s t a t s
Nome: Natalya Dmytrivna Kozlov Idade: 105 anos Parente divino: Skadi Extra: Valkiria Arma: Rifle e dois revólveres com balas de aço de osso MBTI: ESTJ Alinhamento: leal e boa Eneagrama: 8w7 Pontos fortes: Sobrevivência, natureza, força, intuição e percepção Pontos fracos: Diplomacia, carisma, magia, performance FC: Sydney Sweeney
s t o r y
TW: guerra, violência
Natalya nasceu em 1917, fruto de uma breve união entre um soldado ucraniano e Skadi, a deusa nórdica da caça e do inverno. Eram tempos tumultuosos, com a Revolução Russa em andamento e os diversos movimentos de libertação da Ucrânia se manifestando, Dmytri Kozlov precisava ir à guerra, por isso uniu o útil ao agradável casando-se com uma viúva judia para cuidar de sua filha. Natalya cresceu com o pai ausente, mas admirando-o muito. Eva, sua madrasta, sempre o exaltava, contando sobre a luta de Dmytri pelos seus povos. Assim, sempre soube que queria seguir o mesmo caminho e, quando atingiu a maioridade, se inscreveu para fazer aulas de tiro e estudar história na universidade de Kiev.
Dmytri e Eva esperavam que Natalya arranjasse um bom marido e ficasse segura longe da guerra, porém, aos vinte e dois anos, ela decidiu abandonar os planos da família e se alistar no Exército Vermelho. O treinamento era árduo, exaustivo, e a filha de Skadi logo soube que havia nascido para aquilo. Impressionava os superiores com sua disciplina e resistência muito superior a de qualquer recruta do sexo masculino. Enfim, como previsto por tantos de seus colegas, precisou colocar as habilidades em prática para impedir os nazistas de ocuparem seu país.
Natalya ganhou fama como sniper, sempre com tiros certeiros nos inimigos, e logo começou a subir na hierarquia militar. Entretanto, não foi apenas a atenção de seus superiores que captou. Em um fim de semana de visita à família, um homem apareceu para o jantar, revelando ser o deus nórdico Odin e querer recuta-la para trabalhar como uma de suas valkirias. Dmytri confirmou toda a história, contou sobre seu envolvimento com Skadi e recomendou que a filha aceitasse a proposta. Natalya, por outro lado, disse que possuía um dever com os mortais e recusou. Além disso, acreditava ser mais merecedora do destino de um einherji, não havia treinado tanto para se tornar uma assistente de guerreiros.
Em 1943, o batalhão da filha de Skadi foi superado em um cerco. Era a última sobrevivente e estava sem balas, usando o cabo do rifle para nocautear os soldados inimigos. Sabia que seria capturada e torturada apenas por diversão dos nazistas, era conhecida em todo o mundo por seus numerosos abates. Em um momento de desespero, rezou para Odin, pedindo uma segunda chance, se morresse daquela forma jamais iria para Valhala.
Assim, aos vinte e seis anos, aceitou tornar-se uma valkiria em troca de sua vida. Nunca foi seu sonho escolher guerreiros para o exército de Odin, entretanto, acredita que dessa forma pode ter uma morte honrada e acabar se juntando aos einherjar na pós vida, isto é, se não der o azar de continuar como uma valkiria. Oitenta anos depois, segue aguardando seu momento heróico e fazendo o melhor para levar os melhores combatentes para Valhala.
e x t r a
Inspirações da personagem: Olivier Armstrong e Riza Hawkeye de Fullmetal Alchemist, Lyudmila Pavlichenko, Katniss Everdeen de Jogos Vorazes e Furiosa de Mad Max Fury Road.
Pinterest.
Para ver os poderes dos filhos de Skadi, clique aqui.
Natalya foi dada como morta em 1943 após seu desaparecimento, condecorada com o posto de major do 25.º Exército Vermelho, da infantaria. Até hoje os mortais a reconhecem como uma heroína de guerra e a maior franco-atiradora da história, e alguns elaboram teorias da conspiração acerca de seu misterioso fim.
Detesta lidar com pessoas fracas, apesar de todo o esforço para ser forte o suficiente para protegê-las.
Quando precisa lutar à curta distância, prefere usar uma espada longa.
Sempre aceita desafios para provar sua força, assim já acabou comendo pregos e cacos de vidro. Felizmente pode ser curada no Hotel Valhala.
Prefere usar armas de fogo ou flechas em combate porque assim não precisa sentir seu oponente morrer, mas isso não revela a ninguém.
Natalya é bem modesta ao se vestir, costuma usar calças de combate pretas e uma caxarrel com as iniciais do Hotel Valhala. Em ocasiões sociais prefere cores sóbrias e pouca pele à mostra, mesmo no verão.
Adora caçar e possui um código bastante rígido para isso: sempre aproveita ao máximo os animais abatidos, usando-os para alimentação, vestuário e outros fins.
Quando começou a trabalhar no Hotel Valhala, vários homens pensavam que suas curvas eram um convite para toques e comentários inapropriados. Assim, Natalya ganhou fama de cortar mãos e línguas toda vez que um einherji passa dos limites na relação profissional.
É apaixonada por patinação artística, mas pratica apenas em segredo desde que entrou para o exército.
Desde meados dos anos 50, Skadi leva a filha para viagens anuais de caça.
Fala russo, ucraniano, inglês e um pouco de yiddish.
Tem 1,70m de altura e quase nunca usa sapatos de salto, mais por praticidade.
m a t e s
Um einherji que ela ache pouco esforçado e tenha muitos ressentimentos (por inveja);
Algum vivo em quem ela veja potencial e esteja treinando; Robin, Rose, +
Um semideus de outro panteão que ela tenha levado ou vá levar para Valhala, causando controvérsias. Bash
Um einherji que ela tenha recrutado e esteja com receio de não ser forte o suficiente, por isso cobre muito dele.
Um amigo de copo, pra encher a cara nas horas vagas. Toluca
Um lance casual que fique provocando a Nat fingindo que quer algo sério (talvez queira, talvez fale só pra irritar ela).
Ps: conexões disponíveis para todos os gêneros.



















