Um Sonho â Um dos difĂceis de lidar
Eu nĂŁo me recordo de muitas coisas que aconteceu no mesmo, mas eu vou tentar relatar com o mĂĄximo de descrição possĂvel.Â
Eu me lembro de te ver por uns instantes, e do nada vocĂȘ estava em casa, sim! VocĂȘ mesma! VocĂȘ estava muito bonita e elegante, assim como de costume. Toda produzida em questĂŁo de maquiagem e etc. um detalhe que me lembro de vocĂȘ Ă© que nunca tinha visto usando um batom vermelho tĂŁo forte assim. Para ser mais sincero, eu jamais vi alguĂ©m usando um batom que fosse tĂŁo vermelho como o que vocĂȘ estava usando. Eu a cumprimentei espantado, pois justo vocĂȘ vir a minha casa Ă© algo muito estranho entre nĂłs. VocĂȘ entrou e te levei para a cozinha para apresentar aos meus pais, jĂĄ como era a primeira vez que vinha para cĂĄ. Mais uma vez eu me espantei, pois vocĂȘ jĂĄ os conhecia e o mesmo a eles e meus irmĂŁos. Ficamos na sala conversando, quando meu pai foi para o quarto dele. Um tempo depois, a minha mĂŁe havia sumido, nĂŁo estava na casa ou em nenhum outro lugar que eu possa pensar que ela estaria. AtĂ© que o meu pai chamou justamente vocĂȘ para subir na cozinha, pois ele queria conversar contigo sobre algo muito sĂ©rio. Ele disse dessa mesma maneira, que queria conversar seriamente contigo e que era para eu esperar na sala. VocĂȘ subiu com ele e eu fiquei aqui em baixo te esperando. Eis que depois de um tempo, meus irmĂŁos foram atĂ© a sala juntos (coisa mais rara nĂŁo hĂĄ) e começaram a disfarçar uma risada debochadora olhando para mim. Eu perguntei para eles o que estava acontecendo e eles sentiram mais vontade de rir. Eu sabia que havia algo de estranho. Eu procurei vocĂȘ em todos os lugares da casa, mas eu nĂŁo a encontrei. AtĂ© que eu resolvi subir atĂ© o quarto dos meus pais no terceiro andar (que nĂŁo existe na vida real) e me deparei com a porta fechada. Quando eu desci alguns degraus da escada, eu escutei a sua voz em forma de gemido vindo de dentro do quanto dos meus pais. Eu estranhei e resolvi tentar escutar o que estava acontecendo lĂĄ dentro pela fechadura. Nesse momento a porta se abriu como se ela estivesse apenas encostada e eu acabei caindo para dentro do quarto dando a impressĂŁo de que eu estava os espionando. Para que diabos eu fui fazer isso? Eu vi vocĂȘ em cima do meu pai rindo e gritando de prazer. Ambos diziam: âTrouxa! Trouxa!â. AtĂ© que ele disse: vocĂȘ Ă© o mais fraco dentre todos os trĂȘs, vocĂȘ Ă© o mais inĂștil de todos. Quem quer alguĂ©m bom? Conselheiro? Deveria honrar a piroca que hĂĄ entre as suas pernas e nĂŁo o seu carinho e palavras idiotas. Em meio a lagrimas, eu fui para cima dele, que nesse momento jĂĄ estava de pĂ© enquanto vocĂȘ olhava para mim chorando de tanto rir da minha cara. Nesse momento, eu vi a parede do lado da rua caindo na garagem, que agora era como uma piscina enorme. Cheio de Ăłdio, eu o empurrei do terceiro andar. Ele caiu de cabeça na piscina, fazendo com que toda ĂĄgua que estava lĂĄ se tingisse de vermelho. Nesse momento eu pensei: o que caralhos eu acabei de fazer? Eu o matei... Depois disso eu virei para ela que tapava seu corpo com a coberta olhando para mim com uma expressĂŁo sĂ©ria e desafiadora. VocĂȘ disse em um tom estranho: âVocĂȘ Jamais irĂĄ conseguir reverter, pois vocĂȘ Ă© um fracoâ.
JĂĄ pensando no prazer de ver ela morta, eu peguei a faca para matar! PorĂ©m eu parei no meio do caminho pensando nas consequĂȘncias que eu teria se eu fizesse o mesmo. Mais uma vez ela sorriu e riu da minha cara. Ver ela morta foi difĂcil, muito. Tanto que eu peguei a faca e eu me suicidei logo depois. Mas justo no momento em que eu me jogava do terceiro, eu acordei todo soado. Sem sair da cama, eu abracei o meu travesseiro e comecei a lacrimejar.
Por que disso tudo? Por que... Eu apenas quero entender...












