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@nightcrawler-jinwoo
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genhoffman:
Gen estava sentada no refeitório, o lugar estava quase vazio visto que a hora do almoço estava quase no fim quando ouviu um barulho a seu lado, chamando sua atenção.
"Boa tarde." Jinwoo cumprimentou quando colocou a bandeja na mesa não tão próximo a garota mas ainda assim no mesmo banco que ela. " Espero não estar atrapalhando, é por que gosto dessa mesa." ele sorriu tentando ser simpático.
onlykimharu:
Por mais que pensasse a respeito não conseguia encontrar razões que levassem o outro a mentir para si com relação aquele assunto, muito menos que se expusesse a um perigo eminente de sofrer castigos por conta de alguma brincadeira. Não entendia muito bem o que tudo aquilo queria dizer, mas pelo menos ele estava convicto do que dizia; e isso ja era o bastante para que estivesse mais interessado a escuta-lo. — Isso é estranho… — respondeu simplesmente, seu olhar vagando lentamente pelo ambiente enquanto refletia sobre o assunto. Mais uma vez aquele era um tipo de situação que apenas fazia com que gerasse mais suspeitas dentro de si; se não estivesse tão emocionalmente envolvido, teria acreditado em um milagre como aqueles ? Que tipo de coisas, ainda mais um tratamento não exigia um preço a ser pago ? — Eu… Eu vou te ajudar então! Onde começo a procurar ? — perguntou, ainda relutante se estava tomando a atitude certa ou não. Cuidadosamente se dirigiu a um dos armários olhando através das portas de vidro, dentro das quais parecia conter uma série de papeis, mas não muitos. — Sim, eu era doente. Não gosto muito de ficar lembrando, mas foi um problema que tive desde pequeno. Não existia cura, e olha que ja tinha tentado de tudo. Ai quando vim pra ca, não sei o que eles fizeram, mas foi basicamente como mágica. Mas se eles não estão se preocupando com isso porque o trariam para ca ?
Ele não duvidava do outro, ate por que ele parecia bem convicto do que dizia, tudo o que ele podia supor era que estavam ali por motivos diferentes, o que o deixava intrigado de certa maneira. “ Não vou negar que agora tive vontade de perguntar a todos como vieram parar aqui.” ele disse com um vinco formado em seu sobrolho. “ Temos que achar um jeito de abrir essa gaveta meu caro primeiro meu caro ou qualquer uma das outras.” ele comentou antes de achar um abridor de cartas em cima da mesa atrás deles. Ele ficou surpreso pelo outro ter topado tão rápido assim ajuda-lo, já que parecia tão convicto do que dizia anteriormente. Ele se virou para Haru e deu um pequeno sorriso antes de pegar o abridor de cartas e empurrar entre a abertura da mesa e da gaveta. No começo, ele pensou que não daria certo já que nunca em sua vida havia feito algo assim, ate ouvir a madeira da gaveta estalar ao mesmo tempo que o abridor de cartas entortava lentamente. “ Eu sinceramente não tenho a minima ideia companheiro.” adimitiu Jiwoo. “ Mas que bom que eles fizeram algo bom por você, fico feliz se pelo menos alguém se deu bem.” ele mostrou a ele um sorriso que continha apenas travessura, lembrando-se de vários membros do circo que o perseguiam por causa de uma brincadeira que ele havia pregado neles, a lembrança tinha haver com que o que eles estavam fazendo mas na altura teve um fim diferente do clique que ele ouviu da gaveta se abrindo. “ Para uma primeira vez até que eu mandei bem.” ele sorriu de canto. “ Agora sim é só ver se aqui tem algo relevante.” ele retirou os papeis dali de dentro e sentou no chão onde não poderia ser visto em um primeiro momento, fazendo sinal para Haru fazer o mesmo.
seokel:
Flexionou as costas mais algumas vezes e girou para a direita e esquerda para ter certeza de que tudo estava nos conformes antes de se levantar da maca num salto e sair da enfermaria, a enfermeira que estava cuidando dele havia desaparecido a uns poucos minutos sem falar nada se este teria que ficar ou somente ir, então o coreano apenas tomou aquela decisão sozinho e pegando sua camiseta, ou o que sobrara dos trapos sujos de sangue quase que totalmente seco este se dirigiu para fora virando para uma direção aleatória, não estava com intenção de ir para o quarto e caso encontrasse com algum guarda pelo menos daquela vez teria uma desculpa de estar indo atrás da enfermeira e não teria que mais uma vez sofrer as consequências de estar infringindo as regras. Ha-neul tinha acabado de virar num corredor quando viu um garoto literalmente aparecer do nada bem ali no meio o surpreendendo por poucos segundos antes de decidir se aproximar do asiático, estava acontecendo tanta coisa estranha nos últimos dias que o choque de ver algo daquele tipo passava rápido - a cor branca? é também não gosto.. - perguntou com tom descontraído ao ver este olhar para todas as direções do corredor, sabia que não era aquilo que o outro se referia, mas como também não sabia do que exatamente este estava falando…
"Ah" Jinwoo sorriu e acenou com a cabeça quando percebeu que ele não havia se assustado com o que havia visto. " Não quis dizer isso, eu odeio quando sumo de um lugar e apareço em outro aleatório que eu não faço ideia da onde seja." disse ele. Surpreso pelo comportamento do outro. “ Sou Koo Jinwoo, e isso na sua blusa é sangue? O que houve contigo, eles te machucaram?” ele franziu o cenho visivelmente preocupado. “ Espero que não tenham te machucado.” os punhos do mesmo se fecharam embora ele soubesse que nada poderia fazer pelo desconhecido. Já que tampouco podia fazer por si mesmo enquanto não entendesse o seu poder direito.
Conexão completa - The Squad ( Haru & Yoreum ) pra serem os bff’s do Jinwoo ou pelo menos terem uma aliança de se protegerem ali dentro.

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onlykimharu:
Estava bastante desconfortável com a situação na qual os dois se encontravam; não iria esconder esse fato. Até mesmo porque, pelo seu ponto de vista além de estar sendo tremendamente ingrato por tudo o que ja lhe fizeram ficar indo contra as regras do ambiente apenas significava que teria que passar mais tempo ali. Caso não colaborassem com o que os funcionários lhe pedissem nunca que concluiriam os exames necessários para dispensa-los dizendo que estava tudo em ordem, ou ocasionalmente escrever sobre algum efeito colateral possível do novo tratamento. Qualquer coisa era possível por se tratar de um experimento nunca visto antes. Franziu ligeiramente o cenho diante do questionamento alheio, estranhando um pouco a maneira como o mesmo parecia excessivamente cauteloso; como se estivesse fugindo de guardas de uma prisão particularmente hostil. — Claro que não. Não lhe explicaram o procedimento quando veio pra ca ? — perguntou, cada vez mais agitado ao observar o outro tentando olhar em gavetas que estavam trancadas. Primeiro sinal de que nem deveriam estar mexendo ali para começo de conversa. — Olha, acho que não deveria estar olhando nessas gavetas… — começou a lhe dizer, mas se interrompendo quase que imediatamente. Ele não parecia remotamente interessado em lhe escutar de qualquer maneira. — Como não estava doente ? É o que eles fazem aqui; eles curam pessoas. E se não estava doente, porque estaria aqui..? — perguntou se aproximando um pouco mais do outro temendo ter escutado passos do outro lado da porta, provavelmente apenas ilusão fruto do seu medo. — Eu consigo andar. — respondeu, como se o fato de ele não ter percebido isso fosse algo estranho; mas ai lembrou-se que ele não o conhecia a tanto tempo assim. — O que não fazia antes, desculpe. Foi isso que quis dizer ?
Procedimento? Sobre o que ele estava falando? Ele não se lembrava nada disso, tinha alguns flashs bem vagos sobre o que poderia ter acontecido mas lembrava de alguma coisa sobre cura do câncer, mas ele sequer tinha câncer. Ele estava louco, nos flashs que tinha desconexos, ele se lembrava de ter se negado, e mesmo assim havia acabado ali. “ Umm não. Ninguém me explicou nada e pelo que me lembro eu disse que não estava interessado.” ele admitiu, sacudindo a cabeça negativamente. “ E eles não deveriam ter me trazido para cá a força, no entanto aqui estou eu.” esclareceu ele. “ Eu já disse não estando. Eu não sei é o que eu estou tentando descobrir.” ele franziu o cenho quando o outro disse que conseguia andar, mas todos não conseguiam andar? Aquilo nem era nada diferente do que o habitual humano, ele sacudiu a cabeça. “ Eu também consigo, todos aqui conseguem.” ele continuou forçando a gaveta mas vendo que nada resultava ele olhou ao redor procurando algo fino que pudesse servir de alavanca. “ Quer dizer que você andava em cadeira de rodas antes de vir pra cá? Então eles curaram você?”
ohmyameera:
“Isso deve ser bem estressante.” Comentou meneando a cabeça, controlar o clima em si - seria, se ela conseguisse, claro - já era bem irritante, Ameera não conseguia imaginar o quão ruim devia ser ficar aparecendo nos lugares sem sequer querer. “Ah, que isso, sou egoísta mas não vou deixar ninguém passando vontade.” Respondeu firme. Ela amava a barrinha e havia soado para consegui-la, era egoísta até demais mas jamais iria deixar alguém olhá-la comer enquanto compartilhasse do mesmo gosto. Ameera não era ruim assim e por isso levou metade da barra até a boca dele forçando-a. “Vai, come.”
Deu de ombros a pergunta dele, não era o mais estranho por ali. “Confesso que me assustei mas não é o mais bizarro que já vi por aqui. Mas acho que em parte era mais a irritação por ter sido pega com a barrinha.” Não cabia a ela ficar questionando sobre o que ele conseguia ou não fazer, já bastava que todos pela sede ficassem em cima uns dos outros com mil e uma perguntas sobre como faziam, porquê faziam, conseguiam controlar e afins, Ameera só queria aproveitar sua barrinha em silêncio. “Ai depende, ‘eu sou’ pode ter várias perguntas.” Ela respondeu vagamente enquanto intercalava o olhar entre a snack e o outro em sua frente. “Brincadeira. Ameera Hanok, e você? E eu poderia fazer se soubesse controlar, no momento mesmo só consigo desastres climáticos. Estressante e irritante.”
Jiwoon acenou com a cabeça mediante a fala da mulher a sua frente. Ele sabia que estava em seu limite por todas as coisas que passou desde que chegou ali. “ E é, eu fui parar no banheiro feminino uma vez e a menina me chamou de pervertido.” disse ele, expressando sua chateação com suas palavras.” Você não parece egoísta, pelo contrário está sendo bem legal até ao contrário de algumas histéricas por ai. “ ele disse pegando o pedaço que lhe foi oferecido. “ Obrigada, um dia retribuo prometo.” ele disse com um leve sorriso nos lábio, era um balsamo ser tratado bem depois de ter sido chamado de pervertido e esquisito.
Ele ficou aliviado, já não lhe bastavam os sonhos e os outros que pensavam coisas feias dele. “ Entendo, pelo menos não é tão ruim assim então, eu confesso que também me assustaria mas não me ofenderia ou algo assim, eu ate que acho legal. Bem isso foi novo até pra mim, mas sim... eu acho legal.” ele franziu o cenho com a frase dela claramente confuso com o que ela estava falando mas sabia que ela iria explicar, será que aquilo tinha algo haver com o poder dela? A curiosidade o pegou de jeito mas esperava que ela esclarecesse já que não sabia como perguntar. “ Koo Jinwoo, eu era um mágico no circo e bem agora sou um prisioneiro com poderes legais porém bizarros.” parecia ser o mau de todos ali, nenhum deles conseguia controlar os poderes. “ Tudo é estressante e irritante, ninguém consegue controlar nada, eu consegui usar uma vez ou outra quando estava em situação de adrenalina e perigo bem fortes, mas foi só essa vez mesmo.”
baamingyu:
Por mais que tentasse entender o que aquelas pessoas haviam feito com cada um naquele local nada parecia normal e aquela explicação dada pelo outro apenas lhe deixou ainda mais intrigado. Já havia visto alguns em treinamento quando estava descansando do seu próprio assim como teria presenciado desastres dos outros, mas o jovem a sua frente, no entanto, lhe era desconhecido e o fato de ter aparecido do nada ao seu lado deixava o mestiço ligeiramente entretido com o que o poder alheio fazia. Em outra situação, provavelmente, Mingyu acharia engraçado que ele surgisse nos lugares sem querer, o quão cômico e vergonhoso seria entrar em um determinado local em um momento inoportuno? Mas, para todos os efeitos, eles não estavam em uma situação boa para gracinhas e Gyu sabia disso. “Tudo bem, ninguém pelo visto consegue controlar mesmo.” Respondeu desta vez com a voz menos irritada do que antes, sua raiva parecia estar passando e ele estava mais calmo agora que o susto pela súbita aparição estava esvaindo de seu corpo. “Não ajuda em nada? Erro seu, ajuda a amenizar minha irritação.” Explicou franzindo o cenho e tentando manter a calma, não precisava causar um incêndio por pouca coisa. Foi tudo tão rápido, num segundo estava correndo, no outro seu corpo teria colidido contra o outro e na mesma fração em que piscou as pálpebras estavam no telhado. Mingyu, apesar de estar fascinado com o poder dele e aliviado de terem se livrado de um belo castigo, não evitou de passar a mão pelas madeixas e fitar o outro com os lábios compridos. “Ya, pode parar de fazer isso? É perturbador! Seu esquisito!” Não era certo falar aquilo, sabia disso mas na hora da raiva as palavras bem como o insulto saíram mais rápido do que o pensamento dele.
Ele ficou mais calmo tendo em vista que o rapaz também havia se acalmado relativamente, não queria nenhum acidente nem que ele coloca-se fogo em si, só aquela ideia já deixava Jon arrepiado, e não de uma forma boa. “ Uhum.” ele não sabia se algum deles conseguia controlar principalmente depois que conheceu o jovem Haru, que havia apenas começado a andar com aquele ‘tratamento’, era bom que tinha feito bem a alguém mas a ele nada havia causado de bom. “ E se você não se irrita, não consegue soltar fogo?” Ele assentiu aquilo, era tudo muito estranho mais aos poucos se acostumava , ou não, já que achava aquele lugar exaustivo e queria voltar para o circo o mais rápido possível. Era terrível ali. “ Ei não fale que sou um esquisito, ou está se esquecendo que você solta fogo dessa mão, eu não sou esquisito eu só tentei ajudar e é essa paga que eu ganho? Você é tão esquisito quanto eu, não se esqueça disso.” Jinwoo deu de ombros, esperando que ele não tivesse sido duro demais com o outro. “ Você só está agindo como eu esperava que agissem é exatamente isso que faram quando a gente sair daqui.” ele franziu o nariz pensando em como seus sonhos estavam corretos. Ele afastou o cabelo e sentiu uma pontada de saudade, do circo, da alegria, de felicidade e das pessoas.
koreanpryncess:
Estranho era o mínimo que se podia falar daquela cena que estava a sua frente, não se era todo dia que você estava andando normalmente e alguém simplesmente aparecia na sua frente do nada, mas por outro lado também não se era todo dia a qual você ficava presa em um lugar daqueles, então difente do que seria sua reação a alguns dias antes naquele momento a coreana levou tudo em uma fria calma, pelo menos este não havia a acertado, o que incrivelmente já lhe dava pontos com ela. - Igualmente - disse o cumprimentando gentilmente, mas ainda sem entender muito bem o que estava acontecendo - tipo aparecer e desaparecer ? - perguntou curiosa, tinha certeza absoluta que era exatamente aquilo que o outro havia dito- ahm, tudo bem, sério - disse franzindo o cenho - você estava indo para algum lugar em específico ?
Jinwoo agradeceu mentalmente pela calma de Yoreum. Ele sorriu para ela, apesar de sua postura. Ele estava acostumado com muitas pessoas, especialmente pessoas fora daquele lugar e isso para ele sempre foi muito espontâneo, mas ali naquele lugar sendo vigiados tornava tudo estranho ate o simples fato de conhecer alguém novo, mesmo que não tivessem medo dele como em seus sonhos. “ É tipo aparecer e desaparecer.” ele disse a ela. “ Que bom tem umas pessoas aqui muito surtadas, que bom que você não é assim. O que você faz?” perguntou a ela de maneira inocente. “ Não queria ir para nenhum lugar, eu estava no meu quarto, e aconteceu isso.” ele falou de forma frustrada. “ Eu ainda não consigo controlar isso, já fui parar em cada lugar que eu fico ate vermelho só de pensar de novo.”
chaesunhi:
A noite tinha chegado e como tal Sunhi tinha-se dirigido ao banheiro público feminino mais próximo para fazer a sua higiene pessoal antes de dormir. Ela chegoy no local, entrou numa das cabines e fez as suas necessidades básicas, saindo de seguida e dirigindo-se até ao lavatório onde escovou os seus dentes. Estava prestes a tirar a sua camisa quando ouviu uma voz masculina no lugar, coisa que a fez erguer a cabeça e pelo espelho viu a imagem de um garoto olhando confuso à sua volta. – “Hey! O que você está fazendo aqui seu pervertido? Por acaso é cego ou não sabe ler? Este é o banheiro feminino!” – ela disparatou, apertando os dois botões da camisa que já tinha desapertado e pegando a toalha de banho que tinha pousado no lavatório, colocando na sua frente para cobrir possíveis partes expostas do seu corpo.
Jinwoo viu a menina antes de ouvir sua voz, e quando isso aconteceu ele sabia onde estava, ele deu um passo para trás com o tom ameaçador da outra. “ Eu não sou nenhum pervertido.” ele repetiu aquela palavra com evidente nojo, ele não era aquilo. Ele ficou claramente aliviado por não ter visto nada da menina ficaria evidentemente mais constrangido se isso tivesse acontecido. “ Eu não entrei aqui andando, foi um acidente.” ele disse a ela, novamente mas não estava verdadeiramente chateado com ela por te-lo chamado daquilo. Ele olhou ao redor do banheiro e em direção ao teto. “ É só uma coisa que eu consigo fazer, quer ver?” perguntou a ela inocentemente. Ele poderia facilmente não tentar se defender procurar um canto sem luz e se esconder nas sombras mas sentia que ainda não conseguia dominar nenhuma das duas coisas, mas as sombras era pior. Ele sabia que ela podia gritar e o colocar em apuros por estar ali mas queria faze-la compreender que não tinha culpa.

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onlykimharu:
Embora tivesse realmente sido pego de surpresa com a aproximação repentina do moreno a sua frente, que sem dizer muita coisa o havia arrastado para uma sala na qual nem tinha certeza se deveriam de fato ter algum acesso Haru havia se tranquilizado um pouco com o tom utilizado pelo mesmo. Estava começando aos poucos a ficar cada vez mais desconfortável com a ideia desses exames que pareciam intermináveis, mas na mesma medida que pensava nisso a ideia soava um pouco plausível; afinal de contas estavam se referindo a um tratamento nunca usado antes. Deixou seu olhar vagar lentamente pela sala que agora se encontrava, escutando ao longe no corredor som de passos ritmados que naquele instante lhe despertaram um pouco de medo. Era com bastante frequência que ele se via encolhendo nos corredores na presença dos mesmos, apesar de tentar ao máximo não demonstrar isso; agora que sabia que estava fazendo algo que não devia ampliava ainda mais esse sentimento. Não teve coragem de sair dali, no entanto, o medo era muito maior do que seu senso de fazer o que era “certo”. — P-prazer em conhece-lo. — retribuiu a reverencia de maneira hesitante, começando a se questionar porque ele o havia trazido até ali. — Como assim “o que esta acontecendo”? — perguntou cada vez mais confuso com a colocação do outro. Para ele tudo havia sido bastante claro desde o começo; estavam em um centro que tratava de curas de doenças aparentemente incuráveis até então com uma tecnologia nova. Não tinha muito o que questionar sobre o assunto; estava além do conhecimento dos dois. — Não esta acontecendo nada, eles apenas precisam que fiquemos um pouco a mais aqui para conseguirem aperfeiçoar o tratamento. Tenho certeza que isso deve estar quase acabando, se é por isso que está agitado.
Desde que chegou ali e começou a fazer aquela coisa, sempre que dormia era confrontado por sonhos. As vezes, ele estava sendo perseguido por multidões de pessoas aterrorizadas. Outras vezes, ele estava em uma jaula, em todas as vezes as pessoas gritavam que ele era uma aberração, repetidas vezes enquanto tentavam mata-lo, era por isso que queria sair dali, ele não era nenhuma aberração, ou as pessoas estavam certas e ele era tudo aquilo que seus sonhos lhe mostravam? Quando ele finalmente voltou a sua realidade abandonando seus pensamentos, ficou agradavelmente surpreso do outro não estar surtado, e sim normal como antes, qualquer um que percebesse o que ele estava fazendo e as consequências que isso resultaria teria se afastado mas ele havia continuado ali, talvez estivesse apenas esperando o risco passar para ir embora. “ Desculpa, mas você está brincando né?” ele perguntou hesitante, em seguida se levantando já que o risco havia passado, tentou abrir uma das gavetas mas ela estava trancada, era óbvio que estariam. “ Eu acordei aqui sem saber o por que e fazendo uma coisa estranha, não sei se foi o mesmo que você mas eu não acho isso normal não.” ele murmurou num tom que o outro conseguia ouvir. Ele se endireitou e olhou para Haru. “ Eu não sei de tratamento nenhum, eu nem estava doente, eu estou agitado por fazer aquela coisa. Você não faz nada de diferente?” ele perguntou, parecia que essa seria a pergunta habitual por ali.
koreanpryncess:
Depois de constatar que não havia passagem nenhuma, pelo menos que fosse ainda visível aos seus olhos, a coreana voltou sua atenção total para o garoto que estava vestindo o que pareciam pijamas.Observou ele curiosa quando este deu um passo para trás depois voltou a ir para frente, parecia não saber o que fazer perante a situação, provavelmente assim como ela mesma que ainda segurava sua bandeja com cuidado para não acabar por derrubar sua bebida - Park Yoreum - se apresentou franzindo a testa sem entender o que o moreno quis dizer com ‘…as vezes acontece comigo…” - acontece o que ? - perguntou segurando a bandeja um pouco mais forte do que antes esperando a resposta.
Ele tinha ficado muito sem graça de estar ali daquela forma, mesmo sendo bem desenvolto por ser mágico e MC de um circo JInwoo nunca apareceu no palco de pijamas, mas tentou manter a compostura na frente da menina que ainda desconhecia o nome, tampouco sabia quem era ou o que fazia ali junto com os outros. Observou a menina com cuidado, não que fosse de fato tirar alguma informação relevante aquele contato com ela, ele sempre ficava muito confuso quando as pessoas percebiam que ele havia simplesmente aparecido ali do nada, as vezes ele mascarava que aquilo é um poder que ele ainda não entendia contando sobre o circo, e suas mágicas para disfarçar e se sentir mais confortável com a conversa, achava muito irônico aquele poder de teletransporte se manifestar, quando ele anteriormente tinha como numero principal o desaparecimento e reaparecimento. Sentia saudades do circo e da sua casa, será que algum dia voltaria ver tais locais? “ Satisfação em conhece-la srta. Park.” ele disse antes de se encostar na parede proxima cruzando os braços na frente do peito. “ Isso de estar num lugar e depois em outro e não fazer nenhum tipo de barulho.” ele disse a ela algo menos realista mas que disfarçaria, esperando que ela não ficasse aborrecida com ele. Ele coçou os olhos demonstrando o sono e cansaço que sentia. “ Me perdoe se atrapalhei o seu caminho, não foi minha intenção.” acrescentou ele, esperando que essa explicação soasse melhor essa explicação.
onlykimharu:
O rumo em que seus pensamentos estavam começando a tomar, enquanto aproveitava mais uma vez seu tempo livre para que circulasse ao redor do complexo dentro das zonas permitidas, sem tem realmente um objetivo em mente apenas o diziam o quanto estava precisando conversar com alguém. E de preferencia alguém que não estivesse começando a desenvolver teorias de conspiração, ou coisas assustadoras do gênero. Claro que, por mais que recusasse essa opção de imediato la no fundo Haru conseguia observar um que de fundamento no que estavam lhe dizendo. No instante poderia estar ofuscado demais pelo contentamento de finalmente ter conseguido uma cura para sua doença, mas isso não o tornava inteiramente cego para o que estava acontecendo ao seu redor. Alguma parte em seu subconsciente estava lhe dizendo para que começasse a ficar mais atento com as pessoas ao redor; cada vez mais consciente da forma autoritária que por vezes se referiam a algumas das pessoas que estavam ali. E, por mais que negasse com todas as suas forças estava apenas cada vez mais claro o quanto aquilo ali se assemelhava mais com uma prisão do que um laboratório. Estava mais uma vez refletindo consigo mesmo a cerca desses pensamentos, uma vez que não tinha muitas pessoas disponíveis com que conversar quando um garoto surgiu do nada abrindo uma porta próxima, o sobressaltando um pouco. Sua unica reação ao ser puxado pelo mesmo foi olhar ao redor com uma expressão da mais completa surpresa, sem oferecer resistência alguma apenas deixou-se ser conduzido. Sabia pela vestimenta que nãos e tratava de um funcionário, mas o que ele queria continuava sendo um mistério. Deixou seu olhar circular por toda a sala que agora se encontravam, incerto se deveriam mesmo estar ali. Não parecia ser um lugar onde liberariam o acesso para os dois, e por mais que tivesse essa e outras dúvidas em sua mente Haru não as conseguiu verbalizar, pelo menos por hora. — Olá. — cumprimentou depois de alguns instantes; aliviado que o mesmo não parecia estar querendo colocar os dois em problemas. — Me chamo Haru. Qual seu nome ? — perguntou depois de alguns instantes, incerto do que fazer em seguida.
Jinwoo tentou não trazer problemas para ele mas precisaram ficar quietos por alguns instantes e nesse período de silêncio Jin se repreendeu mentalmente por ter trago o rapaz para dentro da sala, e se ele não fosse confiável e contasse para alguém o que ele estava tentando fazer. Tentou retirar aquilo da cabeça conforme as pessoas no corredor se afastaram. — Olá Haru, me chamo Koo Jinwoo. — disse ele com uma reverencia mexendo a cabeça na direção do outro. Deu-lhe um sorriso que ele esperava ser reconfortante, mesmo que ele não tivesse nada de útil para dizer a ele naquele momento. Ele queria explorar o redor, ver se descobria algo sobre o que estava acontecendo com eles. — Acho que eles já foram embora. — ele começou a lhe assegurar, e teve a coragem de levantar, ate então estava abaixado olhou ao redor observando o local. Jinwoo foi ate a porta e a travou novamente, assim seria muito mais seguro. — Eu quero ver o que consigo achar aqui, estou curioso sobre isso que está acontecendo e como ninguém responde resolvi procurar por mim mesmo. — ele esclareceu, esperando que fosse útil.
baamingyu:
Tudo que ele conseguia ouvir era um som estranho e instável; ora estava mais alto e parecendo com um ruído causado por algum aparelho fora do ar, ora estava muito baixo e estável mas não era capaz de identificar do que se tratava aquilo. Mingyu aproximou-se ainda mais da porta querendo, de alguma forma, conseguir ouvir com mais nitidez o que acontecia do outro lado, ouviu algumas vozes mas que acabaram saindo em um murmúrio impossibilitando assim que o mestiço conseguisse entender o que falavam, a concentração que fazia juntando com a pressão do seu corpo contra aquela porta estavam tão fortes que ele sequer reparou na estranha figura próxima a si e desfocou do seu propósito quando o suspiro alheio, seguido da fala, o fizeram virar-se, infelizmente acabou por se assustar também e isso fez com que uma chama saísse de sua mão. Por sorte não atingiu ao garoto. “Por Deus! O que você tem na cabeça? Não pode chegar assim do nada!” Ele exclamou demonstrando claramente sua irritação mas manteve o timbre vocal baixo para não serem descobertos. A maçaneta começou a girar e o pavor tomou conta do corpo do Hirai, ele sentiu o sangue esvair-se de seu corpo e ficou pálido em questão de segundos. “Droga… Olha o que você fez.” Gyu olhou para o local em que havia ateado fogo e depois fitou o garoto. “Corre!” O coreano alertou antes de sair correndo.
Jinwoo deu ao rapaz um sorriso em troca daquela exclamação embora ele também estivesse preocupado com o fogo, na verdade preocupado não condizia com a realidade, ele havia ficado encantado. Ele parecia um rapaz que talvez fosse simpatico em outra situação. Por que agora o tom de irritação sobre o que Jinwoo havia feito era a unica coisa visível na voz alheia mas logo o outro entendeu porque. Ele tentou afastar o sentimento de desconforto por ter causado toda aquela situação. “ Foi sem querer eu não controlo essa coisa ainda, queria eu não ficar aparecendo em lugares impróprios a todo momento.” ele disse pensando nos outros lugares que havia parado nos últimos dias. “ Eu já disse que foi sem querer, para de ficar me culpando que isso não ajuda em nada.” ele não sabia se conseguiria correr o necessário quando entendeu a fala alheia, mas começou a movimentar as pernas de modo a mover seu corpo para longe do local por um momento se desesperou ao olhar para trás e temendo ser apanhado passou pelo outro focalizando o que queria, tentaria fazer aquilo dar certo de alguma forma quando segurou o rapaz trazendo o corpo dele de encontro ao seu e sentiu o puxão assim que o ombro alheio bateu em seu torax, quando o puxão se desfez estavam no telhado do local onde estavam sendo mantidos, não era aquele o plano mas pelo menos estavam menos encrencados agora. “ Agora não precisa mais correr.” disse encantado com o que havia feito.

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jungsaem:
Diversas eram as vezes que o asiático conseguia sair para ir procurar por comida, afinal se ele não achasse um jeito de ficar comendo a toda e qualquer hora sempre que lhe apetecesse, com certeza que ele iria pirar ainda mais com tudo aquilo que estava acontecendo. Seus pensamentos sobre o que haveria acontecido eram uma autêntica névoa, o fazendo recear sobre o que realmente estava se passando ali, afinal se ele não se lembrava era porque algo de muito grave estava se passando. Ele sentia o medo invadir cada célula de seu corpo, o fazendo entrar em choque sempre que estava diante de algum segurança — ou lá o que eram aqueles malditos homens que o mantinham prisioneiro ali dentro. O Jung haveria ido até ao local onde sabia que guardavam a comida, e quando estava pegando um pequeno pacote de bolachas fora interrompido por aquela voz. Ele deixou cair o pacote no chão, realmente assustado. Voltou seu olhar para o outro lentamente, engolindo em seco. — “ Quem é você? “
Jinwoo poderia ter sido tentado a se machucar com as ações das pessoas em geral, mas o olhar em seu rosto destruiu qualquer chance disso. Ele estava realmente assustado ao presenciar aquilo. " Koo Jinwoo." ele simplesmente. " Mas não se preocupe, eu não quero machicar ninguém." ele raciocinou antes de sorrir para ele. Todos lidavam com a surpresa de forma diferente e ele precisava aceitar isso, para não pirar.
babyleemoon:
Foram diversas as vezes que a Lee tentou fugir daquele maldito quarto, e daquele maldito sítio, porém por mais que ela procurasse uma saída parecia que a mesma não existia. Ela estava prisioneira naquele sítio, e por mais que tentasse fugir tudo parecia ainda mais minúsculo. Moon já não sabia o que fazer para sair dali, ela já não sabia o que pensar de tudo aquilo. Sua mente era uma autêntica névoa sobre tudo aquilo que acontecera, e a cada dia passado parecia que essa mesma névoa se tornava pior. Era como se a cada dia, a asiática se sentia cada vez mais perdida naquele maldito lugar. Ela não conseguia encontrar respostas para nada, e aquilo apenas servia para piorar sua revolta, e sua raiva. E apesar de sentir medo, a coreana jamais demonstraria tal. Ela precisava se manter forte, e continuar a procurar um jeito de sair dali — mesmo que suas forças já estivessem se esgotando. Ela estava em seu quarto deitada sobre a sua cama, seus olhos fechados quando escutou alguém falar. Rapidamente ela se levantou e voltou seu olhar para o garoto. — “ O que você ‘tá fazendo aqui? Quem é você? “ — perguntou não se lembrando do rosto dele por entre os seguranças que costumavam ir até seu quarto.
Jinwoo ouviu a voz e seus olhos procuraram a direção da voz feminina. Ele sorriu para a mulher, apesar de exaltada pela sua presença mas, não podia julga-la. Ele ficou tão aliviado ao encontrar alguém que seu comportamento não o incomodou.
"Oh, não se preocupe eu não vou machuca-la." Jinwoo deu a ela o que ele esperava que fosse um sorriso reconfortante. "Eu não quero machucar ninguém." ele tentou ficar calmo para mante-la calma e não chamar a atenção dos guardas.
" Bem eu não sei o que estou fazendo aqui." Ele respondeu educadamente. Ela parecia muito brava com alguma coisa e ele esperava que ele pudesse ajudar. “ Me chamo Koo Jinwoo.”