My Little Fairy 2*â â ă
Avisos: H!inter, Hbottom, Ltops, manipulação, inocĂȘncia, spanking, cnc, squirt, dirty talk, degradação, diferença de idade.
Enfim, to postando tarde msm e jĂĄ aviso que esse cap ta enorme đ«¶
Harry acordou assustada com o barulho do seu despertador que tinha o som de um grilo. Levantou meio atordoada e ao olhar para o relĂłgio, viu que tinha acordado vinte minutos atrasada para aula e que seu quarto, que ela dividia com suas irmĂŁs mais velhas, jĂĄ estava vazio.
- MamĂŁe e papai vĂŁo brigar comigo de novo - Ela falou se levantando depressa ignorando o corpo dolorido pela mĂĄ noite de sono. - Hmm... - A fadinha fechou seus olhinhos e mordeu os lĂĄbios ao se colocar sentada e sentir sua bucetinha dolorida. Louis havia brincado com ela sem dĂł nenhuma na madrugada passada e por mais que em alguns momentos tenha doĂdo, ela nĂŁo ousou pedir pra ele parar simplesmente porque ela estava amando aquilo.
Não iria negar que estava morrendo de medo no começo, oras, ele é um humano e tudo que ela havia escutado sobre o tal eram coisas ruins. Além disso, era alguém desconhecido e ela estava longe de casa, e Harry não chegou a perguntar, mas Louis parecia ser bem mais velho.
Resumindo, aquela relação toda era completamente errada, mas como jå dito, ela tinha amado aquilo.
A fada então se levantou com cautela e bateu as asinhas até o seu banheiro, que ela junto com as suas irmãs decoraram. As paredes e o chão eram feitos de uma madeira um pouco clara, havia plantas que cresciam do chão e iam serpenteando pela parede até o teto. Havia muitas flores ali e uma luminåria em formato de cascata que fazia um ótimo barulhinho de ågua durante a noite.
Harry fechou a porta rapidamente para poder ao menos tomar um banho antes de ir para escola e com uma aparĂȘncia mais aceitĂĄvel. A fadinha ontem apenas chegou e se jogou na cama, nĂŁo fez questĂŁo de trocar de roupa, tirar a maquiagem ou as presilhas de seu cabelo e era por isso que ela estava um desastre agora.
A menininha escovou seus dentes e lavou seu rosto e apenas quando foi tirar seu cropped, que ela tomou um susto com a imagem que viu. Seu pescocinho estava repleto de manchas roxinhas que Louis havia feito, e elas iam ficando maiores e mais roxas ao que se aproximava de seus peitos. A garota arregalou seus olhos quando seus mamilos, doloridos por ainda estarem bem duros, saltaram pra fora. Seu seio estava dolorido e também cheio de marcas.
- Hmm Lou... - Ela mordeu o lĂĄbio ao tocar em seu mamilo e lembrar de como Louis judiou deles ontem sem nenhum remorso.
Harry tirou toda sua roupinha e ficou imaginando como seria ter seu corpo todo marcado pelas mĂŁos maravilhosamente fortes de seu humano, Harry nĂŁo podia se esquecer disso, nĂŁo podia esquecer o quĂŁo forte ele era e o quĂŁo possessivamente ele apertava o corpinho minĂșsculo dela.
Seu corpinho estava ficando quente e ela sentia a sensação estranha em sua xotinha de novo e quando pensou em levar seus dedinhos curiosos para lĂĄ, ouviu batidas na porta. Suas asinhas ficaram completamente paradas e seu corpo ficou rĂgido por causa do susto.
- Harry, nĂłs vamos sair em quinze minutos, nĂŁo enrola! - Sua irmĂŁ Cristall era quem estava a apressando.
- Tå bom, Cris, eu só vou me lavar rapidinho e jå desço.
A fadinha estava morrendo de tesão, mas infelizmente teria que deixar pra cuidar de si depois, porém, mesmo atrasada, não perdeu a oportunidade de esfregar a sua bucetinha um pouco a mais do que necessårio na hora do banho, só para poder ter a sensação gostosa que era o seu melzinho se misturando com a ågua e tudo ficando bem mais escorregadio e melado.
Harry jĂĄ estava em sua escola. Estava cheia de fadinhas, duendes, elfos e por ai vai. A garota por ter se arrumado na pressa, nĂŁo conseguiu se arrumar como gostava de se arrumar normalmente. Sua roupinha hoje era uma de suas sainhas curtas na cor branca e um boddy rosa bebĂȘ de manga longa e gola alta para poder esconder todas as marquinhas do seu humano.
- VocĂȘ parece meio distante hoje, Hazz - Harry estava voando pelos corredores de sua escola enquanto seu amigo a seguia de cima a baixo.
- Eu sei, CĂłllin. Eu sĂł nĂŁo dormi muito bem essa noite - Falou respirando fundo.
Harry queria poder dizer que o banho mais cedo antes de ir para a escola tinha ajudado a acabar com todo aquele calor que ela sentia em seu corpo, mas a verdade Ă© que aquilo funcionou sĂł atĂ© ela ir pra escola. Assim que a fadinha se sentou em sua cadeira e começou a escutar Ăregon falar sobre a relação do pozinho mĂĄgico com as asas, Harry sentiu-se tomada pelo tĂ©dio, mas que logo foi se esvaindo conforme os pensamentos com Louis vinham a tona.
Suas asinhas começaram a ficar inquietas e ela balançava seus pezinhos para frente e para trås em pura ansiedade. Agradeceu imensamente por sentar no fundo da sala, assim ninguém iria perceber que ela estava totalmente alheia a aula. Só conseguia se imaginar sendo usada por Louis de novo, só queria ficar paradinha como um bichinho comportado que era enquanto Louis fizesse o que quisesse com ela.
Queria sentir a sensação gostosa do homem roçando a barba em seu pescocinho delicado enquanto ele amassa seus peitinhos em suas mãos grossas.
- Que merda - Harry resmungou frustrada abaixando a cabeça sobre a mesa, enquanto sentia sua bucetinha latejar e melar sua calcinha, foi preciso ela cruzar as pernas e verificar se sua saia estava certinha para ela não acabar melando a cadeira, que era feita de cogumelo.
- Harry - A voz grossa soou pela sala e ela se ajeitou rapidamente.
- EstĂĄ distraĂda hoje, normalmente vocĂȘ conversa a aula toda, hoje nem estĂĄ conversando e nem estĂĄ prestando atenção, isso me preocupa - O centauro falou batendo os cascos no chĂŁo e balançando seu longo rabo na sua metade cavalo.
- D-desculpa professor - Harry falou corada vendo as demais fadas na sala olhando para seu rosto. - E-eu vou prestar atenção.
Harry realmente queria que a aula tivesse prendido sua atenção, talvez assim ela parasse de pensar na sua bucetinha que molhava mais e mais toda vez que se lembrava da voz rouca de Louis a chamando de "bichinho", "bonequinha" e "minha fadinha". Ela queria murmurar iritada e rolar os olhos todas as vezes que se lembrava e agora ela queria muito rolar os olhos, mas não por estar pensando no seu humano favorito e sim por Cóllin simplesmente não parar de segui-la.
- Foi por isso que vocĂȘ se atrasou? - Ele indagou.
- Sim - Ela respondeu emburrada.
- Eu percebi que vocĂȘ nĂŁo colocou suas pedrinhas brilhosas e nem suas presilhas coloridas - Ele disse batendo as asas ao lado dela. - Mas para mim vocĂȘ continua linda, uma verdadeira princesa.
- Princesa? Achei que vocĂȘ nem notasse as presilhas no meu cabelo - Ela disse parando em frente ao seu armĂĄrio para guardar seus livros.
- E por que vocĂȘ acha que eu nunca notei? - Ele perguntou com um sorriso.
- Talvez porque vocĂȘ nunca tenha falado nada sobre - Ela respondeu um pouquinho sem paciĂȘncia, queria voltar logo para casa.
- Mas Ă© claro que eu noto, vocĂȘ fica tĂŁo delicada com elas e sim, uma princesa, minha princesa - Ele deu uma risadinha sem graça ao que Harry o olhou com o cenho franzido. - Minha princesa inteligente e delicada - Ele se aproximou dela segurando em sua cintura. - VocĂȘ nĂŁo Ă© minha princesa?
Harry quis correr dali e dar um chute na canela de CĂłllin por estar fazendo o tesĂŁo acumulado dela ir embora.
- C-CĂłllin eu meio que preciso ir, hm? Mas muito obrigada pelos elogios, vocĂȘ Ă© um grande amigo - Ela disse deixando tapinhas no ombro de CĂłllin e saiu voando o mais rĂĄpido possĂvel.
Harry estava sozinha em casa agora, suas irmĂŁs e seus pais trabalhavam e ela ainda era a Ășnica que ia somente para a escola, diferente de suas irmĂŁs que duas faziam faculdade e trabalhavam e a outra ainda estava na escola, mas jĂĄ trabalhava.
A garotinha estava sentada sobre os joelhos em sua cama tentando fazer o seu dever de casa, entretanto, alĂ©m de nĂŁo ter prestado atenção em nada que Ăregon havia falado na aula de hoje, ela ainda sentia uma sensação estranha por todo o seu corpinho e que ia se intensificando conforme ia se aproximando de sua bucetinha.
- Merda, Louis - Ela reclamou soltando o lĂĄpis sobre os vĂĄrios cadernos espalhados e cruzou os braços. - O que vocĂȘ fez comigo? - Ela perguntou fazendo um bico nos lĂĄbios e com os olhos marejados, enquanto sua bucetinha pulsava ao falar o nome do humano. - Foi a manhĂŁ inteira assim - Ela falou emburrada. - Eu preciso estudar - A fadinha falou manhosa jogando a cabeça para trĂĄs. - Eu nĂŁo vou mais pensar nele, vou me concentrar e estudar. - Falou decidida e se arrumou na cama, porĂ©m, enquanto se mexia para poder encontrar uma boa posição, sua xotinha acabou roçando na cama e foi instantĂąneo o gemidinho escapar por seus lĂĄbios e seu corpo ficar molhinho.
A fadinha piscou seus olhos meio atordoada e olhou para sua sainha brilhosa, se ajeitou sobre seus joelhos e levantou com delicadeza o tecido que cobria sua intimidade, arregalando seus olhinhos verdes ao ver a enorme mancha em sua calcinha rosa e em seu lençol. Harry ficou atordoada tentando entender o porquĂȘ de estar daquele jeito e foi entĂŁo que a pergunta de Louis sobre ela jĂĄ ter brincado com a sua bucetinha veio em sua mente.
Se levantou com cuidado e passou sua calcinha por suas pernas, gostando da sensação que sentiu ao ver o paninho tão molhado e sentindo sua bucetinha ficar tão molhada quanto. Voltou para a posição que estava antes e voltou a olhar para sua florzinha, decidiu levar sua mãozinha ali e sorriu pequeno ao ver como ela estava quente e molhada, pensando em como Louis iria adorar ver o estado dela. Foi brincando com seus dedinhos ali, conhecendo um pouquinho mais do seu corpo e amando tudo aquilo. Suas asinhas batiam tão aceleradas quanto seu coração e seu corpo todo tencionou quando, sem querer, passou seu dedo forte demais sobre seu clitóris e toda aquela sensação quente de seu corpo se intensificou por um intanste. Foi necessårio levar sua outra mão até sua boca para não fazer um barulho tão alto, mesmo estando sozinha em casa.
Harry tirou sua mãozinha de sua florzinha para olhar o que era aquele melzinho pegajoso e sua respiração acelerou ao ver sua mão toda meladinha com algo brilhosinho e meio rosado. Ontem a noite estava muito escuro e ela não tem certeza, mas provavelmente era aquele melzinho cintilante que estava melando a mão de Louis enquanto ele brincava com sua florzinha.
Voltou seus dedinhos para lå e fechou os olhinhos apreciando o quão gostoso era brincar sozinha. Involuntåriamente a pequena começou a rebolar sobre sua mão, vendo que aquilo tornava tudo ainda mais gostoso e ao mesmo tempo mais cansativo. Olhou a sua volta procurando algo que pudesse a ajudar e seus olhinhos brilharam ao ver seu travesseiro rosinha no canto da cama. A menina nunca tinha feito o que se passava por sua mente, mas na sua cabecinha aquilo iria dar super certo.
O travesseiro estava posicionado entre suas pernas agora, ah e ela também jå tinha tirado sua saia e jogado no tapete branco do chão. Apoiou suas mãozinhas entre o amontoado de cadernos sobre a cama e rebolou apenas um vez para sentir a melhor sensação da sua vida.
- Ahh Lou... - Ela gemeu sorrindo e jogando a cabeça para trĂĄs, começando a rebolar mais rapido e tendo um pouco de dificuldade no começo para procurar um ritmo bom para aquilo. - Lou... - Ergueu seu corpinho e passou suas mĂŁos por ele todo, nĂŁo gostando muito de ter mĂŁos tĂŁo pequenas e macias, que nĂŁo apertavam sua pele com força. Levou seus dedinho curiosos atĂ© seus seios e sorriu ao que eles passaram por seus mamilos marcados em seu cropped. A menina abriu os olhinhos e olhou para os biquinhos que a incomodaram a manhĂŁ toda e nĂŁo enrolou muito para se livrar do cropped e sorrir pela sensação de ter seus peitinhos livres. - Hmmm isso... - Gemeu ao segura-los e apertĂĄ-los assim como o seu humano fez e começou a se esfregar com mais força e velocidade em seu travesseiro, fazendo suas asinhas baterem mais rĂĄpido e o seu pozinho brilhoso cair e sumir antes mesmo de tocar no lençol. - Ahh! - Harry gozou forte espremendo seu mamilo com uma mĂŁo e levando a outra em seu grelinho que perdeu o contato do travesseiro ao que ela começou a flutuar baixinho e em seguida cair cansada sobre o travesseiro.Â
Gemeu manhosa abrindo seus olhinhos e olhou a sujeira que fez em seu travesseiro com um enorme sorriso e nĂŁo vendo a hora de contar aquilo para Louis.
Ali mesmo, Harry inclinou seu corpo para frente voltando a deitar em sua cama e apoiou seu rosto em uma mĂŁo, deixando seu bumbum bem empinando e puxando os lĂĄpis e os cadernos para perto, resolvendo que iria estudar ainda esfregando seu grelinho ali e que sĂł iria limpar tudo assim que terminasse.
Os pais de Harry chegariam em pouco tempo e a menina queria sair antes disso. Também decidiu que a desculpa que ela daria seria deixar um bilhete encima da mesa dizendo que ia passar a tarde na casa de sua amiga e iria voltar tarde.
A menininha jå tinha limpado toda a sujeira que tinha feito na hora que estava estudando e também jå tinha tomado banho para tirar o suor de seu corpinho. Estava terminando de se arrumar para ver seu humano agora, não contendo o seu sorriso por sentir seu coração tão acelerado.
A fadinha havia escolhido um vestidinho soltinho verde cheio de flores, ele era curtinho e não tinha alças. Ela o escolheu principalmente porque realçava muito os seus seios e ela havia visto ontem o quanto Louis gostava de seus seios.
Em seu cabelo, colocou uma fita verde escura como bandana e em suas orelhinhas brinquinhos azuis, para combinar com os olhos do seu humano. A maquiagem em seu rosto era bem delicada: uma leve camada de rĂmel, blush, iluminador e nĂŁo se preocupou em passar um gloss, iria sair tudo mesmo. Por Ășltimo, passou o seu melhor perfume, ela jĂĄ estava bem cheirosinha por causa do seu creme corporal de cereja, mas queria ficar perfeita para Louis.
O sol estava começando a se por quando ela conseguiu escapar dos guardas da pequena aldeia para ir de encontro ao homem mais velho. Estava mais tranquila do que na primeira vez, isso porque a floresta ainda estava bem iluminada pelo Sol. Sua ansiedade foi tanta que não quis ir andando para apreciar a beleza do local, nem mesmo para procurar de qual årvore vinha os cantos do passarinhos, algo que era um passa tempo seu. Preferiu ir voando mesmo, assim chegaria mais råpido e mataria aquela ansiedade.
Ao que se aproximava do local onde viu Louis pela Ășltima vez, colocou seus pezinhos descalços no chĂŁo e guardou suas asinhas. Foi andando cautelosa e sentindo o medo de nĂŁo encontrar Louis ali lhe invadir. Foi empurrando a mata densa em sua frente e entĂŁo finalmente chegou na ĂĄrvore em que esteve com Louis a Ășltima vez e seu coração palpitou com a imagem que viu.
- Louis!! - A fadinha gritou correndo para se jogar nos braços do humano e abraçar seu tronco, prensando suas bochechas rosadas ali e sentindo o cheiro que em apenas uma noite, havia lhe deixado viciada.
- Oi boneca - Louis falou rindo baixinho e entĂŁo abraçando a garota de volta. - VocĂȘ me assustou - Suas mĂŁos faziam um leve carinho nas costas da menina.
- Eu senti tanto a sua falta, Lou, tanto - Sua voz saiu abafada contra o corpo alto.
- Eu também senti a sua, bichinho - Ele deixou um beijo nos cabelos da menina e riu ao que ela levantou a cabeça e apoiou o queixo em seu peitoral com um enorme sorriso.
- O que é isso, Lou? - Ela perguntou olhando para o pano grande no chão e um saco cheio de coisinhas brancas dentro com um laço e uma sacola rosinha mais afastada.
- Ah... JĂĄ ia me esquecendo - Ele soltou a menina e pegou o saco no chĂŁo transparente. - Ă um presente pra vocĂȘ, nĂŁo sĂŁo os mesmos de ontem, mas sĂŁo bons tambĂ©m, acho que sĂł um pouquinho mais doce - Ele falava passando o saco de uma mĂŁo para a outra vendo o rosto confuso da menina. - SĂŁo mashmallows, princesa.
Harry arregalou os olhos e agarrou o pacote de mashmallows da mĂŁo de Louis dando pulinhos e rindo feliz.
- V-vocĂȘ comprou pra mim, Lou!?
- Sim, boneca. Eu fui no mercado hoje cedo e lembrei de vocĂȘ. VocĂȘ gostou tanto desse negĂłcio doce, entĂŁo pensei em trazer um pra vocĂȘ.
- Obrigada, Lou - Ela respondeu mordendo os lĂĄbios. - Eu sou a fadinha mais feliz do mundo agora - Ela falou olhando para os mashmallows branquinhos.
- Por que vocĂȘ diz que Ă© uma fada? - O homem se aproximou da menina entretida com os doces e arrumou o laço em sua cabeça.
- Porque eu sou uma fada, Lou - Ela disse abrindo o pacote e sentindo o cheirinho bom.
- VocĂȘ nĂŁo Ă© uma fada, meu amor - Ele arrumou alguns cachinhos e entĂŁo Harry levantou a cabeça olhando em seus olhos.
- Eu sou sim, quer que eu prove?
- Quero... - Ele falou meio incerto e viu a menininha se afastar dele lentamente.
Um pequeno brilho surgiu atrĂĄs da garota e asas grandes começaram a aparecer lentamente, como se estivessem ali o tempo todo sĂł que invisĂveis. As asinhas eram em um tom rosa e elas eram meio transparentes, permitindo ver o que tinha atrĂĄs da garota, um leve pozinho brilhoso caiu assim que as asas terminaram de aparecer e sumiram rapidamente, elas batiam pausadamente e de forma lenta, como se nĂŁo quisessem assustar o humano.
- Caralho - Louis falou dando um passo pra trĂĄs. - NĂŁo pode ser real - Seus olhos estavam arregalados, nĂŁo assustados, apenas impressionados, mas Harry nĂŁo percebeu isso.
- Lou! - Ela se aproximou dele escondendo as asas e Louis a olhou ainda com os olhos arregalados. - Não fica com medo de mim - Ela fez um biquinho e Louis ficou perdido entre acalentar a garota com os olhos marejados e em engolir toda aquela informação. - Por favor, Lou - Ela disse com um bico nos låbios e fungando.
- Eu nĂŁo estou com medo de vocĂȘ, princesa - Ele se aproximou de Harry e a tomou em seus braços, ficando com um leve receio de tocar em suas costas e a machucar, as asinhas dela pareciam tĂŁo frĂĄgeis. - SĂł... NĂŁo esperava que vocĂȘ realmente fosse me provar - Ele riu.
- Pode me tocar, Lou. NĂŁo vai me machucar - Ela disse mais calma e sentiu as mĂŁos de Louis passear por suas costas.
- Onde elas estĂŁo? Tipo, como vocĂȘ esconde elas?
- E-eu não sei bem, elas só... Se escondem. Eu não prestei muita atenção na aula de hoje que foi exatamente sobre asas e pozinho mågico.
- Mostra elas pra mim de novo - Ele disse e dessa vez a menina não fe afastou. Louis desceu as mãos para a cintura dela e ficou maravilhado com a imagem das asinhas aparecendo nas costinhas da garota. - Elas são lindas, boneca - Ele falou beijando a cabeça dela e riu ao que as asinhas bateram mais forte em reação ao elogio.
- Então, quer dizer que a minha fadinha não prestou atenção na aula, hm? - Ele levou a mão na bochecha rosada da garota que negava com a cabeça. - E por que não? Ficou conversando novamente?
- NĂŁo, Lou. Eu estava com uma sensação muito estranha e nĂŁo conseguia parar de pensar em vocĂȘ.
- Ă mesmo, bichinho? Vem cĂĄ, me explica direito sobre isso - Louis se sentou no pano estendido sobre o chĂŁo e sorriu ainda surpreso quando Harry deu um leve bater de asas para se aproximar e tomou a iniciativa de sentar em seu colo, com as perninhas dobradas para trĂĄs uma da cada lado das pernas de Louis, assim como estava em seu travesseiro mais cedo.
Louis viu a garotinha abrir o pacote de mashmallows com um sorriso no rosto e aproveitou para pegar o seu cigarro no bolso, colocou o mesmo em seus lĂĄbios e cubriu a pontinha com a outra mĂŁo enquanto o acendia sem tirar os olhos de Harry que batia as asinhas animada.
- EntĂŁo, boneca, me conta porquĂȘ vocĂȘ nĂŁo prestou atenção no que o seu professor estava explicando.
Louis viu as bochechas cheias de mashmallows corarem e a menina começou a mastigar mais devagar. Louis tragou o cigarro soprando a fumaça para o lado e levou sua mão até a cintura fina.
- E-eu estava pensando em vocĂȘ, Lou - Ela disse baixinho. - E eu nĂŁo conseguia ficar quieta na cadeira, porque eu estava sentindo meu corpo todo com uma sensação estranha - O mais velho sorriu e levou o cigarro atĂ© a boca, gostando do rumo daquela conversa. - Toda hora que eu lembrava do senhor me chamando de fadinha, bichinho e boneca a minha florzinha ficava muito molhada, foi a manhĂŁ inteira assim, Lou - Ela disse abaixando a cabeça envergonhada.
- Senhor? - Ele disse soprando a fumaça novamente. - Eu gostei disso, boneca, vocĂȘ ficou com tesĂŁo o dia todo, eu imagino o quanto essa buceta nĂŁo estĂĄ molhada esperando pra eu foder ela - Ele tragou o cigarro novamente e fechou os olhos apoiando a cabeça no tronco atrĂĄs de si notando uma coisa, notando que sua fadinha estava inquieta em seu colo.
Ele abaixou a cabeça novamente e olhou para a menina corada e em como ela mexia o quadril sutilmente sobre seu colo
- Vamos, me diga o que vocĂȘ fez depois.
- Q-quando eu voltei pra casa eu ainda estava me sentindo... M-me sentindo...
- Excitada... e ai eu sentei na minha caminha pra tentar estudar, mas eu não consegui, Lou.
- NĂŁo conseguiu, bichinho? - Ele indagou ironicamente.
- Humhum e ai eu lembrei que o senhor tinha perguntado se eu jĂĄ tinha brincado com a minha florzinha e ai eu resolvi testar.
Louis apertou a cintura de Harry e sentiu seu pau começar a endurecer ao ter diversas imagens de sua garota brincando sozinha com a bucetinha.
- Me conta como foi que vocĂȘ brincou.
- E-eu... Eu... - A menina estava cada vez mais inquieta no colo de Louis e parecia nem perceber estar esfregando a xotinha na perna do homem. - Eu coloquei meu travesseiro rosinha entre as minhas pernas e fiquei me esfregando nele... - Louis tirou o saco de mashmallows da mĂŁo da garota e segurou as duas mĂŁos gordinhas com um sĂł e levou sua outra mĂŁo no rostinho corado. - A-ai eu tirei minha roupinha e gemi seu nome e depois eu... Eu meio que...
- VocĂȘ gozou se esfregando no seu travesseiro, putinha?
- Putinha? - Ela perguntou baixinho esfregando seu rosto na mĂŁo ĂĄspera de Louis.
- Sim, putinha, a minha puta - Ele colocou a bituca de cigarro ali no canto e nĂŁo demorou muito para acender outro. - Minha putinha burra e desesperada - Ele levou a mĂŁo direita atĂ© a coxa da garota e foi subindo o vestido, nĂŁo esquecendo se apertar a coxa farta e macia. - VocĂȘ nĂŁo Ă© minha putinha?
Harry estava tĂŁo imersa com o aperto de Louis que se assustou com o tapa em sua coxa.
- Sou, Lou, eu sou sua putinha hm... - Ela disse se esfregando mais forte contra a perna de Louis. - Lou, eu posso te beijar? Eu quero muito te beijar, por favor?
- Vem cĂĄ e continua se esfregando, eu gosto de ver seu desespero, quero vocĂȘ fazendo igual vocĂȘ fez no seu travesseiro.
- TĂĄ bom, Lou - Ela falou apressada e atacou a boca de Louis no mesmo segundo. Beijando o homem mais velho com urgĂȘncia e gemendo enquanto sentia o atrito gostoso em sua xotinha, a mĂŁo forte de Louis que vez ou outra deixava um tapa em sua coxa e a outra que segurava seu cabelo com força, fazendo o couro cabeludo arder.
Louis notara que a garota jĂĄ nĂŁo estava mais tĂŁo perdida no beijo igual ontem e se encheu de orgulho por ensinar direitinho a menina. Foi subindo sua mĂŁo pela coxa grossa e chegou na calcinha que estava enrolada entre a gordurinha acumulada na cintura e na coxa. Segurou o tecido com suas duas mĂŁos e estourou os dois lados da calcinha e puxou o tecido completamente molhado e o deixou ali de canto.
Louis amou ter a fadinha gemendo muito mais alto depois de estar livre da calcinha. Suas duas mĂŁos estavam por debaixo do vestido da garota e apertavam a bunda gorda com urgĂȘncia, querendo que a menina gemesse mais e mais pela dor.
Por um momento Louis começou a sentir o peso em seu colo diminuir, Harry pareceu ficar mais leve por um segundo. Resolveu então se afastar dos beijos da menina que continou em seu pescoço e sorriu ao ver a velocidade com que as asinhas batiam e o tanto de pozinho que elas soltavam, Harry estava voando sobre seu colo por estar extremamente excitada.
- Desculpa, Lou - Ela disse se afastando de seu pescoço e controlando suas asinhas, voltando a sentar no colo do homem e a passar os braços por seu pescoço. - Eu posso esconder elas se...
- NĂŁo, minha fadinha - Ele disse levando seus lĂĄbios ao pescoço da garota. - Quero que vocĂȘ continue batendo elas, quero ver vocĂȘ se segurando pra nĂŁo voar de tĂŁo excitada que vocĂȘ estĂĄ - Ele segurou o lĂłbulo da orelha da menina e ela se arrepiou.
- Eu quero tanto te usar, bichinho, quero tanto marcar e judiar do seu corpinho.
- Pode me usar, Lou, pode fazer o que vocĂȘ quiser - Ela falou apressada.
- VocĂȘ iria sentir um pouquinho de dor se eu fizesse o que eu quiser - Harry se sentia nas nuvens por ter o prazer de ver aquele sorriso tĂŁo de perto.
- Eu nĂŁo ligo, Lou. Por favor, usa o seu bichinho.
- Eu vou, mas antes vamos fazer um acordo - Ele falou levando as mĂŁos atĂ© a fita no cabelo da menina e o soltando lentamente. - Eu vou fazer o que eu quiser com vocĂȘ, mas preciso que me avise se quiser parar, vamos criar um esquema, vocĂȘ tera duas cores em mente, vermelho e verde. Quero que vocĂȘ fale verde se for para eu continuar o que eu estou fazendo e vermelho se for para parar, mas nĂŁo de vez, se caso vocĂȘ quiser parar tudo de vez, vocĂȘ vai me falar uma palavra de segurança.
- Tå bom, Lou - Ela disse vendo ele levar a fita para trås de suas costas junto com seus braços.
- Qual é a sua palavra de segurança, meu bichinho? - Ele indagou amarrando os braços da menina para trås.
Harry ficou pensativa e entĂŁo seus olhinhos foram de encontro ao saco de mashmallows fofinhos e sua mente brilhou.
- Mashmallows, Lou - Ela disse animada e ele riu baixinho.
- Ătimo, princesa - Ele disse terminando o nĂł e deixando um beijo na testa da garota. - Isso vai ficar aqui - Ele pegou a calcinha rasgada e molhada e enfiou na boquinha da fadinha. - Pronto, agora vocĂȘ estĂĄ a minha disposição - Ele agarrou a cintura da menina e atacou o pescoço branquinho com algumas marcas da noite anterior. - Seu cheiro Ă© tĂŁo bom, porra - Ele deixou mais marcas no pescocinho macio e vez ou outra lambia a pele e finalizava com um beijo. - Eu senti tanta falta desses peitos - Ele segurou o tecido do vestido e puxou para baixo sem muita enrolação, vendo o seio marcado e com os biquinhos duros. - VocĂȘ Ă© mesmo uma puta, nĂ©? Ainda estĂĄ toda afetada sĂł porque eu soquei meus dedos nessa sua buceta.
- Hmm... - Ela se mexeu e jogou a cabeça para trås, soltando um grito abafado ao que Louis segurou seus dois mamilos e os puxou, para em seguida os soltar de uma vez e deixar um tapa forte em seus seios. Ele seguiu fazendo isso vårias vezes, puxava, soltava e batia até ver a pele tomar uma coloração avermelhada e Harry gritar desesperadamente.
Se encostou no tronco e trangou seu cigarro, levou sua mão até a calcinha babada que estava na boca da garota e tirou de lå.
- V-verde, Lou - Falou fungando e com os olhos vermelhos.
A calcinha foi posta novamente em sua boca e Louis sorriu olhando para o cigarro em seus dedos.
- Ontem vocĂȘ estava tĂŁo interessada no meu cigarro, mas eu nĂŁo fazia a menor ideia de que vocĂȘ Ă© uma fadinha de verdade e que provavelmente vocĂȘ nĂŁo sabe o que Ă© isso, mas agora que eu sei que vocĂȘ Ă© um bichinho ingĂȘnua e burrinha eu nĂŁo vou deixar vocĂȘ experimentar isso, mas acho que ele ainda pode ser Ăștil pra matar a sua curiosidade de outra forma - Os olhos de Harry estavam meio embaçados por conta das lĂĄgrimas e acabou nĂŁo vendo a mĂŁo de Louis se aproximar, apenas gritou quando seu mamilo foi tocado por algo extremamente quente e que pareceu fazer um choque correr por todo o seu seio.
Suas asinhas bateram rapidamente e ela acabou flutuando na tentativa de escapar, mas foi impedida pelo braço firme de Louis que agarrou sua cintura.
- Hmm! - Ela gritou chorosa ao receber um tapa em seu seio machucado.
- NĂŁo Ă© para sair do meu colo, entendeu?
Ela balançou a cabeça positivamente enquanto lågrimas pingavam de seus olhos. Louis novamente tirou a calcinha de sua boca e acariciou seu rosto.
- V-ver... Verde... Lou, me beija? Por favorzinho?
- Beijo, meu bem - Ele segurou o queixo molhado e tomou os lĂĄbios da menina em um beijo.
- Ahh!!! DĂłi, Lou! - Seu outro mamilo era queimado agora e Louis permanecia a beijando.
- Shhh jå vai passar - Harry voltou a beijå-lo em meio aos soluços altos e as lågrimas intensas que escorriam por sua bochecha.
- Hmmm!! - O cigarro quente tocou sua pele mais algumas vezes, mas agora, por mais que doesse como o inferno, ela nĂŁo queria que parasse.
- Shhh pronto, acabou - Ele deixou um Ășltimo beijo em seus lĂĄbios e colocou a calcinha ali novamente.
Louis ainda a segurava com força contra seu colo, pois no segundo em que ameaçou soltar a cinturinha sentiu a menina voar baixinho.
- Eu vou cuidar de vocĂȘ agora, hm? - Ele se abaixou e foi pincelando a ponta de seu nariz entre os seios vermelhos e com queimaduras do cigarro. A pele da menina estava arrepiada e os espasmos que seu corpo dava fazia o pau de Louis ficar cada vez mais duro. Roçou seus lĂĄbios delicamente pela pele extremamente cheirosa e sentia o peito da garota subir e descer contra seu rosto por conta da respiração acelerada e podia ter certeza que o coraçãozinho da menininha batia tĂŁo rĂĄpido quanto suas asinhas rosas.
Ele foi se aproximando do mamilo machucado e encostou a ponta da lĂngua ali, vendo o seio subir e descer mais rĂĄpido. Brincou com a sua lĂngua ali por alguns segundos e entĂŁo tomou o mamilo em seus lĂĄbios, mamando o peito durinho da garota com vontade e ouvindo os gemidos manhosos.
- VocĂȘ gosta de me ter mamando em vocĂȘ? - Ele perguntou soltando o seio e indo lentamente para o outro enquanto ouvia a fadinha murmurar positivamente. - Eu aposto que eles estĂŁo bem doloridos de ontem e aposto que vocĂȘ passou o dia todo sentindo falta da minha boca neles - Louis segurou o seio e o levou atĂ© a boca, começando a mamar e fazendo questĂŁo de nĂŁo desgrudar os olhos de Harry, capturando as reaçÔes da garota e os olhos verdes revirando em puro prazer.
Enquanto sugava o peito, levou sua outra mĂŁo lentamente para debaixo do vestido da fadinha, sua mĂŁo foi de encontro com a xotinha molhada e Harry soltou um espamo sobre seu colo, tremendo toda e ficando arrepiada.
- VocĂȘ Ă© tĂŁo sensĂvel, minha menina - Sua mĂŁo passava por toda a grutinha Ășmida, desde o clitĂłris inchado atĂ© o buraquinho pulsante. - Deixa eu tirar isso aqui - Ele disse tirando a calcinha da boca da menininha que jĂĄ estava completamente babada e aproximou bem seus rostos, roçando o nariz e os lĂĄbios vez ou outra. - Pra eu ouvir vocĂȘ gemer meu nome.
- Lou - Sua voz saiu em um sussurrou baixo.
Louis começou a forçar os dedos dentro da grutinha molhada e sorriu vendo a boquinha se abrir e os olhinhos ficarem arregalados.
- Lou, Lou, Lou... - Ela sussurrava desesperada enquanto Louis apenas sorria e beijava os lĂĄbios dela ou continuava a acariciar seu rosto com a ponta do nariz.
- Caralho, vocĂȘ ta apertando tanto os meus dedos... Porra.
- E-espera um pouquinho... Lou... Ahh... - A sĂșplica de Harry soou completamente ao contrĂĄrio para Louis, pois no momento seguinte a garota sentiu os dedos entrarem com mais velocidade e força em seu interior. - Ahhh Louis!! - As lĂĄgrimas caĂam de seus olhos e Louis se deleitava com os chupĂ”es que deixava em seu pescoço.
- Eu quero vocĂȘ gozando nos meus dedos, quero vocĂȘ deixando eles todos molhados com a porra dessa buceta.
- Calma, Lou ahhh!! - Harry arqueou sobre o corpo de Louis e gritou quando seu orgasmo veio e Louis tirou os dedos de sua florzinha e então começou a deixar tapas fortes em seu clitóris inchadinho.
- Isso meu amor - Ele beijou os lĂĄbios abertos da menina que ainda tremia e chorava.
Assim que a fadinha terminou seu orgasmo relaxou seu corpo e procurou os olhos de Louis, este que a olhava com um grande sorriso satisfeito.
- Boa garota - Ele secou as lågrimas dos olhos inchados da menina e ela forçou-se a sorrir, estava tão cansada e só queria deitar no peitoral de Louis para descansar.
- VocĂȘ vai me soltar agora, Lou? Eu to muito cansada.
- Te soltar? - Ele riu. - Eu nem comecei direito - Louis segurou a cintura da garota e a colocou deitada sobre o pano no chĂŁo com cuidado para nĂŁo machucar as asinhas frĂĄgeis. - Eu quero ver vocĂȘ peladinha pra mim, eu quero abusar de todo o seu corpinho lindo - As mĂŁos do humano seguraram o pano do vestido e em um puxĂŁo rĂĄpido o tecido jĂĄ estava fora do corpo da garota de bochechas coradas. - Abre as pernas - Ele ditou deixando um tapa nas coxas grossas.
Harry abriu as coxas timidamente e gemeu ao receber mais um tapa, suas asinhas batendo contra o chĂŁo e o pozinho se espalhando por toda a parte.
- Abre direito, caralho. VocĂȘ nĂŁo quer ser um bom bichinho pra mim, Harry?
- Quero, Lou, eu quero muito! - Ela disse abrindo as pernas por completo.
- Isso, eu quero vocĂȘ assim, toda arreganhadinha pra mim, minha fadinha linda - Ele acariciou o interior das coxas da menina, vendo que estava tudo molhado ali e bem vermelhinho, mas algo lhe chamou atenção. - O seu melzinho Ă© rosa, meu amor? Ă igual as suas asinhas - Ele disse tirando seus olhos da grutinha da menina e olhando para o rostinho dela e sem quebrar o contato visual, foi aproximando seu rosto da bucetinha que pulsava no nada e lambeu do buraquinho atĂ© o clitĂłris, onde ele fez questĂŁo de chupar por saber que estava sensĂvel.
- Ohhh Lou... Espera... Ahh...
- E tem um gosto tĂŁo bom, merda. Eu acho que o gosto dessa xota vai ser o meu novo vĂcio.
Harry sentia a barba rala de Louis arranhar sua pele e a ardĂȘncia que no começo era incĂŽmoda, começou a se tornar prazerosa. Ela erguia o quadril e se empurrava contra o rosto de seu humano toda vez que a lĂngua quente ameaçava entrar em seu buraquinho, e um tapa forte era dado em seu seio quando ela queria fechar as pernas por Louis judiar tanto de seu clitĂłris.
- Oh meu deus... Enfia Louis, por favor... - Seu corpinho estava todo suado e seus cabelos nunca estiveram tĂŁo bagunçados. Suas coxas foram seguradas pelas mĂŁos de Louis e foram posicionadas em seu ombro largo, e entĂŁo o homem enfiou a lĂngua dentro da sua xotinha quente, arrancando um sorriso enorme e um gemido rouco de sua boca.
Enquanto mexia sua cabeça em pura agonia por não poder tocar em Louis, viu o quanto suas asinhas estavam agitadas e o chão tomado por seu pozinho.
- Continua Lou! Ahhh! Chupa a minha xotinha.
- TĂĄ, Lou. TĂĄ tĂŁo gostoso, deixa eu me esfregar em vocĂȘ? Por favor, nĂŁo afasta seu rosto hmm...
- VocĂȘ nĂŁo passa de uma puta descarada, nĂŁo Ă©? A minha cadela que faz tudo o que eu quero - Um tapa forte foi desferido sobre a bucetinha molhada.
- Pois bem, vocĂȘ vai sentar na minha cara e vai gozar que nem uma vadiazinha na minha lĂngua, entendeu?
O humano então ajudou a fadinha a se sentar em seu colo e abraçou uma das pernas dela para que ela permanece sentada.
- Lou, me solta, por favor? Eu quero tocar em vocĂȘ.
- NĂŁo, minha putinha, enquanto eu estiver usando vocĂȘ, vocĂȘ vai ficar presa igual uma cachorrinha e depois que eu terminar de fazer o que eu quero fazer vocĂȘ vai poder me tocar. Agora vamos logo, começa a esfregar essa xota na minha cara, eu quero chupar todo esse melzinho.
A fadinha começou a esfregar-se no rosto de seu humano e gemeu ao olhar para baixo vendo o quanto ele estava melado por causa de sua bucetinha, ela sentiu-se por um momento no controle e sentiu como se estivesse marcando o que era dela. Agora ninguém mais poderia roubar o seu humano, ele era dela para sempre e ela também seria a fadinha dele para sempre.
- Me chupa, Lou... Eu estou tĂŁo molhada pra vocĂȘ hmmm a minha buceta passou o dia todo lubrificando sĂł por eu pensar no seu nome.
Louis segurou o clitĂłris de Harry com os dentes e apertou levemente, sentindo a buceta lubrificar mais e escorrer por seu queixo.
- Ahhh dĂłi... dĂłi ahhhh - Ela inclinou a cabeça para trĂĄs gemendo e sem muito tempo para se recuperar da dor em sua bucetinha, deu um pulinho de susto pela a ardĂȘncia em sua bunda. As mĂŁos de seu humano subia uma pelo seu peitoral e a outra por sua coxa atĂ© sua bunda. Harry se sentia desejada por ter mĂŁos tĂŁo boas tocando e conhecendo seu corpo, se sentia como a mulher mais gostosa que Louis jĂĄ comeu na vida. Estava sendo tĂŁo estimulada pelos tapas em sua nĂĄdega que provavelmente jĂĄ estava vermelha, os beliscĂ”es em seu mamilo que nĂŁo parava de latejar e a lĂngua habilidosa que comia sua bucetinha com tanto desejo que sabia que nĂŁo iria demorar muito para se desmanchar sobre o rosto do homem mais velho.
- VocĂȘ ta me comendo tĂŁo bem - Ela sussurrava olhando para baixo, suas coxas vermelhas e suadas, e sua bucetinha passando bem encima da boca de Louis. Aquela visĂŁo a fez chorar mais por conta do orgasmo forte que a invadiu e que fez uso de toda a energia que havia sobrado em seu corpinho.
Harry sentiu-se zonza e teve certeza que iria cair em questĂŁo de segundos, mas seu humano foi muito mais rĂĄpido em segurar seu corpinho mole.
- Qual Ă© a sua cor, meu bichinho? - Ele acariciou o rosto suado de Harry, tirando os fios grudados ali, vendo ela abrir e fechar os olhos lentamente enquanto sua boquinha vermelha e inchada estava entreaberta.
- VocĂȘ Ă© tĂŁo perfeita para mim, hm? VocĂȘ vai deixar o Lou usar a sua bucetinha pra gozar agora? Vai deixar eu te encher de porra e fazer vocĂȘ voltar casa cheia de gozo vazando dessa xoxotinha gostosa que vocĂȘ tem?
- Sim, Louis. Me usa do jeitinho que vocĂȘ quiser, eu quero ser uma fadinha boa.
- VocĂȘ jĂĄ Ă©, jĂĄ Ă© o meu bichinho de estimação - Ele deixou um beijo molhado em sua testa e entĂŁo colocou a garota na posição que ele queria.
A menina estava de quatro agora, seus bracinhos ainda estavam presos para trĂĄs e doiam como o inferno, mas ela nĂŁo pediu para soltar novamente. Por estar sem apoio, seu rosto e seu seio estavam diretos sobre o pano no chĂŁo gelado. O vento batia contra sua grutinha que estava enxarcada e ela sentia o vento judiar de seu corpo.
- Gostosa - O mais velho disse e riu quando deixou um tapa na bunda que oscilou e mais pozinho saiu das asinhas que estavam mais calmas agora.
Louis estava de pé atrås dela, um novo cigarro estava em sua boca e ela chegou a conclusão de que aquilo provavelmente era muito bom, jå que ele estava em seu terceiro. Ela se sentia completamente constrangida por estar tão exposta e com o seu rabinho tão para o alto. Os olhos de Louis não desgrudavam da bunda farta marcada com seus dedos e da xota se contraindo em volta de nada, fazendo um pouco da lubrificação da garota pingar sobre o pano.
A menina olhava para trås tentando entender o que o seu humano iria fazer, ele estava tirando a cinta de sua calça e segurando em uma mão só, e antes que ela questionasse o que ele estava planejando, uma dor forte e ardida foi de encontro a sua bunda. Louis a bateu com a cinta quatro vezes seguidas antes de dar uma pausa para apreciar os gritos da garota.
- Meu anjinho, eu por acaso jĂĄ lhe contei quantos anos eu tenho?
- NĂŁo, Lou! - Falou desesperada e se assustou quando a mĂŁo de Louis se aproximou se seu rabinho machucado, mas o homem apenas lhe fez um carinho.
- Eu tenho trinta e nove.
- Ahhh para, Lou! - Louis se afastou ao deixar um tapa ali e riu baixinho arrumando a cinta em sua mĂŁo.
- Eu quero que vocĂȘ conte atĂ© trinta e nove para mim e eu iriei bater bem forte nesse rabĂŁo gostoso atĂ© vocĂȘ chegar ao final.
- Eu nĂŁo quero, Lou, dĂłi muito - Ela disse fungando enquanto olhava para cima.
- VocĂȘ nĂŁo quer, bichinho? Mas eu acabei de te elogiar - Ele falou com uma falsa chateação.
- T-ta bom, t-ta bom, eu sou seu bichinho, pode machucar meu bumbum - Ela mordeu os lĂĄbios vermelhinhos e Louis achou a cena adorĂĄvel.
- VocĂȘ se lembra da sua palavra de segurança, certo?
- Ătimo, comece a contar - O som rasgado da cinta de couro se chocando contra a pele leitosa da fadinha soou seguido do grito choroso da menina. - Vamos, sua puta!
- U-um... Um, Lou. Ahhh!!!
Novamente a cinta bateu e o homem sentia seu pau fisgar por ver o quanto a bunda da menina balançava com os golpes.
- Oh minha cachorrinha, vocĂȘ tem um rabinho tĂŁo gostoso, eu estou louco para comer vocĂȘ.
- Vinte!! Para Lou, por favor! Ta machucando muito o meu bumbum, Lou!!
- O seu bumbum Ă© uma delĂcia, boneca.
- Ahhh!! Trinta e nove! - A gorota caiu para o lado chorando e assistiu Louis jogar o cinto no chĂŁo com um sorriso no rosto.
Louis por sua vez, se colocou por trås de Harry e a ajeitou de quatro novamente, deixando um tapa no rabinho machucado com vergÔes em um vermelho escuro. As asinhas as garota bateram em ansiedade vendo o homem abrir a a calça e colocar seu membro pra fora.
- Lou, vai doer? - Ela perguntou com os olhos arregalados. - Ă muito grande e grosso, mais me machucar.
- Vai doer sĂł um pouquinho porque vocĂȘ Ă© muito apertada, boneca, mas eu te preparei e vocĂȘ estĂĄ pingando, nĂŁo vai doer muito.
- T-ta bom - Ela fungou e sentiu a cabecinha quente do pĂȘnis de seu humano lhe tocando.
Louis não quis ficar de joelhos, apenas se abaixou o suficiente para poder empalar a bucetinha gostosa da garota. Bateu seu pau ali algumas vezes gostando do barulhinho molhado e roçou a cabecinha sobre o clitóris da menina que balançou o rabinho em puro prazer e forçou lentamente para dentro da fadinha, entretanto, Harry estava muito molhada e seu pau entrou de uma vez dentro da garota, fazendo ela se alargar a força pra aguentar todo o pau do homem.
- Porra! - Ele gemeu com o aperto da menina em seu pau e respirou fundo para nĂŁo gozar, seu pau estava muito sensĂvel e ele jĂĄ estava segurando o orgasmo desde que começou a brincar com o corpinho da garota. - TĂĄ tudo bem, bichinho, ta tudo bem. VocĂȘ tĂĄ tĂŁo molhada que meu pau entrou de uma vez, jĂĄ vai passar - Sua mĂŁo foi escorregando pelas costas largas da menina, passou por entre as duas asinhas e agarrou o pescoço da garota, nĂŁo demorando muito a dar a primeira estocada.
- Ahhh - Harry revirou os olhos sorrindo. - Que delĂcia, faz de novo hmmm... - Ainda doĂa, mas ao mesmo tempo era tĂŁo gostoso, Harry estava em uma linha tĂȘnue entre pedir para Louis parar e entre pedir para que ele fosse mais forte.
NinguĂ©m nunca havia entrado dentro dela, nunca haviam comido sua xoxotinha principalmente daquele jeito tĂŁo bruto igual Louis. Harry nunca imaginou que gostaria de ser tocada daquele jeito, sempre fora tĂŁo delicadinha e gostava tanto de cuidar de sua pele, nĂŁo imaginava que amaria ter seu corpo destruĂdo e usado como um brinquedo sexual para um humano.
Louis apertava seu pescoço de uma forma que fazia tudo ficar mais gostoso, ela não sentia uma grande falta de ar, porém uma intensificação de seu prazer.
Ele jå socava seu pau com mais força dentro da menina, as pernas dela estavam tão abertas e as costas arqueadas, e ela gemeu tão alto quando a outra mão do homem foi até o grelinho molhado e começou a deixar tapas ali.
- Porra, boneca, vocĂȘ tĂĄ empinando tĂŁo bem esse rabinho gostoso - Louis falou com o cigarro entre os lĂĄbios e quando soltou a fadinha para poder tirar o cigarro de sua boca e arrumar seu cabelo que estava em seu rosto, se surpreendeu por ver Harry se foder sozinha em seu pau.
A bunda farta batida com tanta força contra sua pele e o barulho pornogråfico que fazia o deixava morto de tesão. Louis sorriu gostando de ver como a sua menina era necessitada e desesperada para ser fodida.
- Lou... Calma... Ah... TĂĄ muito forte!! - Ela dizia com os olhos fechados e chorando. - VocĂȘ ta me comendo tĂŁo forte, ta doendo!! VocĂȘ estĂĄ fazendo a sua fadinha ficar com a bucetinha toda machucada.
- Meu amor, eu nĂŁo estou fazendo nada - Ele riu. - Ă vocĂȘ quem estĂĄ igual uma cadela no cio se fodendo no meu pau - Sua mĂŁo posou sobre a bunda gostosa da garota e ele tragou o cigarro. - Continua assim, deixa o meu pau comer vocĂȘ bem gostoso pra vocĂȘ ficar com essa xotinha de vadia bem larga. Quero que vocĂȘ volte arrombada para casa.
- Ahhh isso, isso, isso! Por favor, Lou!
- Porra - Ele rosnou baixinho deixando um tapa ali e gemeu alto. - Caralho Harry, vocĂȘ Ă© tĂŁo boa, porra!
O mais velho jogou o cigarro no chĂŁo e agarrou o quadril da garota, tomando o controle de volta e a fodendo com raiva.
- Louis!! - Harry gritou gozando. Sua bucetinha pulsando e esguichando forte contra Louis foi o suficiente para que ele começasse a encher o grelinho com a sua porra.
- Caralho - Gemeu em um sussurro segurando Harry quieta para que ela nĂŁo saĂsse antes de ficar cheia com o seu esperma.
Assim que terminou, soltou o corpo de Harry e a menininha caiu no chão com as perninhas abertas. Louis se sentou cansado sobre o chão, encostando suas costas no tronco e respirando råpido em busca de fÎlego. Enquanto colocava seu pau para dentro da calça, assistia cansado a grutinha contrair vezes seguidas fazendo sua porra vazar.
- Hm... - Harry gemeu baixinho se encolhendo pelo frio e guardando suas asinhas, estava tĂŁo cansada e nĂŁo sabia se conseguiria voltar para casa voando.
Assim que tomou um pouco de fÎlego, Louis se levantou com dificuldade e foi até a menina, soltou os pulsos que agora estavam marcados em um vermelho forte e vestiu a roupa da menina que chorava dolorida.
- E-eu... Fui um bom bichinho? - Sua voz saiu chorosa.
- Foi, boneca - Ele tornou a se sentar e tirou o casaco que estava em seu corpo. - Vem, senta aqui comigo.
Harry engatinhou molinha e se sentou de costas entre as pernas de Louis.
- Veste isso, ta frio pra porra aqui - Ele colocou o casaco em torno da menina e a aconchegou contra seu peitoral. - VocĂȘ foi incrĂvel - Ele beijou os cabelos bagunçados da menina e começou a tentar arrumar os cachos destruĂdos da melhor forma que pĂŽde, colocando o laço ali novamente e deixando mais um beijo.
A menina abraçava o prĂłprio corpo enquanto Louis limpava seu rosto com a manga da blusa fina que ele usava. Limpou seus olhinhos inchados sujos de rĂmel e sua boca machucada de tanto morder.
A fadinha ainda sentia sua xotinha latejando e vazando em abundĂąncia, se sentia tĂŁo bem, Louis tinha cuidado dela tĂŁo bem e ainda havia a marcado como dele.
- Lou - Sua voz quebrada saiu e ela levantou a cabecinha para poder olhar o rosto do homem.
- Agora eu sou sua, né? - Seus olhinhos piscavam lentamente e Louis riu roubando um beijo dela.
- Sim, princesa, agora vocĂȘ Ă© minha - Bastou Harry dar uma piscada lenta para ver Louis com um novo cigarro em seus lĂĄbios.
Ele tragou o cigarro e soltou o ar.
- Sou - Respirou cansado e olhou para o lado, vendo o pacote de mashmallows ali e mais uma sacola sua. - Toma, tambĂ©m comprei isso pra vocĂȘ - Entregou a sacolinha rosa nas mĂŁos trĂȘmulas e marcadas da menina.
- Eu levei uma calcinha sua ontem e destruĂ outra hoje e bom, precisava me redimir. AlĂ©m disso, gosto de ver vocĂȘ nessas calcinhas de renda, pensei que da prĂłxima vez que formos foder eu quero te ver com uma que eu mesmo escolhi - Ele falava olhando a menina tirar trĂȘs calcinhas fio de renda com lacinhos, uma na cor rosa, outra branca e a Ășltima sendo na cor preta.
- VocĂȘ vai querer me ver de novo? - Ela indagou sorridente.
- Claro - Ele franziu o rosto.
- E o que vocĂȘ fez com a minha calcinha?
- Ta como enfeite na cabeceira da minha cama - Ele pegou o pacote de mashmallows da menininha e entregou em suas mĂŁos. - Toma seus mashmallows.
- Obrigada, Lou. Elas são lindas - Ela disse feliz e começou a comer seus mashmallows enquanto Louis abraçava seu corpinho colocando a mão por dentro do vestido para poder segurar o peito da garota e aproveitava a sensação do cigarro após um orgasmo intenso, de olhos fechados.