this is how we play destroy gonna cut your face and break your favorite toy drop the match in the gas tank blow up your neighbor's pool .... I love to play destroy
Sabe, eu não deveria estar falando com estranhos, mas sinto que já te conheço! Foi você o sonho bonito que eu sonhei, certo? Você costumava ser conhecido como CONDE DRACULA, do conto DRACULA antes da maldição atingir o seu mundo FLORESTA ENCANTADA e o seu reino TENEBRIS. Agora, em Storybrooke, você é conhecido como RHYS TEPES, o PROPRIETÁRIO DO GRAN HOTEL de 37 anos de idade. Você me lembra um pouco BEN BARNES, mas deve ser só a névoa da maldição me confundindo…
O PERSONAGEM ESTÁ ACORDADO? Como foi arrastado a contragosto para Storybrooke em razão das maquinações de Carmilla, Dracula está consciente da maldição.
HEADCANONS:
Vlad sabia que tinha sido contaminado pela humanidade de Lisa, o que, a seu ver, não era sinal de fraqueza — até que os mesmos humanos que ela tinha o convencido a proteger a queimassem como a uma bruxa. Não é preciso dizer que o vampiro arrastou consigo, para Storybrooke, o repúdio pela raça humana, esquecendo-se que um dia havia amado um deles, de modo que vê alguma dificuldade em tratá-los como iguais.
A identidade construída no novo lar não poderia ser mais diferente da verdadeira, ainda que ele “governe” o Gran Hotel com o mesmo cuidado que dispensava ao terrível castelo em Tenebris. Sem família e de pouquíssimos amigos, o descendente de romenos é visto como um homem solitário e misterioso, que enviuvou cedo, depois que sua bonita esposa foi consumida pelo câncer. Seu patrimônio teria sido erguido com algum esforço pessoal, mesmo que a melancolia natural impeça que desfrute do dinheiro. Alguns comentários em torno do homem dizem que ele também perdeu um filho nos primeiros anos de casamento, o que o tornou ainda mais amargo com a vida.
O passado inventado contribui para que não tenha de mostrar uma personalidade agradável quando aparece em público, nas raras oportunidades em que se dá o trabalho de fazê-lo, vez que quase nunca é visto durante o dia e nunca mostra ter fome. As interações com Rhys são motivo de reclamação, tendo em vista que o homem não é conhecido pela gentileza, considerando que despreza humanos, e mais ainda ter de fingir que é um.
Seu único objetivo em Storybrooke é unir antigos membros de seu clã vampírico - ignorando as aspirações de Carmilla - para que possam pensar em formas de encontrar brechas na maldição e retornar para a Floresta Encantada, onde o filho o aguarda. Ele não se importa se, no processo, tiver de deixar um rastro de sangue.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS DA BACKSTORY: o Conde possui uma aversão de séculos pelos Van Helsing, tendo perdido as contas de quantos matou com o passar do tempo, sem que consiga se livrar de vez do clã — é como se se proliferassem como coelhos. Ainda, o maior motivo para que esteja desesperado por retornar à Floresta Encantada é que Adrian, seu único filho, não foi trazido para Storybrooke (ou ao menos assim ele pensa).
Seu personagem é dono/funcionário de algum estabelecimento que não está na lista de lugares?
O GRAN HOTEL DUMORT não é um estabelecimento comum, sendo influenciado pelos poderes de seu dono, que pouco se manifestam em Storybrooke. A construção, de todo modo, é mágica, o que pode ser percebido pelas escadas que se movimentam e pelos quartos que mudam de lugar - como as engrenagens de um castelo. As pequenas alterações podem ser percebidas pelos humanos desacordados. Todavia, dificilmente encontrarão uma explicação plausível para o ocorrido, optando por deixar o assunto de lado. Além disso, a construção exagerada também tem a aparência de um castelo, preservando a influência gótica na arquitetura, chegando a ser considerada bastante tradicional, o que compõe seu charme. No final das contas, é bastante elegante, contando com alas reservadas e secretas para reuniões do clã vampírico. O mais interessante sobre o hotel, contudo, é que ele interage com aqueles que percebem sua magia; isso pode se dar pela aparição repentina de um prato de comida, uma garrafa de vinho ou mesmo uma banheira preparada para o banho.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
✧・゚: * É claro que uma das festas idiotas de Halloween tinha que ser no Dumort. É claro que tinha que se tratar do dia estúpido onde sua fantasia perfeita de Rosalie Cullen tinha simplesmente desaparecido, e ela fora obrigada a pegar a primeira que apareceu em sua frente: chapéuzinho vermelho. Só não odiou por completo porque pensou que fosse o universo jogando jogos com ela, afinal, ajudaria a garota no dia seguinte; além disso, ficava muito bonita naquelas roupas, então não era de todo ruim. No hotel, fazia seu papel de vice-prefeita e participava de conversas paralelas, cumprimento uns, até mesmo dançando com outros, e com quem precisava estar, que era Pierre, não encontrava. No momento em que aquele pensamento surgiu em sua mente, o telão se acendeu e o show começou. Pierre sendo esfaqueado, as luzes se apagando, e o nível de raiva da vampira crescendo. Rapidamente deixou a taça que tinha em mãos de lado, e seguindo o odor fétido de Drácula, quase tão ruim quanto o de um lobisomem, não demorou em puxá-lo pela gola da fantasia que usava e arrastá-lo para um outro cômodo. “Você é idiota!?”, logo questionou, soltando-o para que pudesse olhá-lo nos olhos. “Esse jogo com Pierre é alguma ideia estúpida para tentar me enfraquecer?”, É claro que no fundo não ligava, afinal, se Pierre fosse realmente morto, sua vida apenas se facilitaria. Ainda que não acreditasse que ele estava realmente morto, sentia que o outro vampiro estava envolvido de certa forma. Carmilla não costumava fazer as coisas sem pensar, mas naquele momento sentia tanta raiva que precisava espairecer de alguma forma. “Foi uma ideia completamente estulta, isso sim. Eu exijo uma explicação.”
A noite vinha se apresentando calma demais até o vídeo — o oposto que ele esperaria de uma noite de Halloween. Estava quase grato por um pouco de animação, não fosse a dor de cabeça que decerto viria com Pierre sendo morto nas dependências de seu hotel. As acusações de que tinha facilitado o ingresso do assassino não tardariam a acontecer, mesmo que ele, infelizmente, não tivesse relação alguma com o atentado. Estava prestes a acionar sua equipe para que saíssem à caça do responsável, se guiando pelo cheiro do sangue, quando foi puxado por uma força descomunal que só poderia pertencer a um vampiro. A porta atrás deles se fechou com um sopro de ar gelado, como se o Dumort tivesse decidido prendê-los, auxiliando Carmilla. Rhys não tinha por que se abalar com a pergunta, considerando que não tinha relação com o fato. “ Eu seria se tivesse tentado matá-lo dentro de minha própria casa ” bufou, negando com a cabeça, indignado por ela tomar-lhe por estúpido. Mesmo que vivesse dizendo que não devia satisfações à mulher, ali estava ele oferecendo alguma. Teve de rir, contudo, assim que ela mencionou a possível motivação: “ Pode ser um choque para você, Carmilla, mas o mundo não gira ao seu redor ” então, comprimiu os pulsos da vampira, para que ela liberasse sua gola e acabasse com seu incômodo. Relutava em tomar distância; a maneira como o provocava... A forma obscena como ele se imaginava enfiando uma estaca em seu coração, como o incentivara a fazer naquela outra noite no Dumort... Ele teria a desculpa perfeita naquela noite e ninguém perceberia com a agitação do lado de fora do cômodo. “ Acha mesmo que ele morreria e ninguém sentiria nada? Essa maldição está ligada a ele. Use o cérebro antes de me atacar. O feiticeiro ainda está vivo ”
“Ah, você já me conhece bem, Rhys! Era óbvio que essa seria minha atração favorita. Na verdade, esse foi o motivo para eu ter vindo hoje. O resto não me atraí tanto. Estou morrendo de medo daquele escape room. É óbvio que eu não vou conseguir escapar de quarto nenhum! Eu não consigo correr em linha reta sem cair.” Tagarelou enquanto gesticulava, antes de dar de ombros e se voltar para os quadros, tomando coragem de se esquecer dos limites e tocá-los. Antes que o fizesse, no entanto, teve sua atenção roubada pela informação vinda de Rhys. “É mesmo?!” Os olhos da historiadora brilharam em empolgação. “Nós precisamos ir até lá então!” Antes mesmo de esperar por uma resposta, tomou a mão do mais velho e começou a arrastá-lo pelo corredor. “Essa escada aqui, certo?” Começou a subi-la em passos rápidos. “Olha só o capricho! Até essa escada parece com o que eu imaginei. Quase consigo me imaginar em roupas de época, caminhando por aqui. É claro que me falta a classe, mas… Acha que Drácula iria aprovar minha visita?”
‘ Realmente. Não seria difícil chegar a essa conclusão ’ quando ingressara na tenda, já esperava encontrar vítimas andando pelo castelo que remetia à sua própria construção, e a atmosfera do circo tinha mexido o suficiente com sua mente para que ele entrasse ali antecipando que se alimentaria. Pouco importava se Joanna era uma figura conhecida. Na verdade, era como se suprisse uma necessidade antiga. ‘ Mas depois de passar por aqui, duvido que vá cogitar passar por outras tendas ’ repuxou um dos cantos da boca, pensando que a mais nova decerto seria assolada por alguma fraqueza assim que terminasse com ela. Normalmente, era mais difícil convencer suas vítimas de que elas precisavam estar no lugar que ele precisava que elas estivessem, e o Tepes chegou a olhar para trás para se certificar que não estavam sendo seguidos no momento em que foi puxado, ignorando os detalhes de arquitetura apontados, ou anuindo esporadicamente, por saber exatamente como se pareciam. ‘ Tenho certeza que ele a recepcionaria com todo o prazer ’ viu-se surpreso por ela mencionar seu nome, seu ego sendo massageado, até que se lembrasse que aquele era para ser uma atração que lembrava seu castelo. ‘ Por que não vai na frente? Parece que aquele é um dos quartos maiores ’ indicou com a cabeça a porta que se revelava, esperando que a professora não gritasse. Muito.
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒐𝒓 @condedrcula
day three: murder party!
Encontrar-se com Drácula estivera nos interesses de Odila nos últimos tempos — principalmente porque precisava de informações sobre Tenebris em primeira mão. Claro que, metódica como era em relação aos seus planos, sentia que precisava testar se conseguiria algo com o vampiro antes de gastar qualquer jogada nele. A oportunidade servira à ela como uma luva, portanto, quando se viu presa na fantasia de Carmilla no Dumort. Definitivamente irônico, mas, de um modo, conveniente. “O hotel é muito bonito.” Comentou ao se aproximar, ainda com um resto de vinho na taça que tinha na mão. Como de praxe, encarava fixamente o rosto masculino, tombando a cabeça um pouco para o lado. “Não sei porque não visitei antes, seria o cenário perfeito para os meus recitais de ballet de inverno. Isso, é claro, se o proprietário permitir.” Ofereceu um sorriso que poderia ser lido como se a morena soubesse mais do que falava, embora se esforçasse para agir como desacordada. “Sou a Agatha, à propósito.”
Por temer que Carmilla tivesse aparecido como ela mesma naquela noite, ele tinha focalizado na figura em vermelho e branco no salão, a qual, depois de um tempo, percebeu que não exalava o mesmo odor que a vampira. Não tinha sido apresentado à mulher ainda, tendo se colocado propositalmente em seu caminho para forçar uma aproximação, apenas para se certificar que não tinha relação com o clã inimigo. Se tinha, vestir-se como a líder não parecia com uma jogada muito inteligente. Entretanto, quando abriu a boca, ele percebeu que não não tinha presas, e que suas palavras eram amenas demais para alguém que deveria detestá-lo. ‘ Gosta do que vê? ’ testou, elevando uma sobrancelha e acompanhando-a com o olhar. A informação de que era uma artista foi pescada com a fala seguinte, sendo o vampiro um grande apreciador da arte. ‘ O Dumort precisa de um pouco de vida. Nada melhor do que a arte para isso. Não me oponho ’ pontuou, se identificando como o proprietário, embora desconfiasse que ela já tinha essa informação. ‘ Rhys ’ respondeu, tomando a mão alheia e depositando um beijo nas costas da mão feminina de maneira antiquada, apenas para que tivesse a oportunidade de gravar seu perfume. ‘ É um desperdício que nunca tenha nos visitado. Vou ser obrigado a oferecer um tour? ’
Cornelia sabia tudo sobre acordos ruins. Estudar as histórias fazia parte do currículo de Shiz, afinal. E todas apontavam para o mesmo lugar: toda magia vem com um preço. Ela sabia por experiência prova que não era só a magia. Todas as escolhas cobravam seu preço no fim.
Ainda assim, ela se manteve a caminho do local combinado com Rhys. Não conseguira nada comendo pelas beiradas, sorrindo, acenando e apertando mãos. Agora era hora de fazer aliados. E se precisasse usar seu conhecimento para isso, o faria. Precisava ter cuidado: tinha mais a perder agora. Mas tinha confiança de que conseguiria.
– Espero que tenha encontrado todos os ingredientes que eu pedi? – Connie disse, ao chegar ao local. O cemitério ficava um pouco afastado da cidade e ela pensava que poderiam terminar os rituais antes que alguém os encontrasse. Qualquer adolescente que estivesse por ali tentando se assustar teria algo bom para contar aos amigos. – As condições dessa noite provavelmente não vão poder ser recriadas por algum tempo. Você sente também? As vibrações? Magia está por toda parte nesse festival. Talvez a gente consiga redirecionar alguma.
A extensa lista de ingredientes não pode ser facilmente encontrada, e definitivamente não sem algum custo. Drácula fora obrigado a enviar intermediários para que não suscitasse suspeita, vez que sua figura buscando por ervas, pedras raras e outras substâncias chamaria atenção em demasia, por sua ligação com o místico. Podia não ser dotado de poderes mágicos, exatamente, mas Tenebris era um reino conhecido pela proficiência em rituais em razão da presença de bruxas. Compreendia o conceito de captar e purificar a magia – considerando onde estavam, as palavras de Glinda faziam todo o sentido. Storybrooke era abundante em magia negra, e era por isso que o vampiro se mantinha forte, sendo a sua purificação o único modo de conversão. Trazer o poder para as mãos deles que seria a parte trabalhosa.
O cemitério estava praticamente isolado naquela noite. Depois de fazer dali seu local de repouso – num acordo vantajoso com Facilier para que seus cinquenta caixões ficassem espalhados em carneiras diversas que dificultariam sua localização – seria impossível errar o caminho. Era a figura da mulher que parecia deslocada em tal cenário, porque Rhys era incapaz de imaginar a outra fazendo rituais daquele tipo.
‘ Não sabia que era seu empregado ’ pontuou, com um sorriso minúsculo, para que ela não pensasse que ele estava à sua disposição. Ainda assim, o pacote com os ingredientes logo foi despejado por sobre uma lápide, depois de o vampiro conferir os arredores. ‘ Sou mais sensível que a média, mas essa não é a nossa natureza ’ ergueu um ombro; ainda assim, ele sabia que aquela noite era diferente, pelo afinamento do tecido com o outro plano. ‘ Algumas criaturas parecem estar usando os poderes livremente hoje. O mesmo deve se aplicar aos responsáveis pela maldição. Por onde começamos? ’
Catarina desfez a magia de envelhecimento e se transformou, mais uma vez, em Cate Fair. Pobre senhora vendendo maçãs ou simpática apresentadora de TV; nenhum desses títulos falavam sobre quem era de verdade, a Rainha Má. Porém, se quisesse preservar a maldição, precisava continuar sendo criativa e falsa. “Talvez seja bobo de minha parte assumir isso, mas ouviu falar que o Mirror of Love deve voltar no mês que vem?” Ofereceu um sorriso amigável para a pessoa ao seu lado. Ao lançar a maldição, ela moldara uma vida de fama para si mesma; onde era a apresentadora de um dos talkshows mais visto dos Estados Unidos, com foco no amor. Morava em Storybrooke meramente por apego à sua casa. “Estou à procura de novas histórias de amor para contar no programa… Histórias reais. De corações partidos, de emoções… Gostaria de compartilhar alguma comigo, hm? É tudo anônimo. E talvez ajude a aliviar um pouco esse clima pesado.”
Perversa como era, Drácula sabia que a Rainha Má devia estar apenas tentando tripudiar em cima de seu sofrimento com aquela conversa, decerto por ter percebido que pouca coisa além disso era capaz de lhe atingir. O vampiro mal disfarçou a careta de desgosto, imaginando se faria mal acabar com a vida dela no meio de todo aquele circo – literalmente. ‘ Será que alguém sentiria sua falta se eu, de repente, descobrisse que estou com muita fome? ’ perguntou calmamente, se virando para a bela mulher, que poderia desconcertar com aquela fala doce. Com uma das responsáveis pela maldição, não precisava de fingimentos. ‘ Não tenho história alguma a compartilhar com você. Devia ir atrás dos seus outros ratos de laboratório que mantém presos aqui ’ ele não compartilharia com ela uma história tão íntima quanto a que tinha com Lisa.
Não era a pessoa mais corajosa do mundo, mas aquela parte do evento estava agradando Joanna. Era claro que até então não imaginava que seria surpreendida com um beijo de vampiro mais tarde. O que a encantara era o fato do castelo ser exatamente como ela imaginara que seria lendo Drácula. Como conseguiram algo tão fiel?! “Olha esses quadros. Parecem mesmo serem de séculos atrás.” Comentou mais consigo mesma do que com aquele que lhe acompanhava durante a tour pelo castelo. “Se esse quadro estiver marcado com algo que indique 1890, Inglaterra, eu definitivamente vou ficar impressionada. Não tem problema dar uma olhada de mais perto, né?”
Aquele se parecia muito com um passe-livre para ele. Não havia ouvido nada diretamente da boca do prefeito, mas imaginava que Carmilla estivesse se aproveitando do fato de estar no poder para facilitar a vida de seus vampiros. O ingresso contínuo de vítimas desavisadas por aquelas portas não ajudava. E a sede que fazia sua garganta em chamas não era nada comum para o Conde, que se via se inclinando mais que o necessário na direção de Joanna. ‘ Está bem parecido ’ acabou soltando, distraído pela própria necessidade, apenas para torcer a boca e puxar a gola da fantasia, em desconforto. ‘ Digo, parecido com os castelos que vemos nos seus livros. Não me surpreende que tenha vindo parar aqui ’ a professora era a vítima perfeita em cenários como aquele. ‘ Acho que os quartos no andar superior devem ser ainda mais fiéis ’
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
Não teria como evitar aquele encontro, o máximo que poderia fazer, então, era tentar se comportar. Mesmo com empenho para se restringir e se manter na surdina, uma vampira descontrolada jamais passaria em branco por um dos responsáveis pela espécie. Jessamina esperava a repreensão, ou o castigo, uma hora ou outra. Só não imaginava que seria Drácula o interessado nela depois do episódio na casa dos espelhos. “Estou cansada.” Uma meio verdade dita junto do suspiro enquanto o assistia contemplar a floricultura; o ambiente completamente díspar do lugar onde Jessamina dissera que trabalhava na primeira vez que se viram. “Há quem diga?” Repetiu com as sobrancelhas um tantinho solevadas. Desconfiava que o vampiro jogasse com ela, porque Mina não era tão conhecida pelas outras criaturas da noite para que comentassem sobre ela ou a floricutlura. De qualquer maneira, esforçava-se para não parecer tão esquisita enquanto o cheiro metálico aturdia seus sentidos, embora duvidasse que Dracula não fosse compreender. Focou no caminhar lento dele, na figura se aproximando, uma distração para ela não perder o controle. “A floricultura funciona durante as madrugadas porque fica mais bonita nessas horas.” Explicou em tom suave, gesticulando as flores. Era comum que ficassem mais vivas à noite, com colorações vibrantes e perfume acentuado. Ainda assim, naquela, não se faziam suficientes para controlar os instintos da morena. “Também me permite testar com as fragrâncias sem clientes curiosos fazendo perguntas.” Sorriu de lado com a leve alfinetada. Ela pensava que poderia atingir alguma espécie de neutralizador ao cheiro do sangue se conseguisse as misturas certas. Era uma ideia fantasiosa, mas ela precisava se manter ocupada. A pergunta seguinte a tirou da curta sensação de sossego, uma recordação do sangue que ainda pintava a roseira e que estava a deixando louca. “Um pouco.” Mentiu, porque só agora percebia que não tinha se alimentado. Daí a crise com o presente deixado pelo cliente. Mina apertou as mãos contra o balcão, as costas pressionadas com força contra a madeira, e buscou enfocar os olhos alheios novamente. “Não imaginei que o veria por aqui. Se bem me lembro, nosso último encontro não foi exatamente agradável.” Não estava o enxotando, porém, tinha curiosidade do porquê de ser ele e não Carmilla. Tampouco mentiria sobre aquilo não agradá-la, no fundo: houveram vezes em que Jessamina pensara em ir atrás do Conde, no hotel, especialmente porque sempre se sentira inclinada a vê-lo — mas assumiu que seria melhor manter-se longe. Ali, via como isso se tornaria um problema.
O último encontro dos dois não tinha sido dos mais agradáveis, em grande parte por culpa dele. O Tepes podia se considerar um vampiro experiente, mas tinha deixado a desejar reagindo daquela maneira no salão dos espelhos, expondo um lado mais vulnerável, que poderia ser explorado por seus inimigos. Ainda não tinha decifrado o significado da imagem no reflexo, o motivo para que Jessamina se parecesse tanto com Lisa, mas estava certo de que tinha causado uma péssima impressão na vampira, e agora era obrigado a agir com normalidade, mesmo que as coisas entre eles não pudessem mais ser tidas como normais. ‘ Se é assim, deveria trabalhar menos, ou parar de tentar agir como se fosse humana ’ suspeito que uma criatura da noite se sentisse mais esgotada durante a noite, mas ele não quis observar isso em voz alta, se limitando a fazer anotações mentais sobre a Gençer. Sabia que ela tinha sido afastada do hospital e que por isso não poderia estar em sua segunda jornada de trabalho. Deu de ombros com a pergunta seguinte, não querendo esclarecer que essa era uma hipótese que ele mesmo levantava. Se a especulação o levaria à verdade era outra história. ‘ Entendo ’ porém, na realidade não compreendia a necessidade de desempenhar tal atividade quando ela poderia gastar sua energia no hotel, como os outros vampiros que compunham sua corte. O fato de não ter ido ainda somente fazia com que ele desconfiasse ainda mais de que ela era uma apoiadora de Carmilla. ‘ Muita gente impertinente costuma te fazer visitas? ’ perguntou, disfarçando o tom divertido, embora pudesse ser entrevisto um sorriso discreto em seus lábios. Tinha captado a insinuação, mas isso era ainda muito pouco para fazer com que fosse embora. Qualquer resquício de divertimento, todavia, sumiu assim que ela mentiu para ele; Drácula era experiente demais com alimentação para que não soubesse reconhecer um vampiro alimentado e um em abstinência. ‘ Por que não está se alimentando? ’ perguntou diretamente, bem mais sério e duro do que antes. Não queria que a outra pensasse que tinha opção naquele tópico. Seus gestos ansiosos apenas confirmavam as suspeitas do Conde. ‘ Se continuar se privando de sangue, seu organismo vai gritar por ele de uma forma que não vai ser capaz de controlar ’ avisou, dando um passo mais na direção dela e se inclinando para que o compreendesse bem. ‘ Não vai importar se você estiver em público, ou se estiver diante de alguém que se importe. Você vai acabar sugando até a última gota do primeiro ser vivo que encontrar. E então ’ as sobrancelhas se elevaram, negando com a cabeça. ‘ Você já sabe o que acontece ’ se direcionava a ela o sermão por se preocupar com a comunidade vampírica ou para desviar da insinuação não se sabia,
TW: SANGUE mas o fato é que não se incomodou em responder, passando, no lugar, a arremangar a camisa, rasgando a pele do pulso, recém exposta, fazendo brotar o sangue, que logo começou a gotejar, ao mesmo tempo em que ele encarava Mina. ‘ Beba ’ ordenou, sem rodeios. ‘ Quero me certificar de que não vai negligenciar sua alimentação de novo ’
A respiração era profunda conforme a Hua se deslocava pela casa abrindo todas as portas da mesma como se procurasse por alguma coisa, ainda que os olhos estivessem inteiramente vagos e o andar fosse um tanto arrastado o que indicava a qualquer um que a visse de fora que ela não estava realmente acordada. Talvez o maior indicativo disso fosse as falas desconexas vez ou outra durante o caminhar, que soavam mais como resmungos. ❝Maldito celular!❞ Deixou escapar fazendo um gesto com as mãos como se estivesse jogando o aparelho longe, ainda que o que tinha em mãos era nada além de uma almofada que foi parar aos pés do homem que agora jazia no centro da sala de estar. Ainda com os olhos dispersos e o rosto inexpressivo ela andou na direção dele, levando uma mão até o rosto alheio em um afago expressando um leve sorriso. ❝Cricket… Você não me estressa… Vem com a mamãe.❞ Ela murmurou a ultima parte estendendo os braços, ainda que fosse claro que estava apenas repetindo o que havia feito anteriormente antes de dormir com o animal de estimação, Cricket, o coelho.
@condedrcula
Havia ouvido e lido a respeito: ingressar na residência de terceiros, sem permissão, naquele mundo, não era tão bem visto quanto ele se recordava de ser em Tenebris. Havia sido dessa maneira, afinal, que tinha arrematado a maior parte de suas vítimas: aproveitando-se da noite e das madrugadas em que ninguém prestava atenção, sendo este o horário que os humanos tinham eleito para o sono e o repouso. Em Storybrooke, o Conde via uma infinidade de opções, mesmo que estivesse proibido de caçar. Estava pronto para contar com a hipnose e a discrição, contudo, para se aventurar com uma nova presa, o que fez com que, naquela noite, depois de muito espreitar a chinesa, ele finalmente decidisse ingressar na casa. Sabia do sono irregular da outra, do hábito de acordar no meio da noite sem se recordar de nada no dia seguinte, o que a tornava a vítima perfeita. Propositalmente, se colocou no caminho da mais jovem, se perguntando qual seria a reação dela quando nele esbarrasse – sabia que ela não acordaria, esse não era o comum em se tratando de humanos nessa condição. Assim que a mulher abriu os braços, Drácula a recepcionou num abraço, passando um braço por sua cintura. ‘ Estou aqui ’ respondeu, como se fosse o tal Cricket. ‘ Vai deixar que eu fique? ’
Como sempre, a chave de Carmilla para qualquer conflito era usar o poder da sedução. Sabia que fora assim que grandes inimigos terminavam grandes batalhas, o mais fraco sempre deixando-se levar pela doce ilusão de que a inimizade poderia tornar-se algo mais. Desde o encontro provocativo no parque, Carmilla mantinha em mente aquela tática com ele, mas era um pouco menos agressiva do que o normal, para que ele demorasse em perceber que era parte de seu plano. Sua primeira jogada naquela noite foi, após soltar de forma brusca o contato deles, voltar a tocar o braço alheio, apenas com as pontas dos dedos, um sorriso curvado nos lábios. “Acho incrível como ainda pensa que suas palavras me afetam de alguma forma. E no mais, às vezes uma mente deturpada pode fazer coisas incríveis. Você só não sabe disso porque não consegue abrir a sua.”, a mão do braço subiu então para a cabeça dele, a unha do indicador apoiando-se sobre a têmpora. Voltou, então, a afastar-se, dando as costas e os cabelos descoloridos para ele. Com um riso debochado, revirou os olhos sem que ele visse. “Acredite no que quiser, meu caro inimigo. Mas minha intenção foi somente aproveitar a noite, e espiar os planos de Gaston, é claro, não os seus. O hotel foi mera coincidência.”, o vento gelado de Estíria, cenário no qual ainda estavam, batia sobre o rosto dela, jogando os cabelos para trás. Virou o rosto para poder olhá-lo de soslaio, e deu levemente de ombros. “Você poderia fazer essa cena toda, claro. Mas há tantas outras coisas mais interessantes a se fazer com minha presença aqui…”, ali estava, a segunda investida. Deixando que os olhares se encontrassem, esboçou um sorriso mais terno. “Não vai nem mesmo me chamar para uma dança antes de querer enfiar uma estaca contra meu peito?”, ainda que tentasse, era impossível não debochar junto de suas falas. Ainda que as investidas pudessem não servir para nada, estava curiosa e atenta aos passos dele, se perguntando se conseguiria ou não encontrar um pouco fraco. Seria ótimo saber de todos para quando assumisse a prefeitura, podendo exonerá-lo dali logo.
A autoconfiança de Carmilla era perturbadora, especialmente porque Rhys não sabia dizer se era fingida ou verdadeira. Era possível que tivesse sido aquilo a atrair seguidores para o lado da mulher, muito mais do que qualquer coisa que ele tivesse feito e que tivesse desagradado os membros de seu clã. Era difícil competir com tamanho charme e apelo, quando ele próprio se sentia tentado – nada que ele fosse colocar em palavras. Seus dígitos sobre a pele dele causavam pequenos arrepios, como se a ponta dos dedos estivesse liberando alguma eletricidade, porém, ele não sentia o frio da pele morta, pelo fato de a sua estar na mesma temperatura. ‘ Eu deveria abrir minha mente para você? ’ havia captado a insinuação, sendo este o motivo para que seu tom fosse puro desdém; era como se a qualquer momento fossem sair do campo das palavras. ‘ Deve achar que estou mesmo muito necessitado, mas se surpreenderia com o quanto as humanas vulneráveis são ágeis ’ provocou, retomando a fala dela a ele no parque de diversões, a forma como tinha se colocado como a única opção possível para ele. A questão era que o Tepes sabia muito bem quais eram as intenções de Carmilla. Podiam até mesmo acabar se deixando levar por instintos primitivos, porém, ao final do dia, ele continuaria a tratando como uma inimiga. ‘ Se está aqui para espionar Gaston, está fazendo um péssimo trabalho. Não estou te vendo perto dele ’ semicerrou os olhos logo após a observação, sendo a sua vez de insinuar algo: que ela sempre acabava lhe procurando, como que se deixando levar pela provocação de que havia coisas mais interessantes a se fazer com ela ali. ‘ Estranho. Nada me vem à mente agora ’ comentou, virando o rosto, mostrando-se propositalmente desinteressado, esperando que aquilo abalasse a confiança de Cathrin. ‘ Que tal enfiar uma estaca primeiro e depois te chamar pra dançar? ’ ofereceu, refletindo o sorriso dela, passando os olhos pelo ponto exato em que pretendia cravar a estaca. ‘ Você ganha algo me fazendo essas perguntas sem sentido ou está apenas entediada? Não vou te entreter pelo restante da noite, se é o que espera ’
– Não entre em discussões semânticas. Você sabe o que eu quero dizer. Essa não é a vida deles. – Cornelia dispensou o comentário dele com um movimento da mão. – Muita gente aí fora trabalhou a vida inteira para chegar onde chegou. Enfrentou todo o tipo de coisa, derrotou todo o tipo de mal… Para isso. A única coisa que isso talvez ensine é que nenhuma boa ação passa sem ser punida. Que todos os instintos de ajudar alguém devem ser evitados. – Ela cruzou os braços, balançando a cabeça. Só de pensar em Elphie, vivendo uma vida diferente… Feliz, de sua maneira, sim. Normal… Ela sentia um arrepio. Essa não era ela. Ela lutara pela justiça, pela verdade e agora… Ela tinha que conversar com crianças que colavam chiclete no cabelo umas das outras o dia todo. – Mais uma mentira então… – A bruxa disse com um suspiro, observando o lugar, massageando o peito devagar. A ideia de ir para casa, de se deitar na sua cama, de sentir o cheiro dos seus campos… Tão perto, mas tão longe. – Pelo menos essa é uma mentira agradável. – Ela observou o homem, erguendo uma das sobrancelhas. Ir embora, é? Pensou. Teria imaginado que, em uma posição interessante assim e com posse de algum tipo de magia, ele teria querido ficar onde estava. – Eu suponho que sim. – O prefeito. Desjardins. Andressa D’Ville. Sua lista crescia a cada dia. – Sim, digamos… – Ela se inclinou para perto do homem para ouvir melhor sua proposta. – Obviamente, esse também é o meu caso. As únicas ocasiões em que eu senti magia nesse mundo foram em eventos como este… Normalmente relacionados à cidade. Mas sem o material necessário, todo meu estudo em magia é inútil. Magia é… Uma força. Uma energia. Ela precisa ser canalizada por objetos, por rituais. Ainda mais em uma ambiente instável como esse… Mas… Digamos… Que alguém me conseguisse o que eu preciso… Poderia ser uma parceria muito… Vantajosa. Para quem se encontre com a necessidade de alguma ajuda mágica. Um empurrãozinho, por assim dizer.
Ele sabia perfeitamente o que ela queria dizer. Foi por isso que se calou, não querendo suscitar um conflito. Não era do tipo que provocava sem necessidade, e estava mais interessado em ouvir do que em fazer-se ouvir. Era isso que fazia com que crescesse; que enxergasse as coisas de um ângulo diferente, pois, até então, ele não tinha pensado daquela maneira, que o bem era digno de punição naquela realidade. Nem mesmo sabia se se importava o bastante com isso, mas era algo a se pensar. ‘ Nem todos os que ajudam esperam recompensa. Se eles tiveram bons destinos por conta de suas ações, ótimo, mas essa não precisa ser a regra ’ entendia, também, o lado dos vilões: o desejo de ter seu próprio final feliz, de ser notado e lembrado. O que não podia admitir era que, para tanto, movimentassem todos os mundos da Floresta Encantada e bagunçassem a vida de quem nada tinha a ver. ‘ O que quero dizer é que se a bondade existe, deveria existir por si só, e não porque se sabe que mais adiante receberá algo por isso ’ era por isso que não se considerava necessariamente mau, tampouco poderia ser chamado de puramente bom, rechaçando tais divisões. ‘ É, uma pena que não vá durar muito mais ’ agora que entendia as razões dela, e via sua expressão aflita, o Tepes realmente lamentava que o cenário logo fosse se desfazer. ‘ Rituais... ’ repetiu, pensando alto e levando uma mão ao queixo enquanto contornava a sala. Ele não estava assim tão alheio ao conceito, por ser sua terra bastante mística. Se pudesse, contribuiria com a loira de alguma maneira, pois ela se mostrava como a única opção viável em tempos. Isto é, se ela também estivesse disposta a ajudá-lo a sair dali. ‘ Você já tem ideia do que precisa, exatamente? ’ semicerrou os olhos, inclinando-se um pouco mais para ouvir o que ela tinha a dizer. ‘ Estando onde estamos, pode ser difícil conseguir, mas não impossível. Não há dúvida de que alguns permanecem exercitando suas habilidades mesmo nesse mundo ’
Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
✓ Live Streaming✓ Interactive Chat✓ Private Shows✓ HD Quality
Anya is LIVE right now
FREE
Free to watch • No registration required • HD streaming
⊹ · Serena jogou os cabelos para trás e empinou o queixo em uma postura altiva, o sorriso orgulho apesar do comentário irônico. Sabia que não se parecia nada generosa, mas estava tentado ser com o novo sobrinho. Se conseguisse fingir o suficiente, talvez um dia de fato seu ‘coração enorme’ pudesse ser visto à distância como um dia seu castelo foi capaz de ser visto em vários reinos. O famoso vampiro era um ser intrigante de modo que estava gostando de conversar com ele, conhecê-lo melhor. Mas ele em nada se parecia divertido, fato que a fez se questionar se ele estava realmente soando sério ao dizer que os cidadãos o entendiariam com facilidade. — “ É claro… Deve ser difícil manter o rei da diversão entretido por muito tempo. ” Brincou, puxando o copo demasiado grande de chá gelado para sorver a bebida, apesar de doce demais ao paladar, estava em temperatura ideal. — “ Hm, bem lembrado! ” Winter ergueu o indicador no ar como se acabasse de ter uma ideia e depositou o copo sobre a mesa, ajeitando-se na cadeira enquanto jogava as madeixas para trás. — “ Eu tenho mesmo. O que me fez lembrar… Você ainda não é um assinante, querido. Não se preocupe que os dados dos meus clientes são guardados em segurança. Posso liberar o conteúdo premium como um teste por uma semana sem custo nenhum e depois você decide se quer continuar ou não. Será que os vampiros fariam sucesso nas minhas produções? Está aí uma coisa que nunca pensei antes… ”
A fala já era esperada, sendo a mulher naturalmente debochada. Alguém tão sisudo quanto o Conde dificilmente receberia o título que ela concedia, mas uma rainha gelada também não poderia gabar-se do mesmo. “ Posso não ser a figura mais divertida que conhece, mas você se surpreenderia com o quão difícil é me agradar ” respondeu devagar, a boca se rasgando num sorriso que mostrava as presas. Ainda estava tentando desvendar os personagens daquele cenário; quais eram suas motivações; a quem seguiam... A Rainha da Neve não tinha relação com a maldição até onde ele sabia, o que a colocava como potencial aliada, não fosse seu temperamento difícil e desdenhoso. A oferta que veio a seguir lhe fez rir, tendo Rhys se perguntado se era uma piada para ela, ou se todos os vampiros, no geral, eram vistos daquela maneira. Tamanho desrespeito não se veria em Tenebris. “ Lamento, não é esse tipo de depravação que costuma captar meu interesse... Se me conhecesse melhor, saberia disso ” era até mesmo uma ofensa que o colocasse no mesmo patamar das necessidades mundanas; entendia o apelo do prisma de um homem, mas não compartilhava delas. “ Nenhum vampiro de meu clã se submeteria a um contrato como esse. Boa sorte tentando encontrar, my dear ”
– Eu suponho. Eu não fui exatamente fã da última administração. Foi um pesadelo conseguir as permissões necessárias para fazer um novo espaço cultural, sendo que eu ia entrar com todo o capital. Não sou exatamente o maior apoiador de Desjardins, mas quero que alguma coisa mude, então estou disposto a dar essa chance. – August disse com um bocejo, apoiando os braços na parte de trás do sofá e olhando para o outro homem. Ele deu de ombros. – Ninguém vive para sempre. Até algum tempo atrás, eu achei que ia ficar sozinho para sempre e minha casa ia ficar abandonada como ficou quando meu avô morreu. Então eu abri o museu para que ele sempre ficasse cuidado por alguém na cidade. E logo depois eu tive um filho. Que reviravolta, não é? – Ele riu consigo mesmo. Precisava rir para não se preocupar demais com o tanto de gastos que poderiam ter sido evitados se tivesse sabido sobre Joey antes. – Bem, eu não estava dizendo nenhuma mentira, estava? A sala é idêntica. E, ei, nós empreendedores de Storybrooke precisamos nos unir. Controlar uma cidade economicamente é muito mais fácil do que politicamente. Aquelas pessoas lá fora precisam fazer festas desse tamanho. Nós só precisamos sentar numa mesa e tomar decisões. – Ele balançou a cabeça, dispensando o próprio pensamento. – Isso é, se um dia esse museu me der mais do que prejuízo. – August riu baixo, coçando o queixo. – Porque existem coisas piores lá fora do que uma vida sem luxo. Eu olhei direto nos olhos da besta e eu perdi. Aqui pode ser enfadonho, mas é seguro.
Anuiu com a cabeça, corroborando seus motivos. Bastava saber que ele não estivesse apoiando Carmilla e que ela não teria espaço na administração da cidade. “ Desjardins me parece uma ótima opção, apesar das frases de efeito. Sangue novo vai fazer bem para Stroybrooke ” meneou a cabeça, lançando ao outro um sorriso sem dentes. “ O que me preocupa mesmo é a vice do Sr. Daggers. Uma mulher que passa pouca ou nenhuma credibilidade ” gesticulou, negando. Se tivesse se dedicado desde o início daquela campanha para garantir que Gerard venceria, poderia ter convencido mais eleitores. “ Meus parabéns ” foi a resposta singela e desconfortável de Drácula ao ouvir sobre o tópico filhos. Sua experiência pessoal não permitia que parabenizasse o outro genuinamente, em parte por experimentar de alguma inveja ao saber que ele tinha para quem deixar seu legado. O vampiro, por sua vez, já tinha colocado a chance fora há tempos. Era um milagre que tivesse conseguido ter um filho com Lisa; não via isso se repetindo, especialmente naquele mundo. A ambição alheia, contudo, captou o interesse do Tepes, que não tinha cogitado, até então, que controlar uma cidade através do dinheiro seria possível, isso porque não vinha pensando com a mentalidade mundana, ainda preso a Tenebris. “ Não é difícil encontrar um rico que esteja interessado em mais poder. Podemos nos sentar em uma mesa quando você quiser ” era possível que o homem falasse aquilo tudo da boca pra fora, enquanto bêbado, mas Rhys o lembraria no futuro. “ Um empresário que não arrisca? Agora já sei porque seu museu está dando prejuízo ” comentou, com riso baixo. “ Que dificuldades alguém como você estaria enfrentando? ”