Cosimo Galluzzi

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❣ Chile in a Photography ❣
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ

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Janaina Medeiros
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a casa assombrada.
Era uma vez uma garota: curiosa, sensitiva, um tanto calada.
Essa personagem possuía uma única avó viva, a qual morava no Rio de Janeiro e apresentou alguns problemas de saúde. Por isso, a garota e sua família passaram a fazer constantes viagens para a casa da matriarca.
Numa madrugada de agosto, enquanto dormia, a garota ouviu um som alto — sua mãe acordou assustada, olhou pela porta do quarto e retornou, envolvendo-a em lençóis e pedindo que ela ficasse quieta. Não demorou muito para que o som alto se tornasse passos: homens grandes, mãos grandes, adjetivos que combinavam com sua maldade. Eram sete, descobriram depois, mas apenas três entraram. Fora, entretanto, quantidade suficiente para torturar, ameaçar, roubar e agredir às três gerações: garota, mãe e avó.
Nesse pequeno conto, entretanto, não entrarei em detalhes sobre como a garota havia sentido que isso aconteceria e avisado às mais velhas. De como ela implorou para não permanecer naquela casa naquela específica noite, porque os espíritos haviam mostrado a ela que coisas ruins aconteceriam.
Mas tudo isso fora feito.
Refém, no entanto, não teve escolha: permaneceu calada do início ao fim, sendo ocasionais tremores a única denuncia de seu medo. Tentou gravar a maior quantidade de detalhes: rosto, mãos, luvas, pegadas. Quando o dia clareou, quando encontrou sua avó viva e trancada, quando a polícia chegou, ajudou as mais velhas a lembrar desses importantes detalhes.
Parabenizaram a garota, disseram o quão corajosa ela fora, o quanto se portou bem diante de tudo. Não a levaram ao psicólogo — ela estava bem! Melhor que todos!
Não. Não estava. Passou a temer a sombra, passou a evitar esquinas, passou a detestar o estado em que morava a avó.
Dezoito anos após esse fato, a avó se mudou de volta para a casa assombrada. Imóvel, esse, que a pertencia. E a garota a visitou, pela primeira vez, em seu novo-velho-lar.
Na primeira noite, o calmante, misturado ao cansaço das 8h de viagem, ajudou-a a dormir. Na segunda noite, não. Dois comprimidos não foram suficiente — e, de novo, os espíritos a avisaram.
Ouviu um tropeçar no quintal e, ao olhar pela janela, um vulto: a cabeça de um homem que corria para a lateral. Gritou. Acordou ao irmão mais velho, que agora estava presente. Gritou mais. Implorou por misericórdia. Pediu que a história não se repetisse, que não derrubassem a porta, que não fosse torturada novamente. Acordou a todos da casa com suas preces e seu desespero.
Não tinha mais 25, tinha 7. Era agosto, não maio. E não havia dosagem suficiente de calmante que a fizesse parar de tremer. Precisou ser dopada, segurada, acalmada. O vulto não adentrou na casa, mas ela não ficou para a segunda noite.
Partiu.
— Amal El-Mohtar, from This Is How You Lose the Time War (via lunamonchtuna)
“When it rains - look for rainbows. When it’s dark - look for stars.”
— Unknown
Emily Brontë, from "Wuthering Heights," originally published in 1847

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Olá.
Olá, há alguém aí?
O som de gotas ecoava em algum lugar ao fundo, mas a menina tentava ignorá-lo. Aguçava seus sentidos para que percebesse uma resposta, sussurro, murmúrio – algo que mostrasse que não estava sozinha naquela escuridão.
Pedra sobre pedra, via-se aprisionada em uma masmorra: não sabia como encontrar a entrada ou a saída, não sabia de qual direção vinha. Sua única certeza era que havia andado por horas e horas e horas a fio, mas sua voz ainda era a única a retornar.
Decidiu interromper sua caminhada naquele ponto: pedra sobre pedra, alguma havia se lascado e um tímido feixe de luz atravessava, o suficiente para que conseguisse visualizar tímida sombra e imaginar que era uma companhia.
Fechou os olhos, temendo o frio e a solidão. Imaginou grama verde, cheiro de café fresco, enrolar-se na coleira de seu cachorro. Imaginou salas lotadas, opiniões borbulhantes, céu azul com poucas nuvens, água cristalina e gelada. Imaginou abraços, pessoas queridas e amigos que há muito não via. Tentou ficar bem.
Olá?
Não quero ser uma ilha.
Gostaria de ver um rosto amigo.
Há alguém aí?
Imaginou-os. As feições imperfeitas e belas de todos aqueles que já cruzaram seu caminho e deixaram uma impressão. Às vezes, sentia-se sozinha, como se não tivesse amigos. Às vezes, sentia tanta falta de seus amigos que doía.
Às vezes, não os reconhecia. Às vezes, lembranças a inundavam.
Pé ante pé, voltou a andar. Abandonou sua sombra da mesma forma que fora abandonada naquele lugar.
As paredes estavam longe de si, e tentava manter-se desse jeito. Estava cansada demais para voltar a tatear por uma porta, suas mãos sangravam. Imaginou um terreno íngreme: se pudesse ver, testemunharia os pequenos rochedos que espetavam seus pés descalços, veria que estava em uma subida.
Caminhou. Repetiu para si mesma que estava tudo bem. Caminhou.
Decidiu que tinha o direito de gritar.
E gritou.
Há alguém aí?
Eu estou aqui!
Por que você não me vê?
Não é o suficiente! Nunca é o suficiente!
Eco.
Sua voz jogada contra si mesma.
Em algum lugar, uma porta se abre. O feixe de luz se alarga.
A menina se vira em sua direção.
List of Vampire Academy birthdays
Had this in my drafts and I thought I'd post. Eddie's is a guess based on the timeline in the series. Add more if you know any I've missed.
Rose Hathaway: 21 March (Aries)
Vasilisa Dragomir: 10 July (Cancer)
Dimitri Belikov: 02 December (Sagittarius)
Sydney Sage: 05 February (Aquarius)
Adrian Ivashkov: 03 August (Leo)
Edison Castile: Presumably May or June (Taurus/Gemini)
Na escrita, não se trata da manifestação ou da exaltação do gesto de escrever; não se trata da amarração de um sujeito em uma linguagem; trata-se da abertura de um espaço onde o sujeito que escreve não para de desaparecer
FOUCAULT
Doesn’t really feel like a sacrifice.

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bring home a haunting by @youngbloodbuzz and @romans-art
What we all want.
Bly Manor Part 2 by Fery
Artist: https://instagram.com/fery_draws?utm_medium=copy_link
It’s getting harder and harder to see me.

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The night is darkening round me,
The wild winds coldly blow;
But a tyrant spell has bound me
And I cannot, cannot go.
The giant trees are bending
Their bare boughs weighed with snow.
And the storm is fast descending,
And yet I cannot go.
Clouds beyond clouds above me,
Wastes beyond wastes below;
But nothing drear can move me;
I will not, cannot go.
Emily Brontè
Favorite Taylor personal pictures from over the years ❤️