oi amigas, pergunta sincera, oque vocĂȘs estĂŁo achando da polĂȘmica do Niki?
Doug Jones
occasionally subtle
h

gracie abrams

bliss lane
Aqua Utopiaïœæ”·ăźćșă§èšæ¶ă玥ă
YOU ARE THE REASON
Mike Driver

Love Begins

Andulka
đ
he wasn't even looking at me and he found me

tannertan36
almost home
Not today Justin
The Bowery Presents
Cosmic Funnies

Product Placement
noise dept.

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@manyv
oi amigas, pergunta sincera, oque vocĂȘs estĂŁo achando da polĂȘmica do Niki?

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( â¶. ) đđ”đČ đœđčđČđźđ± ââ âđđđđ.â
đđđđđđđ. âđđźđ»đđŒđč movia-se na cama como um peixe fora d'ĂĄgua. VocĂȘ jurava que surtaria se ouvisse mais um suspiro đČđ đźđđœđČđżđźđ±đŒ sair da boca dele â nĂŁo era sua primeira vez disciplinando a đđČđ¶đșđŒđđ¶đź dele, sabia exatamente como isso iria acabar.â
âââ đ»đźđșđŒđżđźđ±đŒ! đđČđżđ»đŒđ» Ă đčđČđ¶đđŒđżđź. đđđ§đđâ·đ„đđ: smut. đŁđđđđ©đ„đđŠ: 1752. đđ©đđŠâ·đŠ: sexo desprotegido (sejam inteligentes), creampie, hansol teimoso & isso Ă© um đżđČđœđŒđđ! âââ đĄâ·đ§đđŠ: tĂĄ prĂłximo do meu jeito "antigo" de escrever porque eu nĂŁo quis mexer muito, entĂŁo (se vocĂȘ nĂŁo leu essa) nĂŁo espere nada demais!
FAĂAM MIL EDITS DESSE GOSTOSO AGORA PORRA JUDE EU TE GOZO A TEMPO DESGRAĂA
đčđąđ§đ€ đ„đąđ§đ đđ«đąđ đà§
ex ficante!hansol vernon chwe x leitora ââ smut +18 word count: 2.6k
conteĂșdo/avisos: conteĂșdo sexual explĂcito, leve consumo de ĂĄlcool, rebound, sexo oral (m), sexo em semi-pĂșblico, dirty talk, cum eating, face fucking, hair pulling, leve degradação, tit sucking, palavras de baixo calĂŁo e o hansol cafajeste e canalha, omg quem diria.
menores nĂŁo interajam!
notas da autora: oi rs... quanto tempo né⊠esse aqui ainda não é meu comeback oficial (nem sei se vai ter) mas quis deixar essa em comemoração aos 500 seguidores aqui e pq to com saudade de vcs hihi. aproveitem, beijinhos <3
now playing: kyss meg - ylva
conteĂșdo exclusivo
namorado!haaland x leitora ⥠smut [18+ menores não interajam] #avisos: sexo bruto, sem proteção e gravado :) penetração, size kink!!, haaland tem um pau ENORME, relacionamento estabelecido, gozando dentro, humilhação com carinho.
contexto da putaria: onde erling gosta que gravar vocĂȘ tentando levar ele inteirinho.
ïœĄÂ°â ïžÂ°ïœĄ n.a: apesar de ser o segundo smut que eu posto com o haaland, reforço que ele nĂŁo Ă© fixo aqui, apenas achei que o tema pegava legal com ele. vocĂȘs sĂŁo muito bem vindas no blog mas meu contĂ©udo Ă© majoritariamente bts e svt. haaland ou qualquer outro homem atĂ© mesmo do mundinho kpop sĂŁo exceçÔes!
deitada na cama vocĂȘ assiste seu namorado se levantar. os braços brancos marcados da sua unha, reflexo dos dedos grossos bombeando dentro de vocĂȘ minutos antes, ou como ele mesmo diz, "te deixando larguinha pro pau entrar mais fĂĄcil".

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Oi gabzs, tava ouvindo a mĂșsica Maria do PRETTYMUCH e pensei que daria uma Ăłtima fic de algum dos meninos do svt com saudade da pp, depois de uma one night stand đ«Ł
pensei no cheol pq tĂŽ obcecada nele ultimamente, mas se vc tiver uma outra sugestĂŁo eu apoio (pode ser de outro grupo tbm, fique Ă vontade)!! đ
FOR MARIA // CHOI SEUNGCHEOL
Choi Seungcheol Ă Fem!Reader, fluff, sugestivo, WC: 0.6k
N/A: Eu amo essa mĂșsica, e amo tambĂ©m âExcitedâ que faz parte do mesmo single, nĂ©??? Vou ser sincera, eu jĂĄ tinha escrito o seu pedido, mas eu estava cansada mentalmente e achei que ficou uma desgraça KKKKKKKKK Ai reescrevi hoje de um outro jeito. Ficou curtinho, mas acredito que esteja envolvente!! Espero que vocĂȘs gostem, beijinhos!! đâ€ïž
Seungcheol tinha um sonho persistente nas suas noites; antes de te conhecer, a mulher com quem ele sonhava tinha apenas uma silhueta e cabelos longos e escuros. AĂ ele te conheceu no verĂŁo, numa viagem para o litoral, e vocĂȘ virou o mundo dele de cabeça para baixo â um pouco mais quando entrou no quarto de hotel dele e, de alguma forma, no coração de um tolo apaixonado, ele mesmo. Se apaixonou por vocĂȘ depois de somente duas semanas e, apesar de se esforçar para pensar em qualquer outra coisa, os pensamentos sempre voltavam para vocĂȘ: para o jeito Ășnico que suas mĂŁos delicadas seguravam o rosto dele quando o beijava, para o seu corpo que se encaixava com precisĂŁo no dele, para os seus olhos de cigana dissimulada.
â Bom dia, prĂncipe â foi o que ele ouviu ao abrir os olhos muito lentamente naquela manhĂŁ, os lĂĄbios secos e a cabeça latejando, frutos da bebedeira de ontem, que aparentemente tinha valido a pena, porque vocĂȘ estava bem ali, com ele, na cama dele â mesmo que estivesse com roupas, e ele tambĂ©m, ainda vestia a calça jeans e a camisa da noite anterior.
â Foi um sacrifĂcio te colocar na cama, eu atĂ© pensei em te trocar, mas vocĂȘ sabe⊠euâ
â VocĂȘ tĂĄ aqui mesmo? â Seungcheol questionou, se sentando e encostando o corpo na cabeceira.
VocĂȘ deixou a caneca de cafĂ© no aparador ao lado e olhou para ele, tocando a bochecha de Cheol como ele tinha sonhado na Ășltima semana em que vocĂȘ simplesmente sumiu da face da terra.
â Eu tenho que pedir desculpas, nĂ©? Fui eu quem veio com a fixação em âAntes do Amanhecerâ e achei que seria melhor se a gente nĂŁo soubesse muita coisa um do outro, mas aĂ a gente ficou no nosso Ășltimo dia de viagem, e vocĂȘ estragou tudo.
Seungcheol respirou fundo, fechando os olhos e pressionando a ponte do nariz. Ele tambĂ©m concordou com a sua dinĂąmica; vocĂȘ tinha dito algumas vezes o quanto tinha sido machucada no amor, e ele pensou que nĂŁo sentiria alĂ©m de desejo por vocĂȘ, mas o mundo tinha se tornado cinza num estalar de dedos desde o Ășltimo dia em que ele te viu, e agora todas as cores tinham voltado aos seus lugares iniciais. E Seungcheol nĂŁo queria discutir â ele te queria. Podia ser egoĂsta da parte dele, mas nĂŁo conseguia controlar o quanto queria te sentir.
â Fala alguma coisa, Cheol. Eu sei que vocĂȘ deve tĂĄ pensando: como essa maluca invadiu a minha casa? Mas eu juro que tem uma⊠â Cheol te beijou de levinho, um selinho casto, a mĂŁo procurando a sua para entrelaçar os dedos nos seus.
â Toma banho comigo?
VocĂȘ sorriu; nĂŁo era exatamente isso que estava esperando ouvir dele. Imaginou que ele ficasse irritado, que te expulsasse do apartamento assim que te visse, mas Mingyu nĂŁo mentiu quando te disse o quanto ele queria te rever, como ele falava de vocĂȘ como se fosse alguma deusa, uma bruxa, uma feiticeira.
â Ou eu falava isso, ou admitia que senti sua falta e deixava escapar que te amo.
Cheol se levantou. VocĂȘ adorava que as orelhas dele estivessem suavemente vermelhas pela declaração. VocĂȘ continuou ali, estĂĄtica, vendo-o se livrar da camiseta, a pele brilhando pela luz do sol que adentrava as cortinas e te deixava quente â nĂŁo tanto quanto o corpo nu de Seungcheol.
â Cheol, eu tambĂ©m.
â Sentiu minha falta?
VocĂȘ desviou o olhar; nĂŁo estava acostumada com tanta nudez num horĂĄrio nobre. Assentiu enquanto deixava o vestidinho florido escorregar pelo seu corpo, vermelha de timidez e porque o queria tanto quanto ele.
â Eu tambĂ©m te amo.
©GABZSUN. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
điuminho
â nishimura riki x fem! reader.
àż. đ€đđđđđđ : size kink, muito dirty talk, degradação, ni-ki namoradinho safado, reader ciumenta, relacionamento estabelecido, cowgirl, ni-ki big dick, apelidinhos, provocação, dumbfication (?), hard sex, sexo sem proteção (NĂO façam) e ACHO que sĂł.
àż. đđđĄđđ : desabafos da madrugada de uma mulher ciumenta (tudo culpa dessa merda aqui
©đžđđ§đđȘđą. đ”đ°đ„đ°đŽ đ°đŽ đ„đȘđłđŠđȘđ”đ°đŽ đłđŠđŽđŠđłđ·đąđ„đ°đŽ.
đ đŻđ°đž đ±đđąđșđȘđŻđš â pov: u need a bad boy playlist.
Merda, vocĂȘ estava Ă flor da pele. Nada que conseguiria melhorar o seu dia, nĂŁo depois de ver os vĂdeos do namorado que estavam rolando timeline a dentro. Poxa, nĂŁo era como se vocĂȘ nĂŁo entendesse que aquele era o trabalho dele. Ele era basicamente um produto a ser exposto, uma pessoa completamente pĂșblica que milhares de outras pessoas pagavam muito caro para ver de pertinho, mas⊠O que vocĂȘ podia fazer se seu coraçãozinho Ă© frĂĄgil e completamente possessivo?
NĂŁo tinha culpa de ter ficado completamente mordida do jeitinho do loiro no primeiro show do MĂ©xico, principalmente pelo vĂdeo infernal que fazia questĂŁo de nĂŁo sair de todas suas redes sociais, em que ele tira a prĂłpria jaqueta, com aquele jeitinho de puto, para logo em seguida colocar a camiseta verde da seleção mexicana. Argh, que moleque ridĂculo! Ele sabia muito bem o que estava fazendo, sabia que esse jeitinho repleto de marra era a perdição de todas as suas fĂŁs, mas nĂŁo sĂł delas, era a sua, principalmente a sua.
VocĂȘ nĂŁo conseguiu conter a pontada de ciĂșmes que cresceu no seu Ăąmago. Como ele ousava se amostrar assim, todo gostoso, com aquela carinha devassa que ele sĂł fazia quando estava prestes a te deixar de perninhas bambas por boas horas? Porra, isso levou todo o seu humor e carisma pelo resto da noite, mas tambĂ©m trouxe uma vontade imensa de descontar toda a frustração naquele rostinho lindo do japonĂȘs e, nĂŁo demorou para que conseguisse botar isso em prĂĄtica. Horas depois, quando ele chegou ao quarto de hotel em que estavam apĂłs o fatĂdico show, beirando a madrugada, vocĂȘ nĂŁo se controlou.
Ele nĂŁo era burro; percebeu sua carinha emburradinha no momento em que cruzou porta a dentro. Podia nĂŁo saber o motivo completo da sua birra, mas sabia que a culpa era dele. Tentou te amolar, chamar seu nome daquele jeitinho rouco, manhoso, grudar o corpo esguio no seu por trĂĄs, deixar beijinhos no seu pescoço, mas nada pareceu surtir efeito. VocĂȘ era rancorosa; ele teria que se humilhar muito mais se quisesse que vocĂȘ esquecesse a ceninha de mais cedo, e era por isso que se encontravam assim, ambos completamente nus, seu corpo por cima do dele, sentados no enorme sofĂĄ cinza disposto no canto do cĂŽmodo luxuoso, com sua bucetinha babona se esfregando contra o caralho completamente rĂgido do loiro.
â Ah, Ă©? â O som rasgado do tapa ardidinho sendo desferido contra a bochecha branquinha ecoa junto do gemido rouco que escapa dos lĂĄbios grossos. âEntĂŁo âcĂȘ pensou em mim enquanto se assanhava âpras outras, Ă©? Por isso aquela carinha?â
â Porra, princesa ⊠â o tom rouquinho, quebradiço, mostrava que ele estava Ă beira de um colapso de tanto tesĂŁo. Os fios caramelo grudando na testa enrugada pela expressĂŁo sĂŽfrega. Nishimura lutava para manter os olhos abertos. Queria capturar cada movimento lentinho do seu esfregar babĂŁo, mesmo que visivelmente estivesse desesperado para que aquela tortura acabasse. âC-calma, amor⊠Caralho!â
â VocĂȘ nĂŁo passa de uma puta, Nishimura Riki⊠â encaixa o anelar e o polegar no queixo dele, firma o rosto masculino em sua direção e gruda mais seus seios ao tronco firme dele, sussurrando rente os lĂĄbios cheios do namorado. âUma putinha desesperada por atenção.â
â Princesa⊠â âCala a boca!â VocĂȘ rebate na hora. Consegue notar o quĂŁo insuportĂĄvel era para ele se manter irredutĂvel ao seu jeitinho mandona, a lĂngua empurrava a bochecha, estava se mordendo para nĂŁo inverter os papĂ©is e acabar com essa merda toda de uma vez. Queria acabar com esse teu ciuminho idiota, te fazendo chorar na pica dele.
Em contrapartida, vocĂȘ estava amando vĂȘ-lo desse jeito, ansiando por qualquer mĂnimo contato seu, aceitando o prĂłprio castigo. Sentia sua pele queimar com o olhar ardente dele, mesmo que ele estivesse completamente submisso aos seus toques.
â Acha que vai se comportar como um cachorro no cio e vai sair ileso, hm? â força mais seu Ăntimo para baixo, a ponta da cabeça gorda e rosada do caralho grosso passando por sua entrada. Ameaça colocar para dentro, os lĂĄbios chegando a esconder a ponta inchadinha, mas logo retirando em seguida, vendo o fio grundento de sua lubrificação que grudou no topo, conectando seu meio com a extensĂŁo. âFez de propĂłsito, nĂŁo fez? Queria me ver assim, nĂŁo Ă©?â
Desce o toque da base do maxilar para o pescoço longo, firma, roubando o ar do namorado, que fecha os olhos em deleite. âMerda, Por f-favorâŠâ a voz grave suplica, a Ășltima frase quase inaudĂvel. Ao menos teria escutado caso nĂŁo estivesse grudada a ele.
â Hm? â levanta as sobrancelhas, um sorriso presunçoso, completamente sujo, se abrindo ao canto dos lĂĄbios. âO que vocĂȘ disse, lindo?â Aproxima o rosto ao dele, roça os lĂĄbios como num beijinho de esquimĂł, sentindo o arfar quente de Nishimura bater em sua pele ao vocĂȘ apertar os dedos contra a pele do pescoço e friccionar mais o contato dos Ăntimos.
â Filha da puta⊠â ele murmura, o cenho franzido, gotĂculas minĂșsculas de suor se acumulando nas tĂȘmporas, completamente quebrado.
â NananinanĂŁo⊠â estala um beijinho molhado na boquinha vermelha. âNĂŁo Ă© isso que eu quero ouvir, amorâŠâ Mais um. âFala de novo, vaiâŠâ Outro, dessa vez capturando o inferior gordinho entre os dentes, chupa devagarinho, soltando em seguida, engolindo o gemido rouco que Riki solta.
Repara as palmas grandes do namorado apertarem com força a almofada fofinha disposta ao lado, entre os dedos. Ele abre os olhos, o olhar devasso, até mesmo com um leve lacrimejo, se grudando ao seu. O quadril do loiro investe de leve para cima, a cabecinha do pau acertando bem em seu clitóris intocado e voltando para o encaixe do seu meio, fazendo um sonzinho manhoso escapar de seus låbios junto de uma risadinha, que arrepiou todo o corpo de Nishimura.
â Anda, gato⊠â sobe e desce devagarinho na pontinha da extensĂŁo, a cabecinha ameaçando entrar e logo perder o contato. âCaralhoâŠâ ele murmura em deleite, mirando os Ăntimos grudados. Podia ver a marra deles se esvaindo pouco a pouco. âImplora âpra me ter sentando em vocĂȘ, imploraâŠâ VocĂȘ se apoia nos ombros dele, engolindo a cabecinha em seu interior.
â Vadia do caralho⊠â xinga em ĂȘxtase, completamente rouco, jogando a cabeça contra o topo do encosto do estofado. A mĂŁo grande se arrasta por sua coxa, parando na curva de sua cintura. NĂŁo força movimentação, mas finca os dedos ali, apertando a regiĂŁo com força. A lĂngua dele rodeia os prĂłprios lĂĄbios vermelhentos antes de um grunhido grave ecoar ao vocĂȘ retesar contra a cabeça inserida. âSenta âpra mim, amorâŠâ abre os olhos, voltando a atenção para vocĂȘ, soltando em tom de sĂșplica, totalmente ofegante: âP-por⊠favorâŠâ
O ruĂdo da sua risadinha satisfeita logo Ă© coberto pelo gemido rouco que escapa do Nishimura ao vocĂȘ enfim abrigar toda a extensĂŁo em seu buraquinho, de uma vez, estalando sua bundinha contra a coxa firme do loiro. âPorra, gostosaâŠâ Escorrega a mĂŁo direita para sua bunda, aperta com força, descontando a excitação irreprimĂvel do movimento da sua sentada.
Mais um gemidinho entregue sai da boquinha dele, agora entreaberta. Obriga-se a manter os olhinhos aguados somente para ter o vislumbre da visĂŁo gostosa do seu sorriso depravado. Manteve a cabeça contra o encosto, o pomo de AdĂŁo totalmente exposto e o maxilar marcado, tornando-se mais evidentes aos seus olhos graças Ă posição arrebatada do Nishimura. VocĂȘ nĂŁo controla a vontade de abaixar o prĂłprio tronco mais um pouquinho e grudar seus peitinhos arrebitados ao peitoral ofegante, começando um caminho de selinhos e mordidas pelo pescoço branquinho, deixando marquinhas novas que se misturam com as manchinhas anteriormente feitas ali.
â Senta, princesa⊠â desliza as palmas por suas costas, a ponta das unhas curtas se arrastando por sua pele Ășmida, causando leves arrepios em sua espinha. âPara de judiar do seu Nini, hm?â Solta em um meio-gemido pausado. Sua buceta se contrai ao ouvir a voz rouquenha bater direto em seu ouvido, devido a estar coladinha a ele; a sensação da entradinha o espremendo, deixando-o quase que em fora de Ăłrbita.
Num ato abrupto, vocĂȘ sobe os dedinhos para os fios curtinhos do namorado, agarra os fios em sua nuca por trĂĄs e encaixa a boca na dele num beijo molhado. A lĂngua dele chupa a sua devagarinho, fazendo-a perder um pouco da pose dura que tinha adotado contra ele, soltando gemidinhos manhosinhos entre o Ăłsculo completamente manhoso que compartilhavam.
Em meio ao beijo sĂłrdido, sente os quadris de Riki começarem a te estocar por baixo, forte e fundo, o pau acertando o interior com precisĂŁo, porĂ©m devagar, uma estocada apĂłs outra, fazendo seus sozinhos manhosos começarem e serem engolidos por ele em meio ao selar grudento. VocĂȘ nunca conseguia resistir a ele por muito tempo⊠Porra, como amava esse filho da puta com todo o seu ser, nĂŁo conseguia manter a pose de namoradinha brava tendo ele metendo assim. Adorava quando ele a tomava assim, com o cacete rijo entrando e saindo sem perder o jeito rude, acertando seu fundo com vigor.
â NĂŁo aguentou manter essa sua pose de puta confiante por muito tempo, nĂŁo Ă©? â ele sussurra a provocação rente a seus lĂĄbios, estalando um selinho demorado em seus lĂĄbios ao passo que continua estocando para cima. âSĂł minha pica âpra te deixar mansinha, hm?â
â Nini⊠â Começa a rebolar contra os movimentos do namorado, começando a ficar desesperada por um orgasmo a qualquer custo. O tempinho em que ficou provocando o Nishimura começando a cair contra si mesma. Começa a querer aumentar a velocidade das sentadas, movendo sua bundinha para cima e para baixo. âAmor⊠Fode, come⊠eu quero vocĂȘâŠâ
â JĂĄ virou putinha de novo, nĂ©? â provoca rouco, o sorriso chulo tomando conta dos lĂĄbios ao perceber seu jeitinho desesperado para tentar acelerar os movimentos. Ele segura firme em sua cintura e finca forte os pĂ©s no chĂŁo, acelerando os solavancos da ilharga rĂgida para cima, despejando um selo em seu queixo ao passo que observa seu corpinho amolecer cada vez mais acima do dele. âRelaxa essa xotinha pra mim, amorâŠâ Estala um tapa ardido em sua bunda. âVou te deixar mansinha na minha pica âpra vocĂȘ me perdoar, tĂĄ bom?â
. Û đ„ ââ curtiu? deixa um comentĂĄriozinho, uma curtidinha ou um rblog. atĂ© a prĂłxima histĂłria âĄïčđș
â MASTERLIST
grande e gostoso assim como tem que ser.
queria saber quem deixou ele postar foto assimâŠ
30 28 a idade do sucesso... e da gostosura! (EDIĂĂO VERNON CHWE!)
áŻâ đžcapĂtulo Ășnico (SPIN-OFF): Hansol Vernon e alguma coisa com âCâ!
âĄïžconteĂșdo: oneshot, fluff, menção a integrantes do nct (especificamente o Jaehyun đ), Vernon rockstar, referĂȘncias ao filme âSorte no Amorâ, e acho que Ă© sĂł isso!!
[â ] ATENĂĂO: VocĂȘ pode ler essa one sem ter acompanhado a sĂ©rie do Seungcheol, mas jĂĄ aviso: vai estar perdendo uma fic e tanto!! Portanto, leia os 7 capĂtulos de â30 a idade do sucesso e da gostosuraâ, disponibilizados a seguir: [capĂtulo 1, capĂtulo 2, capĂtulo 3, capĂtulo 4, capĂtulo 5, capĂtulo 6, capĂtulo 7].
âĄïžtaglist: @itsneoxys @c-linw @lubila @vlurdolly @winter-wings @meumin9yu @marsplath @cheolsky @helomaby @ifwallscouldtalk2 @gigirassol-i @whtmstng @sailouu @frambosc @acucaradc @manyv (se vocĂȘ quiser ter o seu @ aqui, Ă© sĂł deixar um comentĂĄrio neste post!!)
㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀LISTENING NOW:
㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀1. Kill My Mind â Louis Tomlinson
㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀com amor, ©gđčbzsun!
VocĂȘ gostava de imaginar que todo mundo adorava comĂ©dias romĂąnticas, porque, sinceramente? Era um gĂȘnero que abordava de tudo um pouco: alĂvio cĂŽmico, drama, ação â dependendo do enredo â e, principalmente, romance. Felizmente ou nĂŁo, o mundo girava em torno das relaçÔes, e, geralmente, essas relaçÔes tinham cunho romĂąntico. Fosse um relacionamento que salvasse a vida do protagonista moreno e solitĂĄrio, ou simplesmente uma traição⊠tudo envolvia romance, ao menos para vocĂȘ.
Mas a sua vida estava longe de ser um romance. Talvez uma comĂ©dia pastelĂŁo. VocĂȘ nĂŁo tinha grana â estava mais dura que pedra. Seu apartamento era minĂșsculo e mofado, o que acabava com o seu nariz jĂĄ nĂŁo tĂŁo bom assim, graças a todas as patologias com terminaçÔes em âiteâ, como sinusite e bronquite. E vocĂȘ nĂŁo conseguia fazer o que mais amava no mundo: cantar. Motivo? Volte ao tĂłpico um â vocĂȘ nĂŁo tinha dinheiro.
EntĂŁo Vernon chegou.
tipo coisas que eu amo ler de madrugada đ§đ»ââïžđ§đ»ââïž

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30 28 a idade do sucesso... e da gostosura! (EDIĂĂO VERNON CHWE!)
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[â ] ATENĂĂO: VocĂȘ pode ler essa one sem ter acompanhado a sĂ©rie do Seungcheol, mas jĂĄ aviso: vai estar perdendo uma fic e tanto!! Portanto, leia os 7 capĂtulos de â30 a idade do sucesso e da gostosuraâ, disponibilizados a seguir: [capĂtulo 1, capĂtulo 2, capĂtulo 3, capĂtulo 4, capĂtulo 5, capĂtulo 6, capĂtulo 7].
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㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀㠀com amor, ©gđčbzsun!
VocĂȘ gostava de imaginar que todo mundo adorava comĂ©dias romĂąnticas, porque, sinceramente? Era um gĂȘnero que abordava de tudo um pouco: alĂvio cĂŽmico, drama, ação â dependendo do enredo â e, principalmente, romance. Felizmente ou nĂŁo, o mundo girava em torno das relaçÔes, e, geralmente, essas relaçÔes tinham cunho romĂąntico. Fosse um relacionamento que salvasse a vida do protagonista moreno e solitĂĄrio, ou simplesmente uma traição⊠tudo envolvia romance, ao menos para vocĂȘ.
Mas a sua vida estava longe de ser um romance. Talvez uma comĂ©dia pastelĂŁo. VocĂȘ nĂŁo tinha grana â estava mais dura que pedra. Seu apartamento era minĂșsculo e mofado, o que acabava com o seu nariz jĂĄ nĂŁo tĂŁo bom assim, graças a todas as patologias com terminaçÔes em âiteâ, como sinusite e bronquite. E vocĂȘ nĂŁo conseguia fazer o que mais amava no mundo: cantar. Motivo? Volte ao tĂłpico um â vocĂȘ nĂŁo tinha dinheiro.
EntĂŁo Vernon chegou.
gente Ă© sĂł o meu twitter que nĂŁo tĂĄ carregando as fotos?
façam mais fanfics do cheollie e do vernon (isto não é um pedido e sim uma ordem.)
â talvez vocĂȘ precise de mim! âš nishimura ni-ki.
avisos. dirty talk, meio que exibicionismoâŠ?, anal, sexo protegido, relacionamento estabelecido. um presente pra minha lobinha que briga cmg e me manda figurinha do jay fazendo cara de mal, mas que sei que me ama, â€ïžâš
Era recorrente. As janelas de vidro tremiam, o chĂŁo balançava no ritmo da mĂșsica, e a vizinhança - principalmente sua mĂŁe, ia a loucura. O responsĂĄvel por estremecer a rua inteira era o rapaz tatuado da rua de baixo. Nishimura Ni-ki, filho de imigrantes japoneses, mecĂąnico na oficina do tio, e dono de um Golf rebaixado com a mala repleta de caixas de som. SĂł Deus sabia como aquele carro nĂŁo explodia.
O barulho do som em conjunto com o ronco ensurdecedor do escapamento modificado sempre anunciavam a chegada dele. Isso quando o carro nĂŁo entalava em algum quebra-molas por conta da altura da suspensĂŁo.
Como vocĂȘ sabia tantos detalhes? Simples; ele era seu namorado.
Sua mĂŁe havia tentado inĂșmeras vezes te fazer âdesgostarâ do rapaz. Te apresentado ao filhinho de papai, sobrinho do colega de trabalho dela. Te deixar de castigo.. Enxotar o Nishimura da casa de vocĂȘs mais do que deveria⊠AtĂ© que a coitada desistiu. Nada funcionava. O garoto de lĂĄbios grossos e riso frouxo parecia ter feito algum tipo de feitiço de amarração.
Era comum â mais do que deveria, que ele aparecesse Ă noite, com pizza, ou comida japonesa, ou um dogĂŁo da esquina. Sempre trazendo o sabor preferido de sua mĂŁe para tentar agradĂĄ-la. Conseguia um minimo sorriso dela, desfeito no segundo seguinte; no momento em que ele se jogava no sofĂĄ, mudando da novela para o jogo do Corinthians, gritando como um louco.
âAqui tem um bando de louco! Louco por ti Corinthians!â
âManda esse garoto tirar esse pĂ© sujo de cima da mesa de centro!â, sua mĂŁe sussurrava Ă vocĂȘ, entredentes.
Nos dias de chuva, como estes que narro agora, ela conseguia um descanso. O carro era baixo demais para chegar até sua casa em dias de tempestade como estes.
âAh, com essa chuva ele nĂŁo vem nĂŁo.â, ela sussurrava para ela mesma.
Ledo engano.
Porque nos minutos seguintes, a luz do farol de led do Golf rebaixado iluminava a rua. O som alto, o escapamento escandaloso: lå estava ele. Alto e loiro, atrapalhado, correndo para o seu portão carregando uma mochila enorme, com um boné virado para trås na cabeça, calças largas.
Até deixa a mochila cair na entrada de seu portão, no piso escorregadio. Aliås, ele quase cai. Mas lå estava ele. Apertando a campainha, encharcado, com o nariz vermelhinho.
âNĂŁo Ă© possĂvel.â, sua mĂŁe o vĂȘ pela cĂąmera. O cenho franzido, atĂ© mesmo meio confusa. âAtĂ© de baixo desse torĂł esse garoto tĂĄ aqui.â
âMĂŁe?â, sua voz ecoa. Veste um pijama de frio, munida de um balde de pipoca, e biscoitos recheados. Vem do seu quarto, onde assistia um filme. âParece que eu escutei o barulho do carro do Ni-kiâŠâ
âAh. Claro que escutou. Ele tĂĄ aĂ no portĂŁo igual um rato molhado. Olha, esse menino nĂŁo vai dormir aqui hoje de novo nĂŁo, hein?â, diz em tom de aviso.
âPoxa, mĂŁe! E vocĂȘ nĂŁo abriu pra ele?â, vocĂȘ corre para destrancar o portĂŁo, e abrir a porta de entrada. Logo ele estĂĄ lĂĄ, ensopado, com a blusa colando no peitoral definido, os fios loirinhos que escapavam do bonĂ© pingando frio.
Ele då um espirro. E seu coração aperta. E sua mãe? Revira os olhos, porque jå sabe onde aquilo vai terminar.
âMĂŽ? Que isso? Por que nĂŁo avisou que vinha? âCĂȘ vai pegar um resfriado.â, diz o ajudando com a mochila que tinha nas mĂŁos. Ele a abre, pegando uma toalha pra secar o rosto.
âE aĂ, gatinha.â, ele beija sua testa com um selinho carinhoso, e vira o corpo para sua mĂŁe, com um sorriso grande nos lĂĄbios. âE aĂ, tia? CĂȘ Ă© louco, mĂł chuva. âTava indo pra casa do Jake, mas o carro deu ruim aqui perto da sua rua. Achei melhor parar por aqui⊠E aĂ⊠Se puder, eu colo aqui durante a noite e amanhĂŁ cedo eu jĂĄ desço com o carro lĂĄ pra oficina do tio..â
âSĂ©rio? Que perigo. Imagina ficar a pĂ© no meio do caminho nessa chuva? Fez bem em parar aqui. NĂ©, mĂŁe?â
âAh, claro.â, revira os olhos novamente, cruzando os braços. âJĂĄ vi que pode ter atĂ© tsunami, que esse garoto vai vir dormir aqui.â
âQue isso, sogra, foi o carro que d-â
âHoje foi o carro, ontem foi operação perto da sua casa, antes de ontem foi porque vocĂȘ topou o dedo no asfalto jogando bola com as crianças.â
âAh⊠Acontece.â, ele diz meio sem graça. Mas vocĂȘ o conhece. Conhece aquele tom meio risonho.
âMĂŁe! Deixa ele. Vem amor, toma um banho quentinho e tira essa roupa molhada. Eu tava vendo filme, e comendo pipoca, foi..?â, sua voz foi se distanciando Ă medida em que vocĂȘ sumia pelo corredor, com o Nishimura a tira colo.
E sua mãe surpreendentemente⊠Sorri. Sorri porque, por mais que goste de implicar com o rapaz, e goste que ele tenha medo dela, ela se sente feliz por ver a filha feliz. Sabe que sua menina estå amando, e sendo amada.
âEsse teu shampoo Ă© cheirosĂŁo.â, ele sai do banheiro do jeitinho que vocĂȘ gosta. Calça de moletom larga, t-shirt de algum personagem de anime, e o cabelo loirinho bagunçado.
âTĂĄ quentinho?â, vocĂȘ pergunta meio boba, meio apaixonada.
âAinda nĂŁo.â, ele se deita em sua cama de solteiro ao seu lado, se enroscando na coberta, e em ti, te abraçando pela cintura e enfiando o rostinho gelado em seu pescoço. VocĂȘ dĂĄ um gritinho abafado, mas se enrola ainda mais no corpo dele. âAgora tĂŽ.â
âQue frioâŠâ, vocĂȘ murmura.
Em seguida, Ni-ki te posiciona na frente dele, abraçando sua cintura com firmeza, encaixando sua bunda no quadril dele, e colocando um braço em baixo de seu pescoço. Uma posição quentinha, e confortåvel.
âCĂȘ tava assistindo o que?â, pergunta, a voz rouca em seu ouvido te arrepia de leve. VocĂȘ se remexe no quadril dele, sem ao menos entender qual era sua intenção.
âA princesa e o sapo. Quer trocar? A gente assiste outro.â
âNĂŁo, nĂŁo.. TĂĄ bom esse aĂ.â, diz.
O ambiente é relaxante. O quarto escuro, iluminado apenas pelo brilho da televisão, as cobertas quentes e cheirosas, o cheirinho de sabonete vindo dele. Tudo compactuando para que seu sono viesse devagar. Se⊠Não fosse o incÎmodo de Ni-ki.
Ele se remexia pra frente. Pra trĂĄs. Suspirava. Sussurrava alguns âaiâ, contidos, atĂ© que vocĂȘ resolvesse virar para ele, para ver o que estava acontecendo.
âQue foi?â, pergunta sonolenta. Ele beija seus lĂĄbios num selinho molhado, negando com a cabeça.
âNada nĂŁo, princesa.â, vocĂȘ semi cerra os olhos, fazendo ele sorrir fraco. Fofa. âQuer saber mesmo?â
âClaro, nĂ©.â
A conversa flui em um tom baixo de sussurros comedidos.
âAcontece que vocĂȘ âtava com essa bunda gostosa e quentinha pressionando no meu pau, e agora eu tĂŽ duro.â, diz. Desta vez nĂŁo hĂĄ resquĂcio de brincadeiras.
âAmorâŠâ, vocĂȘ sopra nos lĂĄbios dele, quando ele avança em um beijo gostoso. A lĂngua quentinha em sua boca, o gostinho da pasta de dentes ali presente.
âEscuta, princesa. Preciso que vocĂȘ colabore, ok? Vou te comer bem gostoso, prometo, mas vocĂȘ nĂŁo pode gemer alto, tĂĄ?â, diz, a boca ainda colada na sua.
âTĂĄâŠâ, diz perdidinha, a coxa do Nishimura jĂĄ entre suas pernas, esfregando de leve sua ĂĄrea quentinha.
âPromete?â, esfrega com mais pressĂŁo, te fazendo engolir um gritinho.
âPrometo.â
âPerfeito. Vira de costas pra mim de novo, huh? Quero te comer por trĂĄs.â
Se ele soubesse como suas palavras tem efeitos em vocĂȘ⊠VocĂȘ o obedece de imediato, e o sente abaixar sua calça de pijama, junto com a calcinha, de uma vez sĂł. Pela movimentação, imagina que ele tenha abaixado a prĂłpria calça tambĂ©m.
Em seguida sente o comprimento gordinho passando entre suas coxas fartas, roçando na sua fenda jå babada, em um vai e vem torturante. O pau dele jå suficientemente babado para fazer com que volta e meia a cabecinha inchada escorregasse para dentro.
âNiniâŠâ, geme baixinho, entregue aos braços dele, que parece nĂŁo ter pressa nenhuma.
âOi, princesa⊠FalaâŠâ, dissimulado, Ă© o que diz, baixinho em seu ouvido com a voz grossa.
âE-eu..â, sua voz sai quebrada. Ao menos sabe o que pedir, tontinha de tesĂŁo.
âPede, bebĂȘ⊠Eu tĂŽ aqui⊠Quer que eu meta? Ou quer tentar de novo?â, a voz baixa em seu ouvido deixava seu corpo molenga.
Com tentar de novo, vocĂȘ sabia muito bem ao que ele se referia.
âQueroâŠâ diz amuadinha, mas ansiosa. Sabe que ele vai fazer com carinho.
âAs coisas estĂŁo aquiâŠ?â
âUhum, na gaveta.â
Ele se estica para pegar uma camisinha, e o gelzinho lubrificante. VocĂȘ nĂŁo demora a sentir sua entradinha menor ser melada com o lĂquido viçoso e geladinho. Contrai um pouco quando sente, mas logo Nishimura te tranquiliza.
âCalma, princesa. A gente sĂł vai atĂ© onde der, ok?â
VocĂȘ confirma em um aceno, sentindo em seguida a ponta do polegar dele ali, rodeando a entrada de seu cuzinho com delicadeza, brincando de colocar e tirar. VocĂȘ morde a fronha de seu travesseiro, o rosto queimando de vergonha e tesĂŁo, mexendo quase imperceptĂvel o quadril de encontro Ă mĂŁo de seu namorado.
âCĂȘ Ă© louco⊠Caralho, princesa⊠Que bundinha apertada⊠Imagina meu pau aqui dentroâŠâ
VocĂȘ escuta a voz dele, mas mal consegue assimilar as palavras. NĂŁo quando o polegar esfrega sua entrada de trĂĄs, e o dedo do meio entra em sua bucetinha carente, formando um gancho, afim de chegar naquele pontinho que sabe que vocĂȘ gosta.
âPosso meter? Posso botar, amor?â, diz apressado, quase esbaforido, pensa no quanto ele quer aquilo, e passa a querer tanto quanto.
Quer enlouquecer seu Nishimura, quer dar a ele uma experiĂȘncia gostosa, prazerosa, porque dar prazer a ele te dĂĄ prazer.
Ele engole a seco quando passa o pau jĂĄ protegido pelo buraquinho. A mĂŁo grande vai atĂ© seu grelinho, massageando em cĂrculos com leveza, mas precisĂŁo. A respiração dele jĂĄ estĂĄ entrecortada, o pescoço começando a suar, e o calor da coberta nĂŁo lhe parece mais tĂŁo convidativo. Se sente quente demais.
âNini..â, murmura baixinho, um desespero no fundo da voz rouquinha.
âCalma, bebĂȘ, calma⊠Primeiro sĂł vou passar a cabecinha, tĂĄ? SĂłâŠâ, a frase se perde em um gemido manhoso quando ele sente o mĂșsculo apertĂĄ-lo como se quisesse expulsĂĄ-lo. âSĂł mais um pouco, linda. SĂł mais um poucoâŠâ
CentĂmetro por centĂmetro ele estava dentro de vocĂȘ. O cenho franzido, perdidinho com a sensação nova desejada hĂĄ tanto tempo. PorraâŠ
âSĂł vou me mexer quando⊠VocĂȘ falar⊠Que podeâŠâ, a voz entrecortada recheada de suspiros dengosos faziam com que vocĂȘ se arrepiasse.
Engole em um engasgo quando sente vocĂȘ, por si sĂł, dar uma rebolada, afim de se ajeitar. TĂŁo sufocante, apertada.
A sensação era ainda melhor quando ele pensava o quĂŁo sujo, e proibido aquilo parecia. Sua mĂŁe no quarto ao lado, dormindo, ou assistindo televisĂŁo, e ele ali, completamente enterrado em vocĂȘ, te tendo rebolando na porra do pau dele. Comendo seu cuzinho devagar, com todo carinho que a princesa dele merecia.
Nunca havia feito anal, assim como vocĂȘ. Era uma experiĂȘncia nova mĂștua, um nĂvel a mais de intimidade na relação.
Entrega.
Sem ao menos pedir, vocĂȘ ditava os movimentos, rebolando no seu Nishimura, de olhinhos fechados, agraciada.
Ele acompanhava seus movimentos com leveza, tentando ao mĂĄximo se controlar pra nĂŁo se deixar levar, e acabar gozando rĂĄpido.
NĂŁo parava nem por um segundo de massagear seu grelo inchadinho, tentava puxar vocĂȘ para mais perto de seu corpo como se fosse possĂvel.
âCaralhoâŠâ
âNi..â
âShh, shh⊠Que cuzinho gostoso, princesa, porra⊠Vai me deixar gozar nele, huh? Fala, fala pra mim.. Me deixa te ouvir..â
âE-eu v-vouâŠâ, seus olhos transbordavam lĂĄgrimas doces, o corpo ameaçava tremelicar.
A chuva lĂĄ fora aumentava, os trovĂ”es incessantes, mas ali dentro do quarto, era sĂł vocĂȘs dois.
Com a mĂŁo livre, Ni-ki insere o dedo do meio em sua boca carnudinha, fazendo vocĂȘ chupar desastradamente. Ele feche os olhos gemendo, uma mistura de desespero e alĂvio.
Até.
Até..
Sua mĂŁe bater na porta te chamando.
Te chamando e perguntando o que vocĂȘs estavam fazendo. Agora cabia a Ni-ki ter força o suficiente pra sair de dentro de vocĂȘ, e agir com normalidade.
Quando vocĂȘ o agarra pelo quadril, mesmo virada de costas para ele, o impedindo de sair.
âVendo filme, mĂŁe!â, vocĂȘ responde alto, a voz sem tremer.
Ni-ki parece confuso, mas nĂŁo se move.
âDemorou tanto tempo pra conseguirmos, nĂŁo Ă© agora que vamos parar. Continua, me fode, Nini.â
Ah, e ele te obedeceria.
migas, eu namorava um menino e terminamos por uns assunto que foi culpa minha, nisso eu sei que fui idiota, mas nĂłs temos uma amiga que eu jĂĄ conheço ela deste pequena, e eles começaram a ir pra escola juntos de ĂŽnibus e ficaram MUITO prĂłximos, ele fica pegando no cabelo dela, ficam se cutucando isso e ali, Ă© isso me irrita, PORQUE A GENTE TERMINOU, Ă© porque a MINHA amiga estĂĄ de gracinha com meu ex, ele faz âparteâ do meu grupo de amigas, e inclusive que parece que estĂŁo me excluindo đââïž ajudem a coitada

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áĄă €đž Jealousy áĄă €đž
â pairing: kim mingyu x reader.
â categoria: smut
â word count: 1.014
â avisos: reader ciumenta!!!!, fem!dom, sub!gyu, spit kink, degradação, oral (f), tapas, bathroom sex, pussy drunk!gyu, masturbação (m), mommy kink (testando coisas aqui!!!), aftercare.
â notas: pensei um dia que eu teria que escrever uma reader com ciĂșmes que faz o gyu pedir perdĂŁo ajoelhado, e aqui estĂĄ <3. Espero que vocĂȘs gostem!! đ
â Amorzinho⊠â Mingyu te chama, mas vocĂȘ finge que nĂŁo o escuta. Segue atĂ© a cozinha, separando as coisas para bater seu whey, e ele vem atrĂĄs de vocĂȘ, como um cachorrinho. Sabe que se o olhar neste momento ele estarĂĄ igual um filhotinho perdido â Vida, eu⊠â vocĂȘ o interrompe com o barulho do mixer, ainda de costas. Toma a bebida em longos goles, deixando as coisas na pia para lavar depois, e sobe para o quarto, Mingyu ainda na sua cola.
eu to com milhe e uma coisa pra fazer da escola e MORRENDO de preguiça pqp