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olha eu que falei do vernon daddy kink, agora tô louca para ver alguém falar sobre isso !! na minha cabeça, ele era um dos seventinhos que jamais gostaria disso ??
vocês ficaram gag de la gag com o vernon ter daddy kink né... pois é, eu também
confesso que não é minha vibe, mas a tiragem dele me indica isso sim rsrsrs
arcano maior: o hierofante
arcanos menores: VII de espadas e ás de ouros
O Hierofante é praticamente a carta da autoridade legítima, da figura de mentor, professor, guia. No aspecto sexual, pode representar alguém que se sente atraído por relações baseadas em diferença de experiência, liderança, proteção e em alguém que ensina/conduz. Quando homens representam esse arcano, têm uma tendência a gostar de orientar, cuidar, assumir responsabilidade e uma posição mais dominante durante o sexo. O Hansol tende a enxergar o sexo como algo em que cada um ocupa um papel com naturalidade, pode sentir prazer em saber exatamente qual é sua função na dinâmica da relação. Ele sente prazer em transmitir segurança, tomar decisões (com consentimento!!! pelo amor de deus) e fazer o parceiro/a relaxar.
Na prática, sinto que isso possa aparecer com caregiving/aftercare, praise kink ("boa garota", elogios e afins), guidance kink (em que há prazer em ensinar, orientar e conduzir), e acredito que ele tenha uma dominação mais calma e firme, baseada em confiança e presença, do que em intensidade ou agressividade. Acho que ele goste que o chamem de "daddy", justamente porque isso reforça esse lugar simbólico de responsabilidade e admiração (sem papo estranho aqui, hein galera).
O VII de espadas pode complementar isso mas de uma forma um pouco diferente, porque é uma carta que fala sobre coisas que ficam escondidas. Pode indicar que ele tenha fantasias privadas, fetiches em que ele não goste/não consiga falar sobre e uma vida sexual diferente da imagem pública. Ele aparenta ser mais reservado, quietinho e mais sério, mas pode ter fantasias bem específicas que dificilmente revela para qualquer pessoa. Esse arcano menor também pode indicar que ele goste da parte mais psicológica do negócio, gostando muito de tensão sexual, provocações, poder exercido de maneira sutil e até uma degradaçãozinha leve, talvez. Essa carta faz ele parecer mais "comum" do que ele realmente é; pode passar uma imagem pública bastante séria, mas, quando cria confiança suficiente, mostrar interesses ou dinâmicas que poucos imaginariam (rs). Esse contraste costuma ser bastante marcante dessa combinação com O Hierofante.
O Ás de Ouros eleva isso pra um lado um pouco mais concreto. Reforça alguém que, ainda mais no contexto do daddy kink, demonstra afeto através do cuidado financeiro, presentes, oferecer conforto e criar um ambiente seguro. A carta também costuma indicar alguém bastante sensual, que prefere experiências táteis e consistentes em vez de algo caótico ou puramente impulsivo. É um arcano muito ligado à generosidade, com uma tendência a querer proporcionar prazer e conforto ao parceiro, prestando atenção ao que ele gosta e às suas reações.
e já que eu sei que vocês vão me perguntar, me indica que ele tem um pau acima da média, e com boas proporções (ou seja, bonito).
no fim das contas é o quietinho com a mente deturpada, do jeito que nois gosta
— avisos: um tiquinho de dirty talk, strength kink, uma reader manhosa & um namjoon que faz tudo pela namorada, humping, sexo sem proteção (como sempre, mas vcs não podem), spit kink, creampie.
— notas: tava com um bloqueio, aí deixei essa de lado, mas depois que voltei a escrever, terminei rapidinho. Então foi gostosinha de escrever. Espero que vocês gostem!! 💗
— now playing: tears, sabrina carpenter.
Ver seu namorado sendo responsável não deveria ser algo pra te deixar tão excitada, certo? Mas poderiam te culpar quando existia tantos homens por aí que não conseguiam ser adultos minimamente funcionais? Poderiam te culpar quando ele parecia tão gostoso, sem camisa, enquanto falava ao telefone pra resolver um problema seu? Haviam batido no seu carro e Namjoon agora discutia com o outro motorista a respeito do conserto, tudo isso enquanto fazia massagem nos seus pés.
Você sentia sua calcinha úmida, seu líquido começando a escorrer, enquanto o observava falar coisas que você nem mesmo fazia questão de escutar.
— Vou levar seu carro amanhã pra consertar, vejo o valor e envio pro cara pagar. — ele te avisa e o fato de que você não terá que levantar um dedo pra arrumar nada, porque ele vai cuidar de tudo, te deixa ainda mais molhada.
— Amorzinho, foi um momento bem tenso essa batida, acho que preciso de massagem em outro lugar… — faz uma manha, característica de quando está tramando algo, mas Namjoon está tão preocupado com você que nem percebe.
— Onde, meu amor? — ele franze o cenho, pronto pra te servir como pode. Você abre as pernas de levinho, expondo o meinho coberto apenas pelo tecido fininho do short de malha que usa em casa.
— Aqui, vida. — aponta pro meio das pernas e sorri, sapeca. Namjoon revira os olhos, rindo do seu jeito desinibido.
— A minha princesa tá com a bucetinha molhada? Por quê? — você ameaça querer ficar tímida com a pergunta, mas sente que já está quente demais pra ficar se fazendo de bobinha.
— Você é tão bom pra mim, tão responsável, que eu fico excitada só de pensar em você. — resolve ser ainda mais destemida e engancha os dedinhos nos cós do shortinho, o retirando rapidinho. Abre as perninhas, mostrando a bucetinha babona, deixando seus lábios brilhantes visíveis — Olha como ela fica, Namu, tudinho pra você. — é exibida, gosta que ele te olhe, abre os lábios da bucetinha até mostrar a fendinha carente que expulsa lubrificação aos montes.
— Você quer que eu faça massagem aí, amor? — ele pergunta, apreciando cada pedacinho de você. Desde o biquinho manhoso até o buraquinho pulsante.
— Uhum, com o seu pau, Namu. — Namjoon grunhe, derrotado pela suas palavras. Ele livra a rola gorda do short tactel que usava, te puxa de uma vez, até que esteja deitada, com as pernas abertas. Você dá uma risadinha, amando ser uma bonequinha frágil nos seus braços. Namjoon sorri de canto, sabendo que você adora quando ele usa a força pra te jogar pra lá e pra cá.
— Preciso ser um bom namorado e cuidar da minha namoradinha, né? Ela precisa relaxar. — Namjoon encaixa o pau entre seus lábios, começando movimentos de vai e vem, se lambuzando nos seus sulcos e moendo seu clítoris com a glande roxinha — Era essa massagem que você queria, amor? — você nega com a cabeça — E o que é, hum? — tenta responder, mas ele aumenta a velocidade dos movimentos, te fazendo revirar os olhos e gemer.
— Nam… — nem sabe o que quer falar, só sabe gemer o nome do namorado.
— Se você não me disser não tem como eu saber, vida. — ele provoca e você jura que o bateria, se tivesse força pra algo além de agarrar as almofadas do sofá.
— Me fode… — consegue dizer, entre gemidos. Namjoon para o que estava fazendo, levando as mãos até a parte de trás dos seus joelhos, te dobrando até que eles encostem nos seus seios cobertos. Ele guia o pau até sua fenda e entra, devagarinho, te fazendo alucinar no jeito que sente cada pedacinho dele dentro de si. O fato de só você estar nua da cintura pra baixo te deixa maluca, como se estivesse tão apressada que nem conseguiria pedir pra que ele tirasse o restante da roupa.
Namjoon tira quase todo o pau de dentro de você, deixando apenas a glande, antes de empurrar tudo de novo, te fazendo arquejar. Ele faz outra vez, obcecado pelo jeito que sua bucetinha se estica a cada vez que ele se enfia novamente.
As estocadas, lentas, mas profundas, te fazendo senti-lo tão fundo, te deixando tão cheia. O barulhinho molhado espalha-se pela sala, junto com seus gemidos e os de Namjoon. Ele desce uma das mãos pra brincar com seu clítoris durinho, prendendo-o de levinho entre os dedos, fazendo suas pernas tremerem.
Cada vez que ele ondula o quadril, você sente a ponta gorda beijar seu pontinho por dentro, sendo duplamente estimulada. Observa o rosto do homem acima de si, que não consegue decidir se olha seu rostinho contorcido em prazer ou sua bucetinha babona ao redor da sua pica.
— Amor, amor, amor. — começa a chamar pelo namorado, se sentindo tão pertinho de gozar, o orgasmo quase ao alcance das mãos.
— Goza pra mim, minha vida. — ele deixa um fio de saliva cair em cima da bagunça de fluidos que faziam, voltando a te masturbar com rapidez. Os dedinhos dos seus pés se dobram, seu abdômen ondula e você sente o orgasmo te atravessar. Seu líquido encharca o pau de Namjoon, fazendo com que ele consiga deslizar ainda mais rápido.
Namjoon continua metendo, até gozar dentro de você, te fazendo sentir a porra quentinha te inundar. Ele deita por cima de você, ainda dentro, e você o abraça. Sente as pernas virarem gelatina, não sabe se será capaz de andar pelos próximos minutos.
— Se minha recompensa por ser responsável por você sempre for essa, pode ter certeza que você nunca mais vai levantar um dedo. — ele diz, com a voz abafada por conta da cabeça enfiada no seu pescoço, e você ri.
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amigos!gyuhao x leitora ♡ smut [18+ menores não interajam] #avisos: threesome/menage (m/m/f), dupla penetração, sem camisinha, gozando dentro, oral, dirty talk.
contexto da putaria: onde após levar um pé na bunda, você vai chorar para os seus dois melhores amigos e acaba descobrindo que eles sonham há anos em te dividir. w.c: ~4k
Ი︵𐑼 you can read it in english here :)
a segunda garrafa de vinho já está quase na metade na mesinha de centro, você está na casa de mingyu e minghao, os dois dividem o imóvel há anos, e vocês se conhecem desde o ensino médio. estão, teoricamente, cumprindo o papel de melhores amigos em um pós término. passaram as últimas duas horas ouvindo você reclamar do ex namorado, e claro, te dando razão em todas as reclamações.
mingyu segue massageando seu tornozelo, enquanto minghao, sentado no outro sofá, tem o corpo esparramado no estofado enquanto bebe um pouco mais.
“ele agia como se me chupar fosse um favor” bufa, virando o restinho da taça com raiva. “eu mal gozava…”
o silêncio na sala chega a ser constrangedor, até mesmo a massagem de mingyu é interrompida, o kim da uma risada desacreditada, claramente carregado pelo álcool, não bêbado, o moreno está completamente consciente, apenas um pouco totalmente sem filtro.
já é ruim o suficiente te escutar fazendo reclamações sobre o ex quando tudo que ele sempre quis foi te ter. agora, ouvir que ele tratava como favor? merda, o ódio o cega em segundos.
“favor? filho da puta.” a voz sai rude, irritada. “o cara tem você na cama dele e age como se fosse favor? doente do caralho. sabe o que eu e o minghao fariamo-”
“mingyu!” o chinês repreende, antes mesmo que o outro termine de falar. assustado demais com o que poderia sair da boca do moreno. “cê tá começando a se passar.”
você não entende muito bem o que está acontecendo, mas enche novamente a taça de vinho, prestando atenção nos amigos. minghao solta o ar pelo nariz, um suspiro irritado.
“não é questão de fingir, porra. é questão de respeitar o momento, ela tá mal.”
“vai tomar no cu, xu minghao!” rebate rápido, o corpo grande se mexendo no sofá, voltando a massagear sua panturrilha. “vai dar uma de santo? depois de ouvir que ela mal gozava?”
“mingyu, cala a boca!”
ainda sem entender a situação, você encara os dois. a menção que a ‘mal gozar’ foi o estopim para mingyu, não é justo, ele está indignado.
e o carinho continua, agora subindo para o seu joelho.
“não vou calar a boca.” rosna. “eu cansei de fingir que a gente não conv-”
“eu juro por deus que se você abrir a boca pra falar mais uma palavra, eu quebro sua cara.” a voz de minghao é fria.
você engole em seco, os olhos indo de um ao outro. mingyu debocha, e ao invés de recuar com a ameaça, ele apenas segue atacando.
ainda sem entender o que está acontecendo você continua bebendo, talvez um pouco perdida demais na própria lamúria para se importar com os dois melhores amigos discutindo na sua frente, digo, eles moram juntos e brigam o tempo todo, não é lá uma grande coisa, certo?
“quebra. porque cansei, porra. cansei de fingir que a gente não passa noites em claro imaginando como seria dividir ela todinha.”
você trava, seus olhos se arregalam, engasgando no álcool que acaba de ingerir, tentando processar o que acabou de escutar. não é sobre proteger você, sobre ódio ao seu ex. é sobre os seus dois melhores amigos te desejarem juntos.
o loiro solta uma risada soprada, claramente desacreditado que o maior foi capaz de expor isso, mingyu não mentiu, claro que não, já passaram noites na varanda falando sobre como te dividiriam, descreviam e imaginavam da forma mais suja possível. mas no fim do dia ainda são seus amigos, e minghao não queria que aquilo fosse exposto de tal forma.
“vocês…” pergunta, a voz ainda trêmula.
o ar pesa, até demais, o desespero evidente nos olhos dos dois, uma mistura de arrependimento mas também de liberdade em finalmente ter exposto como se sentem. você segue os encarando, ainda perdida no que supostamente está acontecendo, e minghao decide começar a falar.
“é. porra…” assume. “a gente pensa em te dividir, há anos, desde o ensino médio pra ser sincero. só que cê nunca deu nenhuma abertura então a gente te respeita. o mingyu realmente se passou muito agora, foi mal. esquece isso.” coça a nuca.
o chinês é sincero no pedido de desculpas, nunca foram pervertidos esperando uma oportunidade, sempre foram seus amigos, apenas, acontece que, além disso, alimentavam um desejo fodido por você.
o silêncio seguiu no cômodo, mingyu ainda fazendo massagem na sua perna, como se isso a fizesse esquecer as coisas que ouviu, a taça de vinho ainda na sua mão, você encara mingyu, depois minghao, a respiração falhando.
“desde o ensino médio?” a pergunta sai baixa, quase receosa.
“a viagem que a gente fez pro chalé dos pais do minghao depois da formatura,” o kim confessa, “quando você veio dormir com a gente porque o ar condicionado tava quebrado.” ri. “a gente não dormiu aquela noite. foi torturante.”
você deveria estar assustada, porque no fim nunca pensou que seus amigos te vissem assim, mas porra, só conseguia sentir tesão. lembra bem da viagem, quando deitou na cama com eles achou que o silêncio era apenas cansaço, tinham passado o dia todo no rio, saber anos depois que na verdade era esforço para não deixar o tesão os dominarem, fez sua cabeça rodar.
“a gente te ama, princesa. você sabe disso” o loiro é sincero, se aproximando e tocando seu cabelo. “por isso a gente nunca nem abriu a boca. melhor morrer sufocado no nosso desejo do que correr o risco de perder você.”
“se quiser a gente chama um uber ou um táxi agora e finge que isso nunca aconteceu.” mingyu completa. “me passei mesmo, perdão.”
os segundos seguintes são curtos mas carregados de tensão, ambos ansiosos com a resposta, você ainda meio confusa, nunca pensou nos dois assim, é claro, minghao e mingyu são gostosos para caralho, no ensino médio inclusive todas as meninas queriam dar para eles, e isso se estendeu para a faculdade, e em qualquer festa que vocês costumavam ir. sempre foi tão natural ver eles apenas como seus amigos.
todas as vezes que foram em festas ou boates juntos, você sempre soube que dividir é algo recorrente pra eles, não foram apenas duas ou três vezes que os assistiu levarem uma garota para casa, e bem, claramente não passariam a noite jogando uno…
só não esperava que eles pensassem em você dessa forma também, digo, é tão confuso, já dormiu diversas vezes na cama com os dois, ficou bêbada ao ponto de terem que te dar banho, até mesmo contou de dates que teve com caras aleatórios e nunca, os dois nunca mencionaram ou insinuaram nada.
parecia a porra de uma piada de mau gosto, uma forma de apenas te ‘deixar melhor’ porque teu ex namorado é um merda.
ao mesmo tempo, descobrir que eles te desejavam ativou algo em seu cérebro.
“s-se vocês querem mesmo, então... eu não quero um uber.”
o silêncio que se instala na sala é brutal.
a verdade é que, por mais que sonhassem com isso, imaginassem, por mais que houvessem planejado casa detalhezinho dessa noite, os dois nunca pensaram que de fato poderia acontecer.
a mão de mingyu trava no seu joelho, te encarando como quem esperasse uma risada dizendo que é brincadeira. enquanto minghao parece quebrar.
“tem certeza?” o xu se aproxima.
mingyu volta com o carinho em você. “ela disse que não quer o uber, minghao. porra, ela quer dar a buceta pra gente.” apesar da frase explícita, o tom é quase que esperançoso.
os olhos de minghao descem pelo seu corpo, faminto, uma intensidade que você nunca viu, “tem noção de quantas vezes a gente pensou nisso? em como a gente imaginou te marcar inteirinha, te deixar burrinha de pau, cheia da gente.”
“sem favor nenhum, princesa.” o kim diz trêmulo, a boca se aproximando do seu pescoço. “a gente quer estragar todinha. deixa?”
“p-por favor.” você pede, gemendo manhosa só de imaginar os dois pegando você.
mingyu beija seu pescoço te deixando molinha, os lábios chupando a pele sem muita força enquanto minghao beija os seus lábios, a boca grossa, a língua quente invadindo sua cavidade bucal, a pressão dos dois corpos em você.
merda, por que não percebeu isso antes?
sente os dois sentando no sofá, colocando cada perna sua em uma coxa deles, sentindo sua calcinha ficando úmida com os beijinhos e carinhos nada castos que os dois distribuem.
os dois homens abaixo de ti ainda sem acreditar que estão realizando o sonho de pegar você, delirando só de pensar que finalmente vão poder te ver pelada, te tocar, usar seus buraquinhos e te fazer gozar pra eles.
“sua pele é tão gostosa.” minghao murmura enquanto desce a alcinha fina da sua blusa pra baixo, expondo seus peitinhos sem muito esforço, com uma calma que chega a te irritar.
mingyu quase geme, largando seu pescoço na mesma hora para mamar o biquinho rígido. chupando com tanto desespero que vocês consegue escutar o barulho da sucção. o loiro se junta também, o mesmo movimento, um pouco mais devagar, mas ainda sim molhadinho.
sua cabeça ainda um pouco zonza, porém tenta não se levar a sério, afinal, a essa altura do campeonato, transar ou não é irrelevante, a amizade de vocês já está arruinada.
você revira os olhos, a sensação dos dois peitinhos sendo mamados ao mesmo tempo sendo nova pra você. é o suficiente pra melar toda sua calcinha, te deixando manhosinha, fazendo seu quadril se remexer involuntariamente contra a coxa dos dois.
a mão do mais velho brinca com a barrinha do seu shorts, tentando espalmar ali por dentro enquanto te assiste manhar.
“t-tão gostoso.” você geme, incentivando os dois a continuarem.
não que precisem de um incentivo.
você já é mais o que suficiente.
minghao te coloca completamente no colo dele, e rapidinho o tecido jeans cai por suas pernas, levando a calcinha junto.
você tá exposta. mingyu segura seus tornozelos ao lado do joelho do amigo, deixando sua bucetinha a mostra, piscando.
é um pouco humilhante, pouca coisa aconteceu e você está completamente babada, mas não consegue sentir vergonha, não quando assiste o kim literalmente choramingando quando passa a língua no tecido que segundos antes estava atoladinho em você, lambendo a calcinha que você nem imaginava tirar essa noite.
minghao te beija, passando os dedos nos biquinhos molhados pela saliva deles. ao mesmo tempo que o maior larga o tecido para passar a língua em toda sua xota, te fazendo arquear o quadril com o estímulo duplo, porra, não iria durar daquele jeito.
“toda molinha.” mingyu ri, passando a língua novamente, provando todo o gostinho salgado que sai de dentro da sua entradinha. “sonhei tanto com isso, piranha.”
a frase te atinge em cheio, fazendo seu ventre formigar. sua bucetinha piscando visivelmente, fazendo o kim debochar.
“gostou, foi? do que mais você gosta? hm? putinha?” dá um tapinha leve no seu clitóris, te ouvindo soltar um gritinho. “biscate?” outro tapinha é desferido.
“cachorra,” minghao rosna, beliscando um dos seus mamilos, “tá burrinha de tesão né?” ele ri, “eu também tô, delirando no seu corpinho gostoso.” as palavras te impedem de raciocinar, sua entradinha piscando a cada insulto, os tapinhas e beliscos te dando choquinhos no corpo, você manha, sem se preocupar com o quão patética está soando.
“me f-fode, por favor.” agarra o pau do chinês no moletom, minghao geme, não esperando o toque repentino, mas aceita quando você enfia a mão por dentro do tecido, punhetando leve o pau dele.
e no mesmo minuto, enquanto mingyu chupa sua buceta, você sente ele forçar um dedo no seu cuzinho.
a invasão fazendo seu corpo arrepiar, o gemido saindo rasgado da sua garganta, já havia feito anal anteriormente com seu ex, mas não chegava perto de sentir a pontinha do dedo do kim te abrindo por trás, o cuzinho tentando expulsar o dedo grosso enquanto o amigo insistia, te fazendo se acostumar com o toque, enquanto continuava chupando tão devoto o buraquinho melado.
“g-gyu…” geme.
a sua mão para no pau de minghao, travando devido a estimulação do buraquinho, porém o chinês dita o ritmo, cobrindo sua mão com a dele própria, te obrigando a movimentar a piroca.
“isso, princesa, assim.” mordisca sua orelha, ainda brincando com seus peitinhos com a mão livre.
o dedo no cuzinho sai por completo, apenas para você sentir minghao largando a sua mão e enfiando dois dedos no buraquinho.
“linda, porra, sonhei tanto com isso.” mingyu ri, enfiando o dedo na sua bucetinha, enquanto ainda chupa seu clitóris.
você choraminga, ser dedada nos dois buraquinhos te deixando burrinha, a cabeça jogada para trás no ombro do loiro enquanto você mexe o quadril, querendo se afundar mais nos dois, ignorando qualquer dignidade.
“cuzinho apertado, preciso abrir bem pra poder enfiar meu pau” minghao coloca o terceiro dedo. “vai deixar, né? porra, nosso sonho sempre foi te dividir por completo.”
o terceiro dedo é empurrado de uma vez, enquanto mingyu ainda curva os outros dois dele na sua xotinha. você geme arrastado, as paredes tentando acomodar os dedos do loiro que te abre sem qualquer pressa, se aproveitando na manha. beijando seu pescoço, aproveitando seus gemidinhos.
“essa putinha nasceu pra ser nossa.” mingyu debocha, raspando de leve o dente no seu pontinho inchado. os queixos e lábios dele completamente molhados do seu suco.
“piranha gulosa. nossa.”
você não consegue se segurar, sentindo o cacete de minghao latejando na sua mão, sentindo seu cu abrindo e relaxando, as primeiras lágrimas de tesão borraram sua visão, e você se remexe contra o colo do chinês.
é tudo tão gostoso que chega a ser injusto, porra, nunca se sentiu tão desejada e confortável.
“hao… mete no meu cuzinho, p-por favor.” implora, sem se importar com o quão patética você soa.
nem se quisesse minghao conseguiria rejeitar, e você nem sabe de onde sai o tubo de lubrificante, mas assiste ele passar o gel em todo o comprimento da piroca, se alinhando no buraquinho apertado.
quando ele encaixa e começa a entrar, mingyu volta a chupar o biquinho do seu peito, te distraindo um pouco do caralho se forçando contra o cuzinho.
“tão gostosa, porra, sonhei tanto com isso.” ele geme meio descompassado, sentindo seu cu tentando expulsar o cacete duro.
mingyu te encara, usando o polegar pra limpar uma das lágrimas que escorre na sua bochecha, mas se recusa a parar de mamar o peitinho. a leve ardência da pica espessa em contraste com o quão mole e úmido seu corpo está para os amigos.
minghao enrola seu cabelo, fazendo um rabo de cavalo bagunçado, passando a língua no seu pescoço, o gosto salgado do suor da região na boca dele. “se mexe quando quiser, gata. essa piroca é toda sua.”
os dedo grossos do kim volta a bombear na sua xotinha molhada, fazendo você instintivamente começar a quicar lentamente no colo do chinês, ainda devagar, testando os ares.
“gostosa, merda, tão linda.” minghao geme. completamente desestabilizado pelo prazer de ter o pau enterradinho em você.
ele não tenta ditar o ritmo, nem te dominar, o que te deixa ainda mais molinha, a forma como os dois estão dispostos a aceitar qualquer coisa que você quiser dar a eles, a forma como te encaram e passeiam a mão pelo seu corpo como se quisessem se convencer que você realmente esta ali.
cada vez que você sobe e desce, o caralho grosso no seu cuzinho te faz gemer manhosa, sentindo lentinho você ser aberta.
“a gente tá maluco por você,” mingyu assume. “porra, sempre fomos.” a boca antes mamando seus peitinho te dá um beijo bagunçado, chupando sua língua, enquanto os dedos seguem bombeando na bucetinha, o polegar brincando com o grelinho inchado.
“não para, princesa, porra, não para.” minghao parece um pouco desesperado entre chupar o seu pescoço, segurar seu cabelo, e usar a mão livre pra brincar com o biquinho molhado pela saliva de mingyu. “sonhei tanto com isso.”
mingyu para os dedos na sua xotinha, te encarando diretamente com as orbes escuras, a respiração falha. “deixa eu meter também? preciso dessa buceta me engolindo, a gente sempre planejou assim.”
a voz sai quase que manhosa, choramingada, e quando você assente, as peças de roupas restante caem tão rápido no chão que parece ser calculado.
e talvez fosse, porque eles sabem exatamente o que fazer.
“a gente vai te levantar, princesa. segura no meu pescoço.” mingyu manda, e em questão de segundos os três estão em pé.
suas pernas agarradas no quadril do moreno, assim como o braços ao redor do pescoço, mingyu agarrando suas coxas quanto minghao se agarra no seu quadril, a cabecinha da piroca se alinhando tão fácil na sua xoxota.
e quando entrou, seu corpo da um solavanco no ar, jogando a cabeça pra trás num grito preso na garganta, enquanto se sente cheia como nunca, as duas pirocas bombeando dentro de você, os dois buraquinhos sendo arrombados.
não consegue mais falar, dominada pelo prazer, sua garganta solta sons grotescos, seu corpo sendo empurrado pra baixo e para cima enquanto mingyu invade sua bucetinha ao mesmo tempo que minghao usa seu cuzinho, seu corpo espasmando no ar.
pode jurar que consegue sentir as pirocas se encostando na fina camada de pele, completamente burrinha e mole de tesão enquanto elas te empalam.
“gostosa do caralho.” minghao quase rosna.
mingyu te segurava firme pelas coxas, sabendo que não treinou em vão todas as vezes que usava o peso do seu corpo como referência, as mãos firmes na sua carne quanto usa a força do próprio quadril pra foder sua bucetinha.
enquanto minghao segurava sua cintura, ajudando no apoio enquanto empurra dentro do cuzinho agora não tão apertado, fazendo a cabecinha roçar sensível em você, latejando e já melando tudo por dentro.
“porra, a gente tá dentro dela.” mingyu ri, quase desacreditado. suas unhas rasgando a pele do ombro dele, ao que segue esfolando sua xota.
“nossa buceta, nossa mulher.” minghao rosna, mordiscando seu pescoço, te fazendo soltar um gritinho. “fala que é nossa, caralho.”
você quer, porra, nunca pensou nisso, mas agora tudo que quer é ser usada por esses dois todos os dias, mas sua garganta trave, perdida demais no extase do tesão, sobrecarregada pelo prazer, os dois buraquinhos cheios de pau destruíram sua capacidade de falar.
a única coisa que sai da sua boca é gemidos engasgados, a cabeça jogada pra trás no ombro de minghao, os peitinhos pulando com o corpo.
mingyu encara seu rosto, as lágrimas de tesão escorrendo pela sua bochecha, “princesa, por favor.” a voz chorosa de tesão, gemendo tão putinha quanto você. “fala que é nossa. doutrina a gente.”
você continua burra demais pra falar, tremendo nas pirocas te abrindo, sentindo o próprio corpo anunciando o orgasmo próximo.
“não faz isso porra,” minghao rosna, o tom beirando o desespero. “a gente tá implorando, fala que é nossa. termina de foder nossa cabeça de vez. se quiser, mente, porra.”
e isso é a gota d’água, sequer precisa mentir, você não quer ser de homem algum além desses dois, ouvir seus dois melhores amigos implorarem dessa forma destrava sua garganta na marra, você precisa falar, mesmo que errado, torto, porra, precisa fazer esses homens saberem que sim, você é deles.
puxa o ar em quase um ganido, os buraquinhos contraindo violentamente, o olhar de mingyu quase como de um cachorrinho no seu, você força a voz, rouca, completamente embargada.
“s-sou,” engasga no próprio ar, a cabeça caindo novamente nos ombros de minghao, o quadril caindo para baixo tentando levar ainda mais pau. “de v-vocês.”
a frase toda errada, cortada pelos gemidos manhosos foi mais o que o suficiente, para descontrolar ainda mais os dois homens.
minghao mordeu seu maxilar, urrando enquanto a piroca atolava no seu cuzinho aberto, gemendo enquanto as mão ainda apertavam seu quadril, marcando ali. mingyu mordeu seu pescoço, a dor da queimação se transformando em puro tesão quando você percebeu que eles apenas queriam te marcar, te fazer deles.
você da um último grito mudo, a visão ficando turva quando o orgasmo explode, os buraquinhos se fechando num espasmo quase violento, estrangulando os dois caralhos ao mesmo tempo enquanto os seus homens urram,
“caralho. nossa, porra.”
o aperto é tão violento que nenhum dos dois conseguem segurar, socando num ritmo frenético, terminando de destruir e abrir os seus buraquinhos, fazendo seu corpo pular para cima e para baixo como se não fosse nada.
“m-meus.” o gemido gritado que você deixa escapar é o estopim, sem qualquer aviso, eles gozam junto, explodindo dentro de você.
mingyu esporra em jatos pesados, enchendo seu útero com uma quantidade absurda de porra quente, tremendo enquanto beijava seu rosto e despejava todo esperma dentro da sua buceta. seu buraquinho não aguentando segurar tudo, deixando escorrer.
a porra de minghao também transbordando pelo seu cuzinho laceado, escorrendo quente e grossa pela dobra da sua bunda, num rastro esbranquiçado que lambuzava as mãos do chinês e descia pelas suas coxas, enquanto ele chupava o suor salgado do seu rosto.
eles continuaram estocando devagar durante o clímax, mesmo enquanto gozavam, lambuzando os dois caralhos no excesso de líquido que transbordava.
a bagunça era inevitável: a cada pulsação do caralho de mingyu dentro da sua xotinha, uma nata branca e espessa de suco e gozo espirrava para fora, gotejando direto na virilha dele e melando as pernas dos dois, caindo rasteira no chão da sala e se misturando com a porra do loiro já no chão.
os dois continuam segurando você suspensa por mais alguns segundos, os corpos pesados, trêmulos e completamente esgotados. as respirações quentes e desordenadas contra o seu pescoço e colo. ninguém se mexia, pareciam com medo de que qualquer movimento quebrasse o transe daquela sala.
quando minghao finalmente começou a deslizar para fora do seu cu, o caralho saiu devagar, fazendo um ruído úmido de porra, e sem a piroca para preencher o seu cuzinho, uma poça quente do gozo dele escorreu de uma vez só pela sua bunda, melando a mão do kim que segurava a sua coxa.
o loiro deu um beijo suave na sua bochecha, “nossa.”
“cê tá lavada de porra, puta que pariu!” mingyu murmurou, completamente maravilhado, em admiração. o cacete escorregando pra fora da sua buceta, e repetindo a mesma coisa que aconteceu segundos atrás.
mingyu te senta calmamente no sofá, seu corpo ainda trêmulo enquanto ele vai até a cozinha pegar uma água, você manha, a xotinha e o cuzinho piscando, escorrendo esperma e sujando o estofado.
minghao se ajoelha no chão entre as suas pernas abertas, olhando fascinado para a bagunça de gozo esbranquiçado que te cobria, passa os dedos devagar por ali, recolhendo o excesso e levando à própria boca sem nenhum pudor, os olhos fixos nos seus.
“linda,” deixa um beijo no seu grelinho.
você choraminga, o quadril dando um pequeno solavanco involuntário quando os lábios quentes do loiro encostam no seu pontinho sensível. a língua passeando sem pressa, limpando o excesso de porra misturada com o seu próprio suco, saboreando a bagunça que os dois tinham deixado em você sem o menor pingo de vergonha.
“h-hao.” geme, acariciando o cabelo descolorido.
“cê não tem noção do quanto tá bonita assim, cheia da gente”
“t-tá sujando o sofá, hao.” alerta. um pouco tímida ainda, as coxas tremendo.
não que minghao se importasse, o que ele mais quer é justamente a casa impregnada com o cheiro da lascívia de vocês, mas antes que você pudesse responder, mingyu voltou da cozinha trazendo um copo de água gelada, para no meio da sala por dois segundos, encarando a cena: você esparramada no sofá, nua, trêmula e completamente lambuzada, enquanto minghao continuava ajoelhado entre as suas pernas como se estivesse diante de um altar.
“toma um gole, princesa... devagar” mingyu orienta, a voz tremendo. ele ajuda a levar o copo até a sua boca, segurando a sua mão que ainda tremia pelo pós-orgasmo. ”tá linda demais... podia passar a vida toda olhando pra você assim.”
enquanto a água descia gelada pela sua garganta, um pouco dolorida pelos gemidos altos que deu, um arrepio gostoso percorria a sua espinha, fazendo suas coxas darem pequenos espasmos involuntários toda vez que minghao chupava lentamente um pedaço da sua pele. mingyu ri, usando as mãos grandes para te segurar firme, impedindo que você fechasse as pernas.
“deixa o hao cuidar de você, amor.” o maior pede baixinho, aproximando o rosto do seu para selar seus lábios num beijo demorado, carinhoso demais para o que tinham acabado de fazer. “vou preparar a banheira, tá?”
e quando mingyu se afastou, minghao voltou toda a atenção para o seu corpo, subindo as mãos grandes pelas suas coxas ainda trêmulas. o olhar do loiro era manso, a língua de minghao ainda trabalhava sem pressa, lambendo com calma a porra ainda no seu corpo.
“h-hao... sensível.” você choraminga, enfiando os dedos nos fios de cabelo descolorido dele, tentando empurrar ou puxar a cabeça, sem saber exatamente o que queria.
“eu sei amor,” ele soprou bem em cima do seu pontinho inchado, fazendo você estremecer inteira antes de deixar um beijo estalado e carinhoso ali. “e tá tão linda.”
sobe o corpo devagar, engatinhando por cima de você com um cuidado quase exagerado para não colocar o peso sob seu corpo. e sorri quando a boca encontra a sua num beijo lentinho.
segundos depois, o kim volta, sorrindo satisfeito quando percebe a cena, “banheira pronta, princesa!” mingyu avisa, a voz grave saindo num tom manhoso e convidativo, antes de desviar o olhar para o chinês por cima do seu corpo. ”e pra você também, insuportável, agora sai de cima da nossa mulher.”
“só gosta de mim se eu estiver em cima de você?” minghao provoca.
“uhum, isso mesmo.”
e você não consegue não arregalar os olhos com a cena que vê: mingyu deixando um selinho rápidos nos lábios de minghao, rindo divertido para você depois. “é, isso acontece ás vezes…”
“não finge que não sabia.” minghao sussurra, te pegando no colo e te levando em direção ao banheiro.
bem, não é como se nunca tivesse suspeitado, mas ver acontecer ali, sem qualquer filtro, ou aviso, te deixou um pouco em choque, não de uma forma ruim, claro, apenas… diferente.
assim como toda a noite.
e a essa altura você só poderia agradecer ao seu ex por ser um completo imbecil, e claro, a mingyu por não pensar muito quando está alcoolizado.
e veio ai dinofode que tarda mais não falha!!!! prometi e aqui está os dois hihihi espero que gostem <3
-> headcanons sobre como seria transar com cada membro do piwon baseado em tiragens de tarot e nas minhas interpretações!
-> lembrando que não sou taróloga profissional, e assim como o resto do blog, é apenas um hobby! não levem a sério.
-> isso aqui me deu MUITO trabalho então espero que gostem <3 posso trazer de outros grupos se vocês gostarem, minhas asks estão abertas!
conteúdo +18 abaixo, menores não interajam!
𝗞𝗘𝗘𝗛𝗢
arcano maior: a lua
arcanos menores: IV de ouros e VI de copas
A Lua costuma ser uma das cartas mais associadas à sexualidade inconsciente, determinando um pessoa com imaginação muito fértil. Nesse sentido, o Keeho provavelmente sente forte atração pelo mistério, pelo proibido ou pelo desconhecido, seja na hora de testar algo novo ou inusitado, seja em te comer em lugares escondidos; provavelmente muito adepto do sexo em semi-público e à descobrir novos fetiches sempre. Penso nele querendo dar uma fuga com você durante uma festinha com os amigos até o carro pra te comer ali, ou então na escadaria de algum lugar levemente movimentado. Também é uma pessoa que costuma ter muitos sonhos eróticos e acaba por acordar de pau duro mais frequentemente que o normal.
Algo me diz que ele vive o desejo de uma forma mais intuitiva, sendo movido mais pela química do que pela lógica; possivelmente manteria relações com pessoas não tão boas pra ele simplesmente por que a foda é muito boa. Fisicamente, A Lua costuma representar uma pessoa muito sensível aos estímulos: ambiente, cheiro, iluminação, voz, clima emocional e toque fazem bastante diferença. O melhor jeito de ter ele amarrado em volta do seu dedo é se moldar a esses estímulos, seja planejar um date gostosinho em casa com velas aromáticas, deixar a iluminação mais leve, uma música gostosinha de fundo e deixar tudo fluir.
No aspecto sexual, o IV de ouros fala muito sobre controle. De certa forma, ele pode demorar para confiar em você, costuma a preferir relações mais estáveis à aventura e não gosta de se sentir vulnerável. Acho pouco provável ele ser adepto de sexo casual ou da vibe de "fuder por fuder", costuma abrir espaço aos poucos. Por conta disso, pode ser um pouco obsessivo ou ciumento, algo que facilmente pode transparecer na cama. Vejo ele puxando um pouco mais para o lado dom, principalmente se sentir que o ciúme estiver tomando conta de si. Não deixará de descontar isso em você, talvez puxando para o spanking kink de vez em quando. Keeho gosta da sensação de familiaridade, principalmente no quesito de carinho prolongado; com certeza seria do tipo que te daria um aftercare mais prolongado depois de te comer com força rs.
Isso tudo se amarra quando olhamos para o VI de copas, que fala sobre afeto e doçura. Na sexualidade, mostra uma pessoa que valoriza muito carinho e afeto, gosta de intimidade emocional e busca conexão, conforto e segurança. Pode facilmente sentir que ele está no clima quando começa a te tocar excessivamente, seja com carinhos na coxa, beijinhos mais demorados na bochecha, ou cafunés gostosos. Às vezes também indica nostalgia ou preferência por parceiros que despertem sensação de segurança ― acredito que voltaria para os seus braços mesmo depois de ficar anos sem te ver, simplesmente por te conhecer há muito tempo e já saber como você o chupa melhor do que ninguém.
bônus: pau médio, rosinha na ponta.
𝗧𝗛𝗘𝗢
arcano maior: a sacerdotisa
arcanos menores: valete de espadas e X de copas
A abordagem do Theo pra mim é um pouco diferente. A Sacerdotisa é uma carta de mistério, introspecção e conhecimento interior. Qualquer pessoa que o conhece minimamente consegue perceber isso; ele é uma pessoa um pouco mais reclusa e fechada. No aspecto sexual, ela costuma indicar alguém que não revela seus desejos facilmente e que observa mais do que demonstra. Não significa que ele não tomaria iniciativa de te levar pra cama ― muito pelo contrário ―, mas prefere criar tensão e conexão profunda antes de se entregar por completo. Gosta de ver o quanto o mistério e a tensão sexual te excita, seja por trocas de olhar mais profundas do outro lado do cômodo ou por um sorrisinho de lado quando você olhar pra ele. Sinto que esse é o exato charme dele, te conquista e te faz melar a calcinha só com uma olhada de relance e quando vai ver, já 'tá pulando em cima do pau dele.
Devido à essa introspecção dele, acho que deve ter muitas fantasias/fetiches reprimidos. Não costuma confiar nas pessoas facilmente, mas se ele estiver na tua, vai imaginar as coisas mais eróticas possíveis e se tocar todas as noites pensando em você. Jamais te confessaria isso, mas também sente um pouco de tara na possibilidade de ser pego sendo "sujo", ou corrompendo um pouco a visão séria que as pessoas geralmente têm sobre a personalidade dele; facilmente seria adepto do voyeurismo, ou corruption kink.
O Valete de Espadas traz curiosidade e estímulo intelectual. Não é porque Theo é uma pessoa introspectiva que ele não seja aberto sexualmente, principalmente se vocês já tiverem uma certa proximidade. Gosta de conversar sobre sexo e fantasias, sente atração pela inteligência e pela comunicação e provavelmente observaria muito suas reações pra saber o que você mais gosta e como mais gosta. Por ser um cara mais direto, provavelmente as perguntas diretas te pegariam um pouco desprevenida... "O que você gosta?", "Qual sua posição favorita?", "Tudo bem se eu fizer assim?", e etc. O prazer dele no ato triplicaria de te ouvir gemer alto, ou ver sua perna tremer enquanto ele te chupa.
O X de copas é uma das cartas mais positivas para relacionamentos. Sexualmente falando, Theo vê o sexo como uma extensão do amor e da parceria, valoriza carinho, cumplicidade e reciprocidade e encontra prazer na conexão emocional. Assim como o Keeho, não vejo ele como um cara que tenha muitos parceiros sexuais ou que veja muito sentido em sexo casual, prefere muito mais se conectar com alguém que tenha uma química forte e ter um sexo extraordinário todas as vezes. É algo que me sugere que ele prefere satisfação compartilhada, mais do que busca individual pelo prazer.
bônus: pau médio, aspecto mais natural (sem depilar muito)
𝗝𝗜𝗨𝗡𝗚
arcano maior: o diabo
arcanos menores: rei de paus e rainha de espadas
Confesso que essa tiragem do Jiung me surpreendeu demais. Para todos que o conhecem de fora, ele é essa pessoa vibrante, que tem a fala suave, e até um pouco... inocente? Mas o arcano maior dele diz completamente o contrário. O Diabo é a carta mais diretamente associada ao desejo, à libido e aos prazeres físicos. No aspecto sexual, pode simbolizar que ele tenha uma libido mais alta do que o normal, vive a atração física com intensidade e gosta de experimentar. Vejo ele como uma pessoa adepta ou que pelo menos tenha interesse em BDSM, dinâmicas de dominação/submissão, gosta de um sexo mais intenso e talvez até um pouco exibicionista. Iria para o céu se você o deixasse te amarrar ou te imobilizasse de alguma forma enquanto te estoca, se trouxesse brinquedos sexuais ou alguma ideia nova.
O Jiung é uma pessoa que tem uma tendência a se entregar aos sentidos. Acho que exatamente essa conjuntura que te faria cair nos pés dele: parece uma pessoa completamente fofa e tranquila sempre, mas assim que fica entre quatro paredes com você, se transforma. Te falaria as coisas mais sujas possíveis, testaria coisas novas sempre, te faria ter o orgasmo mais absurdo e continuaria te impressionando sempre. Por outro lado, sinto que ele seja uma pessoa emocionalmente intensa, e isso poderia te incomodar de certa forma. Pode ter dificuldade em separar desejo de apego ou sentir certa impaciência com parceiros que não acompanham seu ritmo.
O Rei de Paus representa confiança, iniciativa e carisma. Sinto que ele não teria problema algum em tomar iniciativa para algo mais íntimo, mesmo que isso não significasse que ele seria dominante na relação; embora goste de liderar ou conduzir o ritmo da interação. Jiung te demonstra segurança e entusiasmo e tem uma energia muito calorosa, espontânea e bastante física. Também seria outro que é adepto do toque físico aos montes, sente que se conecta mais facilmente dessa forma.
A Rainha de Espadas, por outro lado, adiciona discernimento e independência. Pode indicar que Jiung estabelece limites claros e escolhe cuidadosamente com que se envolve, apesar de sua energia sexual mais frenética. Tende a manter mais o senso crítico e proteger sua própria energia, não se deixando levar apenas pela atração física. Se você estiver dormindo com ele, pode ter certeza que você é mais do que um rostinho bonito pra ele.
bônus: pau acima da média, grossura boa.
𝗜𝗡𝗧𝗔𝗞
arcano maior: o sol
arcanos menores: rei de ouros e ás de paus
A tiragem do Intak é uma das mais positivas no quesito sexual, pelo menos ao meu ver. O Sol representa vitalidade, autenticidade e alegria. Na sexualidade, indica alguém que vive o desejo de forma natural, sem muitas repressões e transmite bastante segurança e confiança, principalmente em relação ao próprio corpo. Isso faz mais sentido ainda quando a gente observa ele no geral e principalmente em cima do palco: ele não tem vergonha nenhuma em se mostrar. Ainda em relação com a personalidade dele, tende a ser caloroso, brincalhão e espontâneo; uma pessoa que não gosta de joguinhos psicológicos. Se ele te quer ele vai te falar, sem ficar fazendo cu doce ou demorando pra te responder te propósito pra te deixar apegada.
Sinto que o Takki seria uma pessoa boa demais para estar do lado, bem alto astral, sabe? Faz piadas o dia inteiro, te arranca boas risadas e anda sempre de bom humor. Isso se transmitiria direitinho na hora do sexo, provavelmente ia te dar umas cantadas tão ridículas que iam te fazer rir tanto que quando for ver, já 'tá pelada debaixo dele. O Sol também traz essa energia de maturidade, principalmente relacionada à comunicação, como dito no parágrafo anterior. Pode ter certeza que ele sempre vai demonstrar o próprio desejo de forma aberta e confiante; provavelmente gosta de tomar iniciativa, e continuaria tentando ao máximo te deixar confortável caso algo aconteça durante o ato. Por causa dessa autoconfiança dele, sinto que ele pode ir pro lado do exibicionismo, às vezes? Talvez goste da ideia ou de realmente se gravar ou ser gravado durante o ato, não se acanharia em te mandar vídeos se masturbando com som e tudo, ou de trocar algumas fotos mais quentes.
O Rei de Ouros aqui traz uma energia de estabilidade, sensualidade e presença física. Não é à toa que o Intak é virginano (igual eu rs) e naturalmente tenha uma energia sensual. Na intimidade, costuma simbolizar alguém que aprecia conforto e qualidade, provavelmente não gostaria de transar em lugares muito fora do comum, ― o conforto físico é algo que pesa muito pra ele ao sentir prazer ― preferindo te comer no sofá de casa ou até na própria cama, ao invés do carro ou alguma superfície mais rígida. Gosta de proporcionar uma boa experiência ao parceiro, é paciente e consistente. Se sente que um movimento específico te deixou mais sensível e mais perto de gozar, repetiria ele mais vezes na mesma intensidade ao invés de te meter desenfreado.
Por fim, o Ás de Paus é uma das cartas mais associadas ao impulso sexual. Ela se apresenta em pessoas que atraiam forte atração física, que tenham libido elevada, iniciativa, curiosidade e mais entusiasmo. Acho que ele ainda passa uma vibe meio perv de vez em quando, sabe? Deve gostar de te provocar em público, de te falar alguma coisa suja enquanto dá risada só pra ver como você reagiria. Quando ver que você corresponde, com certeza tentaria mais vezes. Vejo ele como uma pessoa que sente desejo com facilidade e que fica afetado com qualquer coisinha que você fizer.
bônus: pau acima da média, com aparência mais robusta com várias veias hihi.
𝗦𝗢𝗨𝗟
arcano maior: os enamorados
arcanos menores: rainha de paus e II de espadas
Essa tiragem do Soul faz *total* sentido pra mim. Embora seja conhecido como a carta do amor, Os Enamorados também é um dos arcanos mais ligados à sexualidade, pois representa atração, química e escolha. No aspecto sexual, pode indicar alguém que valoriza muito a química entre duas pessoas, sente desejo quando existe conexão física e emocional e vê o sexo como uma forma de intimidade e troca. Sinto que pra ele, o prazer costuma estar ligado ao desejo compartilhado. Assim como outros da lista, não consigo imaginar ele tendo sexo casual ou sendo mulherengo, o negócio dele é achar a pessoa certa e sentir o desejo crescer conforme a proximidade aumenta.
Como o nome do arcano já sugere, ele é uma pessoa muito romântica, mesmo que demore um pouco para agir dessa forma. Gostaria muito que a primeira vez de vocês fosse especial, te levando para comer sua comida favorita ou ver seu filme favorito, te dando flores no primeiro date, te cortejaria da forma que você merece e só depois pensaria em te levar pro quarto dele.
A Rainha de Paus também é uma das cartas mais sensuais do tarô. Ela costuma simbolizar alguém que, embora não pareça, tem presença marcante e confiante e é naturalmente sedutor, mesmo sem tentar. O Soul gosta muito de demonstrar o próprio desejo, tanto que também pode ser meio pervertidinho às vezes. Pode perder um pouco o olhar no seu decote ou suas coxas por muito tempo, ficar duro ouvindo sua voz ou perder tempo demais pensando em você com as bolas dele na boca. Na cama, representa alguém que tende a ser expressivo/apaixonado, envolvido e atento à experiência do outro. É claro pra mim que ele gostaria de um sexo mais calminho e romântico, com bastante contato visual e beijos.
O II de Espadas é o que mais define ele. Essa carta, na sexualidade, pode indicar dificuldade em tomar iniciativa em determinadas situações, necessidade de confiança antes de se entregar e tendência a esconder sentimentos ou vontades. O Soul provavelmente sente e pensa muito, mas demora para demonstrar. Isso provavelmente parte de alguma insegurança dele ou alguma experiência ruim passada, mas assim que fica confortável com você, ele consegue se entregar mais. Acho que, simbolicamente, ele deve gostar de flerte e de construir tensão sexual antes da intimidade e ser bastante envolvente quando decide se entregar.
bônus: pau médio mas lindo, e meio tortinho.
𝗝𝗢𝗡𝗚𝗦𝗘𝗢𝗕
arcano maior: o louco
arcanos menores: ás de espadas e IX de ouros
A combinação do Jongseob é a mais interessante, na minha opinião. O Louco representa liberdade, espontaneidade, descoberta e experimentação. No aspecto sexual, pode indicar alguém que gosta de experimentar coisas novas, que encara o sexo com leveza e curiosidade e que não gosta de se sentir preso à regras. Acho que justamente por esse último motivo, no entanto, eu veja ele como alguém que não goste tanto ou não consiga se comprometer; se entedia fácil quando as coisas ficam mais monótonas ou quando caem na rotina. Pode indicar também que ele tenha uma libido alta e constante, com ênfase na disposição para explorar.
Essa espontaneidade dele talvez traga uma necessidade de aventura, de busca por novidade. Vejo ele como alguém que gostaria de testar coisas como sexo ao ar livre, ou em posições mais inusitadas, ou talvez com uma pessoa a mais. Não sinto que ele goste de coisas muito dark ou que puxem para o lado BDSM da coisa, mas mais aspectos que o encham de adrenalina, até mesmo um sexo em semi-público/público possa funcionar pra isso.
O Ás de Espadas traz clareza, comunicação e estímulo intelectual. O Seobie é uma pessoa muito inteligente e esse aspecto dele também transcende para a intimidade, podendo indicar que ele goste de conversar abertamente sobre desejos e limites, sente atração por outras pessoas inteligentes/com os mesmos gostos e boa conversa, e pode até acabar se excitando mais pelo aspecto mental do que o físico. Se estiver interessado em você, vai puxar uma conversa longa e profunda pra te conhecer bem o suficiente, e só depois vai te beijar.
O IX de ouros amarra toda a análise dele até agora. Essa carta representa autossuficiência e prazer individual. Em poucas palavras, o Jongseob é uma pessoa que fica muito bem sozinha, não sente necessidade de estar em um relacionamento para se sentir realizado. Ele escolhe parceiros por desejo, não por carência e tem boa autoestima, sabendo aproveitar bem a própria companhia. Acho que nesse quesito pode até revelar que ele goste um pouquinho demais de se masturbar, principalmente se receber fotos suas... Ou talvez goste de se olhar no espelho, e coisas do gênero.
tudo começou quando as suas amigas te chamaram para uma noite das meninas. e até aí, tudo bem, considerando que o seu namorado não é ciumento, possessivo nem nada disso. ele é seguro de si e sabe que você nunca faria nada pelas costas dele. então, sim, zero problemas em você sair com as suas amigas.
mas... com uma saia que era basicamente do tamanho de um cinto? sério mesmo?
no começo, você nem achou que fosse acontecer alguma coisa. toda produzida, maquiada e cheirosa, você foi dar um beijo de despedida nele.
— já vai? — sentado na frente do computador, todo encolhido numa calça de moletom e casaco com capuz, jobe deu um sorriso fraco — lindo como sempre. virou-se na sua direção, envolvendo a sua cintura com as mãos e te olhando com carinho. — tá linda, amor. dá nem vontade de te deixar sair assim.
— eu ficaria, mas já desmarquei com as meninas tantas vezes... — você passou os dedos pelo cabelo dele. sentiu as mãos grandes escorregarem da sua cintura para as suas coxas bem à mostra. — eu tô com saudade delas também.
— é, eu sei.
o rapaz acariciou suas coxas ainda mais, olhando para você com uma expressão inocente.
e com certeza devia ter previsto o que vinha a seguir.
— mas essa saia não tá curta demais, não? — ele te empurrou levemente para trás para ver melhor de longe. — meu deus, amor.
olhou para baixo, acompanhando-o. as mãos subiram pela saia, expondo sua calcinha de renda. não que precisasse de muito esforço para mostrar alguma coisa ali mesmo.
— jobe!
— que foi? — fazendo-se de sonso, te olhou como se estivesse desacreditado. — eu mal fiz nada. um puxãozinho e olha só... a calcinha inteira de fora. bonitinha, inclusive. eu que te dei.
os dedos dele deslizaram para cima, explorando a renda. nem sabia por que estava deixando (na verdade, sabia muito bem!), ainda mais estando atrasada.
— não quero nem imaginar o que esses tarados por aí vão pensar te vendo assim.
o polegar dele pressionou o seu centro, te massageando suavemente por cima do tecido. os olhos brilhantes não saíam da renda. você soltou um suspiro.
— amor, eu tenho que–
jobe não te deixou terminar. em um movimento rápido, puxou sua calcinha para baixo.
e foi assim que você acabou nessa situação. como é que ia explicar no grupo mais tarde o motivo do cano nas suas amigas?
seu rosto está afundado no travesseiro. uma das mãos dele te segura firme pela nuca enquanto a outra agarra seu quadril. sua coluna está arqueada, e o pau dele está te fodendo, bruto, enfiando fundo num ritmo inacreditável. seus gemidos ficam cada vez mais altos a cada estocada, acertando aquele seu pontinho com precisão total.
— a bonequinha achou mesmo que ia sair com essa saia, né?
— porra... ah, jobe–! — você choraminga, revirando os olhos. sente cada centímetro dele bem fundo dentro da bucetinha apertada, te destruindo, te puxando cada vez mais para o limite só com a penetração. puta merda, o ciúme fica gostoso demais nele. — desculpa, desculpa, desculpa–
— é bom mesmo — a resposta dele é tão ríspido quanto as estocadas. você choraminga mais alto ainda. — uma putinha. é isso que você é, né? a minha menina linda na verdade é só uma vadiazinha?
— não, eu–
— então por que cê ia sair vestida desse jeito, hm? queria outros caras olhando para o que é meu? perdeu a porra do juízo?
nem consegue processar o que ele fala quando te fode tão bem assim.
— amor, por favor...
— corta essa — ele solta um risinho fraco e debochado, parecendo um pouco frustrado. sai de dentro de você completamente e te vira na cama, te prendendo de costas. jobe tira um tempo para apreciar a bagunça completa que você está. tão linda quanto estava mais cedo. — vou te mostrar quem é a única pessoa autorizada a te ver desse jeito.
ele empurra suas coxas contra o seu peito, com um aperto firme o suficiente para deixar marcas na sua pele. desliza direto para dentro de novo, a buceta já sentindo falta do pau do seu homem.
— olha pra mim — ele rosna. com esforço, você ergue seus olhos lacrimejando para encontrar os dele. um sorriso ganha forma no canto da boca.
você solta um gemido fraco, mantendo-se fixa nele. nem consegue mais desviar o olhar, mesmo com uma pitada de vergonha misturada com a quantidade absurda de prazer que te dá vontade de fechar os olhos.
— tá tão gostoso, amor… — suas palavras saem chorosas e agudas. — você é tão bom, puta que pariu–
— fala que é minha — acelera —, me diz que é a minha putinha. só minha.
— eu sou sua, só sua, amor... — diz, e quis dizer cada palavra. a doçura nos seus olhos, misturada com puro tesão. porra, linda demais. — sua, só sua... sua putinha, seu brinquedinho– ah–!
— merda — bellingham se enfia em você com ainda mais precisão, grunhindo, o suor brilhando na testa dele.
— eu vou– não... não para!
— puta que pariu — ele murmura —, goza. goza comigo, por favor.
quando ele te pede desse jeito, não tem como resistir. o seu orgasmo te atinge com toda a força poucos segundos depois.
— boa garota. boa pra caralho — ele continua, prolongando a sua onda de prazer enquanto busca o próprio limite. — minha, só minha… gostosa do caralho.
jobe solta um gemido longo e rouco enquanto você se contrai apertada, e logo ordenha até a última gota dele, fazendo com que te preencha inteira, os sons mais lindos bem no seu ouvido. você o abraça, mantendo-o perto por mais um tempo. corpos grudentos, corpos suados, colados um no outro.
jobe sai devagar, deixando beijos suaves pelo seu rosto, peito, barriga... soltando um suspiro ao ver a porra dele escorrer da sua buceta trêmula e bem usada.
— foi tão bem, princesa… — ele dá um beijo bem no seu clitóris com uma risadinha baixa, e depois se empurra por cima de você de novo para dar um na sua boca. — desculpa pela noite das meninas.
amigo do ex!choi yeonjun x leitora ── smut +18
word count: 2.4k
conteúdo/avisos: conteúdo sexual explícito, relação não-estabelecida, menção a outros membros do tubatu (beomgyu), yeonjun canalha (finjam surpresa), meio pov dos dois, sexo desprotegido (não!!), sexo oral (f), rough sex, doggy style, slap kink, hair pulling, menção a sexo anal (estou testando águas ok), creampie, dumbification, dirty talk.
menores não interajam!
notas da autora: minha mente esses dias tava "yeonjun canalha yeonjun canalha yeonjun canalha" aí veio isso aqui, aproveitem <3
now playing: one night only - sonder
[23:46]
Ódio, frustração e raiva eram suas únicas sensações dos últimos dias. Levar um chifre do seu namoradinho que você tanto amava não estava nos seus planos, algo que prejudicou seriamente seu desempenho do trabalho e a sua capacidade de fazer qualquer coisa que não fosse ficar deitada na cama e comer chocolate. De certo esgoelaria Beomgyu se o visse em sua frente em algum lugar, mas por hoje só aceitou o convite de suas aliadas para ir espairecer a cabeça e beber um pouco de sua felicidade líquida. Nada que um salto alto, um espresso martini e energia feminina conjunta não resolvesse.
Por sorte aquilo havia salvado sua semana, a serotonina liberada pelas risadas trocadas entre vocês te transformou de uma pessoa deprimida e antissocial em algo um pouco melhor. Mal sabia você que seu sorriso se derreteria por completo ao receber uma ligação durante a volta do caminho para casa no táxi. Se sentiu tremer involuntariamente pelo pensamento da mera possibilidade do ex te ligar após ter lutado tanto pra se sentir um pouco melhor naquela noite. No entanto, felizmente, o nome na tela de seu celular não era o que esperava. Hesita por uns segundos antes de aceitar a chamada.
── Alô? ── Atende com um tom nem um pouco amigável. O que diabos o melhor amigo do seu ex queria te ligando essa hora da noite? Era bom ter um bom motivo.
── _____? ── Yeonjun diz relutante, a voz mais grave e rouca do que o normal. ── Como 'cê tá? ── Revira os olhos e bufa ao ouvir a pergunta estúpida. Com certeza o garoto teria ouvido a novidade, a indagação soando quase retórica. Agradece ao motorista e se dirige à porta de seu apartamento enquanto pensava em como responder.
── Yeonjun, se for pra falar do Beomgyu, sinceramente eu não tenho t- ── Sua lamentação é interrompida por uma risada molenga do garoto, sua testa encrespando com a provocação.
── Não linda, relaxa... Quero saber como você 'tá, só. ── Consegue ouvir o sorriso se estreitando ao fim da frase, a voz gostosa e melódica fazendo uma leve cosquinha em seu ouvido. Definitivamente não tinha comprado essa ideia, mas decide responder sério.
── O que que você acha? ── Responde sem cerimônia, com um leve tom de agressividade. O mais velho decide não te pressionar mais.
Por algum motivo ter recebido essa ligação que demonstrava pelo menos o mínimo de compaixão com a sua situação, aquece seu coração de levinho. Ainda mais por se tratar de Yeonjun, visto que já haviam ficado no passado, algo que o ex sequer imaginava saber. Conseguiram deixar tudo o mais casual possível, tanto que manteram uma amizade bem "ok" durante seu antigo relacionamento. Ouve o garoto bufar pelo autofalante enquanto tira seus sapatos ao lado da entrada.
── Quer companhia? ── O pedido ousado te faz congelar por um segundo. Não soava como uma ideia nem um pouco boa, mas seu ex bem que merecia. E não era de hoje que você achava Yeonjun um pacote completo, era uma delícia. Mal conseguia conter seus pensamentos intrusivos cheios de desejo e saudade enquanto estava com Beomgyu. ── Pra te distrair um pouco. ── A ideia, que soa despretensiosa mas era exatamente o contrário, paira em sua mente por alguns segundos, até que finalmente aceita.
Pondera sobre a possibilidade de Yeonjun querer se aproveitar da situação, mas de certa forma você estaria fazendo a mesma coisa ── pegando o amigo do ex que te traiu para tapar o buraco que o coração partido deixou. Ou era o que você imaginava até então. Questiona suas escolhas até que escuta a campainha tocar. Se aproxima de fininho até a porta, e espreita pelo olho mágico. Lá estava ele, mais gostoso do que nunca, o sorrisinho canalha estampado nos lábios cheinhos.
── Abre logo, vai. ── Escuta a voz abafada por trás da porta, juntamente com a expressão de falso sofrimento e a voz levemente manhosa. ── Tá frio aqui fora.
Solta uma pequena risadinha sapeca após abrir a porta num movimento só, encontrando o rosto do garoto que te devolvia o sorriso na mesma energia. Os braços grandes te envolvem num abraço cuidadoso, depositando um beijinho casto no topo da sua cabeça. ── Senti sua falta, sabia?
Olha para cima a fim de encontrar o olhar alheio, e se perde. Sua mente vira uma completa névoa; seja pela carência, ou seja pelo fato de não lembrar que Yeonjun fosse tão lindo. Tão cheiroso, tão alto, tão...
Não consegue terminar seus pensamentos antes de impensadamente selar os lábios nos dele, sendo retribuída quase que no mesmo segundo. As mãos do garoto envolvem e apertam sua cintura com afinco, enquanto as suas envolvem o rosto desenhadinho pelo maxilar. O encaixe é quase perfeito, os lábios se estalando numa sinfonia familiar. O impulso vem da outra parte agora, que explora sua boca com a própria língua.
O carinho é tão gostoso e reconfortante, que mal se dá conta do que fazia. Yeonjun desce as mãos até a carne da sua bunda e dá um aperto, lentamente te direcionando até o sofá. Se abaixa rapidamente para te segurar no próprio colo pelas pernas, te colocando sentada em cima dele. Aprofunda o beijo cada vez mais, tentando ao máximo não ouvir a voz teimosa no fundo da sua mente que dizia que isso tudo era loucura.
Fortuitamente se põe a rebolar sobre a pelve do garoto, que te incentiva com as carícias fortes entre a bunda e o quadril. Solta arfares manhosinhos em meio ao beijo ao sentir a ereção crescente te estimular na sua bolinha de nervos da melhor forma possível, te deixando cada vez molinha. Yeonjun te descola da própria boca, descendo a boca até seu pescoço e deixando os afagos por ali. Alternava entre beijar, lamber e chupar a pele de levinho, te arrancando mais sonzinhos melosos.
É interrompida por um apertão mais forte na cintura, o garoto voltando o rosto à sua altura, te olhando mais sério. ── Tem certeza que quer isso? ── O olha um pouco airada, sem tempo para se recuperar das ações recentes. Não sabe como responder e só assente, trocando sorrisos leves. ── Mhm... Vou cuidar de você. ── Yeonjun roça os lábios na concha da sua orelha e diz com a voz suave, te causando um leve arrepio na nuca. Você sorri em resposta, sabendo exatamente o que viria.
O mais velho não poderia negar que talvez tenha se aproveitado um tiquinho da sua situação emocional, mas de fato sentia a sua falta. Além de você ter sido o primeiro pensamento dele quando o tesão surgiu, ninguém o beijava também, ninguém o fodia tão bem, ninguém gemia tão gostoso na orelha dele como você. E você poderia dizer o mesmo. O plano era te comer hoje e te dar um pouco de alívio momentâneo (e a si mesmo), e as coisas voltariam para o normal no dia seguinte.
Volta a beijá-lo com mais fome, se esfregando contra a ereção ainda um pouco tímida com mais fervor. Antes que pudesse notar, é colocada de barriga para cima no sofá, o garoto se posicionando por cima. Retoma os beijos e levanta seu vestido coladinho pelo corpo até passá-lo pela sua cabeça, o atirando em algum canto da sala. Desce a boca pelo pescoço, colo e barriga até um pouco abaixo do umbigo, não deixando nenhum espaço para trás ── adorava seu corpo.
Sobrevoa a sua intimidade coberta pela calcinha com a boca por um instante, resgatando o contato visual. O olhava com a boquinha entreaberta, afetada apenas pelos beijinhos quentes que recebia, a manchinha escura na roupa íntima já entregando o jogo; sempre te deixava assim. Sente a língua áspera passear pelas dobras, a fricção causada pelo tecido te estimulando mais ainda. Yeonjun arranca a peça num instante e também a joga longe. Abocanha a bucetinha ao mesmo tempo que se segura entre suas coxas abertas, afundando a carne com os dedos.
Solta um gritinho involuntário assim que sente o puxar no seu pontinho, seguido de lambidinhas carentes em volta do seu buraquinho. Arqueia as costas à medida que te estimulava mais, a língua brincando com o clitóris e o presenteando com chupadas lentas. Não conseguia segurar os próprios sons, a boca de Yeonjun acertava exatamente onde precisava. Poderia facilmente gozar assim, as perninhas já tremiam.
O garoto nota sua sensibilidade e se afasta momentaneamente, aproveitando para recuperar o fôlego. Nota seu estado, e solta um risinho ladino. ── ‘Tá toda inchadinha já, bebê. ── Traça opolegar pela região, notando os lábios já vermelhinhos. Te abocanha de novo, te fazendo gemer alto outra vez. Não poderia continuar nesse ritmo ou gozaria vergonhosamente rápido.
── Porra,Yeonjun... ── Reclama arrastado, os olhinhos revirando até o crânio. Precisou se segurar nos fios de cabelo escuros para tentar se tirar do êxtase extremo.── Me fode, vai... Por favor. ── Os quadris involuntariamente ondulam para cima, seus sucos cobrindo quase a face toda do garoto. Ele sequer se moveu, não aguentava mais. ── Y-yeonjun... ── Clama por misericórdia de novo, e dessa vez funciona.
── Se continuar gemendo meu nome assim, vou acabar contigo. ── Retorna para a posição inicial, alinhando seus rostos novamente. O retribui com um sorrisinho calmo e os olhinhos entreabertos, levando sua mão até onde sua carência crescia de novo. Queria se tocar ouvindo as profanidades que ele te falava. ── Vou te foder até você ficar sem andar. ── Diz firme, a voz se mantendo baixa, como se alguém pudesse ouví-los. Circula os dedos em volta do seu pontinho, arfando baixinho. ── Fala de novo, princesa.
── Yeonjun, por favor... ── Geme quase desesperada, não podia esperar mais.O garoto acha graça, se pondo a tirar a própria camiseta a fim de atender à sua súplica.Arranca a própria calça em seguida, e se inclina para te dar beijinhos no rosto.
── De quatro, linda. ── O obedece instantaneamente, se apoiando no braço do sofá enquanto arreganhava aspernas na frente dele. Yeonjun aperta a própria ereção diante da visão que tem, suas dobrinhas pingando da mistura da lubrificação e da própria saliva, as bandas da bunda suficientemente abertas para que ele visse o buraquinho mais apertado; era tudo lindo demais. Profere um tapa ardido em uma das nádegas, antes de descer a cueca e alinhas o pau babadinho com a sua entrada.
Te cutuca com a cabecinha e logo te adentra apertando seu quadril, fazendo vocês dois soarem um gemido sincronizado. O sentia te alargar, como se tentasse te abrir no meio. Talvez fosse pelo amargor da coisa toda, mas Beomgyu jamais te fodia assim, e Yeonjun sabe disso. Sabe bem que você não gemia alto desse jeito quando dividiam a casa de veraneio nas viagens, não se derretia dessa forma com as carícias do ex. Yeonjun era quase uma fantasia sua, e era quase certo que sempre te faria chorar de tanto prazer.
Não se demora em te estocar fundo, explorando sua entradinha por completo. À medida que aumenta a velocidade, seus gemidos ficam cada vez mais estridentes e frequentes, assim como os dele. ── Puta que pariu. ── Profere o palavrão de uma vez só, a voz mais sensível do que gostaria. Sentia a corrente elétrica saindo da pelve até o meio da testa, te acertando com mais um tapa. ── ‘Deixar essa bunda toda vermelha. ── Diz entre grunhidos envergando o próprio tronco em cima do seu, gemendo mais perto do seu ouvido. Seus sons eram completamente incompreensíveis, variavam entre murmúrios e gemidos vindos do fundo da sua garganta. Repousa sua cabeça mais perto do braço do sofá, arqueando mais ainda suas costas. ── Duvido que ele te comia assim.
A frase te atinge bem no meio das pernas, e ele não poderia estar mais que certo. Não era insatisfeita sexualmente, mas nesse momento estava no paraíso. Antes que pudesse responder ── se é que conseguia ── o garoto continua: ── Ele não deixava essa buceta toda abertinha assim, deixava? Hm? ── Enrola os dedos no seu cabelo, a sua boca entreaberta deixando os grunhidinhos escaparem. Sequer prestava atenção no que ele falava, a grossura do pau te fazendo babar. Acena a cabeça negativamente e recebe outro tapa ardido, o desenho da mão grande ficando estampado por ali. ── Responde, linda.
── N-não... ── Começa a ser empurrada cada vez mais rápido, mas não na força que gostaria. Afunda a ponta dos dedos no estofado, prendendo o lábio inferior entre os dentes a fim de não gritar de novo. ── Jjunie, mete mais forte... ── A voz sai arrastada, o pedido manhoso arrancando uma risada incrédula do garoto, que logo atende ao seu pedido.
Seus gritos são imparáveis a essa altura do campeonato, sentia que estava no céu. Yeonjun leva uma das mãos até sua bunda e a aperta para fora, revelando o outro buraquinho mais uma vez. ── Quer- Mhmm... Quer que eu foda esse cuzinho também, princesa? ── É interrompido pelos próprios gemidos, o comentário sujo te fazendo replicar o som. Sequer responde, o garoto já sabia a resposta.
Te sente apertá-lo pela sensibilidade, levando o garoto perto do ápice. ── Porra, eu vou... ── Franze o rostinho em sofrimento, te metendo mais freneticamente ainda, se é que era possível. Esporra o líquido quentinho em seu canal, em um gemido gutural. Você leva a mão até seu pontinho carecido, o dando massageadas desesperadas; a visão cada vez mais turva. Yeonjun luta contra a própria sensibilidade pra te dar mais prazer, até que em um grito prolongado, chega à seu orgasmo.
Só então nota que havia babado no estofado todo, a boca seca de tanto ficar aberta. O garoto te estoca mais algumas vezes, se retirando de si lentamente e assistindo o leitinho escorrer de dentro da buceta. Assim que suas pernas param de tremer, te coloca no próprio colo de novo, afastando os fios de cabelos grudados na sua testa suada enquanto os pés ainda não voltavam à Terra. Te dá um sorrisinho doce, e você retribui. Beomgyu nem passava perto de sua mente agora, sequer lembrava que ele existia.
── Vem, vou te por na cama. ── Te dá selinhos rápidos antes de te levantar de novo e te levar até o cômodo. Se deita do seu lado, se aconchegando embaixo das cobertas quentinhas e te envolvendo num abraço soltinho. Normalmente, depois de qualquer outra foda, Yeonjun teria levantado, pegado as próprias coisas e ido embora depois de você adormecer. Mas você era diferente, fazia ele voltar sempre que pedisse. Estava encrencado agora.
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