Entre Prisões e Liberdade — O Grito Silencioso da Alma
Antes que eu surte nesse caos, eu peço socorro em silêncio.
Quero que perceba: eu me afastei, mas não por você, nem por mim, e sim por algo que não sei explicar — algo que não cabe em palavras, algo que vai além da dor física, algo que ultrapassa até a imortalidade de Caim.
Eu amo, eu sinto, eu morro todos os dias quando te vejo e não posso me aproximar.
Sou prisioneira, presa em uma prisão sem grades, em um lugar onde nem os demônios se sentiriam confortáveis — um lugar que não tem explicação.
Um lugar que chamo de meu lar, meu mundo, meu tormento, meu medo, meu arrependimento por não ter calado as vozes que em mim gritam.
Hoje somos mais fortes, mais leais, mais intensos — e ao todo, hoje, somos 32.
Não me peça nomes, não me peça explicações — eu não sei mais.
Hoje somos mais fortes.
Eu nunca caí sozinha; eles estão sempre ao meu lado para me ajudar. Sempre que caio ou apanho, eles estão lá para mim.
Eu gostaria que soubesse que um dia, um dia, irei tomar a frente e gritar:
“Hoje, estamos bem.”
Por Fran_vasconcelos












