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When your playlist goes from Spring Day to Not Today
xxxhans:
Ei, não seja dramático, hm? Se é seu amigo mesmo, vai entender que você não podia aceitar. Não se preocupe tanto.
Ah, você mora com seus tios? Eu moro sozinho, graças a Deus. Por que veio para Gwangju, Sono-ssi? Aliás, seu nome é muito bonito. E você também.
É... Você provavelmente está certo. Vou mandar uma mensagem e acertar tudo.
Meus tios e minha prima, da família por parte de mãe. Meus pais gostam muito de viajar, fazer escaladas, ao ar livre e debaixo do sol. Eu sou a ovelha negra? O diferente demais então, por consentimento próprio, sai da vida deles para deixarem curtir a vida.
Oh... Muito obrigado, Hansol hyung. Você também é um cara muito atraente.
[ come closer, deep down, you might like what i found ]
psicofolle:
Ela sabia que a aproximação não seria bem vinda, ainda mais com os eventos anteriores. Sabia também que não importava, porque agora que o tinha conhecido, agora que sabia que ele morava no mesmo local que ela, ah… Natasha o perseguiria de tal forma que veria o monstro ali guardado sair à tona. Ela estava ansiosa pra aquilo acontecer, mas aprendeu da maneira mais dura, que paciência era uma virtude que era obrigada a ter. Era a paciência que a fazia permanecer no anonimato até agora e fora a paciência que a impedira de enfiar Astarter no espaço entre a última costela de SoNo, que perfuraria o pulmão e faria a preciosa vida vir ao fim. Não o via como um aliado, SoNo estava mais para o inimigo de seu inimigo, alguém que ela manteria perto por causa das futuras vezes que precisaria de algo dele. Mesmo que não quisesse, ela sempre o faria lhe dar o que quisesse, nem que força física fosse necessária. Natasha o seguiu, porque ela realmente não queria dar-lhe a última palavra. A italiana olhou ao redor, um fantasma de sorriso brincando nos lábios enquanto ela parava na frente dele. ═ Não me diga que não ficou curioso para saber como seria minha voz? Ah, vamos lá… ═ Natasha fez o melhor que pôde para por uma expressão brincalhona no rosto, mas não sabia se seria bem sucedida, visto que ainda não tinha aprendido aquela expressão. SoNo era o motivo pelo qual ela agia daquela forma, o motivo que Natasha viu ser o começo de algo que poderia lhe beneficiar muitíssimo. Por fim, Natasha sentou-se ao lado de SoNo na escada, apreciando que o local era quase íntimo. ═ Não encontrei as pessoas da lista, então ou você foi enganado, ou as pessoas sabiam que eu iria até elas. O que me faz pensar que você deve ter corrido um pouco, não é mesmo, Paing SoNo? ═ O olhou de canto dos olhos, o lábio inferior preso nos dentes ao encará-lo.
O olhar ficou ainda mais duro, frio, enquanto a encarava nos olhos sem expressão alguma. As justificativas não batiam com seu estado de espírito, nem a alma interior que se rebelava pelo cheiro salgado e metálico penetrando suas narinas. SoNo cheirava a sangue, tinha o mesmo encrustado nas unhas e perigosamente perto da linha que a língua percorreria caso resolvesse lamber os lábios. Levou as mãos ao rosto, colocando o pesado capuz para trás e exibindo o rosto manchando, pingado e decorado com pontos vermelhos em diferentes estágios de secura. Vozes? Estava ali por curiosidade de uma voz que não interessava? Ou se mantinha ali pela esperança de algo bom surgir? O bom ganhando significados distintos dos usais e daqueles cuja vida continuava acima de suas cabeças. Vós medíocre, inflexível e sem vida. Uma voz que tivera a muito tempo atrás e que aprendera a modificar para não levantar suspeitas. » Elimina algumas dúvidas. « Respondeu simplesmente, aguardando o melhor momento para colocar clareza em seus pensamentos e argumentos. Assim que ela sentou, no mesmo átimo de segundo, enrolou as mangas. Mais sangue misturado às manchas arroxeados que surgiam no muque, na pele branca como alabastro. Ele coçou o nariz, deu de ombros e se empurrou para longe, preferindo recostar na grade metálica da escada do que ficar perto de um perigo em potencial. » Eu cuidei do último nome hoje. Uma hora e meia atrás. « Acrescentou depois de uma rápida olhada no relógio de pulso. O olhar em resposta foi mais cansado do que irritado; mais conformado do que analítico. » Não gosto de pressa. Não gosto de finais conclusivos. « Significativo, poderoso. As tendências expostas nas poucas palavras de cunho singelo. Torturar do que acabar a diversão com socos bem dados no local específico do crânio. A mudança do rosto, no entanto, foi ainda mais chocante. A máscara caiu e ele abriu um belo sorriso, rindo contidamente na expressão divertida e descontraída. » É assim que se faz. Você não depende disso pra viver, nee? « Afirmou na meia pergunta, tornando a ficar sério como a morte.

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xxxhans:
Que coisa horrível. Mas se é pelo bem da sua avaliação…
Sim, principalmente quando eu demoro tanto para deitar. Não é exatamente costume, é só o fato de nunca lembrar se eu tranquei a porta quando vou deitar. Normalmente eu tranco, mas às vezes… Ah, certo. Boa sorte com seu projeto… Qual é o seu nome?
É terrível... Sabe o que é você recusar um aperto secreto? Posso ter perdido um amigo.
Se eu esqueço a porta aberta, meus tios me expulsam de casa e me devolvem para Seul. Gomawo, Hansol-ssi. Eu me chamo Paing SoNo, sou original da capital mesmo e acho impressionante como Gwangju, sendo tão pequena, consegue ter essa variedade.
twxklx:
Eu não… Sei? Me sinto bem quando estou em algum lugar bonito… Mas não sei, talvez quando estou no estúdio. Ah, já sei! Definitivamente é quando estou em um camarim.
O que você considera bonito? Lugares bem decorados ou a natureza? No meu caso, dando um exemplo, eu acho muito bonito um lugar com quase nada. Muito espaço livre e um som bem potente.
Camarim? Com o que você trabalha?
xxxhans:
Claro, não tem problema. E não precisa me tratar com essa formalidade. Relaxado… Uh, acho que de manhã, quando eu acordo. Aquela preguiça matinal é bem gostosa… E em casa, né? Pode não ser muito seguro, dependendo se você lembra ou não de trancar as portas… Mas tecnicamente é o lugar mais seguro, hm. Mas por que a pergunta? É algum tipo de pesquisa de campo?
Meu professor está observando meu comportamento ali do canto. Se eu trato alguém com informalidade, mesmo sendo meu melhor amigo, ele me dá uma avaliação ruim.
Ah, sim sim. Eu sou familiar dessa preguiça, difícil de levantar da cama, não é? Oh, então você tem costume de deixar portas e janelas abertas? Pode-se dizer que sim, é mais para um projeto pessoal orientado por um adulto do meio escolar.
mxxndusts:
“Isso é algum tipo de pesquisa?”
“Acho que… no final da tarde? Mais… seguro?”
Nee nee. Uma pesquisa sobre a segurança em Gwangju e a percepção da população sobre essa criminalidade.
Sim, seguro. Quando você pode relaxar e não se preocupar com mais nada além do seu bem estar.

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◆ mafia!au; BTS’ Min Yoongi;
xstxrx:
Ah, okay… não é incômodo. Claro que posso. Hum… não tenho exatamente uma hora, é mais quando estou pintando mesmo. Seguro? Como assim? Tipo, seguro de que tipo?
Yah, eu não preciso nada de você. Quantas vezes eu já falei para você não... Esquece.
Seguro no sentido ‘posso dormir em paz sem correr o risco de primas incômodas me perturbarem’.
ahnharunnie:
Você joga basquete? Que legal!
Sobre mim? Omo. Ah, eu gosto de R&B, são calmas e passam um sentimento bom. Sem falar que os cantores tem vozes maravilhosas.
Eu jogo... Desde que tive a capacidade de segurar uma bola sem cair para frente. Você sabe... Crianças e dedos pequenos.
Gosta de ouvi-las alto ou baixo? Os vizinhos já reclamaram? Acham estranho?
We don't apologize And that's just the way it is
Hollywood Undead (Apologize)
ރ lion’s den ރ
katsujiu:
Existia como um quadro; um objeto. Nunca pensou que sua importância era existir, considerava-se um serzinho tão insignificante que causar um estrago daquele era inimaginável para a garota. Admiravam sua arte sem questionar-se da onde vinha toda aquela intensidade e inspiração. Usavam de suas interpretações para sustentar seus prazeres pessoais. Quem era alguém para julgar, afinal? Questões complicadas eram insignificantes. Problemas alheios eram desinteressantes para pessoas que não buscavam nada além de se satisfazerem. Cada um fazia o que tinha talento para fazer e Katsuki podia ver claramente para o que aquela pessoa tinha nascido. Assistia com atenção, mas sem permissão. Permissão era algo importante, mas era difícil de tê-la e assistir da forma que queria. Jiu não podia estar ali, apenas queria captar as cenas que sabia que nunca poderia reproduzir. Talento… O conjunto fazia todo sentido para si. Cada choque do objeto com a carne. Os movimentos e expressões de ambos os presentes. Os dedos encostavam-se no fim das saias enquanto memorizava cada movimento e reação. O calor que subia do seu estomago para a sua garganta era tão forte que se não fosse mais resistente vomitaria. Presenciar algo tão explicito era algo fatigante, não era de seu costume. Uma facada não era nada comparada aquilo… Próxima da cena podia ver cada vestígio esfacelado de um homem que, se um dia foi inteiro, certamente não seria mais até o final da noite. Imaginava o que uma pessoa que chegou até tal fase faria. Infelizmente estava exposta agora; não era a sua intenção, mas lidaria com a nova situação. Aproximava-se daquele de quem não deveria, diminuindo a velocidade do passo já que tinha ganhado sua atenção.
Não estava ali para mudar o que estava predestinado. Não queria morrer, mas também não tinha medo da morte, especialmente quando ela não fazia sentido algum. Só seria inconveniente… Eu deveria dizer? Estar próxima demais era um erro. O gemido foi arrancado de seus lábios quando o cabelo foi puxado sem qualquer aviso. Sentia o pescoço doer pela posição nova que ficava, os olhos procurando o rosto do garoto e podendo ver o canivete reluzir contra seus olhos a fazendo semicerrá-los. As mãos correram novamente até as saias escolares e teve certa dificuldade de mover-se enquanto era guiada de forma agressiva até onde estava sua mochila. Jiu pega a mochila e abre todos os bolsos, não precisava de delicadeza com coisas que podiam ser repostas, porém cada papelzinho tinha seu nome e podiam ser facilmente ligados à sua família. Na mochila continha cadernos, apostilas e alguns lábios e pinceis. Documentos, uma caixa de cigarros de metal rosa com florzinhas que, na verdade, não continha nenhum cigarro. Apenas coisinhas que ela daria para pessoas que queriam ficar fora de seu mundo. Seu celular tinha caído também e depois de sacudir a mochila vazia, ela solta e levanta as duas mãos para cima mostrando o quão limpa estava. Nada de espertice, sir. – Eu não sou uma ameaça. – Disse calmamente, respirando fundo por conta da posição que estava. – Não tenho intenção de mudar a situação de alguém que está… Olhe para ele, é patético. – Seu tom era baixo, não precisava erguer a voz; a proximidade era agradável. – Tenho certeza que o próprio se colocou nessa situação. – Comentou e ergueu os olhos até ele. – Eu não faria nada para estar na posição dele. Olha o meu tamanho… Você poderia fazer o que quisesse comigo e eu não iria me opor. – Suspirou como se aquilo a entristecesse. – Você não precisa me machucar para que eu obedeça. Não estou em posição de pedir nada, eu sei… gomen. Mas deixe-me ver e eu posso te pagar ou… te mostrar algo interessante. Não sei, podemos ser amigos também… – Mordeu o lábio com força contento um sorriso. – Você não conhece o meu rosto? Tenho certeza que já nos vimos… – Disse pensativa. Conhecia aquele rosto, sabia disso. – Posso te retribuir por ter te atrapalhado, mas… pense comigo, quando alguém cria esperança a decepção não é maior quando você retira isso dela? Alias, eu não preciso morrer para isso. – Informou caso não tivesse sido clara. Corria um sério risco mas, de qualquer forma, não se arrependeria de ter pego aquele caminho.
Sono mexia com o pé os pertences da garota, não colocando nenhuma gentileza em amassá-los, arrastá-los pelo piso áspero ou fazer grande cerimônia com objetos de aparência mais frágil. Cada um jogado ao solo sofrendo do mesmo tratamento que não tinha muito objetivo. O garoto queria destruir tudo, sumir com existência daquela que tinha colocado todo o seu plano perfeito em cima da ponta de uma faca. O calcanhar encontrou o celular, girando-o no piso, e descendo com toda a força. Uma. Duas. Três vezes. O vidro estalando, rachando e pulando para todos os lados. Qualquer atividade naqueles locais abandonados levantariam uma suspeita que não tinha o luxo de ter. Aquela hora da noite... Sozinha e vestida daquele jeito... Os pais dela não estavam nem um pouco interessados onde a mais nova estava. Não tinha com o que se preocupar ao mesmo tempo que tinha uma bomba em mãos. Pense pense p e n s e. A mão a continuou segurando bem baixo enquanto batia o cabo do canivete contra a testa. Eram reações atípicas do frio e calculista Paing. O temperamento perdido assim, como a chama de uma vela apagada, rápido e explosivo como alguns de seus comandados. Era o homem na mesa, o sabor de sangue nas papilas gustativas, o aroma metálico entre as máquinas enferrujadas. E era a garota que não parava quieta.
Cada um de seus argumentos sendo batido e derrubado por terra com os igualmente rápidos pensamentos próprios. As comparações servindo como divertimento e irritação em iguais proporções. Não era ele, um flowerboy inocente e ingênuo, o lobo em pele de cordeiro, assassinando mais um homem em sua curta vida? Não era ele que engava todos os que entrava em contato de múltiplas maneiras distintas? E quanto mais ela falava, mais os dentes apareciam nos lábios repuxados em escárnio, um rosnar silencioso de que a presa estada ousada demais para o perigo em que seu pescoço estava colocado. » Você conhece a frase ‘tudo o que você disser poderá e deverá ser usado contra você’? « Abaixou o rosto na altura do dela, pouco se importando se deixava as costas vulneráveis para ataques. Pela interrupção dos gritos da vítima, em combinação da ausência do clangor metálico da marreta, seus seguranças deveriam estar em alerta. Esperando as ordens. Sono não tinha dito nada nem, de alguma maneira, colocado em permissão seu compartilhamento de ideias. A cara fechada e a aura assassina não deveriam ser um convite de aproximação e compreensão. O estudante se viu tendo uma espécie de asco pela garota, de uma intrusão íntima demais para tão estúpida demonstração de interesse quando deveria ter ficado calado. Nenhuma das palavras, por mais que teriam o feito sorrir em outra ocasião, agora, selavam um destino nada agradável para ela. » O seu caso, Katsuki Jiu, só está pior, e pior, e pior. «
A colocou ereta, o canivete voltando a beijar a pele sobre a jugular, enquanto tirava o celular do bolso e apertava o botão de redial. A conversa que se sucedeu foi tão rápida quanto tenebrosa, o tom usado pelo garoto sendo ainda mais frio e ameaçador do que o normal, na língua coreana mas criptografado em seu código e palavras específicas. O nome dela entremeado por outras incompreensíveis, rasgadas em sua fúria mal contida. » Por você ser tão burra terei que explica o básico. Você não tem o direito de julgar situação nenhuma. Você não tem o direito de pedir nada. Você não tem direito algum sobre nada. Nem de negociar a própria vida. « Perguntar se estava ouvindo? Sono preferiu empurrá-la para perto do homem e chutá-la atrás do joelhos, colocando-a contra o chão. A algema brilhou na meia-luz, os aros se fechando apertado no pulso e na alça da máquina vizinha ao colega de tortura. Apertar com mais força, cortar fora aquela mão, ligar uma das máquinas e ver o funcionamento no corpo da mais nova. O estudante recostou-se na maca, a mão ensanguentada espalhando o líquido meio seco no queixo. O que faria? O que poderia fazer? E o gemido baixo, o choramingo de dor preenchendo sua mente e aumentando o bolo na garganta. Tinha sede. Tinha a necessidade que se fazia presente na mão enrolando os dedos no cabo da marreta e a tirando do chão.

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ahnharunnie:
Ah, claro que sim!
Depois do almoço eu costumo me sentir melhor. E quando estou com medo sempre me tranco no quarto e fico escutando música, me sinto mais segura assim.
Eu sempre sinto sono depois do almoço, o que não é nada bom pois tenho prática de basquete a tarde inteira.
Miane, a pesquisa é sobre você. Mianeyo. Que músicas você gosta de ouvir?
twxklx:
Eu acho que é quando estou dormindo. Nada como uma boa noite de sono depois de ficar tanto tempo de pé em um estúdio. Lugar mais seguro? Não sei, acho que em casa.
Kamsahamnida. É a resposta mais comum entre as pessoas. A casa, onde consideramos como lar, é o lugar onde pode-se abaixar as defesas e se tornar vulnerável.
Contudo, se tivesse que ser algum lugar externo, qual seria?