#family #love #sobrinhos #sisterlylove #bestmumever Felicidade plena nada mais é do que a junção de curtos e pequenos momentos felizes e fazê-los grandes e duradouros... Erik ✌🏼♥️ (at Westfield London)
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"Somos oq fazemos, mas somos principalmente aquilo que fazemos para mudar oq somos.." Eduardo Galeano (at London, United Kingdom)
Por volta de 10:35pm ontem em Londres milhares de pessoas perderam sua fĂ©, já para outros será o Ăşnico meio de seguir em frente. Milhares de lindos novos seres humanos vieram ao mundo nesse mesmo horário, como outros milhares tambĂ©m acabam de nos deixar, e Ă© isso, essa Ă© a vida! Essa Ă© a vida?!! NĂŁo, essa nĂŁo pode ser a vida, pessoas nascem e pessoas morrem todos os dias sim, mas nĂŁo podem se matarem todos os dias nĂŁo... A covardia atingiu um outro nĂvel de crueldade, vivemos em um mundo onde o absurdo Ă© admitir estar errado, Ă© se desculpar por algo que talvez nem sua culpa tenha sido, Ă© aceitar algo que nĂŁo está de acordo, mas pessoas matando umas Ă s outras tá tudo bem, pessoas fazendo o que for preciso para conseguir o querem sem se importar com as consequĂŞncias, o que que tem demais nisso?! Hoje apontamos dedos, levantamos o tom de voz, nĂŁo levamos desaforo pra casa. Comigo nĂŁo!!! NĂŁo Ă© assim??! Nessa selva que chamamos de Planeta Terra, onde escutamos algo sobre cadeia alimentar, a lei do mais forte. Onde aprendemos que o mundo Ă© dos espertos... Mentes ingĂŞnuas pois, nĂŁo estamos aqui para sobreviver, viemos ao mundo para viver. NĂŁo sobrevive o mais forte nem o mais esperto, sobrevivem os covardes, ladrões, assassinos e corruptos, pessoas que sĂŁo capazes de fazer aquilo que for preciso para conseguirem aquilo que jamais terĂŁo, uma vida digna. O que mais rotula os homens de fraco nos dias de hoje Ă© exatamente o que faltará para salvar os dias de amanhĂŁ! Afinal, ninguĂ©m quer ser gentil demais, sensĂvel demais, tolerante demais, flexĂvel demais, querem? NĂŁo. Isso Ă© sinĂ´nimo de fraqueza e o mundo que conhecemos hoje nĂŁo tolera fraqueza. Um mundo que nĂŁo tolera que se amem e se ajudem, mas criam os fortes para que se odeiem e se matem! NĂŁo tenho filhos ainda, e Ă© um dos meus mais intensos desejos e consigo tentar imaginar a dor dos pais daquelas crianças inocentes, pais que aguardavam o fim do concerto do lado de fora Ă espera de um sorriso de um abraço. A Ăşnica coisa que viu foi o desespero ao perceberem que algo nĂŁo estava correto com todas aquelas pessoas correndo em todas as direções. Adolescentes, na sua grande maioria. Pessoas podem atĂ© questionar. E sob (at London, United Kingdom)

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VALE A PENA LER "Sou homem. Quando nasci, meu avĂ´ parabenizou meu pai por ter tido um filho homem. E agradeceu Ă minha mĂŁe por ter dado ao meu pai um filho homem. Recebi o nome do meu avĂ´. Quando eu era criança, eu podia brincar de LEGO, porque "Lego Ă© coisa de menino", e isso fez com que minha criatividade e capacidade de resolver problemas fossem estimuladas. Ganhei lava-jatos e postos de gasolina montáveis da HotWheels. TambĂ©m ganhei uma caixa de ferramentas de plástico, para montar e desmontar carrinhos e caminhões. Isso tambĂ©m estimulava minha criatividade e desenvolvia meu raciocĂnio, o que Ă© bom para toda criança. Na minha Ă©poca de escola, as meninas usavam saias e meus amigos levantavam suas saias. Dava uma confusĂŁo! E entĂŁo elas foram proibidas de usar saias. Mas eu nunca vi nenhum menino sendo realmente punido por fazer isso, afinal de contas "Homem Ă© assim mesmo! Puxou o pai esse danadinho" - era o que eu ouvia. Em casa, com meus primos, eu gostava de brincar de casinha com uma priminha. NĂłs tĂnhamos por volta de 8 anos. Eu era o papai, ela era a mamĂŁe e as bonecas eram nossas filhinhas. Na brincadeira, quando eu carregava a boneca no colo, minha mĂŁe nĂŁo deixava: "Larga a boneca, Juninho, Ă© coisa de menina". E o pai da minha priminha, quando via que estávamos brincando juntos, de casinha, nĂŁo deixava. Dizia que menino tem que brincar com menino e menina com menina, porque "menino Ă© muito estĂşpido e, principalmente, pra frente". Eu nĂŁo me achava estĂşpido e tambĂ©m nĂŁo entendia o que ele queria dizer com "pra frente", mas obedecia. No natal, minha irmĂŁ ganhou uma Barbie e eu uma beyblade. Ela chorou um pouco porque o meu brinquedo era muito mais legal que o dela, mas mamĂŁe todo ano repetia a gafe e comprava para ela uma boneca, um fogĂŁozinho, uma geladeira cor-de-rosa, uma batedeira, um ferro de passar. Quando fiz 15 anos e comecei a namorar, meu pai me comprou algumas camisinhas. Na adolescĂŞncia, ninguĂ©m me criticava quando eu ficava com várias meninas. Atualmente continua assim. Meu pai nĂŁo briga comigo quando passo a noite fora. NĂŁo fica dizendo que tenho que ser um "rapaz de famĂlia". Ele nunca me deu um tapa na cara desconfiado de que passei a noite em um motel. NinguĂ©m fica me dando sermĂŁo dizendo que eu tenho que ser reservado e me fazer de difĂcil. NinguĂ©m me julga mal quando quero ficar com uma mulher e tomo a iniciativa. NinguĂ©m fica regulando minhas roupas, dizendo que eu tenho que me cuidar. NinguĂ©m fica repetindo que eu tenho que me cuidar porque "mulher sĂł pensa em sexo". NinguĂ©m acha que minhas namoradas sĂł estavam comigo para conseguir sexo. NinguĂ©m pensa que, ao transar, estou me submetendo Ă vontade da minha parceira. NinguĂ©m demoniza meus orgasmos. Nunca fui julgado por carregar camisinha na mochila e na carteira. Nunca tive que esconder minhas camisinhas dos meus pais. Nunca me disseram para me casar virgem por ser homem. Nunca ficaram repetindo para mim que "Homem tem que se valorizar" ou "se dar ao respeito". Aparentemente, meu sexo já faz com que eu tenha respeito. Quando saio na rua ninguĂ©m me chama de "delĂcia". Nenhuma desconhecida enche a boca e me chama de “gostoso” de forma agressiva. Eu posso andar na rua tomando um sorvete tranquilamente, porque sei que nĂŁo vou ouvir nada como “Larga esse sorvete e vem me chupar”. Eu posso atĂ© andar na rua comendo uma banana. Nunca tive que atravessar a rua, mesmo que lá estivesse batendo um sol infernal, para desviar de um grupo de mulheres num bar, que provavelmente vĂŁo me cantar quando eu passar, me deixando envergonhado. Nunca tive que fazer caminhada de moletom porque meu short deixa minhas pernas de fora e isso pode ser perigoso. Nunca ouvi alguĂ©m me chamando de “Desavergonhado” porque saĂ sem camisa. NinguĂ©m tenta regular minhas roupas de malhar. NinguĂ©m tenta regular minhas roupas. Eu nunca fui seguido por uma mulher em um carro enquanto voltava para casa a pĂ©. Eu posso pegar o metrĂ´ lotado todos os dias com a certeza que nenhuma mulher vai ficar se esfregando em mim, para filmar e lançar depois em algum site de putaria. Nunca precisaram criar vagões exclusivamente para homens em nenhuma cidade que conheço. Nunca ouvi falar que alguĂ©m do meu sexo foi estuprado por uma multidĂŁo. Eu posso pegar Ă´nibus sozinho de madrugada. Quando nĂŁo estou carregando nada de valor, nĂŁo continuo com medo pelo risco ser estuprado a qualquer momento, em qualquer esquina. Esse risco nĂŁo existe na cabeça das pessoas do meu sexo. Quando saio Ă noite, posso usar a roupa que quiser. Se eu sofrer algum tipo de violĂŞncia, ninguĂ©m me culpa porque eu estava bĂŞbado ou por causa das minhas roupas. Se, algum dia, eu fosse estuprado, ninguĂ©m iria dizer que a culpa era minha, que eu estava em um lugar inadequado, que eu estava com a roupa indecente. NinguĂ©m tentaria justificar o ato do estuprador com base no meu comportamento. Eu serei tratado como VĂŤTIMA e sĂł. NinguĂ©m me acha vulgar quando faz frio e meu “farol” fica “aceso”. Quando transo com uma mulher logo no primeiro encontro sou praticamente aplaudido de pĂ©. NinguĂ©m me chama de “vagabundo”, “fácil”, “puto” ou “vadio” por fazer sexo casual Ă s vezes. 99% dos sites de pornografia sĂŁo feitos para agradar a mim e aos homens em geral. NinguĂ©m fica chocado quando eu digo que assisto pornĂ´s. NinguĂ©m nunca vai me julgar se eu disser que adoro sexo. NinguĂ©m nunca vai me julgar se me ver lendo literatura erĂłtica. NinguĂ©m fica chocado se eu disser que me masturbo. Nenhuma sogra vai dizer para a filha nĂŁo se casar comigo porque nĂŁo sou virgem. NinguĂ©m me critica por investir na minha vida profissional. Quando ocupo o mesmo cargo que uma mulher em uma empresa, meu salário nunca Ă© menor que o dela. Se sou promovido, ninguĂ©m faz fofoca dizendo que dormi com minha chefe. As pessoas acreditam no meu mĂ©rito. Se tenho que viajar a trabalho e deixar meus filhos apenas com a mĂŁe por alguns dias, ninguĂ©m me chama de irresponsável. NinguĂ©m acha anormal se, aos 30 anos, eu ainda nĂŁo tiver filhos. NinguĂ©m palpita sobre minha orientação sexual por causa do tamanho do meu cabelo. Quando meus cabelos começarem a ficar grisalhos, vĂŁo achar sexy e ninguĂ©m vai me chamar de desleixado. A sociedade nĂŁo encara minha virgindade como um trofĂ©u. 90% das vagas do serviço militar sĂŁo destinadas Ă s pessoas do meu sexo. Mesmo quando se trata de cargos de alto escalĂŁo, em que o oficial sĂł mexe com papelada e gerĂŞncia. Se eu sair com uma determinada roupa ninguĂ©m vai dizer “Esse aĂ tá pedindo”. Se eu estiver em um baile funk e uma mulher fizer sexo oral em mim, nĂŁo sou eu quem sou ofendido. NinguĂ©m me chama de "vagabundo" e nem diz "depois fica postando frases de amor no Facebook". Se vazar um vĂdeo em que eu esteja transando com uma mulher em pĂşblico, ninguĂ©m vai me xingar, criticar, apedrejar. NĂŁo serei o piranha, o vadio, o sem valor, o vagabundo, o cachorro. Estarei apenas sendo homem. Cumprindo meu papel de macho alpha perante a sociedade. Se eu levar uma vida putona, mas depois me apaixonar por uma mulher sĂł, as pessoas acham lindo. NinguĂ©m me julga pelo meu passado. NinguĂ©m diz que Ă© falta de higiene se eu nĂŁo me depilar. NinguĂ©m me julgaria por ser pai solteiro. Pelo contrário, eu seria visto como um herĂłi. Nunca serei proibido de ocupar um cargo alto na Igreja CatĂłlica por ser homem. Nunca apanhei por ser homem. Nunca fui obrigado a cuidar das tarefas da casa por ser homem. Nunca me obrigaram a aprender a cozinhar por ser homem. NinguĂ©m diz que meu lugar Ă© na cozinha por ser homem. NinguĂ©m diz que nĂŁo posso falar palavrĂŁo por ser homem. NinguĂ©m diz que nĂŁo posso beber por ser homem. NinguĂ©m olha feio para o meu prato se eu colocar muita comida. NinguĂ©m justifica meu mau humor falando dos meus hormĂ´nios. Nunca fizeram piadas que subjugam minha inteligĂŞncia por ser homem. Quando cometo alguma gafe no trânsito ninguĂ©m diz “Tinha que ser homem mesmo!” Quando sou simpático com uma mulher, ela nĂŁo deduz que “estou dando mole”. Se eu fizer uma tatuagem, ninguĂ©m vai dizer que sou um “puto”. NinguĂ©m acha que meu corpo serve exclusivamente para dar prazer ao sexo oposto. NinguĂ©m acha que terei de ser submisso a uma futura esposa. Nunca fui julgado por beber cerveja em uma roda onde eu era o Ăşnico homem. Nunca me encaixo como pĂşblico-alvo nas propagandas de produtos de limpeza. Sempre me encaixo como pĂşblico-alvo nas propagandas de cerveja. Nunca me perguntaram se minha namorada me deixa cortar o cabelo. Eu corto quando quero e as pessoas entendem isso. NĂŁo há um trote na USP que promove minha humilhação e objetificação. A sociedade nĂŁo separa as pessoas do meu sexo em “para casar” e “para putaria”. Quando eu digo “NĂŁo” ninguĂ©m acha que estou fazendo charme. NĂŁo Ă© nĂŁo. NĂŁo preciso regrar minhas roupas para evitar que uma mulher peque ou caia em tentação. As pessoas do meu sexo nĂŁo foram estupradas a cada 40 minutos em SP no ano passado. As pessoas do meu sexo nĂŁo sĂŁo estupradas a cada 12 segundos no Brasil. As pessoas do meu sexo nĂŁo sĂŁo estupradas por uma multidĂŁo nas manifestações do Egito. NĂŁo sou homem. Mas, se vocĂŞ Ă©, Ă© fundamental admitir que a sociedade INTEIRA precisa do Feminismo. NĂŁo minimize uma dor que vocĂŞ nĂŁo conhece." (Camila Oliveira Dias )
True

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One last time.
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