em nome da Excalibur, SYBIL FLOWERS em seus VINTE E QUATRO anos, jura reverter o legado de GOTHEL durante a sua estadia na academia dos legados. Com a sabedoria concedida a ela, deve se manter no caminho da luz enquanto conclui o MÓDULO II. com a bondade tocada em seu coração, recebe SUBORDINAÇÃO e não se permite ser corrompida por ARROGÂNCIA. por último, é deixado um corte na mão de SUKI WATERHOUSE como prova de seu comprometimento com a luz.
PLAYLIST ♡ PINTEREST ♡ WANTED CONNECTIONS
* 🥀 𓂅 HABILIDADE MÁGICA ;
mimetismo sereiano . é estranho pensar que sua habilidade destoa de qualquer aspecto de sua vida , mas Sybil aprendeu a aceitar e até gostar. sua cauda é em tons arroxeados e azuis , escamas turquesas e costuma aparecer quando está em contato com a água ( do mar ). dessa maneira , também obteve a capacidade de encantar , seduzir homens e mulheres com sua beleza e canto dentro das águas.
* 🥀 𓂅 OCUPAÇÃO ;
redatora na bibbidinews & ajudante no salão da mamãe aos fins de semana .
* 🥀 𓂅 HEADCANONS ;
antes de ter um nome, sybil era apenas mais uma criança órfã nos arredores do castigo. vivia às fugas do orfanato e sobrevivia fazendo pequenos roubos para grandes vilões que pagassem uma quantia justa – na sua perspectiva. era de onde vinha seu sustento, uma das formas mais utilizadas de sobrevivência da cidade de baixo, sendo assim reconhecida por sua rebeldia e furtividade.
seu primeiro encontro com gothel foi para saquear seu salão em busca de pó mágico, mas acabou sendo pega pela bruxa, que já vinha sofrendo com furtos no seu estabelecimento. ao invés de dar uma lição na criança como costumeiramente fazia, decidiu torná-la seu legado – em outras palavras, sua nova rapunzel. estava mais do que na hora de ter alguém que fizesse todo o trabalho sujo. porém, aos olhos da criança, era um ato de compaixão, um sentimento que pouco lhe era direcionado. mesmo arisca, sentia-se grata à gothel e demonstrava sem qualquer reclamação aos afazeres impostos, independente da quantidade ou dificuldade deles.
com o passar dos anos, gothel nutriu um apreço pela presença da garota, contrariando os achismos alheios. era algo diferente da superproteção que possuía com rapunzel, que não era apenas sua filha, mas também sua fonte da juventude. dessa maneira, sybil não esteve isenta do amor materno em sua criação, mesmo com a rigidez impreterível da mais velha – algo que ela soube “domar” ao longo dos anos.
depois de tomar sybil como seu legado, o maior desejo de gothel era que sua menina fosse para a academia, e instruiu ela desde cedo para tal, que nunca esteve totalmente confortável com a idéia de sair do castigo, deixar sua mãe, mesmo com todo o rancor perante os arturianos e a segregação. gothel sempre deixou claro que ela– elas, estavam destinadas a muito mais do que a cidade debaixo, e que isso estava unicamente nas mãos de sybil. como nunca quis decepcionar a mãe, mesmo contrariada, ela participou do torneio fazendo uso das drogas disponibilizada aos legados de vilões, fincando a réplica da excalibur em rapunzel, uma homenagem silenciosa para gothel.
storydom era ainda muito mais do que as histórias que tinha ouvido. o ar era fresco, o luxo, que parecia inerente ao lugar fez com que sybil nunca mais quisesse algo diferente além do bom e do melhor. determinação era, é uma de suas maiores qualidades e, portanto, ela fará qualquer coisa para ter mais e mais.
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⊱ ヽ enquanto caminhava dentro do labirinto infinito, o hook se perguntava o motivo de ter se colocado naquela situação, e o pior de tudo: desacompanhado. sequer era divertido ver flores brancas e espinhentas por onde quer que olhasse, na verdade, estava mesmo era o irritando. “que caralho de lugar!” resmungava para si mesmo, já que bem… estava sozinho! só ele podia ser tonto de decidir se aventurar em um lugar sem saída, enquanto podia estar aproveitando das bebidas mágicas e grátis da festa. “quem disse que tem uma fonte mágica aqui é um baita mentiroso.” mais uma reclamação, e dessa vez lembrou-se do motivo de ter entrado no labirinto afinal. depois de passar raiva, ele sequer recordava-se o que queria perguntar, e agora pouco importava também. decidiu que faria o caminho de volta até o salão principal, mas por girar o corpo rápido acabou que se furou nos espinhos e balançou a mão automaticamente no mesmo tempo que soltou um gemido. o movimento acelerado fez com que uma de suas dedeiras caísse no chão, e o hook revirou os olhos involuntariamente antes de abaixar o corpo para procurá-la. a noite não tinha começado da melhor forma. se já não bastasse, uma voz fez com que ele parasse o que estava fazendo para dar atenção no comentário satírico proferido. ele levantou-se e virou-se para a figura alheia com uma expressão irritadiça. “bem que eu queria que fosse.” respondeu, referindo-se ao motel; com certeza não estaria enfezado se estivesse em tal situação. e com certeza não seria a presença da westergard que melhoraria seu humor. “sentiria ciúmes se fosse esse o caso, verena?” provocou como quem não tem mais respeito pela vida.
“Só podia ser.” Revirou os olhos. Se antes havia demonstrado qualquer resquício de medo, agora estava indignada que, dentre todas as pessoas no baile, e que desejavam fazer perguntas à fonte, tinha se esbarrado logo com ele! “Ciúmes! De você?” Ela teve que rir, e o fez como se estivesse desdenhando dele. “Esse labirinto mexeu com sua cabeça! Foram essas flores brancas diretamente do Novo País das Maravilhas, eu tenho certeza.” Harvey simplesmente não fazia o tipo da sulista, talvez pelo fato de que não se conheceram na melhor das circunstâncias. Porém, mentiria se não tivesse dito que não havia considerado dar em cima do inimigo. Se Hook não fosse tão presunçoso e ela não tivesse a urge de pisar em ego masculino.. “Está procurando a Fonte da Verdade também, don Juan? Quer perguntar se todas as mulheres do mundo querem foder com você?” Debochou, os lábios repuxados em um sorriso de escárnio, antes de focar no que era de mais importância. “Não quero sair desse maldito labirinto sem uma resposta, e acabei de decidir que você vai comigo!” As palavras saíram da boca da sulista com uma ordenança costumeira.
“Isso me lembra dos invernos com a minha família. Nós sempre saímos aproveitar o frio e a neve, mesmo com as temperaturas congelantes.” É claro que, assim que colocou os sapatos de patinação, sentiu as memórias invadir sua mente, um sorriso quase bobo aparecendo nos lábios da loira. Era estranho fazer aquilo com um Westergaard, principalmente porque lembrava-se dos Snoball e, bem, os Westergaard eram literalmente o oposto da família da loira. Se Anna soubesse o que estava fazendo, provavelmente entraria em colapso. “Você tem esses momentos com a sua família?” Um sorriso natural apareceu nos lábios de Selene, mesmo que tivesse alfinetando a outra inconscientemente. | starter for @westergaaard
“É de se imaginar que seu pai e sua mãe continuem com essas tradições, mesmo tendo sido uma maldição congelante que quase levou Arendelle ao colapso.” Dois sem noção, pensou enquanto mantinha um sorriso amigável — e imutável — em seus lábios. “Eles parecem transformar o ruim em algo bom.” Complementou rapidamente para que Selene não percebesse a sútil provocação. Com a destra livre, a Westergaard segurou ambos os saltos entre os dedos e levantou-se com os sapatos de patinação para testar o equilíbrio. O indagar da Snoball rendeu uma careta desgostosa da sulista enquanto olhava para os pés, pensando um pouco em suas palavras antes de fitar a loira. “Sim.” Mentiu. Estava acostumada a simular sobre momentos familiares e o fazia com uma maestria assustadora. “Papai é um homem bastante divertido apesar do semblante sério por causa do trabalho. Ele, Njord e eu costumamos sair sempre que ele têm tempo.” Verena poderia contar nos dedos quantas vezes compartilhou um ambiente com os dois juntos. “Como ele veio das Ilhas do Sul, também apreciamos o inverno, mas com chocolate quente.”
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🎸 TRACK : I JUST CAN’T WAIT TO BE king STAR ✦ feat. @westergaaard
Olhando por cima do ombro, verificando que sua mãe não estava por perto, antes de pegar a taça com um drink aleatório que queria. Olhou em volta, curtindo um pouco a música antes de dar seu primeiro gole, pena que sentir uma pessoa ao seu lado fez com que engasgasse e quase derrubasse a taça. — Que susto, Verena! — Comentou com a mão sobre o peito, respirando fundo para tentar recuperar o folego. — Sério… Eu achei que era minha mãe, você quase me matou.
“Susto?” Os lábios da sulista formaram um biquinho manhoso. “Eu tenho cara de ser sua mãe, Deece? Eu sou, no mínimo, uns bons anos mais nova que ela.” Não que fosse realmente importante pontuar isso, mas comparações como essa incomodavam a Westergaard de certo modo, ainda que soubesse que o leãozinho não queria dizer isso. Era dramática, verdade fosse dita. “Então o felino têm medo da mamãe, hm?” Indagou para ninguém em específico, embora estivesse falando sobre o King. “Ela não te deixa beber antes do trinta? Que absurdo.” Anuiu a cabeça em falsa decepção. “Ela não devia ter deixado você sozinho aqui. Vai que uma má influência aparece..” Com um sorriso ladino, deixou que as palavras morressem no ar antes de gargalhar baixo e emendar uma proposta em seguida: “Quer ir beber em um lugar mais reservado? Prometo que nenhuma mãe vai aparecer, e você pode dar um gole na sua taça sem engasgar.”
"Ughhh, essa música de novo não. Querem nos fazer dançar isso, aposto." Rosalie revirou os olhos assim que a orquestra começou a tocar Beauty and the Beast pela terceira vez desde a primeira valsa. "Mas tá. Se você insiste tanto..." estendeu a mão coberta pela luva branca para a pessoa ao seu lado, convidativa. Se vinha de cima ou do fundo do poço que ela considerava ser o Castigo, não importava agora. Estivera bebendo desde que descobrira que as bandejas eram mágicas e ofereciam álcool à vontade. Em outras palavras, já se encontrava devidamente alterada àquela altura. "Vou falar a real. Achei o look do Jim Hawkins muito feio. Parece de pobre." bem, bêbada ou sóbria, Lila definitivamente não passaria a dança toda calada e sem expor suas opiniões sinceras... teria que puxar algum assunto. Ou vários. Antes que a sua dupla pudesse responder, ela logo atropelou: "Enfim, hoje acreditei no amor, sabe? Essa valsa aqui antes, com o rei e a rainha, foi muito emocionante. Queria que alguém me amasse daquele jeito, mas acho que jamais serei amada. Talvez até fique pra tiazona, uma vibe Elsa assim. Eu tenho quatro irmãos, né. Cinco se contar com a que desapareceu. E sou até meio virgem."
“É uma música tão sem sal, você não acha?” Embora não fosse educado, não escondeu o torcer do nariz quando a batida da música ficou mais evidente. “Nem é tão romântico assim, já que Bela e Adam estão.. mortos. Isso tudo só traz um clima melancólico.” Geralmente não costumava falar mais do que deveria, mas também havia desfrutado de várias taças de álcool mágico. Só esperava que a outra não lembrasse, ou que alguém sóbrio ouvisse. “Eu não quero dançar com você não, maluca!” E para que ficasse mais claro, negou veemente com a cabeça. Seria uma traição dançar com a filha da inimiga da mãe da sua melhor amiga. “Jim Hawkins nunca está feio. Acredite em mim, se der uma boa olhada ao redor, vai ver que têm gente vestindo algo muito pi–” Tentou defendê-lo antes de ser cortada, no auge da bebedice. Ela não admitiria ter um crush nele se não fosse por conta da bebida. “Meio virgem? O que é isso? Sabe que não existe isso, né? E eu tenho certeza que Elsa não ficou pra tiazona, ela só quis focar no objetivo dela. Sem distrações. Talvez ela teve sim um amor, mas fez o que fez para se colocar em primeiro lugar.” Agora estava se projetando na professora.
Quando Verena percebeu que os trajes de Calladium e Yasemin combinavam, ela não conseguiu evitar sentir o corpo queimar com a possibilidade de eles estarem juntos, de alguma maneira, seja como fosse. Seria muito baixo para ambos estarem com os exes dos seus exes. Era, inclusive, complicado demais para a Westergaard assimilar, portanto resolveu descontar sua frustração no álcool, enquanto mantinha conversas casuais demais com os outros alunos. Devia estar chamando o filho da Fada Madrinha para dançar, afinal ele era seu principal alvo daquele baile, mas sua atenção sempre pairava em Calladium, como se estivesse o fuzilando com os olhos, principalmente pela conversa que tiveram no bar há um tempo atrás. Sua mente pensava nos porquês de ele não ter lhe convidado, mas apenas uma revivida em suas memórias eram suficiente para lembrar. Ela havia acabado com tudo e, para piorar, não sentia muito remorso pela péssima escolha de palavras. Então se perguntava, porquê? Se julgava o seu objetivo de vida tão mais importante a ponto de sequer se importar com os sentimentos de seu antigo amor, por quais motivos estava sempre caminhando em sua direção, deixando uma oportunidade de lado? “Eu queria saber se é verdade.” Se aproximou de supetão, pouco interessada se atrapalhava ou não, se era bem-vinda ou não. “Que sentiu saudades.” Estava prestes a cometer uma besteira da qual, com certeza, se arrependeria.
Seus olhos vagueavam cada centímetro daquele enorme salão quase como se sua vida dependesse daquilo, se animando e desanimando ao ver cabelos castanho-mel e constatando que não se tratava da Soul que era mais próxima. Avistava as irmãs dela, mas não ela, pensando se ela havia vindo de fato. Verena tinha quase certeza que ouviu presença obrigatória no discurso medíocre do Hiccup, e apesar de Ayfer não ser a pessoa mais certinha — nenhum castigado era — de todas, não perderia uma oportunidade de aparecer em seu maior esplendor (e nisso as duas eram parecidas). Uma taça de champanhe nas mãos e alguns quitutes depois, Westergaard identificou a melhor amiga em uma extremidade do ambiente, próxima da pista de dança. Foi rápida em sorver todo o líquido da taça em apenas um gole e colocar na bandeja de algum garçom, apressando o passo em espassadas largas, como se estivesse em um desfile, não contendo a animação assim que chegou perto suficiente da outra, envolvendo-a para um aperto. “Ai, sua vadia! Eu te procurei por todo esse lugar.” Apesar do apelido pouco convidativo aos ouvidos alheios, Verena o proferiu com uma afabilidade costumeira e conhecida pela Soul. Não se demorou muito no abraço, mas manteve as mãos da amiga entrelaçada nas suas ao afastar-se para ter um vislumbre do traje dela. “Porra, você 'tá uma gostosa masoquista! Ninguém vai conseguir tirar os olhos de você.”
O jardim estava especialmente bonito naquele evento. Era como se tivesse sido magicamente gerado só para o baile, e os olhos de Verena nunca haviam visto igual, apesar de viridários serem marca registrada da Academia. Ora se perdia na harmonia entre as fadinhas; ora na conversa casual entre as flores falantes, como se elas fossem amigas há anos. Sua imersão no ambiente colaborou para que não percebesse a aproximação de Axel, mas as flores foram rápidas em lhe avisar. Um meio sorriso se fez presente no rosto da sulista, que antes de tornar sua atenção ao castigado, olhou em volta para ter certeza de que estavam sozinhos. Era força do hábito quando se tratava do Tremaine. “Andronikos, fugindo do baile tal qual Cinderela? Nem é meia-noite ainda.” Uma fada se aproximou da Westergaard em um tilintar, como se estivesse contando um segredo dada às expressões da morena que, assim que a criatura bateu as asas para longe, caiu na gargalhada. “Por Merlim, Axel! Você sabe o sucesso que faz entre as fadas?” Meneou a cabeça em descrença, ainda em divertimento pelo o que acabara de acontecer. “Ela acabou de me dizer que você é tão lindo quanto um pózinho mágico. É, acabou de ganhar a noite. Arrancar um elogio dessas criaturas é, no mínimo, complicado.”
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Verena não sabia se tinha feito a melhor das decisões em escolher o Labirinto como primeira atração do Baile (dentre todas que lhe foram apresentadas). Porém, quando seus ouvidos escutaram sobre a lendária Fonte da Verdade e suas proezas, o arrepio em sua espinha dizia o que ela já sabia; precisava encontrar a fonte. Então, lá estava ela, rodeada de rosas brancas — que respectivos espinhos enroscavam na barra do seu vestido — enquanto procurava o caminho que parecia nunca ter fim. Pelo menos dava tempo de pensar no que perguntar ao Guardião do Destino. Pelo menos. Ainda sim, não excluía os resmungos frustrados, que estavam se tornando mais constantes a cada curva similar, como se o labirinto fosse imutável. Ela tinha visto um filme parecido com isso, mas era de terror, e não tinha um final feliz. “Porra, que ódiooooo! Aparece pra mim, fontezinha, por favor!” Choramingou, manhosa, mostrando todas as nuances de uma Verena mimada, antes de forçar um suspiro e arrumar a postura. Já tinha chegado até aqui, não podia desistir e se provar uma desertora, pensou. Um barulho entre os arbustos, porém, chamou sua atenção, fazendo com que desse um sobressalto. “Olá?” Assim que anunciou, se arrependeu no mesmo instante, querendo dar às costas para o ruído antes que se tornasse uma vítima (quem não pensaria nisso depois do acontecimento no Jardim da Ordem?), mas os pés pareciam ter ganhado vida própria, tomados pela curiosidade que perpassava a razão. A sombra de uma silhueta masculina foi suficiente para Verena parar abruptamente, sobrancelhas arqueadas como se pudesse analisar a situação. “Olha, aqui não é motel não, hein!” Utilizou um pouco do humor, o tom de voz aumentando uma oitava, acompanhada de uma risada forçada e pausada, demostrando receio.
O conceito é: não tem conceito (mas se perguntarem, vai falar que é algo relacionado à pózinho mágico e etcetera) Verena apenas pegou emprestado de Poppy — @bibiddipoppyboo — um vestido que achou bonito suficiente para um evento como aquele, assim como sapatos também. É claro que ela também ficou encarregada da maquiagem, sendo a verdadeira Fada Madrinha da Westergaard àquela noite.
* [ 📲 : 𝐯𝐞𝐫𝐞𝐧𝐚 ↷ 𝐝𝐚𝐦𝐢𝐚𝐧 ] Tsc. Que péssima cantada, slátkiy*. Mas, está perdoado.
* [ 📲 : 𝐯𝐞𝐫𝐞𝐧𝐚 ↷ 𝐝𝐚𝐦𝐢𝐚𝐧 ] Eu imaginava que essa nossa “aliança” tinha a ver com sua atração por mim. Você não consegue esconder muito bem.
[ 📱 damian to verena ]: Infelizmente para você esse match foi apenas porque meu dedo escorregou
[ 📱 damian to verena ]: você não tem muitas coisas que me atraem, Westergaard.
[ 📱 damian to verena ]: especialmente sua personalidade, coisinha horrível!
┊Por alguns segundos acredita ser miragem; uma ilusão arquitetada por sua mente chapada. Afinal, qual a probabilidade de a encontrar ali e estar sozinho com ela? Não exatamente sozinho mas que se foda aqueles desconhecidos. Tudo não passa de mera coincidência senão uma boa dose de sorte. Ao menos é assim que interpreta aquele encontro, cujo coração acelera na mais pura adrenalina. Talvez não tivesse sido uma ideia tão ruim explorar entrar naquele bar de esnobes idiotas. A princípio não esbanja um de seus sorrisos fáceis simplesmente por estar paralisado. Em choque. Mediria suas palavras se soubesse que Verena frequentava o ambiente, ainda deseja a aprovação dela por mais idiota que seja. “― Então aqui está mon ange. A porra desse ambiente combina com você, Verena.” A sentença ressoa um tanto mais rouca por conta das circunstâncias, por ora tampouco se aproxima daquela. Apenas analisa se de fato é ela. “― Faz um certo tempo que a gente não se vê.” Para dissipar aquela dose de nervosismo em seu âmago, ele olha sobre o ombro ao fingir olhar para fora, apenas para desviar a atenção dela. A imagem é um tanto bonita daquela bela janela, porém, não é nada comparável a Varena. Nem mesmo o dia mais bonito da cidade seria. Ela e todo seu magnetismo parecem o atrair novamente a observá-la, discretamente. “― Se vai agir como a porra da minha esposa e me repreender por quantos copos eu bebi, talvez eu deva aproveitar que estou fodidamente chapado ‘pra dizer que ‘tô com saudades.” Exprime o primeiro sorriso ao morder o lábio inferior em curiosidade. Quiçá estivesse mais uma vez preso em todo aquele mistério que é a Westergaard, fascinado por ela, mas ainda se sente fodidamente magoado por ter sido abandonado. Talvez a repetição o amacie, um dia. “― Porque se preocupa com meu futuro, Verena? Você nem vai fazer parte dele, porra. E foi você quem escolheu isso.” Não importa quantos anos tenham se passado, ele sempre vai lembrar disso quando se tratar da ruiva. Dá outro longo gole em sua bebida, o sabor amargo agrada a garganta de Calle e é bem vindo. Agradece mentalmente pelo cheiro do álcool sobrepor o aroma doce do perfume dela, antes que avance em Verena ali mesmo. “― Vai querer beber, ou só faz isso com seus amigos ricos?”
Uma careta enojada tomou conta de sua faceta com as palavras do Lefou. Em partes, concordava com ele, pois apesar de ser um bar, o Ousadia e Alegria esbanjava opulência, fosse na grandeza de sua decoração; fosse nos clientes, que eram, em sua maioria, a nata da Cidade de Cima. Era o tipo de lugar que ela deveria frequentar, se não tivesse totalmente aversão ao ambiente em si, embora menos caótico do que as tabernas do Castigo. Combinava com quem ela se mostrava, com quem ela estudou para ser — que seus pais moldaram-na para ser. “ Faz? Eu nem estava lembrada. ” Deu de ombros com a constatação, respondendo com uma mentira de forma blasé. No entanto, a fala seguinte do outro lhe pegou desprevenida, e esperava não ter transparecido isso. O maxilar trincado e semicerrar de olhos demonstrava certa desconfiança, para suprimir os sentimentos há muito adormecidos. “ Que sorte que não sou sua esposa, então. ” Não por falta de desejo, ela acrescentou mentalmente. “ Touché, radnóy* ” Lembrar que ela mesma escolheu deixá-lo para trás foi suficiente para um choque de realidade, perceptível no súbito arrumar de postura. Ela teve seus motivos para tal, mas duvidava que ele fosse capaz de entender. Ninguém seria capaz de entender suas ambições além do seu pai. “ Talvez eu só queira me certificar que nenhum castigado seja preso mais uma vez. É difícil acreditar que minhas intenções são boas, Lefou? ” Meneou a cabeça em negativa, falsamente decepcionada. “ Só faço isso com meus amigos ricos, você está certo. Porém, eu posso te dar um desconto e beber com você. Aceita essa honra? ” Apesar da pergunta, Verena não estava pedindo permissão, tanto que sentou-se na cadeira vazia ao lado de Calladium sem qualquer cerimônia. Uma resposta negativa apenas faria com que ela tivesse gás para irritá-lo e divertir-se com isso. “ Vamos ver se você ainda lembra. ” Segredou com um sorriso em lábios para o mais velho antes de tornar sua atenção para o garçom. “ Eu vou querer a primeira bebida que experimentei, ” E voltou a fitar o Lefou. “ com ele. Não se preocupe, ele vai te dizer qual é. ”
˖ ࣪ 𖥔 as conversas com de jace com o pai geralmente eram leves, as únicas exceções era quando um assunto específico era tratado durante esses diálogos: o noivado. não é que odiasse sua pretendente, do contrário, sua relação com safiyah era boa quando vez ou outra se encontravam no corredor e se lembravam do laço que foi estabelecido desde o nascimento de ambos. a verdade é que james fantastic não tinha intenção alguma de se casar, não importava qual fosse a motivação para isso. era descrente do amor verdadeiro, e vendo que o final feliz não foi a realidade de alguns casais —- sim, mulan e shang eu estou falando de vocês! —- ele não ansiava de maneira alguma o famoso amar e ser amado. a sua própria percepção, o amor fraternal detido por suas irmãs era o suficiente, assim com o amor estritamente platônico que sentia por seu melhor amigo, bash. todas essas pessoas eram suficientes e unicamente necessárias para ele, então, por que precisaria se casar? ele suspirou e revirou os olhos do lado da tela, enquanto falava ao telefone com o gênio em seu iwish… quem diria que o rei da tecnologia de storydom ainda usava o telefone para fazer chamadas de voz! ❛ por merlin, pai! garanto a você que safiyah malyeek tem o mesmo interesse em se casar que comigo que eu tenho em me casar com ela, ou seja, nenhum! ❜ disse impaciente no instante em que o patriarca trouxe novamente o assunto à tona na conversa, desligando o telefone antes que tivesse que ouvir mais alguma coisa sobre isso. assim que a chamava foi encerrada, um barulho foi ouvido pelo fantastic no ambiente, fazendo com que ele se virasse imediatamente para trás com os olhos arregalados e expressão atônita, afinal, havia acabado de ter uma conversa pessoal na frente de alguém. ❛ ah, me desculpe. ❜ ele murmurou entredentes, desviando o olhar da figura alheia. ❛ eu estava… hm… eu já estava de saída. ❜
Casamento. A mínima menção da palavra fazia com que a atenção de Verena fosse atribuída apenas à ela. Sempre instruída a arrumar um bom casamento, mas não apenas um marido bom, tinha que ser o melhor deles. E não poderia ser um relacionamento por amor, sequer companheirismo, pois dificultaria a concretização do plano de seu pai. Sentimentos, para a Westergaard, sempre foram inviáveis. “ Estava de saída? ” Questionou retoricamente. “ Não precisa pedir desculpas. ” Talvez ela que devesse, mas também não o faria. Não tinha nenhuma culpa do outro estar em seu caminho, certo? Escutar — bisbilhotar — a conversa alheia foi apenas uma consequência das ações dele. Que tivesse procurado um lugar mais afastado, oras! “ Não imaginava que o Gênio seria esse tipo de pessoa. Se eu me lembro, Jasmine foi forçada por Jafar a casar-se com ele. ” Parou repentinamente, agora mais próxima do Fantastic, como se estivesse tentando se recordar da história que envolvia o conto dele. “ É, é isso mesmo. Que fardo, não é? Casamento arranjado. Quem diria. Acho que depois dessa conversa, você precisa de uma bebida bem forte. Não faz mal desabafar com alguém, se quiser saber. ” Não faria mal se aproximar dele, sendo filho de um dos homens mais ricos de Arthurian.
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“Puta que pariu, lugarzinho do caralho.” Reclamava em alto e bom tom, sem se importar com quem estaria ouvindo as palavras. “Quem foi o imbecil que pensou que fazer esses dormitórios temáticos ia ser uma boa ideia?” Estava irritado, após uma noite quase sem sono nenhum, ser acordado às 6 da manhã para fazer flexões não era nem um pouco satisfatório para o Facilier. As olheiras se tornavam quase visíveis a medida que o ato quase se tornava uma rotina. Dormir perto do amanhecer e acordar cedo o bastante para que considerasse estar vivendo em uma fazenda com os galos. “Um porra que cresceu sem amor de mãe, tenho certeza.” Bom, ele mesmo era um desses tipos de porra. Amor de mãe era superestimado, não? Sinister Kek Facilier diria que sim. “Pau no seu cu, Jim Hawkins. Merlin. Seja lá quem foi. Foda-se.”
“ Seu pai nunca te ensinou bons modos, Facilier? Logo ele, um homem tão elegante. ” Questionou de maneira ácida enquanto um meio sorriso fazia-se presente nas feições da ruiva. Não podia culpá-lo, entretanto, pelo mal-humor palpável, sabendo que se fosse ela na situação dele, estaria mil vezes pior. Precisava de um lugar calmo, sem toda aura caótica que o dormitório alheio detinha, para pôr os pensamentos no lugar, aliviada de que estava em uma ala diferente. “ Se quiser extravasar sua raiva, sinto muito, aqui não é um bom lugar. Seus gritos estão começando a me deixar com dor de cabeça. ” Massageou a têmpora com a destra, afim de suavizar o latente constante. “ Acho melhor tomar um café, mas não no refeitório. Está cheio de gente. Me acompanha até uma lanchonete barata de Arthurian? ” Sugeriu, quase que em ordenança, quando estendeu o braço para o outro, sobrancelhas arqueadas. “ Você não está com cara de quem aguenta uma fila apenas pelo café da manhã. ” Ela não aceitaria não como resposta.