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Salvador, Brazil
Hoje eu te odeio,
Demorou um pouco, ou pode se dizer muito? Próximo aos 488 dias, talvez um pouco menos se considerar tudo que nos levou até aqui. Mas hoje reviver aquela briga, e ao mesmo tempo reler as primeiras conversas, aquelas conversas que eu me apegava tanto, me trouxe um sentimento novo por você, e este foi assustador. Não tive mais saudade, não tive mais apego, não me trouxe aquele velho conforto. Poderia dizer que você me iludiu ou que fui ingênua, mas no fundo ambos sabemos que eu estava sedenta por você e mesmo já prevendo as consequências eu decidi ignora-las. Eu por muito tempo preferi me culpar, afirmar pra eu mesma que eu tinha escolhido aquilo e no fundo odiar a mim mesma por toda a situação. Mas hoje eu reconheci que eu me amo o suficiente pra te odiar, te odiar por me fazer passar por tudo que passei, te odiar por me deixar lutar por um relacionamento sozinha, te odiar por eu ter me culpado e carregado isso por tanto tempo, te odeio por ter me feito te amar.
“ You’re a legend, Fred. ”

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perdoe toda mágoa perdoe os que foram embora perdoe os que te feriram mas acima de tudo perdoe a si mesmo.
✧ Throughout the late 1520s, when Anne Boleyn would have been in her late teens or early twenties if the 1507 date of birth is accepted, palace servants referred to her as ‘young,’ Cardinal Pole described her as ‘very young,’ a Cambridge don described as ‘young and good-looking,’ a palace priest as 'youthful,’ and as late as 1529, Cardinal Wolsey was describing her as a 'girl,’ something he was unlikely to have done had she been 28 at the time. On the Feast of Saint Andrew in 1531, Anne complained that her youth was passing her by - a comment which would have raised eyebrows almost to the ceiling had she already been thirty, because by that point her youth would most definitely have left her behind a long, long time ago, particularly by Tudor standards. – Gareth Russell
tá doendo tanto. eu nunca senti isso antes.
eu quero te ligar, pedir desculpas e nos entender como sempre acontece. mas não posso mais fazer isso.
eu sei é minha culpa. mas no fundo é sua também.
eu tô completamente sozinha, não como, não durmo, mal respiro. eu não sei como deter isso.
eu tô desesperada por ajuda, mas ao mesmo tempo não quero ajuda de ninguém.
eu só sei que dói, não sei explicar, não sei como parar.
eu olho as fotos e bate saudade, mas como ter saudade de algo que machucou tanto? não vou apaga-las
eu olho pra aliança e me lembro das promessas, foram tantas, minhas, suas, nossas. aquelas juras de amor eterno.
eu não acreditava em amor eterno, e hoje não sei se é possível amar alguém após você, eu nem quero amar alguém, eu deixei até mesmo de me amar.
queria aquele seu último abraço, aquele me neguei te dar, eu sabia que ia doer mais. eu sabia que ia implorar pra não ir, implorar pra não me deixar, e ao mesmo tempo sabia que precisava ir.
te prometi que ia ficar bem, que ia me cuidar, desculpa por isso também, não sei se vou cumprir essa promessa. mas pra quem já quebrou tantas promessas, você deve entender.
você me perguntou o que era isso, o porque mesmo com tantas brigas, magoas, palavras destinadas a ferir, não conseguíamos nos odiar, não conseguíamos ficar com raiva. hoje eu que me pergunto isso.
talvez pense que é por amar demais, mas não pode ser isso. o amor não deve ferir. ele é bondoso, paciente, tudo suporta. será que suporta isso também?
acho que nunca vai ler isso, ou quando ler já será tarde demais.
a verdade é que eu te amo, e queria esperar. mas minha mente não suporta isso. você me falou tanto que eu era forte, mas a verdade é que eu só me apoiava em você, nunca fui forte, e agora não tenho força nenhuma, e nem mesmo de onde busca-las.
eu escuto seus áudios, é o que me conforta. aliás obrigada por aquele último áudio, ele tem me trago sustento, e até o minimo de esperança.
ei, você deve tá chorando agora, você finge que não mas é tão sentimental quanto eu. tá tudo bem. você me prometeu que ia ficar tudo bem.
me perdoa pelo que disse nas últimas mensagens, eu acredito sim. acredito que me ama. acredito na mudança. acredito que tudo vai ficar bem. acredito que vai ficar bem.
eu sei que não vou ver isso. eu sou toxica. precisa se afastar. eu preciso me afastar, você não faria isso de bom grado. eu preciso fazer sozinha.
ei, eu te amo! demaiZ!
sempre vou ser sua.
“Não importa quanto tempo passe, eu sempre vou te descrever da mesma maneira: o cara bonito e diferente de todos os outros, que me conquistou com seu jeito de menino, o olhar capaz de entender coisas que nunca falei, o dono do sorriso contagiante, a paz que eu tanto precisava, a metade que faltava e o amor para toda vida que ouvi desde pequena em contos de fadas, mas que só você me mostrou que existia.”
—
“Eu estaria mentindo se falasse que seu sorriso não mexe comigo.”
— Cidades de papel.

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The Lion King (1994) dir. Roger Allers and Rob Minkoff
Somos feitos de ciclos. Assim como o mundo gira e o dia vira noite e a noite vira dia, estamos em constante mudança. Somos marés, somos luas. Fases boas e bonitas, fases tristes e complicadas – esteja preparado pra tudo.
Diego Vinicius
Indicação de séries
Hoje vim falar sobre algumas series que estou viciada, mas especificamente series de história (não é uma novidade meu amor por series hehe, mas meu amor por história nunca havia citado por aqui).
Bom, tudo começou lá em 2014, quando comecei a acompanhar a serie Reign, que conta a história de Mary Stuart, rainha da Escócia que pra defender seu trono casou-se com o herdeiro do trono da França e aprendeu a lidar com disputas de poder com sua principal inimiga, Elizabeth I da Inglaterra.
Reign chegou ao fim em junho de 2017, e minha grade de series históricas ficou vazia (tirando Vikings, mas essa é outra história) até que ouvir falar sobre The White Princess (vou falar dela aqui em baixo), assisti ao primeiro episódio e apesar de amar o cenário, fiquei um tanto quanto perdida na história. Ao procurar mais sobre a serie vi que ela era meio que uma continuação de The White Queen, fui correndo assistir a essa serie que me ganhou pela sinopse.
E é por isso que resolvi fazer esse post, falando um pouco sobre essas series que apesar de produções, emissoras, elencos e linhas diferentes, tratam sobre os reinados na Europa, principalmente na Inglaterra, aliás bem específicos na história da Inglaterra
Começamos por The White Queen.
The White Queen
Baseada na série de livros “A Guerra dos Primos” de Philippa Gregory. A trama apresenta a história de duas famílias. Situada no período da Guerra das Rosas, conflito do século XV entre os Yorks (representados pela rosa branca) e os Lancasters (representados pela rosa vermelha), dois lados da mesma dinastia que durante 30 anos lutaram pelo trono da Inglaterra. O tempo que precedeu a ascensão ao trono de Henry VII (pai do rei Henry VIII, que ficou conhecido pelos seus numerosos casamentos e divórcios algo retratado no seriado The Tudors).
Vale lembrar que a Guerra das Rosas foi o período histórico que inspirou George R. R. Martin a escrever suas “Crônicas de gelo e fogo”, que nos leva a Game Of Thornes.
The White Queen, ou TWQ para os mais íntimos, teve sua estreia em 2013, segue um formato de minissérie composta por 10 episódios que duram cerca de 50 a 55 minutos cada. Além do enredo incrível, a cenografia maravilhosa, abertura linda, músicas maravilhosas de ouvir e o elenco que não fica pra trás, destacou-se a fotografia.
A série, bem como o livro, está na perspectiva feminina da Guerra das Rosas, então se tem bem mais questões de “bastidores” do que propriamente das batalhas em si. A história é bem fiel á realidade (isso não quer dizer que não foi adaptada para dramaturgia), todas as intrigas e personagens não são inventados, o que dá algum suporte à história do programa e é muito interessante ver o pequeno Henrique VII futuro Rei e pai de Henrique VIII. Uma narrativa repleta de amor, perdas, sedução, traição e morte.
Nessa nova era do feminismo, apresentar a história do ponto de vista de mulheres, que eram subjugadas ao poder dos pais e maridos, é muito interessante. Mostra como as rainhas desempenharam um papel muito importante no comando do reino.
A série não se baseia apenas no livro A Rainha Branca, mas também em outros dois livros da série da Guerra das Rosas. Elizabeth Woodville (The White Queen) viúva camponesa que se casa com Edward IV, da casa dos Yorks, quando este é coroado rei da Inglaterra; Margaret Beaufort (The Red Queen), uma mulher extremamente religiosa da casa dos Lancasters que sonha em tornar seu filho Henry rei; e Anne Neville (The Kingmaker’s Daughter) filha de Lord Warwick (Criador de Reis).
A autora britânica Philippa Gregory, considerada uma das maiores romancistas históricas da atualidade, que também já teve adaptado o livro A Irmã de Ana Bolena, primeiro livro de sua série sobre os Tudor, que foi adaptado para o cinema com o filme A Outra. Eu particularmente AMO esse filme, e deixo aqui minha recomendação.
Os personagens cativam, e tudo se torna bem mais complexo do que aparenta a primeira vista. Ao longo dos episódios a história vai evoluindo, os personagens secundários ganharam muito mais destaque (como a mãe de Elizabeth, Jacquetta Rivers, que usa a magia de seus ancestrais para prever o futuro), e a narração se tornou mais cuidadosa e esclarecedora. É uma boa diversão, mas às vezes requer uma consulta básica ao nosso amigo google para maiores esclarecimentos.
Um breve resumo da serie, tentando não dar spoilers (apesar de que são fatos históricos e não spoilers).
A história tem início em 1464, quando a guerra está em seu nono ano, começa já com os Yorks no poder, quando o belo Edward IV é coroado o rei da Inglaterra com a ajuda do manipulador seu primo Lord Warwick. Logo de início Edward se apaixona pela jovem viúva Elizabeth Woodville e, antes de partir novamente pra guerra, se casa secretamente com ela. Ao fazer isso, ele começa a perder seus apoiadores, incluindo seu primo Warwick.
Além de amar profundamente seu marido, Elizabeth acaba tornando-se uma grande influência para o rei, mas não sem encontrar numerosos adversários.
Entre os mais poderosos está Margaret Beaufort, uma mulher extremamente religiosa, cujo principal objetivo é ver seu filho Henry Tudor, no trono.
Enquanto isso, Elizabeth Woodville e Margaret Regina se matam para manter o reinado em cada família, sendo algumas da casa Lancaster e outras da York.
Outra mulher que entra na batalha é Anne Neville, a filha do Lord Warwick. Uma peça no jogo de poder de seu pai, ela acaba encontrando sua força e ambição após se casar com o irmão mais jovem do rei, Richard, o duque de Gloucester.
É tanta reviravolta que fica difícil saber em quem confiar. Enredos sobressaem a todo instante. Quando se pensa que um é rei, no mesmo episódio houve no mínimo umas três reviravoltas para que o poder mudasse de mão ou que a rainha viesse a ser outra.
Para não ser um post com muitos spoiler, vou parar por aqui. A serie é incrível por si só, infelizmente, The White Queen não atingiu os números desejados pelas emissoras BBC / STARZ e não teve continuidade até 2017 quando foi exibida pela emissora Starz. Fica aqui minha recomendação.
Obs.: A série foi exibida pelas emissoras Starz (americana) e a BBC (britânica), mas na BBC teve corte das cenas de nudez e sexo, e também algumas falas.
Seguindo a ordem cronológica, vamos para The White Princess.
The White Princess
The White Princess dá continuidade à minissérie The White Queen e conta a história do fim Guerra das Rosas também sob a perspectiva das mulheres que cercavam o homem que reinou a Inglaterra entre 1485 e 1509, mostra a ascensão de Henrique VII ao trono. Detalha o difícil processo de transição da casa de York para a casa dos Tudor e navega pela perturbada e traiçoeira vida na corte inglesa onde os corações estão divididos entre diferente lealdades.
A serie recebeu criticas por romantizar alguns momentos como o envolvimento de Lizzie e Richard III, mas a autora dos livros é romancista, o que é compreendível, outra critica é que Phillipa Gregory puxa um saco danado dos York, e parece detestar os Tudors. E pela mudança no elenco (a atriz que faz a Cecily Neville é a única do elenco anterior que continou).
Levando em conta que a serie começa nos eventos seguintes a TWQ, era impossível usar os mesmos atores 4 anos depois (The White Queen terminou em 2013 e The White Princess teve sua estreia em 2017 ) e nenhum deles envelhecer. Tem também o fato que TWQ é da BBC (emissora britânica) e TWP (The White Princess) é da Starz (emissora americana), logo os atores também desses países, sendo difícil por exemplo a Starz contratar atores britânicos, ao meu entendimento. Com isso temos uma mudança gigante do elenco. Isto me deixou bastante confusa no inicio, até conseguir assimilar quem era quem. Os personagens principais até que não foi tão difícil, mas associar os novos rostos do elenco secundário é um tanto confuso, até porque perdi as contas de quantos Richards, Edwards e Elizabeth temos em ambas series, nunca imaginei que o sobrenome tivesse tanta importância.
The White Princess é também uma mini-série em oito episódios, cheios de disputas por poder, intrigas políticas, crises familiares e casos de amor e traição, os episódios duram em torno de 50 a 60 minutos, e tem como roteirista Emma Frost de Shameless. Não há como falar dessa serie e não enaltecer a abertura! Ver a rosa branca sendo substituída pela vermelha foi incrível, bateu aquela nostalgia pela música de TWQ, e ainda temos a mesma trilha sonora. A cenografia é impecável, mas o figurino perde para TWQ.
A ambientação da produção está de cair o queixo, muitas cenas da mini-série foram gravadas no Castelo de Berkeley e na Catedral de Gloucester, além da histórica cidade de Wells, Somerset.
The White Princess tem um ritmo bem mais lento, enquanto The White Queen adaptou três livros em 10 episódios, The White Princess está adaptando um só em 8, deixam de lado as passagens de tempo que tinha em The white queen (que a gente mal piscava e Elizabeth tinha outro filho).
Um fato marcante da serie é que nos mostra que tudo depende da forma como é vista, por exemplo eu AMAVA a Elizabeth (Woodville) em TWQ e detesto ela em TWP, pela forma pela qual a serie é retratada.
A série traz ainda a atriz Michelle Fairley (a eterna Catelyn Stark, de “GoT”) no papel da Lady Margaret Beaufort, mãe de Henrique VII (finalmente Catelyn tem um filho rei).
Como já disse TWP dá sequencia aos eventos finais de TWQ, após “The Final Battle”, em 1485, quando a princesa Elizabeth, da casa de York, filha de Edward IV e Elizabeth Woodville, é oferecida em matrimônio a Henry, da casa rival de Tudor, para que a paz possa retornar ao país. (podemos ver isso nos últimos episódios de TWQ).
A Lizzie teria talvez o direito de reinar se houvesse algum antecedente de regentes femininas, mas isso não era possível em 1486. Sendo assim, Henry VII, após ganhar a sangrenta batalha de Bosworth e assassinar o futuro rei + noivo + amante da Lizzie, e por isso nem Henry e muito menos Lizzie estão dispostos a seguir com essa união, é declarado o primeiro Rei da dinastia Tudor.
Rei Henry não tem o menor interesse em se casar com Lizzie, a ponto de cogitar o casamento com Cecily, irma de Lizzie. Até que a pressão do Parlamento o fez finalmente arrumar tudo e ir fundo para o casamento unindo assim as duas casas e terminando a longa Guerra das Rosas entre a casa de Lancaster e a casa de York.
O que a BBC tentou nivelar, a Starz trouxe com tudo. Logo no primeiro episodio “In Bed With The Enemy “ temos uma cena em que a Lizzie é brutalmente violada pelo rei Henry para conseguir provar a sua fertilidade.
Os personagens secundários tem uma vai e vem grande como Cecily que logo de inicio tenta chamar a atenção de Henry, que a acusa de falsa lealdade para com a irmã, e depois é esquecida ao longo dos episódios e Maggie nos primeiros episódios a única coisa que deseja é manter o irmão Teddy, o jovem Conde de Warwick, a salvo, e no final tem uma importância impar.
Margaret Beaufort e Elizabeth Woodville enfrentam-se agora no pequeno ecrã como mães do Rei e da Rainha, com apenas ódio a uni-las. Margaret como a recatada e devota a Deus e ao filho, assim como à missão de o manter no trono. E Elizabeth não ficou atrás como a magoada e guerreira que fará de tudo para proteger as filhas e vingar os filhos e a casa York.
Margaret Beaufort, a mãe do rei Henrique VII, entra em confronto com sua nora, a princesa Elizabeth (Lizzie) York. Enquanto sua influência sobre seu filho começa a diminuir e a de Lizzie crescer, Margaret começa a desvendar como os pecados do passado e do presente pesam sobre sua consciência enquanto sua relação com Henry fica cada vez mais em risco.
O tempo passa Henry e Lizzie se aproximam, vem os filhos e o tão sonhado herdeiro ao trono.Mas as conspirações não param, o casamento de Henry e Lizzie entra em conflito, pois chega aos ouvidos da princesa que Richard, seu irmão perdido, está conspirando para tomar o poder e reclamar o trono ao qual diz ter direito, pondo abaixo os planos para unificação da Inglaterra. A pressão sobre Lizzie aumenta, quando ela tem que decidir se apoiará o marido e o filho, ou o suposto irmão.
Apesar de contar a história também sobre a perspectiva das mulheres, achei que a Lizzie foi esquecia em boa parte do tempo, o seu papel claro é fundamental e cerca todos os eventos que aconteceram, mas não dá pra comparar com o a rainha Elizabeth, sua mãe.
Assim como não posso falar que The White Princess superou a serie primordial, gostei muito da minissérie, os personagens foram envolventes, mas o ritmo não foi o mesmo que The White Queen, que eu absolutamente me apaixonei por todos os episódios.
The White Princess Who is Who?
Partindo então para a próxima serie, temos The Tudors.
The Tudors
The Tudors narra o reinado de Henrique VIII na Inglaterra, mostrando seu cotidiano, suas batalhas, compulsão sexual e as esposas que teve durante seus anos de vida. Reconta de maneira dinâmica e envolvente a trajetória deste polêmico soberano, que rompeu com a igreja católica para contrair um novo matrimônio, assumindo tanto as rédeas do poder secular, quanto do poder temporal.
Divida em quatro temporadas, com 10 episódios que duram cerca de 50 minutos, “The Tudors” se inicia no ano de 1518 e termina em de 1547. A série foi criada por Michael Hirst (de Elizabeth, de 1998, e Elizabeth – The Golden Age, de 2007), e era exibida nos Estados Unidos pelo canal Showtime,entre os anos 2007 e 2010, conta com o um elenco maravilhoso como o ator principal o irlandês Jonathan Rhys Meyers, na pele do rei Henrique, além das estrelas Henry Cavill como Charles Brandon, duque de Suffolk, e Natalie Dormer como a tentadora Ana Bolena.
“A serie mostra um Henrique VIII muito diferente do que aparece nos livros de história. Jovem, atraente e poderoso, mostra-se um rei da Inglaterra capaz de grandes proezas atléticas. Sem dúvida alguma, um monarca que não colocava os assuntos de Estado entre suas prioridades e que sempre deixava os problemas oficiais nas mãos do Cardeal Thomas Wolsey (que aparece no último episodio de The White Princess). Para aqueles próximos de "Sua Majestade", satisfazer o rei era uma faca de dois gumes. Henrique VIII era até mesmo capaz de desafiar a instituição mais poderosa da Europa medieval: a Igreja Católica Romana. Um reinado que se iniciou em 1509, quando ele tinha apenas 19 anos de idade. Além de mostrar as alianças políticas mais significativas do monarca, a série gira em torno das companheiras femininas do rei: Catarina de Aragão e Ana Bolena.”
(fonte: banco de series)
O figurinos são inesquecíveis, a qualidade de fotografia, cenário e roteiro é impecável e a série é muito, muito boa. O período histórico abordado é um marco de grandes acontecimentos, conduto a serie peca em retratar os fatos da forma como realmente aconteceram. A equipe de produção abusa do que conhecemos como licença poética para reinventar muitas passagens da história original, tornando-a mais consumível aos olhos dos telespectadores.
Pra ser sincera por ser uma serie mais antiga ainda não terminei as 4 temporadas, mas confesso que achei o ritmo da serie um tanto quanto confuso, me falaram que é porque a serie passa a cada episodio um ano da vida do rei Henrique VIII, mas não confirmei essa informação.
IMPORTANTE: Erros Históricos na Série The Tudors
Ainda tem MUITO mais pra esse post, mas acho que ele já tá longo demais, vou parar por aqui (por enquanto) e logo mais eu concluo The Tudors e volto pra comentar aqui, bom que posso ir completando com outras series também nessa cronologia como The Virgin Queen, Victoria e até mesmo The Crown que só assisti aos primeiros episódios. HASTA LA VISTA BABY!
“Nossos destinos se cruzaram, mas nunca se uniram.”
Piratas do Caribe (via sou-noite)

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Hebreus 10:36. (via statusperdidos)
Se tu choras por ter perdido o sol, as lágrimas o impedirão de ver as estrelas.💭
ops-citou (via ops-citou)