dirt enthusiast

blake kathryn
AnasAbdin
he wasn't even looking at me and he found me
taylor price

tannertan36
almost home
Peter Solarz
will byers stan first human second
i don't do bad sauce passes
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH
tumblr dot com
h
🪼
DEAR READER
Cosmic Funnies
One Nice Bug Per Day
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
seen from Netherlands
seen from United States
seen from Taiwan

seen from Netherlands
seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from Malaysia

seen from Brazil

seen from Netherlands
seen from United States

seen from Türkiye
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from Switzerland
seen from United States

seen from United States

seen from United States
@mxgnusw

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
a-ntonieta:
Não era a primeira vez que enxergava um semblante abismado, afinal costumava ser muito comum quando falava sobre seus sete irmãos, no entanto, o cavalheiro não parecia horrorizado, muito pelo contrário. “A julgar por sua reação, imagino que seja filho único.” Gracejou, repuxando os lábios em um sorriso zombeteiro. Antonieta não conseguia imaginar-se sem os irmãos, de alguma forma eles acrescentaram memórias aprazíveis a sua vida, mas também lhes deu terríveis dores de cabeça. “É um belo nome, o senhor que escolheu?” Perguntou, suspirando quase em pesar quando ouviu a idade de sua filha, crianças nessa faixa etária poderia enlouquecer e encantar ao mesmo passo, a senhorita Tozier apostava mais na loucura do que no encanto se fosse bem honesta. “Oh, ainda está iniciando com os cuidados, tem se saído bem?” Levantou as sobrancelhas sutilmente, esperando que ele começasse a reclamar para que tivesse a oportunidade de fazê-lo também, só de pensar nos choros intermináveis sentia-se exausta. No entanto, duvidou que o cavalheiro fosse mesmo desabafar sobre sua paternidade, eles não se conheciam e ele provavelmente não se sentiria à vontade em expor sua frustração, mas se o fizesse, Antonieta lhe confortaria. O pensamento a assustou e ela tratou de dispersa-los, não seria tão amigável como o costume, não, não, não! “Todos, isso é muito abrangente, não? Até mesmo para um músico.” Disse num tom jocoso e lento, olhando-o de soslaio. A proximidade seguinte a fez engolir em seco, mas manteve a compostura, observando-o melhor agora. Eu estou enxergando-o muito bem. Pensou em dizer, mas não o fez, apenas ficou em silêncio deixando-o falar para que enfim o indagasse. “O senhor teria outra opção?” Uma pergunta ousada, reconheceu, mas pertinente. Quem recusaria os caprichos da rainha, especialmente quando esta era sua ‘chefe’. Antonieta não conseguia imaginar tamanha rebelião, embora lhe parecesse uma ideia divertida para quem quer que fosse enfrenta-la. “Oh, obrigada. Vindo do senhor, é um elogio significativo.” Murmurou o agradecimento, momentaneamente entretida com a melodia que orquestrava. Acabou concordando em um rápido menear de cabeça e prosseguiu tocando os acordes assim como o cavalheiro instruiu e sorriu como uma tola quando o viu tocar majestosamente. E por Deus, ele era magnifico, parecia muito adequado ser o músico da rainha. “Mas nem sempre desejamos o meio termo.” Sussurrou, se policiando para não soar tristonha ou melancólica. Ela sustentou o contato visual por mais alguns instantes até que seus dedos se moveram até os dele, imitando os acordes realizados pelo cavalheiro com algum nível de dificuldade a julgar a posição que estava e sua memória. “Podemos pensar em algo que toque nosso público.” Manteve o tom baixo e sereno, finalmente erguendo os olhos para encontrar os dele e ofereceu um sorriso discreto muito brevemente. “Algo que inflame vossos sentimentos.” Prosseguiu com a melodia animada e a interrompeu bruscamente não muito depois - apesar da transição ser agradável aos ouvidos -, Antonieta retornou aos acordes melodramáticos, estendendo-os com o uso do pedal. “O que acha de encantarmos os pares? Quem sabe podemos deixá-los enamorados e a rainha poderá dispensar seus serviços para que possa aproveitar suas férias com Sophia em Cheshire. Seremos nós a juntar os devidos pares.”
O sorriso nos lábios de Magnus era divertido apesar de contido. — Sim, infelizmente o destino não me agraciou com irmãos. - Estava acostumado a ser sozinho, por anos durante sua infância ele havia sido sozinho, sem ninguém para compartilhar nada, mas então depois que crescera ele fizera tantos amigos que por vezes os consideravam mais como família do que Nathaniel e sua ex-esposa jamais haviam sido. — Imagino que a senhorita deva ter crescido em uma casa barulhenta e apesar das dificuldades, teve uma infância muito boa ao lado de seus irmãos. - Ele perguntou olhando-a com o canto dos olhos, arqueando a sobrancelha. Magnus assentiu diante da pergunta dela. — Sim, a mãe dela faleceu no parto. Não teve tempo de escolher um nome e se tinha algum em mente nunca fiquei sabendo. - Magnus tentava não demonstrar seu desgosto pela falecida mulher, tentava ser sempre neutro quando se referia a ela, mas uma coisa que sempre era possível notar era que não havia amor, carinho e devoção em sua voz, era sempre como se ele estivesse falando do tempo ou algo banal, sem importância e se ele fosse honesto, para ele, Charlotte não tivera nenhuma importância em sua vida além de lhe dar Sophia. — Sophia era o nome do meio da minha mãe. Foi fácil para mim escolhê-lo. - Ele encolheu os ombros e então a pergunta dela o fez rir. — Nunca tive contato com muitas crianças antes da minha filha, não sei se todas as crianças são iguais mas imagino que não. No entanto, eu sempre tive muita sorte com ela. Ela é um anjo. - Ele respondeu de forma amorosa. — Claro que bom, eu não faço todo o trabalho, principalmente porque o trabalho não me permite e também porque não faço ideia do que fazer. - Magnus tinha um sorriso divertido nos lábios enquanto inclinava a cabeça para o lado dela e segredava aquilo. — Sophia tem uma babá, a senhorita Dunbury. Ela cuida da parte difícil. No entanto, em duas semanas ela nos deixará pois se casará e mudará para o interior. Sendo assim além de uma mãe para Sophia, também precisarei de uma nova babá. - Pela primeira vez ele revirou os olhos. Não porque lhe irritava a ideia, mas porque era mais um trabalho que ele teria que ter, parecia que sua lista de má sorte só aumentava. A fala dela o fez parar e virar-se parcialmente para ela, num sorriso travesso. Ela era... Ousada, pensou ele. — Apesar de abrangente, é verdade. Mas posso dizer que meus preferidos são o piano, violão, violino, violoncelo e o saxofone. - Magnus confessou dando de ombros. Sabia que ainda era muito abrangente, mas o que ele podia fazer se era apaixonado pela música? Estava em sua veia afinal e a música o conectava com uma das poucas fases de sua vida o que o fizera realmente feliz. A época em que aprendera a tocar com seu tio Augustus. A pergunta dela o fez parar, virar-se novamente para ela e olhá-la nos olhos por longos segundos. Óbvio que ele acabou se distraindo com o olhar dela e tomou mais tempo do que pretendia para responder, mas então ele finalmente sorriu. — Há sempre outra opção senhorita. - Ele falou, voltando-se ao piano, deixando os dedos tocarem as teclas, agora mais rápido, numa melodia mais agitada. — Eu poderia dizer não, é claro. Obviamente poderiam haver consequências, eu poderia perder meu emprego que, não conte a ninguém, mas eu não preciso. Trabalho por diversão. - Ele confidenciou novamente, inclinando a cabeça na direção dela, olhando-a com o canto dos olhos. O agradecimento dela o fez ficar mais sério, mas seu olhar era quase travesso. — É um elogio sincero. Sou muito crítico. - Então encolheu os ombros e voltou a tocar. — Creio que a senhorita esteja certa. As vezes queremos tudo. - Ele a olhou com intensidade. Ele era uma dessas pessoas que agora queria tudo. Não aceitaria mais “meios”, ele queria encontrar alguém que o visse como prioridade, já que nunca fora a de alguém. — Algo que inflame os sentimentos... - Ele repetiu pensativo e então, sem aviso ele transpassou seus dedos pelos dela, numa dança graciosa de dedos enquanto pessoa diabolicamente, mudando o ritmo e para algo completamente diferente, um ritmo que ele havia ao aprendido em suas viagens ao redor do mundo e posteriormente havia juntado e formado uma melodia única, sensual. — Algo nesse estilo senhorita? - Ele perguntou, ciente de que o serviçal estava presente e de que muito provavelmente ele não deveria nem estar tocando algo como aquilo para ela, muito menos tocando com os dedos praticamente entrelaçados nos dela, mas não podia evitar.
rosvlyn:
📚 Rosalyn resolvera dar uma volta pelos jardins antes do jantar para que pudesse apreciar da bela vista antes de retornar ao seu quarto para ler – embora fosse ler ali mesmo no jardim também – no entanto, não esperava ver a cena do homem lendo para a pequena neném em seu colo. O sorriso foi impossível de ser contido diante das palavras que eram lidas, bem como da animação da criança que parecia prestar atenção em cada sílaba do que era dito pelo pai – Boa tarde, senhor. Não, peço desculpas caso esteja atrapalhando de alguma maneira. Apenas não sabia que tinha alguém por aqui… sem contar que estava tão adorável lendo para sua filha que preferi não interromper – respondeu polidamente igual ele, os olhos azulados carinhosamente dirigindo-se para a pequena garotinha no colo do homem – Posso me juntar a vocês? Garanto que não atrapalharei uma possível nova leitura – diz gentilmente, aproximando-se com elegância e delicadeza. Abrindo um sorriso materno na direção da pequena – Olá princesa – soou docemente antes de voltar sua atenção ao mais velho – Sou Rosalyn Bailey, é um prazer conhecê-lo, senhor. E é um prazer conhecer uma garotinha tão linda – observou a criança sorrir para si, acabando por sorrir para ela também. Rosalyn adorava crianças, nem poderia dizer que não pensava em como queria ser mãe um dia, no entanto, enquanto não conseguia isso, ela simplesmente cuidava de crianças de outras pessoas.
Magnus sorriu para a loira que se desculpou caso estivesse atrapalhando o que o fez sorrir ainda mais. — Não atrapalha de forma alguma. - E como se para confirmar, Sophia route balbuciou algo que não fazia o menor sentido, ela ainda não falava mas ela tentava. — Creio que a pequena Sophia concorde comigo. - Disse rindo dos barulhos animados que a pequena garotinha produzia e então voltou seu olhar para a loira, dando espaço para ela no banco. — Por favor, fique a vontade. Adoraríamos a companhia. - Estava sendo sincero, Magnus era uma pessoa que fazia amigos com facilidade e era por seu jeito extrovertido e carismático que ele tinha muitos amigos, não estava acostumado a estar sozinho, a solidão sempre o deixava tenso e irritado. — E é um prazer para nós também senhorita Bailey. Está gostando da estadia no campo? - Perguntou puxando assunto. Ter a facilidade em fazer amigos podia ser uma benção, mas também era um fardo pesado de se carregar já que muitas das moças a qual ele se aproximara no passado o viam como amigo, nunca como um possível marido, o que o levara a aceitar o casamento arranjado que Nathaniel impusera. Fora a primeira vez que achara que seria capaz de ser amado como mais que um amigo. Ele não podia ter se enganado mais. — Ou sente falta da cidade? - Perguntou com um sorriso nos lábios tentando afastar os pensamentos.
crxldude:
As orbes verdes saltaram ao escutar a voz de Magnus, há meses não se falavam, não desde que decidiu vir a Londres às pressas. — Oras se não é o velho e chato, Magnus!” James retrucou rindo e batendo no ombro do amigo, tratando de ajudá-lo a se servir. — Não comente… Pelo criador! Não comente!” James deu um longo gole, precisaria daquilo para continuar a conversar com Magnus, afinal tinha certeza que apenas não explicou ao amigo o motivo da viagem para evitar piadinhas. — Até o momento nenhuma… Mas acredito que o Senhor não terá tanta dificuldade…” Comentou provocando-o com um sorriso maldoso. — Ao menos você não está com uma cicatriz no rosto! E bem… Se está aqui minha afilhada está bem… Então… O que foi? Conseguiu quebrar outro de seus pianos?”
Correspondeu ao tapinha no ombro que levará do amigo sorrindo. Era bom ver James e saber que não estava naquela sozinho. — Chato? Desde qua do sou chato? Se não me engano sempre fui o mais simpático e sorridente. Você que ocupa o cargo de ranzinza. - Ele provocou. Era realmente bom estar ao lado do escocês. Deu uma sonora gargalhada ao ouvir a fala do duque e então arqueou a sobrancelha. — Deixe-me adivinhar, a ideia de um novo casamento foi de seus pais, não sua. Estou correto? - Provavelmente os Winters queriam um herdeiro para continuar com o ducado deles, até mesmo Magnus queria, era a responsabilidade que todo homem nobre tinha. — Nenhuma? Acho difícil de acreditar, principalmente com os pareamento da rainha e pelo que vi nas minha poucas horas nesta casa, as moças são belíssimas. - Magnus conhecia James tao bem que antes mesmo que ele falasse sobre a cicatriz, o visconde já sabia que ele usaria aquela desculpa. — Vai continuar usando essa desculpa até quando? - O olhar de Magnus era sério apesar do sorriso provocativo nos lábios. — Sophia não tem medo de você e devo lembrá-lo que ela só tem oito meses? Acho que não. - Ele provocou novamente. — Você só precisa parar de ser rabugento e colocar medo ou afastar as pessoas que se aproximam de você. - E com isso deu um longo gole em sua bebida. — Ahhh e deixar a bengala em casa, andei lendo um folhetim de fofoca e meu amigo... Se livre daquela coisa.
a-ntonieta:
Tinha de haver algo muito bom em ter filhos, do contrário seus pais não teriam tantos, não? Suspeitava que o processo para os ter poderia ser minimamente satisfatório, na verdade ouvira de uma senhora, esta acreditava que não faria nenhum mal comentar tais assuntos com uma futura solteirona, ao menos seria uma solteirona informada!. Não que a velha tivesse falado muito, só o suficiente para deixa-la intrigada com a consumação do matrimonio. “Sete. Quatro meninas e três meninos.” Respondeu com certo ânimo, Antonieta gostava de falar de sua família e de suas respectivas características e talentos, porém se limitou apenas a responde-lo, não achou que o cavalheiro gostaria de ouvir seus devaneios gratuitamente. “E a sua filha? Qual o nome dela e a idade?” Perguntou educadamente, ligeiramente curiosa para saber a história dele, embora não fosse indaga-lo para descobrir a fundo, só esperava que ele desatasse a falar - o que achou pouco provável. “Sim, eu aprendi a tocar com a minha mãe, ela gosta de instrumentos não tão populares. E eu também.” Antonieta sorriu só de mencionar a mãe que parecia muito mais interessante do que a própria, rezou para que o cavalheiro não se sentisse de maneira semelhante. Tozier achava que tocava suficientemente bem, mas considerando que o homem era um músico e ainda da rainha, seus talentos certamente seriam ofuscados facilmente. O acompanhou com olhos curiosos, seguindo-o e repousando sobre o banco não muito depois. “Tecnicamente?” Indagou, um vinco suave formando-se entre suas sobrancelhas, sentia-se confusa com o que ouvira. Ela esboçou um sorrisinho com a sugestão, ousando dedilhar alguns acordes aleatoriamente e se divertindo com a improvisação que seguiria a partir dali. “Não tenho nenhuma preferida. Gosto de criar melodias, algumas costumam ser melodramáticas, outras mais felizes.” Antonieta deixou-se levar pelas palavras, sua concentração nas teclas e em seus dedos velozes, seu corpo movendo-se sutilmente em consequência. “A combinação entre elas, me agrada bastante.” Sussurrou, quase segredando a ele que compunha algumas letras para combinar com as melodias já criadas. “Mas o senhor que é músico aqui, me dê as instruções e teremos uma das melhores apresentações, sim? Diga-me o que fazer.” Sua atenção se fixou no rosto masculino no instante em que ela soprara as palavras, procurando os olhos dele para sustentar um contato visual estratégico.
Magnus não pode esconder a surpresa ao ouvir a resposta da moça. — Sete? - Ele repetiu em forma de pergunta, olhando para ela maravilhado. Quem dera ele tivesse essa sorte, se pegou pensando e sorrindo. Magnus não podia negar que crescerá se sentindo muito sozinho sendo apenas ele, mas com a história que tinha, ele não conseguia ver como era possível ter irmãos, nem mesmo Sophia que era filha de Nathaniel era sua irmã, pois não dividiam o mesmo pai. — Sophia. - Ele disse, abandonando os pensamentos. — Ela tem oito meses, bom nove em alguns dias. - Ele acrescentou pensando se deveria acrescentar algo sobre a mãe da menina, explicar a situação ou não, decidindo-se por fim que não. Ele não conhecia Antonieta ainda, não que imaginasse que ela saísse fofocando sua história por aí, e a verdade era que ele se quer se importava caso ela o fizesse, mas ainda assim... Ele a observou falar sobre sua mãe e a impressão que ele tinha era de que a mais nova gostava muito de sua mãe. Isso eles tinham em comum. — Entendo. Temos algo em parecido, senhorita. Exceto que me agradam todos os instrumentos, mas falando dos menos populares, acho que meus preferidos são o violoncelo e saxofone. - Ele confidenciou a ela em uma espécie de sussurro cúmplice. Quando ela perguntou, Magnus acabou rindo melodiosamente. — Sim, veja bem... - Ele chegou mais perto dela e se sentou, respeitosamente ao seu lado, para então se inclinar um pouco para o lado dela e segredar novamente. — Eu deveria estar de férias em Cheshire, mas quando o dever chama, ou mais precisamente, a rainha chama... Você atende. Entende? - Ele perguntou em um gracejo. No começo sim, ele havia se irritado com o fato de ter sido chamado, mas então quando já estava na metade do caminho de Bath, ele notará que já não estava mais tão irritado assim, seria bom se concentrar na música novamente. Ouviu os acordes que ela dedilhava e então prestou mais atenção, memorizando as notas que ela tocava. — A senhorita tem talento para música, posso ver isso. - Ele a então assentiu para as falas seguintes dela pensando no que poderiam fazer, até que estalou os dedos e com um olhar de canto para ela instruiu. — Quero tentar algo, continue tocando essas notas por enquanto, está bem? - E então, ele levou os longos dedos para as teclas, dedilhando rapidamente uma melodia bem mais animada, mesclando com a, como ela chamava, melodramática dela. — É sempre possível achar um meio termo com a música. - Ele virou o rosto para ela, olhando nos olhos da moça que estava bem perto dele, sendo preciso lembrar a si mesmo que tinham a companhia de um serviçal junto deles.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Joseph Morgan, Comic-Con Portrait
a-ntonieta:
Não achou que o cavalheiro fosse lhe esclarecer as razões de seu atraso, homens poderia ser bem discretos com suas rotinas e desculpas, mas este em especial pareceu educado o bastante para faze-lo ou precipitado o suficiente para lhe contar a respeito da filha. “Oh, compreendo, crianças costumam ser levadas. Tenho irmãos o suficiente para falar a respeito.” Sete, para ser mais exata, os mais novos poderiam ser terríveis, apesar disso lidava muito bem com eles. Antonieta soltou a respiração com naturalidade, uma criança não seria empecilho maior do que ela já era por si só. De todo modo, não levaria a situação tão a sério, não é como se aquele desconhecido fosse um pretendente em potencial, ou seria? Concentre-se. Então o ouviu com atenção, deixando que tagarelasse à vontade antes de responde-lo sucintamente. “Sim.” Murmurou, ligeiramente nervosa com as questões seguintes. Se falasse seus reais interesses aquela conversa seria muito desastrosa, tinha de pensar rápido. O que poderia dizer a ele que soasse minimamente interessante? “Sim, eu toco piano, clarinete e harpa.” Seus olhos saíram da figura masculina e observou o redor, estavam numa sala de música, logo poderia encontrar alguns instrumentos mais populares. Antonieta cantava, mas na segurança da sua casa e do seu quarto, onde ninguém além dos seus familiares poderiam escuta-la, qualquer coisa fora dessa zona de conforto parecia absurda e intimidante. “Se for de seu agrado, posso demonstrar minhas habilidades.” Emendou o convite, gesticulando uma das mãos para os instrumentos dispostos no cômodo. Seus lábios entreabriram-se minimamente com o beijo dado em sua mão, ela esperava isso então porque diabos sentia-se encabulada, talvez fossem os olhos dele fixos nos seus. Rezou para que suas bochechas não assumissem uma coloração tão chocante, embora as sentisse queimando. “O que o senhor sugere para a nossa apresentação? Imagino que tenha pensado em um número musical.” Disse enquanto recolhia a mão e lhe oferecia um sorriso dócil, um pouco hipnotizada pelo rosto do cavalheiro.
Estava ali uma das coisas que ele não entendia. Magnus era filho único e se quer sabia quem era seu pai, a única certeza que ele tinha era que não era Nathaniel, ele era um filho bastardo, sozinho. — Quantos irmãos a senhorita tem? - Se pegou perguntando curioso. Quando ela respondeu ele balançou a cabeça positivamente diante do “sim” dela, achando engraçado o fato de que ela parecia levemente nervosa, perguntando-se o porque do nervosismo da garota, no entanto, resolveu não perguntar nada, nem apontar o fato para não deixá-la ainda mais nervosa, não queria que ela ficasse desconfortável em sua presença. — Harpa? - Ele perguntou surpreso. Ele sabia tocar Harpa, mas não conhecia muitas pessoas que sabiam. — Desculpe-me pela surpresa mas não posso negar que estou. Não conheço muitas pessoas que que tocam harpa e olha que sou músico. - Ele encolheu os ombros e então enfiou as mãos nos bolsos da calça enquanto acompanhava o olhar dela pela sala. A sala de música dos Loghtwood era grande e tinha uma boa variedade, mas não era como sua própria casa em que a variedade era grande. — Por que... - Ele falou um pouco distraído, distanciando-se dela e se aproximando do piano, levantou a tampa e olhou de volta para ela. — Por que não tentamos algo juntos no piano? Acho que seria mais fácil. - Ele sugeriu, dando espaço para ela no banco ao seu lado, esperou de pé até que ela se aproximasse e se se radar para então ele sentar. — Não pensei em muito, mas como disse, sou músico, mais precisamente, músico de Vossa Majestade, a rainha. É por causa dela que estou aqui na verdade, tecnicamente estou de férias. - Ele explicou com um sorriso divertido nos lábios. — A senhorita tem alguma música especial que goste, me mostre o que sabe e terno certeza que conseguirei acompanhar. - Ele corajosa para que ela começasse.
lavcndcr:
📰 O cenho feminino foi franzido com as palavras do homem e ela voltou o rosto lentamente em sua direção – Espero que não esteja se referindo a uma mulher com raiva que atira coisas, já que é uma visão um tanto… antiquada. Conheço mulheres que atiram com armas, melhor do que qualquer homem – comentou em um tom de voz calmo, embora os olhos dourados estivessem carregados de repreensão com a fala do mais velho. Afinal, nos Estados Unidos mulheres eram investigadoras, policiais e outras funções que poderiam ser consideradas masculinas e aquilo fazia com que trabalhassem com armas de fogo ou outras com maestria que seria esperada apenas de homens, portanto, comentários como aquele acabavam irritando um pouco a jornalista. O comentário seguinte serviu apenas para que uma risada baixa escapasse por entre os lábios grossos da jovem antes de negar lentamente com a cabeça – Senhor, se em algum momento me importasse com o que as pessoas irão pensar sobre a minha pessoa, garanto-lhe que não estaria me vestindo como americana e muito menos trabalharia onde trabalho – respondeu com elegância e educação, as mãos erguendo-se para ajeitar os fios acerejados dos cabelos. Acabou por dar um sorriso de canto quando ele beijou o dorso de sua mão, ainda que fosse um cumprimento esperado pela Barclay, ela não estava mais tão acostumada com ele – mas não negaria que o achava realmente adequado. As orbes amareladas observaram com atenção ele atirar o dardo, acertando próximo do centro do alvo – Oh sim, agora entendo porque o nome do senhor soou-me familiar. Então creio que seja uma honra conhecê-lo, senhor Willendorf – diz ainda observando o alvo que ele novamente atirara, voltando a acertar próximo do centro – Não me importo com o que pensam sobre mim, como já disse. Apenas não me agrado com a ideia de atirar dardos, algo completamente sem classe na minha opinião. Mas já que o senhor insiste – pegou o último dardo que restava para o homem atirar e o mirou no centro do alvo, atirando-o com delicadeza e vendo o objeto acertar o centro, que antes o homem não havia conseguido. Seus irmão lhe ensinaram a atirar aquelas coisas, bem como arco e flecha, por isso, sua mira era excelente – Parece que ganhei do senhor.
Toda sua concentração em não rir fora por água a baixo com o olhar de repreensão que a ruiva lha dirigia, Magnus gargalhou divertido, com a cabeça inclinada para trás e foi só quando se recuperou que conseguiu falar. — A senhorita me faz parecer um homem horrível qua do coloca desta forma. - Ele devolveu, e era sua vez de estreitar os olhos em forma de repreensão, apesar do sorriso divertido ainda nos lábios. — Perdoe-me se foi assim que soei, lhe garanto que não foi a intenção. Fiz uma brincadeira, mas foi algo generalizado. O que quis dizer é que sempre achei que as mulheres gostam de atirar, independente do que seja, minha ex-esposa atirava vasos quando estava irritada. - Ele deu de ombros como se aquilo não significasse nada e então continuou. — Mas tenho amigas com pontarias melhores que a minha e que se eu precisasse de ajuda em um duelo seria para elas que eu recorreria. Não encare como uma ofensa. - Ele pediu. — Sou da opinião de que as mulheres podem ser muito melhores que os homens se tiverem a oportunidade. - Magnus estava sendo sincero, ele realmente acha aquilo, sua mãe sempre lhe ensinará a não ver as mulheres como frágeis, delicadas talvez, mas não frágeis. Ele balançou a cabeça uma vez em um sinal de que a ouvira, no entanto queria dizer a ela que ela não parecia agir como alguém que não ligava, a menos que ela não gostasse de atirar, o que faria mais sentido, entretanto, em momento algum ela havia dito que não gostava. Magnus preferiu se calar diante daquele assunto, não queria ser rude. — E onde a senhorita trabalha? - Perguntou curioso, mudando o foco do assunto. Ele sorriu diante da fala dela. — Creio que a honra seja toda minha. - Disse polidamente antes de sorrir de canto e se afastar minimamente para o lado, dando a ela mais espaço, quando ela acertou o centro do alvo o sorriso dele se alargou, não podia dizer que estava impressionado, pois não estava. A forma como ela se portava, as roupas, a confiança que ela transmitia, a denunciava como sendo boa em qualquer coisa que fizesse. Ele pediu então para o dono da barraca pelo prêmio e entregou para ela. — E como merecido... Creio que combine muito com a senhorita. - A águia era um símbolo americano, uma ave predadora, independente, combinava com ela.
a-ntonieta:
Antonieta poderia presumir que era a única felizarda com as façanhas da rainha, afinal, quando teria a oportunidade de passar algumas horas na companhia de um cavalheiro sem que ele tivesse a oportunidade de escapar sorrateiramente? Era sua chance de executar tudo que vinha aprendendo, por isso repassou todos os itens antes de aprontar-se e ir até o local, então tivera a impressão de que não deveria ser a primeira chegar, por outro lado ele poderia supor que não era uma mulher responsável. No fim, ele quem se atrasara, deixando-a terrivelmente ansiosa. Ela poderia odiá-lo só por isso, contudo, como odiar um homem tão bonito? Suas sobrancelhas franziram-se minimamente enquanto seus olhos analisavam o semblante masculino com uma atenção peculiar. Lembrou-se de sorrir, não como costumava fazer; docilmente e abertamente. Limitou-se a repuxar os lábios e fazer uma mesura rápida. Ouvira dizer que homens gostavam de mulheres indisponíveis, desinteressadas seria a palavra mais apropriada, que seja!. Oh, céus, ela estava condenada a ser um fiasco. “Bom dia, milorde.” O cumprimentou, meneando suavemente a cabeça em negação. “Cheguei há pouco, não se preocupe.” Não era uma inverdade, pois o tempo poderia ser relativo, não? “Oh, sim, me explicaram muito rapidamente o que deveríamos fazer e não fazer.” O gracejo fora exposto com suavidade, pincelado com uma malicia discreta. “É um grande prazer conhece-lo.” Começou, olhando-o dos pés a cabeça com rapidez. Não era um dos homens mais alto que conhecera, como seu pai por exemplo, porém era alto o bastante para considera-lo grande. “Sou Antonieta Tozier.” Deveria estender sua mão? Sim, deveria! O fez com delicadeza, ele poderia se inclinar para beija-la ou apenas aperta-la, no fim, aquilo não era tão importante assim.
Fora tarde demais que Magnus notou o quão técnico deveria soar para a senhorita a sua frente, afinal ele estava enxergando aquele primeiro encontro como um de seus trabalho para a rainha, afinal ele havia avisado a monarcas que não estava pronto, mas ela lhe dera ouvido? Claro que não. Contudo, que culpa a moça tinha? — Que bom, tive que voltar ao meu quarto e trocar de camisa, minha filha resolveu que seria engraçado tacar todo os seus morangos amassados em mim. - Ele explicou com um sorriso divertido nos lábios, lhe dizendo logo de cara que tinha uma filha, desde que decidira se casar novamente, ele gostava de deixar claro para todas as moças que se aproximavam que ele e Sophia eram um pacote. — Certo, pelo que sei, na sexta-feira teremos que apresentar algo para a rainha, foi o que ouviu também? - Perguntou educadamente apenas para ter certeza de que estavam na mesma página. — O que a senhorita gostaria de fazer? O que gosta de fazer? O que sabe fazer? - Tentou pensar em algo que seria rápido e simples, afinal não tinham muito tempo para pensar e criar algo mirabolante. — Sabe tocar algum instrumento ou cantar? - Seria muito simples se ela soubesse, poderiam rapidamente achar algo no meio da música. Notions olhar dela, olhando dos pés a cabeça e não pode deixar de apertar os lábios um no outro para conter a gargalhada que queria dar. Pegou a mão dela, quando ela estendeu e depositou um beijo tô topo, sem desgrudar os olhos dela. — É um prazer conhecê-la, senhorita Antonieta Tozier. - Gracejou em um tom divertido.
Era seu primeiro dia em Bath. Ele deveria estar de férias com a filha em Cheshire, mas lá estava ele, atendendo os pedidos da rainha, colocando os outros em primeiro lugar como sempre fazia, um erro em sua opinião que para se sentir melhor ele dizia que gostava do trabalho, gostava de manter a mente ocupada. Ele havia informado vossa majestade que participaria da temporada casamenteira a partir sonorizando evento, ainda não estava com cabeça para entrar naquele momento, mas lá estava ele, fazendo os caprichos de outra pessoa novamente. Revirou os olhos ao entrar na sala e ver a moça ( @a-ntonieta ) a sua espera, pois sim, ele estava atrasado mas a culpa não era sua, fora obrigado a voltar para seu quarto e trocar de camisa após Sophia derrubar sua papinha de morango na camisa branca. — Bom dia senhorita, espero não tê-la feito esperar muito. - Ele se aproximou, para do próximo à ela, com as mãos nas costas. — Lhe explicaram alguma coisa? Pelo que entendi teremos que montar uma apresentação certo? Não teremos muito tempo para isso. Para ensaiar, digo. - Ele explicou com um sorriso nos lábios. — Sou o visconde Magnus Willendorf, a propósito. Qual seu nome? - Perguntou polidamente.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
lavcndcr:
📰 Os olhos atentos da jornalista analisaram a figura masculina com cuidado e curiosidade, afinal, tudo por ali poder ser uma possível matéria para o The New York Times e ela saberia que o chefe ficaria extremamente satisfeito com a grande venda dos jornais – já famosos, por sinal – Claro, não seria surpresa. Homens parecem apreciar bastante essas atividades – comentou calmamente, os olhos voltando para o alvo e curvando um pouco o corpo para frente, de modo a ter uma visão além da silhueta do grande homem ao seu lado, ela notou como os cavalheiros pareciam ansiosos para demonstrar as damas suas habilidades – patético, na opinião da ruiva, afinal, se a jovem gostasse mesmo do rapaz, não seriam necessárias aquelas exibições de masculinidade – Ainda não sei, parece-me que além de minhas vestes, atrairei mais olhares caso tente acertar os alvos – brincou com ele, virando o rosto para o fitar no exato momento em que ele virou também, dando um sorriso educado e adequado para uma dama da alta sociedade – Um prazer conhecê-lo, senhor Willendorf. Lavender Barclay, é um prazer – estendendo a mão para cumprimentá-lo educadamente – mais uma mania adquirida nos Estados Unidos – O nome do senhor não me é estranho, para ser sincera… só não me recordo de onde posso tê-lo escutado.
Ele ponderou a fala feminina, balançando a cabeça de um lado para o outro levemente. — Talvez seja uma atividade mais masculina, mas conheço muitas mulheres que adoram atirar coisas. - As palavras foram cuidadosamente escolhidas por ele, pois em sua experiencia as mulheres realmente adoravam atirar, fosse vasos, flores, roupas, qualquer coisa que estivesse na frente delas, bastava estarem bravas com um homem. — Ohh entendo. - Ele balançou a cabeça levemente em afirmação, fingindo inocência completou. — A senhorita é do tipo que liga para o que as pessoas vão pensar e dizer. - Ele a viu se virar para ele, mas para dar o efeito que queria, ele voltou-se para frente e finalmente atirou o dardo sem prestar muita atenção, atingindo dois círculos distantes do alvo e então a olhou novamente com o canto dos olhos enquanto tentava segurar o riso. Finalmente após alguns segundos ele voltou-se novamente para ela, virando todo o corpo na direção da ruiva, pegou sua mão e sorriu, América, virou-a e depositou um beijo casto no topo. — É um prazer conhecê-la senhorita Barclay. - Falou sincero, soltando a mão dela para pegar um novo dardo, sem deixar de olha-la. — Sou o visconde de Chester e músico real de Vossa Majestade, a Rainha. - Ele então estendeu o dardo para ela. — A menos, como eu disse, que eu esteja certo e realmente está com medo do que vão pensar da senhorita. - Provocou.
Já faziam oito meses que sua vida havia mudado para melhor, oito meses que ele colocava as necessidade de outra pessoa antes da sua, não que antes fosse diferente, Magnus tinha um coração tão puro que sempre fazia aquilo, mas aquela era a primeira vez que ele se dedicava inteiramente de corpo e alma e não esperava nada em troca. Sophia podia não ser sua filha de sangue, mas ele a tratava e amava como se ela fosse. Magnus conhecia todos os horários dela, era um excelente pai e isso ninguém poderia contestar. Alguns de seus conhecidos que já tinham filho diziam que homens não deveriam passar tanto tempo assim com os filhos, que aquele era trabalho da mulher, uma grande tolice na opinião do visconde. Como todos os dias, após tomar seu café da manhã ele se dirigiu para a ala infantil da Casa Lightwood, mas naquele dia algo estava diferente. Quando chegou no quarto se brinquedos, onde sabia que a filha estaria, ele escutou uma voz muito bonita e calma cantar uma canção infantil, sabia que aquela não era a babá de Sophia o que o deixou de certa forma em alerta. Parou no batente da porta e observou a cena. Mary, a babá, está lá assim como Sophia que estava sentada no chão, acompanhada de uma moça que ele não conhecia, ela era a dona da voz. Magnus, apesar de se descobrir recentemente desconfiado das pessoas, cruzou os braços e se inclinou, encostando-se no batente da porta, observando a cena por alguns minutos. Sophia não apresentava estar em perigo e a parecia gostar muito da moça. Não demorou muito para que as três percebessem a presença dele e para que a moça dos cabelos ruivos parasse. — Ohh não, não, não. - Ele sorria debochado, divertindo-se com a reação dela. — Não pare por minha causa, vai decepcionar a pequena, não é de bom tom decepcionar as crianças. - Brincou.
— Sob as ordens do príncipe, a madrasta teve de deixar Cinderela descer. - Magnus lia o livro infantil para a pequena Sophia que prestava atenção em casa palavra como se compreendesse o que ele dizia. — A moça então experimentou o sapatinho, mas antes mesmo que ele servisse em seus pés, o príncipe já tinha dentro do seu coração a certeza de que havia reencontrado o amor de sua vida. - Ele sorriu quando na verdade tudo o que queria era revirar os olhos e bufar. Talvez não devesse estar lendo uma história como aquela para a filha, era quase como se estivesse enganando a menina. — Cinderela e o príncipe se casaram em uma linda cerimônia, e anos depois se tornariam Rei e Rainha, famosos pelo bom coração e pelo enorme senso de justiça. Cinderela e o príncipe foram felizes para todo o sempre. - Ele terminou a história e como se aprovasse o que havia escutado, Sophia bateu as pequenas mãozinhas uma na outra, aplaudindo. — Huh, você gosta de conto de fadas então, não é mesmo? - Ele não pode evitar, revirou os olhos ainda que sorrisse e foi quando viu @rosvlyn parada próximo ao banco em que ambos se encontravam no jardim, observando a cena. — Boa tarde, senhorita. Precisa de alguma coisa? - Perguntou polidamente, seu primeiro instinto fora se desculpar por estar lendo para a filha, muitos de dos homens que conheciam e que já eram pais diziam que quase nunca passavam tempo com os filhos, que este era trabalho da mãe. Tolice na opinião de Magnus, ele gostava da companhia de Sophia e por mais que ela não fosse sua filha de sangue e sim sua prima, ele a amava como se fosse. Deu um pequeno sorriso para a desconhecida antes de voltar a falar. — Espero que não seja um problema ocuparmos está sala, me cansei da ala infantil.
Quando soubera que James de Winter estava ali, a primeira reação que Magnus tivera foi rir, rir até que seu abdômen doesse e quando finalmente se conteve, ele procurou pelo o velho amigo. Encontrou-o, obviamente bebendo numa das salas da enorme casa dos Lightwoods. — Oras, vejam só se não é meu velho amigo James... - Ele gracejou sentando-se numa das poltronas, de frente para o escocês, de forma relaxada após pegar uma bebida para si. — Então está procurando por uma esposa... Já era tempo. - Levou o copo aos lábios, sorvendo um gole do líquido ambar. — Já encontrou alguma pretendente a altura? Sabe como é preciso saber minha opções também, já que no próximo evento, vossa majestade, a rainha, irá me apresentar. - Deu de ombros, contando a novidade à @crxldude . — Sabe como é, Sophia precisa duma mãe. A propósito, ficou sabendo do último desastre na minha vida?
📰 Não havia chegado a tempo para o pareamento – e sinceramente, não se importava muito com aquilo, mas não podia deixar de ficar um tanto incomodada, porque se participasse junto das outras jovens, poderia obter informações que precisava mais rapidamente – e agora a ruiva estava hospedada na casa de campo de sua família, junto de seu irmão que viera também participar da temporada de casamentos, ainda que fosse apenas como uma desculpa para não deixar a irmã desacompanhada, visto que a jovem detestava aquela ideia de ter uma dama de companhia porque gostava de ir aonde quisesse sem que alguém ficasse lhe seguindo toda hora- sem contar que nos Estados Unidos não tinha ninguém no seu pé.
A ideia de explorar a feira antes do baile foi dada por Mark, que comentou sobre como o lugar estava lindo e que era uma boa oportunidade para a irmã mais nova conhecer os arredores e talvez os participantes do debute. Desta forma, lá estava a ruiva, os cabelos delicadamente presos em uma fita preta que formava um laço nas poucas mechas que segurava, o vestido leve e em tom de vermelho que contrastava com as madeixas da jornalista e a postura impecável de uma dama da alta sociedade não passara despercebido pelos vendedores das barracas que tentavam lhe empurrar coisas para comprar. Parando na barraca de tiro ao alvo, a jovem analisou calmamente o jogo antes de voltar-se para a pessoa parada ao lado – Apenas apreciando? Ou irá tentar a sorte? - indagou educadamente, deixando que um sorriso delinear os lábios e os olhos dourados analisaram a silhueta alheia rapidamente.
Era verdade que Magnus havia tirado uma pequena férias e voltado para Cheshire quando seu pai faleceu, mas bastou um pedido da rainha para que ele pedisse que arrumassem suas coisas e as de Sophia para que fossem para Bath. Havia informado a rainha que participaria da temporada casamenteira, saque naquele evento em especial ele ficaria de fora, ainda precisava se organizar. Naquele dia, ele decidira ir até a feira, não porque nenhum motivo especial além de que queria comprar algumas coisas para Sophia e lá estava ele, vagando pelo lugar, experimentando as comidas e bebidas locais quando se pegou se divertindo.
Estava na barraca de tiro ao alvo, com um dardo na mão, mas ainda não havia atirado, apenas analisava o alvo, quando ouviu a voz feminina ao seu lado. Magnus arqueou a sobrancelha e olhou para o lado com o canto dos olhos. — Pretendo atirar. - O sorriso de canto acompanhava o tom divertido. — Mas gosto de analisar meus alvos primeiro. - Sim, ele gostava. Magnus era, de certa forma, analítico, perfeccionista, não gostava de errar, principalmente agora, depois de tudo o que havia passado em sua vida. — E a senhorita? - Ele finalmente virou a cabeça para olha-la melhor e quando o fez, o sorriso de canto aumentou. Ela não parecia pertencer aquele lugar, as roupas, o porte, tudo lhe lembrava a América, nada como a Inglaterra ou Europa, não... Ela podia ter o sotaque britânico, mas não era dali. — Magnus Willendorf. E a senhorita?

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Top 10 Klaus Ships (as voted by our followers)
1. Klaus x Hope
─ ꕤⴰ 𝙺laus 𝙼ikaelson 🧸ᨀ 𝗯𝗂𝗀 𝖺𝗋𝖼𝗮𝖽𝖾 ﹏
♥︎.. ▓ᨒ 🌿 Ⓛ︎ike☓ reblog₎ 𝖼𝗋𝖾𝖽𝗂𝗍 ᬝ𝖾 𓂃 ִֶָ