Ă uma delĂcia ver vocĂȘ se agarrando nos lençóis, travesseiros ou seja lĂĄ o que estiver pela frente porque nĂŁo consegue lidar com a sensação. Fica toda desesperadinha tentando alcançar o corpo dele atrĂĄs de vocĂȘ, mas falha. Se ele estiver sendo generoso, vai cobrir seu corpinho com o dele, te abraçando sĂł pra sussurrar um monte de sujeira no ouvidinho da princesa dele. Mas se, por algum motivo, ele estiver meio puto, ele vai forçar sua cabecinha contra o colchĂŁo (ou sei lĂĄ o quĂȘ) sĂł pra meter com mais força.
Ă gostoso pra caralho abrir seu rabinho com as mĂŁos sĂł pra assistir o jeito que ele tĂĄ te comendo. A bucetinha toda judiadinha sĂł aceitando, a base do pau dele toda meladinha de tanta porra que vocĂȘs jĂĄ soltaram. E se eu nĂŁo falar isso eu nĂŁo sou eu: mas esse homem TEM um puta tesĂŁo em anal e vai brincar com seu outro buraquinho nem que seja sĂł um tiquinho... seja cuspindo, colocando um dedinho, roçando a cabecinha do pau [đ„Ž]
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VocĂȘ mordeu o lĂĄbio enquanto o repreendia, com o tom de voz arrastado. Ele sorriu enquanto terminava de lavar a louça de vocĂȘs, usando suas luvas amarelas, e vocĂȘ finalizava secando um copo, colocando-o na ilha no meio da cozinha.
â Gosto da ponte do seu nariz, da curva do seu pescoço, da sua cintura e da cor especĂfica dos seus olhos quando a luz bate em determinado Ăąngulo â ele respondeu de uma sĂł vez, sem pensar duas vezes.
VocĂȘ sorriu, satisfeita, enquanto se encostava no balcĂŁo. Seungcheol se livrou das luvas, deixando-as ao lado da pia, para ficar ao seu lado, os braços se encostando.
â Mas, se for pra ser safado...
â Elabore â vocĂȘ incentivou, e ele molhou os lĂĄbios, que com certeza faziam parte da sua lista de caracterĂsticas fĂsicas favoritas nele.
â Gosto dos seus mamilos. SĂŁo fofinhos.
VocĂȘ riu, ficando vermelha, ao passo que Seungcheol te prendia entre ele e o material do balcĂŁo. VocĂȘ respirou fundo depois do acesso de riso, olhando para ele fixamente.
Cheol te beijou de novo â agora o seu pescoço, seu colo, seu ombro. Os dentes encontraram sua pele de leve, sĂł com o intuito de te provocar. Ele te impulsionou para cima do balcĂŁo, os beijos se intensificando Ă medida que as mĂŁos dele te desbravavam, e as suas puxavam o moletom que ele usava para cima, removendo-o tĂŁo fĂĄcil quanto sua memĂłria havia se livrado do intuito da pergunta: a resposta, obviamente.
â E o que mais? â Cheol perguntou, com a boca na linha do seu maxilar, os lĂĄbios curvados em um sorriso diabĂłlico, lindo e cheio de luxĂșria.
Era possĂvel â na verdade, era certo â que Cheol nunca se cansaria de te comer, ou, melhor dizendo, de fazer amor com vocĂȘ em cada uma das superfĂcies que achasse apropriado. E, para ele, meio que todas eram.
â Acho que...
â Quero sua versĂŁo safada.
â Cheol, eu... â vocĂȘ apertou o bĂceps dele, as bochechas queimando â conseguia sentir. Os lĂĄbios entreabertos, o coração disparado, a respiração ofegante. VocĂȘs jĂĄ tinham se pegado no mĂnimo umas mil vezes, e seu corpo nunca se acostumava com o de Seungcheol pressionando o seu â especialmente porque vocĂȘ o conhecia, confiava nele, sabia do que ele gostava e do que nĂŁo gostava. Na sua frente, ele era sĂł Choi Seungcheol, um cidadĂŁo comum como qualquer outro â com uma libido extraordinĂĄria.
Mas Seungcheol se continha â na maior parte do tempo. Trabalhava seu autocontrole com afinco desde que te conheceu.
â Querida, nĂŁo precisa sentir vergonha â ele incentivou, os olhos presos nos seus, observando cada tremorzinho de pĂĄlpebra, cada rubor intensificado que surgia nas suas bochechas lindas, com um viço natural, rechonchudinhas de um jeito que o deixava completamente apaixonado.
â Gosto da covinha que vocĂȘ tem na bunda.
â Eu jĂĄ imaginava.
VocĂȘ escondeu o rosto nele, de vergonha â e porque tentava reprimir o sorriso que nĂŁo saĂa por nada dos seus lĂĄbios. As maçãs do seu rosto iriam doer depois, mas vocĂȘ nĂŁo se importava naquele momento.
Seungcheol te beijou de novo, com uma intensidade que curvou seu corpo para trĂĄs. Uma sequĂȘncia de beijinhos foi depositada nos seus lĂĄbios quentes e vermelhos antes de ele dizer, completamente satisfeito com vocĂȘ, com a sua resposta, com o que vocĂȘs tinham â com o amor que sentia por cada pedacinho que te compunha:
â e por que vocĂȘ nĂŁo pode? â vocĂȘ se senta e arruma sua camisa que ele tirou por que estava chupando seu peito antes de vocĂȘ perguntar se ele poderia ir jantar seus pais
â porque eu nĂŁo porra, nĂŁo quero â ele disse, sem nem olhar em sua direção
â quer saber? tudo bem, nĂŁo vĂĄ, eu vou dizer pra eles que meu namorado nĂŁo quis aparecer, e eles vĂŁo perceber que estou namorando um idiota, assim como eles suspeitavam â vocĂȘ se levanta, pegando sua bolsa do chĂŁo e abrindo a porta do quarto dele bufando
com mingyu era sempre o mesmo a mesma ladainha e vocĂȘ estava começando a ficar cansada disso
vocĂȘ tinha acabado de se sentar na mesa da sala de jantar quando a campainha tocou
sua mĂŁe estava colocando purĂȘ de batata na mesa quando ergueu os olhos surpresa
â vocĂȘ pode abrir filha? â ela perguntou e vocĂȘ se levantou tentando sorrir apesar de ainda estar chateada
mingyu nĂŁo ligou para se desculpar, nĂŁo que vocĂȘ esperasse que ele ligasse
vocĂȘ sabia que ele fingiria que nada aconteceu
sua mĂŁe preparou o jantar mesmo depois de vocĂȘ avisar que ele nĂŁo poderia vir
quando vocĂȘ chegou em casa e a viu na cozinha, vocĂȘ odiou ter que dizer a ela que seriam sĂł vocĂȘs trĂȘs como sempre
vocĂȘ estava namorando hĂĄ quatro meses, nĂŁo era muito, mas foi tempo suficiente para que seus pais ficassem curiosos principalmente porque seu Ășltimo namorado estava bastante presente na sua casa, conversava com seu pai sobre esportes, ajudava sua mĂŁe nas coisas
dava para perceber que eles tinham inseguranças em relação a mingyu
sua ausĂȘncia para eles dizia muito, principalmente porque vocĂȘ estĂĄ sempre na casa dele porque ele tinha que cuidar da irmĂŁ mais nova
vocĂȘ saiu para atender a porta e quase pensou que estava tendo alucinaçÔes com a visĂŁo Ă sua frente
mingyu
com... flores
â cheguei na hora? â ele perguntou e ainda parecia irritado mas puta merda, ele estĂĄ aqui!
â vocĂȘ me trouxe flores? â vocĂȘ perguntou estendendo a mĂŁo pras flores, mas ele puxou de volta
ele entrou sem que vocĂȘ o convidasse e quando sua mĂŁe voltou para a sala, o rosto dela instantaneamente se iluminou ao ver ele
â oh, vocĂȘ deve ser o mingyu!
os dedos dele afastam sua calcinha e começam a te dedar vocĂȘ de um jeito provocante e habilidoso
ali mesmo, na mesa de jantar
vocĂȘ morde o lĂĄbio com força tentando segurar o gemido
â ela sempre foi inteligente, puxou a mĂŁe â diz seu pai, sorrindo orgulhoso para a esposa sem perceber que a filha tĂĄ quase tendo um orgasmo bem na frente deles â o que vocĂȘ pretende fazer depois de se formar, mingyu? â seu pai pergunta
vocĂȘ escorrega um pouco mais para baixo na cadeira, tentando dar mais espaço para ele te tocarÂ
vocĂȘ sabia que aquilo era errado, mas a sensação era boa demais.
â ah, pretendo começar a trabalhar na ĂĄrea senhor â mingyu disse
o polegar dele vai para o seu clitĂłris e vocĂȘ solta um suspiro, todos olham para vocĂȘ
â tudo bem vida? â mingyu pergunta com a voz doce enquanto suas bochechas esquentam â nĂŁo liguem para ela, ela tĂĄ preocupada que eu consiga um trabalho longe dela, mas nĂŁo pretendo me candidatar em nenhuma vaga longe
ele mente de forma tĂŁo descarada e natural
os dedos dele pararam, mas assim que a conversa na mesa recomeça ele retoma o movimento e vocĂȘ estĂĄ suando
vocĂȘ nĂŁo pode gozar na mesa de jantar, isso seria loucura, vocĂȘ nĂŁo pode...
â vou pegar a sobremesa â sua mĂŁe diz e se levanta
â mingyu! â vocĂȘ sussurra batendo a cabeça com força no encosto da cadeira
â vocĂȘ nĂŁo me deixou terminar mais cedo â ele diz junto ao seu pescoço, mordiscando sua orelha â fez numa briga idiota e foi embora, nĂŁo achei justo, e vocĂȘ?
â por favor, eles vĂŁo voltar a qualquer momento, por favor vocĂȘ precisa...
vocĂȘ cruza o olhar com o dele e se sente extremamente suja com o que estĂĄ acontecendo, mas morde o lĂĄbio e acena com a cabeça
ele te conhece bem demais, vocĂȘ nĂŁo ia pedir para ele parar
moça faz mais 18+ do Jude Bellingham, do Keito Nakamura, do scoups por favor đ
Encima do jet-ski...
Scoups Ă fem!reader
(Pornografia sem enredo)
Notas: Aproveitando que essa jĂĄ estava guardada na minha listinha, resolvi postar. (Desculpa ter demorado tanto para postar alguma coisa, morecos. đđ)
Seungcheol - smut - namorado
Avisos: MDNI! Cowgirl, sexo em local semi-pĂșblico, dirty talk, dominação feminina momentĂąnea, apelidinhos, relação estabelecida, creampie e acho que sĂł.
VocĂȘ estava de joelhos no assento diante dele, o plĂĄstico quente contra a pele, as mĂŁos apoiadas nos ombros largos de Seungcheol. Sob seus dedos, a pele dele irradiava calor â o sol do dia inteiro ainda impregnado nela, misturado ao cheiro de sal marinho, ao traço amargo de suor e Ă quele odor de cigarro que sempre parecia segui-lo como uma sombra, um vĂcio que vocĂȘ aprendera a associar ao gosto da boca dele.
Ele estava sentado Ă sua frente, as pernas abertas numa postura relaxada que nĂŁo escondia a tensĂŁo que corria por cada fibra de seu corpo. O pau dele estava duro e ereto entre vocĂȘs, a ponta jĂĄ brilhante, jĂĄ Ășmida, pulsando contra o ar salgado como se tivesse vida prĂłpria. As mĂŁos dele repousavam em seus quadris, os polegares pressionando os ossos com uma firmeza que era ao mesmo tempo posse e convite, e ele a olhava com aqueles olhos escuros â olhos que pareciam despir vocĂȘ por inteira, que pareciam conhecer cada pensamento que cruzava sua mente antes mesmo que vocĂȘ pudesse formulĂĄ-lo.
VocĂȘ se abaixou devagar. TĂŁo devagar que cada centĂmetro era uma eternidade. Sentiu-o abrir vocĂȘ, invadir vocĂȘ, preencher vocĂȘ â a sensação de ser esticada, de ser tomada, fazendo seus olhos se fecharem por um segundo, um gemido baixo escapando dos seus lĂĄbios como um segredo que o vento levou.
Ele entrou inteiro, e vocĂȘ parou. Sentou-se completamente em seu colo, sentindo-o no fundo, pulsando dentro de vocĂȘ como um segundo coração, como se ele estivesse ancorado ali, enraizado em seu corpo. Os dedos dele apertaram seus quadris com mais força, e ele soltou um suspiro longo, a cabeça inclinando-se para trĂĄs, o pomo de AdĂŁo subindo e descendo enquanto ele engolia o prazer, os olhos fechados por um momento de rendição.
â Caralho, putinha â ele murmurou, a voz rouca, quase destruĂda, como se as palavras tivessem sido arrancadas dele Ă força. â CĂȘ aperta gostosinho...
VocĂȘ sorriu, um sorriso lento que sabia que ele podia sentir mesmo sem ver. Passou as mĂŁos pelos ombros dele, pelos braços, sentindo cada curva de mĂșsculo, cada veia, cada cicatriz que a pele guardava. E começou a se mover.
O gemido que escapou dele foi baixo, gutural, um som que parecia vir do fundo do peito, das profundezas onde ele guardava tudo o que nĂŁo dizia. As mĂŁos dele apertaram seus quadris com mais força, os dedos marcando a pele, e vocĂȘ sentiu o tremor que percorreu seu corpo.
â Assim? â vocĂȘ perguntou, a voz doce, com falsa inocĂȘncia, enquanto repetia o movimento, o cĂrculo lento no final de cada descida, sentindo-o tremer dentro de vocĂȘ, sentindo o controle que vocĂȘ tinha sobre ele.
â Assim...â ele confirmou, os olhos semicerrados, a respiração jĂĄ mais pesada, o peito subindo e descendo num ritmo que começava a perder a compostura. A testa dele estava levemente franzida, os lĂĄbios entreabertos, e ele parecia estar lutando para manter o controle.
VocĂȘ acelerou um pouco. O ritmo ainda controlado, mas mais firme, mais determinado. VocĂȘ subia e descia, o quadril girando em movimentos que vocĂȘ sabia que estavam deixando ele louco â cada rotação calculada para arrancar dele um gemido, um aperto de mĂŁos, um tremor. O som molhado dos corpos se encontrando preenchia o ar salgado, misturando-se ao bater suave das ondas contra o casco.
As mĂŁos dele escorregaram dos seus quadris para a sua bunda, apertando, guiando, mas vocĂȘ nĂŁo deixou ele assumir o controle. VocĂȘ manteve o ritmo, o seu ritmo, rebolando em cima dele como se ele fosse apenas o assento de uma mĂĄquina que vocĂȘ estava pilotando, os joelhos firmes no assento do jet-ski, o corpo inteiro trabalhando em harmonia, cada mĂșsculo afinado para o prazer.
â CĂȘ 'tĂĄ toda safadinha hoje, hein? â ele provocou, a voz um rosnado baixo que vibrou contra o peito dela, os olhos escuros brilhando com um misto de admiração e desejo. â Rebolando assim, toda controladora, mĂŽ...
â VocĂȘ nĂŁo gosta? â vocĂȘ perguntou, inclinando o corpo para frente, os peitos roçando no peito dele, a boca perto da orelha dele, sentindo o calor da pele contra seus lĂĄbios. VocĂȘ sussurrou as palavras, sentindo-o estremecer ao som da sua voz. â Gosta de ver sua puta rebolando gostoso em cima de vocĂȘ?
A mĂŁo dele fechou no seu cabelo, puxando sua cabeça para trĂĄs com força suficiente para doer, forçando vocĂȘ a olhar nos olhos dele. O olhar dele era escuro, intenso, cheio de uma fome que nĂŁo tinha pressa de saciar â uma fome antiga, profunda, que sĂł vocĂȘ sabia alimentar.
â Gosto. â ele disse, a voz grossa, cada palavra pesada como pedra, como se estivesse admitindo algo que preferia guardar. â Mas gosto mais quando cĂȘ perde o controle.
â Assim, putinha. â ele murmurou, a voz perdida, os olhos meio fechados, a testa apoiada na sua. O suor escorria entre os corpos, misturando-se ao sal do mar, e o cheiro de sexo preenchia o ar ao redor como um perfume denso e inconfundĂvel. â Assim, caralho... Rebola gostoso assim que eu vou gozar gostoso dentro dessa bucetinha.
VocĂȘ acelerou ainda mais. O corpo inteiro trabalhando, as coxas queimando, os mĂșsculos protestando, mas vocĂȘ nĂŁo parou. VocĂȘ subia e descia, rebolava, girava, cada movimento desenhado para levĂĄ-lo ao limite, para provar que vocĂȘ podia controlĂĄ-lo tanto quanto ele controlava vocĂȘ. O suor escorria entre seus seios, escorria pelas suas costas, e vocĂȘ sentia o gosto de sal nos lĂĄbios.
â Goza. â vocĂȘ ordenou, a voz rouca, os olhos fixos nos dele, firmes, implacĂĄveis. NĂŁo era um pedido. Era uma exigĂȘncia. â Goza dentro de mim, Cheol.
O orgasmo dele te atingiu como uma onda â sĂșbito, avassalador, inevitĂĄvel. Ele gemeu alto, um som rouco e desesperado que parecia rasgar a garganta, e as mĂŁos dele apertaram sua bunda com tanta força que vocĂȘ sabia que ia marcar, que os dedos dele deixariam sinais roxos na sua pele. Ele se enterrou fundo, uma Ășltima vez, e vocĂȘ sentiu o jato quente se espalhando dentro de vocĂȘ, preenchendo cada centĂmetro, cada espaço, como se ele estivesse marcando vocĂȘ por dentro, como se estivesse deixando uma parte de si em vocĂȘ.
â Chega, caralho! â ele riu, a respiração ofegante, o peito subindo e descendo num ritmo irregular. A voz dele estava rouca, cansada, mas havia um sorriso nos lĂĄbios. â CĂȘ vai me matar.
VocĂȘ parou, mas nĂŁo saiu de cima dele. VocĂȘ ficou sentada em seu colo, sentindo a porra escorrer, quente, escorrendo pelas suas coxas, molhando o assento do jet-ski. Inclinou o corpo para frente, depositando um beijo lento e molhado nos lĂĄbios dele, provando o sal e o suor e ele â o gosto familiar que vocĂȘ aprendera a amar.
â Mas que morte boa, hein? â vocĂȘ sussurrou contra a boca dele, um sorriso nos lĂĄbios, os olhos brilhando com a satisfação de tĂȘ-lo levado ao limite.
Ele riu, a mĂŁo subindo para sua nuca, te puxando para outro beijo, mais profundo, mais lento, a lĂngua dele encontrando a sua num movimento que era ao mesmo tempo posse e carinho. Quando se separaram, ele apoiou a testa na sua, os olhos ainda fechados, a respiração ainda irregular.
â Vamos voltar pra costa â ele disse, a voz ainda rouca, os olhos escuros brilhando com uma promessa que vocĂȘ jĂĄ conhecia. â Que eu quero te comer numa cama de verdade.
Gostou? Da uma forcinha aĂ, um comentĂĄrio ou uma curtida jĂĄ ajuda bastante. ;))
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boyfriend!scoups who knows very well that a dog that barks a lot rarely bites. You can try to keep up appearances, call him an asshole, roll your eyes, or tell him to shut up whenever he's being an insufferable brat, but deep down, he knows that all that attitude of yours is nothing but an act. He knows that the second he gets you on your knees in front of him, that whole serious-woman façade is going to disappear like smoke. And he doesn't waste time with gentleness; one heavy, firm hand grabs the back of your head, bunching your hair into a grip that forces you to look up at him while he guides his thick, throbbing cock straight to your throat. He makes you take every inch, loving the feeling of filling you completely. He adores the sight of you there, your eyes glossy and watery as you fight against your gag reflex, trying to adjust to his size. He watches with a satisfied smile as your throat trembles and tightens around him, leaving you breathless and voiceless. You try to protest, try to call his name, but all you can manage are pathetic moans and muffled choking sounds as he sinks even deeper, reminding you in the dirtiest, rawest way possible that you'd much rather be down there sucking him off than winning any argument.
boyfriend!scoups who treats your body like a canvas, except he doesn't use paintbrushes; he uses his teeth, his tongue, and brute force. He's obsessed, a damned animal in heat with an almost unhealthy need to leave his mark on every inch of you, without the slightest hint of subtlety. He devotes himself to marking you as though he's claiming territory, sucking at the soft skin of your neck with ravenous hunger until your chest is covered in purple and crimson bruises, screaming to the world who that body belongs to. He doesn't stop there; he digs his fingers hard into your hips, squeezing the pliant flesh until the shape of every finger is left behind, making sure you feel the weight of his possessiveness in every movement.
And the thought of you first thing in the morning, panicking in front of the mirror trying to cover the hickeys blooming across your collarbone, is the peak of entertainment to him. He lets out a rough laugh, amused by your hopeless attempt to hide from everyone what a spoiled little slut you are behind closed doors.
boyfriend!scoups who bends you over the edge of the bed, leaving you in a position of complete vulnerability, your ass raised and exposed, practically begging for his wicked gaze. When he leans in, there's no warning or tenderness; his hand comes down hard, delivering a sharp, well-placed smack right against the softest, most sensitive part of your ass. The crack echoes through the room, loud and unforgiving, making you let out a startled squeak as your toes curl from the sudden sting. He chuckles under his breath while pressing his lips against the shell of your ear, his warm breath sending shivers down your spine. In that deep, masculine voice dripping with delicious arrogance, he murmurs, "Poor thing... taking it all so well. You like it when your man reminds you who this body belongs to, don't you, baby? Just stay nice and still for me, hm? Let's see how long you last before you start begging for my cock."
boyfriend!scoups who takes an almost sick, deeply erotic sense of pride in the angry red scratches you leave scattered across the broad expanse of his back. He'll be standing in front of the bathroom mirror after a particularly wild round, shirtless, his skin gleaming with sweat while his chest rises and falls with heavy breaths. He runs his fingers over the uneven, burning lines where your nails dug deep into his muscles, trying to hold on so you wouldn't slip while he pounded into you. He isn't angryâquite the opposite. He practically glows with absolute satisfaction as he admires the trail of desperation and pleasure you've left behind on his skin. The moment he catches your eyes through the mirror, that half-lidded stare still heavy with primitive desire and lingering lust, he lets out a muffled laugh. "Just look what you did to me, kitten... trying to destroy me?"
boyfriend!scoups who has absolutely zero interest in being "gentle" or keeping up any sort of etiquette when it comes to your pleasure. He can smell your arousal hanging in the air; he knows that just hearing the tone of his voice is enough to have your pussy soaking wet, throbbing, begging for his cock to stretch you open and fill you. He looks at you with that infuriatingly smug little smile tugging at the corner of his lips, pure provocation. "Look at the mess you've already made just from hearing a few words... You're nothing but a needy little slut for my dick, aren't you? Now spread those legs."
boyfriend!scoups who's absolutely obsessed with the look of pure bliss on your face when he uses his own fingers to spread your slick all over your folds, making sure every inch of your entrance is coated. He's in no hurry; he wants to hear the wet, filthy sound of his fingers sliding in and out of you, that rhythmic mix of suction and friction. And when he finally decides to replace them with his cock, he has no intention of taking it slow; he drives into you with one heavy, deep, forceful thrust that makes your entire body shudder and your eyes roll back. The thick head slams against your cervix with a harsh, punishing impact that tears a sharp cry from your throat. He keeps up that brutal, relentless rhythm, the sound of his broad pelvis slapping against your soaked skin creating loud cracks of flesh against flesh that swallow every other sound in the room. He couldn't care less about elegance or looking like a gentleman; his only goal is to bury himself as deeply inside you as possible, his heavy balls striking against you with every merciless thrust. Thick, possessive arms wrap around your waist while his large, calloused hands dig into your hips to anchor you in place, hauling you back onto him with raw strength so he can hit that deepest, sweetest spot even harder.
boyfriend!scoups who couldn't care less if the sheets end up tangled beyond recognition or if the headboard keeps pounding rhythmically against the wall loudly enough to wake the neighbors halfway down the street. If anything, the thought of just how noisy the two of you are sends a delicious rush of adrenaline through him.
boyfriend!scoups who's the absolute master of duality. One moment, he's sitting on the couch beside you acting like the biggest idiot on the planet, pulling ridiculous faces and sticking his tongue out just to watch you roll your eyes and grumble about how childish he is. But before you even have time to process the shift, that very same tongue that had been teasing you moments ago is now working over every inch of your body with ravenous precision, trailing down over your mound before disappearing between your thighs. He devours you with such visceral, consuming hunger that you're left completely speechless, reduced to nothing but helpless moans as he loses himself in your warmth. And the craziest part is how those same handsâthe ones you know can soothe your menstrual cramps with the gentlest touch over your bellyâcan, in the next instant, slide down to your ankle, fingers closing around it with possessive firmness before giving one powerful tug, lifting one of your legs until it comes to rest over his broad shoulder.
boyfriend!scoups who uses you as his own personal outlet, the release no crowded bar or bottle of whiskey could ever compare to. When it feels like the world is falling apart and stress is boiling through his veins, it's your body he seeks to unload every bit of that pent-up frustration. He doesn't come home looking for romance; he comes home wanting to have you in the rawest way possible, so primitive it almost feels like he's trying to become one with your body. It's messy, sweaty, driven by animalistic urgency. Every thrust is heavy and rhythmic; each time he drives his cock into you, the impact of his broad pelvis slamming against your ass echoes throughout the room in loud, wet cracks of skin against skin, filling the silence between his low curses and your hoarse moans as he fills you to your limit. It's a dance of friction and heat, a chaos of sweat and desire where he tries to lose himself in the tight grip of your cunt, using you to silence the noise inside his own head.
And yet, the whole thing changes in a way that leaves you completely weak. The moment he reaches his peak and spills his hot, thick release inside you, the beast who'd been pounding into you with such fury seems to disappear entirely. He doesn't pull out right away; instead, he shifts, draping his heavy body over yours and pulling you into a hug from behind as though he wants to melt you into his chest. The contrast is intoxicatingly insane: the man who'd been fucking you as though he wanted to break you only seconds ago has suddenly become the gentlest creature alive. He starts pressing slow, lazy kisses along the curve of your shoulder, trailing up your neck with such tenderness that your whole body slowly unwinds after all that brutality. The strong arms that had held you down so firmly now wrap around you with quiet protectiveness, guiding your head against his chest where you can hear his heartbeat still pounding hard as it gradually settles back into rhythm. He takes advantage of the angle to leave one sloppy, warm kiss after another across your neck before making his way up to your face, peppering your skin with affection that feels almost impossibly soft. It's in moments like these, between one kiss and the next, that he makes one thing perfectly clear: no matter how rough, brutal, or out of control he gets in the heat of the moment, you'll always be his little princess.
Sua parte racional dizia que vocĂȘ estava sendo muito ingĂȘnua.
â Tempo â ele fez o gesto com a mĂŁo, indicando o sofĂĄ com um meneio de cabeça pra que vocĂȘ se sentasse. VocĂȘ o fez, obediente e disposta a ouvi-lo, quer qual fosse a resposta, se ele responderia. No momento em que ele se ajoelhou na sua frente, beijando as suas coxas e esfregando o rosto ali, pele com pele, considerando que vocĂȘ exibia apenas um conjunto fofo de lingerie, vocĂȘ suspeitou que Mingyu te enrolaria e, por vocĂȘ, tudo bem. Gostava dele, talvez um pouquinho mais do que deveria, do que queria, e aproveitaria quando a vida o colocasse de joelhos diante de vocĂȘ.
â SĂł com vocĂȘ.
â Para de mentir.
â SĂł tĂŽ transando contigo â Mingyu te olhou, todo dengozinho, as pupilas aumentadas, roubando o espaço das Ăris. Ele pegou sua mĂŁo, beijou a palma e o dorso, gostando do barulhinho intensificado da sua respiração, os dedos da mĂŁo livre acariciando por entre os fios de cabelo dele. Nem tinham bebido tanto, mas as bochechas de Mingyu exibiam um tom rosado sexy em contraste com a pele dourada.
Mingyu sorriu, de uma forma que deveria ser proibida em pelo menos uns 5 paĂses diferentes. Te beijou devagarinho, as mĂŁos emoldurando o seu rosto, que era uma verdadeira obra-prima pra ele, a lĂngua te devorando com excelĂȘncia.
â NĂŁo brinco com a minha dona.
VocĂȘ sorriu, as mĂŁos puxando-o pra perto, envolvendo-o com as pernas.
â notas: no bolĂŁo de copa do mundo das guria sĂŁo de ir a Cece acertou o placar do primeiro jogo do brasil, entĂŁo esse aqui vai pra ela. Espero que goste, amiga!! đ @c-linw
Mas apesar disso tudo, a parte que mais gostava era a intimidade que partilhavam. Os momentos silenciosos enquanto comem, mas com trocas de olhares significativas, ou banhos demorados na banheira enorme do quarto, ou as sonecas tiradas no sofĂĄ da sala, encolhidos, enquanto assistiam a filmes aleatĂłrios. E, claro, o sexo.
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casal!boogyu + leitora âĄÂ smut [18+ menores nĂŁo interajam] #avisos: threesome/menage, sexo desprotegido, humilhação leve! fingering (f & m), oral (f. & m.), vaginal & anal. menção a anal na pp. gyu!top-softdom, boo!vers. w.c: 2,7k
contexto da putaria: onde seu casal de melhores amigos querem se divertir com uma terceira pessoa...
n.a: era meu sonho!!!!!! primeira vez que tĂŽ escrevendo com travessĂŁo, espero que gostem. nĂŁo custa avisar que menor e mais novo - boo e mais velho e maior - gyu :)
ser a âamiga de estimaçãoâ de um casal tem lĂĄ suas vantagens (e desvantagens), como agora estar sentada no sofĂĄ dos seus amigos enquanto dividem uma tĂĄbua de frios e vinho.Â
vocĂȘ viu mingyu e seungkwan começarem a flertar timidamente, viu mingyu ficar inseguro se o flerte realmente significava algo ou era apenas provocação de seungkwan, estava presente quando eles deram o primeiro beijo, e felizmente mesmo se tornando um casal oficial, os dois nunca te âabandonaramâ.
tenta nĂŁo reagir, porque sim, eles sĂŁo seus amigos, vocĂȘ torce muito pelo relacionamento dos dois, entretanto seria mentira dizer que nunca se imaginou com eles. e de uns meses pra cĂĄ isso acontecia com frequĂȘncia, antes de dormir, quando acordava, quando saia para almoçar com o casal. imaginava como seria os dois na cama, se imaginava assistindo, participandoâŠÂ Â
â se vocĂȘs estĂŁo confortĂĄveis com isso, nĂŁo vejo motivo pra nĂŁo fazer â responde simplista, tentando nĂŁo demonstrar o quanto aquilo te afetou.Â
e vocĂȘ pode jurar que os olhos dele caem pelo seu corpo. por todo seu corpo. provavelmente a bebida te fazendo imaginar coisas, o suficiente pra te fazer arrepiar, te umedecer.Â
â espero que ela aceite. â leva sua prĂłpria taça Ă boca, sentindo o vinho esquentar ainda mais seu corpo.
a mão grande de mingyu agarrando o pescoço de seungkwan, ele parecendo tão pequeno contra o corpo do kim, gemendo manhosinho na boca do namorado, suspirando baixo.
e vocĂȘ sequer tem tempo para negar. ajoelhando ao lado de seungkwan, obedecendo sem nem pestanejar.Â
â linda â ele diz, te vendo se juntar ao outro, o receio ainda evidente no seu olhar. â a terceira pessoa sempre foi vocĂȘ. desde o inĂcio o seungkwan sĂł fala em vocĂȘ, do quanto ele quer te comer, te provar.Â
o encara, assistindo o mais novo morder os lĂĄbios, te olhando de cima a baixo.Â
vocĂȘ sente o teto da sala girar, o olhar te queimando, o cheiro do vinho vindo direto da boca dele. e entĂŁo assente, assistindo um sorriso crescer nos lĂĄbios do boo.Â
e te beija, um pouco suave, mas firme, a mĂŁo na sua nuca te puxando pra ele, o gosto do ĂĄlcool sendo compartilhado pela lĂngua.Â
sente uma mĂŁo no seu cabelo, um pouco mais firme, apertado, sente seungkwan manhar contra seus lĂĄbios e abre os olhos sĂł um pouquinho pra entender: mingyu estĂĄ controlando vocĂȘs, pressionando o rosto com um pouco mais de força.
â g-gostosa
pragueja um pouco o frio, porque infelizmente ele te fez vestir roupa demais, mas sente os braços de seungkwan puxando seu moletom pra cima, deixando apenas a blusa fina no corpo.Â
â kwannie tava delirando sĂł de pensar na sua buceta â escuta mingyu falar. â choramingando o tempo todo que ela deve ser apertadinha e quente.
e ainda de joelhos, quando mingyu assente, seungkwan se inclina para mamar os biquinhos rĂgidos, te fazendo engasgar com a sensação da lĂngua molhada. engasgos silenciados quando mingyu te beija, firme, bruto, te mantendo no lugar.Â
a boca sugando o mamilo enrijecido, completamente faminta, seungkwan movido pela prĂłpria necessidade em te tocar.
a mĂŁo do menor volta a brincar com seu mamilo, os dedos rodeando o biquinho enquanto vocĂȘs ainda dividem o cacete de mingyu.Â
â delicia, porra. isso, mamem assim!
e quando vocĂȘ afunda a garganta de uma vez, sentindo a cabecinha inchada pulsando dentro da sua goela, boo se aproveita para chupar as bolas pesadas do namorado, fazendo o mais velho delirar.
mingyu nĂŁo dura muito tempo assim, logo esporrando na boquinha de vocĂȘs, que compartilham tudo num beijo babado, sentindo a mistura de porra e saliva escorrendo pelo queixo.Â
â senta ali! â boo te pede pra sentar no sofĂĄ, mesmo lugar onde mingyu estava.Â
obedece, sentando ali e abrindo as pernas, e no mesmo segundo seungkwan choraminga sem nem ao menos te tocar.Â
â bucetinha linda â manha, admirando cada detalhe da dobrinha molhada, toda melada pra ele. â queria que vocĂȘ sentasse na minha cara â admite.
antes que ele pudesse tocar, mingyu abre bem sua bucetinha com os dedos, cuspindo ali, um filete grosso de saliva escorrendo pela buceta jå bagunçada.
â pode usar agora â debocha.
e entĂŁo seungkwan chupa, pouco se importando com a quantidade grotesca de cuspe do namorado, gemendo e agradecendo enquanto prova seu gostinho, tudo com o que ele sonhou nas Ășltimas semanas.
â perfeita. linda. tĂŁo linda.Â
vocĂȘ se agarra ao sofĂĄ, sentindo as pernas fraquejarem. mingyu assistindo o namorado delirando na buceta aberta na frente dele, enquanto estimula o prĂłprio pau com a cena dele te chupando.Â
e entĂŁo se junta a vocĂȘ no sofĂĄ, beijando babadinho seus lĂĄbios, brincando com os peitinhos que antes o namorado brincava, se aproveitando de ambos manhosos.
o mais novo insere dois dedos, afrouxando vocĂȘ, se deliciando no buraquinho apertado sugando os dedos dele, sentindo o pau endurecer a cada gemidinho de puta que vocĂȘ soltava.
â putinhas lindas. â mingyu deixa um tapinha leve no seu rosto antes de olhar o namorado.
â preciso meter. porra, me deixa meter â seungkwan implora, o pau duro batendo contra o abdĂŽmen.
seungkwan assente, disposto a qualquer coisa pela sua bucetinha.
mingyu some por alguns minutos, deixando o namorado se deleitando ali, literalmente esfregando a cara, sujando todo o rosto de vocĂȘ, disposto a ficar com seu cheiro nele.Â
o orgasmo começa a te atingir, e vocĂȘ se esfrega contra ele, procurando o prĂłprio prazer, querendo gozar sabendo que ele vai engolir tudinho e agradecer por isso.Â
e quando o maior retorna a sala, com um tubo de lubrificante na mĂŁo, apenas assiste vocĂȘ gozando na boca do namorado dele. feliz demais com a cena pecaminosa a frente.Â
vocĂȘ chupa, sentindo o gostinho do buraquinho de seungkwan ali, se culpando pelas unhas grandes te impedirem de ajudar a deixar ele bem abertinho pro kim. lambe cada centĂmetro da joia de metal, saboreando como pode o gostinho do cu do mais novo.Â
depois de espalhar lubrificante, mingyu cospe no namorado, inserindo dois dedos ali dentro com facilidade, vocĂȘ assiste, percebe seungkwan agarrando o tapete e levando tĂŁo bem os dedos grossos, pedindo mais um.Â
â tĂŁo lindo â vocĂȘ sussura pra ele antes de bater novamente com força na bunda empinada.Â
â p-porra â engasga.Â
e quando percebe, a rola gorda de mingyu estĂĄ afundando dentro do cuzinho, que aceita tĂŁo bem.
â v-vem cĂĄ â seungkwan geme, ainda se acostumando com a piroca grossa o abrindo.
mingyu levanta o corpo do namorado um pouco, sĂł pra vocĂȘ se encaixar em baixo, deitando no tapete felpudo com o corpo totalmente de frente para eles.Â
o kim dĂĄ um tapinha fraco no seu rosto, rindo enquanto seungkwan esfrega a cabecinha do pau contra vocĂȘ.Â
â m-mete â quase implora ao mais novo, o estopim de qualquer sanidade.Â
seungkwan encaixa a cabecinha do pau em vocĂȘ, te fazendo engasgar, o corpo magro totalmente oposto da piroca grossa.
â gostosa â choraminga, se enterrando fundo, se enfiando sem delicadeza na bucetinha, o cacete grosso latejando. a vozinha manhosa no seu ouvido te fazendo pulsar.
e quando ele finalmente entra por completo, te encarando firme, mingyu estoca bruto dentro dele, fazendo ele gemer contra vocĂȘ, empurrando o corpo magro contra o seu.Â
nem nos seus sonhos mais sujos vocĂȘ pensou isso, seungkwan por cima de vocĂȘ, gemendo como uma putinha no pau de mingyu, enquanto usa o prĂłprio caralho grosso pra descontar o tesĂŁo na sua buceta.
â vadiazinha gostosa â vocĂȘ nĂŁo sabe se mingyu estĂĄ falando de vocĂȘ ou do namorado, mas sente quando ele empurra com ainda mais força.Â
â porra de buceta apertada â choraminga â d-delicia.Â
seungkwan quer gritar, o cacete grosso abrindo o cuzinho dele sem dĂł, as bolas cheias de esperma do namorado batendo contra a bunda como um animal. e por outro lado, sua buceta quentinha sugando ainda mais o pau dele pra dentro, apertando toda molhada enquanto vocĂȘ geme alto.Â
ele te beija, sem ritmo definido sem saber direito o que estĂĄ fazendo mas beija tentando relaxar no prĂłprio tesĂŁo.
â quero comer essa buceta depois â mingyu rosna, mordendo a orelha do mais novo â gozar dentro dessa xotinha arrombada.Â
suas unhas agarram os braços de mingyu, o corpo grande pressionando o boo contra vocĂȘ te faz sentir ele, os corpos balançando junto como se fosse um sĂł, disposto a arruinar vocĂȘs dois.
â gostou do pau dele? â brinca. â tenho certeza que vocĂȘ aguenta os dois na prĂłxima, a gente vai te treinar pra isso.
âte treinarâ porra sua buceta treme sĂł em pensar em transar com eles de novo.Â
â t-tĂŁo gostoso â seungkwan choraminga alto, vocĂȘ sentindo as pernas dele tremendo.Â
â buceta apertada â ele choraminga uma Ășltima vez antes de gozar dentro.
o jato espesso e grudento se espalhando dentro de vocĂȘ, e por mais que nesse momento seungkwan tenha parado de estocar, o corpo massivo do kim ainda move o pau dele dentro de vocĂȘ.Â
o boo choraminga, uma bagunça de gemido e lĂĄgrimas, sem forças para qualquer coisa, sua bucetinha ainda sendo maltratada somente pela pressĂŁo dos corpos.Â
â goza pra gente, biscate â mingyu rosna.
â g-goza, gostosa â boo incentiva.
e vocĂȘ goza, melando o pau de seungkwan, tremendo as pernas e ficando sem ar, sem nem perceber que seungkwan gozou de novo.Â
a porra escorrendo enquanto as lagrimas do mais novo caem na sua bochecha, ele te beijando falhado querendo abafar os prĂłprios gemidos.Â
e mingyu se retira, ainda sem gozar.Â
â porra, me segurei pra caralho, ta?! â ri se justificando.
mingyu nao te deixa respirar, atolando o cacete no fundinho da sua garganta, metendo fundo como se fosse um buraco qualquer, sem deixar de maltratar sua buceta suja, sugando cada gota da porra espessa ali, engolindo e sentindo o gostinho do sexo gostoso que fizeram.Â
e quando ele goza, enchendo sua garganta sem qualquer piedade, vocĂȘ engasga, vendo o lĂquido vazar pro lado.Â
mingyu sai de cima e vocĂȘ nĂŁo pensa duas vezes antes de beijar seungkwan. compartilhando mais uma vez o esperma de mingyu.Â
â lindos â diz orgulhoso. se juntando ao beijo logo em seguida, o ritmo caĂłtico evidenciando a bagunça de vocĂȘs.
â na prĂłxima quero vocĂȘ sentada na minha cara â seungkwan diz firme. â vou chupar bem gostoso antes de vocĂȘ levar nĂłs dois.Â
melhor transar com amigo do que inimigo... amigos!gyukook x leitora
@kooqitas ⥠#avisos: sexo bruto, threesome/menage, humilhação, dirty talk, 'putinha, vadia, cachorra' e derivados, boquete (m.), sexo oral, espancamento de mamilo, jungkook faz menção de comer o cuzinho da leitora :)
era pra ser sĂł uma noite de filmes, e aqui estava vocĂȘ semi-nua para jungkook e mingyu, vocĂȘ sabia que tudo iria pro caralho quando começou a beber e pensar em como seria fazer sexo com eles dois, mas nĂŁo pensava que isso realmente fosse acontecer...
talvez a bebida tenha dado um nĂł na sua cabeça, mas vocĂȘ nĂŁo saberia explicar como tudo aconteceu, sĂł lembra que a mĂŁo de jungkook estava em sua coxa fazendo carinho ali e quando mingyu voltou do banheiro vocĂȘ jĂĄ estava no colo de jungkook, lembra de sentir mingyu pedindo permissĂŁo pra se juntar a vocĂȘs e bem...Â
"gostosa pra caralho" mingyu diz quando vocĂȘ tira a calça, ficando sĂł de calcinha e sutiĂŁ na frente dos dois, eles salivam como quem pretende te devorar...
jungkook retira a prĂłpria blusa, fazendo mingyu fazer o mesmo, e porra, que homens gostosos, puta que pariu...Â
jungkook agarra seu cabelo com força te levantando do chão e então te joga na cama, mingyu tira seu sutiã e ele sua calcinha, deus, eles pareciam dois pervertidos.
"vocĂȘs me chamam de vadiazinha gananciosa mas tĂŁo me encarando como dois virgens, serĂĄ que sabem mesmo foder?"
"cala a boca, cachorra" mingyu da um tapa estalado na sua cara, a mĂŁo pesada deixando uma marca vermelha e sua buceta ainda mais molhadinha, contraindo sĂł com a ideia daquela violĂȘncia toda dentro de vocĂȘ.
mingyu beija sua boca com violĂȘncia, fome, desejo, parecia querer te devorar inteira em todos os aspectos, apertava sem pena o biquinho duro do seu peito enquanto a lĂngua dele te saboreava, e entĂŁo vocĂȘ sente dois dedos de jungkook dentro de vocĂȘ, sem qualquer dificuldade os dedos vĂŁo fundo na sua buceta, fazendo vocĂȘ revirar os olhinhos.
"porra, claro que essa vadia ia estar molhada, gostosa!" ele bate no seu clĂtoris, te fazendo dar um gritinho de prazer. "melhor assim, nĂŁo vou precisar perder tanto tempo te abrindo pra mim... mas antes porra, eu preciso chupar vocĂȘ"
vocĂȘ geme desconexamente, sentindo mingyu ainda brincar com seus seios, a lina tenue entre dor e prazer a cada aperto que ele da no seu mamilo inchado, a cada tapa que ele da no seu peito o deixando vermelho.
"puta." ele aperta o mamilo com força. "vagabunda. vadia. desesperada por pau."
talvez seja demais, jungkook estocando com força, enquanto o pau grosso de mingyu esta na tua boca te impedindo de gemer, mas vocĂȘ nĂŁo quer parar, jamais, vocĂȘ quer que ambos continuem te usando, te xingando.
vocĂȘ quer ser a putinha deles.
"engolindo meu pau tĂŁo bem... vocĂȘ parece que nasceu pra isso" mingyu diz, segurando seu cabelo. "quero usar essa boquinha hĂĄ tanto tempo." ele assume, enquanto vocĂȘ engasga no pau grosso. "isso, vadia, engasga no meu pau."
"bucetinha gostosa, toda aberta pra mim. toda molhada. vou ter que te comer mais vezes, nĂŁo sabia que era tĂŁo fĂĄcil assim." jungkook estocava com ainda mais brutalidade. "vou encher vocĂȘ de porra." ele anunciou.
"vira de quatro pra mim!" jungkook pede, mas ele mesmo move vocĂȘ, fazendo vocĂȘ ficar de quatro pra ele, enquanto mingyu esta sentado na sua frente. jungkook empurra sua cara contra o pau de mingyu. "vadias uteis ficam assim, nĂŁo me decepciona!"
e ele estoca, as estocadas parecem ainda mais forte do que antes, vocĂȘ se segura nas coxas de mingyu, encarando o rosto dele enquanto tenta chupar o pau grosso, mas nĂŁo consegue, nĂŁo mais, nĂŁo com a velocidade brutal de jungkook.
mingyu te olha, e vocĂȘ nĂŁo quer desapontar seu amigo, entĂŁo começa a masturbar ele, enquanto jungkook te estoca mais e mais, mingyu apenas te encara e silaba uma palavra que fere seu orgulho.
o liquido quente de jungkook vaza por suas pernas, e vocĂȘ agradece mentalmente por ainda nĂŁo ter gozado ainda, pois vocĂȘ nĂŁo sabe se vai aguentar gozar mais de uma vez. e vocĂȘ nĂŁo quer decepcionar nenhum deles.
"vocĂȘ tĂĄ toda nojenta, toda grudenda de porra e ainda quer mais?"
"ela vai virar nosso deposito" jungkook brinca.
e vocĂȘ apenas pede mentalmente pra que isso seja verdade. porra, imagina que delicia todo dia receber esperma quentinho desses dois.
vocĂȘ agarra o ombro de jungkook, enquanto ele ri e assiste o amigo destruindo vocĂȘ, destruindo sua bucetinha. mingyu puxa seu cabelo a mĂŁo livre na cintura e jungkook começa a apertar seus mamilos.
vocĂȘ sente sua buceta contrair, um calor desesperado no seu corpo.
jungkook agarra seu queixo, e se aproveita da sua boca aberta pra cuspir ali. "engole." e vocĂȘ obedece.
e sem qualquer aviso, sem nem perceber, vocĂȘ goza... a perna tremendo, o liquido escorrendo pelas pernas.Â
ambos te encaram, mingyu desacelera o ritmo e jungkook te encara nos olhos procurando qualquer sinal de dor, mas vocĂȘ tĂĄ completamente dominada pelo prazer.
"foi o que eu pensei..."Â
mingyu empurra vocĂȘ pra cima e suas pernas rodeiam a cintura de jungkook. vocĂȘ tĂĄ tĂŁo sensivel que apenas se agarra no pescoço dele, enquanto mingyu continua te fodendo.
"proxima vez..." jungkook sussura em seu ouvido. "enquanto ele usa sua buceta eu vou comer o seu cuzinho, puta. mas por agora vou brincar com seus peitos" e ele volta a aperta seus mamilos jĂĄ inchados e machucados.
"vou encher essa bucetinha de porra!"
vocĂȘ sente que vai desmaiar, mingyu estocando com força enquanto jungkook aperta seus mamilos e te beija, vocĂȘ quer que isso dure a vida toda. vocĂȘ precisa que esses dois te comam todo dia. toda hora.
mas mingyu nĂŁo dava o braço ou qualquer outra parte do corpo lindo, a torcer quando o assunto era comida. toda sexta era assim, quando a demanda do dia finalmente chegava ao fim e vocĂȘ podia vestir uma meia ridĂcula e uma camiseta mais ridĂcula ainda de uma banda que vocĂȘ nem escutava mais, vocĂȘs dois tinham que entrar em consenso sobre o banquete da noite, e vocĂȘ queria, gostaria bastante de poder viver de ĂĄgua e pau, mas se mingyu ganhasse novamente naquela semana, viveria sĂł de ĂĄgua pelo restante do mĂȘs.
â porra, sim! â toda felicidade que jĂĄ nĂŁo existia na sua expressĂŁo se esvaiu de uma vez do seu rosto quando olhou pra tela do celular, o âfranguinho do gyuâ era o vencedor como sempre nas Ășltimas seis semanas, nem devia mais nutrir esperanças, aparentemente o mundo era mesmo dos homens, com âhâ minĂșsculo. vocĂȘ fez menção de se levantar, mas mingyu te interrompeu, te abrigando no colo dele como se vocĂȘ fosse um bebĂȘ pronto pra hora de ninar.
â mĂŽ, vou te deixar escolher qualquer coisa â ele disse, deixando um beijinho barulhento na sua boca, vocĂȘ olhou pra ele, fez aquela carinha tĂpica que dizia âadivinhaâ e mingyu prontamente pensou um pouco, como se nĂŁo te conhecesse melhor do que vocĂȘ mesma â vou pedir aqueles molhinhos que vocĂȘ curte, pink lemonade e aquela sobremesa de brownie.
â hm, melhorou â vocĂȘ fez beicinho, esperando mais um beijo de consolo, mingyu atendeu ao pedido, a mĂŁo subindo pela lateral do seu corpo, fazendo cĂłcegas e provocando arrepios pela diferença de temperatura entre as peles. vocĂȘ se sentou, ainda no colo dele, abraçando-o tal qual um coala enquanto ele fazia o pedido no aplicativo, ficava puta da vida quando nĂŁo ganhava uma coisa, no entanto o que gostava mesmo era de ficar quietinha, no colo do seu namorado gostoso, acomodada tĂŁo confortĂĄvel que podia ouvir as batidas cadenciadas do coração que era sĂł seu.
â o que vocĂȘ vai fazer quando eu tiver desejo de comer algo que vocĂȘ nĂŁo quer?
â o meu filho jamais me trairia desse jeito.
vocĂȘ riu, espremendo as bochechas dele pra boca formar o biquinho de peixinho, o selinho se transformou num beijo, o beijo levou vocĂȘs dois para o sofĂĄ e de repente mingyu tirava as suas meias coloridas como se fizessem parte de uma cinta-liga.
ââ .âŠchoi seungcheol Ă fem!reader // sugestivo // br!au // w.c: 0.7k | notinha da sun: eu nĂŁo sei o que eu escrevi aqui KKKKKK
â TĂĄ de boas mesmo, amiga? â vocĂȘ assentiu sorridente, seu passatempo preferido era juntar suas amigas com seus amigos. Sentia-se uma deusa dos relacionamentos. O Ășltimo casal que formou tinha noivado no Ășltimo mĂȘs, era um superpoder, como se vocĂȘ fosse a fada madrinha da Cinderela. SĂł nĂŁo funcionava com vocĂȘ mesma, infelizmente.
â Ă claro que tĂĄ! Me fala quem vocĂȘ tĂĄ afim? Consigo te descolar o Gyu, mas nĂŁo acho que ele vai querer algo...
Nenhum de vocĂȘs dois esperava aquilo, sĂł aconteceu. Seungcheol tava tĂŁo lindo, com um presente especialmente pra vocĂȘ, que nĂŁo se conteve. Isso fazia 3 dias. Desde entĂŁo, vocĂȘ fica evitando encontrĂĄ-lo. Era verdade o que as pessoas diziam de estragar a amizade com romance, paixĂŁo, tesĂŁo ou seja lĂĄ o que te fez beijĂĄ-lo no seu apartamento e depois no elevador. Agora realmente nĂŁo sabia mais o que fazer, nem como cumprimentĂĄ-lo.
Porra, descobriu uma fraqueza sua quando ele descansou a mĂŁo na sua cintura, se inclinando pra vocĂȘ falar no ouvido dele por causa da mĂșsica alta. O perfume masculino te deixando com tanto tesĂŁo que queria chorar. Meu Deus, ele era delicioso e definitivamente nada gay.
â VocĂȘ nĂŁo tĂĄ bravo? â vocĂȘ questionou, e ele negou com a cabeça, aproveitando pra esfregar o nariz no seu â mas pode me castigar se vocĂȘ quiser...
Os olhos de Seungcheol brilharam com a possibilidade, o polegar acariciando sua bochecha quente, o olhar inocente como se nĂŁo tivesse feito uma proposta indecente.
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O barulho irritante da campainha te tirou do estado de confusĂŁo em que sua cabeça estava. NĂŁo lembrava ao certo durante quantas horas passou encolhida no sofĂĄ, chorando incessantemente. Forçou-se a levantar, jĂĄ tinha uma ideia de quem estava atrĂĄs da porta, por conta do horĂĄrio e de todo o contexto. A Ășltima sexta do mĂȘs era sempre dedicada a ele.
Agora, sexta-feira, Ă s dez da noite, era a hora de enfrentar seu melhor amigo, Mingyu. Mingyu esse que vocĂȘ ignorava desde o dia em que descobriu a traição do seu ex parceiro, Choi Seungcheol, e terminou as coisas. Sabia muito bem qual seria a reação dele. Um "Oi..", meio hesitante foi o que o ouviu dizer quando abriu a porta, ele sabia que algo nĂŁo estava certo.
"Entra", foi o que vocĂȘ disse, o deixando mais desconfiado ainda. Toda a situação era muito esquisita, vocĂȘ nĂŁo o respondia a dias, sua casa nĂŁo parecia estar na ordem que vocĂȘ costumava deixar, e seu rostinho inchado e vermelho denunciava as Ășltimos horas que passou chorando.
"O que houve, __?", falou sem hesitar dessa vez, percebendo que algo muito errado estava acontecendo. Tudo que recebeu de vocĂȘ foi silĂȘncio e uma leve negação com a cabeça, entĂŁo resolveu arriscar mais uma vez. "Foi ele, nĂŁo foi?", a tensĂŁo no seu rosto e seu esforço para nĂŁo chorar entregou tudo que ele precisava saber. Te puxou para um abraço apertado, enquanto acariciava seu cabelo. NĂŁo era a primeira vez que isso acontecia, mas a situação parecia estar cem vezes pior dessa vez. Seus soluços baixos cortavam o coração dele.
Ele se esforçava para limpar todas as lĂĄgrimas que desciam por suas bochechas "Acredito, princesa." o ouviu falar, posicionando uma das mĂŁos em sua cintura antes de continuar. "E sabe porquĂȘ acredito tanto nisso?", questionou, afastando alguns fios molhados que grudavam no seu rosto, vendo vocĂȘ negar com a cabeça. "Porque nunca mais vou deixar outra pessoa te frustrar de novo.." deixou um selinho breve na sua bochecha antes de continuar, "Porque vou ser o Ășnico pra vocĂȘ, assim como vocĂȘ serĂĄ a Ășnica pra mim" outro selinho, mais demorado dessa vez.
"Gyu.." o chamou baixinho, parecia tĂŁo certo querer beijĂĄ-lo, sabia bem dos sentimentos do seu melhor amigo por vocĂȘ, ele jĂĄ havia confessado anos atrĂĄs. Achou que quando iniciou o namoro com Seungcheol iria tirar isso da cabeça dele, mas ele sempre deixou mais do que claro que esperaria o tempo que fosse necessĂĄrio por vocĂȘ. "Me beija, Mingyu.", nĂŁo sabe dizer se foi uma onda de coragem ou de carĂȘncia que te fez pedir isso. "Por favor..", ja roçava os lĂĄbios sob os dele, numa tentativa de fazĂȘ-lo perder completamente o juĂzo.
Por isso, tentou jogar baixo, deixando uma rebolada leve sob o colo do homem. Gemeram em unĂssono, o aperto em sua cintura ficando mais forte. "VocĂȘ quer isso tanto quanto eu, Mingyu. NĂŁo pode negar isso pra mim." falou sem cessar as reboladas, a cinturinha dançando livremente sobre o colo do maior, jĂĄ o sentindo endurecer abaixo de si.
Sua boca foi de encontro ao pescoço de Mingyu, beijando lentinho o local, sabia bem que ele iria ceder desse jeito, tinha plena noção que o homem faria qualquer coisa por vocĂȘ e iria se aproveitar disso. Ainda com os movimentos lentos, resolveu arriscar mais um pouquinho, apoiando as mĂŁos para trĂĄs sob as coxas fartas do maior, o olhando de baixo. Ao ouvir o grunhido rouco sabia que havia conseguido o que queria, a boca de Mingyu se chocando quase que imediatamente contra a sua.
O beijo de inĂcio foi bagunçado pra caralho, proporcional aos anos de vontade reprimidos que Mingyu passou esperando por vocĂȘ. A lĂngua quentinha invadia sua boca sem pudor. "Desgraçada", falou contra sua boca, o ar quentinho te forçando a rebolar com mais precisĂŁo, "nĂŁo queria que fosse assim, queria ter te levado pra jantar antes.." falou quando se separou da sua boca, o rostinho teatral triste te fazendo rir.
"Podemos providenciar isso depois.", provocou rindo baixinho, começando a retirar a regatinha do próprio corpo. "Ah, com certeza vamos.", Mingyu falou após ver seus seios livres de sutiã pela primeira vez, meio atÎnito. O viu aproximar o rosto de seu seio esquerdo, a boquinha soprando ar perto do seu mamilo. "Eu posso, linda?", o rostinho pedinte não te deixava responder outra coisa a não ser "Gyu, por favor.", forçando o rosto dele contra seu torso nu.
Acabara de ter seu terceiro orgasmo, e pelo andar da carruagem estava longe de parar. Mingyu estava te compensando por todos os anos de frustração sexual, nĂŁo que vocĂȘ nĂŁo transasse com Seungcheol, mas definitivamente nĂŁo era a mesma coisa, sentia-se livre para qualquer coisa agora. Rebolava livremente na piroca grossa que entrava no seu interior, os movimentos vagarosos e o seu pontinho batendo na pelve do homem te fazendo enlouquecer. "Porra, bebĂȘ. Devagar, cĂȘ' vai machucar desse jeito", ele ria do seu jeitinho desesperado sem a mĂnima vontade de disfarçar, ambas as mĂŁos atrĂĄs da cabeça enquanto te assistia o usar como bem entendia.
Olhar o rostinho perdido do homem sĂł te instigava ainda mais, sentia-se maluca, uma necessidade surreal de tĂȘ-lo sĂł para si. Deixa de rebolar e passa a quicar meio desesperada, a glande batendo do jeitinho certo no seu interior, Mingyu jĂĄ percebia o seu orgasmo se aproximando novamente. "Me dĂĄ mais um, amor. Esfrega essa bucetinha." E sĂł isso bastou. Levou a prĂłpria mĂŁo ao clitĂłris judiado, esfregando rapidinho e se desfazendo no colo do maior.
Sentiu ele esporrar no fundo da sua buceta, a visĂŁo dele tĂŁo burrinho te fazendo gozar mais uma vez na sequĂȘncia, tinha certeza de que nĂŁo conseguiria andar direito por um bom tempo. Se desfez no colo do homem, o abraçando pelo pescoço, enquanto sentia um carinho gostoso nas costas. "Tudo bem, princesa? TĂĄ' machucada?", Foi o que ouviu, apĂłs alguns minutos esperando suas respiraçÔes normalizarem. "Tudo mais que bem, Gyu. SĂł tĂŽ' com soninho.", disse com uma manha explĂcita, deixando um selinho no pescoço do homem.
âolha quem deu o ar da graça!â seu personal brinca ao te ver.
ânĂŁo fode changbin, vim semana passada.â
âsim, veio na terça e faltou o resto da semana.â ele nĂŁo mente, mas em sua defesa vocĂȘ ao menos repetia os exercĂcios que ele te passava pra fazer em casa sempre que recebia um âei, bin, vou ter que faltar hojeâ
mas respira fundo e vai em direção ao banheiro feminino.
quando o treino finalmente acaba, vocĂȘ sĂł pensa no quanto precisa tomar um banho, ajeita a bolsa na pia e começa a se despir, mas antes de entrar em qualquer cabine, sente uma mĂŁo te agarrando por trĂĄs.Â
âPORRA, SEUNGCHEOL! me assustou caralho.â
ele nĂŁo te responde, sĂł te vira de frente, encostando seu corpo na parede fria e te beija com raiva, um beijo molhado, bagunçado, cheio de ciĂșmes. e quando ele se afasta, vocĂȘ percebe nitidamente o olhar dele, possessivo, raivoso.
âele encarando sua bunda igual um cachorro no cio e vocĂȘ nĂŁo fez nada, porra.â justifica antes mesmo que vocĂȘ questione.
ânĂŁo se faz, porra. tĂŽ falando do changbin.â nĂŁo grita, seungcheol nunca foi o tipo de cara que grita com vocĂȘ, mas ele claramente tĂĄ puto.âo cara sĂł faltou enfiar a cara na sua bunda.â
"desencana, cheol, ele sĂł tava vendo se o exercicio tava sendo bem executado." provoca.
âvai, amor? como?â o cinismo na sua voz fazendo o mais velho travar o maxilar.Â
seungcheol rosna, pressionando o pau duro contra a sua bunda, ainda vestido. sua calcinha vai parar no chĂŁo, junto com o shortinho minĂșsculo, e vocĂȘ escuta o farfalhar de roupas do seu namorado.
âcala a boca!â sequer te deixa terminar, sabendo que vocĂȘ vai pedir pra ele te socar fundo, arrombar seu buraquinho, e ele se conhece o suficiente pra saber que nĂŁo vai conseguir negar.
a mão pesada vai pra dentro da sua blusa, apertando o biquinho do seu peito, dando beliscÔes, enquanto ele faz questão de deixar chupÔes e mordidas pelo seu pescoço.
âp-por favorâ vocĂȘ resmunga, o tesĂŁo chega a causar dor fĂsica, ter cheol se esfregando nas suas pernas dessa forma pode ser considerado tortura.
ele solta uma risada de escĂĄrnio contra o seu pescoço, o cacete grosso latejando no meio das suas coxas. no fundo, seungcheol quer o mesmo que vocĂȘ, mas ele nĂŁo vai te dar isso assim.Â
âc-cheolâ choraminga de novo, a ponta dos dedos dele tocando sua virilha, o pau dele nas suas coxas, nem ao menos perto de onde vocĂȘ realmente precisa.Â
vocĂȘ morde os lĂĄbios, tentando nĂŁo gemer, tentando nĂŁo se humilhar mais ainda, mas sente que se ele nĂŁo te comer ali vocĂȘ pode literalmente explodir de tesĂŁo, a respiração pesada da raiva fazendo sua buceta aguar cada vez mais.
ele ri, levando o dedo pro meio das suas pernas, brincando com o lĂquido pegajoso ali, fazendo suas penas cederem. âtoda babada, putinha carenteâ
nem vocĂȘ percebe que estĂĄ se esfregando sozinha no pau no meio das suas pernas, mas sente quando seu namorado abre elas de forma bruta.
e ele encaixa a cabecinha do cacete em vocĂȘ, te fazendo manhar de novo, pedindo por favor, implorando pra receber pica. âsĂł vou meter porque eu preciso gozar. vocĂȘ tĂĄ proibida, entendeu?â mordisca sua orelha pra silabar firme. âproibida.â
vocĂȘ assente, burrinha demais pra discordar, nĂŁo se importando em ser usada para o prazer do seu homem.Â
seungcheol te come sem pena, vocĂȘ sabe que isso vai te deixar mais dolorida do que qualquer treino. sabe que as marcas do sexo bruto vĂŁo ficar na sua pele, e isso sĂł te excita cada segundo mais, a ideia do seu homem te usando como depĂłsito te fazendo delirar.
âvou gozar em vocĂȘ. meu buraquinho favorito.â a fala transbordando posse.Â
o orgasmo atinge seungcheol com força, ele te fodendo completamente descontrolado, esporrando dentro de uma forma meio animal, o lĂquido branco e espesso sujando vocĂȘ por inteira enquanto ele diminui a velocidade.
vocĂȘ segue sem gozar, obedecendo a ordem que ele te deu minutos atrĂĄs. e quando ele finalmente se recupera, o pau lambuzado do prĂłprio esperma faz um âplocâ se retirando de dentro.Â
âimagina sĂł, enfiar uma porcaria dessas em vocĂȘ e meter bem fundo, te proibindo de me sentir.â
ele liga a torneira, jogando uma ĂĄgua no rosto, enquanto vocĂȘ segue ali, encharcada, com tesĂŁo, disposta a fazer qualquer coisa pra poder gozar. as mĂŁos grandes dele puxam seu shortinho pra cima, te vestindo meio desajeitado, ambos cientes que em breve o esperma dele vai vazar dentro de vocĂȘ.
âagora vocĂȘ vai fazer tua melhor cara de cĂnica, e vai lĂĄ no changbin dizer que vocĂȘ se viu no espelho e esse foi o melhor treino que teveâ vocĂȘ ameaça abrir a boca para dizer que seu personal vai saber o que aconteceu, mas seungcheol te corta. âe se fizer isso bem direitinho, em casa penso se te deixo gozar.â
e vocĂȘ assente. indo em direção a changbin enquanto pensa na rola do seu namorado empalando vocĂȘ de novo mais tarde.