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Seu sapatinho de cristal adorava se soltar de você... Mas tudo bem. Cedo ou tarde sempre voltaria para seu apartamento com aquela carinha de cão arrependido, de joelhos, ansioso pela sua atenção.
[♡AVISOS:] conteudo +18 (smut), leitora soft!dom/sub, jaehyun brat!sub/dom (os dois tem uma dinâmica switch), dirty talk, nipple play, rubbing, sutil role play.
🎀; é meu primeiro post aqui, tô meio nervosa kkkkk
Meses atrás, o casinho frequente que tinha com Jaehyun era simplesmente caótico, uma verdadeira dor de cabeça para ambas as partes. Afinal, que tipo de príncipe te deixa ir embora sozinha, em plena meia noite, para agarrar aquelas plebéias baratas nas boates e festinhas da faculdade?!
Seu sapatinho de cristal adorava se soltar de você, mas tudo bem. Cedo ou tarde sempre voltaria para seu apartamento com aquela carinha de cão arrependido, de joelhos e beijando suas pernas expostas pelo pijama curtinho, ansioso pela sua atenção.
Ele não era nada bobo — na verdade, um dos mais inteligentes e elogiados do curso que fazia —, por isso, suspeitava que o maior apresentou aquela nova brincadeirinha para manobrar o seu ciúme selvagem e, é claro, saciar suas fantasias mais profundas, que nunca revelaria para qualquer ficantezinha de uma só noite.
Mesmo que o Jeong não fosse admitir, já sabia que era a favorita, a escolhida dentre todas as outras para ter aquele poder. Aquele conto de fadas distorcido logo seria todinho seu.
Agarrou-o pelos fios bagunçados assim que fechou a porta do apartamento, erguendo o rosto lindo em sua direção. As orelhas e bochechas coradas indicavam que havia bebido um pouco, mas o sorrisinho sádico diante de sua expressão furiosa era a prova de que estava bem sóbrio. Era fofa, coquete demais para ter emoções e atitudes tão intensas, aquilo mexia com ele pra caralho.
— Você está fedendo a puta, Jaehyun — constatou, sentindo o perfume barato invadindo suas narinas. — Sabe o que tem que fazer, não sabe?
Acenou, obediente, se levantando começando a tirar a blusa suja de batom e as calças amassadas. A ereção enorme era evidente contra a cueca branca, com um pontinho transparente de pré-gozo que te fez salivar.
Inspirou fundo, buscando controlar sua mente e o seu ventre que ardia, queimava e escorria, carente pelo pau do seu Jae judiando do seu canalzinho pequeno demais para tudo aquilo. O homem te deixava tão cheia, em todos os aspectos, que acalmava seu coraçãozinho magoado pelos caprichos do mais velho.
Mas, hoje não, de jeito nenhum!
Ele não te merecia.
Sentada no sofá, assistia toda a cena atentamente e murmurava um “bom menino”, abraçada ao ursinho de pelúcia que aquele descarado teve a audácia de te dar no dia dos namorados.
— Tá duro assim por quê? As vadias não cuidaram de você?
— Não... — balbuciou, o coração disparado.
— Coitadinho... — fingiu pena, quando na verdade se regozijava com a informação. — Como assim não fizeram as suas vontades de puto?
O Jeong poderia muito bem admitir a verdade: desde que começaram com aquela nova dinâmica, não passava mais de beijos e amassos com as outras. Embora tivesse calculado muito bem as possibilidades de tudo — como te deixar satisfeita ficando na sua mão e sentir uma adrenalina diferente de tudo o que já havia experimentado — não imaginava que iria se viciar em você.
Porra, tudo seu era o número dele: rosto, cabelo, boca, estilo, risada, bucet…
— Eu te fiz uma pergunta, não?
Engoliu a seco. Sua voz era docinha demais para ser tão ríspida:
— Fez sim.
— Então responde — mandou, impaciente.
Demorou de propósito só para ver o modo que as suas mãozinhas se fecharam no pescoço do ursinho, mordendo o lábio inferior carnudo para não sorrir de satisfação.
— Elas não deram conta, princesa — respondeu, rouco de tesão. — Elas não dão conta como você dá.
Aquela dinâmica era uma tortura para ambas as partes, mas um grande deleite também. Mesmo possessa de ciúme, ter um homem do porte de Jaehyun, alto, forte e tão inteligente te obedecendo daquela maneira, mesmo que só dentro dessa brincadeira… Uh, era mágico!
Se não podia ter aquele coração teimoso, ia ter aquele corpo todo só para você fazer o que quiser.
— Deita.
Observou o corpo enorme pousar tranquilamente aos seus pés, inclinando o tronco para observá-lo de cima, imponente.
Amava Jaehyun no seu carpete cor-de-rosa felpudinho ao ponto de querer deixá-lo ali por horas. A ambiguidade do corpo másculo e forte sob um tecido tão delicadinho te deixava molhadinha, ainda mais quando o luar vinha da janela para iluminar palidamente o abdômen definido, o peito largo e convidativo para seus chupões e mordidas.
Fez questão de pousar o pé bem no meio, e sentiu o coração acelerar sob sua sola macia.
— Já disse que você é o meu sapatinho de cristal, feito só para mim e mais ninguém — sussurrou, fazendo um pouco de pressão. — Seu pau cabe direitinho em outra pessoa, uh? Alguém te aperta mais gostoso que eu?
— Não, princesa.
Sorriu. Finalmente estava cooperando.
— Mais alguém pode mandar em você como quiser e ainda deixar você brincar depois?
Negou com a cabeça com a expressão serena de sempre, mesmo com a ereção doendo e pulsando, faminta por atenção. Mas, ao invés do pé descer, foi até sua bochecha esquerda, dedilhando o zigomático bem marcado. O brilhinho sutil da sua tornozeleira de ouro o estava deixando tonto, desesperado pelo toque de suas mãos.
— Então por que continua dando ideia pra essas putas, uh? Só para me fazer raiva, é?
— É sim — o riso debochado escapou.
Atrevido. Sorte dele que estava determinada a não tocá-lo direito, ou já estaria com um contorno avermelhado da sua destra perto daquele sorrisinho descarado.
Não ia deixar barato:
— Sério? Então, se acha que pode continuar soltinho por aí, vou arrumar outro príncipe pra mim...
Seu tornozelo foi agarrado com força, finalmente quebrando a postura submissa e tranquila. Os olhos puxados a encararam com a mesma possessão quase doentia que vivia dirigindo ao próprio. Os lábios crispados nem precisavam se mover para que escutasse o “nem pensar!” firme e mandão de Jaehyun, nem um pouquinho aberto a questionamentos ou negociações.
Ah, você amava e odiava na mesma intensidade. Como podia ser tão mimado, tão terrível?
Já sabia que, caso lhe desse a famosa liberdade do fim de seus jogos, seu principezinho iria se transformar numa fera, te foder cheio de marra e raiva só por causa daquela pequena ameaça.
Soltou seu ursinho e desceu do sofá, fazendo questão de se sentar bem em cima da ereção, encaixando direitinho na boceta coberta pelo shortinho e jogando todo o seu peso contra o quadril do maior para sentir cada pulsar. Observou o modo que Jaehyun franziu o cenho e conteve um gemido na garganta, a ponta dos dedos desaparecendo entre o carpete rosado, arranhando o fundo com as unhas curtas. Amava tentar conter o próprio desespero e você amava vê-lo tentando.
Rebolou devagarinho, gemendo manhosa com o atrito no seu pontinho inchado, sem receio algum de demonstrar quanto prazer sentia em estar ali, torturando-o e se agradando ao mesmo tempo.
Jaehyun te observava como se fosse etérea, contemplando os peitinhos eriçados contra a blusinha fofa, o contorno de sua cintura, os lábios que ficavam ainda mais vermelhinhos quando estava com tesão, o tecido do shortinho totalmente melado… Porra, a visão era tão incrível que cedeu, gemendo rouco com a mente nublada de luxúria.
Queria te tocar, cravar as mãos no seu quadril e aumentar o atrito, ou colocar aquele shortinho minúsculo de lado e afundar em você sem dó.
E quando subiu a blusinha e começou a brincar com os próprios peitos, beliscando os mamilos com as unhas pintadas de várias cores em tons pastéis, subindo-os e deixando cair enquanto simulava as quicadas que o levavam a loucura, não conseguiu mais conter nem um pouquinho de orgulho:
— Por favor…
Abriu os olhinhos, a expressão de gatinha manhosa dando lugar a outra sadicamente satisfeita por nem ter começado e já estar fazendo o homem implorar:
— O que foi, Jae?
— Porra, por favor, me deixa te foder!
Deu tapinhas nas mãos que agarraram sua cintura, negando sem pensar duas vezes.
— Nem pensar, você não tá merecendo!
A carinha de agonia dele quase te fez gozar. Chupou um indicador de cada vez, babando e enfiando até o fundo da boquinha sem desviar os olhos do mais velho, levando os dedos molhadinhos para seus biquinhos doloridos.
— Filha da puta — xingou, hipnotizado com a cena.
— Tá querendo se complicar mais, é? — avisou, aumentando o ritmo. Já estava trêmula, precisando se esforçar muito para manter a pose. — Desse jeito não vai ter um final feliz dessa vez…
O moreno rosnou só de pensar em não tê-la naquela noite, o pomo-de-adão engolindo a própria revolta para murmurar um pacífico e submisso “desculpa, amorzinho” que te deixou em êxtase.
Decidiu calar a boca e pressionar o pau direitinho contra você, forçando a cabecinha no seu clítoris e se movendo no seu ritmo, observando de modo sombriamente interessado cada reação do seu corpinho pequeno em cima dele.
Só teve permissão para te segurar quando você gozou, caindo fraquinha e trêmula em seu peito enquanto fazia uma bagunça nos tecidos e no seu precioso carpete. Aproveitou para apertar sua bunda com gosto e enfiar o rosto na curvatura do seu pescoço.
— Toma um banho e vai pra cama — sussurrou contra a pele quentinha, querendo-o só para você mais do que nunca.
— Não era eu quem não tava merecendo?
Levantou um pouco o rosto, corada por ter seu papel perfeito destruído por uma única frase sincera, revelando que estava tão desesperada quanto ele.
— Eu tô mandando você se arrumar pra mandar em mim! — se levantou, mordendo o lábio para não rir da bagunça de sua ordem. — E é bom não demorar, ouviu?
Deu um gritinho ao sentir um tapa estalado em sua bunda, olhando-o com uma repreenda que Jaehyun, é óbvio, adoraria debochar: