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This Is NOT Over
With: @eas-minsu; When: 09/05 - Late night. Where: Dormitório It is: Particular.
O rapaz não poderia se sentir mais exausto depois daquela longa noite. Não esperava que fosse voltar tão cedo, e até mesmo seu manager estranhou o fato do coreano ficar até aquele horário na empresa. Não chegou nem a ver o ídolo escapando para um intervalo, o que era incomum, e quando acabou se encontrando por acaso com ele nos corredores o Moon parecia bem mais cansado do que o normal, até dolorido, dizendo que havia caído algumas vezes tentando ensaiar a nova coreografia. O seu manager não estranhou, entregando-lhe apenas alguns remédios para dores (tudo o que Kyungil disse precisar, após as diversas perguntas do mais velho) antes de largá-lo diante do portão de onde ficava seu dormitório. Vinha com as roupas claras e, apesar da manga comprida e jeans, era agradável para a temperatura da estação, poderia ficar aproveitando a brisa por mais algum tempo se estivesse mais disposto. Carregava uma espécie de bolsa em um dos ombros onde estavam os seus pertences, e tudo o que conseguia pensar naquele instante era em como precisava da sua cama. Perguntava a si mesmo se algum dos meninos ainda estava acordado, e torcia para que não, no máximo Youngmin seria aceitável. Infelizmente, seus desejos ínfimos não foram atendidos, ao que no instante em que passou pela porta de entrada do apartamento que dividia com os outros quatro percebeu que havia alguém ali, sentado no sofá, e essa pessoa não parecia nada feliz com o seu atraso. Ou seria a sua mera presença? Kyungil não sabia dizer; Os olhos do mais novo pareciam flamejar enquanto ali, sentado com os braços cruzados e os lábios torcidos em uma expressão séria, como se estudasse qual parte do colega estava mais propícia a um ataque repentino, pelo menos era o que o moreno sentia. Engoliu em seco antes de suspirar, largando a bolsa com os pertences ali mesmo no chão, andando mais perto do menor. - Por que ainda está acordado? - No fundo, queria muito que o garoto respondesse que fazia aquilo pois estava o esperando, que estava preocupado e queria que tudo pudesse ser resolvido… Porém, não foi tal reação que recebeu. Talvez estivesse sonhando demais? Minsu não parecia tão disposto a dialogar.
Minsu estava uma pilha de nervos desde o acontecimento infeliz no acampamento dias atrás qual o fez surtar em frente à todos e se odiar por isso depois. Nunca foi do tipo estressado, ao menos que algo o fizesse explodir sem represálias. Urgh! Como devia ter ficado quieto, fez a maior cena com algo insignificante. Bom… Era assim que queria pensar. Kyungil, seu ciúmes e tudo que envolvia isso era sem valor pra si agora, mas não pôde manter essa linha de pensamento até o momento que notou a ausência de seu líder e fez a burrada de perguntar a Youngmin se sabia aonde ele estava. “Ah…”, o ouviu suspirar receoso, já fechando a cara desconfiado com todo o nervosismo que o mais velho transparência perante sua pergunta boba. “Ele… Saiu… Com alguém. Um encontro”. Não era mesmo a resposta que desejava ouvir naquele momento e, como se encontrava pilhado com tudo que acontecia entre ele e Kyungil, foi óbvio se irritar com a informação e bufar pra fora do local que estava sem explicar nada ao outro membro de grupo, jogando-se no sofá de braços cruzados com uma postura irritadiça. Como ele ousava fazer isso?! Primeiro o deixou mal com a história toda do Eu Nunca, depois beijou alguém na festa do acampamento realmente achando que ninguém chegaria em Minsu e o questionaria sobre aquilo. Ele fazia de propósito! Não tinha outra explicação! Queria ver o garoto, que sempre era paciente e calmo, perder toda sua compostura. E era isso que iria fazer. Depois de horas afinco no sofá, sem arrependimentos por ter ignorado seus outros colegas antes deles irem dormir e não mexido um músculo sequer daquele lugar, viu a porta se abrir silenciosamente e um Kyungil entrar na sala. Aquela feição de inocência só tirava mais o garoto de Mokpo do sério. Sua voz acobertando a pergunta o fez se levantar do móvel de couro, sem desfazer sua expressão ranzinza de alguém REALMENTE bravo. - Eu só queria mesmo entender como você pode ser tão cruel, não senti nenhum sono por querer saber sua resposta antes.- Soou meio ríspido demais e se arrependeu assim que ouviu as próprias palavras, mas não podia fraquejar. - Você só me usava pra suprir sua carência, não é? Agora que é “o grande Kyungil, líder do Magnetic”, você tem várias bocas pra beijar e iludir, então que se dane o Minsu. - Forçou aspas com os dedos junto a um tom de voz irritante, só não mais que o sentimento dentro do peito. Os olhos marejados e os dentes trincados eram consequências. - E você ainda me sai de semana pra pegar alguém sem ligar se alguém vai te ver ou não… Sinceramente…
O tom de voz do outro foi algo que fez Kyungil ficar tão nervoso quanto o mais novo, suas palavras eram como facadas direto no peito do rapaz, pareciam ser moldadas daquela forma afiada propositalmente. O jovem se perguntava como o outro tinha coragem de falar aquelas coisas de maneira tão insensível, e ainda por cima tirando conclusões sobre onde ele esteve até então. Ao mesmo tempo que ver o garoto daquela maneira o deixava de coração partido, também fazia com que borbulhasse de raiva por dentro. - Por que você tá tão puto desse jeito? Já vai achando que eu fico beijando outros por aí, como se eu não tivesse o mínimo de noção?! - As palavras escapavam naquele tom raivoso, querendo atingir o outro da mesma maneira que ele o fez, por mais que isso doesse também em si mesmo. Sua impulsividade parecia gritar, e talvez não demorasse tanto até ele próprio o fazer também, como se estivesse perdendo o controle da situação. Sequer o teve, pra começo de conversa? Não sabia dizer. - E mesmo se eu estivesse, pare de agir como se eu fosse o único. Ou acha que eu não sei por onde essa boca aí passou? - E assim o Moon se arrependia imediatamente, aquilo soava ainda pior quando dito em voz alta, mas já era tarde. Sacudiu a cabeça, dando um passo para mais perto do outro. - Por que insiste em agir assim? - Sua voz abrigava um tom mais calmo naquele momento, mas estava completamente magoado e irritado, sua expressão não o deixava mentir. Estava longe de ser inocente, porém, não conseguia impedir aos próprios atos egoístas.
Um riso seco, sem vida, sobressaltou da garganta do mais novo, ficando cada vez mais incrédulo com a audácia do seu líder a cada palavra soltada. Era como se ele quisesse se safar dos próprios erros jogando os de Minsu em sua cara, e criando outros que nem ponderavam na cabeça do moreno. Maneou a cabeça, negando pra si mesmo que aquilo realmente era real, mas infelizmente, era. - A minha boca está muito bem, obrigado, como a sua naquela festa do acampamento, né? - Com uma das sobrancelhas arqueadas, viu uma feição confusa tomar o rosto maior. - Você realmente achou que ia poder fazer o que quisesse lá sem ninguém falar disso depois? Deve ser por isso que agora mesmo saiu pra encontrar não sei quem e nem pensou se seria pego. O Youngmin já me contou tudo. - Antes que seu tom estivesse irritado, enfurecido, agora era mais melancólico, de um alguém que sofria naquela discussão. Cada vez que Moon parecia se aproximar, Minsu se afastava dele, dando dois passos pra trás, querendo enfatizar o máximo de distância daquele hyung. - Eu só… - Engoliu à seco antes de continuar, reformulando a frase que soltaria pois na verdade, não queria falar diretamente o motivo daquilo tudo mesmo sendo óbvio. - Não quero ficar conhecido como membro do grupo com escândalo de vulgaridade porque meu líder não sabe se controlar. Agora boa noite. - E deu meia volta com os pés, decidido em ir pro quarto, dormir e tentar esquecer aquele acontecimento.
Realmente não conseguia acreditar. Era como se estivesse cego, seu egoísmo parecia querer provar como a sua dor era maior, e aquilo estava longe de ser uma competição, não era o que Kyungil queria. Por que não podiam simplesmente se entender? Mas, óbvio, as coisas não poderiam ser assim tão fáceis; As palavras do outro a respeito do acampamento deixaram o maior claramente confuso, mas logo parecia que todo o seu sangue congelava, pois lembrava-se bem a o que ele estava se referindo. Agora se recordava, ele viu tudo. Lembrou-se até de ter comentado sobre o assunto com Boyeon, que o aconselhou a ignorar os atos do mais novo e simplesmente aproveitar a festa, mas não foi bem o que o rapaz fez. Aquilo acabou com seu clima completamente, não chegou a durar naquele ambiente por muito tempo. E tudo só piorava, agora sabia de onde Minsu havia tirado aquela ideia louca sobre ele ter ido se encontrar com alguém, foi obra do Youngmin. Estava com raiva? Claro, mas não poderia culpar o mais velho. O conhecia bem, sabia que o mesmo certamente se desesperou com a pergunta do Son, e acabou deixando escapar a primeira coisa que lhe veio à mente sem nem sequer pensar. - Você entendeu tudo errado! - Quanto mais o Moon tentava se aproximar, maior ficava a distância entre os dois, pois o mais novo não queria ficar perto e dava passos para longe. As últimas palavras dele o machucaram ainda mais, aquilo era uma guerra para ver quem podia magoar mais ao outro, e não havia vencedor. - Não vire as costas pra mim! - Exclamou, agarrando o pequeno pelo braço e o forçando a ficar perto, certamente parecendo ainda mais assustador por ter gritado de repente e estar o agarrando daquela maneira, o encarando com uma expressão nada amigável. Aquele não era o seu normal, estava completamente fora de si. - Você acha mesmo que pode falar essas coisas e depois fugir? Pare de agir como uma criança, Minsu, o mundo não funciona dessa maneira! - A medida em que continuava a bradar o moreno pressionava mais os dígitos contra o braço do companheiro, nem sequer pensando se estava o machucando, apenas não queria que ele lhe ignorasse de novo.
- Como um beijo e um encontro pode ser entendido errado?! - Soava como se seu líder estivesse brincando com sua inteligência, fazendo chacota das informações que sabia e tentando fazê-lo se sentir inocente em entender algo "errado". E ele estava errado! Minsu tinha convicção das coisas que sabia, ou talvez nem tivesse mas a raiva o fizesse sentir que sim. Seu corpo esquentava mais e mais, cada vez absorto daquele sentimento ruim que odiava ter e odiava ainda pior por não conseguir controlar. No fundo, não queria brigar com Kyungil, só não respondia seus instintos adequadamente e resultava nisso; um Minsu irritado, prestes a surtar. Como tinha decidido que deixaria-o sozinho na sala para não discutirem mais, apenas o olhou por cima dos ombros após falar, não demorando a voltar a se virar em direção ao quarto. Foi ali que tudo desandou. Sentir seu braço puxado em conjunto a um puxão nada delicado o fez arregalar os olhos e ter todo o oxigênio do copo jogado pra fora dos pulmões, Kyungil não era do tipo agressivo àquele ponto e até mesmo em sua maior raiva, Minsu percebeu que não era só ele que estava muito fora de controle. O braço ausente de panos, por vestir uma camisa de manga curta, passava a ter dor pela força imposta pelo mais velho, porém, o pequeno se recusou a reclamar por encará-lo diretamente nos olhos. Sua mãe sempre dizia: "Uma briga silenciosa é pior do que uma guerra com bombas" e era isso que estava ocorrendo ali naquele segundo, estavam no ápice. Aos poucos, naquele silencio devastador e com o braço avermelhado dos dedos alheio que não o afrouxava, Minsu sentia que algo à mais ocorria, não sabendo bem entender o motivo daquela vontade repentina em beijar seu líder que odiava - no momento -, muito menos o porquê de lentamente estarem se aproximando mais do que deveriam nas circunstâncias impostas por eles mesmos... Com a mente vazia, sentiu a boca do outro se encostar na sua; os lábios roçando-se e as duas respirações, agora, em sincronia e ofegantes uma por culpa da outra. Era pra Minsu xingá-lo! Bater em seu peito, fazê-lo se sentir péssimo como ele próprio estava, o encher do ódio que o consumia por tudo que havia visto e descoberto, mas não nada disso se fez mais forte do que o beijo que compartilhou com Kyungil em uma rapidez devastadora. Sempre tinha visto beijos "cheios de paixão e raiva" na televisão, mas viver um era indescritível. Sua mente berrava em pânico pra fazer o moreno sair daqueles lábios, e seu corpo simplesmente se auto-ignorava, mantendo-o naquela posição e com a língua entrelaçada naquela que sempre o beijava como ninguém. Mesmo que em poucos instantes, era como se o mundo tivesse ido embora e os dois, aos beijos e abraços, precisassem permanecer ali para sobreviverem. Por que não podia ser assim sempre? Por que tudo tinha que ser tão complicado e difícil? Nunca deveria ter se apaixonado pelo seu líder, nunca. Quando ficaram pela primeira vez quando ainda trainees, ingênuo, havia achado que seria apenas por curiosidade e cargo de experiência, e foi tudo tão mais intenso que agora estava preso no amor (quase) unilateral mesmo depois de anos do acontecido. Tais lembranças despertaram Minsu que em impulso, até para si mesmo se desvencilhar, empurrou o outro com força para afastá-lo, e não só isso, sem pensar ergueu sua destra e encheu o rosto dele com um tapa que nem sabia da onde saiu tamanha brutalidade. Estava cego de tantas sensações que podia jurar estar tonto, prestes a desmaiar. A única memória do tapa que acabara de dar em Kyungil foi seus dedos dormentes e o rosto do atingido rosado pelo ataque. Mesmo se tivesse com toda a raiva do mundo, o peso da culpa saltou pro seus ombros em seguida... Odiava tanto qualquer coisa violenta e agredir alguém que amava era imperdoável. Nervoso, atônito, eufórico, despedaçado. As lágrimas vieram em grande quantidade ao sussurrar um "Me perdoe." e sair correndo dali, trancando-se não no quarto como de começo queria e sim no banheiro do dormitório, pelo menos ali poderia chorar sem nenhum dos outros membros o vissem naquele estado.

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Noona… Eu acho que seria o namorado fanboy! Daqueles que tiram fotos dos parceiros só pra guardar em um álbum ou fazer quadros porque acha a pessoa maravilhosa para tal, que surta sempre que quando a pessoa aparece na sua frente e o enche de elogios. ㅋTambém iria te encher de ursinhos de pelúcia, cada um com um cheirinho especial… Talvez com perfumes que eu usaria em momentos especiais, pra você os abraçar e lembrar de tudo. Me parece uma boa ideia, hm?
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Ah, Shizu-san! Você é um bebê! Talvez fosse difícil pra mim pensar em algo bom o suficiente pra te agradar caso fosse meu namorado, mas eu faria o meu melhor todos os dias pra já te fazer feliz. Teria muitos encontros caseiros e aconchegantes, principalmente em chalés na neve onde pudéssemos passar bastante tempo juntos (por algum motivo, a neve me cai bem com você).
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Confesso que não conheço muito a noona ainda, mas vi que gosta muito de flores, então te encheria delas sempre que eu pudesse. Por quê? Porque cada flor viria com um bilhete explicando seu nome, origem e o porquê de eu te amar, acho que seria uma bela declaração de amor com algo bonito e que você gosta! E claro que com ou sem flor, eu te trataria muito bem todos os dias.
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Noona, você é uma princesa, eu te trataria como tal o tempo todo e faria de tudo pra te fazer feliz! Provavelmente, ia te levar a piqueniques ao fim de tarde e te compraria muito chocolate amargo só pra te ver sorrindo enquanto come. ㅋ Daria o meu melhor pra ser seu príncipe.

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Send me a ♥ to hear what I would do if I was dating you.
submitted by anonymous.

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an irl pic of me loving & supporting my friends
I made another and it’s a very chill peach