CapĂtulo 7 - O EscritĂłrio
Trabalhar no dia seguinte nĂŁo foi nada difĂcil para Hermione, ela estava com o um humor 100% maravilhoso, alĂ©m de uma disposição fenomenal. Teria sido perfeito, nĂŁo houvesse encontrado Cormack. Ela deveria saber que trabalhando no mesmo prĂ©dio, eles se encontrariam muito, mas achou que o loiro, por estar namorando, evitaria contato com ela. Estava enganada. Hermione estava na lanchonete em frente ao escritĂłrio da Lynn & Figg associados, quando sentiu um leve toque no ombro. Virou-se com um sorriso rasgado, mas o sorriso morreu ao ver o rosto de Cormack. â Ah...vocĂȘ? Ele ensaiou um sorriso sem graça. â Me desculpe... Eu vi vocĂȘ... e resolvi vir aqui. NĂłs... Podemos conversar? Ela assentiu desconfiada. â Queria falar com vocĂȘ tem um tempo, mas a Padma e eu engatamos recentemente e alĂ©m disso vocĂȘ apareceu acompanhada... Ele falava acanhado. â NĂŁo creio que tenhamos muito a conversar Cormack... Hermione disse ainda com o semblante fechado.
â Olha Hermione, eu sei que o que tivemos foi muito importante para vocĂȘ e sei que vocĂȘ sofreu muito com a nossa separação, eu nĂŁo queria que tivesse sido assim, mas eu nĂŁo pude evitar me apaixonar pela Padma, eu queria que vocĂȘ fosse capaz de superar isso e que pudĂ©ssemos ser amigos, por que no fim de tudo, vocĂȘ tem um lugar especial no meu coração. Hermione estudou Cormack intrigada. Ele acreditava que ela havia se retraĂdo por dor de cotovelo. De certa forma, ela teria, nĂŁo fosse Rony em sua vida, mas agora a esta altura ter rompido com Cormack para ela significava uma vitĂłria e nĂŁo uma perda. EntĂŁo ela sorriu. â Oh Cormack, nĂŁo se preocupe com isso, por mim estĂĄ tudo bem, estĂĄ superado. Na verdade eu creio que terminar o noivado foi a melhor coisa que fizemos um para o outro. Ela disse isso sendo muito sincera e tambĂ©m com a definitiva certeza de que Cormack ficaria aliviado, mas em vez de alĂvio viu confusĂŁo e descontentamento nos olhos dele. â EntĂŁo vocĂȘ e Rony estĂŁo juntos mesmo? â Sim estamos. A resposta foi curta e categĂłrica. â Hermione, nĂŁo quero que se ofenda com o que vou dizer, apenas estou falando por que gosto muito de vocĂȘ e nĂŁo quero que se magoe por bobagens, mas eu nunca imaginei que vocĂȘ fosse arranjar alguĂ©m tĂŁo rĂĄpido, quero dizer, estĂĄvamos separados a pouco tempo e vocĂȘ agora estĂĄ para cima e para baixo com Rony... â EntĂŁo suponho que eu deveria estar remoendo o fim do nosso noivado atĂ© agora? â NĂŁo Ă© isso, Ă© sĂł que eu acho que vocĂȘ poderia ter superado de outra forma, quer dizer, nĂŁo precisava ter se envolvido com alguĂ©m tĂŁo rĂĄpido apenas para esquecer o que tivemos. Hermione deveria ter ficado furiosa com aquela frase, mas incrivelmente achou aquilo muito engraçado e entĂŁo gargalhou.
â Olha Cormack, nĂŁo vou negar que a maneira como Rony e eu nos aproximamos fora um tanto rĂĄpida e inusitada, mas sossegue, isto nada tem haver com vocĂȘ ou remoer o que tĂnhamos, na verdade eu estou muito feliz com ele. Cormack fez uma careta. â Ele tem fama de galinha e conquistador. â Sua namorada tambĂ©m, e isso nĂŁo parece incomodar vocĂȘ. â NĂŁo precisa ofender a Padma. â NĂŁo estou ofendendo-a, estou dizendo a verdade, alĂ©m do mais, vocĂȘ ofendeu o Rony primeiro. VocĂȘ nĂŁo o conhece Cormack, nĂŁo o julgue. â Estou apenas mostrando como me preocupo com vocĂȘ. â Eu agradeço muito, mas jĂĄ tenho um irmĂŁo, e alĂ©m de tudo, Rony Ă© perfeito pra mim, ele me faz sentir como nenhum outro jamais conseguiu. â Nossa Hermione, achei que tĂnhamos tido um relacionamento legal, eu me lembro com muito carinho do que tĂnhamos. Ela sorriu. â Ora Cormack, mas eu nĂŁo disse o contrĂĄrio, apenas estou dizendo que nĂŁo precisa se preocupar comigo, afinal creio que nĂŁo poderia estar em melhores mĂŁos â ela disse e depois rolou os olhos â âE que mĂŁosâ â Baixou o tom de voz para dizer isto, mas MacLaggen ouviu. â Creio que vocĂȘ saiba o que faz. â ele disse descontente â Bom, espero mesmo que ele seja bom. â Ah ele Ă©... Sim ele Ă© bom, muito bom. Em todos os sentidos que possa imaginar. Hermione retornou do almoço e foi direto para sua sala, ainda sentia o vigor da felicidade, apesar do desprazer de encontrar seu antigo noivo.
Hermione retornou do almoço e foi direto para sua sala, ainda sentia o vigor da felicidade, apesar do desprazer de encontrar seu antigo noivo. Sentou-se em sua cadeira e inclinou-a um pouco. Quase um mĂȘs jĂĄ se passara desde que ela começou a se encontrar com Rony, em breve o acordo estaria terminado, ela o pagaria e estariam livres para seguir suas vidas. Ela estaria livre para por sua vingança em prĂĄtica. Um leve desconforto revirou seu estomago quando pensou em transar com Cormack de novo. Tinha certeza de que nĂŁo sentiria nada. Sim, Cormack a satisfazia, mas isso fora no passado, fora antes de Rony. Depois de ter conhecido a intensidade do prazer verdadeiro e suas varias facetas, como ela se sentiria com mais do mesmo? Por que era tudo o que Cormack poderia lhe dar, nada mais que alguns breves minutos de uma copula ritmada, como se ele ensaiasse e repetisse os mesmos movimentos sempre. Percebeu ali que nĂŁo estava mais interessada em se vingar de Cormack, sequer cogitava mais a ideia de dormir com ele.
Percebeu tambĂ©m que falara a verdade quando lhe dissera que se sentia agradecida por terem terminado. Realmente sentia. NĂŁo fosse o fim daquele noivado ridĂculo, ela jamais teria se aproximado de Rony. Virou a cadeira de costas para a porta e começou a rodĂĄ-la. Sorriu ao lembrar o que aquele ruivo russo estava conseguindo dela. Solta-la por completo. SĂł de imaginar que apenas naquela manhĂŁ tivera de fazer um esforço enorme para nĂŁo ligar para ele e repetir a façanha da noite passada, aquilo tudo lhe fazia rir. Rony era incrĂvel. Suspirou intensamente e ouviu algumas batidas na porta. â Entre Ela disse, mas havia um tom de irritação na voz. Por que sua secretĂĄria nĂŁo lhe telefonara primeiro? A porta se abriu, mas Hermione nĂŁo olhou para ela. Apenas continuou a rodar a cadeira de costas. â De mau humor depois da performance de ontem olhos de mel? O que poderia te deixar mais feliz? Ela ouviu aquela voz recheada de sotaque Ă s suas costas e seu coração disparou. Antes mesmo que se virasse o sorriso jĂĄ habitava seu rosto. â Rony. Ela disse simplesmente. Os olhos deles se encontraram, haviam choques intensos no ar. Ela se levantou e rodeou a mesa, ele continuava parado, apenas olhando-a com uma expressĂŁo indecifrĂĄvel.
Ela tambĂ©m o encarou, seu sorriso se desfez, mas nĂŁo a alegria dentro de si. Estavam apenas a alguns metros de distĂąncia um do outro. Rony a olhava com intensidade. Ele mesmo nĂŁo compreendia os sentimentos que haviam se apossado dele. Deveria ter ido descansar apĂłs uma longa e exaustiva viagem, para entĂŁo depois ocupar-se de telefonar a Hermione, mas foi mais forte que ele, precisava vĂȘ-la com urgĂȘncia. Uma vez lĂĄ, ele decidira apenas entrar e conversar um pouco, talvez soltar algumas farpas para vĂȘ-la constrangida, nada mais que isso. Mas seus planos desmoronaram no instante em que a viu sorrir. Ele nĂŁo soube responder por seus atos, ela nĂŁo queria que ele explicasse. Apenas aproveitou quando sentiu as mĂŁos grandes e fortes puxando-a sem qualquer delicadeza para depois ser envolvida num abraço caloroso. Logo em seguida sua boca foi capturada num beijo desesperado, carregado de Ăąnsia e saudade. Os lĂĄbios dele se moviam sob os dela com fervor, a lĂngua dançava em sua boca buscando tudo o que pudesse obter e em segundos ele a deixou em chamas. â Rony... Ela disse jĂĄ ofegante. â Senti sua falta. â ele falou com a voz embargada â Nossa, como eu senti sua falta. Rony a suspendeu nos braços e andou com ela atĂ© achar a parede lateral, pressionou-a e desceu os lĂĄbios pelo pescoço. â Seu cheiro... Ă tĂŁo delicioso Hermione... â Ahh Ela ofegou quando ele estampou um chupĂŁo em seu pescoço. Ficaria uma bela marca, e ela sabia disso, mas quem se importa? Foi o que ela disse a si mesmo naquele momento.
Realmente nĂŁo se importava, nada mais importava a nĂŁo ser aquelas mĂŁos grandes e experientes que haviam saĂdo de sua cintura e agora estavam dispostas em suas nĂĄdegas e pernas. Sentiu sua perna direita ser levantada e a saia veio junto aumentando o contato e fazendo-a perceber que ele jĂĄ estava ereto. Hermione agradeceu aos cĂ©us por ter escolhido aquele vestido, leve e soltinho. Agora podia sentir as mĂŁos de Ronald acariciando toda a sua perna. Ele remexia-se contra ela com rapidez, parecia com pressa. Os beijos estavam mais fortes e mais intensos. â Rony... Ai... Ela gemeu quando ele mordeu seu pescoço mais uma vez. â Eu quero vocĂȘ. Ele disse ofegante e a fez arregalar os olhos. â Aqui? â Sim aqui. â Mas Rony... estamos... no meu escritĂłrio... alguĂ©m pode. â Tranquei a porta, nĂŁo atenda o telefone. Ele falava sem interromper os beijos que distribuĂa por onde estava descoberto. â Se eu nĂŁo atender Rony... A Marie chama a segurança. â Ela Ă© de confiança? â Sim. â Ătimo, entĂŁo diga a ela que nĂŁo quer ser incomodada. Ele voltou a atacar seu pescoço e por isso nĂŁo viu o rubor que assumiu seu rosto.
Ele voltou a atacar seu pescoço e por isso nĂŁo viu o rubor que assumiu seu rosto. â Ela saberĂĄ... que nĂłs... â Acho que ela sabia Hermione, desde que me viu entrar. Ele separou-se dela a muito custo e pegou-a pela mĂŁo levando-a atĂ© a mesa, colocando-a perto do telefone. â Vamos Hermione, faça. VocĂȘ tambĂ©m quer. Era sempre assim agora, ela simplesmente nĂŁo conseguia conter os impulsos. Principalmente se tratando de Rony e de seus pedidos erĂłticos. Ela se viu pegar o telefone e dizer exatamente aquelas palavras: â Marie, nĂŁo quero ser incomodada, segure todas as ligaçÔes atĂ© que eu retorne pra vocĂȘ. Ela corara sabendo o que devia estar se passando na cabeça de sua secretĂĄria agora, porĂ©m a boca deliciosa de Rony em sua nuca dissipava qualquer pensamento. Ele a virou de frente para si e em seguida com um Ășnico movimento a sentou sobre a mesa capturando sua boca em seguida.
â Nossa Hermione, vocĂȘ estĂĄ me enlouquecendo sabia? â ele disse com a voz rouca e sensual que a fez estremecer â Quase surto ontem sĂł de imaginar a cena, vocĂȘ naquela cama se tocando... Nossa! Hermione sentiu o ventre vibrar. Em segundos ele jĂĄ havia levantado sua saia e baixado as alças do seu vestido, tambĂ©m nĂŁo vestia mais a camisa de linha preta. â Quero repetir cada movimento das suas mĂŁos. Cada um deles. Rony puxou sua calcinha e ela nĂŁo ofereceu qualquer resistĂȘncia. Quando Rony tomou seus seios na boca, ela pendeu a cabeça para trĂĄs, apoiando o peso nas mĂŁos jogadas para trĂĄs e gemeu. Ele lambeu a carne quente com delicadeza, a lĂngua deslizou por seus seios, pressionando os mamilos jĂĄ intumescidos. Rony alternou entre lambidas, mordidinhas e chupĂ”es medianos. Hermione tentava segurar os gemidos, pois sabia que qualquer um que chegasse prĂłximo a porta ouviria. Rony desceu as mĂŁos nas pernas dela e enfiou entre as coxas tocando seu sexo enquanto a boca ainda se ocupava dos seios e ela arqueou.
â Ah Rony... Ela sibilou o mais baixo que pode. Ele penetrou-a com dois dedos e desceu os beijos para seu ventre. â Mais... ah Rony... mais... Hermione jĂĄ estava ensandecida e era assim que ele a queria. Sabia que nĂŁo poderia abusar, pois ela estava em seu local de trabalho, queria enlouquecĂȘ-la muito mais, mas faria isso Ă noite. Focando no principal ele retirou os dedos dela e lambeu-os num gesto sensual que a tirou dos prumos, depois levou a mĂŁo Ă prĂłpria calça, libertando sua ereção. Segurou forte o cabelo castanho, desceu a outra mĂŁo atĂ© as nĂĄdegas da morena e a penetrou com um Ășnico impulso. Hermione abafou o grito agudo enterrando os dentes no ombro nu do ruivo. Havia tanto prazer no ato que ela sentia dor. Mas era uma dor gostosa, uma dor que ela queria sentir sempre. Rony puxou a cabeça dela pelos cabelos num gesto primitivo que como resultado, deu nela ainda mais tesĂŁo. Olhou-a e obrigou-a a olhĂĄ-lo. Mais uma firme estocada e ele sorriu, vendo o esforço que Hermione fazia para nĂŁo gritar, ela mordia o lĂĄbio com tanta força que poderia se machucar, entĂŁo antes de dar ritmo Ă s investidas ele tomou os lĂĄbios dela. Rony começou a se movimentar ordenadamente enquanto a beijava com fĂșria, ela agarrou seus cabelos, e puxou, o fez com tanta força que ele gemeu de dor, mas nĂŁo se importava.
A mĂŁo na coxa dela a apertava e ela sabia que ficaria uma bela marca ali, mas naquele momento era tudo o que ela queria, que ele a marcasse. Rony se movimentava cada vez com mais pressa e mais força. Ela cruzou as pernas ao redor dele forçando mais contato e gemeu de novo. Ele estocava cada vez mais rĂĄpido, largou a boca dela quando sentiu o gozo chegar. Hermione tambĂ©m estava no limite e baixou a cabeça em seu ombro de novo, sendo tomada por um orgasmo forte e libidinoso. Rony gemeu roucamente e enterrou o rosto entre a massa castanha deixando-se derramar por completo dentro dela. Ela ainda estava em cima da mesa observando-o vestir a camisa de linho. O gesto de abotoar um por um cada botĂŁo da blusa negra renovava o desejo dela, mas ela esforçou-se para se conter. Ela jĂĄ tinha ajeitado o vestido e jĂĄ estava composta com as roupas intimas no lugar. Agora tentava arrumar o cabelo. Prendeu-os num coque frouxo e arrumou a gola do vestido. â NĂŁo sei como consegue isso de mim. Ela disse divertida, tentando soar indignada. â Este Ă© meu charme carinho. Ele beijou-lhe a ponta do nariz e a abraçou. â VocĂȘ usa e abusa dele nĂŁo Ă© mesmo Weasley? â Sim, adoro isso. Mas gosto mesmo Ă© de usar e abusar de vocĂȘ. â Espero que ninguĂ©m tenha nos ouvido. â ela disse um pouco apreensiva. â VocĂȘ jĂĄ sabe o que eu penso sobre isso nĂŁo sabe? O prĂ©dio inteiro deve ter ouvido.
Sem se conter, ela desceu da mesa e o encheu de tapas, atĂ© que ele segurasse seus pulsos e a imobilizasse com um beijo. â Tem planos para a noite? â perguntou sexy â Nenhum em especial. â Podemos nos ver? â Com certeza. â ela disse sedutora. â Ătimo, pego vocĂȘ as oito ok? â Estarei esperando. Ele sorriu. â VocĂȘ Ă© fantĂĄstica, tenho surpresas pra vocĂȘ hoje a noite. Ela mordeu o lĂĄbio inferior. â Mal posso esperar. Ele sorriu pra ela. Quando Rony abriu a porta do escritĂłrio de Hermione, pĂŽde ver Marie travando uma batalha contra MacLaggen. â Sinto muito senhor MacLaggen, mas a senhorita Granger deixou bem explicito que nĂŁo queria ver ninguĂ©m, nĂŁo queria ser incomodada de nenhuma maneira atĂ© que ela me chamasse. â Preciso falar com ela urgente, pelo menos avise que assim que ela terminar me procure. â Sinto muito senhor, mas nĂŁo posso telefonar, mas avisarei a senhorita Granger assim que ela estiver... livre. â Ela estĂĄ recebendo um cliente? â perguntou o homem curioso â De quem se trata?. â De quem se trata eu nĂŁo sei senhor, e nem teria autorização de lhe dizer se soubesse, mas mesmo assim, nĂŁo creio que o homem que veio aqui seja um cliente.
â Hermione estĂĄ com um homem? Quem Ă© este homem? â NĂŁo sei informar senhor. Marie jĂĄ parecia bastante chateada a esta altura. â Marie, abra uma exceção para mim, Ă© importante e... â A senhorita Granger foi muito explicita senhor MacLaggen, deixou claro pra mim que mesmo se lĂĄ fora explodisse uma guerra eu nĂŁo deveria incomodĂĄ-la portanto... Marie segurou o riso diante da expressĂŁo de MacLaggen. Rony adiantou-se para fora do escritĂłrio com o sorriso mais debochado que possuĂa e encaminhou-se atĂ© a mesa da secretĂĄria sob o olhar estupefato de MacLaggen. â Marie nĂŁo Ă©? â ele perguntou com um sorriso sedutor e a moça apenas assentiu encantada. â Marie, muitĂssimo obrigada, vocĂȘ Ă© muito gente boa. O ruivo tomou a mĂŁo da moça num gesto galante e beijou. A Mulher sorriu derretida. â OlĂĄ MacLaggen! â ele disse com bom humor, o outro apenas maneou a cabeça. Rony piscou para a moça e depois saiu. A Mulher suspirou alto. â Ah como essa Hermione tem sorte, olha o Deus grego que saiu da sala dela agora. Disse Suzie, outra secretĂĄria que se aproximou da mesa de Marie. â Ah e como tem... E isso tudo Ă© por que vocĂȘ nĂŁo ouviu os gem... â Marie parou abruptamente sob o olhar de Cormack. â Ah sim senhor MacLaggen, vou anunciĂĄ-lo.
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