha e tem um monte de foto de artista legal. Uma ala só dos Beatles. Eu casaria no meio dos Beatles - Balançou a cabeça como se reafirmasse o que tinha dito.
David: Fez uma careta, fingindo tremer. - Eu já me fantasiei, eu não gosto de fantasias. Elas escondem minha perfeição. - Fez um sinal para o rosto, sorrindo de forma convencida, pegando o copo com a cerveja, tomando um gole devagar. - Não sei se disse. Se disse eu não prestei atenção. Acho que preciso de mais algum dinheiro. - Disse um pouco distraído, olhando na direção das máquinas, já imaginando se estava ainda com a boa sorte que o acompanhara todo o dia. Se concentrou na sua bebida, enquanto via Cassie tomar a sua. Se ele já não tivesse tão bêbado ficaria preocupado com o fato de ela estar bebendo tanto. - Frodo? Frodo Bolseiro? Ele era velho só que era fofo? Isso não faz o mínimo sentido, Cassade. - Juntou as sobrancelhas, mas acabou por dar os ombros, já que o cara devia ser só mais um estranho dos muitos que tinha em Vegas. - Que tal irmos lá? Depois de ganhar mais algum dinheiro, então você me mostra a ala dos Beatles. - Virou a cerveja, falando agora para o barman. - Me dá vodka também, isso aqui não está surtindo nenhum efeito.
Cassie: Tudo bem, mas você ia ficar legal de Batman. Batman é um amor, é meu herói favorito sabe? - Beijou o rosto de Dave sem motivo algum, só queria fazer o carinho - Ah tá, então vai lá nas máquinas, aqui tá cheia delas, mas pra jogar aqui você precisa tá fantasiado e não to vendo ninguém fantasiado aqui além de mim - Fez um circulo imaginário ao redor de si e de Dave como se delimitasse o espaço soltando uma risada - Frodo Bolseiro, velho, deve ser o aposentado - Pegou o copo cheio e o girou por um tempo distraída com a cor do líquido. Bebericou um pouco e voltou a analisa-lo por um tempo enquanto escutava Dave. Ela nem estava se concentrando direito - Eu topo, tem uma foto do Ringo gigante. É o meu favorito e é tão bom achar alguém que é fã também porque todo mundo prefere os outros. Não que os outros não sejam divos, eu acho que são, uns fotos, uns divos, uns tudo e... - Continuou tagarelando só encerrando o assunto pra beber sua bebida.
David: Batman, huh? Vou lembrar disso, pra quando quiser te fazer um agrado. - Apertou a coxa dela, sorrindo de forma maliciosa, e não se contendo, para a puxar e a beijar com desejo, mordendo o lábio inferior dela ao se afastar. - Como assim? Eu preciso estar fantasiado para jogar? Se eu ficar de cuecas e dizer que sou o Joel Goodson, do Risky Business, eu posso jogar? - Questionou, imaginando se com a camisa estava tava para disfarçar a fantasia. Fez uma careta, imaginando um cara velho vestido daquela forma. - Coitado, ele não deve ter encontrado alguém como você na juventude. - Mordeu o ombro dela, fazendo um aceno com a cabeça para o barman ao ele entregar a bebida. Tomou um gole longe, fazendo uma careta ao sentir a diferença das bebidas. Balançou a cabeça rápido, riu bobamente, se apoiando no bar. - Agora sim eu vou terminar a noite do jeito que eu quero.- Tomou outro gole da bebida, apoiando a cabeça na mão, para poder fitar a morena no seu colo. - Beatles? Sou muito pobre de cultura, não conheço quase nada dos Beatles. Minha mãe tentou, mas não troco meu hip-hop por nada. Aquelas gostosas dançando nos clipes. Yeah, isso que é bom. - Assentiu algumas vezes, sorrindo de lado, lembrando da imagem das garotas nos video-clipes, bebendo a vodka devagar, deixando que ela relaxasse seu corpo.
Cassie: Se você se vestir de Batman a gente faz sexo de máscara - Apontou pra Dave como se o ameaçasse, passou um braço pelo ombro dele pra chegar mais perto usando a mão livre pra tomar sua bebida. Quase derramou a vodca quando foi puxada pra um beijo, deu um selinho demorado no garoto quando ele se afastou só querendo prolongar mais um pouco o ato - Você nem cogite duas vezes ficar de cueca aqui, nem repete isso - Falou com as sobrancelhas unidas sentindo o ciúmes lhe corroer. Imagina o quanto de garota ia ficar olhando pro corpo de Dave, corpo que se ela pudesse monopolizava e escondia - O que eu ia mudar na juventude dele? Olha eu tento não gostar dessas coisas, mas daí quando eu vejo to lá tirando foto com a metade das pessoas daqui. Tinha um Coringa aqui! Mas não o meu Coringa - Virou seu copo por fim batendo-o na mesa e pedindo pela saideira - É a úuuuuultima Ray! Mas ei posso ficar com a garrafa vazia? Tão bonita e azul! Ei sabia que azul é a minha cor favorita? - Virou pra Dave o vendo a observar e acabou dando outro selinho nele - Eu nem devia te beijar depois disso que você disse, mas vou ignorar porque você é gostoso demais pra que eu resista - Roçou seus lábios nos dele dando beijinhos até o pescoço dele e o abraçando - Beatles é tão bommmm e Ringo e eu posso te dar aulas! Você vai sair um dos maiores fãs.
David: Eu faço sexo com você de máscara, com a roupa, como você quiser, docinho. - Levantou a mão em rendição, sorrindo de forma brincalhona. Abraçou a cintura da garota com o braço livre, sorrindo com o selinho dela, querendo logo ir para o seu quarto e fazer muito mais do que beijar a garota. Riu alto da garota, tomando um gole da bebida sem tirar os olhos dela. - E porque não? Acho que vou fazer mais sucesso do que você de Katy Perry. Não quer que eu faça sucesso, Cassie? - Fez um bico exagerado, rindo em seguida, sabendo que ele não ficaria nem um pouco confortável se visse a garota desfilando só de calcinha por aí. - Ele não estaria vestido de Frodo aqui, ele estaria em casa fazendo algo bem melhor do que pagar um mico desse. É claro que não era o seu Coringa. Eu estava ganhando dinheiro para a lua-de-mel. - Virou a bebida, batendo na mesa, falando junto de Cassie. - A última pra mim também. E pode dar a garrafa pra minha garota, ela merece, olha como está tá vestida de Katy, tá linda demais, melhor do que a original. - Piscou para o tal Ray, e sorrindo para a morena ao ela falar sobre a sua cor favorita. - Serio? A minha é preto. Amo preto, fico mais bonito ainda em preto. Me imagina de smooking? Deve ficar lindo demais, que que isso minha gente. - Retribuiu ao selinho, acariciando a cintura dela, e rindo de forma debochada ao ouvir ela. - Isso mesmo. Releve o fato de eu não saber muito sobre os Beatles por que eu sou gostoso, boa escolha, gata, boa escolha. - Soltou um risinho abafado, por estar sentindo cocegas, coisa que só acontecia quando ele estava bêbado. - Eu vou amar ter aulas com você. Ainda mais se elas acabarem na cama. Agora pega a bebida, vira e vamos na capela, quero ver se é isso tudo mesmo. - Sorriu para ela, ao ver o barman se aproximar com os copos de bebida, o virando rapidamente, já não sentindo nada, apenas a dormência no corpo.
Cassie: Eu tenho muita moral, ual - Olhou com um sorriso enorme no rosto pro garoto, ela não sabia porque tava sorrindo, mas ele dava essa vontade nela. Iniciou um carinho tímido no cabelo dele enquanto voltava a sua feição séria pra respondê-lo - Não, eu não quero que você faça sucesso tem muita garota por aqui e dessas que molham a calcinha só com um cara sem camisa. IMAGINA COM VOCÊ DE CUECA! Eu ia pular em pescoços - Falou um pouco enrolado e cruzando os braços exageradamente emburrada - Eu gosto mais do Bilbo então a gente não ia tá junto, ele ia ta pagando em mico sim e você tem dinheiro pra nossa lua-de-mel agora? A gente pode ir pra Cancún? Yay! - Bateu palmas pegando sua bebida e a garrafa - Obrigada Ray! Olha eu vou casar e ir pra Cancún um dia, mas eu pulo o casório, vou só pra Cancún - Disse se enrolando e descendo do colo de Dave - Minha garota, dizendo que eu to mais bonita que a Katy... Acho que assim eu fico apaixonada demais - Colocou a mão no próprio peito dando outro sorriso e se encostando no balcão pra se sustentar até ter mais segurança em suas pernas sobre o salto - Você fica gato até de amarelo e olha que eu não gosto muito de roupa amarela e ih! SIM! Eu queria te ver de smooking - Disse animada pegando a mão de David e balançando o braço dele - Eu relevo porque eu vou fazer você gostar deles e ser muito fã e aprender muito e vamos ser um casal feliz fãs dos Beatles e eu vou te amar muito e essas coisas e te dar aulas. E cama e eu não sei mais o que você falou - Terminou logo sua bebida deixando o copo no balcão - Me encontra na porta que eu vou pegar minha bolsa pra pagar e a gente ir lá - Segurou o rosto do garoto e foi buscar sua bolsa com pressa.
David: Tem mesmo, você tem toda moral. - Sorriu da mesma forma para ela, dando os ombros. A mente dele já estava nevoada e ele nem sabia porque estava sorrindo daquela forma. Fechou os olhos com o carinho dela, soltando o ar devagar, apreciando aquele momento. Se assustou um pouco com o tom da garota, abrindo apenas um olho, mas acabando por abrir o outro, enquanto ria ruidosamente. - Sério?? E você acha que eu curto esse tipo de garota? Tudo bem, eu costumava curtir porque elas são do tipo fácil, mas agora, é preciso muito mais do que uma calcinha molhada para me impressionar. Então você não iria ter que pular em pescoço nenhum, já que eu estaria do seu lado, e isso já seria o bastante, Zangada. - Beijou a bochecha da morena, apertando a mesma ao se afastar. - Sorte minha então, de não estar vestido de Frodo. É claro que sim, acho que dá pro gasto. Cancún? Por mim pode ser, eu ainda não tenho preferência, pode escolher. - Deu os ombros, rindo da reação da garota. - Valeu, cara. Pular casório nada, a gente tem que casar, eu sou um cara de antigamente. - Falou de uma forma galante, enquanto levantava e fazia uma dança desajeitada, estilo Gene Kelly. - E isso é ruim? Ficar mais apaixonada por mim? Eu acho que não hein. - Piscou para ela de forma exagerada rindo em seguida. - Tudo bem aí, gatinha? Se precisar de um apoio, estou sempre aqui. - Fez um sinal para si mesmo, sorrindo de lado. - Eu também não sou muito fã de amarelo, então acho que você nunca me veria nessa cor. Um dia, um dia você me verá. - Sorriu de forma boba na direção dela, apertando a sua mão em resposta, se balançando como se o movimento dela tivesse feito efeito em todo o seu corpo. - Hã? Eu só entendi a a parte de virar fã e de ser um casal. - Fez uma careta como quem se desculpa. - Não, não, eu pago, vai lá pegar a bolsa, te vejo na saída. - Deu um tapinha na bunda dela, vendo ela se afastar. Tirou uma nota duas notas de cem da carteira, sorrindo para o barman, e se encaminhando para a saída. Ver a garota voltando fez ele abrir um sorriso bobo, abraçando a mesma pela cintura. - Vamos para a capela. Será que está acontecendo algum casamento?
Cassie: Assim, pode até não te interessar, mas isso não impede de ninguém dar encima de você e é nojento porque é ó não quero garotas molhadas encima, do lado, por baixo, em lugar nenhum perto de você além de mim - Disse como se aquilo fosse simples, mas não bêbada o suficiente pra que não se desse conta do que acabara de assumir - Mas eu não mando em você, eu só não gosto, é um aviso - Balançou a cabeça como se reafirmasse o que dissera, mas sem continuar a dar ênfase no que estava falando. Sentiu o beijo em sua bochecha, mas deu um tapinha na mão do garoto pra afastar - Cancún tem muita festa! Eu já fui pra Paris, lá é muito nhé nhé sabe? Frescura demais pro meu gosto - Fez uma cara de nojo. Cassie agradeceu antes de ir buscar sua bolsa quando Dave se ofereceu pra pagar, sentiu o tapa em sua bunda e sem se demorar muito já tinha voltado da ída até os armários pra pegar sua bolsa então entrelaçou os dedos aos de David pra começarem a andar. Pegou sua garrafa dando tchau pra Ray de longe - Aé, você quer casar eu tinha esquecido! Então tá, você pede e a gente casa pra ir pra Cancún porque você tá ryyyco - Tentou bater palmas novamente, mas não conseguiu porque estava de mãos dadas aos do garoto. Riu da dancinha dele e aquilo a fez querer abraça-lo, mas se conteve. Estava boba demais - Não é não, eu já to muito, muuuuuuuuito afim de você mesmo, acho que ficar mais não da em nada agora. Já foi - Deu de ombros puxando ele pela mão até a capela. Não foi preciso ajuda pra andar, mesmo que os saltos doessem um pouco - Sem problemas, eu nem lembro mais o que eu falei mesmo - Deu mais uma vez de ombros parando na frente do lugar segurando as duas mãos dele - Acho que tá vazia, as pessoas casam mais de madrugada, eu acho, é.
David: Wow, wow, wow... Como que eu não vi isso vindo? Tipo, Wow. - Fez um sinal abrangendo tudo, sorrindo de lado. - Acho que eu... acho que eu também quero você perto de mim. Só você. - Deu os ombros, mordendo o lábio um pouco tenso, já que ele não sabia ao certo o que falar. Ele nunca fora bom em admitir aquele tipo de sentimentos, e tocar naquele assunto sempre o deixava desconfortável. - Mas você não quer algo mais romântico? A Grécia pode ser legal. A gente pode deixar pra curtir desse jeito depois de um ano. - Sorriu tentando convencer a morena daquilo. - Sim, eu quero, e vou pedir, fique na espera. Ah Cassie, tira essa ideia de Cancún, vamos pra um lugar mais romântico, onde a gente possa passar o dia no quarto... brincando. - Lançou um sorriso malicioso na direção da garota ao seu lado, erguendo as sobrancelhas várias vezes. - Wow de novo, Cassie, assim você vai me deixar envergonhado, para. - Deu um risinho afetado, mas a puxando para mais perto. - Também estou bem afim, de você. Muuuuito mesmo. - Deu uma olhada na capela, sorrindo de lado, vendo que no fundo tinha um cara, provavelmente o mesmo que fazia os casamentos. - Ok, Cassie, isso vai parecer louco, mas eu realmente não me importo, e acho que isso seria muito legal, e louco, e assim eu poderia te ter sempre perto de mim e você sempre estaria perto de mim. - Tomou fôlego, para poder terminar o discurso. - Eu quero casar contigo aqui, agora, e pra sempre. Não estar sempre casando. Mas você é muito engraçada, é gostosa, inteligente, e ainda sim gosta de mim, e não de uma forma... de uma forma errada, mas aparentemente da certa, então por favor, por favor, por favorzinho, casa comigo?
Cassie: Parou por um momento pra raciocinar o que tinha acabado de falar e por consequência o que o garoto tinha falado, merda, quando ela bebia ficava de língua frouxa - Não quero que você se sinta obrigado a me responder dessa forma só porque eu to bêbada e falando tudo que vem na minha mente sem medir nada - Colocou as mãos na testa - Mas é Cancún.... - Fez beicinho enquanto arrumava a peruca que agora esquentava sua cabeça, porém acabou pensando melhor quando David complementou - Ok, vai, me convenceu, Grécia! - Sorriu, mas logo o fechou com o que ele dissera. Realmente ela estava passando dos limites, tinha que se controlar. Deixou que ele a puxasse pra mais perto e pousou as mãos nos braços dele e quase ficou emburrada por ter sido a primeira a falar aquele tipo de coisa, mas sorriu quando ele correspondeu erguendo-se pra dar-lhe um selinho - Não tem como não ficar, eu sou muito perfeita - Brincou falando um pouco afetada ainda segurando a garrafa azul. Suas sobrancelhas se uniram quando ele voltou a falar e uma espécie de medo e de surpresa começou a lhe percorrer - Como assim o que você tá faland... - Emudeceu-se com a continuidade da frase do garoto o olhando perplexa. De fato ela não estava brava, ou terrivelmente contrária aquela ideia, ela estava feliz. Ela queria aquilo, mesmo que detestasse casamentos. Talvez fosse o álcool, mas a ideia de ficar pra sempre com David e aquilo que ele falara fizera mesmo ela desejar aquilo, desejar que ele estivesse falando sério - Isso é sério? Você quer mesmo casar comigo agora? Agora, agora? - Mordeu o lábio tentando não sorrir pra que não parecesse patética se fosse brincadeira.
David: Bufou, balançando a cabeça em descrença por ela achar que ele estava respondendo por obrigação. - Eu não falei por obrigação. Eu só não falei antes... bem, porque eu não sabia se você sentia isso também. Sinceramente eu ainda achava que você, sei lá, ainda me via como... alguém que não valesse à pena sabe. - Deu os ombros, sorrindo de forma triste. Ele não mudava muito quando bebia, mas ele ficava mais inseguro quanto a tudo, e era daquela forma que ele se sentia agora. - Yes, finalmente. - Abriu um sorriso mais largo. Correspondeu ao selinho, dando um beijo no topo da cabeça quando ela se afastou. - Alguém está passando muito tempo comigo. - Assentiu várias vezes para ela, respondendo a pergunta dela. É claro que era sério. Desde que ela falará sobre a capela era a única coisa que ele conseguia pensar, em casar-se com ela na capela. - Agora, aqui, agora, agora, AGORA. CASSADE JUDD CASE-SE COMIGO. CASE COMIGO! - Levantou os braços, enquanto pulava ao redor dela. - Vai ser legal. Você vai virar a sra. Pearson. Olha que lindo. - Ergueu as sobrancelhas várias vezes, pegando as duas mãos dela, as beijando e voltando a falar. - O Elvis vai casar a gente, não é mesmo Elvis? - Gritou para o cara fantasiado que se aproximava, com um sorriso ambicioso no rosto. "Vou os casar no antigo estilo Vegas, rápido, barato e divertido", o garoto olhou para ela, sorrindo ainda mais animado. - Então, o que você me diz, vai casar comigo?
Cassie: Cassie sorriu de forma aberta de novo pelo que ele dissera, mas não quis responder, saber que ele sentia o mesmo lhe era o suficiente pra ficar animada. Uma mão foi até o rosto do garoto lhe fazendo carinho e disse divertida - Não vou falar nada pro seu ego não aumentar e não sufocar Vegas inteiro - Sentiu o beijo em sua cabeça assentindo em resposta ao que ele falara sobre passar muito tempo com ele. Soltou uma gargalhada com a empolgação de David. Apertou as mãos dele enquanto dava alguns saltinhos e o escutava falar, olhou o cara que estava dentro da capela quando a ele foi referido e fingiu pensar fazendo uma cara exageradamente pensativa - Espera, o meu lado Katy já aceitou agora tem que esperar a Cassie e ela hmmmm.... ELA ACEITA TAMBÉM. Mas olha, eu tenho que casar na parte dos Beatles! - Bateu as palmas dando uns pulinhos e abraçou o garoto apertando e unindo seus lábios nos dele rapidamente em outro selinho.
David: Haha, muito engraçada você. - Revirou os olhos, mas sorrindo na direção dela. Esperou ansioso a resposta dela, e literalmente gritou e também pulou quando ela finalmente disse sim. Sorriu abertamente para o Elvis, e depois para Cassie. - Fuck yeah!! Vai lá seu Elvis, vai lá arrumar as coisas, que nós vamos casar na parte dos Beatles. - Socou o ar, fazendo uma dança desajeitada. "Vocês podem se trocar ali, escolham qualquer daquelas fantasias, e vejo vocês daqui a pouco", o moreno assentiu, dando um beijo no rosto da morena. - Ok, eu vou ali, trocar a minha roupa por algo legal, e já volto. - Acenou rapidamente, entrando no closet que o cara havia indicado. Procurou um smooking no seu tamanho, achando que não iria usar coisas daquele tipo tão cedo. Arrumou como pode na frente do espelho. Também tentou dar um jeito no cabelo, mas não foi muito feliz nisso, então apenas deu os ombros e saiu do closet, correndo até a ala que ele achava ser dos Beatles, e acertou na mosca. Cassie ainda não havia chegado, então ele foi tratar dos assuntos financeiros com o cara. Comprou alianças, que tinham a aquela data cravada dentro, ele iria querer lembrar daquele momento, e pagou pela cerimônia. No fim foi realmente barato. Ouviu o som dos sapatos dela, e começou a tocar a Can't Help Falling In Love, e ele não pode esconder o sorriso que tomou conta do rosto dele. Esperou ela chegar até ele, beijando a sua mão, falando em um tom baixo. - Você é linda, e eu sei que muitos já te disseram isso, mas eu vou fazer questão de te lembrar o resto da minha vida, todo santo dia.
Cassie: Não conseguia parar de rir, de fato Cassade tava bêbada, mas alto a mais contribuía para aquele ataque de riso. A energia de Dave, o pedido de casamento, a forma como ele estava reagindo a fazia querer pular também e assim o fez comemorando o curto noivado e os minutos precedentes ao seu casamento - Ok Elvis, eu vou me arrumar, tchau Docinho - Acenou para o 'noivo' e foi até o closet feminino que ficava nos bastidores da capela. Ela não sabia qual vestido escolher e quando estava quase indo de fantasia achou um sem decote e de mangas longas com algumas pedras. Por sorte a peça lhe caiu bem e saiu do lugar um pouco atrapalhada com a calda e com o pequeno buquê fornecido pelo lugar. Uma música de Elvis, uma de suas favoritas por sinal, começou a preencher o local e quase fora abatida pelo nervosismo se não fosse a visão do garoto de smooking no altar a sua espera. Ela não era romântica, muito menos gostava desse tipo de coisa, mas ali, naquele momento portou-se como uma noiva de verdade desejando como nunca o garoto que estava prestes a se casar. Se aproximou de David com um sorriso discreto nos lábios o abrindo depois do elogio - O que importa é o que você ta dizendo - Mexeu na gravata que ele tava usando arrumando um pouco ela - Você fica realmente ainda mais bonito de preto, nuss... - Mordeu o lábio um pouco antes de virar pro "Elvis" que pigarreou chamando a tenção dos dois pra começar a cerimônia.
David: Deu os ombros, sorrindo de forma convencida. - Eu sei. - Assentiu, para o cara a sua frente, pegando a mão da garota do seu lado. "Estamos aqui reunidos para nesta bela ocasião para unir em matrimônio Cassade Ann Judd e David William Pearson", fez um aceno para o casal, sorrindo na direção dos dois. "David William Pearson, você aceita Cassade Ann Judd, como sua legítima esposa, para amar e cuidar, até que a morte os separe?", virando-se para Cassie, ele sorriu de forma boba, assentindo. - Aceito. - O tal Elvis assentiu, sorrindo levemente. "Então repita depois de mim..." - Eu, David William Pearson, recebo você, Cassade Ann Judd, como minha esposa, e prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, amando-te, respeitando-te, sendo fiel a ti, todos os dias da minha vida, até que a morte nos separe", sorriu mais largamente, suspirando.
Cassie: Cassade achou estranho alguém chamar ela de Cassade Ann, fazia muito tempo que seu nome não era pronunciado todo dessa forma e não fazia ideia de como Dave lembrava. Provavelmente era pela quantidade de documentos que ele redigia, o que ela fofo da parte dele ter decorado. Apertou a mão do garoto enquanto ouvia o "padre"/Elvis chama-la pelo nome e perguntar se ela aceitava casar-se com David - Eu aceito - Balançou a cabeça positivamente olhando Dave enquanto respondia e o escutou proclamar seus votos enquanto esperava pelos seus - Eu, Cassade Ann Judd, recebo você, David William Pearson, como meu marido e prometo estar contigo na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza - Deu uma risadinha - Mas eu prefiro na riqueza - Deu de ombros continuando - amando-te, respeitando-te, sendo fiel a ti, todos os dias da minha vida, até que a morte nos separe - Imitou o gesto de Dave, também sorrindo. Elvis voltou a falar "cadê as alianças?" ele sorriu esperando que os garotos as trocassem e Cassie esticou a mão a espera da sua tão animada que tremia.
David: Riu baixo do comentário da garota, dando os ombros, enquanto sorria de forma inocente. - Acho que se eu jogar tão bem quanto hoje de amanhã, baby, vamos viver na riqueza. - Falou sorrindo, e beijando a face dela, não aguentando mais o fato de ter que ficar tão longe dela. - Me diz você Elvis, como eu iria saber o tamanho do dedo da minha princesa aqui. - Piscou para ela, esperando que o homem voltasse com as mesmas. Pegou a que parecia ser a de Cassie, colocando delicadamente em seu anelar da mão esquerda. Trouxe a mão dela até perto dos seus lábios, beijando o local onde havia acabado de colocar a aliança. Entregou o que era seu, esperando ela o colocar. "Eu vos declaro marido e mulher, pode beijar a noiva", Dave se precipitou na direção de Cassie, pegando seu rosto com firmeza, a beijando com delicadeza.
Cassie: Eu também estava com sorte, vamos ser gazilhonários - Deu um sorriso afetado e sentiu o beijo de Dave em seu rosto. Soltou uma risadinha com o que Dave falara pro Elvis e esperou que as alianças fossem trazidas. Mexeu os dedos enquanto esperava e sorriu, dessa vez apenas abertamente, enquanto o aro dourado era posto em seu devido lugar. Pegou a que pertencia a Dave e pegou a mão dele colocando a aliança em seu dedo anelar. Ouviu o anuncio do fim do casamento e sentiu a euforia lhe percorrer. Suas mãos foram para cima das de Dave e fizeram carinho nas dele enquanto correspondia ao beijo de forma alegre. Eles estavam casados, ele agora era dela e ela pertencia a ele.
David: Livrou uma mão que estava no rosto dela, para poder a puxar para mais perto aprofundando o beijo, mas infelizmente fora interrompido pelo "Elvis". Ele cutucou o ombro de David, ostentando um sorriso vacilante. "É só preciso assinar agora", se apressou para a mesa, assinando os papéis, esperando que Cassie fizesse o mesmo. Uma senhora que vestia uma roupa rosa, juntamente com um cowboy foram chamados para servirem de testemunha. Levantou o polegar para as pessoas no local, pegando Cassie no colo, enquanto voltava para o closet. - Só um minuto, esposa. - Riu da palavra, indo até o closet onde havia se trocado, mudou de roupa, já encontrando uma Cassie vestida novamente de Katy Perry na saída, a pegou pela mão, beijando a ponta do nariz dela. - Vamos docinho, agora você é só minha. - Voltou a pegá-la no colo, saindo da capela.