NATHAN PALMER acabou de chegar, está se mudando para o apartamento 312. ele tem TRINTA E CINCO anos e, atualmente, é DONO/INSTRUTOR DA TITAN GYM, UMA ACADEMIA DE MUSCULAÇÃO E ARTES MARCIAIS . dizem por ai que NATHAN é EXPLOSIVO, mas quando conversamos, ele foi muito GENTIL. ah, confesso que achei parecido com CASEY DEIDRICK.
❂ ʙɪᴏɢʀᴀғɪᴀ:
tem 35 anos e mora no apartamento 312.
é um ex-tenente das forças especiais do exército (serviu por oito anos e foi dispensado há 4)
tem Transtorno de Estresse Pós Traumático - TEPT
Nasceu na Filadelfia, mas se mudou pra Washington ainda criança. quando voltou para a cidade, depois de ser desligado do exército, abriu a Titan Gym, uma academia onde além de musculação, também há a oferta de aulas de artes marciais, como muay thai, jiu jitsu, karatê, judô, krav magá e boxe.
é filho de um ex-general do exército, sendo um “military brat”, passou anos mudando-se de cidade em cidade ao longo da infância e da adolescência.
entrou pro exército aos dezoito anos, seguindo os passos do pai e do avô.
faz terapia e participa de grupos de apoio no centro de veteranos.
teve problemas com bebidas assim que voltou de vez do exército, era sua forma de escape de esquecer dos traumas. Conseguiu superar o vício com a ajuda de amigos e está sóbrio há um ano.
❂ ᴘᴇʀsᴏɴᴀʟɪᴅᴀᴅᴇ:
os anos no exército e a criação familiar fizeram com que se tornasse um cara reservado, íntegro, honesto e leal. São esses valores que sempre o guiaram e os quais estão escritos na academia “lealdade, disciplina, integridade e honestidade” estão pintados em destaque em uma das paredes da academia.
a princípio tem cara de ser antipático, fechado (e até é). Mas, assim que você quebra as barreiras de defesa dele, por ele impostas, descobre alguém divertido, gentil e amoroso.
é um cara muito correto, está sempre disposto a ajudar os amigos e família
Headcanons:
tem dois cachorros, um são bernardo e um jack russell terrier. seus nomes são tuck e milo, respectivamente.
tem 4 tatuagens (as três mais recentes ele fez depois que saiu do exército). São elas: no bíceps, no tríceps, no antebraço direito e no antebraço esquerdo
para mais informações: bio e conexões
quem quiser plotar é só dar um like no post, que chamo no chat
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Sua animação em ver o homem nada tinha a ver com a ideia de ter alguém que a ajudasse, e sim porque encarava a situação como alguém que reencontrava por acaso um velho amigo. Acontecia que, bem, Nathan não era um velho amigo. Ou um amigo, sequer. Não da parte dele, pelo menos, que havia se irritado levemente com a Turner em toda a questão da academia. As sobrancelhas arquearam-se pela informação que vinha como uma surpresa curiosa - então eram vizinhos? Que bacana!! “Eu também!” A animação era de alguém que definitivamente não havia se trancado para fora. “Que coisa doida, não? Eu moro no 323” A mão direita encontrou o ombro dele em um leve empurrão; Jo era do tipo de falava com toques. Mas finalmente se recordou do motivo real de estar ali fora naquele momento, e soltou o ar em um pesar exagerado. “Mas eu tô trancada pra fora. Esqueci minha chave no trabalho e agora tá tudo fechado e não consigo achar um chaveiro e tá frio pra caramba aqui fora” Resmungou o final, com um bico. Dentro do bar fechado, com o tanto de gente e movimentação de um lado para o outro, a combinação do shorts jeans e da regata era suficiente para a temperatura. Na madrugada fria de Pensilvânia, no entanto, era outra situação. O que a lembrava, inclusive, que precisava fazer compras já que suas vestimentas foram sempre adquiridas mantendo o clima quente de Virginia em mente. “Eu tentei ver se o pessoal da segurança tem algum tipo de chave mestra mas o cara da portaria disse que isso nem é uma coisa que existe. E de todas as noites, consegui fazer isso no único dia que a amiga que divide o apartamento comigo não está lá!” E então teria de ficar ali fora até resolver sua situação. Oh, que azar! E com aquele frio ainda? Só uma pessoa muito benfeitora poderia ajudá-la naquele momento, claro.
“Sério?” perguntou, como uma forma de ter certeza que não ouvira errado. E, infelizmente, não ouvira errado. Desceu o olhar para a mão posta sobre seu ombro, olhar que demorou ali. Céus, odeia que quem não tem intimidade fique lhe tocando sem autorização. Voltou o olhar para a ruiva quando ela voltou a falar. “Entendi.” respondeu. Teria que ajudá-la, né? Queria? Não, mas seu senso e seus valores são fortes demais para fazer com que simplesmente desse as costas para a mulher. “É, o povo aqui não é muito útil nesse sentido. Não é uma boa ideia ficar sem suas chaves.” comentou, ainda em um embate interno se deveria ou não fazer o convite para ela de oferecer esperar em seu apartamento até a colega de quarto de Jolene aparecer. Com um suspiro derrotado, disse. “Você quer ficar no meu apartamento até sua colega chegar?” perguntou. Limpou a garganta. “Não é bom para sua saúde ficar aqui fora nesse frio.”
Dylan bufou um riso alto ao ouvir as próximas palavras dele, olhando de relance para trás apenas para encará-lo mais diretamente com um semblante desconfiado. “Meu rock é incrível, ok?!” constatou como se aquilo beirasse a estupides de tão óbvio. Se fosse franca, admitiria que vez ou outra aumentava o volume apenas para irritar alguns de seus vizinhos, mas isso certamente lhe renderia mais multas do que poderia pagar, então a estratégia de dizer que sequer havia notado o volume ou que o horário limite para fazer barulho havia passado acabava sendo uma melhor alternativa. Começava a sentir o peso das sacolas cansarem ambos os braços, mas com mais da metade do trajeto cumprido, não se permitiu diminuir o ritmo. “Bla bla bla… Assim você parece um daquele monges ou sei lá o quê” provocou franzindo o cenho como todas as vezes em que o mais velho tentava enfiar em sua cabeça os grandes ganhos que aquela filosofia poderia trazer. “O que você quer dizer com isso, uh? Minha mente está muito bem” Austin sabia que não tinha um dos melhores temperamentos, mas sua forma de resolver as coisas haviam dado certo até então e ainda lhe rendiam boas histórias, então não havia motivo para mudar. Um riso divertido escapou pelos lábios de Dylan quando o ouviu citar o desenho antigo. “É sério?! Isso também me surpreende, na verdade… Não vindo de você, mas…” deixou o pequeno insulto no ar, dando de ombros empurrando a porta da escada ao alcançar o andar de destino.
Maneou com a cabeça, não iria dar o braço a torcer tão facilmente assim. Não daria esse gostinho a mais nova. “É...ok.” comentou dando de ombros. A respiração já estava ofegante após alguns degraus e as mãos já doíam levemente com o peso das sacolas. Soltou uma gargalhada afetada pela respiração curta. “Aí eu teria que ser careca.” brincou antes de completar. “Fora que os monges são calmos demais para o meu gosto. Você sabe que paciência não é uma das minhas maiores virtudes.” disse dando de ombros. Encarou-a com uma expressão cômica, após ouvi-la falar sobre sua mente. Ela só podia estar brincando, ou era cara de pau demais...o que não era improvável. “Eu? Nada....” disse sorrindo de lado. Se Dylan iria se fazer de doida, ele também poderia. “Está me chamando de velho?” perguntou ao que passou pela porta, finalmente tendo acesso a seu andar. “Ah, finalmente.” disse, logo avistando a sua porta.
“Chegueeeei” disse animada ao entrar no apartamento de @nathanpalmerp com um sorriso largo, carregando dois cupcakes. “Eu passei na confeitaria e comprei dois bolinhos pra gente, você gosta? Eu não sabia se você gostava de chocolate ou de red velvet, então comprei um de cada pra ver o que você preferia. Qual você gosta mais? Nossa, Nathan, o cheiro disso tá muito bom. O que é? Tô morrendo de fome. A minha manhã foi uma loucura” ela deixou os bolinhos sobre a mesa e se sentou no balcão soltando um suspiro dramático. “Você está bem? Tudo certo por aqui? Você não sabe o que aconteceu comigo! Eu estava andando na rua e eu juro que vi um cara igualzinho o Michael Jackson! Eu tenho certeza que ele tá vivo ou algo do tipo” ela deu uma risada, acreditava fielmente na teoria, o que podia fazer? Cruzou as pernas sobre a cadeira e ajeitou o vestido para cobrir até as coxas “Como estão as coisas na academia?”
“Chegueeeei” disse animada ao entrar no apartamento de @nathanpalmerp com um sorriso largo, carregando dois cupcakes. “Eu passei na confeitaria e comprei dois bolinhos pra gente, você gosta? Eu não sabia se você gostava de chocolate ou de red velvet, então comprei um de cada pra ver o que você preferia. Qual você gosta mais? Nossa, Nathan, o cheiro disso tá muito bom. O que é? Tô morrendo de fome. A minha manhã foi uma loucura” ela deixou os bolinhos sobre a mesa e se sentou no balcão soltando um suspiro dramático. “Você está bem? Tudo certo por aqui? Você não sabe o que aconteceu comigo! Eu estava andando na rua e eu juro que vi um cara igualzinho o Michael Jackson! Eu tenho certeza que ele tá vivo ou algo do tipo” ela deu uma risada, acreditava fielmente na teoria, o que podia fazer? Cruzou as pernas sobre a cadeira e ajeitou o vestido para cobrir até as coxas “Como estão as coisas na academia?”
Apesar de ser um cara reservado, e um tanto reticente quanto a permitir que novas pessoas entrem em seu círculo de amizades, derrubar as defesas de Nathan não é um tarefa muito difícil. E, no fundo, ele até que ficava feliz quando isso acontecia, por mais que teimasse em negar. “Eu já estava começando a achar que tinha decidido ficar em casa.” comentou ao que mexia a panela de arroz. “Ou que a Sameera tinha te matado.” brincou, uma clara provocação a relação inusitada das vizinhas. “Arroz, carne assada e purê de batatas.” respondeu, olhando para Serena rapidamente. Parou a tarefa de cuidar das panelas quando ela contou sobre o encontro com Michael Jackson e a risada foi inevitável. “Aham, com certeza. Ou você viu um sósia dele, ou morreu e ainda não se ligou e está vendo espíritos.”
O cansaço característico do final do turno era ainda intensificado considerando que ficara pouco mais de uma hora após o fechamento do bar na noite anterior e, portanto, mal havia dormido. Naquela sexta feira, no entanto, fizera questão de sair rapidamente para recuperar-se um pouco — um banho relaxante, comer qualquer coisa congelada e se jogar no colchão macio seria ótimo para finalizar sua noite. Assim que parou em frente à porta do apartamento, a mão foi direto aos bolsos em busca da chave que não estava ali. Hm, estranho. Procurou com mais afinco nos bolsos de sua mochila e, sem sucesso, decidiu tirar tudo dali em busca do objeto. “Merda” Murmurou, dando-se conta de que, de fato, não estava lá. Havia grandes chances de ter esquecido seu molho de chaves no Baby Blues, o que queria dizer que só teria acesso a ele no dia seguinte. Pensou um pouco e então desceu novamente em busca do porteiro, perguntando se por acaso ele não tinha alguma chave mestra ou coisa do tipo. Após uma risada que durou pelo menos vinte segundos, o comentário sobre como o condomínio não era um hotel já deixava claro que o rapaz pouco simpático não estava disposto a ajudar. Com tantos dias para se trancar para fora, precisava escolher justamente aquele em que a garota com quem dividia o apartamento não se encontrava lá? “Muito bem, Jo, muito bem! Agora vai ter que pagar a maior grana pra um chaveiro” Uma grana que, bem, ela não tinha. Na escadaria logo em frente ao segundo bloco, a ruiva se sentou, com uma expressão quase que dramática. Buscava pelo celular alguma opção de chaveiro que estivesse aberto (mas às duas da manhã? difícil) até os olhos focarem na figura que passava ali. Tão distraída com a tela de seu aparelho, sequer sabia dizer se ele entrava ou saía do bloco. “Nate?” Franziu o cenho, levantando-se. Em algum ponto do caótico momento em que se conheceram, haviam se apresentado — mas a iniciativa de chamá-lo pelo apelido que indicava alguma intimidade partia dela. Certamente não seria o primeiro limite a ultrapassar ali. “Nate! O que faz aqui?”
O cansaço característico do final do turno era ainda intensificado considerando que ficara pouco mais de uma hora após o fechamento do bar na noite anterior e, portanto, mal havia dormido. Naquela sexta feira, no entanto, fizera questão de sair rapidamente para recuperar-se um pouco — um banho relaxante, comer qualquer coisa congelada e se jogar no colchão macio seria ótimo para finalizar sua noite. Assim que parou em frente à porta do apartamento, a mão foi direto aos bolsos em busca da chave que não estava ali. Hm, estranho. Procurou com mais afinco nos bolsos de sua mochila e, sem sucesso, decidiu tirar tudo dali em busca do objeto. “Merda” Murmurou, dando-se conta de que, de fato, não estava lá. Havia grandes chances de ter esquecido seu molho de chaves no Baby Blues, o que queria dizer que só teria acesso a ele no dia seguinte. Pensou um pouco e então desceu novamente em busca do porteiro, perguntando se por acaso ele não tinha alguma chave mestra ou coisa do tipo. Após uma risada que durou pelo menos vinte segundos, o comentário sobre como o condomínio não era um hotel já deixava claro que o rapaz pouco simpático não estava disposto a ajudar. Com tantos dias para se trancar para fora, precisava escolher justamente aquele em que a garota com quem dividia o apartamento não se encontrava lá? “Muito bem, Jo, muito bem! Agora vai ter que pagar a maior grana pra um chaveiro” Uma grana que, bem, ela não tinha. Na escadaria logo em frente ao segundo bloco, a ruiva se sentou, com uma expressão quase que dramática. Buscava pelo celular alguma opção de chaveiro que estivesse aberto (mas às duas da manhã? difícil) até os olhos focarem na figura que passava ali. Tão distraída com a tela de seu aparelho, sequer sabia dizer se ele entrava ou saía do bloco. “Nate?” Franziu o cenho, levantando-se. Em algum ponto do caótico momento em que se conheceram, haviam se apresentado — mas a iniciativa de chamá-lo pelo apelido que indicava alguma intimidade partia dela. Certamente não seria o primeiro limite a ultrapassar ali. “Nate! O que faz aqui?”
@nathanpalmerp
Voltava de mais um longo dia de trabalho, longo e cansativo. Acabara de estacionar sua moto em sua vaga e rumou para a entrada de seu bloco, já tendo toda sua rotina esquematizada. Primeiro, tomaria um banho para tirar todo o suor acumulado ao longo do dia e das aulas, depois começaria a preparar seu jantar, enquanto escutava uma boa música. Pretendia fazer um fettucine ao molho alfredo com camarão, bem temperado como adora. E, claro, tinha que aguar suas plantas...talvez fizesse isso antes de cozinhar. Estava absorto em seus próprios pensamentos enquanto adentrava o bloco, repassando na cabeça as tarefas que ainda deveria fazer antes de dormir. De repente, ouviu seu apelido ser pronunciado por uma voz que, apesar de pouco tempo conhecida, já tinha marcado o suficiente para reconhecê-la. “Jolene?” perguntou, completamente surpreso. O que diabos aquela mulher estaria fazendo ali? Oh, céus só faltava ela o ter seguido. Já não tinha sido claro o suficiente de que não, não iriam contratá-la como professora de dança? “Eu moro aqui.” respondeu e logo se arrependeu, onde já se viu revelar seu endereço para malucos?. “E você...o que faz aqui?”
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
estava passando em frente ao bloco do rapaz quando ouvira a conversa. por um breve segundo, até pensou em passar reto e ignorar a situação, mas odiaria que fizessem aquilo consigo. vendo situação dele, se aproximou devagar, com um sorriso, demonstrando que estava ali para ajudar. com a mão esquerda, indicou para as sacolas e depois olhou para ele. “ você quer de ajuda para subir as coisas? ”
Mexia no celular para passar o tempo quando ouviu a voz da mulher e voltou seu olhar para ela. “Oh...eu adoraria. Se não for te incomodar, claro.”
Foto 1: É a playlist número 1 de Nathan, literalmente. É a sua favorita e a que ele escuta praticamente todo dia. É a playlist para os dias ruins, para os dias bons e para os dias normais. Nela ele reúne seus artistas favoritos, suas músicas favoritas e gêneros favoritos. Basicamente, é um compilado de músicas pré-anos 2000, todas de rock e suas variações.
Foto 2: São algumas das fotos mais importantes da vida de Nathan e as que ele guarda em uma maleta de ferramentas de metal velha, no fundo de um armário. É como um tesouro, que reúne, basicamente, a história de vida do homem. Lá você encontra fotos de família, fotos da época em que ele era militar. Encontra também todas as fichas recebidas no grupo de alcoólicos anônimos que marcam seu avanço na sobriedade; lá você encontra a ficha que ele ganhou após completar um mês sóbrio, três meses, seis....um ano (a mais recente). Encontra, também, o colar de identificação que utilizou durante os anos de serviço e o colar que era de um dos seus melhores amigos e que morreu em combate. Encontra cartas que ele enviou e recebeu da família e amigos ao longo dos anos de exército.
Hobbies de Nathan: Além da luta, claro, um grande hobby de Nathan é cuidar de plantas; em seu apartamento há várias. O cultivo é até recente, prática que adquiriu nos últimos dois anos, enquanto ainda lutava para ficar sóbrio. Foi uma sugestão de seu terapeuta, que o aconselhou a comprar vasos de plantas para cuidar, como uma forma de ocupar sua mente e seu tempo livre em casa, para impedir que cedesse com muita facilidade aos impulsos de ir para o bar beber toda vez que se pegava com a mente vazia e desocupado.
Lilo estava decidida a entregar currículo, tomou a iniciativa de fazer isso à moda antiga, levando em todas as clínicas que de alguma forma pudessem aceitar uma psicóloga recém formada.
A caminho da terceira clínica local, a jovem escutara um som estridente de um automóvel freando e em seguida um grunhido de cachorro. Quase que de imediato largou sua bicicleta no chão e foi correndo pra direção do pet que agora estava com sua patinha traseira presa sob o pneu do carro.
“Mas que merda!” bradou entre dentes, olhando ao redor para tentar fazer algo.
OOC:
sugestões:
- pode ser a pessoa do carro que atropelou e decidir se vai ou não sair com o carro
Lilo estava decidida a entregar currículo, tomou a iniciativa de fazer isso à moda antiga, levando em todas as clínicas que de alguma forma pudessem aceitar uma psicóloga recém formada.
A caminho da terceira clínica local, a jovem escutara um som estridente de um automóvel freando e em seguida um grunhido de cachorro. Quase que de imediato largou sua bicicleta no chão e foi correndo pra direção do pet que agora estava com sua patinha traseira presa sob o pneu do carro.
“Mas que merda!” bradou entre dentes, olhando ao redor para tentar fazer algo.
OOC:
Nathan é apaixonado por cães desde criança e não a arranjou dois logo após sua saída do exército. Diferente de Tuck que fora um presente de sua irmã, Milo, seu Jack Russell Terrier, surgiu em sua vida após conhecê-lo em uma feira de adoção da cidade. Foi uma conexão instantânea e o pequeno é o contrapeso na sua vida e na do São Bernardo. Enquanto Nate e Tuck são calmos e tranquilos, Milo parece que tomou cem litros de energético desde que nasceu. Completamente elétrico e sociável, uma combinação que já resultou em várias dores de cabeça para o ex-militar. E naquela tarde mais uma surgiu. Tinha parado em um ATM para sacar um dinheiro e mandou Milo se sentar, o que prontamente o cão fez. Assim, Nathan soltou a guia, afinal, o cão é completamente adestrado e obediente. Mas, não previu que algo iria chamar a atenção dele e ele iria correndo atrás. Até tentou chamá-lo, mas sem sucesso. O resultado? Quando menos viu, o cãozinho foi atropelado por um carro. Largou tudo ali, sorte que já havia tirado o dinheiro e foi correndo até o pequeno, logo percebendo que ele estava amparado por uma jovem. “Milo!” exclamou, ajoelhando ao lado do animal. “Meu Deus, Milo” disse, beirando ao desespero. Olhou em direção ao motorista, que ao ver a expressão quase assassina do militar, começou a gaguejar mil desculpas. “Merda! Você tirou sua carteira onde?” perguntou, ou melhor, gritou. “Não viu ele correndo para o meio da via?” esbravejou, indo em direção ao homem. “Porra, você podia ter freado, desviado.” disse. Voltou sua atenção para o cão. “Ei, amigão, vai ficar tudo bem, ok?” disse, seu tom de voz acalmando-se. “Vou te levar no médico e vai ficar tudo bem.” disse tentando reconfortar o pequeno que tremia de medo e dor, chorando.
Dentre as diversas funções que possui como proprietário da Titan, como administrar, dar aulas, limpar…a de ficar na recepção era a que mais odeia. Não, odiar é uma palavra forte…que não gosta. Evita ao máximo, sempre, mas nos momentos em que não está dando aula ou em que a área de musculação está vazia, ele acaba indo para a recepção para tratar de assuntos mais burocráticos. Mexia no computador atualizando os cadastros dos alunos quando ouviu a voz desconhecida e levantou os olhos para a dona. “Perdão?” perguntou para a ruiva, mesmo que tivesse entendido claramente as palavras dela. “Eu acho que a senhorita confundiu as academias.” disse, dedicando toda a sua atenção a ela. “A academia de dança do bairro fica a três ruas para baixo.” disse, indicando a direção. “Desculpa, mas isso é uma academia de luta. Nós oferecemos musculação também, mas dança realmente…acho que se enganou.” disse e olhou para @nicblythe, esperando que o sócio pudesse complementar suas palavras. A verdade é que estava completamente surpreso e confuso com a chegada da mulher ali. Aquilo só podia ser uma pegadinha.
nicolas blythe poderia ser facilmente descrito em uma palavra: impassível. ainda que tivesse seus momentos explosivos, o ex-miitar procurava manter-se sempre longe de confusões. isso não quer dizer, é claro, que tirá-lo do sério fosse algo impossível - bastava insistir em ultrapassar o limite que impunha entre todas as coisas de sua vida pessoal; não era a toa que conseguia contar nos dedos de uma só mão as pessoas que confiava em desabafar. nathan palmer era uma delas. dos piores anos de sua vida, ter conhecido o amigo certamente fora o que lhe manteve em pé. não teria sobrevivido muito tempo em missão - embora tenha vezes que o blythe ainda se pegue imaginando o quão bom teria sido partir; ao menos estaria junto da filha, uh? administrar uma academia ao lado dele, no entanto, era um de seus melhores prazeres. amava o que fazia e a vida que levava. por deus, ter uma rotina daquelas era mil vezes melhor do que estar no exército. naquele dia o movimento não estava lá grande coisa; pelo menos não na musculação. por isso, ambos haviam decido organizar toda a parte mais administrativa. nicolas tinha acabado de finalizar a aula com uma turma de muay thai e esse era o único motivo por estar com a camisa um tanto quanto molhada de suor. o blythe estava sentado, organizando todas as fichas de musculações dos novos alunos; planejando cada treino com atenção, até pelo menos, ser interrompido por uma voz feminina. ele levantou os olhos, para observá-la melhor; tendo que conter um pequeno riso com a pergunta alheia e com a reação que nathan tivera. era normal as pessoas passarem ali pedindo por emprego… de instrutor, professor de luta ou, bem, recepcionista. mas de dançarina? em uma academia de luta? aquilo sim era novidade! nicolas pigarreou assim que percebeu o olhar do amigo em sua direção, endireitando a postura para encará-la de forma mais séria. “é isso mesmo, senhorita. aqui nós não temos nenhuma aula de dança e nem pretendemos” assentiu, erguendo os ombros “é tudo voltado para luta. mas caso queira fazer uma aula experimental…” nic pegou um dos cartõezinhos expostos no balcão e direcionou-o para a ruiva “é só entrar em contato com a gente. vamos adorar recebê-la aqui como nossa aluna”
A postura mantinha-se impecável mesmo que a expressão do primeiro rapaz já lhe respondesse sem que precisasse aguardar os dizeres de fato. Sabia sobre a academia de dança mencionada - já que tinha ido até lá antes, e não, não procuravam por novos professores! Aparentemente, era um negócio competitivo ali na Filadélfia. Antes que pudesse sequer pensar em argumentar a primeira negativa, o homem olhou para um outro que estava ali perto, analisando algumas fichas (aparentemente, dos alunos). Jo virou-se para o segundo homem com o mesmo rosto sorridente e animado, como se não tivesse acabado de receber um não. “Oh, obrigada!” Respondeu prontamente, aceitando o cartão. Na realidade, aquele convite era muito mais chamativo do que poderia aparentar. Jo guardou o pequeno papel no bolso da peça jeans e então apoiou as mãos no balcão da recepção, colocando-se na ponta dos pés para analisar o local. Havia um bom espaço! E várias divisões, com certeza poderiam utilizar alguma delas para algo além de lutas. “Bem, vocês não oferecem porque não tem profissional pra isso. É por isso que eu estou aqui!” Falou animada, como se aquilo fosse um fato. A verdade era que após receber tantos ‘não’s naquele dia, ela não tinha muito a perder. No final, a ruiva podia trabalhar com outra coisa - já tinha feito de tudo, mesmo. Mas aquilo não era apenas pelo dinheiro. Jolene só era Jolene se continuasse a dançar. “Eu tenho certeza que vocês agradariam muito seus alunos com opções diferentes. Sem contar que muitas pessoas que acham a luta meio violenta viriam pela dança e poderiam de repente decidir experimentar.” Oras, não eram ótimos motivos?? Isso mesmo, Jolene, você é uma puta negociadora nata. “Posso começar amanhã.” Adicionou. “Que horas eu deveria chegar?”
Aquilo definitivamente só podia ser uma brincadeira. De muito mau gosto. Não tinha ficado claro e evidente que os homens não precisavam de uma professora de dança? Ou melhor, que aquela academia definitiva e obviamente não era um local que disponibilizava dança para os alunos? Céus, aquilo é uma academia de luta. Está mais que claro no letreiro imenso e chamativo na entrada. “Titan Gym - Lutas Marciais e Musculação”. A academia é um centro de treinamento, não um estúdio de dança. Aquilo não é bagunça, ora. Na verdade, organização é o maior orgulho de Nathan. Ninguém pode dizer que a academia não é organizada e bem administrada por ele e Nic. Não mesmo. Revirou os olhos com a fala dela, já sentindo a irritação crescer dentro de si. Mas, ainda assim manteve o sorriso ameno e falso, completamente falso, nos lábios. “Novamente, eu acho que a senhorita se confundiu. Nós não temos aulas de dança no nosso quadro porque somos uma academia de luta.” enfatizou. “E não pretendemos acrescentar dança em nosso portfólio.” ressaltou. Agora ela iria embora, não é possível que não tinha entendido a recusa. Tanto é, que o homem voltou seu olhar para a tela do computador, crente que Jolene iria dar as costas e sair. Mas, claro, estava errado. Pigarreou e mais uma vez forçou um sorriso. “Nós agradecemos a sugestão, mas realmente não é nossa pretensão. Nossos alunos não estão interessados em dança, mas sim em aprender lutas marciais e musculação. Nosso foco aqui e dos nossos alunos é aprender autodefesa aliado a um desenvolvimento da mente ao que exercitam seu corpo.” disse, citando praticamente a filosofia de vida que o fez criar a academia e propor a ideia ao melhor amigo e sócio, Nic @nicblythe. Mas o pior ainda estava por vir, bem constatou. ‘luta violenta’, ele havia ouvido corretamente? Seu queixo caiu e soltou um esgar. “Luta violenta?” questionou, mesmo que tivesse escutado perfeitamente. “Se alguém tem essa visão ridícula e deturpada do que é uma luta marcial, então nós definitivamente não queremos esse tipo de gente aqui.” disse. Aquilo é uma das coisas que mais tira Nathan do sério, a visão da luta como uma forma de violência, como um instrumento criado para gerar conflitos, dor. Luta em seu conceito primário é muito mais que isso, é sobre conhecer seu corpo, seus limites e com dedicação e disciplina, ultrapassá-los, vencê-los. É sobre aprender sobre disciplina, sobre foco, sobre força....é sobre entender que você é quem manda, você quem tem o controle de sua mente, de suas emoções. Cristo, se já não tinha ido com a cara da ruiva, depois dessa poderia cometer um crime de ódio. “Que tal nunca?” perguntou, sem nem tentar esconder mais sua irritação. “Desculpa, mas pela última vez, não queremos e nem precisamos de uma professora de dança...hoje e nem nunca vamos precisar ou querer.”
“ acho que concordamos que esse não é um bom jeito de chamar a atenção caso você esteja a fim de alguém, né? e outra coisa, eu também não acho que eu seja o tipo dela, se é que me entende. ” comentou, com um breve sorriso ao rapaz.
Encolheu os ombros e tombou a cabeça um pouco. “Ah, talvez. Mas, vai ver na hora ela não pensou direito. Ficou nervosa e foi o que saiu.” disse, dando de ombros. “Acho que sim....mas bem provável que não.” respondeu franzindo o cenho, indicando sua incerteza.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
As primeiras semanas na cidade nova haviam sido tudo, menos tranquilas. O motel de baixíssima qualidade não apenas lhe proporcionava péssimas noites pelo quarto sujo, chuveiro frio e colchão rasgado, mas porque o medo fazia constante parte de seus dias. Medo de ter o único dinheiro em mãos roubado, de ser encontrada, de estar em um local desconhecido pela primeira vez em vinte e oito anos. Encontrar uma colega de apartamento havia sido um alívio e foi a primeira vez que se sentiu capaz de respirar de verdade desde sua chegada, e tal qual foi a sensação de mais uma lufada de ar nos pulmões quando conquistou a posição de bartender em um bar poucas quadras distante da nova moradia. Era um problema, no entanto, que o salário no local não fosse dos melhores. O suficiente para se manter e definitivamente melhor do que nada, sim, mas acabaria precisando complementar a renda. Com todos os anos de experiência (e o fato de que ficar sem dançar parecesse incômodo demais), fazia sentido que buscasse por alguma vaga naquele meio artístico. Seria perfeito para equilibrar com os horários no bar e continuar o que sempre gostara! Deveria saber, no entanto, que em uma cidade tão grande quanto aquela haveriam inúmeros profissionais e que todos esses já ocupavam as possíveis vagas. Bom, ao menos era a impressão que ficava após o quarto dia academias e escolas de dança. Uma olhada no relógio e pôde constatar que era pouco além das quatro, e mesmo que cedo sentiu-se por um momento esgotada pela frustração. Assim que girou nos calcanhares para fazer o caminho de volta para casa, como que em um sinal, notou uma academia na qual ainda não havia pisado. Muito provavelmente porque ela dizia em grandes letras a especialidade do local: lutas. Mas o que tinha a perder? Era nisso que pensava conforme adentrava o estabelecimento e se aproximava da recepção, com um sorriso no rosto e as mãos nos bolsos do shorts jeans. “Howdy, boys. Ouvi dizer que vocês estão precisando de professores de dança.”
@nicblythe @nathanpalmerp
Dentre as diversas funções que possui como proprietário da Titan, como administrar, dar aulas, limpar...a de ficar na recepção era a que mais odeia. Não, odiar é uma palavra forte...que não gosta. Evita ao máximo, sempre, mas nos momentos em que não está dando aula ou em que a área de musculação está vazia, ele acaba indo para a recepção para tratar de assuntos mais burocráticos. Mexia no computador atualizando os cadastros dos alunos quando ouviu a voz desconhecida e levantou os olhos para a dona. “Perdão?” perguntou para a ruiva, mesmo que tivesse entendido claramente as palavras dela. “Eu acho que a senhorita confundiu as academias.” disse, dedicando toda a sua atenção a ela. “A academia de dança do bairro fica a três ruas para baixo.” disse, indicando a direção. “Desculpa, mas isso é uma academia de luta. Nós oferecemos musculação também, mas dança realmente...acho que se enganou.” disse e olhou para @nicblythe, esperando que o sócio pudesse complementar suas palavras. A verdade é que estava completamente surpreso e confuso com a chegada da mulher ali. Aquilo só podia ser uma pegadinha.
“Eles não perderiam a oportunidade de berrar para você largar de ser preguiçoso, isso sim!” exclamou ao ouvir a réplica do outro, bufando um riso de escárnio mesmo que não pudesse afirmar aquilo com tanto certeza, afinal a única certeza que tinha era que se fosse aluna de Nathan naquele momento, a oportunidade não seria perdida. “Não é isso que você diz para eles durante as pausas na academia?!” completou arqueando uma das sobrancelhas antes de seguir na direção das escadas do bloco. “As pessoas demoram para admitir, mas é bom ter um pouco de reconhecimento por aqui…” murmurou em um tom orgulhoso, dando de ombros logo em seguida, já começando a subir os degraus. Elogios não eram o seu forte e nem eram frequentes, uma vez que grande parte dos vizinhos parecesse ter problemas com sua música e suas pequenas reuniões durante a semana. “Ugh, você realmente não desiste desse papo de sobriedade mesmo, uh?” as palavras saíram rapidamente acompanhadas de uma careta e um rolar de olhos. Dylan sabia que o motivo para que ele ficasse apenas no refrigerante não era nada simples, mas em sua mente aquilo mais parecia uma tortura. “Tá, foi mal…” pediu em um tom ameno, reconhecendo que talvez pudesse estar excedendo seus limites. “Como é que você diz mesmo? ‘está tudo na sua mente’” completou forçando o tom grave de sua voz para se assemelhar a do ex-militar, soltando um risinho em seguida antes de respondê-lo novamente. “Ah, o de sempre… O bar estava um caos depois da chegada dos fornecedores… ganhei a noite de folga por ter empilhado muito bem as latinhas vazias e não quebrado nenhuma garrafa”
“Ah, disso que não duvido mesmo.” assumiu, soltando um longo suspiro pesaroso e dramático. “Até porque eu tenho vários alunos que são super malas, que nem você, sabe.” completou, não deixando passar a oportunidade de implicar com Dylan. A verdade é que depois que as barreiras de ambos foram derrubadas e a amizade entre eles nasceu e se solidificou, Nathan vê a Austin como uma irmã mais nova, o que justifica essa relação de implicância entre ambos. “É, é. Mas, não vai acostumando, tá? Esse status aí pode cair por terra em minutos, só precisa que você coloque seus rocks no último volume.” apontou. Talvez Nate pode ser definido como o vizinho chato, mas é que ele gosta de um ambiente organizado, só isso. Sorriu para a mais nova e deu de ombros. “Relaxa, eu sei que não fez por mal.” disse, mas o suspiro foi inevitável. “É, esse é o mantra. Mas, assumo que nem sempre é fácil.” comentou e limpou a garganta, percebendo estar transitando por águas perigosas. “Mas, é isso. Sua mente é o princípio e fim. Uma mente saudável é capaz de te proporcionar ganhos incríveis.” disse, repetindo uma de suas imensas filosofias e a que sempre tentava colocar na mente de Dylan, principalmente nos momentos em que tinha que intervir e apartar suas brigas. “Entendi. Bom, todo Pokémon evolui, né? Eu ouvi isso de um aluno na academia outro dia. Não fazia ideia de que ele conhecia Pokémon.” falou dando uma risadinha.
nicolas amava o trabalho que tinha, ainda mais por estar sempre junto de um de seus melhores amigos. era cansativo, como qualquer outro tipo de trabalho - mas, obviamente, muito melhor do que estar no exército. o blythe estava andando pela academia, juntando todos os equipamentos que os alunos haviam deixado fora do lugar; a organização fazia parte da rotina - e estava longe de ser sua parte predileta, é claro. "nossa, aquele pivete me acertou em cheio hoje. não imaginava que ele tinha evoluído tanto no muay thai" nic comentou rindo, enquanto organizava os pesos na parede.
@nathanpalmerp
O cotidiano na academia podia ser bem diversificado ou não, afinal, as atividades, com exceção da musculação, variavam. Com isso, tanto Nathan quanto Nicolas podiam ter rotinas bem diferentes, já que cada um tinha suas respectivas turmas de luta em seus respectivos horários. Entretanto, algumas atividades e responsabilidades acabavam sendo comuns para ambos e uma delas era a de organizar a academia no final do dia, juntando os aparelhos e equipamentos deixados espalhados pelos alunos após uso. Soltou uma gargalhada com o comentário do amigo. “Isso que dá ficar provocando.” comentou, ao que empilhava alguns tapetes em canto. “Você sabe como o ego desses jovens são, basta um estímulo mínimo para eles já começarem a comer batata doce e frango três vezes por dia.” emendou, brincalhão. “Mas, eu te entendo. Levei uma chave de braço do Brian hoje na aula de judô que meus olhos até lacrimejaram. E isso que ele até umas semanas atrás não conseguia nem esquivar direito.”
“é um absurdo, e o pior é que ninguém faz nada” o resmungo foi sucedido por um suspiro. ajustando a bolsa no ombro, a yasin observou as sacolas que o homem carregava. por sorte não trazia papelada do trabalho, o que facilitaria a subida. “dificilmente volta. o pior é que está quente hoje, tudo que eu queria era meu ar condicionado mas acho que não vai rolar” deu um passo para frente e estendeu ambas as mãos. “pode me dar algumas sacolas, deve facilitar a subida já que a escada parece um forno essa hora.”
Fez uma careta com o comentário da mulher. Tinha ficado tão abalado pela solução de ter que subir as escadas que nem lembrara do fato de que não teria nenhum aparelho elétrico funcionando em casa. “Putz, tem essa também.” comentou e soltou um suspiro pesaroso. “Oh, que isso, não quero te incomodar.” disse, recusando por educação a oferta, afinal, as sacolas estavam pesadas e não queria incomodar Ali. “Fora que eu como um instrutor de academia não ter a coragem de subir essas escadas com essas sacolas é no mínimo vergonhoso” brincou.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
fechou os olhos , respirando fundo quando ouviu que estavam sem energia . não teria como subir todas aquelas escadas com seus saltos , se culpando mentalmente por sempre escolher estilo em vez do conforto . mas logo abriu seus olhos novamente , sobrancelhas se levantando com o comentário alheio , uma risada debochada saindo de seus lábios . “ não sou feita de cristal , mas tenho a desculpa de ter passado o dia inteiro em pé nesses saltos . e você , qual sua desculpa ? já que claramente está largado aqui porque não quer subir as escadas , ” disse , apontando para suas compras espalhadas . seus olhos logo voltando para o outro , deitando sua cabeça para o lado enquanto o analisava . “ será que não consegue mais subir as escadas com algumas sacolas ? uau , você já foi melhor , nathan , ” provocou .
Revirou os olhos e bufou, demonstrando sua irritação com as palavras e a presença de Stella ali. Nathan é um cara tranquilo, calmo e que as vezes explode. E, desde que conhecera a vizinha, ela estava sendo um de seus maiores gatilhos. A mais nova age como se o mundo devesse algo a ela, como se tudo girasse em seu entorno e aquilo despertava a pura irritação no ex-militar. “Oh, pobre coitada....ela trabalhou o dia todo, tadinha.” debochou e se levantou, ficando frente a frente com Stella. “Você não é a única pessoa que trabalha, garota.” disse nervoso. “Eu trabalhei desde seis da manhã e não estou aqui reclamando, como você.” provocou “Eu posso muito bem subir as escadas com essas sacolas. Mas, advinha....eu não quero. Eu estou cansado, e o mínimo que posso esperar é poder usar o elevador para ir para casa levando minhas compras.” retrucou aproximando-se inconscientemente da mais nova. “Agora, desculpa esfarrapada é essa sua..., não consegue subir nem um lancezinho de escada?” perguntou, sua voz adquirindo um claro tom sarcástico. “Se fosse mais educada e olhasse menos para o próprio umbigo como uma pessoa decente, teria perguntando o que estava acontecendo e se oferecido para me ajudar. Mas, é...você só pensa em você.”
se tinha uma coisa que harper era e não se gabava disso, era avoada. estava sempre com a cabeça nas nuvens e perdia coisas de uma maneira inimaginável. aquela era a terceira vez naquele mês que perdera a chave de seu apartamento, estava pensando em começar a fazer igual em zoey 101 e amarrar aquilo em seu pescoço, assim não perderia tão facilmente. ‘olá, com licença’ pediu a muse se aproximando delu com cuidado para que não pensasse que ela fosse louca, o que não era difícil devido às suas roupas. ‘sabe me informar onde posso arrumar um chaveiro que esteja aberto até essa hora? porque eu perdi a chave do meu apartamento e estou trancada do lado de fora.’
Estava no saguão do bloco 2 conferindo sua caixa de correio; tinha ido até lá ver se a conta de luz havia chegado. Virou-se no próprio eixo quando ouviu a voz feminina. “Olá, boa noite.” cumprimentou-a com um sorriso rápido. Franziu o cenho, pensativo. “Tem um há umas duas quadras daqui.” comentou, lembrando-se da pequena porta onde localiza-se o chaveiro. “Ele costuma ficar aberto até essa hora normalmente.” emendou. “Mas, se quiser, posso tentar abrir a porta para você.” ofereceu. Os anos no exército lhe renderam bons e úteis truques, como arrombar uma fechadura.