suspiro da meia noite.
13 de janeiro, sábado.
Uma meia noite chuvosa, dois travesseiros e alguns beijos. Dois corações acelerados, partidos mas hoje ditos ser felicidade transbordada. Eu olho, observo, sorrio e te digo: ei, meu querido. As estrelas sentem inveja do brilho que tem o seu olhar. O mar inveja a profundidade que é sua alma. E a alegria pulsa suavemente como uma pena no seu coração. A dor foi esquecida e mantida assim, eu sinto, sorrio e te digo que cada palavra escrita é sobre o brilho que existe na sua essência. Meu bem, valioso é teu coração, que tanto amor cabe. Valioso é teu sorriso, que eu mergulho. O verde do seu olhar que me inspira. O seu cabelo macio como algodão que eu me afogo enquanto passo os dedos entre eles. Eu sou grata, grata por ter você.

















