“E ela tentava seguir em frente, repetindo para si mesma: “não olhe para trás, não olhe para trás”. E quanto mais ela tentava não olhar, mais uma voz lhe sussurava: “olhe para trás, não adianta querer escapar de mim. Olhe para trás”. E por mais que não quisesse, ela não conseguia resistir. E lá estavam os seus monstros a encarando. E lá estava ela, revivendo momentos que deveriam ser apagados de sua memória. E lá estava sua alma, querendo fugir de seu corpo mais uma vez.”
— Os silêncios de Georgia Willian.















