Mundo mesquinho
"Mundo Mesquinho, Miseráveis Mordomias, Mulheres Mutiladas, Meninos Mendigando, Milionários Mastigando Migalhas Morais.”
Xuebing Du
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Mundo mesquinho
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Paciência perdida...
Palácios prósperos protegem privilégios podres, periferias padecem privações, pratos parcos, peitos pressionados. Políticos pintam promessas, pastores pregam perdões, patrões pagam panetones. Pivetes perambulam, prostitutas perecem, professores penam, pacientes peregrinam. Pátrias pretensamente progressistas produzem párias. Pobres pedem presença; poderosos preferem propaganda, panelinhas, paraísos particulares. Porém, poetas provocam, pixam, publicam protestos perfurantes, pela paciência perdida.
enfadonho
Brother, coisa mais desagradável esse ser enfadonho que nos acomete vez em quando...parece que a alma perde o viço e tudo se cobre por uma poeira invisível, dessas que silenciam até o entusiasmo pelas pequenas coisas. A conversa cansa, os dias se repetem em tons pálidos, e até os sonhos parecem bocejar dentro da gente. Talvez seja apenas a vida lembrando, com sua delicadeza cruel, que nem toda ausência de tempestade significa paz; às vezes é só o mundo parado demais dentro de nós.
tempo decaserna
Transitoriedades
“Há beleza nas inconstâncias: nas verdades que jurávamos eternas e que o tempo desfez com delicadeza; ainda assim, não nos cabe o arrependimento, pois até os enganos iluminaram o caminho que percorremos.”

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versão FADO - letra melhorada
VERSO 1 (Strophe A)
(calmo, íntimo, voz mais próxima do microfone)
Quando eu era pequeno e a chuva caía, Soltava barquinhos no espelho do chão; E o sol, quando voltava, trazia Meu velho batel noutra direção.
VERSO 2 (Strophe B)
(entra leve percussão, violino tímido, progressão harmônica começa a abrir)
O tempo avançou — e eu ainda subia, Contando as estrelas no alto do céu; E a lua, tão branca, surgia, E a minha alma corria ao léu.
PRÉ-CHORUS
(crescimento emocional, cordas entram macio, melodia sobe)
E hoje eu vejo, no brilho da água, Nos sonhos que o vento tentou me levar…
(última linha segura a tensão, preparando o refrão)
CHORUS (Refrão)
(aberto, com mais instrumento, melodia larga, fácil de cantar — esta é a parte onde você finge que nasceu artista)
Todo o meu ser, toda a minha vida, Numa vontade quase desmedida, Ia navegando sem rumo no mar… Num barco frágil, leve, impossível, Buscando um porto manso e invisível, Que só existia se eu quisesse inventar.
VERSO 3 (Strophe C – mais curto, pós-refrão)
(tira parte dos instrumentos, volta o foco na voz)
Agora percebo que cada esperança Era só um reflexo daquilo que eu sou; Barcos e estrelas, pura lembrança, Do que o meu peito nunca encontrou.
PRÉ-CHORUS 2
(sem mudar letra, mas com variação melódica ou harmônica)
E hoje eu vejo, no brilho da água, Nos sonhos que o vento tentou me levar…
CHORUS (repetido)
Todo o meu ser, toda a minha vida… (etc.)
BRIDGE (ponte)
(quase falado ou mais lírico; atmosfera world + cordas; momento “olha como eu sofro com elegância”)
Se o tempo me chama ao regresso, Deixa eu ficar onde posso sonhar. No fundo do mar mora o que eu peço, No fundo de mim — onde eu não sei entrar.
(pausa dramática, porque claro que você quer.)
CHORUS FINAL (variado)
(última frase com melisma fadista, harmonia mais expandida)
Todo o meu ser, toda a minha vida… Ia navegando sem medo de ir, Num barco frágil, leve, impossível, Que ainda insiste em querer partir.
NOVA VERSÃO, MAIS AJUSTADA.. LITLE PAPER BOATS When I was young and the rain came down, I played and set paper boats to sail. And when the sunlight broke through the clouds, I saw, far off, still drifting—my Batel.
(Clima suave, guitarra limpa, tecladinho atmosférico. Voz baixa, quase lembrando.)
VERSE 2 (Estrofe 2)
As time went on, I would watch the stars, The quiet lights shining over me. And when the moon slowly climbed the sky, My soul felt free in the dark of night.
(entra leve bateria marcando no aro, baixo deslizando — preparando o lift.)
PRE-CHORUS (Pré-Refrão)
And now I feel it deep inside… When those small boats touched the water…
(Sobe tensão, guitarra com delay, bateria abre prato leve.)
CHORUS (Refrão)
My life, my dreams, all I have been, Were reaching for the trembling stars… And every part of me was sailing, On a boat made only of illusion.
(Aqui é refrão grandão: cordas, backing vocals.)
BRIDGE
Oh—let the waters carry me, Back to the child I used to be… Where every dream set out to sea, In a boat of pure illusion...
Vocal eMusica gerasom.ia
Poema "Barquinhos" versão en inglês e musicado em ritmo de Rock Ballad com elementos de rock sinfônico.
As a child, it was raining; I played, Dropping little paper boats into the water. And when the sun was rising again, I saw in the distance, still, my Batel.
Time went by, and I took care now from the stars above the sky… And when the white moon was rising My soul felt free, in the dark…
Today I feel that when The little boats to the water was launching, And the stars aimed with emotion ..
All my being, all my life, In a mad and unrestrained will, They were traveling in the boat of illusion… Letra de Nêodo Noronha Dias Música e voz por IA - gerasom.com [crie a sua música - use esse link]
Poema "Chuva e Sol", em versão mariachi em espanhol....Nêodo Noronha Dias
Rasga el cielo azul, un sol dorado. Y el velo de nubes se disuelve lentamento... El mar, ahora más sereno y tranquilo. Escucha el gemido del viento.
Sobre las aguas de este mar quieto, El sol se desliza, como el pensamiento. Y la nube, dulce, como si llorara, Arroja a las aguas todo tu tormento.
La fina lluvia, por el sol besado, Serenamente bella y fragante, Las olas de este mar sin fondo aumentan.
Estoy viendo este paisaje tranquilo Levanto un homenaje con grandeza del alma, ¡Al gran artista creador del mundo!
Poesía de Nêodo Noronha Dias Música e voz por IA - gerasom.com Crie a sua música também! [use esse link!]

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Simões Lopes é contista riograndense, Esse conto está no pocketbook Lendas e Contos do Sul de Simões Lopes
Musicando o poema "Barquinhos" de Nêodo Noronha Dias, em ritmo de FADO
Quando criança, chovia; eu brincava, Soltando n'água barquinhos de papel. E, quando novamente o sol raiava, Eu vi ao longe, ainda, meu Batel.
O tempo foi passando, e eu cuidava agora das estrelas lá do céu... E quando a branca lua despontava Minha alma se sentia solta, ao léu...
Hoje sinto a impressão que, quando Os barquinhos à água ia lançando, E as estrelas mirava com emoção...
Todo o meu ser, toda a minha vida, Numa vontade louca e incontida, Viajavam no barco da ilusão... Letra de Nêodo Noronha Dias Música e voz por IA - gerasom.com Use esse LINK para criar a sua música também!
Aqui vai a musicalização, em ritmo sertanejo (rancheira - Mexicano), do poema "Duga", de autoria de meu pai, Nêodo Noronha Dias Era um cachorro, Pequeno, vivaz Que corria atrás de borboletas E latia sorrindo nos quintais.
Trombava nas samambaias Rolava no capim Gania e latia pedindo leite Dormia e se coçava no sonho Despertava bocejava E voltava a traquinagem canina Correndo atrás de borboletas Grande e pequenina
[Refrão]
Dunga era um ser feliz Nem parecia cachorro Parecia alienígena Alienígena de outro mundo (Alienígena de outro mundo) Como parecia dizer O azul do seu olhar profundo.
[Tristeza Verso]
Dunga morto. Não pude entender Como uma.vida tão intensa Pudesse fenecer.
[Exitação verso]
Mas no céu uma estrela Deu um salto E eu quis crer que fosse o Dunga, O Dunga lá no alto Caçando estrelas E, sua doce e tola Mania de perseguir ilusões...
[Refrão 2x] Letra de Nêodo Noronha Dias Música e voz por IA - gerasom.com use o LINK para criar a sua também!
Ponderando completou 4 anos hoje!
Galáxias

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Murmúrios
Episódio 4 - Crônica do Dia - Aquela Dos Espíritos De Luz
Crônica de Nêodo Noronha Dias publicada em 1980 Tema: almas iluminadas