for the first time in a while you are making me look forward to firsts
our first touch
first kiss
first love
and for the first time it does not feel like it is a mistake
RMH
tumblr dot com

Love Begins
almost home
untitled

Kiana Khansmith
Fai_Ryy
Jules of Nature
The Bowery Presents

Discoholic 🪩
trying on a metaphor
cherry valley forever

bliss lane
I'd rather be in outer space 🛸
PUT YOUR BEARD IN MY MOUTH

pixel skylines
ojovivo
𓃗

seen from United States

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seen from Colombia
seen from Dominican Republic
seen from Sweden
@conscribo
for the first time in a while you are making me look forward to firsts
our first touch
first kiss
first love
and for the first time it does not feel like it is a mistake

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
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I’ve been away
took a flight to a big city in a different country
but unfortunately and constantly my mind wanders to you
and I think of you
when I am walking down the street and smell their cigars
(they smoke a lot)
when I check who saw my last post
(there it is, you)
when I hear people talking
(I wish I could hear you too)
when I taste their wine
(I instantly wish I could kiss you next)
I wish I could touch you
and all those unfinished topics and plans
because it is 10 pm and I am writing bad poetry in English when in fact I am mad at you and I have no idea what’s wrong
“it was just a crush”, I said
but here is me writing shit on my tumblr now
goya said the sleep of reason produces monsters and maybe that is what happened
however, honestly
I don’t feel like waking up
I feel
absolutely
nothing
eu sempre quis alguém com quem eu pudesse assistir filmes de terror
que me contasse o que estava acontecendo enquanto eu cobria meus olhos com as mãos e só lia a legenda
você chegou e a gente viu um monte de filmes de terror juntos
e aí você quebrou meu coração
então, sabe, não
eu não preciso de você
eu não preciso de ninguém que me conte o que acontece na cena do filme
você faz com que eu prefira que os monstros, os assassinos e os demônios das telas sejam reais do que olhar de perto para a realidade e para o que você me fez passar
hoje eu vejo. eu assisto. eu cubro os olhos quando eu quero, mas só. isso não me impede de assistir filme nenhum
eu não preciso disso
eu só preciso de mim mesma e da coragem de abraçar o desconhecido, o horrível
e isso basta
eu não estou reclamando sobre estar sozinha
mas é porque eu não estou
é estranho, sabe? fazia tempo que eu não me sentia tão confortável assim; de fato, não me sinto sozinha, nem solitária, nem perdida. é tão bizarro o partilhar, o saber que existe alguém, o esperar e ser esperada. eu não sei, mas fazia tempo que as borboletas no estômago não apareciam. fazia tempo que a ansiedade não era boa, e fazia tempo que eu não me preocupava. fazia tempo que eu não via em alguém um espaço pra gostar e ser gostada, apoiar e ser apoiada, uma companhia saudável assim.
não sei, não, quanto tempo isso vai durar. eu espero que bastante, porque eu não quero ir a lugar nenhum.

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you make me wanna write
I like the movies. a lot. it is possibly one of my favorite places/thing to spend my money on. I love the idea of sitting there on an air-conditioning room and a huge screen watching any kind of movie. thinking like that, I would probably like to go on dates at the movies, right? no.
I’m usually realy anxious in what comes to dates. my hands are always sweat, my heart races and I constantly hope the world ends before the time to the date arrives. this is why I felt uncomfortable at first when you asked me out to go to the movies.
I arrived five minutes early and met you there. you were leaned on a wall, with a horror movie t-shirt and old vans, checking your instagram feed, and smiled at me when you saw me. we hugged and I complimented your smell. you smelled really good.
we dediced to go get our tickets and made fun of each other’s pictures in our IDs. you paid yours and I paid mine, because you already knew my policy when it comes to paying things (I do mine, you do yours).
we chose two seats in the last row because we know both of us talk a lot during movies. sitting by my side, there was a third thing on our date: my anxiety. just like that big rabbit appears in that movie, it was there, with its hand in my back, exactly in the beggining of my spine, in my cervical vertebrae.
as the movie started, we started to comment about everything: the soundtrack, the characters, the jokes, the subtitles. we were laughing when you suddenly approached your hand to mine, and our fingers smoothly interlaced. they stayed like that during the entire movie.
on a certain moment, I felt that the third wheel, my anxiety, had disappeared. I no longer felt its heavy hand on my back. It was gone. and I was alright.
we didn’t kiss. we both knew we were too focused on not letting any aspect of that movie and, even more, that moment, escape, so there was not an appropriate moment for us to kiss.
we left the movies holding hands. the date was fine.
EU NÃO QUERO MORRER
Andando pela avenida, esses dias, eu pensei em como é grande o número de pessoas da minha idade que estão morrendo. Câncer, depressão, atropelamento, acidente de moto, imprudência envolvendo álcool e carros. A lista de possibilidades é longa. E aí, cheguei a uma conclusão: eu não quero morrer. Se eu morrer, quem vai dar bom dia pros meus pais no grupo da família do Whatsapp? Quem vai fazer minha melhor amiga rir de uma piada inteira? Quem vai atualizar minha timeline do Twitter? Quem vai postar stories toscos no meu Instagram? Quem vai ficar bêbada e contar verdades para as pessoas? E olha o quanto eu ainda não fiz! Olha quantos livros eu ainda não li, quantos filmes eu ainda não assisti, quantas pessoas eu ainda não fiz rir com algum elogio bobo mas que eu disse sem nem pensar duas vezes; quantas aulas eu ainda não assisti, quantas tatuagens eu ainda não fiz, quantas vezes eu ainda não enchi o saco do meu irmão por uma coisa qualquer; quantas lambidas eu ainda não recebi de cachorrinhos, quantos poemas toscos e pequenos em inglês eu ainda não escrevi, quantos textos como esse; quantos beijos eu ainda não dei, quantas pessoas eu não conheci, quantos lugares eu ainda não frequentei. A lista de coisas que eu ainda não fiz, felizmente, é mais longa do que a lista de motivos pelos quais jovens perto de mim estão morrendo. E eu não quero ser estatística, não. Eu não quero morrer.
23/07
Manhã fria de julho amparada por um sol que não muito faz senão iluminar. Eu me levanto e, sonolenta, pego a xícara rosa florida e coloco até a metade de café. Adoço porque como dizem além de forte, é importante ser doce. Vou até o quintal. Lá, me sento sobre a pedra apenas ligeiramente aquecida pelo sol. Ele, lá em cima, imponente, parece não querer muito aquecer quem está aqui embaixo. Cruzo minhas pernas e deixo a xícara na minha frente. Fecho os olhos. Me lembro de quando eu era mais nova e fazia o mesmo caminho duas vezes por semana. Me lembro de como a rua era, e como é agora. Umas casas se transformaram em comércios que nunca dão certo. Outras seguem firmes sendo casas, mas com outras cores. Eu respiro fundo. Então, me lembro da constante sensação de ser responsável. De ficar orgulhosa comigo mesma por pequenos avanços. De como eu era metódica quanto ao que eu queria e como eu me desdobrava ao máximo para conseguir, quando a única pessoa que me impedia de chegar onde eu queria era eu mesma. De como era bom o gosto de ter conseguido. De como esse ciclo nunca acabava. Suspiro. Hoje não é diferente. As pessoas não são as mesmas, os lugares não são os mesmos, os objetivos não são, necessariamente, os mesmos. Do mesmo jeito que as casas se tornaram comércios falidos, eu me tornei alguém que, pelo menos, tenta não falhar. E é isso. De vez em quando algumas coisas me fazem pensar que eu nunca vou chegar lá. Que a caminhada é impossível - ela é difícil, impossível jamais. Mas essas coisas me fazem pensar que eu passei por elas e eu consegui. Eu estou aqui hoje. Eu passei, mais uma vez, pelo ciclo de querer algo, ser meu próprio obstáculo e conseguir o que eu quis. Sorrio pensando, sozinha, que esse ciclo nunca vai acabar. Que cada dia é um universo e que ele é meu para fazer o que quiser. E que pode ser que ele tente me deixar pra baixo, mas sabe que sou mais do que isso. Abro os olhos, com o rosto quente pela exposição do sol. Minhas bochechas devem estar vermelhas. Meu café, por outro lado, está frio. Mesmo assim, o calor da reflexão matutina faz com que eu me levante e pense que, mais uma vez, esse dia pode ser qualquer coisa.
estar longe de você é como não comer carne e eu sou vegetariana

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sad short poem
my bed
feels empty
without you
and my heart
does too
cansada
cansada dessa falsa liberdade onde tudo é toque e nada toca cansada de quem acha que só de torta americana é feita essa faculdade cansada de reprimir vontade de não poder confiar cansada de saber que o mais profundo é um flerte ou uma boca pra beijar cansada de viver no superficial de não conseguir mergulhar de ver o medo das pessoas em colocar uma letrinha antes do mar cansada de tanta gente a todo momento que se cobre com a bandeira do amor livre e se esquece do sentimento cansada de quem ri da monogamia acha que é em vão o quão difícil aqui é segurar uma mão? cansada de superfície de coisa nada além de casual de gente reprimindo sensação que era pra ser natural cansada de me apegar e perguntar onde errei em um lugar onde quem só pega é rei
Escuro e cômico: Esquadrão Suicida
(Cuidado: contém OPINIÃO e possivelmente spoilers) Sabe quando você olha um bolo na vitrine de uma loja de doces, um de 3 camadas, super bonito, com três cerejas em cima, parecendo apetitoso e, depois de ter visto muita propaganda, você come um pedaço e vê que não é tudo isso, que é bom sim, mas falta alguma coisa? O filme Esquadrão Suicida é exatamente esse bolo e as três cerejas, bom, são Will Smith, Margot Robbie e Viola Davis. É claro que isso é apenas uma opinião e você que está lendo tem todo o direito de pensar o contrário, mas eu me senti frustrada ao assistir o filme. Depois de todos aqueles trailers, a propaganda, o elenco entrando ao som de Heathens na Comic Con (que música, que pessoas)... O que eu vi na telona não foi tudo aquilo que eu estava esperando. Eu tenho uma concepção de que os filmes da DC carregam uma paleta de cores mais fechada, escura, e esse recurso estético dialoga com uma atmosfera mais tensa, no mínimo séria. Isso não é um problema! Só achei que seria um grande desafio para eles trabalhar com uma história que prometia personagens com um fundo cômico. Quanto a isso, houve paleta fechada, houve tensão, mas houve comédia. Rolou um equilíbrio, mas eu ainda acho que faltou um aprofundamento em pelo menos um dos lados - tensão ou comédia? O filme conta com MUITAS músicas, como Paranoid, Super Freak, Seven Nation Army e entre outras, que passam rápido mas estão dentro do contexto da cena e isso foi GENIAL - pra quem entende inglês. Pra quem não, pode parecer cansativo ou sem sentido. Confesso que o Coringa não me surpreendeu nem decepcionou - nem expectativa nele eu tinha. Começando pelo fato de que o Jared Leto como pessoa não me apetece. A questão, no entanto, é como bem ressaltou alguém que eu não me lembro: parece que o Coringa está louco devido a algo como drogas, não devido ao fato de SER louco. Várias cenas muito marcantes dos trailers não foram exibidas - como esquecer do "I can't wait to show you my toys!"? Isso prejudicou não só o personagem como outros - a Katana, por exemplo. Como se um filme fosse nos vendido e outro fosse o produto final. Will Smith é sensacional e mostra uma boa química com Margot Robbie, e os dois acabam carregando o filme. Não que os outros personagens sejam ruins, mas acabam ficando em segundo plano, sendo que suas histórias podiam ter sido melhor exploradas. Quanto à Viola Davis, sem comentários. É como disseram no filme antes de mostrar o celular com uma videochamada dela: "agora ouçam a palavra de deus". Sua personagem tem pulso forte e foi incrível vê-la em cena. Como a mesma disse na Comic Con, "eu interpretei a mim mesma". Assisti ao filme dublado porque levei meu irmão junto e ele não consegue acompanhar o legendado muito bem. Devo dizer que num todo a dublagem não foi ruim, só deixando a desejar na tradução de algumas expressões - mas nada que prejudicasse o filme. Agora, quero chamar a atenção pra uma personagem e sua força de impacto: Arlequina. Saindo do cinema, encontramos uma amiga do meu irmão com o namorado, que também tinham assistido ao filme. Num momento em que ele e meu irmão se afastaram, ela me disse "já sabe qual vai ser o apelido do meu namorado agora, né? Sim, pudinzinho!" e saiu. É alarmante ver como o comportamento da personagem - que é cativante - e o relacionamento da mesma com o Coringa influenciam as meninas que assistem ao filme. Claro que nós, mais velhas, problematizamos até o que tá escrito no bastão de baseball dela, mas e as meninas de 14, 15, 16 anos? A Arlequina enfia bala na cabeça de um par de gente, salva seus amigos e ainda assim se derrete por um cara que só abusa dela? Não faz sentido. E até as meninas mais novas agora veem isso. A atriz que dá vida à personagem já reclamou do tamanho do figurino, dizendo que ele é curto e desconfortável e sugeriu um filme contando a história da Arlequina. Eu espero que ambas as sugestões sejam acatadas. No mais, Esquadrão Suicida é um filme divertido, com ação - que cenas de combate, amigos! - e uma estética muito legal. Deixa a desejar em roteiro mas aquece nossos coraçõezinhos ao nos fazer perceber que a DC pode ser durona, mas tem senso de humor. (Ah, depois do filme, fica! Não tem bolo mas tem cena extra.)
Mãos
As minhas eram pequenas, macias, donas de um pulso firme e delicado, e unhas cuidadosamente lixadas e não tão bem pintadas. As suas eram grandes, rígidas, com traços fortes e um pulso rígido; abrigavam algumas cicatrizes e unhas sempre roídas. As minhas te seguravam, te puxavam pra mais perto e impediam sua ida; se entrelaçavam no seu pescoço e passeavam pelos seus cabelos. As suas me pressionavam pra mais perto, descendo das minhas costas até alcançarem minha cintura, e sua estabilidade me impediam de sair. As minhas corriam pelas suas costas e de vez em quando causavam grandes arranhões. As suas me apertavam com força e eram responsáveis por sensações e eventuais marcas. As minhas não conseguiram te segurar. As suas se desvencilharam. As minhas estão frias. As suas estão longe.
boesia: beber e beijar

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I think you should grab me by my hips and pull me closer and kiss me till I don't feel my lips anymore
I miss you but you won't crawl back to me so I won't crawl back to you either