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A minha parte eu fiz, denunciei todos os stories de casais do meu insta
Agora sou dark 🤟
Achei que seria de bom tom mudar meu user aqui pq tava enjoada do outro, só não contava que eu teria que atualizar TODOS os links da masterlist
Feliz dia dos namorados, amor!

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aquele onde soul vai até sua casa ver sua coleção de pokemon. +18, shota!sub
Não imaginava que em plena faculdade começaria uma amizade por causa da sua coleção de Pokémon, mas foi assim que você conheceu Haku Shota.
O hobbie em comum uniu vocês, e em questão de alguns meses o nerdinho tímido virou seu amigo mais íntimo dali.
Mas Shota era bem reservado, não costumava aceitar seus pedidos para qualquer outro passeio que fosse fora do horário de intervalo entre as aulas. E não tinha vergonha nenhuma em admitir que preferia passar o fim de semana em casa jogando Minecraft do que em um barzinho aleatório com você e o resto da turma.
Mas então, você apareceu com uma proposta bem tentadora, que fez Shota rever suas escolhas até o momento.
“Eu consegui!” - Disse animada, sentando ao lado do colega que jogava algum RPG esquisito no celular.
“O que?” - Perguntou sem interesse algum, sequer olhou pra você, focado demais na personagem com uma quantidade de roupa bem duvidosa na tela do aparelho.
Pensou em comentar sobre, mas preferiu deixar pra lá, entre as nerdolices do amigo, gostar de pokémon era a menos esquisita.
“Completei as ilustrações raras da coleção do Eevee!” - Disse olhando pra ele, esperando para ver se a informação faria com que Shota finalmente te desse um pouquinho de atenção.
“Mentira!” - E meu deus, nem você esperava por isso.
Shota enfiou o celular no bolso com rapidez, te olhando com os olhinhos brilhantes: “Cadê? Quero ver!” - Disse com pressa, olhando em volta de você procurando pelas cartinhas.
“Tá na minha casa, ué” - Riu quando viu a empolgação do amigo ir embora tão rápido quanto surgiu. “Cê’ sabe quanto aquilo vale? Não vou trazer pra cá.” - Deu de ombros, vendo o amigo emburrar, cruzando os braços na frente do corpo.
“Então por que me contou se não vai me mostrar?” - Shota murmurou, procurando pelo celular no bolso para voltar para a partida, com sorte ainda daria tempo.
Mas você foi mais ligeira em segurá-lo pelo braço, causando uma sensação estranha no amigo, que parecia que tinha levado um choque quando sentiu você encostar nele.
Shota não era tão carinhoso, diferente de você, que gostava de contato físico, vivia abraçando seus amigos, menos ele, é claro.
Sabia que ele era envergonhadinho desde o momento que o conheceu, e por mais que Haku tivesse se soltado um pouquinho à medida que a amizade foi crescendo, certos contatos ainda o deixavam meio descoordenado.
Ele te olhou, quietinho, sem falar nada, mas não se separou do seu aperto, deixou com que você se segurasse no braço dele, até gostou um pouquinho para falar a verdade, sua pele era tão macia, e você tinha um cheirinho gostoso de algum doce. Às vezes ele notava seus lábios também, como estavam sempre brilhantes por causa do gloss, que ele conhecia bem, afinal você sempre usava o mesmo, era de chocolate, será que tinha gosto de chocolate também? Ele andava pensando bastante nisso.
“Cê’ vai ou não?”
“O que?!” - Shota pareceu tomar um susto, sequer estava ouvindo o que você estava falando.
“Na minha casa amanhã, você vai né?” - Piscou os olhinhos pro amigo, fazendo charminho para convencê-lo, queria tanto poder finalmente passar um tempinho com Shota que não fosse numa área de convivência da faculdade.
“Não!” - Ele respondeu rápido, sem nem pensar, era claro que não. Se Haku já se perdia em pensamentos sujinhos com você em um ambiente público, imagina se ficassem sozinhos?
“Shota, por favoorr…” - Miou um pouquinho, segurou a mão do amigo com força, e viu as bochechinhas fofas ruborizando de leve. “Você quer ver minha coleção, não quer?”
“Mas você pode trazer aqui pra me mostrar” - Shota tentou apresentar a solução mais razoável, mais segura pelo menos. Mas era mais segura pra ele, não pra sua coleção.
“Você acha que eu sou doida de trazer meu binder pra cá? Vamo lá, Shota, você pode ver toda minha coleção!” - Chacoalhou o amigo pelos braços, usando de toda a manha que tinha para adoçar a voz.
“Taa! Eu vou.”
-
Shota sentia que ia morrer desde o momento que entrou no seu apartamento. As coisas já começaram difíceis pra ele no momento em que você o recebeu na porta, a regatinha estampada deixava pouco para a imaginação, e ele tentou não olhar muito, mas era claro que você não usava sutiã por baixo.
E foi ainda pior quando você o abraçou forte, tão feliz por finalmente encontrar o amigo fora da universidade.
Era perceptível que tinha algo acontecendo ali, Haku não era muito bom em disfarçar, as mãozinhas nervosas não saiam dos bolsos da calça, e a pele branca das bochechas assumiu um tom rosado que qualquer um a quilômetros de distância conseguia enxergar.
Então chegaram ao seu quarto, onde você guardava a coleção de cartinhas. Shota sentou na beirada da sua cama, claramente nervoso. Observou você remexendo nas prateleiras, tirando pilhas de binders, cada um com uma capa diferente, decorada por você.
Você levou até a cama, sentando ao lado do amigo para mostrar para ele cada um dos itens da coleção.
Shota, olhava para as figuras, tentando agir normalmente, com alguns comentários pontuais sobre já ter aquela carta, ou algo assim, mas ele estava surtando.
A sensação de estar sentado na sua cama, com você ao lado dele só fazia ele lembrar de alguns pensamentos que ele vinha tendo com você. Ele tentava prestar atenção nas coisas que você mostrava e dizia, mas o olhar sempre acabava desviando para qualquer coisa no quarto.
Analisava seus produtos sobre a penteadeira, os itens de decoração espalhados na estante, então enxergou o pijaminha entendido sobre a cadeira, era tão pequeninho, o pensamento de você vestindo ele contaminou o cérebro de Shota. Agora só conseguia pensar nisso, olhou pra você, ocupada demais em folhear as páginas cheias de cartas coloridas, que nem notou o olhar fixo de Haku sobre você.
Sua postura confortável, inclinada sobre a coleção, fazia o tecido da regatinha escorregar um pouquinho sobre a curva dos seios, dando um pouquinho da visão dos peitinhos apertados na blusinha justa.
Porra Shota, agora não.
Era só nisso que ele tentava pensar, mas a sensação dentro da cueca começava a incomodar, e agora era questão de segundos até que você notasse o volume dentro da calça de moletom.
“Você tá bem?!”- Shota olhou rápido pra você e assentiu, em seguida folheando qualquer outro binder que estava jogado pela cama.
Mas você não acreditou, estava bem na cara que tinha algo ali. Você sabia como Shota ficava nervoso perto de você, inclusive gostava disso, mas nunca tinha visto o amigo nesse nível
“Você ta suando.” - Você disse, tentando conter o sorrisinho sem graça que insistia em escapar pelos lábios.
“A-ah, to é?” - Ele riu fraquinho, claramente constrangido, não pelo suor que escorria pelas têmporas, e sim pelo problemão que ele estava tentando esconder dentro das calças.
“E cadê os eevees’ que você me falou?”- Haku desconversou
“Eu guardo as cartas raras separadas, pera’ aí!” - Levantou animada, indo em direção ao enorme guarda-roupas no quarto.
E Shota só conseguia se xingar mentalmente por ser tão pervertido. Por que assim que você se curvou para alcançar a gaveta mais baixa do móvel, ele só conseguia olhar pro shortinho atolando na curva da sua bunda.
“Achei!” - Disse animada, fazendo Shota se endireitar em cima da cama.
Ele foi ligeiro em tomar um álbum qualquer nas mãos e largar sobre o colo, escondendo a ereção enorme que se tornou impossível de disfarçar.
Shota pigarreou quando você se aproximou novamente, evitou qualquer contato visual com você ou qualquer parte do seu corpo e pegou a coleção nas mãos como se a vida dele dependesse disso.
“Shota, é sério, tá tudo bem?” - Você insistiu na pergunta anterior, já começava a ficar preocupada com o rubor cada vez mais forte no rosto do amigo. “Quer uma água?!” - Você levou a mão ao rosto do amigo, que deu um pulinho no lugar com a sensação. “Você tá muito quente, Sho! Espera aí!”
E antes que Haku pudesse explicar você já tinha saído do quarto. O que foi um alívio para ele, que pode suspirar pesado, pensando melhor em uma maneira de se livrar daquela situação sem a visão do seu corpo para deturpar os pensamentos dele.
Então ele se levantou, andou para o quarto de um lado para o outro, respirando fundo, tentando se acalmar e de alguma forma acalmar a ereção enorme. Foi para o cantinho do quarto, ao lado do roupeiro, para caso você entrasse ali não desse de cara com ele ajeitando o pau duro dentro da cueca.
E por mais que tentasse, era impossível. Tentou arrumar o membro de todo jeito, mas sempre acabava aparecendo de alguma forma, Shota se odiava por ter escolhido usar uma calça de moletom, já que, além de ser impossível esconder o volume, a piroca melada estava começando a manchar o tecido cinza.
Ele queria ser só seu amigo normal, que passa uma tarde de boa com você, por que ele tinha que ser tão nojento? Mal conseguia pensar em outra coisa a não ser em colocar o pau pra fora e se punhetar ali mesmo, só sentir o seu cheirinho nos lençois já fazia o membro guinar dentro da calça.
Olhava de um lado para o outro, tentando ocupar a mente com qualquer outra coisa, mas era difícil quando ele estava dentro do seu quarto, onde tudo o fazia lembrar de você; as decorações fofinhas sobre a escrivaninha, os pôsteres colados na parede, as roupas dentro da gaveta… Observou as peças dobradas ali, e uma de rendinha branca chamou a atenção.
Ele olhou em direção ao corredor, segurou a respiração pesada atento a qualquer somzinho que fosse, mas nada, você não estava por perto. Então não se conteve em puxar a pecinha rendada. Era minúscula. O tecido não deveria cobrir nada, era tão macio… Então levou até o rosto, e gemeu satisfeito sentindo o cheirinho, porra, queria te sentir pertinho assim também.
Esfregou o tecido no rosto, igualzinho a um gatinho manhoso, e aproveitou da sensação com os olhinhos fechados. O pau guinou dentro da calça, e Shota não se conteve em esfregar o pedacinho de renda sobre o volume também, tentando ao máximo controlar o gemidinho sôfrego.
Queria ficar ali pra sempre, só sentindo seu cheirinho, se esfregando na sua calcinha até gozar, porra, ele queria poder fazer isso. Então sem pensar, embolou o tecidinho nas mãos e enfiou pra dentro do bolso.
“Shota?”
Ah não.
“O que ce’ ta fazendo?” - O seu tom de voz receoso já entregava que você tinha visto alguma coisa.
Shota então virou o rosto em sua direção, só o rosto, já que se virasse por completo com certeza te assustaria com a mancha molhada nas calças.
“Eu h-hm, eu tava procurando, procurando seus binders… Vo-Você guarda aqui né?” - Shota nunca havia gaguejado tanto em toda sua vida, tentou disfarçar se virando em direção as gavetas, como se realmente estivesse procurando a coleção, mas o único compartimento aberto era aquele com suas peças íntimas.
“Tava procurando na minha gaveta de calcinhas?”
“A-Ahm, desculpa!” - Soltou um risinho fraco, puro nervosismo. “Eu n-não queria, desculpa…”
“Shota… Você tava mexendo nas minhas calcinhas?”
“Não!”
“Shota, olha pra mim”
Quando Haku te ouvir falar com aquele tom firme ele tremeu, sabia que agora não tinha saída, mas ainda continuou no mesmo lugar, de costas pra você, torcendo para que de alguma forma o mundo acabasse ali e agora, só pra ele sair dessa situação.
“Olha pra mim agora”
Ele conseguia sentir você se aproximando. Então tomou coragem, se virando pra você devagar, tentando esconder a ereção com as mãos.
Mas aquilo só te chamou ainda mais a atenção, desviou o olhar da carinha de coitadinho, completamente vermelha para o tecido armado e manchado. O membro tão grande, desenhado no tecido do moletom não era tão fácil assim de cobrir.
“Me mostra” - Você disse, apontando para o volume com a cabeça, e em seguida encarando o amigo que te olhou assustado.
“O que?” - Arregalou os olhinhos
“Me mostra, Sho” - Disse séria, dando um passo à frente, agora a centímetros do rosto do amigo.
Shota suspirou pesado, analisando sua expressão, sem acreditar se você falava sério ou não, mas o semblante irredutível indicava exatamente quais eram suas intenções.
Então Shota levou as mãos trêmulas até a barra da calça, segurou de forma desajeitada, alternando o olhar entre as vestes e você, que assistia atenta aos movimentos do amigo.
Então ele abaixou a peça junto com a cueca, ambas completamente arruinadas pela lubrificação que escorria em abundância da cabecinha sensível.
Shota sentiu ainda mais vergonha quando o pau espasmou ao bater contra abdômen magrinho, fazendo a excitação escorrer por todo o comprimento do membro.
Haku era grande, bem grande, o membro não era exatamente grosso, mas o comprimento longo te deu água na boca. Se viu lambendo os lábios com a cena.
O amigo amuadinho no canto, te encarando com os olhinhos brilhantes de filhote. Ele podia sentir as unhas curtinhas fincando nas palmas das mãos, cerradas ao lado do corpo, sem saber exatamente como agir.
“Quer se tocar, Sho?” - Você questioniou com as sobrancelhas arqueadas, assistindo o japonês negar.
“Uh-uh” - Shota murmurou, fechando os olhinhos de vergonha enquanto você o analisava.
“Fala a verdade. Quer se tocar, não quer?” - Você empurrou a mechinha da franja que caiu sobre os olhos dele, colocando-a atrás da orelha. Aproveitou a proximidade para olhar com carinho, notou como os olhinhos dele brilhavam quando ele olhava pra você, até mesmo na atual situação.
Haku ponderou um pouquinho, mas confessou que sim, desviou o olhar para o próprio pau, completamente sensível, a cabecinha vermelha inchadinha, ansiosa por qualquer toque que fosse.
“Quero te ver se tocando…” - Você sussurrou pertinho do rosto dele, fazendo com que um arrepio percorresse por todo o corpo. Viu Shota engolir o seco, e sem jeito, levar a mão até o próprio membro, estimulando devagarzinho.
Um suspiro escapou da boca dele, o arzinho quente batendo contra os seus lábios te deu vontade de beija-lo de uma vez, mas gostaria de brincar mais um pouquinho. “No que você pensa geralmente?”
Shota pareceu confuso, já estava tão burrinho de tesão antes mesmo de tirar a roupa, mas agora ele realmente não conseguia assimilar mais nada, tentava manter os movimentos contra o pau suaves, mas era dificil controlar com você falando mansinho assim com ele.
Então ele murmurou um “hm?” baixinho, praticamente gemeu contra seu rosto. Viu o jeito que ele lambeu os lábios enquanto encarava os seus, imaginou que ele estivesse com tanta vontade de beijar quanto você.
“No que você pensa quando se masturba, Shota?” - Repetiu a pergunta, agora indo direto ao ponto.
Shota soluçou um pouquinho, apertou a piroca aumentando o ritmo dos movimentos, não conseguiu controlar o desejo, afinal, ele só pensava em você.
“V-você…”
E então você sorriu satisfeita. Teve que apertar as coxas para controlar a umidade que escorria na calcinha. Não parava de pensar nas coisas que poderia fazer com ele, Shota era o garoto perfeito, com certeza aceitaria de bom grado tudo o que você tivesse para oferecer.
“Quer que eu te ajude?”
Desceu o olhar para assisti-lo masturbando o pau teso, então, levou a mão a cabecinha delicada, vendo-o revirar os olhinhos quando você apertou ali.
“H-humm” - Choramingou sôfrego
“Ta doendo, amor?” - Perguntou com uma pena fingida, enfeitando os lábios com um bico manhoso, idêntico ao que ele estava fazendo enquanto gemia seu nome.
“S-sim” - Haku gaguejou, jogando a cabeça pra trás e dando espaço para que você assumisse os movimentos.
Você começou estimulando a cabecinha, esfregando a pontinha na palma da mão. Não viu necessidade de lubrificação, afinal o pau de Shota babava como nunca, te ajudando a deslizar os carinhos por todo o comprimento.
“Shota...” - Com muito esforço ele abriu os olhinhos, te encarando de pertinho. “Quero que você olhe pra mim, sim?”
“Me beija” - Shota deixou escapar, incapaz de se controlar tão pertinho da sua boca, sua respiração batendo contra o rosto dele já estava o enlouquecendo.
“Pede direito!” - Apertou a cabecinha com força, fazendo o japonês se contorcer no lugar.
“H-hmm, por f-favor, me beija… por favor…” - Haku implorou com os olhinhos úmidos de lagrimas, a voz quebrando num gemido avido, enquanto ele tremia sobre seus toques.
“Agora sim, bebê…”
E então colou os lábios nos dele. A boquinha já estava inchada de tanto morder tentando controlar os gemidos, então você aproveitou para lamber com vontade, chupando entre estalinhos barulhentos até a saliva escorrer pelo queixo do loirinho.
“O-obrigado…” - Murmurou entre os beijinhos, tentando a todo custo ganhar mais um, lambendo seus lábios que nem um gatinho.
“Bebê… pega essa calcinha do seu bolso”
“Hum?” - Shota voltou ao nervosismo de antes, agora tendo a certeza de que você tinha visto tudo. Mas de qualquer forma, já era tarde demais, então ele apenas te obedeceu.
Pegou a calcinha de forma descoordenada no bolso da calça embolada na altura das coxas e depois estendeu pra você.
Você pegou a calcinha, soltando uma risadinha fraca, analisando a peça que ele havia escolhido.
“Gostou dessa?” - Perguntou, segurando o tecido pelo elástico fininho, sacudindo-o na frente do rosto de Shota.
Ele concordou assentindo com a cabeça,
“Então abre a boquinha pra mim, abre…”
Ele sabia o que viria a seguir, então prontamente abriu a cavidade, colocando a linguinha pra fora deixando escapar um gemidinho manhoso. Em seguida você enrolou o tecido nas mãos e socou tudo dentro da boquinha,. Shota aceitou de bom grado murmurando de boquinha cheia: “Obrigado”
Continuou a estimular a piroca, agora com mais agilidade, abusando da sensibilidade para superestimular o amigo que gemia cada vez mais alto, sentindo a sensação gostosa do orgasmo se aproximando.
Com a mão livre segurou o rostinho de Haku com violência, apertou as bochechas rosadas com os dedos forçando-o a te encarar.
“Eu não sabia que você era tão putinho, Sho…”
Você recebeu um gemido como resposta, Shota tentava murmurar algo, mas todo som que saia da boquinha era abafado pelo tecido da calcinha completamente encharcado de saliva.
“Você é nojento, Sho…” - Experimentou degradar um pouquinho o loiro, que revirou os olhos ao ouvir o xingamento, sacudindo a cabeça rápido em concordância.
“Você é sim. Mexendo nas minhas coisas ainda…” - Disse séria, apertando ainda mais o rostinho enquanto as lágrimas começavam a escorrer pelos olhinhos brilhantes. “Merece uns tapinhas, não acha?”
Um lamurio manhoso escapou da boca de Shota, que repetiu desesperadinho “Por favor, por favor”
O corpinho de Shota espasmava cada vez mais, ele tentava a todo custo segurar o osgasmo eminente, mas o jeitinho rude que você punhetava o pau o deixava cada vez mais próximo do climax.
Então você soltou o rostinho contorcido de prazer, apenas para surrar a bochecha vermelha com um tapa forte, que fez o rosto virar com o impacto.
Os olhinhos de Shota reviraram, e ele se entregou totalmente a bagunça que você o transformou, com lágrimas escorrendo por todo o rosto enquanto ele pedia por mais, sentindo os jatinhos de porra jorrarem da piroca sensivel.
Você continuou os movimentos sem parar, ordenhando a piroca até que a ultima gota do liquido espesso escorrer da cabecinha.
Segurou o rosto de Shota de novo, para tentar mantê-lo no lugar enquanto você continuava os movimentos, superestimulando o pau fazendo o loirinho choramingar em agonia.
“T-ta sensível…” - Ele disse, mas não tentou te conter em momento algum.
“Quer que eu pare, bebê?” - Você perguntou com uma pena fingida, lambendo de levinhos os lábios machucadinhos.
“N-não! Eu vou, eu vou de novo” - Ele avisou, se retorcendo no lugar enquanto você sentia a piroca guinar contra o aperto da sua mão.
“Vai gozar de novo, amor?”
“S-sim, por favor!” -
“Pode gozar, Sho” - Usou o polegar pra esfregar a pontinha enquanto focava os movimentos de vai-e-vem na cabeça da piroca.
“O-obrigado” - Shota revirou os olhos enquanto gozava pela segunda vez seguida, jorrando leitinho por toda a sua mão, o líquido ralinho escorrendo pela palma até pingar no tapete rosa do quarto. Shota só conseguia gemer, tentando recuperar o fôlego aos pouquinhos, nunca tinha gozado tanto assim.
Então, com a mãozinha suja mesmo, você pegou o tecido empapado de dentro da boquinha e limpou a palma melada ali. Em seguida, ajudou o amigo a vestir a calça novamente, aproveitando para devolver a calcinha arruinada de volta ao bolso.
“Pode levar essa de presente, por ter sido tão bonzinho, Sho.”
divas, espero que tenham gostado <3 curtidas, comentarios, reblogs e asks são mt bem-vindos, e me fazem muito feliz hehe !!! beijinhos
Agradecimentos especiais a @trulieber pq esse plot saiu da boca dela!!! e também a nene, que ta off aqui mas mesmo assim me ajudou <3
CECE ESCREVEU ESSA COM A CANETA PEGANDO FOGO PQP
Laurinha, n quero passar mais um dia dos namorados chupando o dedo 😭
Essa frase n era pra parecer safada, desculpa
KSSKSKSKKSKSKSKSK amiga vc mandou isso pra maior cabaço do site, tem 22 anos que passo o dia dos namorados chupando o dedo (do jeito ruim da coisa)
Clima de Copa e fui fazer o mapa astral do nosso Brasil brasileiro [SIM! países tem mapas astrais e é possível saber sobre o povo, a cultura e até prever crises através da análise dos posicionamentos + trânsitos] e estou gag que as coisas fazem sentido
Olha só:
Ascendente em Aquário + Sol em Virgem = lema da bandeira nacional: Ordem [virgem] e Progresso [aquário]
Marte em Escorpião + Vênus em Leão: faz sentido o porque atribuem à nós o borogodó do mundo todo e o fato da gente ser animados no geral
Lua em Gêmeos + Mercúrio em Virgem: ...peça para um brasileiro ser sério o dia todo e falhe, e o fato da gente ser espertinho [Mercúrio em domicílio - alta agilidade mental]
Amei 🤧
Data e hora usados: 07.09.1822, por volta das 16 horas [hora do grito às margens do Rio Ipiranga de Dom Pedro I]
por isso que eu amo esses país de contenda...a Vênus, o Marte e a Lua fazem aspectos com os meus planetas pessoais...
INCRÍVEL
───𝐞 𝐨 𝐛𝐞𝐢𝐣𝐢𝐧𝐡𝐨, 𝐫𝐨𝐥𝐚? | 𝐜𝐡𝐨𝐢 𝐬𝐞𝐮𝐧𝐠𝐜𝐡𝐞𝐨𝐥
───choi seungcheol × fem!reader // fluff // sugestivo // w.c: 0.5k
[𖦹] notinha da sun: é galera, fiquei ansiosa e escrevi uma coisinha pra me acalmar, tá piquituxa, but eu curti. beijocas!! 💋
— amor, eu tô indo, tá? — você se virou de bruços no sofá, anuindo com a cabeça para o seu noivo, seungcheol ficou esperando com a mão na maçaneta enquanto você se controlava para não rir da situação, sempre tinha o beijinho de despedida, não importasse o quanto estavam atrasados ou adiantados para os seus compromissos, seungcheol não conseguia sair de casa sem pelo menos encostar os lábios nos seus, não precisava ser nem de língua.
seungcheol estava noivo de uma mulher com alma de menina que gostava de provocar, você não podia perder a chance de olhar para aquele rostinho lindo e desolado, provavelmente ele nem percebia, mas a frustração de não te ter na frente dele, nas pontinhas dos pés pra receber um beijinho fazia os lábios formarem um beicinho fofo.
Toda vez que leio algo do Seungcheol noivo ou marido eu tenho vontade de arrancar todos os meus cabelos na pinça!!!!!!!
Laurinha, vc é uma mulher escrita pela Ali Hazelwood, considerando q vc trabalha em laboratório, logo vc é mto foda, vc é a Olive, omg
AHAHHAHAHAHAHAHAH não ironicamente amo todos os livros da Ali, já li umas 50x
Por onde anda meu Adam????

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Meu hiperfoco em vôlei voltou e agora tô esperando dar 20h pra eu assistir a seleção brasileira masculina jogar
Laurinha, eu n te odeio tá
Te acho mto top, suas fics são 10/10 (eu sou leitora fantasma me desculpa) e eu sou uma velha olha a forma como eu falo, desculpa n sei interagir
But enfim, you're the dyva beijo ❤️
OMG É A GABZSUN
Muito obrigada pelo elogio as minhas fics mwah 💋
E vc pare, se vc é uma velha eu sou o que??? I LOOOOOVE interagir com vc hihi
You’re the biggest diva here bby!
uma das leoninas que prestam e que eu gosto!
um beijo! amo nosso jeito crônico online de ser!
OMG QUE HONRA
Te adoro, Juca!!!! Amo compartilhar minhas 187339 horas de tela com você <3
ou lauraa como vc esta princesa? A gente nao interage muito ne
Oiiii Cora amorrrr!!! Tô bem e vc? Verdade né, mas é porque eu tenho vergonha 👉🏻👈🏻 sinto que estou incomodando todo mundo que eu interajo nesta rede (self sabotage feelings)
Oi Lau se vc me odeia só olha se vc me ama vem aqui em casa tomar chimarrão CMG
Nunca tomei chimarrão, vai ser minha primeira vez to nervosa 👉🏻👈🏻 vc promete que vai fazer um gostoso?

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laura o que você acha de alura (a plataforma) ser um anagrama pro seu nome? eu acho paia, porque sempre que digito muito rápido eu quase te chamo de alura [😭]
Muito feio admitir que eu fui pesquisar o que era alura ou tudo bem? Eu nunca ouvi falar nessa plataforma [😭] mas agora vou ficar pensando nisso
Oiii gente se vcs gostam de mim mandem asks se me odeiam só olhem