amores levei ban na minha conta (louismeudom) e criei essa aq!
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Last Friday Night
Onde Harry, a garota mais popular da escola, tem um penhasco pelo nerd Louis, e sempre o chama para suas festas na esperança dele vir...
Avisos: l!tops, h!bottom, Harry como garota cis, pwp, Louis nerdzinho, ambos sĂŁo de maior apesar de estarem na escola, perca de virgindade
O sinal ecoa alto pelos corredores gĂ©lidos e sem vida da escola, como sempre. Mas Harry nĂŁo se incomoda, ela realmente amava a escola e nĂŁo porque a via como seu reino com seus lacaios chatos que a seguiam por aĂ⊠NĂŁo, ela simplesmente amava.
Ela caminhava com calma, o uniforme de lĂder de torcida abraçando seu corpo tĂŁo perfeitamente que parecia ter sido moldado unicamente para ela, desfilando pelo corredor como se estivesse em uma passarela âe de certa forma, estĂĄ. Todos notam sua presença: olham para sua saia curta e esvoaçante quando passam, acenam com a cabeça, outros se atrevem a dizer âoiâ. Mas certamente ninguĂ©m era indiferente.
Exceto um.
Harry não prestava atenção em nenhum deles, realmente. Ela jå estå procurando por alguém.
E entĂŁo o vĂȘ. Ali, perto dos armĂĄrios mais ao fundo, quase escondido entre a porta do refeitĂłrio e a das salas de aula, o garoto com um suĂ©ter azul-marinho, cabelo desgrenhado âmas nĂŁo totalmente bagunçadoâ, olhar mergulhado em um livro grosso como se fosse a coisa mais interessante de toda sua semana. E talvez fosse.
Louis Tomlinson. Inexplicåvel, porém irrevogavelmente lindo.
Harry sorri sem perceber. Aquela coisinha nerd parecia imune a qualquer tipo de charme e encantamento seu. Era engraçado, todo mundo caia a seus pés, mas ela aprendera do pior jeito que Louis não era todo mundo.
Ela atravessa o corredor, ignorando uma das garotas da torcida que a chamara.
âLou Lou!â diz com o entusiasmo de quem reencontra o melhor amigo de anos.
Louis ergue os olhos, piscando um pouco confuso por baixo dos Ăłculos, como se tivesse acabado de ser brutalmente arrancado de outro universo.
âAh⊠Oi, Harry.
âLindo dia, nĂ©?â Harry encosta no armĂĄrio ao lado, jogando os cabelos cacheados e esvoaçantes para trĂĄs com um gesto ensaiadamente despreocupado.
Louis nĂŁo conseguiu nĂŁo reparar.
âTĂĄ meio nublado.
âPra mim ele estĂĄ simplesmente radiante agora que vocĂȘ apareceuâ disse ela, com aquele sorrisinho que mostrava suas lindas covinhas.
Ela parecia um pouco perversa e Louis se questionou se ela estava sendo gentil ou tirando uma com a cara dele. Ambas as coisas o incomodavam.
âHm, vocĂȘ precisa de alguma coisa?â ele perguntou, ajeitando os Ăłculos perfeitamente alinhados simplesmente porque nĂŁo sabia ficar sem ter o que fazer com as mĂŁos.
âPrecisar? NĂŁo. Querer⊠Talvezâ ela rodeia, batendo o indicador no queixo como quem finge pensar âSe eu te pedisse algo vocĂȘ me daria?
Louis engoliu em seco.
âDependeâ respondeu, encarando-a. Ele genuinamente queria saber o que um garoto como ele poderia oferecer a uma garota como ela.
âNĂŁo Ă© nada demaisâ Harry se inclina um pouco sobre ele, analisando todo aquele rosto inocente e tĂmido que mal saĂa de entre pĂĄginas de livros velhos⊠Ela queria aqueles lĂĄbios, mas nĂŁo podia ser tĂŁo direta, nĂŁo Ă©? âQuero seu tempo.
âEu nĂŁo vou te dar aulas.
E, ok, talvez isso tenha ferido um pouco o ego de Harry. Sua cara indignada jĂĄ dizia tudo.
âEu nĂŁo preciso de aulasâ retrucou, sucinta, com um pouco de acidez na voz âSei que nĂŁo repara muito em mim, mas estamos na mesma aula de ĂĄlgebra avançada. NĂŁo sou burra.
Louis arregalou os olhos em surpresa e as bochechas ganharam um tom de vermelho que Harry teria achado engraçado se fosse em outra ocasião.
âEu nunca diria isso e- NĂŁo foi minha intenção, por favor, me perdoe, eu me expressei malâ ele se apressou em dizer, envergonhado âĂ claro que eu notei vocĂȘ⊠Quer dizer nĂŁo tem como nĂŁo notar, nĂ©? VocĂȘ Ă© tipo a menina mais bonita de lĂĄ e- AĂ meu Deus, tambĂ©m nĂŁo foi isso que eu quis dizer⊠Digo vocĂȘ Ă© bonita, mas eu nĂŁo estou dando em cima de vocĂȘ nem nada do tipo, Ă© sĂł queâŠ
âPor que?
Louis olhou para cima. Enquanto se embaralhava em palavras ele nem percebera que retraia a cabeça e encolhia os ombros como quem sofre uma represålia.
âPor quĂȘ o quĂȘ?
âPor que nĂŁo estĂĄ dando em cima de mim? NĂŁo Ă© como se vocĂȘ nĂŁo pudesseâ Harry arqueia a sobrancelha em puro desafio, ajeitando o cabelo atrĂĄs da orelha.
Louis abre a boca em completa descrença. E ele estava para responder o motivo Ăłbvio âou, pelo menos, que na sua cabeça era Ăłbvioâ quando ouvira Harry gargalhar. Ela chegou a apoiar a mĂŁo em seu peito enquanto se inclinava para frente e Louis sentiu o corpo travar. Estavam perto. Muito perto.
âVocĂȘ tinha que ver a sua cara!â ela dizia, entre uma risada e outra. Era um som agradĂĄvel, Louis quase se podia imaginar rindo com ela se ele nĂŁo fosse o motivo da graça âNĂŁo leve tudo tĂŁo a sĂ©rio, Lou Lou.
Harry deixou propositalmente a mão ali, esperando a crise de riso terminar. Ela podia sentir o peito magro, porém levemente malhado, sob a ponta de seus dedos e sua vontade foi de acariciar a årea, mas ela segurou-se.
Louis ficou vermelho. NĂŁo sĂł nas bochechas âatĂ© as orelhas ficaram coradas.
âVocĂȘ⊠Sempre fala assim com as pessoas?
âSĂł com as que eu gosto de implicar.
âImplicar? Comigo?
âĂ. VocĂȘ tĂĄ sempre tĂŁo quietinho na sua bolha⊠Isso me faz entrarâ Harry olhou diretamente nos olhos dele, os verdes cativando os azuis âVocĂȘ mal percebe as coisas ao seu redor, inclusive eu.
âE isso te incomoda?
âMe intrigaâ ela se aproximou, os joelhos estavam se encostando com tamanha proximidade. Harry colocou a mĂŁo por cima do livro fechado que o outro ainda mantinha em seu colo âFico pensando o que tem de tĂŁo interessante nessas pĂĄginas⊠Que faz vocĂȘ dar mais atenção a elas do que a mim.
Louis engoliu em seco, tropeçando nas próprias palavras:
âN-nĂŁo Ă© isso⊠à só⊠Eu gosto de ler.
âEu tambĂ©mâ Harry sorriu. O mesmo sorriso de antes. As mesmas covinhas âMas prefiro coisas ao vivo. Que eu posso ver⊠OuvirâŠâ a mĂŁo delicada moveu-se lentamente, com uma calma quase sensual, e posou em cima do pulso do garoto âTocarâŠ
Louis travou.
âVocĂȘ quer⊠Dizer tipo⊠Filmes?
Harry riu, baixo, e recolheu a mĂŁo, deixando-a pender ao lado do corpo.
âClaro. Filmes. Ou festas.
Ela apoiou o braço no armårio, um pouco abaixo da cabeça de Louis, deixando-os ainda mais próximos.
âFalando nisso⊠Festa lĂĄ em casa hoje. VocĂȘ vem?
âNĂŁo sei⊠Essas festas nĂŁo sĂŁo muito meu estilo, vocĂȘ sabe.
âE qual Ă© seu estilo, Louis?â Harry estava de frente para ele, olhando-o diretamente nos olhos. TĂŁo felinos e intrigantes que Louis quase se rendeu como uma perfeita presa.
SilĂȘncio.
Harry inclinou a cabeça.
âĂ silĂȘncio?
âEu gosto de coisas calmas. E⊠E previsĂveis.
Harry sorriu. Inclinada demais. Perto demais.
âEntĂŁo talvez vocĂȘ devesse mesmo ir. Quem sabe descobre que gosta de⊠Surpresas.
Louis abaixou o olhar. Aquilo tudo jĂĄ estava sendo uma surpresa para ele. Harry jĂĄ conversara com ele inĂșmeras vezes, isso era fato, mas nunca com essa proximidade. Nunca com tanta insistĂȘncia.
âHã⊠Eu⊠Vou pensar.
âVocĂȘ sempre diz isso⊠Dessa vez, pensa com carinho, tĂĄ?â ela se afastou e parece que o ar voltou para os pulmĂ”es de Louis. Os olhos ainda ardiam nele, entretanto âSe vocĂȘ aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.
EntĂŁo virou de costas e saiu andando tranquilamente pelo corredor. Que agora estava vazio.
Louis ainda estava parado, pensando. Muitas coisas se passavam pela sua cabeça naquele momento, mas ele parecia cansado demais para pensar em cada uma delas âe isso que era começo da manhĂŁâ, entĂŁo resolveu dar um fim em todas as perguntas: ele nĂŁo iria a essa festa, assim como nĂŁo fora em todas as outras. Harry nunca sentira sua falta, nĂŁo seria agora que sentiria.
(...)
O quarto de Louis era o oposto de qualquer festa: organizado, silencioso e morno. A luz da luminĂĄria criava um cĂrculo suave sobre a escrivaninha, onde um caderno de anotaçÔes e dois livros empilhados esperavam pacientemente por atenção.
Louis respirou fundo, ajeitou os Ăłculos no rosto e tentou focar na leitura.
âA consciĂȘncia social de um indivĂduo Ă© construĂdaâŠââ leu em voz baixa, marcando a linha com o dedo.
Bum. Bum. Bum.
O som atravessou a parede fina como se os graves tivessem vida prĂłpria.
Ele franziu a testa.
â... Ă© construĂda atravĂ©s das experiĂȘncias vividasâŠâ
BUM. BUM. BUM-TCHĂ.
Louis ficou o livro em um baque oco, com força. Do outro lado da janela, luzes piscavam em ritmos alucinados, refletindo no teto do quarto âque sĂł tinha aquela fraca luz do abajur ligada. A casa de Harry, claro. A festa. De novo.
Ele se levantou e foi atĂ© a janela, espiou discretamente por entre as frestas da cortina. Gente demais. Rindo, dançando, tropeçando âainda que nĂŁo desse para ver tudo, Louis podia imaginar a maior parte. Ele nem sabia onde Harry arranjava tanta gente assim.
Estava prestes a fechar a cortina quando viu.
Na porta da frente, Harry.
Uma regata branca, quase transparente, que mostrava a cor de seu sutiĂŁ âpreto como a noiteâ, combinando com uma minissaia jeans azul claro e botas de salto branca. Estava gargalhando com alguĂ©m que Louis nĂŁo conhecia. Os cachos balançavam com o vento e o rosto estava parcialmente iluminado pelas luzes coloridas.
Por um segundo, Harry olhou direto na direção da janela.
Louis recuou tão råpido que quase tropeçou no tapete.
âMerda.
Sentou de volta Ă mesa, tentando se convencer de que estava imaginando coisas. Tentou ler mais uma pĂĄgina. Mais duas linhas. Mia uma frase. Mas a imagem de Harry se inclinando para frente, rindo, mostrando seu decote para qualquer um, voltava a sua mente. E a mĂșsica nĂŁo ajudava em nada: parecia estar dentro de seu quarto.
Uma lembrança surgiu na sua mente. Uma que ele não lembrava de ser tão importante.
âSe vocĂȘ aparecer, prometo que vou fazer valer a pena.â
A voz de Harry.
Louis apertou os olhos e encostou a testa na mesa. Por que aquilo estava incomodando tanto? Por que era tĂŁo difĂcil ignorar? Ele era bom nisso. Sempre fora.
Mas agora⊠Parecia diferente.
Ele levantou de novo. Foi atĂ© o armĂĄrio. Ficou parado em frente Ă s roupas por um tempo, sem saber se estava perdendo o juĂzo ou⊠SĂł cansado do barulho. Ele quis acreditar que era a Ășltima opção.
Pegou o primeiro moletom que viu e vestiu por cima da camiseta do pijama. Calçou o tĂȘnis e saiu.
Atravessou o jardim em passos decididos, os olhos baixos, o coração no pescoço, batendo tĂŁo alto quanto aquela mĂșsica que ele sequer sabia o nome. A intenção era simples: tocar a campainha e pedir âeducadamenteâ para abaixarem o som.
Era isso.
Mas entĂŁo a porta abriu antes mesmo que ele pudesse levantar o pulso.
E lĂĄ estava Harry.
O corpo brilhando pela camada fina de suor, um copo na mĂŁo e um sorriso escandalosamente feliz no rosto.
âLouis!â ela gritou, como se estivesse vendo um milagre, com os olhos o dobro do tamanho normal pela surpresa âEu sabia! Eu sabia que hoje era o dia!
Louis congelou.
âEu sĂł vimâŠâ começou, a voz falhando âA mĂșsica. TĂĄ muito alta. Eu tĂŽ tentando estudarâŠ
Harry nĂŁo ouviu nada disso, no entanto. Ela jĂĄ estava puxando ele pra dentro, guiando-o com a mĂŁo na sua.
âFinalmente decidiu se divertir comigo.
Estava claro que ela estava um pouco alterada. Talvez nĂŁo muito, pois ela parecia consciente e conseguiu reconhecĂȘ-lo sem nenhuma dificuldade âatĂ© se lembrou que o tinha convidadoâ, mas definitivamente nĂŁo era essa a Harry que ele conhecia.
Louis tentou protestar, mas foi logo engolido pelo calor, cheiro de ĂĄlcool e perfume barato, a multidĂŁo e âacima de tudoâ pelo olhar de Harry, preso nele como se fosse a coisa mais interessante daquela casa inteira. Era assim que ela olhava para ele.
A mĂșsica estava ainda mais alta do que parecia do lado de fora. Louis se encolhia a cada novo grave que vibrava no chĂŁo, desviando de corpos dançando e pessoas falando alto demais. Era quase sufocante.
Harry, por outro lado, estava em casa âliteral e figurativamente.
âEntĂŁo,... Tour VIP?â ela perguntou no ouvido de Louis, se inclinando demais, como se estivesse compartilhando algo indecente.
Louis abriu a boca para recusar, mas o aperto de Harry em sua mĂŁo se intensificou e ela olhava para ele com uma esperança quase infantil. Ele quase sentiu pena em matar isso, se nĂŁo fosse por aquele sorriso divertido que ela carregava. Ou ela estava mesmo muito bĂȘbada ou ela se divertia muito em zoĂĄ-lo, das duas uma.
De qualquer modo, ele se deixou levar quando ela lhe puxou com naturalidade, abrindo caminho por entre as pessoas.
âVai ser rĂĄpidoâ disse, piscando os olhos com uma maquiagem delicada, que apenas ressaltava o verde de suas Ăris âPrometo que te devolvo sĂŁo e salvo. A nĂŁo ser que prefira o contrĂĄrio.
âPor que eu iria querer sair daqui machucado?â perguntou Louis, com uma sobrancelha arqueada, confuso.
Harry riu. Tipo, verdadeiramente. O mesmo tipo de risada que fez ela se inclinar para o cara de antes e que Louis jurava que podia ver além de seu decote. Agora ele podia comprovar: sim, dava para ver.
âVocĂȘ Ă© engraçado, Lou Lou!
Jå haviam chamado Louis de muitas coisas, mas engraçado nunca fora uma delas. Ainda mais quando ele não falou nada para isso.
Um berro grosso, como um rugido, chamou a atenção dos dois. Um grupo de pessoas jogavam beer pong na mesa de jantar improvisada. Uma garota ruiva gritava toda vez que acertavam uma bolinha, mas o que chamou a atenção deles em questão foi o de um cara. Sem camisa. Com uma coroa de papelão na cabeça. Provavelmente o ganhador.
âAqui temos o salĂŁo dos jogos, como pode verâ Harry gesticulou com as mĂŁos âTerritĂłrio perigoso, cuidado. Gritaria, apostas ridĂculas e, Ă s vezes, beijos inesperados entre melhores amigos.
âO quĂȘ?!
âAcontece. Finais de campeonato sĂŁo intensos.
Louis virou o rosto, desconfortĂĄvel.
âNĂŁo sei o que estou fazendo aqui.
âEu seiâ Harry virou-se para ele, sorrindo com aquelas covinhas e bochechas coradas, se apenas pelo ĂĄlcool ninguĂ©m saberia dizer âTĂĄ conhecendo minha casa. Minha vida. Meu lado⊠Mais Ăntimo.
Louis tossiu, vermelho.
âIsso tudo Ă© seu⊠Lado Ăntimo?
âAinda nĂŁo, mas se vocĂȘ quiser eu posso te mostrarâ Harry piscou devagar.
Louis desviou o olhar e apertou a manga do moletom com a mĂŁo livre. Ele nem tinha reparado que ainda segurava a mĂŁo de Harry.
âVemâ ela disse, puxando-o, novamente, atĂ© a cozinha âAqui Ă© onde a mĂĄgica acontece. Ou pelo menos os drinks de gelatina.
A bancada estava coberta de copinhos coloridos, cada um mais suspeito que o outro. Um garoto com olhos vidrados tentava empilhar os copinhos vazios, enquanto uma garota ria deitada no chão com um chapéu de bruxa.
âVermelho Ă© perigoso, azul te faz rir, verde⊠Hum, nĂŁo recomendoâ Harry explicou, pegando um copinho lilĂĄs e oferecendo a Louis âEsse Ă© o âAmor Ă Primeira Goleâ.
Louis recuou um passo.
âEu nĂŁo bebo.
âNem um golinho?â Harry se aproximou âPrometo que nĂŁo mordo. A nĂŁo ser que vocĂȘ goste disso.
Louis ficou em silĂȘncio, encarando o copinho como se fosse um animal selvagem e raivoso prestes a atacĂĄ-lo.
âEu passo.
âCertoâ ela concordou e deixou a bebida de volta no balcĂŁo.
âVocĂȘ nĂŁo vai beber?
âSem vocĂȘ nĂŁo tem graça, Lou Louâ respondeu, com aquele sorriso lindo que explica todas as coisas do mundo.
Louis sentiu a pele do pescoço formigar. O que ele devia fazer com aquela afirmação?
âAgora⊠O quintalâ anunciou Harry, como se estivesse apresentando um parque temĂĄtico secreto âPrepare-se.
Atravessaram a sala até as portas de vidro. O ar lå fora era mais fresco, mas nem por isso menos caótico. No gramado, casais se beijavam encostados nas årvores, nas espreguiçadeiras, ou compartilhavam algum tipo de cigarro que Louis tinha quase certeza que era ilegal. Um grupo tocava violão no canto mais extremo do cercado e uma garota dançava sozinha em cima de uma mesa.
Louis arregalou os olhos.
âIsso aqui Ă© um surto coletivo.
âBem-vindo a minha menteâ Harry se encostou na grade da varanda, olhando diretamente para ele com o lĂĄbio inferior entre os dentes âConfesso que parte de mim queria te ver aqui sĂł pra isso. Queria ver a sua reação.
âPor quĂȘ?
âPorque vocĂȘ Ă© impossĂvel de decifrar. Fica todo calado, quietinho, todo certinhoâŠ
âEu sou o que sou. NĂŁo tem mistĂ©rio.
âTem simâ Harry deu um passo a frente âVocĂȘ finge que nĂŁo nota, mas seus olhos sempre me seguem quando eu passo. VocĂȘ finge que nĂŁo escuta, mas sua mĂŁo treme toda vez que eu falo com vocĂȘ. VocĂȘ finge que nĂŁo quer estar aqui, mas⊠EstĂĄ.
Louis abriu a boca, depois fechou.
âIsso é⊠à sĂł coisa da sua cabeça.
âPode serâ Harry sorriu, um pouco triste âO que significa que eu adoro imaginar coisas com vocĂȘ.
Louis deu um passo para trĂĄs, como se aquilo pudesse proteger sua sanidade.
Ficou um silĂȘncio por um momento. Harry olhando para Louis como se esperasse alguma reação dele que nĂŁo a indiferença e Louis tentando nĂŁo prestar atenção no que acontecia Ă sua volta.
âVem, vamos continuar nosso tourâ Harry disse, desencostando-se da grade um tanto irritada. Consigo mesma talvez. Ela sĂł tinha mais uma chance de fazer Louis notar elaâŠ
(...)
âO que estamos fazendo no seu quarto? Achei que estivesse me mostrando a festaâŠâ disse Louis, ajeitando o Ăłculos no rosto.
âA festa termina no meu quarto, Lou Louâ sussurrou Harry, com a voz carregada de uma segunda intenção que o garoto nĂŁo pescou.
Louis olhou para ela com uma confusĂŁo gritante nos olhos.
âToda aquela gente vai vir pra cĂĄ?â ele perguntou, indignado.
Harry soltou um suspiro, incrédula. Ela não podia acreditar que ele era tão inocente quanto transparecia. Exceto que era. E a prova esteve em sua cara a noite toda.
âVocĂȘ sĂł pode estar brincando comigoâŠâ ela sussurrou, coçando a nuca sem jeito. Ela realmente nĂŁo sabia deixar mais claro seu desejo por Louis do que jĂĄ deixara em todo o tempo que se conheciam âLouis, eu vou ter que escrever na minha testa?
Mais confusĂŁo.
âEscrever?â ele questiona.
Harry anda em passos felinos até ele, os olhos verdes encantando os azuis com a sedução de uma puma cativando sua presa.
âGatinho, eu quero vocĂȘ. Quero vocĂȘ como eu nunca quis mais ninguĂ©m naquela droga de escola!
Louis arregalou os olhos. As bochechas rapidamente ganharam cor, que se espalhou até as orelhas. Na verdade, chegava a ser fofo o quão envergonhado ele ficou.
âMe quer?
âNĂŁo Ă© possĂvel que vocĂȘ tenha achado esse tempo todo que eu queria ser sua amiga!â disse ela, indignada. Harry pousou a mĂŁo delicada e de unhas decoradas sob o peitoral do outro âLou Lou, eu quero segurar a sua mĂŁo pelos corredores e beijar vocĂȘ na frente do refeitĂłrio todoâŠ
Ela se inclinou para frente, alcançando a boca no ouvido de Tomlinson.
âE sentar na sua cara atĂ© virar uma bagunça e seus Ăłculos ficarem molhados do meu prazer.
Aquela frase poderia facilmente infartar Louis Tomlinson. O coração batia tão råpido que ele sequer podia decifrar se estava ou não dentro do peito. Ele olhou para Harry abismado; não sabia daquele lado da garota e pior, não sabia desse lado da garota para com ele.
Talvez ela sempre tivesse sido Ăłbvia, mas Louis claramente era um leigo. Como poderia imaginar que uma garota como ela, linda, gostosa, inteligente e a melhor e mais popular lĂder de torcida da escola, fosse ter uma quedinha por ele?
Louis continuava parado, como se cada célula do corpo dele tivesse congelado. Só o coração, entretanto, que parecia ter enlouquecido, quente e terno.
Harry ainda estava ali, tĂŁo perto, com os olhos fixos no dele âolhos que nĂŁo riam, que nĂŁo faziam piada. Ela estava falando sĂ©rio. SĂ©rio demais.
âE se euâŠâ ele engoliu em seco âE se eu nĂŁo souber o que fazer?
Harry sorriu, e foi o sorriso mais doce que ele jĂĄ tinha visto sair daqueles lĂĄbios atrevidos. Mal podia acreditar que estava sendo direcionado a ele.
Ela passou os dedos de leve pela bochecha dele, e entĂŁo disse, quase num sussurro:
âEu tambĂ©m nĂŁo sei exatamente como se faz, Lou Lou⊠Mas eu sei que eu quero que seja com vocĂȘ.
Louis piscou. Uma, duas, trĂȘs vezes. Sentiu a garganta secar. Seu corpo inteiro vibrava entre o pĂąnico e a euforia.
âC-comigo?
âEu esperei tanto esse momentoâ confessou ela, olhando para ele como se estivesse abrindo um segredo guardado a sete chaves. Pela primeira vez na noite, nĂŁo haviam sorrisos maliciosos e frases com segundas interpretaçÔes⊠Harry parecia, na verdade, vulnerĂĄvel âCom todas as chances que eu tive, com todas as pessoas que me quiseram⊠Nenhuma delas era vocĂȘ.
Louis engoliu em seco, sentindo o peso daquelas belas palavras. O silĂȘncio entre eles foi preenchido por uma batida de mĂșsica abafada do andar de baixo e pelas fortes batidas de seus prĂłprios coraçÔes.
âMas⊠VocĂȘ Ă© Harry Styles. VocĂȘ pode ter quem quiser.
Ela sorriu de novo, agora com ternura.
âPois Ă©. E eu quis vocĂȘ.
Ele nĂŁo sabia se chorava, se ria, se fugia ou se ficava ali para sempre. Mas sabia que nĂŁo queria ir embora.
Ela se aproximou devagar, suas testas se encostando. O beijo que veio nĂŁo era urgente, nem ansioso âera apenas um selar de lĂĄbios, reverente. Era quase como um pedido de permissĂŁo e uma promessa silenciosa.
O beijo evoluiu rĂĄpido, mas ao mesmo tempo era suave e tĂmido. Os lĂĄbios de Harry roçavam os de Louis como uma pergunta sussurrada, mas a lĂngua era impeta e decidida, guiava Louis como quem esperou a vida toda para fazĂȘ-lo.
A timidez nĂŁo demorou a se tornar algo urgente. Harry deslizou os dedos pela nuca dele, aprofundando o beijo, puxando-o mais para perto. Deitou a cabeça de lado, fazendo o encaixe ser mais preciso e Louis soltou um som engasgado, de surpresa. Parecia mais uma descoberta, afinal, era seu primeiro beijo âapesar de nĂŁo ser o de Harry.
Molhado, quente, envolvente. Um beijo com gosto de desejo guardado a muito tempo.
Ela sorriu contra os låbios dele, percebendo a hesitação.
âVocĂȘ tĂĄ tremendoâ sussurrou, os olhos verdes fixos nos dele.
âEu nuncaâŠâ ele tentou explicar, sem fĂŽlego.
Harry encostou a testa na dele, a mão deslizando pelo peito sob a camisa. A respiração dos dois jå descompassada.
âShhhh, tudo bemâ ela tranquilizou, pousando um selinho nos lĂĄbios finos âVocĂȘ tĂĄ indo muito bem. SĂł faça o que sentir vontade, eu vou gostar de tudo.
Louis engoliu em seco e ela sorriu, voltando a beijĂĄ-lo. Agora com ainda mais fome. As lĂnguas se encontravam, dançavam, exploravam com cuidado e curiosidade, atĂ© que o quarto inteiro pareceu girar.
Sem se afastar muito, Harry levou as mĂŁos Ă barra da prĂłpria blusa e a puxou para cima num movimento sĂł, revelando a pele pĂĄlida e o sutiĂŁ preto. Louis arregalou os olhos como se tivesse sido atingido por um raio.
âAcha que vai sobreviver Ă vista, gatinho?â ela provocou. Mesmo com o coração disparado, ela levou as mĂŁos Ă s costas, alcançando o fecho do sutiĂŁ com facilidade.
âEu⊠Eu nĂŁo seiâ ele murmurou, corado atĂ© a raiz do cabelo.
âSe desmaiar, eu te acordo com outro beijo. SĂł nĂŁo disse ondeâ ela brincou, piscando apenas um olho para ele antes de se desfazer do sutiĂŁ tambĂ©m.
Louis soltou um riso nervoso, mas seus olhos desceram para o busto desnudo. Eram perfeitos. Um par de seios lindos e redondinhos, pequenos na medida certa para suas mĂŁos, mas grandes o suficiente para sua boca ânĂŁo que ele tivesse pensando nisso, claro. Ele estava hipnotizado.
âVocĂȘ quer tocar?â ela perguntou, quando o viu encarando por tempo demais. Era fofo.
Ele nĂŁo respondeu, apenas corou violentamente âainda mais, se Ă© que era possĂvel. EntĂŁo Harry pegou suas duas mĂŁos e levou-as atĂ© a atenção de Tomlinson. E, puta que pariu, ele quase gemeu.
Estava quente e pesado sob seus dedos e o bico estava eriçado. Ele apertou levemente, experimentando, e ouviu Harry soltar um suspiro baixo. Olhou para seu rosto e ela estava igualmente corada, com o låbio preso entre os dentes.
âVocĂȘ pode tirar a sua tambĂ©m?
E sĂł entĂŁo ele se deu conta de que era o Ășnico completamente vestido. Ele soltou os seios dela apenas para tirar o moletom, seguido da blusa do pijama, e voltou com as mĂŁos sobre o corpo dela. Harry deixou ele fazer o que queria enquanto analisava-o.
âVocĂȘ Ă© todo bonito, sabia?
âVocĂȘ tambĂ©m. Quer dizer,... VocĂȘ Ă© linda, Harry. Sempre foi.
Harry o puxou de volta para si, beijando-o mais uma vez, agora com mais corpo, mais calor, mais intenção. Os torsos nus roçavam um no outro; Louis podia sentir o mamilo de Harry espremer-se contra o seu peito e ele nunca pensou que uma coisa pudesse ser tão boa.
As mãos dela passeavam pelas costas dele, sentindo cada tremor, cada hesitação e cada rendição.
E ainda assim, mesmo no meio daquilo tudo, ela sussurrou com a voz rouca e maliciosa:
âEu quero tudo de vocĂȘ, Lou Lou. Cada toque, cada beijo⊠Quero vocĂȘ por todo o meu corpo. Quero ser sua.
Ele engasgou um pouco com a ousadia da frase e Harry riu contra a pele de seu pescoço, os dentes arranhando logo abaixo do lóbulo da orelha.
âVocĂȘ fala essas coisas como se jĂĄ tivesse feito isso antesâ ele comentou, tentando soar firme, mas a voz falhou.
âNunca fiz, mas eu tenho imaginação. E uma lista mental de todas as coisas que eu quero fazer com vocĂȘ. Eu quero te destruir.
Louis nĂŁo respondeu ânem conseguiria. SĂł a puxou para outro beijo, ainda mais profundo, mais desesperado, como se tudo o que ele precisasse naquele momento estava ali, entre seus braços.
As mĂŁos se buscavam sem coordenação, e o quarto parecia pequeno demais para a fome que crescia entre os dois. O beijo era desajeitado Ă s vezes, esbarrando dentes, fugindo da linha dos lĂĄbios, mas logo se encontrava âmais fundo, mais quente, mais intenso.
Harry tropeçou nos próprios pés quando Louis a puxou enquanto tentava tirar as botas. Os dois riram, entre suspiros.
âCuidado, Lou⊠Vai me derrubar antes de conseguir me conquistar de vezâ ela brincou, embora seu olhar dissesse que era verdade a tempos.
âVocĂȘ⊠JĂĄ estĂĄ conquistadaâ ele murmurou, vermelho, e Harry quase gemeu com a doçura.
âAh, Ă©? E o que te faz ser tĂŁo confiante?â ela provocou.
Louis olhou para ela, do topo da testa até o final do queixo. Estava encantando.
âSeus olhos. VocĂȘ olha pra mim como se eu fosse a coisa mais bonita que vocĂȘ jĂĄ viuâ respondeu, colocando uma mecha do cabelo dela atrĂĄs da orelha.
âVocĂȘ Ă©â ela sussurra de volta, com os lĂĄbios nos dele, sem desviar o olhar ou fechar os olhos.
Ela segurou o rosto dele entre as mãos, e acariciou-o como ele também estava fazendo.
âAgora me leva pra cama, gatinho. Antes que eu tenha que implorar.
Louis ficou estĂĄtico por um segundo, o cĂ©rebro processando aquela ordem suave como se fosse algo que ele sonhou, nĂŁo ouviu. Mas quando Harry puxou sua mĂŁo e começou a andar de costas atĂ© a beirada da cama â e era muito fofo e sensual como seus seios dançavam no ritmo de sua cintura a cada passoâ, ele foi atrĂĄs, aos tropeços, sem tirar os olhos dela.
Harry caiu de costas na cama, puxando Louis com ela, e os dois afundaram entre os lençóis rosa bagunçados, coraçÔes disparados e bocas famintas.
âA gente devia ir com calmaâŠâ ele disse, mas suas mĂŁos jĂĄ tomavam um rumo sozinho para o corpo de Harry, direto para os mamilos.
Harry quase riu com o quĂŁo hipĂłcrita ele soava e com o quĂŁo sexualmente frustrada ela estava.
âEu esperei tempo demais pra ir com calmaâ sussurrou, colocando suas mĂŁos sobre as dele e fazendo ele apertar os seios com força. Ela gemeu lindamente com isso âMas se vocĂȘ quiser parar, a gente para.
Era um jogo. Ela fez aquilo de propĂłsito para tentĂĄ-lo, para nĂŁo fazĂȘ-lo desistir.
âEu nĂŁo quero pararâ respondeu, entre um ofego e outro.
âQue bomâ ela sorriu, triunfante âPorque eu tĂŽ querendo calar essa sua boca inteligente com a minha buceta desde o dia que vocĂȘ me corrigiu naquela aula de ĂĄlgebra. E eu tenho certeza que eu estava certa!
Louis riu, mais envergonhado do que nunca, e mesmo assim mergulhou nos lĂĄbios dela de novo, agora com um pouco mais de segurança. As mĂŁos dele exploravam o corpo dela com uma curiosidade singela âao mesmo tempo que era tĂmida, tambĂ©m era faminta.
âVocĂȘ nĂŁo precisa ser tĂŁo cuidadoso, tĂŁo retraĂdo. Eu nĂŁo vou quebrar, Lou Louâ Harry disse, acariciando os fios de sua nuca. Ele estava todo por cima dela e o Ăłculos deslizava pela ponta do nariz, ameaçando cair a qualquer momento.
âE-eu só⊠NĂŁo tenho ideia do que fazerâ ele sussurrou, olhando para Harry como se ela fosse uma coisa preciosa que ele nĂŁo queria espantar.
A verdade era que Harry tambĂ©m nĂŁo sabia. Ela nunca esteve assim com ninguĂ©m antes âexceto aos beijos, mas isso nĂŁo contava como experiĂȘncia nessa situação. Mas ela sabia exatamente o que queria.
âDeitaâ ela mandou, com a voz tĂŁo trĂȘmula que nĂŁo parecia dar uma ordem. Mas Louis acatou.
Ele saiu de cima dela e deitou ao seu lado na cama. O quarto nĂŁo estava cem por cento escuro âtinha a luz do mini abajur de tomada e a luz da lua. Louis pode ver a silhueta detalhadamente de Harry quando ela se pĂŽs de joelhos na cama e retirou o resto de roupa que ficara em seu corpo. Peça por peça. A minissaia, seguida pela calcinha.
âE-eu⊠Eu vou fazer algo agora, mas se vocĂȘ nĂŁo gostarâ ela mordeu os lĂĄbios, indecisa âVocĂȘ pode me pedir para parar, certo?
Louis apenas acenou positivamente com a cabeça, ansioso, esperando que ela pudesse ver.
Então, no segundo seguinte, Harry se arrastou até ele e colocou uma perna de cada lado de sua cabeça. Ele sentiu o momento exato que o colchão afundou e o nervosismo tomou conta.
Louis podia ser um leigo, mas não era um completo idiota. Ele sabia muito bem o que Harry queria com isso. E, se fosse sincero, ele podia salivar para não ter que dizer que também queria.
Antes que Harry pudesse falar alguma coisa âprovavelmente outra ordemâ, Louis enganchou os braços em torno das coxas torneadas dela e puxou-a, sem delicadeza, para cima de sua boca. Literalmente. Ele podia sentir a quentura de sua intimidade implorando por qualquer toque.
A garota soltou um gemido, surpresa, mas derreteu-se em completo prazer quando Louis deu a primeira investida com a lĂngua. Aquilo parecia um sonho, tĂŁo irreal. E ao mesmo tempo tĂŁo bom.
Harry nem deu tempo para Louis pensar, ela simplesmente desabou seu peso, montando sob o rosto do outro como quem monta um cavalo. E Louis nĂŁo se deixou abalar, espalhou a lĂngua por toda a xotinha como se jĂĄ tivesse feito isso vĂĄrias vezes antes.
A lĂngua subia e descia, explorando e conhecendo, ficando ciente que cada gemido alto era algo a ser aprovado. E Louis era muito bom em aprender. Ele apertava as coxas quando precisava erguer a cabeça e alcançar pontos que sozinha a boca nĂŁo conseguia.
âAi meu deus, Lou LouâŠâ ela gemeu, apertando os olhos quando Louis succionou seu clitĂłris âIsso Ă© muito bom. NĂŁo para, por favor.
Mas ele nĂŁo pretendia. Ele queria fazĂȘ-la gozar, pois nĂŁo tinha certeza se conseguiria fazer isso mais tarde âisso considerando que eles iriam atĂ© o final. Sem contar que o gosto de Harry era muito bom, fazia querĂȘ-lo aos montes.
Harry olhou para baixo por um momento e o que viu foi demais para sua prĂłpria sanidade. Louis jĂĄ olhava para ela, como quem estuda e analisa com prazer suas expressĂ”es faciais, com os Ăłculos levemente embassados e os cabelos desgrenhados. Ela quase podia ver a pontinha de sua lĂngua trabalhando. Contraiu-se sem perceber.
Tomada pelo prazer, ela inclinou o corpo para trås, apoiando uma mão no peitoral de Louis e com a outra ela desceu até a xotinha, abrindo-a com os dedos.
Puta que pariu, Louis quase gozou dentro das calças. Ele nem sabia que gostava desse tipo de coisa até ter Harry Styles se esfregando nele como uma prostituta carente.
âLou Lou, por favor, eu tĂŽ tĂŁo pertoâŠâ ela confessou, entre um gemido manhoso e outro.
Tomlinson avançou a velocidade, trabalhando com a lĂngua como ele nunca fizera em nenhum debate âe olha que ele era muito bom. Vez ou outra ele podia sentir a textura dos dedos de Harry, mas nĂŁo parou por um segundo. Nem mesmo quando, olhando-a tĂŁo vulnerĂĄvel lĂĄ de cima, ele correu as mĂŁos por seu corpo e alcançou os seios. Apertou o bico sem timidez ou permissĂŁo.
Harry soltou um gemido muito alto, rolando os olhos. Ela podia sentir a bucetinha pingando âse era seu prazer ou saliva ela nĂŁo sabia, e nem fazia tanta diferença. Ela contraia-se sem parar e Louis nĂŁo lhe dava trĂ©gua. Ele a lambia como um profissional e sugava seu clitĂłris como quem tem fome, os lĂĄbios fechados em volta de seu botĂŁo sem espaço para ar.
Ela nem sabia mais o que fazia, apenas rebolava para frente e para trĂĄs, cavalgando em busca do seu prĂłprio prazer. A xotinha jĂĄ devia estar vermelha a uma hora dessas e provavelmente amanhĂŁ ela acordaria assada, mas nĂŁo conseguia se importar. NĂŁo quando estava tĂŁo perto.
âAh, Lou LouâŠâ ela gemeu uma Ășltima vez, antes de abrir a boca em um âoâ mudo.
EntĂŁo uma onda avassaladora atingiu-a e ela se contorceu levemente antes de gozar com gosto. Tendo seus Ășltimos espasmos sob a lĂngua de Louis, que sĂł parou de lhe chupar quando a mesma tocou sua testa com a palma da mĂŁo, empurrando-o levemente.
Ela saiu de cima dele e caiu deitada na cama, ofegante e com a intimidade pulsando âcomo se os lĂĄbios de Louis ainda estivessem ali, chupando-a com vigor e vontade. Louis igualmente ofegante, virou-se para ela, olhando-a voltar para a realidade aos poucos e pensando o quanto era sortudo.
âVocĂȘ é⊠Perfeitaâ ele disse sem pensar, em um sussurro, corando logo em seguida.
Harry riu, baixo e rouco que fez o estĂŽmago dele virar do avesso.
âVocĂȘ vai me matar desse jeito.
âEu?
âCom esse jeitinho doce, inocente⊠E ainda por cima, de Ăłculos. Ă tortura demais para uma garota sĂł.
Louis riu, nervoso.
âNĂŁo tenho nada de especial, Harryâ ele disse, corando.
Mas Harry não aceitou ouvir isso. Ela virou-se para ele também, pequena e nua, e distribuiu beijos por seu pescoço. Beijos leves, suaves, que causavam cócegas, mas que logo alcançaram o ouvido alheio.
âVocĂȘ tem tudo de especial, Lou Lou. VocĂȘ foi o primeiro garoto que bateu de frente comigo, mesmo que por causa da lição de casa. Foi o primeiro garoto que nunca tentou me impressionar.
Harry sorriu e Louis sentiu os pelos de seu corpo se eriçarem.
âEnquanto todo mundo via apenas a minha aparĂȘncia e minha popularidade⊠VocĂȘ sĂł queria competir comigo pela melhor nota de ĂĄlgebra.
Ela riu baixinho e voltou para trĂĄs apenas para encarar os olhos dele.
âVocĂȘ me viu, Louis. Mas nĂŁo com expectativas ou esperando eu ser algo que eu nĂŁo sou. VocĂȘ me vĂȘ como eu sou. E isso Ă© mais do que eu poderia pedir.
Louis sentiu o ar prender os pulmĂ”es. Por um segundo, tudo ao redor pareceu se apagar e nada importava alĂ©m desse momento ânem sua ereção dolorosa.
âEuâŠâ ele começou, mas a voz saiu baixa demais. Ele limpou a garganta , tentando organizar os pensamentos que Harry acabara de bagunçar âEu nĂŁo sabia que uma pessoa como vocĂȘ podia sentir coisas por mim.
Harry sorriu e avançou, sobre ele, rolando em cima de seu corpo, quebrando qualquer defesa que ele tivesse construĂdo. Pousou um selinho nos lĂĄbios dele, cheio de ternura.
âVocĂȘ Ă© bobo se acha que nĂŁo Ă© nem um pouco interessanteâ ela sussurrou, os olhos presos nele âEu vejo vocĂȘ desde o primeiro dia. Com aquele livro enorme no colo, franzindo a testa porque os corredores sĂŁo barulhentos demais.
Ela fez um carinho singelo com a ponta do dedo em sua bochecha.
âVocĂȘ acha mesmo que eu me importava com quem eu chamava para estas festas? Era sĂł um pretexto para chamar sua atenção, para fazer vocĂȘ vir atĂ© mim.
âPĂ©ssimo jeito de chamar a minha atençãoâ ele disse, fazendo ambos rirem.
Harry mordeu o lĂĄbio.
âDeu certo, no entanto, vocĂȘ veio!
Louis quis ocultar a parte pela qual veio de verdade, pois afinal, nĂŁo importava: ele foi.
âE tudo bem se vocĂȘ nĂŁo sabia que alguĂ©m como eu podia sentir isso. Porque eu senti o suficiente por nĂłs dois esse tempo todo.
Ela se aproximou ainda mais dele, colando seus narizes em um beijo de esquimó, compartilhando a mesma respiração.
âMas⊠Acho que tem algo me cutucando lĂĄ embaixo. Que tal nĂłs aliviamos vocĂȘ agora?â ela disse, com a voz carregada de malĂcia.
Louis sabia o que ela queria dizer com isso e ficou nervoso ânĂŁo que ele nĂŁo estivesse antes. Arregalou os olhos para ela em total choque e surpresa. Ela sorriu, compreensiva, os dois estavam no mesmo barco, afinal.
âTĂĄ tudo bem, nĂłs vamos devagarâ ela sussurrou pra ele, descendo com as mĂŁos pelo torso desnudo.
Ao chegar na braguilha da calça, Harry foi råpida em se desfazer dos fechos. Saiu do colo do outro apenas para tirar o restante das roupas que ele ainda vestia e voltou a se sentar sobre sua barriga.
âEntĂŁo⊠Hum, como vocĂȘ quer fazer isso?â ela perguntou, meio sem jeito, sentido o pau duro roçando o final de suas costas. Ok, para a sua surpresa, Louis era bem dotadoâŠ
âBom, eu tambĂ©m nĂŁo sei⊠SĂł conheço a teoria, tambĂ©mâ ele soltou, com medo de parecer um idiota e ter acabado com o clima, mas Harry achou engraçado.
âVamos fazer do mĂ©todo tradicional, entĂŁo, pode ser?
Ele assentiu com a cabeça e isso foi o suficiente para Harry. Ela jogou-se na cama, de costas, e arrumou-se confortavelmente entre os travesseiros. Aguardou, de pernas abertas.
Mas Louis nĂŁo foi.
âĂ⊠Hum, Lou Lou, isso quer dizer que vocĂȘ vĂȘm por cima de mimâ ela disse, com um tom contido de ironia.
âA-ah s-sim⊠Claro. Eu jĂĄ sabiaâ respondeu, envergonhado.
Foi entĂŁo que decidiu se mexer. Engatinhou, ansioso, por cima daquele corpo delicado que ele tinha acabado de se deliciar, atĂ© ficar cara a cara com o rosto lindo que ele tanto admirou em silĂȘncio.
âH-Harry⊠NĂłs n-nĂŁo temos camisinhaâ lembrou, com o rosto quente atĂ© as orelhas. Ele nĂŁo queria parar, mas era importante alertar ela disso, afinal, era um fator bastante importante e decisivo.
âNĂŁo tem problema, gatinho, eu tomo pĂlula e nenhum de nĂłs dois nunca nos deitamos com ninguĂ©m. Estamos limpos, acho que vai ficar tudo bemâ ela respondeu, e pela expressĂŁo surpresa no rosto de Louis denunciou que ele nĂŁo esperava isso dela.
Harry apenas revirou os olhos.
âLou Lou, eu nĂŁo quero parar. Agora coloca o seu pau em mim antes que eu ache que vocĂȘ nĂŁo me querâ ela rosnou, um tanto impaciente.
Engolindo em seco, achando que ela estava falando sério, Louis segurou o membro com a mão e guiou até a grutinha dela, alinhando-o. Ele enfiou a cabeça com calma, experimentando o que era a penetração de verdade pela primeira vez.
O calor inebriante quase o fez enterrar sem pensar, mas olhou para Harry e ela estava com os olhos fechados com força. Ele respirou fundo e continuou, devagar, se torturando sem querer, atĂ© sua pelve encontrar com a dela. Ele soube ali que a vida nĂŁo era apenas livros e vĂdeo games. E tambĂ©m que nĂŁo seria fĂĄcil se segurar.
âPuta merdaâŠâ ela gemeu, sentindo-se alargada e cheia ao mesmo tempo. Nem suas aulas de fĂsica explicariam isso.
âVocĂȘ tĂĄ bem, Hazz?â ele perguntou, preocupado, com todo o autocontrole que tinha.
A garota não pode não notar o modo carinhoso como ele a chamou. Um sorriso pequeno surgiu em meio às suas expressÔes dolorosas.
âSe vocĂȘ gemer esse apelido bem gostosinho no meu ouvido, eu fico bem rapidinho, gatinhoâ ela brincou, entre suspiros.
Dessa vez, foi Louis quem revirou os olhos.
âNunca desce do pedestal, nĂŁo Ă©?
âSe eu descesse vocĂȘ nĂŁo me notaria.
Louis sorriu carinhosamente, pousando um beijo no centro da testa dela.
âEu teria notado mesmo se vocĂȘ se escondesseâ confessou e iniciou uma estocada gentil, pois ele estava delirando.
Harry gemeu, voltando a fechar os olhos. Ela passou os braços em volta do corpo de Louis e o abraçou, puxando-o para perto, quase completamente deitado sobre ela. Trocando calor e suor como devia ser.
âDevagar, Lou Lou, vocĂȘ Ă© grande, sabia?â fora uma pergunta retĂłrica, mas Louis ainda assim respondeu:
âEu tenho ciĂȘncia que Ă© um pouco acima da mĂ©diaâŠ
Harry queria rir, mas logo veio outra estocada e tudo que ela fez foi gemer ao sentir aquele pau todo dentro dela outra vez. Ele estava indo devagar, mas ainda assim demoraria um pouco para ela se acostumar.
Louis, no entanto, parecia estar tendo o melhor momento de sua vida. Ele jamais poderia imaginar que sair e entrar dentro de uma buceta poderia ser mais prazeroso do que tirar notas altas no boletim escolar.
Harry o apertava tanto que ele mal tinha tempo pra pensar. Era quente, molhado e estreito de um jeito que sua mĂŁo nunca fora. Ele quase podia ver estrelas se fechasse os olhos.
As estocadas se seguiram no mesmo ritmo. Vez ou outra, Louis aumentava a velocidade, mas quando ouvia Styles gemer um pouco mais alto ele voltava o que estava fazendo antes como se tivesse tomado um choque de realidade. Pelo menos havia a constĂąncia, que o deixava na beira.
âLou Lou, vocĂȘ pode fazer o que quiser, agoraâ ela sussurrou, naquele tom sedutor âEu estou bem.
Ah⊠Harry não devia ter dito essas palavras. Era a permissão que Louis precisava.
Desesperado, ele nĂŁo pensou duas vezes antes de sair de dentro dela e cair com o peso do corpo na estocada. Harry soltou um berro, mas Louis nĂŁo parou. Mais do que ele queria admitir, ele gostou de ouvir isso.
Continuou na mesma intensidade, ouvindo os suspiros dela em seu ouvido, derretendo-se, entregando-se de corpo e alma.
Louis estava perto, ele podia sentir. Ele ficou triste de nĂŁo durar tanto tempo âmas, se fosse honesto consigo mesmo, ele achou que durou muito mais do que um dia pensou para sua primeira vez.
As estocadas começaram a perder o ritmo de uma hora para outra, e quando Harry achou que podia voltar a respirar, Louis investe contra ela com toda sua força, enchendo-a e gozando dentro dela. Uma quantidade absurda; transbordava, ameaçando sair.
Ele ainda ficou um tempo dentro dela, deixando o pau ter espasmos e de liberar atĂ© a Ășltima gota. Abraçado a ela com o corpo suado e meio trĂȘmulo.
Harry acariciou sua nuca, brincando com os fios de cabelo enquanto esperava ele se acalmar. As respiraçÔes se acalmando aos poucos.
âIsso foi a melhor coisa que aconteceu em toda a minha vidaâ Louis admitiu, baixinho. TĂŁo baixo que se ele nĂŁo tivesse literalmente deitado sobre o corpo de Harry, ela nĂŁo teria ouvido.
Depois de mais um momento de silĂȘncio, Louis se retirou de dentro dela, com o pau mole. Ele o cobriu com as mĂŁos quando caiu ao lado dela na cama. Agradeceu por Harry nĂŁo ter feito piada naquela hora âele jĂĄ estava envergonhado o suficiente.
âE-eu jĂĄ te recompenso, Hazz, sĂł deixa eu me recuperar um pouco, tĂĄ?â ele disse, constrangido, o coração a mil.
Harry riu.
âMe recompensar sobre o que?â ela ergueu uma sobrancelha, inquisidora.
Louis corou.
âPor nĂŁo ter te feito gozar agora.
âQue sorte a minhaâŠâ ela disse, virada de lado, com a mĂŁo na cabeça apoiada, olhando para ele com aqueles olhos irĂŽnicos âMinha primeira vez e eu vou gozar duas vezes⊠à mais do que muita menina tem por aĂ, em!
âP-para de zoar com a minha c-cara.
Ela ri ainda mais e, para amenizar, pousa a mĂŁo livre sobre o peitoral dele, acariciando-o o meio com carinho.
âE como pretende me recompensar, gatinho?
Ele quis esconder o rosto de tanta vergonha.
âC-com a b-b-bocaâŠ
Harry abriu um sorriso malicioso.
âEntĂŁo Ă© melhor vocĂȘ se recompor logo, Louis Tomlinson,â ela chegou com a boca mais perto de seu ouvido para sussurrar âPorque eu tĂŽ doidinha pra que minha buceta seja seu Ășnico alimento atĂ© o dia amanhecer.
E, com os olhos arregalados e o pau voltando a endurecer, Louis se viu tendo uma reviravolta na vida.
Bom, e se Louis e Harry começaram a namorar? Sim. Harry nunca mais deixou Louis ter uma tarde sĂł de estudos que a recompensa pelo bom desempenho era uma peça de roupa a menos âe ela sabia que ele sempre tinha bons desempenhosâŠ
oiii meus amores, fiquei inspirada com o Harry lançando vibrador kkkkkkkkk vim postar um trechinho da pt2 de pick me (tenham paciĂȘncia cmg juro q irei tentar postar o mais rĂĄpido possĂvel)
""""""Harry anda me avitando, mas, quando acaba que eu consigo a oegar desprevenida e a agarrar por trĂĄs, eu sinto o corpo inteiro dela se estremecer. Ela anda passando horas no quarto, trancada, e quando sai, estĂĄ com as bochecas coradas, os cachos molhados depois de um banho e sua pele vermelha. E eu noto o quanto ela anda sensĂvel.
Muito mais do que ela jĂĄ, se Ă© que isso Ă© possivel.
Me parece sujo demais deduzir o que Harry anda fazendo as escondidas, e por isso fica tao envergonhada quando me ve e eu pergunto se estava tudo bem. Mas Ă© excitante demais a ideia que minha gatinha esteja fazendo coisas inapropriadas, e se aliviando sozinha.
Na quarta de noite acontece algo que me prova quase tudo que eu estou pensando. Harry saiu de um banho quente e demorado, suas bochechas estão coradas, pele avermelhada e vejo que ela esta ofegante e sonolenta. Ela ja esta de pijaminha, vestindo um conjuntinho rosa. Minha mente traçando possibilidades do que ela poderia estar fazendo dentro daquele banheiro. A observo se dirigir para a cozinha com seu conjuntinho de pijama flanelado, shorts e camisa de botão.
Ela não percebe quando eu me aproximo dela por trås e agarro sua cintura, a fazendo pular de susto e tentar de afastar. Mas eu nao deixo, a puxando mais para mim, e abraçando sua cintura.
â L-Lou! â ela morde os lĂĄbios apreensiva e se vira para mim. Suas mĂŁozinhas pousando no meu peito e seus cachos na altura do meu queixo. â V-vocĂȘ me assustou...
â O que vocĂȘ tem, Haz? - Aperto sua cintura de propĂłsito, somente para vĂȘ-la estremecr e morder os lĂĄbios inchadinhos. â Parece que anda vendo o bicho-papĂŁo
â N-nĂŁo! NĂŁo Ă© nada, Lou. O que vocĂȘ ta dizendo?
Ver ela gaguejar e sorrir nervosa faz a minha mente viajar por tantos cenĂĄrios imprĂłprios. Me sinto um merda por deixar meu olhar escapar pros seus seios gostosos subindo e nascendo na minha frente, por ela estar ofegante.
A ideia de que eu posso ter deixado ela molhada me tira o juĂzo""""
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á°
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Dirty little lover pt. 2 - Em breve
DEVILISH
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eu amei a saga do enzo ceo rico e poderoso mas fiquei imaginando...
enzo artista pobre que acabou de começar a atuar e reader filha de um homem muito influente no mundo dos negócios que odeia ele...
imagina ela toda moça de famĂlia e ele levando ela pro mundinho dele e tirando o cabaço delađŁđŁđŁ aff eu amaria
nossa, como eu adorei isso aqui! amo a virada de chave pra nós comendo o palhaço rolinha pobre coitado.
(nĂŁo revisado, tenham piedade pls)
segue aqui seu pedido, minha queen:
VocĂȘ conheceu Enzo em um evento da sua faculdade em que ele era bolsista em teatro e artes cĂȘnicas, enquanto vocĂȘ pegava a mensalidade total em um curso renomado. A primeira vez que se encontraram, vocĂȘ ficou totalmente encantada por ele, aqueles cabelos sedosos, o rosto de galĂŁ e olhos gentis, mas quando vocĂȘ descobriu que ele fazia teatro e se vestia tĂŁo... desleixado, entĂŁo deixou de lado sua atração por ele, sabendo que sua famĂlia nunca aceitaria caso vocĂȘs tivessem algo.
Entretanto, Enzo simplesmente estava em todo lugar que vocĂȘ ia. Ficou louco pelo seu jeitinho de princesa e como vocĂȘ parecia uma bonequinha toda inocente e arrumadinha. As suas unhas sempre feitas, o cabelo impecĂĄvel, usava joias a qualquer momento do dia e suas roupas e sapatos eram de marcas de luxo. Mesmo que ele recebesse olhares enojados do seu pai toda vez que ia te cumprimentar, o moreno fazia questĂŁo de te dar pelo menos um oizinho.
VocĂȘ evita ele em todos esses lugares, mas Enzo sabia que era muito educada para simplesmente ignorĂĄ-lo. A situação mudou totalmente no dia que vocĂȘ foi ao teatro sozinha porque seus pais cancelaram de Ășltima hora, mas estava ansiosa para ver a obra e era muito fĂŁ do diretor, entĂŁo decidiu assistir sozinha no camarote exclusivo da sua famĂlia. Ao ver quem era o ator principal seus olhos se arregalaram e outras reaçÔes incomuns surgiram pelo seu corpo, assistir ele atuar era hipnotizante, nĂŁo sĂł Enzo era extremamente talentoso, como aparecia em algumas cenas sem camisa fazendo uma pulsação irritante crescer no meio das suas pernas. No fim da peça, ficou esperando no hall de entrada do teatro, distraĂda admirando as belas pinturas e ornamentos do ambiente. ApreensĂŁo toma conta do seu ser quando sente uma mĂŁo grande tocar suas costas, vira-se rapidamente para ver quem foi.
Seu coração acelera ao dar de cara com aqueles olhos castanhos enquanto os låbios tinham um sorrisinho arrogante.
"VocĂȘ por aqui, bonequinha." Diz ainda sem tirar as mĂŁos do seu corpo, agora deixando-a descansando no seu ombro.
"Que susto, Enzo." Responde colocando a mĂŁo no peito, tentando em vĂŁo acalmar seu coração que martelava no seu peito, nervosa com a proximidade dele."V-vocĂȘ Ă© muito talentoso, fiquei impressionada."
"Obrigado, gatita." Fala agora brincando com a alça fina do seu vestido, sorrindo ao ver suas bochechas corarem por causa dos nomes carinhosos que ele te chamava.
VocĂȘ nem lembra direito como acabou se beijando com ele no corredor escuro dos camarins. SĂł recorda dele dizendo que te mostraria umas coisas do cenĂĄrio e quando chegaram perto de um canto escuro, ele sĂł te puxou e te pressionou contra a parede. Agarrando sua cintura e roçando o nariz grande no seu pescoço, falando como vocĂȘ estava cheirosa e muito linda com essa roupinha, sentia seu corpo tremer com a voz grave dele te dizendo tudo o que imaginava antes de dormir.
NĂŁo demorou muito para vocĂȘs começarem a se beijar enquanto as mĂŁos passeavam pelo corpo um do outro. Enzo subiu seu vestido apertado atĂ© a cintura e enfiou uma coxa musculosa no meio das suas pernas, logo empurrava seus quadris para vocĂȘ começar a se esfregar nele. Desajeitada, se mexia buscando estĂmulo, mas sentia que nĂŁo era o suficiente, sĂł manchava o tecido fino da calça e sua intimidade pulsava, intensamente, buscando alĂvio.
Percebendo que vocĂȘ gemia implorando por mais, Enzo desceu uma mĂŁo atĂ© a sua bucetinha, acariciando onde sabia que te fazeria ver estrelas, e pelo o que ele notou vocĂȘ era bem inexperiente, soltando sonzinhos e miados sĂł de ter a lĂngua dele massageando a sua ou as mĂŁos apertando sua bunda e peitos.
Quando ele afastou sua calcinha para o lado e vocĂȘ sentiu o contato pele a pele do indicador dele esfregando seus clitĂłris, soltou um gemido alto contra os lĂĄbios carnudos e desatenta acabou mordendo o a carne macia. Seu rosto ardeu de vergonha por se sentir tĂŁo patĂ©tica.
"Uau, a gatinha morde." Disse rindo e lambendo o cantinho dos lĂĄbios que sangrava um pouco. Sua buceta se contraiu ao redor de nada ao perceber que seu batom manchou o queixo dele e como os olhos escuros te devoravam.
Enzo retomou a massagem contra a sua entradinha molhada, esfregava cĂrculos lentos no seu pontinho inchado na medida que distribuia beijos pelo seu rostinho quente, jĂĄ que vocĂȘ nĂŁo conseguia beijar ele direito e nem parar de choramingar. VocĂȘ gemeu mais alto quando ele enfiou um dedo comprido na sua entradinha, penetrava atĂ© a metade tentando te fazer se acostumar com a sensação, notando que vocĂȘ começou a se foder no dedo dele, Enzo baixou a frente do seu vestido, chupando seus biquinhos tesos e grunhindo com a sensação deliciosa da sua bucetinha molhada engolindo o dĂgito.
"Goza pra mim, princesa, quero sentir essa bucetinha me apertando." Sussurra no seu ouvido, adicionando mais um dedo e acelerando os movimentos. Tapou a própria boca ao soltar um gritinho quando seu orgasmo chegou, com a outra mão fincou as unhas no braço musculoso e sentia os espasmos da sua buceta quase expulsando os dedos do mais velho.
Depois disso, vocĂȘs engataram em um relacionamento sĂ©rio, apesar das diferenças, se entendiam como ninguĂ©m e ambos estavam começando a se apaixonar.
Enzo te levava a lugares que vocĂȘ nunca tinha ido, aquelas lanchonetes de esquina que seu pai criticava, os brechos e sebos que sua mĂŁe odiava e ainda te fazia acompanhar ele em festas da galera das artes. AlĂ©m disso, te ensinou a apreciar as pequenas coisas da vida, como andar de bicicleta ao amanhecer e fazer trilhas para se conectar mais com a natureza. Claro, vocĂȘ fazia tudo isso escondido dos seus pais, jurando que estava passando o fim de semana na casa de uma amiga que te acobertava e torcia pelo seu relacionamento com o moreno.
Como era um pouco mais velho e mais experiente, Enzo te ensinou tudo que sabia sobre sexo. ApĂłs o dia no teatro, quase todas as vezes que se encotravam rolava algum tipo de atividade sexual. VocĂȘs jĂĄ tinham feito de quase tudo, te ensinou como chupar o pau dele, como se masturbar da maneira correta, as vezes vocĂȘs ficavam sĂł se esfregando atĂ© ele gozar na sua coxa e vocĂȘ se contrair ao redor de nada, mas nunca realmente fazendo sexo.
Estava decidida que hoje seria o dia que finalmente sentiria o pau grosso dele dentro de vocĂȘ. Por isso, planejou tudo antecipadamente, colocou uma roupa que sabia deixar ele cheio de mĂŁos bobas, se perfumou mais do que o normal e colocou um filme entediante para vocĂȘs assistirem. NĂŁo demorou muito para vocĂȘ jĂĄ estar por baixo dele sĂł de lingerie, Enzo chupava seu pescoço enquanto vocĂȘ gemia em protesto para nĂŁo deixar marcas que seus pais pudessem ver, ele chupa uma marquinha roxa na sua nuca onde o cabelo cobre e baixa os lĂĄbios atĂ© encontrar seus peitos cobertos por uma renda fininha. Ele lambia e chupava seus seios por cima do tecido, encharcando o pano e pressionava a ereção pesada na sua calcinha igualmente fina.
"Quero fazer hoje, Enzo." Diz ofegante quando ele retira seu sutiã e começa a chupar seus mamilos enquanto apertava a carne macia. Seus quadris se remexiam um contra o outro e sua umidade melava suas coxas.
"Tem certeza, muñequita? Quer que eu foda essa bucetinha virgem, hm?" O moreno te responde, voltando a aproximar o rosto do seu, olhando no fundo dos seus olhos para ter certeza que vocĂȘ realmente queria ele. ao te ver assentir entusiasmada e murmurar vĂĄrios sim's, Enzo enfia uma mĂŁo entre seus corpos para tirar a cueca dele e passar os dedos pelas suas dobrinhas molhadas, gemidos manhosos saiam da sua boca conforme dois dĂgitos te penetravam e o polegar esfregava seu clitĂłris. Apesar de vocĂȘ jĂĄ estar bem molhada, Enzo sabia que nĂŁo seria fĂĄcil meter o pau sem preparo ou se vocĂȘ nĂŁo estivesse gozado pelo menos uma vez.
O mais velho sabia como te fazer enlouquecer e onde estava todos os seus pontos sensĂvel. Curva os dedos dentro do seu canal, acariciando aquele lugar que te fazia soltar mais lubrificação ainda ao mesmo tempo que beijava seu pescoço sensĂvel. VocĂȘ agarrava as costas musculosas, gemendo com a chegada inesperada do seu orgasmo. Suas costas arquearam e chamava o nome dele desperadamente, pela sensação elĂ©trica que corria pelas suas veias ao jorrar mais lĂquidos nos dedos grossos.
Quando vocĂȘ se recuperou, Enzo voltou a unir seus lĂĄbios, te dando um beijo amoroso e lento para tentar transmitir toda a paixĂŁo que sentia por ti. Pincelava a cabeça vermelha do membro na sua buceta encharcada, ele admirava seus olhos te achando a coisa mais preciosa do mundo e pensando como era sortudo por ser seu primeiro, e com certeza, vai fazer questĂŁo de ser o Ășnico.
O mais velho enfiou pouco a pouco o pau grosso na sua entradinha apertada, arromabando seu buraco totalmente, te esticando ao mĂĄximo e fazendo seus olhos se fecharem para aguentar a ardĂȘncia que crescia junto com o prazer. Observando sua expressĂŁo, Enzo acariciava seu corpo e passava os dedos levemente pelo seu clitĂłris sensĂvel, quando ele meteu tudo, vocĂȘ se sentia cheia e como se ele cutucasse seu Ăștero com a profundidade que alcançava. Pediu para o seu namorado começar a se mexer, rebolando sutilmente contra os quadris do mais velho.
Ele iniciou um ritmo devagar, pressionando o corpo suado contra o seu, preenchendo todos os seus sentidos, te fazendo gemer loucamente. Enzo gemia alto com o jeito que sua bucetinha quente e estreita apertava o pau dele, massageando o comprimento de uma forma tĂŁo gostosa. AlĂ©m disso, suas bolas tensionavam com a maneira que vocĂȘ estava desesperada por ele, arranhando as costas definidas e agarrando os cabelos sedosos tĂŁo forte que o couro cabeludo dele doĂa.
Quando ele passou a te foder com força, fazendo seus corpos emitirem sons altos ao se chocarem e sua buceta molhar os pelos da virilha dele, choramigou que nĂŁo iria aguentar mais e precisava gozar no pau dele dentro de vocĂȘ. Enzo tambĂ©m sabia que nĂŁo duraria muito, subestimando como era sentir uma buceta virgem espreme-lo e ainda por estar fodendo a mulher que ele amava mais que tudo. O uruguaio passa a te foder mais rĂĄpido, desengonçado e com grunhidos altos misturados com palavrĂ”es.
Enzo enfia o rosto no seu pescoço ao soltar jatos quentes de porra dentro de vocĂȘ, grudando mais ainda seus corpos e levou uma mĂŁo para beliscar seu clitĂłris atĂ© sentir suas paredes se contrairem ao redor dele. Se afastou para ver o gozo escorrer pela sua bucetinha arrombada, passeou os dedos pela sua intimidade espalhando o lĂquido branco por toda a pele da regiĂŁo, te marcando de uma forma que ninguĂ©m nunca faria. Por mais que o relacionamento de vocĂȘs fosse um segredo por agora, ele nĂŁo poderia esperar para colocar um anel no seu dedo e te ter assim todos os dias.
E claro que sua famĂlia descobre tudo quando acha um teste de gravidez positivo no meio do seu lixoâŁïž

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