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@circusnora

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A academia era um dos únicos lugares que Nora conseguia pensar, uma vez que ela só conseguia pensar enquanto movimentava o corpo de alguma maneira. Desde que a Fada Azul mudou sua ocupação dentro do Circo para Cartomante, ela não tinha a mesma rotina de antes. Sentia falta das suas apresentações como contorcionista, dos aplausos e dos ensaios intermináveis. Poderia parecer contraditório, mas o cansaço e o trabalho duro durante todos esses anos foram o que a mantiveram sã lá dentro. E agora, ironicamente, estava fadada às suas tão preciosas cartas. Parada. Sentada. O tempo todo. Pensava em tudo isso e mais um pouco enquanto se alongava. A música no ambiente estava alta, e por isso não ouviu os passos de muse atrás de si. Levou um pequeno susto assim que percebeu sua presença, sempre desconfiada de pessoas que apareciam do nada em sua visão periférica. “E aí? Vai ficar aí de pé só me encarando?” Perguntou, parando para tomar um gole de água e fingir que não havia sido pega desprevenida.
maxxhatter:
onde: cozinha da academia
Quando se sentia ansiosa e estressada, Maxine normalmente consumia drogas ou alcool. Como isso já não era solução, ela fazia outra coisa que sempre fez quando era mais nova, cozinhar. Tinha sido uma luta deixarem entrar na cozinha mas depois de incomodar Madame Potts e ela notar que Max iria apenas fazer algo pequeno a deixou estar. Então lá estava a Hatter, colocar manteiga no enorme peru “Oh! Olá! Precisa da Madame Potts? Ela saiu por momentos.” Respondeu ao ver muse também na cozinha.
Palavras. Nora buscava por palavras, já que todas as que tinha em mente sumiram assim que entrou na cozinha procurando a Madame Potts e viu Maxine besuntando um peru gigante no meio da noite. “Huh... Sim, mas- Esquece. Você vai assar um peru agora?” Já nem lembrava mais o que estava fazendo ali, entretida demais com a cena na sua frente.
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🌊 𓂃 Tonwen caminhada de um lado para o outro, nervosamente. Naquele momento, mesmo que confusa com o que tudo e todos pensavam sobre seu então pai, e como aquilo tudo ricocheteava para si mesmo e para o restante de sua nova família, deixou todas as preocupações de lado por só uma: onde estava sua concha? O item, essencial para sua vida fora do mar, sendo sua primária fonte de comunicação com o Rei Tritão (quem ela considerava o verdadeiro pai), havia sumido! Ela não queria chorar, não precisava dar mais vexame na frente dos outros alunos da Academia, mas estava verdadeiramente desesperada. Indo em direção a um dos jardins, pensando que por um acaso poderia tê-la esquecido por lá, parou no momento em que algo começou a se formar nas paredes, uma espécie de frase. Não sou mágico, mas conheço alguém por aqui que é. Com os olhos arregalados, segurou no ombro de muse, que passava do seu lado naquele momento. “Ei, você está vendo aquilo ali!? O que significa?”, apontou para a parede, mal sabendo que se encontrava em branco para o outro.
Exausta de brincar de esconde-esconde com fantasmas, ouvir sobre incêndios e teorias da conspiração contra o lugar de onde veio e todo o resto que borbulhava pelos corredores dos dormitórios, Nora decidiu ir até os jardins e respirar. Infelizmente, assim como todos seus planos, isso também não funcionou. Mal havia chegado no gramado quando subitamente foi parada por Tonwen. Ela franziu o cenho para a situação, olhando da garota para a parede e da parede de volta para a garota, sem saber o que dizer. “Significa que esse jardim tá precisando de uma manutenção. Olha quanto musgo tem nessa parede.” Riu pelo nariz, colocando o peso do corpo na perna esquerda. “Por que? Que que você tá vendo de tanto aí?”
𝒕𝒉𝒊𝒔 𝒊𝒔 𝒂 𝒔𝒕𝒂𝒓𝒕𝒆𝒓 𝒇𝒐𝒓 @circusnora 𝒂𝒕 𝒕𝒉𝒆 𝒏𝒆𝒘 𝒚𝒐𝒓𝒌 𝒅𝒐𝒓𝒎𝒔
Victor tinha crescido num lar muito dado a acumulações. Como tinham tão pouco, era como se cada item da história daquele lado dos Tremaine lhes fosse precioso e ao longo dos anos tanto ele como Drizella passaram a ter dezenas de "coisas da sorte". Uma frigideira sem cabo onde a mulher havia conseguido fazer as panquecas não grudarem pela primeira vez, a caneta vermelha que estourou e manchou a mesa da cozinha quando Victor entrou no Módulo II e pôde fazer um desenho para mostrar suas habilidades mágicas para a mãe ao vivo. Livros, cds, tralhas non-maj que eles nem sabiam para que serviam, tudo tinha uma história. Depois da substituição dos dormitórios, Victor passou a se sentir ainda menos em casa na Academia e ao visitar o Drizzy's Tattoo Parlor voltou com uma caixa de coisas (à essa altura já tinha se arrependido: se não tivesse incluído a fita cassete deixada por seu pai dentre esses itens ela não estaria desaparecida agora). Dentre elas estava sua primeira guitarra, que ele não tocava há anos, já que tinha empenado o braço da mesma no final de um show particularmente bruto em que decidiu acertá-la no chão. Tinha uma mais nova no dormitório e outro em casa, graças ao incentivo de Scar, mas mandou consertar aquela mesmo que fosse apenas pendurá-la na parede. O instrumento lhe trazia boas memórias e talvez fosse catártico tentar compor nele de novo depois de tanto tempo. Estava entediado no quarto, sem vontade alguma de sair e ter que aguentar arthurianos o julgando por não estar inconsolável pela perda do restaurante de Tiana. Claro que achava triste, sabia muito bem o que era alguém construir algo do zero e o estúdio de tatuagens e apartamento de sua mãe eram seu legado mais precioso, mas era ali que estava a ironia: a maior parte daquelas pessoas (incluindo Tiana, Naveen e seus filhos) sequer chegariam a saber caso o Drizzy's fosse destruído por um incêndio, ou se importariam se soubessem. Então é, Victor Tremaine não estava inconsolável. O luto era uma emoção da semana passada e, pela própria Excalibur, depois de ver a cabeça de uma professora cair no chão diante de seus olhos ele estava tão amortecido que seria preciso muito mais para abalar seu emocional. Tentava compor algo sobre isso, mas o tédio e o nada não eram coisas muito inspiradoras, então olhou para a guitarra de tinta preta descascada, pendurada em suas costas por um cadarço de tênis que ele remendou ao cordão original quando começou a ficar alto demais para que tocasse de pé por horas no Pirate's Life. The good ol'days quando ainda pensava que conseguiria convencer a mãe a deixá-lo não entrar na Academia e pensava que poderia viver de música... Nostalgia era uma emoção mais inspiradora. Continuou sem ideia nenhuma para letras, mas se lembrou de uma pessoa cujo senso de humor conseguia fazer com que logo ele risse de piadas sobre sangue mesmo quando era um adolescente emburrado. Pegou o celular e buscou o número de Nora para lhe mandar uma mensagem de áudio. "Ei, lembra quando eu te mostrei minha primeira guitarra e você disse que eu podia tocar um pouco mais alto pra fazer os ouvidos dos Arthurianos sangrarem?" o riso soou mesmo através do telefone "Eu trouxe ela pra cá. Mandei arrumar esses dias e ainda não testei, quer vir ver se agora funciona?" brincou. Mesmo que ela vivesse entre eles agora, as piadas de péssimo continuavam frequentes entre eles. Era isso: queria poder rir sem ter que medir as palavras.
Nora não pôde evitar a risada que lhe escapou ao ouvir a mensagem inesperada do amigo. Victor era uma das poucas pessoas de seu passado com quem tinha retomado contato desde que entrou na Academia, e a lembrança que ele lhe trouxe era apenas uma de inúmeras que viveram juntos. “Claro que eu lembro. Como eu poderia esquecer o dia que você quase fez os meus ouvidos sangrarem também?” Brincou. “Jura que você trouxe ela aqui?! Quero ver sim. Não posso perder uma chance de presenciar uma tragédia.” Ela terminou de enviar a resposta em áudio para ele e se levantou da cama, buscando um par de tênis para calçar e sair do quarto animada. Não aguentava mais viver o surto coletivo que estava acontecendo nos últimos dias, de maneira que qualquer distração era muito bem vinda. Não demorou para chegar nos dormitórios Nova York, imaginando que seria ali que moraria caso não tivesse ido para o Circo... se é que teria entrado na Academia em primeiro lugar. “E aí, pronto pra explodir o cérebro de alguém com essa coisa?” Disse, encostando-se na porta aberta do quarto alheio assim que chegou, observando com apreço a guitarra que ele segurava. Nora nunca foi apegada à muitas coisas - afinal, nunca teve nada -, mas nutria carinho por algumas. Por exemplo, seu baralho. A guitarra de Victor. O colar que sua antiga amiga do Orfanato havia lhe dado antes dela partir. Coisas assim. “Porque eu estou.”

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