O mais longe que pôde deixar a mente vagar foi de crianças mutantes com poderes como telecinese, telepatia ou algo semelhante. Podia ser assustador, mas a questão que a mulher ao seu lado levantava? Era aterrorizante. Havia um filme antigo sobre isso, Ezekiel tinha certeza. Não lembrava o enredo mas o homem que fazia o papel do ator principal tinha mãos de tesoura. — Essa sua ideia parece pior do que a que eu pensei.’ respondeu. Ao contrário da moça, não conseguia encontrar humor para rir. Provavelmente aquela risada era uma resposta ao nervosismo? Não tinha certeza, mas não dava para fazer igual. O máximo que conseguiu foi soltar um suspiro surpreso e incomodado com a ideia do bebê rasgar a barriga da mãe para sair do útero. — Isso é bizarro, eu não sei de onde você tirou isso mas se tem alguma chance para algo assim acontecer, eu não acho que quero contribuir com isso.’ sua futura esposa não merecia enfrentar nada disso. — Sim, parece que algumas coisas não mudam. E quando temos a chance de fazer diferente, vem alguém e destrói isso.’ referia-se à rainha, nesse caso.
por mais que kazz estivesse reagindo daquela forma pelo pânico que sentia, não pode deixar de notar o semblante preocupado do yeager “ — oh, desculpe, eu ativei algum gatilho emocional em você? ” era uma pergunta sincera, mas saiu com um pouquinho de deboche não intencional. sempre que olhava para ezekiel, imaginava que ele se desse bem com o irmão e só por isso algo dentro de si se revirava. podia não ser verdade, mas pensar que o mais velho estava vivendo tranquilamente enquanto ela e aquele bando de infeliz seria usado como um experimento qualquer a fazia querer socar alguém. “ — e vocês da realeza achando que podiam usar seu privilégio para se safar de qualquer coisa são os que devem estar mais nervosos, nunca pensaram que iriam acabar como todo mundo... virando cordeirinhos da rainha rose ” qual moral tinha ela para falar sendo filha de família podre de rica? pelo menos kazz nunca tivera grandes ambições nem desejos para o futuro, talvez aquele fosse a punição que ela merecia. “ — né? seria mais divertido que eles já tivessem formato de pequenos monstrengos no saco de vocês. ” riu com o pensamento e deu de ombros. “ — pelo outro lado, você já quis ser papai? ”
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Após o pronunciamento de sua irmã, Raj demorou um pouco além do normal para reagir de fato, caminhando por entre as pessoas confusas e enlouquecidas com aquele conjunto enorme de informações, o príncipe passava a frente da mulher quando ouviu a sua proposta, jogando sua bolsa no chão antes de se sentar ao lado dela. “Eu poderia cometer um assassinato, mas provavelmente eu morreria em seguida” pois a vítima seria a rainha, foi o que a sua mente complementou, obrigando-o a fitar o chão por alguns minutos. “Tudo isso é um verdadeiro absurdo!!”
“ — alteeeza ” fez uma reverência debochada. a expressão dele mostrava que o rapaz não tinha conhecimento prévio do anuncio da irmã, e se fosse verdade, kazz tinha pena dele. acompanhou seu movimento com os olhos, apenas comendo mais um caramelo e oferecendo o saquinho para ele que estava ao seu lado. “ — deve ser terrível ter uma irmã como nossa querida e não mais tão amada queen rosie ” falou baixinho e tocou de leve no ombro dele como se tentasse consolar, mas era estranho, então apenas recolheu a mão “ — eu tenho um irmão cuzão também, aposto que ele sabia que eu viraria um experimento de... cordeiros mutantes ”
um breve sorrir escapou de seus lábios ao findar dos dizeres alheios. simplesmente não era uma suposição possível, já havia servido como guarda da rainha e apenas a elite do exército estava apta para tal função. ❛ que nada. esses caras são bons, até reconheço alguns deles do meu antigo regimento. cada um deve ter o quê… umas 30 mortes acumuladas? algo por aí. ❜ embora preferisse não dar chance para memórias passadas, os rostos eram familiares e ele preferia não prolongar o contato. ❛ coitada de você, menina rica. ❜ seus dizeres contrastavam com o que realmente pensava; porém, realmente acreditava que kazz não tinha culpa nem sequer sabia sobre tudo aquilo. ❛ com certeza eu não vou arriscar me driblar daqueles caras. sabe, a minha vida pode não valer muito, mas… prefiro mantê-la por enquanto. ❜ havia sobrevivido por anos e simplesmente se recusava a morrer enfrentando algo que sabia não ter a menor chance contra. ❛ mas, vá em frente! fez tempo desde a última vez que vi um fuzilamento, já não me lembro direito como é. ❜ mentira. não era possível se esquecer de tamanha brutalidade, principalmente quando ele — por várias vezes, havia sido um dos executores. ❛ oferta tentadora, sim. mas, antes você tem que me pagar um jantar e me cortejar do jeito certo. não sou um encontro barato. ❜
“ — eu só estava tentando ser positiva para variar, mas ok, worse case scenario... ” ela mordeu o lábio, avaliando os guardas. kazz também conhecia uma parcela, alguns intimamente, outros era melhor nem comentar. “ — conhece o denver? ” apontou para um homem alto, bastante musculoso no canto esquerdo e mostrou o dedo do meio para ele sem se importar se ele notaria ou não “ — ele adoraria colocar uma bala na minha cabeça e olha que eu só fiz uma piada com o tamanho do pau dele. bom, não é uma piada se for verdade ” seu sorriso era travesso, mas ela lembrava da ocasião. por mais equilibrado que fosse a quantidade de mulheres no seu primeiro esquadrão, denver era o chefe que tinha prazer em desdenhar e humilhá-las. um homem parado no século retrasado, com certeza mereceu quando kassandra roubou suas roupas e fez todos debocharem dele por meses.
ela revirou os olhos. odiava quando achavam que ela tinha qualquer envolvimento com a família e os negócios. há muito tempo kass tinha sido rejeitada e não fazia parte do clan. se não fosse o sobrenome do pai, com certeza sequer usaria freeman. observou o homem falar, mas duvidava dele. não tinha como esquecer um fuzilamento, era sempre uma memória terrível. porém, não quis entrar no assunto, preferiu rir com a resposta ao seu convite. “ — ah, você quer um jantar com ceviche, vinho e luz de velas, mas eu sou uma garota simples que curte noite de tacos e tequila ” fingiu tristeza, e depois seu expressão ficou meio confusa “ — o que é cortejar do jeito certo? você quer que eu pague um dote pela honra se sentar em você? ”
a moça balançando um saquinho de caramelos no ar pareceu uma boa distração para que leopold não fizesse alguma besteira - daquelas que estava acostumado a fazer e ter o título de realeza para o tirar de qualquer problema que poderia ter de consequência. “e como gostaria de morrer?” questionou, apesar da pergunta contida e entediada, estava segurando-se para não explodir em palavras de revolta com o que acabara de escutar. “já que aparentemente todos somos prisioneiros, não me importo em ser preso e morto por um assassinato, está na minha bucket list.” estendeu a mão para alcançar o pequeno saquinho de doces que ela antes sacudia, em seguida, arrastou o olhar pela jovem, analisando-a e dando de ombros. “uma pena, você é bonita para ter que desperdiçar assim.”
“ — yeah babe, esse é o espírito ” comemorou, se levantando rapidamente. kazz abraçou o garoto, ou melhor, colou seu corpo no dele de forma que seria considerada indecente. seus olhos estavam fixos nos guardas, mas ela não se acanhou quando foi observada de volta. se afastou um pouco para conseguir observar melhor o garoto e soltou uma risadinha. permaneceu com uma mão nele e a outra possibilitando que ele pegasse a bala que tinha oferecido anteriormente “ — você também não é nada mal, pode começar com o bom e velho spanking, mas aí seria morto por traição a futura esposa, não apenas assassinado. ” kassandra tinha o péssimo hábito de reagir sexualmente quando estava nervosa e, naquele caso, a verdade é que estava em pânico. talvez provocasse a própria morte para valer dessa vez. “ — mas aposto que sairia dessa fácil, little yeager ”
— Isso é alguma espécie de piada?’ Indagou nervosamente, o cenho franzindo-se ao observar as pessoas ao seu redor em busca de alguém que estivesse entendendo melhor a situação. Todos tinham um semblante tão confuso e desconfiado quanto o seu, mas nada tinha feito sentido. Estavam presos? E o quê em nome de Deus era aquela de diferença nos genes? O que diabos poderia sair da combinação dos seus com os de sua futura esposa? — Além de sermos forçados a ter filhos… eles vão ser o quê? Mutantes?’
kazz riu alto da pergunta alheia. era um pensamento assustador e um tanto cômico. embora não tivesse acesso a filmes, uma vez que eram destinados mais aos nobres, estudara sobre sua história quando mais nova. achava incrível como os antigos podiam ter tanta imaginação e ficava triste sabendo que não poderia ver algo tão fantástico acontecendo, mesmo que dentro de uma tela. cuidado com o que você pede, i guess. “ — imagina criaturinhas com pinças no lugar das mãos, correndo com suas cinco pernas, quatro olhos e três mamilos ” sua risada ficou um pouco mais histérica e então ela cobriu a boca com as mãos “ — como isso vai sair de dentro de mim? será que vai fazer a própria incisão com suas mãos de tesoura? ” olhou para o homem com tristeza “ — acho ofensivo que as mulheres são sempre as que se fodem nessas histórias ”
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aceitou a oferta da morena, fitando a movimentação agitada ao seu redor. era isto. não que dorsey acreditasse que aquilo fosse acarretar em coisas boas, porém, até mesmo o ex-vanguardista ficou surpreso com o anúncio da atual rainha. ❛ poderia ser pior. ❜ disse-lhe o sabor doce preenchendo seu palato. apesar de decepcionado, não estava surpreso. ❛ creio que a maluca não quer que ninguém morra, por isso aqueles fuzis estão sempre apontados para nós. irônico, não é ?❜ já havia servido por bastante tempo para entender a conduta adotada pelas figuras de comando. ❛ se bem que… a sua família ajudou a colocar essas armas nas nossas caras. então, se as pessoas forem começar a colocar as outras na fogueira, ‘cê com certeza está na lista. ❜
ele realmente acreditava naquilo? o que podia ser pior? eles já os transformavam em monstros dispostos a matar e morrer por uma nação, ao menos eles tinham alguma liberdade antes. assim que ele falou, kazz voltou sua atenção para os guardas “ — são boas armas, talvez eles não tenham uma boa mira? ” choramingou em tom esperançoso e depois olhou ofendida para o homem “ — ow, injusto! eu nem gosto daquela galera..... ahhh, deve ser por isso que eles estavam animados para me enfiar aqui. ” ela riu com desgosto, imaginando se o discurso da mãe fora honesto quando pediu para ela se comportar. “ — toda segurança pode ser driblada, gatinho, segue meu raciocínio: eles disseram que a gente precisa engravidar, mas não disse que não podíamos nos divertir. você me leva pra cama, eu curto choking, você se empolga, eu dou aquela morrida, todo mundo feliz... bom, você seria preso, mas a boa notícia é que você já é um prisioneiro. ” piscou com um sorrisinho malicioso.
Com tanta agitação acabou perdendo de vista a vossa alteza e mesmo com a sua altura não conseguia avistá-lo parado. Andou pelo local até que ouviu uma voz anunciando um assassinato, ela parecia tão fora de si que resolveu se aproximar. – Com licença, senhorita. Não acho que nessa altura assassinatos sejam a resposta, mas eu adoraria um caramelo.
“ — eu acho que é a solução perfeita ” retrucou tão rápido que suas palavras se atropelaram, talvez estivesse um pouco bêbada por ter parado num bar de esquina antes de guardas aparecerem para escoltá-la de volta para mitra “ — veja bem, nós somos soldados, tirando uns fedelhos que entraram para fugir do exército, não é como se ninguém aqui fosse santo e nunca tivesse matado alguém, a diferença é que estaríamos matando para frustrar os planos dessa maluca e não o contrário ” kass pensou um pouco e tirou uma balinha de caramelo do saco e ofereceu para o homem “ — só porque você é gatinho e eu ainda não conheci meu par ”
o que diabos faria agora? kazz sentou no batente da porta, encostou a cabeça na porta e tirou um pequeno cantil de prata de seu casaco. “ — porra ” devolveu o objeto vazio para o bolso e tirou um saquinho com doces. colocou uma balinha na boca, desejando que fosse alucinógena para conseguir passar por aquilo com mais calma, mas só tinha gosto de caramelo. viu várias pessoas passando na rua. todos estavam enlouquecendo e não era para menos. eles tinham uma rainha mais louca do que imaginavam. “ — cinco caramelos para quem estiver sentindo aquela vontade incontrolável de cometer assassinato, eu posso ser a vítima ” anunciou alto, balançando o saquinho no ar.
— após se instalar em seu novo quarto, ainda tentava digerir tudo que estava pra acontecer, tudo bem, a conversa com sasha havia sido agradável, ele era simpático, educado e bonito, muito bonito… mas ainda não tinha certeza do que aconteceria, se aquilo tudo daria mesmo certo. precisava de um ar, então resolveu que seria uma boa dar outra volta pela vizinhança, desta vez sem o nervosismo de ter que conhecer o noivo, talvez encontrasse com os irmãos, ou então com algum rosto conhecido.. não tinha certeza como funcionava o pareamento e se alguém que conhecesse estaria ali, mas não costumava ter esperança, rostos conhecidos pela vizinha certamente seriam de grande ajuda. se sentou em um banco e foi quando notou que não estava mais sozinha. “você acha que vamos nos acostumar, com tudo isso?” ela disse ainda sem encarar a pessoa, sem saber de quem se tratava.
kass abandonou suas coisas no meio da sala antes de sair, precisava de um ar fresco e coragem para encarar quem quer que fosse pareada. acabou sentando perto de uma moça depois de cinco minutos andando, ela não aguentava muito exercício. “ — a maior habilidade do ser humano é se adaptar até as situações mais extremas, é como a gente consegue continuar empesteando a terra com a nossa existência. ” respondeu sem prestar atenção na mulher, seus olhos não focavam em nada “ — o que você achou do seu par? acha que vão ter crianças bonitas ou vai ter que transar no escuro para nem ver a cara dele? ”
identidade de gênero & pronomes: mulher cis, pronomes femininos
idade: vinte e seis anos
faceclaim: emeraude toubia
hierarquia social: mercante
ocupação: vergonha da família
b i o g r a f i a
você deve ter ouvido falar dos freeman: donos da segunda maior distribuidora de armas dentro do exército. seu negócio depende dos yeagers, claro, pois são aqueles que detém o monopólio da fabricação de armas. e embora o patriarca da família volta e meia resmungasse em casa que ele próprio tinha conhecimento suficiente para os superar se quisesse, sabia que não era inteligente ir contra a família real.
kassandra nasceu já nadando num mar de dinheiro. era tão preciosa quanto um bibelô, perfeita e intocada. toda sua infância e parte da adolescência foi limitada a mansão dos pais. seus dias cheios de atividades que eram dignas de uma princesa: etiqueta, dança, música, história e por aí vai. ela era inocente e seus pais queriam que continuasse assim, eles tinham influência suficiente para pedir que a colocassem no mais chato serviço militar: a secretaria.
a garota, entretanto, adorava explorar o porão da casa que era apenas um grande e belo acervo das armas preferidas do pai. claro que ninguém sabia disso, ela apenas queria saber de onde vinha o dinheiro da família e porquê apenas o irmão mais velho podia ficar nas reuniões junto ao patriarca. não acreditava que era sua idade, afinal era apenas um ano mais nova que ele.
infelizmente, logo ela descobriu. em uma de suas visitas secretas após a ultima demonstração de armas para os azumabitos, kazz foi dar uma olhada nas últimas novidades. estava com uma arma em mãos quando o pai a surpreendeu com a mão na botija. o susto provocou seu dedo no gatilho.
oh, como saberia que estavam carregadas? ela nunca tinha encontrado nenhuma das armas com balas antes! kazz largou a arma onde tinha encontrado e correu para o pai que já perdia bastante sangue. naquela noite, perseus freeman morreu nos braços da filha, sussurrando “tudo bem, querida, não se preocupe, vai ficar tudo bem”
mas ele mentira: nada ficou bem. o caos tomou cena a seguir. todos, freeman e azumabitos, que tranquilamente socializavam na sala seguiram até a sala. arrancaram kassandra de perto e a trancaram no quarto. não, eles não sabiam que fora ela. na verdade, os azumabitos levaram a culpa - bem, um funcionário deles - e até hoje as famílias se odeiam.
kass nunca contou para ninguém o que realmente tinha acontecido. o trauma de ter matado o próprio pai aos poucos foi a definhando. quem antes era uma jovem bem educada e promissora, agora só restava alguém que desejava se juntar ao pai. para seu azar, ela não tinha coragem de concluir o serviço. kassandra passou a dedicar sua vida a se punir e punir sua família de todas as formas que conhecia.
invés de fazer algum trabalho chato e burocrático, kazz decidiu que iria para as forças de vanguarda. qualquer coisa para estar longe de casa. com o tempo, a mulher se tornou lembrada por seu conhecimento bélico, ela podia nomear qualquer arma se lhe falassem as características. o problema? kassandra era a pior soldado que você possa imaginar.
quando dentro das muralhas de brittania, você sempre pode vê-la em algum bar, é a última a sair e só o faz porque um segurança acha ela caída em algum canto e a leva para casa. quando surgiu o projeto matrimônio, kass tentou fugir, seria melhor morrer numa missão do que casar com um idiota qualquer. mas no ultimo dia da inscrição, sua família a levou arrastada para se inscrever. sua mãe ainda tinha esperança que talvez casar e ter filhos ajudasse ela a voltar para o caminho dos bons costumes. kass, porém, sabia que apenas iria virar problema de outra pessoa como ouviu os empregados falando aos cochichos.
c o n e x õ e s
irmão : um ano mais velho que a kassandra ! ou seja, tem vinte e sete anos. você tem total liberdade para criar o personagem (nome, face claim, personalidade), mas quanto a relação deles, é complicado. eu imagino que eles tenham sido próximos, já que ambos foram criados de forma bem restrita, e que hoje ele esteja bastante decepcionado com a pessoa que ela se tornou.
azumabitos : sério, qualquer relação que seja viável ! ela com certeza tentaria se aproximar porquê se sente culpada de terem incriminado alguém por causa dela, e também porquê ela quer ir contra a família de todas as formas possíveis. depende muito de como querem desenvolver o plot: seu personagem pode odiar ela ou aceitar um tipo de amizade.
party buddies : alguém para festar com a kazz ! pode se importar ou não com o comportamento descontrolado e auto-destrutivo dela, pode ter um lance de amizade colorida ou não, mas geralmente está disponível para se embebedar ou fumar escondido.
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