Hermione estava tão absorta em pensamentos que não ouviu a porta de sua casa abrir-se. Se sobressaltou ao sentir a mão de Rony em seu ombro.
— Mione... — ele chamou preocupado.
— O... Oi Ron.
Rony a segurou no queixo com carinho.
— O que houve? Esteve chorando? O que aconteceu?
— Não foi nada Rony... eu estou bem.
— Não, você não está. Quem te fez chorar?
Ele estava vermelho e ela sabia que ele estava com raiva.
— Está tudo bem Ron, acredite em mim.
Ele tomou o rosto dela entre as mãos.
— Não acredito minha querida, me perdoe, não a estou chamando de mentirosa, mas sei que alguém te fez chorar. Eu conheço você. Quem foi Mione?
— Ah Rony, deixe isso de lado, não vamos estragar nossa noite com bobagens.
Ela tentou se afastar mas ele a deteve pelo braço.
— Ninguém vai estragar nossa noite. Mas você vai me dizer o que houve.
— Rony de que adiantaria eu te contar o que houve?
— Namorar implica em dividir os problemas com o outro meu anjo. — ela abriu a boca para retrucar, mas ele a interrompeu — Não adianta reclamar, já lhe disse que você é minha, não importa o que diga, esta é sua posição na minha vida neste momento. Agora ande, me diga o que te aflige.
— Bem... Prometa-me que não vai arranjar nenhuma briga por isso.
No mesmo instante Rony se viu mais vermelho que seus próprios cabelos.
— MacLaggen — ele sibilou com raiva.
— Rony...
— O que aquele porco te fez?
— Se você não se acalmar, eu não vou contar.
— Estou calmo. Diga-me o que ele te fez.
— Cormack está obsessivo com a ideia de que você está me usando e quis hoje cedo me alertar para isso. Como não dei ouvidos ao que ele me disse, ele veio até aqui para falar de novo. discutimos por isso e ele... bem ele me disse umas coisas que não gostei e eu... lhe dei um tapa.
Rony arregalou os olhos.
— Você estapeou MacLaggen? O que ele te disse pra você perder o controle deste jeito?
— Ele... Ele chamou-me de prostituta.
— Ele o que? Ele fez que?
— Rony... Por favor.
— Ele teve a audácia de... Eu vou matar aquele filhinho de papai desgraçado.
Hermione encolheu-se diante do acesso de fúria dele.
— Não queria que brigasse por isso Ron.
Ela disse ainda insegura. Ele viu a apreensão nos olhos dela e decidiu que poderia resolver este problema com MacLaggen depois.
— Mione... Tudo bem... ‘Tá tudo bem, vem cá, me abraça — Ele estendeu os braços e ela os aceitou. — Não precisa se preocupar ‘tá?
Ela assentiu.
— Vem, vamos aproveitar nossa noite.
Ele passou o braço em torno do pescoço dela e saíram.
Hoje ele iria desfrutar da noite que preparou para ela, amanhã iria ensinar Cormack a respeitar sua mulher.
Hermione imaginou mil coisas, mil programas distintos os quais Rony poderia fazer com ela. Cogitou coisas românticas tanto quanto as mais intensas, mas nada do que ela pensou, se encaixou na realidade do que ele preparara. Ele manobrou o carro e parou na entrada de um prédio com letreiros luminosos.
— Não leia as placas, quero que seja uma surpresa quando você entrar lá.
Ela sorriu.
— Eu te disse que você está maravilhosa neste vestido?
— Se disse eu não ouvi. — ela retrucou sedutora.
— Você está um espetáculo para os meus olhos.
— E você é um sedutor barato.
— Um sedutor barato que está louco para seduzir você. Vem comigo.
Ele a puxou para dentro.
Hermione arregalou os olhos quando viu onde estava. De todos os lugares possíveis que ela imaginou aquele nem ao menos constara em sua lista. Estavam num cassino. Não era um enorme Cassino, mas uma casa de jogos de médio porte. Ainda assim era no mínimo peculiar.
— Rony...O que estamos fazendo aqui?
Ele sorriu
— Vamos jogar.
Disse simplesmente
— Mas não há ninguém aqui além de nós.
O Local estava completamente vazio.
— Essa era a ideia. Não creio que gostaria de compartilhar nosso jogo com mais alguém.
— Sempre penso estar preparada para as suas surpresas, mas a verdade é que nunca deixo de ficar aturdida com o que você prepara. — Ela disse sorrindo – “Quais os seus planos Sr Weasley?"
— Vamos jogar minha querida, eu te disse.
— Sim, mas suponho que você não pretenda mesmo jogar cartas a noite inteira pretende?
— Ah não, claro que não. Tenho um jogo mais excitante em mente. Vê esta máquina? — Ele apontou uma caça niqueis e ela assentiu — Pois bem, ela será a juíza do nosso jogo.
Ele depositou várias fichas numa mesa perto dela.
— Veja, esta máquina é uma caça niqueis, para vencer você precisa de sorte. Até onde vai sua sorte Hermione?
Ela arqueou a sobrancelha.
— Vamos jogar, cada vez que alguém errar a combinação, tem que tirar uma peça de roupa.
Hermione riu.
— Sabia que não havia nada de inocente neste jogo. O que acontece quando não houverem mais roupas?
— Jogamos uma ultima vez, e aquele que perder deve realizar um desejo do seu parceiro. O que acha?
Ela lambeu os lábios.
— Interessante. Excitante.
Ele lhe estendeu uma ficha.
— Comece.
Hermione pegou e foi até a maquina. Rodou a manivela e errou a primeira combinação. Rony exprimiu um riso safado.
Ela o encarou maliciosa.
— Eu escolho o que tirar ou você me diz o que fazer?
— Pra ficar mais interessante, vou deixar a seu critério.
Ela sorriu.
— Se você fosse escolher, o que me mandaria tirar?
— Se eu fosse escolher, este jogo não duraria dois minutos, mandaria que você tirasse a calcinha.
Ela sorriu.
— É por isso que vou começar com as sandálias.
Rony maneou a cabeça observando-a retirar as sandálias de salto devagar.
— Você é cruel Hermione. Mas pode apostar o que quiser comigo, em algum tempo, você estará sem nada para mim.
— Confia tanto assim na sorte?
— Digamos que é uma premonição.
Ela riu alto.
— Então prove sua teoria. Jogue.
Sem tirar os olhos dela, Rony apostou a primeira ficha e errou.
— Parece que a sua sorte não está melhor que a minha.
— É, parece que não.
Ele tirou a camisa mostrando os músculos definidos.
— Você está em vantagem, eu uso menos roupas que você.
— Neste momento também não uso muita coisa, ainda assim creio que em breve eu farei um pedido.
— Não conte com isso. Quem fará o pedido sou eu. Agora jogue.
Hermione apostou a segunda ficha e errou de novo.
Para enlouquecer Ronald ela se afastou um pouco olhando-o nos olhos.
— Vou realizar seu desejo.
Levou as mãos pra baixo no vestido e tirou a calcinha. Ele estava vidrado. O vestido ainda lhe cobria o corpo, mas ele conseguia visualizar. Sem esperar, ele pegou a ficha e jogou. Errou mais uma vez e tirou as calças com uma rapidez incrível. Ronald já não conseguia mais falar.
— Muito bom Ron... Minha vez.
Hermione pegou a ficha enquanto Rony servia-se de champagne. Ela jogou e errou, Hermione o olhou sorridente, e arqueou uma sobrancelha.
— Uau, parece que estou perdendo.
Ele lhe ofereceu champanhe na boca e ela o bebeu sedutoramente.
— É parece que está.
Hermione levou as mãos à barra do vestido e lentamente o trouxe para cima. Rony prendeu a respiração no processo. Agora ela estava completamente despida. Ele pegou rapidamente a ficha e jogou. Acertou a combinação e ela gargalhou.
— A maquina resolveu cooperar.
— Sim, parece que sim, agora vamos Hermione, Jogue.
Havia uma urgência divertida na voz dele. Ela jogou e errou.
Ele se aproximou lentamente e enlaçou sua cintura nua.
— Não tem mais o que tirar portanto, me deve um pedido.
— Sim, lhe devo.
Ela disse já alterada.
— O que quer de mim Weasley?
Ele a fez beber um longo gole de champanhe.
— Quero que dance para mim.
Ela apenas o encarou.
Ele desvencilhou-se dela e foi até o junkbox e colocou uma musica sensual; voltou até ela e a fez beber de novo.
Depois tomou sua mão e a levou até a mesa de sinuca.
— Dance pra mim aqui.
— Rony, eu não sei como fazer isso, eu não sei ser sensual...
Ele a calou com um beijo voraz.
— Você é naturalmente sensual, não precisa fazer muito. Apenas mexa-se conforme a musica, eu sei que vou adorar.
Sem muito esforço ele a ergueu em cima da mesa. Hermione suspirou fundo. Se era isso que ele queria, ela lhe daria e faria o melhor que pudesse.
— Rony, me dá a taça.
Ela pediu e ele lhe entregou o champanhe.
— Danço com uma condição.
Ele arqueou a sobrancelha.
— Não se aproxime de mim, quando chegar a hora, eu tocarei você primeiro. Promete?
Rony sorriu. O tesão crescendo.
— Prometo.
Hermione o encarou com intensidade. Aquela era a hora de ousar um pouco. “Por que não?” Pensou ela. Ele já tinha lhe oferecido tanto, estava claro que ele a considerava sensual, então por que não se soltar um pouco? A musica que rolava era envolvente e sexy. Hermione suspendeu os braços acima da cabeça, com a taça de champanhe ainda entre os dedos e lentamente começou a mover o corpo. Rony prendeu a respiração, não havia como explicar a sensação que aflorava em seu corpo com a magnífica visão de Hermione Granger completamente nua em cima de uma mesa de sinuca, dançando pra ele.
Era incrível.
Hermione viu o fogo nos olhos dele e as outras reações do corpo também, então animou-se mais. Intensificou o movimento dos quadris e pernas e permitiu-se girar e abaixar-se, expondo sua nudez cada vez mais para ele. Os olhos de Rony brilhavam. Ele piscava várias vezes tentando conter as sensações que nublavam seus olhos. Hermione lhe sorriu e piscou. De repente mordeu os lábios e ele estremeceu.
Fez menção de se levantar, mas ela lhe negou o ato com o dedo.
Hermione continuou se movendo. Fechou os olhos e tornou-se alheia a todo o resto.
Rony já estava quase em seu limite.
Então para enlouquecê-lo ainda mais, ela abriu os olhos, olhando diretamente para ele, sem nem piscar:
— Você vai me provar quando eu descer daqui.
Rony entendeu o que ela quis dizer segundos depois quando viu Hermione derramar a taça de champanhe sobre si mesma.
A visão das gotas da bebida descendo pelo corpo dela o fizeram perder o controle.
Rony levantou de um só salto e num instante a pegou nos braços fazendo-a sentar-se na mesa de sinuca. Hermione riu de uma maneira safada quando viu o descontrole dele.
Ele engoliu seco.
— Vou provar você agora.
Rony já não estava mais em condições de conter seus atos. Sem esperar muito, ele a beijou com uma intensidade fora do comum.
— Não era pra você me deixar louco assim, era pra ser o contrário. — ele disse ofegante — Você virou meu jogo contra mim pequena feiticeira.
Hermione sorriu da loucura dele.
— Desculpe. — disse com marotice.
— Não se desculpe, eu adorei.
Rony desceu os beijos quentes pelo seu pescoço e ela reclinou a cabeça mais para trás para receber melhor a boca dele.
Estavam quase completamente vestidos, apenas Rony ainda vestia a cueca.
— Hermione, me desculpe, mas não aguento mais brincar.
Ela o encarou divertida e afastou-se dele ido para o centro da mesa, depois lhe chamou com o dedo de maneira provocante.
— Pare de brincar então, e leve a serio o que eu disse. Prove-me.
Rony sorriu. Hermione tinha champagne por todo o corpo.
E ele deu o que ela queria. Começou pelo tornozelo, onde caíam leves gotas da bebida. Levou a língua até lá, seguindo o rastro deixando pela bebida, lentamente, roçando pela parte interna das coxas, primeiro uma, depois a outra, detendo-se antes de chegar ao ponto quente entre as coxas. Hermione começou a emitir gemidos baixos e controlados.
Ele pulou ao seu ventre, onde o liquido era um pouco mais abundante, lambeu a região da virilha, depois ao redor do umbigo, subiu ao vale dos seios, mas evitou aquela parte que arfava desesperadamente. Rony lambeu-lhe o pescoço, as orelhas, passou a língua na boca dela sem aprofundar, deixando-a com gosto de quero mais.
Com todo o controle que ainda lhe restava, o homem, desceu da mesa, pegou a garrafa e voltou para o lado da mulher.
Voltou a lambê-la, desta vez foi direto aos seios.
Hermione sufocou um grito com muito esforço.
— Pode gritar minha pequena escandalosa, a área é totalmente vedada, ninguém vai ouvir.
— T-tem certeza?
— Tenho.
Ele pegou a garrafa de champanhe e derrubou sobre o ventre e intimidade dela.
Hermione arfou. Rony lambeu a virilha e em seguida sem mais espera penetrou a língua nela.
Hermione gritou. Primeiro seu nome.
— Rony, ah...
Ele enlouquecido com a paixão dela, aumentou a pressão que fazia em seu sexo, chupando o liquido com intensidade e fazendo-a se retorcer.
— Isso... ah que delicia ...Ron...
Hermione gritava entorpecida de desejo.
Rony apertou suas coxas, intensificando mais a pressão da língua, começou a usar também os dedos, rodeando o polegar em seu clitóris e a fez gritar mais uma vez.
Hermione sentia o fogo da paixão consumindo-a, arrebatando-a. Seu coração estava disparado diante de tanta luxuria e prazer. Ela arfava com dificuldade e suas pernas tremiam.
Ela forçou a cabeça para olhá-lo, conseguia ver os movimentos da língua de Rony penetrando seu lugar mais intimo e aquilo era a coisa mais erótica e deliciosa que já tinha visto.
Entorpecida pelas sensações e os estímulos em seu ventre, ela segurou sua cabeça e pressionou o quadril pra cima buscando mais contato, mais pressão, mais intensidade. Ele devolveu com lambidas e chupões ainda mais apaixonados.
Hermione sentiu toda a tensão que seu corpo reuniu percorrer seus órgãos vitais antes de se concentrarem num único ponto abaixo de seu ventre. Então contrações involuntárias e violentas tomaram conta de suas pernas e seu quadril e ela finalmente se deixou arrebatar por um orgasmo enlouquecedor.
O gemido dela foi longo e agudo, quase uma suplica.
Hermione moveu freneticamente o quadril contra a língua de Rony que continuava seu trabalho magistral, buscando mais daquela sensação inquietante e gostosa. Aos poucos os movimentos foram ficando lentos, mais lentos, mais lentos, até que ela desabou o quadril e a cabeça na mesa, sem qualquer vestígio de força para falar de novo.
— Rony...
Ela tentou falar quando recobrou um pouco das forças, mas calou-se com o beijo ardente que recebeu dele.
Rony estava excitado como nunca e Hermione envaideceu-se de conseguir aquele tipo de reação do corpo daquele homem especial e único.
Ele segurou seu rosto com uma das mãos enquanto a beijava com ternura e posse, só ele conseguia mesclar este tipo de sensação num só beijo. Ela se sentia protegida e possuída. Sentia-se entregue nos braços dele, escrava no próprio prazer, do próprio desejo. Seu corpo era dele e ela não podia mais negar isso.
Rony continuou beijando-a, reacendendo nela o fogo de antes numa proporção muito maior. Era incrível o encanto que aqueles lábios conseguiam dela.
Hermione respondeu a paixão do beijo e com as mãos tratou de trilhar caminhos naquele corpo bem esculpido.
Rony subiu mais em cima dela e mesmo com desconforto da mesa dura e pequena, ela sentiu arder com o contato das coxas grossas em suas coxas frágeis e o sexo duro e teso contra sua intimidade. Ela ondulou contra ele pressionando, friccionando e ele gemeu em protesto.
Rony ficou de joelhos e separou suas pernas, pronto para invadi-la, pronto para possuí-la, mas ela o deteve.
— Ainda não, tem algo que quero que me ensine, professor.
Ele não soube o que o atingiu mais a fundo. Se foi a voz sexy e melodiosa que adentrou seus ouvidos ou o modo que ela o chamou de professor, apenas sentiu uma pontada dolorosa em seu sexo. Ele precisava de liberação.
Num gesto ágil e dominante, Hermione fez com que Rony trocasse de posição com ela, e ficou por cima, inicialmente sentada em seu quadril, raspado as intimidades com lentidão, levando-o a loucura.
— Hermione...
— Shhh, não é hora de falar professor, é hora de ensinar.
Hermione não saberia dizer de onde saiu tanta ousadia, ou sensualidade. Estava descobrindo os prazeres do corpo e de bônus, aprendendo a controlar seus níveis sexuais. Ela estava se descobrindo como predadora. Descobriu que sua voz poderia ser tanto afrodisíaco quanto seus beijos.
— Tem algo... que nunca fiz... — ela pausava de propósito, olhando-o nos olhos enquanto descia o corpo e se ajoelhava entre as pernas dele. — Nunca tive vontade... Até hoje.
Ela olhou sugestivamente para seu pênis.
— Hermione... O que está fazendo?"
Ele perguntou assustado com a mudança, maravilhado com a perspectiva do que viria.
— É a primeira vez, então eu preciso que me indique o caminho, quero me ensine a como enlouquecê-lo e levá-lo ao êxtase com meus lábios.
— Hermione, você pode ainda não estar...
— Estou preparada, quero sentir seu gosto, apenas não quero desapontá-lo.
Ela tinha um sorriso moleque na face.
— Impossível. — ele sibilou, mais parecia um gemido entrecortado.
Ela sorriu e baixou a cabeça entre as pernas dele.
Rony fechou os olhos antecipando o prazer.
Hermione sentiu o coração ribombar diante da satisfação enorme que sentiu ao ouvi-lo quase urrar. Rony contorceu-se e gemeu de forma selvagem quando ela inicialmente lambeu sua glande e depois envolveu com seus lábios quentes.
— AH minha Nossa! Hermione...
Rony estava em êxtase.
Sim, fazer amor com Hermione vinha sendo a experiência mais maravilhosa de sua vida. Ela era quente, era deliciosa, sensual, apaixonante e completamente sua, mas aquilo superava toda e qualquer expectativa.
Hermione iniciou sua experiência timidamente, com pequenas lambidas, que se tornaram cada vez mais quentes, mais fortes. Depois ela passou a envolver o membro dele na boca, não conseguia ir muito fundo, a boca pequena não lhe dava tanto acesso, mas o prazer que Rony sentia naquele momento era indescritível.
Hermione começou a friccionar o membro nas mãos enquanto alternava lambidas e chupões, Rony tremia em suas mãos.
Ela sentiu a satisfação de estar no poder. De controlar o prazer assim como Rony fazia com ela e isso lhe dava muito desejo.
— Hermione...
Ele arfou, mas ela continuou o processo, sem se importar com o que estava por vir. Até que, sem conseguir mais se controlar, Rony a afastou com um pouco de rudeza.
— Chega! — ele disse arfante — Sou humano... Chega.
Ela sorriu em triunfo e o olhou nos olhos.
— Então professor, como eu fui?
Ele tentou rir, mas não conseguiu. O êxtase lhe entorpecia, Hermione lhe enlouquecia e seu corpo clamava sacies.
Ele grunhiu em resposta e com um movimento firme a rodopiou e a colocou deitada na mesa por baixo dele.
— Nota dez aluna, agora sua bonificação.
Ele disse isso e atacou seu pescoço.
Hermione sentiu-se eletrizar quando ele lambeu a carne alva do seu pescoço. Suas entranhas vibraram em antecipação.
Rony beijou-lhe a boca com uma ferocidade excitante.
— Minha intenção, era surpreende-la com calma. Provar cada liquido que separei ali em cima em seu corpo. — ela deu ma olhada de relance e viu seis garrafas dispostas em cima do bar, reconheceu o vinho, o whisky e o licor, as outras não soube identificar. — Mas eu fui surpreendido, agora meu corpo clama pelo seu e eu não posso mais esperar querida.
— Terei muito gosto em ser provada por você, com todos aqueles líquidos e quantos mais você desejar, mas deixe isto pra depois, eu quero você Rony. Eu preciso de você.
Rony gemeu em resposta.
Ergueu o corpo cobrindo o dela ainda em cima da mesa e beijou-a com vontade.
— Você é doce Hermione Granger. Doce e deliciosa. Nunca vou cansar de provar você, de ter você.
— Rony...
Ela chamou no que mais parecia ser um pedido.
— O que foi querida?
— Por favor Rony... Eu quero...
— O que quer meu anjo, o que você quer?
— Quero você...Dentro de mim...Me preencha, me complete, por favor...Por favor Rony...
Ele sentiu o corpo retesar e vibrar.
Os gemidos e suplicas de Hermione levaram seu tesão a um grau extraordinariamente alto.
— Hoje...eu quero diferente...
Ela o olhou curiosa e entorpecida.
Ele segurou suas pernas e as abriu, passando uma a cada lado de sua cintura. Hermione encontrava-se deitada na mesa, enquanto ele estava ajoelhado a sua frente, as pernas dela circundando sua cintura.
— Apoie-se nas bordas, a penetração será mais profunda que o normal. Você me terá, todo dentro de você.
A resposta dela foi um gemido, enquanto suas mãos procuravam as bordas da mesa.
Rony ergueu o corpo, junto com ele os quadris dela, guiou seu membro até a entrada quente e palpitante, mas não entrou nela. Apenas brincou com seu controle, acariciando a entrada do sexo feminino com o seu.
— Rony...
Ela protestou.
Ele riu e brincou um pouco mais, penetrando um pouco, e retirando novamente.
— Não faça isso...É tortura...
Rony estava no limite, mas era delicioso vê-la descontrolada. Ele penetrou mais um pouco e saiu, depois com o polegar, afagou o clitóris e ela gemeu.
— Rony...Vou matar você.
Ela disse com a voz um pouco mais firme.
— Mas...só quando acabar...— ela reconsiderou. — Me possua Rony, agora!
Sem esperar e nem suportar mais, Rony a penetrou com força, uma única e firme estocada que a fez ver estrelas num orgasmo súbito e o fez quase gozar. Ele parou. Estava quase no limite, mas não podia chegar sem brindar Hermione com o que tinha preparado para ela.
Rony fechou os olhos, mordeu a língua pedindo que a dor refreasse um pouco do desejo.
Ela ainda tremia, seu sexo se contraía com o efeito do clímax inicial, ela pressionou as bordas com força embranquecendo os nódulos dos dedos.
— Hermione...calma...Ou acabaremos antes de começar...
Ele disse e ela tentou conter o corpo, mas era quase impossível.
O desejo, beirava a dor.
Finalmente controlado, Rony começou a mover-se com uma lentidão quase desesperadora, com os dedos começou a estimular o clitóris dela. Ele não fazia movimentos de vai vem, estava dentro dela, apenas se movendo calmamente e acariciando-a.
Hermione gemeu mais alto, ele pressionou e soltou seu clitóris, uma, duas, três vezes.
Depois, pôs-se a massageá-lo com um ritmo moderado, aumentando aos poucos, masturbando-a enquanto dançava lentamente dentro dela e ela gozou de novo. Com um gemido desesperado.
— Rony...Meu Deus...
Ele estava nas nuvens, era gratificante ver o que conseguia causar naquela mulher incrível.
Hermione tremia muito, parecia convulsionar. Ele curvou o corpo, passando as mãos em seu ventre e alcançando seus seios, acariciou-os. No momento em que seu corpo desceu, ele aprofundou-se ainda mais dentro dela. Depois retornou com as mãos ainda brindando seu corpo.
Rony ergueu de novo o tronco. Com ele vieram os quadris e um gemido pela ação.
— Alcance o céu comigo Hermione.
— Não...sei...se consigo mais...
Ela disse entorpecida.
— Ah sim, consegue, consegue sim, e vai ser melhor que os outros.
Ele segurou as pernas dela na altura em que estava, então moveu-se para trás, saindo de dentro dela e entrando de novo com uma estocada violenta.
Ela gritou, mas não era dor.
Ele repetiu o gesto. Saiu lentamente e entrou com força. Mais um grito.
Mais um movimento, e outro e outro.
Hermione prendeu mais as mãos na mesa, quase torcendo os dedos.
— Você é minha. — ele disse sem nem mesmo entender o por que daquela declaração de posse, mas no intimo, no fundo de sua mente, ele queria dizer a ela que não a deixaria ser de mais ninguém.
Ele investiu com mais rapidez. Cada vez mais rápido, mais intenso.
— Ai Rony...não para...por favor não para.
— Não vou parar...Nunca vou parar.
Rony entrava e saia dela quase com loucura.
Hermione retesou o corpo, sentindo uma pressão enorme que ia do ventre à virilha, seu coração disparou.
— Rony! — ela gritou. — Mais Rony! Mais! Mais!
Ele apertou as pernas dela, sentindo seu clímax próximo.
— Mione...Venha comigo, venha comigo.
Então ele estocou mais uma, outra, na terceira sentiu-a contrair-se contra si mais uma vez, sentiu que seu orgasmo fora além dos limites pela pressão da intimidade dela em seu sexo e pelo grito selvagem que ela emitiu. Então assim, só depois disso, ele se permitiu esvaziar dentro dela, tão os mais intenso e violento que ela.
Rony jogou a cabeça para trás e emitiu um grunhido rouco e animal enquanto liberava seu desejo dentro dela, apertando tanto suas pernas que certamente deixaria marcas.
Hermione o acompanhava no gemido louco, contorcendo-se enquanto gozava longamente, deslizando o quadril para cima e para baixo, buscando mais contato, buscando estender aquela sensação de incrível prazer.
Foi tão intenso que pareceu ser letal.
Quando finalmente liberaram toda a tensão do desejo, quando misturaram seus prazeres até esgotarem, Rony moveu-se com cuidado e um esforço tremendo, para sair de dentro dela e largar-se ao seu lado, arfando como um cardíaco.
Vários minutos depois, quando foi capaz de falar ele só disse:
— Acho... que nunca mais...Conseguirei levantar de novo.
Hermione estava tão fraca que não conseguiu nem contrair um sorriso no rosto. Apenas um sopro saído de dentro de sua boca entreaberta foi o que conseguiu fazer.
Mas foi o suficiente para ele entender que ela também estava satisfeita.
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