SE VOCÊ PRECISAR DO NOSSO NOVO HABITANTE, TALVEZ ELE ESTEJA EM SEU CAIXÃO… Ele costumava se chamar GODRIC, do conto DRACULA, e antes da névoa da maldição arrastá-lo até Storybrooke, ele estava no REINO DE TENEBRIS, lá na FLORESTA ENCANTADA. Aqui na cidade você talvez o encontre se procurar por um tal de VIKTOR O’RIAIN BURKE que é POLICIAL.
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~ 𝕲𝖔𝖉𝖗𝖎𝖈, ᵗʰᵉ ʳᵉˡᵉⁿᵗˡᵉˢˢ
Da backstorie.
Nome: Godric
Idade: 409 anos
Conto: Drácula
Aliado: Carmilla
Poderes aguçados: persuasão, velocidade, super força, capaz de ‘drenar’ a energia das pessoas e confundir seus sentimentos.
Pontos fortes: estrategista, ótimo combatente, habilidades com armas de fogo - antigas em seu principal.
Pontos fracos: fogo, combates que não sejam corpo-a-corpo (como espadas, por exemplo) e depressão — drenar o sentimento e energia das pessoas demanda um controle mental que por muitas vezes ele não consegue manter.
Um breve resumo de sua vida passada.
trigger alert!: morte, dependência emocional, traição, contrabando humano, abusos com criança (não sexuais), menção a assassinatos, sangue.
Nascido no país em que hoje é conhecido como Rússia, Godric nunca soube ser uma criança e teve sua juventude tomada logo em seus primeiros anos de vida, quando seus pais o venderam para o que hoje chamariam de ‘instituição’;
Foi comprado para tornar-se uma arma humana, uma experiência de guerra. Moldado desde sua infância, atordoado, machucado e tendo seus sentidos humanos aguçados de formas inenarráveis — tudo isso para tornar-se um super soldado.
No local haviam também outras crianças com a mesma finalidade, mas poucas aguentaram a crueldade humana e conseguiram lidar com a frieza da situação. Não eram cobaias da ciência, mas sim do exército. Uma parte sórdida do exército que acreditava que colocar adolescente nas frentes de batalhas fariam enfraquecer o inimigo, e pior: adolescentes sanguinários, psicopatas e cruéis, capazes de matar sem remorso.
Com 16 anos foi posto para lutar em guerras e com 20 já era extremamente mortal, aos seus 25 tornou-se líder das frentes de batalha e aos 31 anos, veio a migração de sua vida humana para o desconhecido.
Em uma de suas expedições em guerra, o grupo de soldados deparou-se com um pequeno núcleo de pessoas, em menor número, mas prontos para a luta, Godric não pensou duas vezes em contra-atacar com a vitória já em mãos, decepcionou-se quando seus aliados morriam um a um por aberrações da natureza que ele nem se quer sabia existir. Quando chegou sua vez, lutou bravamente por sua vida, tão feroz quanto àqueles que o atacavam, acabou tendo seu feito reconhecido por que parecia ser líder do grupo - Merlye, uma vampira estonteante que poupou Godric da vida e o transformou em um dos seus.
Se antes era um homem perigoso, agora tornou-se um vampiro sanguinário e quase sem escrúpulos, encantando por sua força, velocidade e suas habilidades interpessoais — conseguia persuadir até o mais difícil oponente — e imortalidade, ele era implacável.
Merlye tinha planos não de dominância dos humanos ou vampiros, mas onde passava deixava rastros de morte e, além disso levava consigo os homens e mulheres mais habilidosos que conseguia encontrar; e Godric à seguia cegamente sem questionar, havia tomado gosto pela matança desenfreada e sensação de poder. Principalmente, pela sensação de poder.
Como braço direito de Merlye, destacando-se por sua mente estratégica e perigosa, assassinaram alguns dos mais poderosos de sua espécie, e não demorou muito tempo até perceber que a vampira formara um motim onde Godric era encarregado de se livrar daqueles que já não serviam mais, que eram fracos ou questionavam a autoridade da mulher — que se tornou um tipo de esposa ao longo dos 200 anos.
Com o tempo, o gosto pelo sangue e a massacres sem sentido acabaram causando em Godric sensações adversas; ele tinha o dom de drenar a energia de todos àqueles que tivesse contato e junto disso bagunçar seus sentimentos. Sentia a dor, a agonia, o medo, o cansaço e tudo que um humano ou ser místico poderia oferecer, e sua mente foi enfraquecendo pouco a pouco, morte por morte, até chegar no ponto em que começou a questionar Merlye.
Mais inteligente do que o próprio marido, Merlye sabia quando as coisas estavam erradas e sentia seu poder sendo ameaçado. Sabendo que não conseguiria deter Godric caso ele se voltasse contra ela, decidiu arquitetar um plano tão sórdido quanto seus atos: atraiu-o para um mundo novo, um mundo que ele nunca se quer sonhará em existir, onde fadas, sereias, piratas e todos os seres místicos eram reais e por fim levou-o ao reino de Tenebris.
Merlye sabia que em Tenebris os vampiros e humanos conviviam em harmonia e respeitava o reinado de Drácula, mas passou para Godric a ideia tola de que tentariam tomar dele o poder. Godric seguiu sua esposa até o vilarejo do reino, mas acabou caindo em uma embocada e quase foi morto pelas mãos de um Van Helsing, salvo por pouco.
Nunca enquanto imortal ele chegou naquela experiência de quase destruição, e tomado pela ira e medo, acabou indo atrás de Merlye em todos os reinos e travando uma batalha contra a mulher, que finalizou com a morte dela por suas próprias mãos.
Sem rumo, voltou para Tenebris onde acabou sendo acolhido pelos vampiros locais e tornou-se um dos aliados e seguidores de Drácula, com a intenção de apagar seu passado sombrio e tornar-se um ser melhor.
Durante anos tentou e conseguiu conviver como seus aliados: em paz com os humanos. Tentava a todo custo ser bom e gostava da ideia de não ser um monstro completo e sanguinário, ele realmente queria conhecer sua melhor versão, a versão humana que nunca lhe foi proporcionado. Entretanto, todo seu discurso caiu por terra quando conheceu Carmilla e seus ideais, tentado pelos fantasmas do seu passado.
No início (por anos) da ‘rebelião’ ele não abandonou o Conde e procurou por diversos motivos para manter-se do lado “bom”, desde vínculos fortes com outros vampiros até a ilusão de que ali era o seu lugar. Mas demorou pouco tempo para ele enfrentar a dualidade dentro de si, e flertando com as ideias bem postas e lábia de Carmilla, Godric acabou traindo os seus e passando para o outro lado.
Sente pesar por àqueles que abandonou, mas em sua mente treinada desde a infância humana, aquele era o lugar certo. Achava errado viveram em paz com os humanos quando eles tinham mentes tão monstruosas e perversas, não eram como iguais e a menção de se deitar para um inferior afetava veemente o seu ego.
~ 𝖁𝖎𝖐𝖙𝖔𝖗 𝕭𝖚𝖗𝖐𝖊, 𝙩𝙝𝙚 𝙘𝙤𝙥
Em storybooke.
Nome: Viktor O’riain Burke
Idade: 31 anos
Ocupação: policial
Está acordado? Sim.
Habilidades: tático especialista, mestre em artes marciais, exímio atirador de elite, demonstra-se confiável ao extremo.
Personalidade duo: Um. Calmo, amigável e solícito, preocupado com o bem-estar dos moradores e sempre disposto a resolver até os menores dos problemas. É formado em psicologia e favorável para compreender emoções alheias, além de ser um cavalheiro. É um homem engraçado e de sabe dar boas risadas, conhece os lugares mais aconchegantes, mantêm a elegância sem parecer inacessível. Astuto e determinado. Dois. Canalha, pilantra, corrupto e cínico. Quase um sádico para àqueles que conhecem a sua real face, um homem de poucos amigos e muitos negócios, capaz de utilizar os meios mais brutos para chegar onde quer. Agressivo, ambicioso, desinibido e enganador.
Pontos fracos: os seus inimigos e ex-aliados, a dependência de uma pessoa “superior” e o sentimento de culpa por ser quem é e querer ser uma pessoa melhor. Sentimentos alheios e decepções o afetam.
Um breve resumo de sua vida atual (breve mesmo)
Não sabia das entrelinhas dos planos de Carmilla, por isso quando a maldição o alcançou o medo voltou a se instalar no seu coração frio e morto, motivo por ficar extremamente bravo com a mulher e àqueles que sabiam de suas intenções.
A maldição também deu-lhe uma história triste, mas não tanto quanto àquela que viveu, agora era um policial bem-apessoado e conhecido na cidade, praticante de bons atos aos olhos da população e de seus colegas, mas por trás das cortinas… Um homem perigoso, com informações perigosas e sem medo de usar seu status para conseguir o que quer. Não se importa com a história de ter tido sua mãe assassinada ainda que sua parte humana sinta uma fisgada ao lembrar, e tampouco liga para o fato de ter tornado-se policial apenas para encontrar os culpados; estava acordado e sabia que aquela não era a verdade, mas usava de sua boa lábia e imagem de bom samaritano para conquistar os mais tolos, e chegar através do sentimento nos mais poderosos. Todos tem um ponto fraco, no final das contas.
Enquanto banca o policial pelas ruas de Storybrooke, dentro de quatro paredes ele é traíra, corrupto e favorece àqueles que tem algo a oferecer. Tem boas relações com a prefeitura e com a maioria dos ‘vilões’, sempre disposto a fazer favores para receber outros em troca.
Como antes da maldição ainda enfrentava a dualidade de não saber o que era certo, de questionar Carmilla mas não querer seguir as diretrizes de Drácula (que pareciam as corretas), de ter em seu passado atos sombrios e querer mudar seu presente e futuro, acabou trazendo esses mesmos traços para Storybrooke: faz o que faz, mas sente-se culpado por isso. Gostaria de não ser uma pessoa ruim e vive em uma guerra interior onde odeia ser quem é, mas não consegue ser outra pessoa.
~ The token.
É assombrado pelo medalhão de Merlye, que arrancou de seu pescoço com sua cabeça para se lembra de nunca ser enganado ou traído novamente. A lenda é que o medalhão leva consigo as almas daqueles que foram mortos durante o pós-mortem da vampirada, que sugava a vitalidade de cada humano que matasse. Grodric acreditava veemente nisso e acabou guardando para si o objeto, como uma forma de protesto e poder.














