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A popularidade do certificado digital e-CNPJ ainda tem gerado bastante dúvida entre as empresas, especialmente sobre quem precisa dispor desse documento e em quais situações é solicitado. Para sanar as principais dúvidas, fizemos uma lista que poderá ajudá-lo a entender melhor como funciona o e-CNPJ. Confira:
Como é um e-CNPJ
Existem dois tipos básicos de e-CNPJ. Um deles, o A1, é um software que pode ser instalado no computador e tem validade de um ano. O outro é disponibilizado em token ou cartão com validade de até 3 anos.
Obrigatoriedade
O e-CNPJ é obrigatório para realizar uma série de operações burocráticas e administrativas em sites do governo, como a Receita Federal e o portal Conectividade Social, além de algumas transações bancárias, dependendo de cada banco. Usar o e-CNPJ é como atestar a veracidade das informações, pois ele funciona da mesma maneira que uma assinatura física.
Serviços acessíveis
As empresas que possuem e-CNPJ podem acessar vários serviços exclusivos. No e-CAC da Receita Federal, por exemplo, é possível consultar todas as informações referentes ao CNPJ; cadastrar e consultar procuração; conferir a 2ª via de várias declarações, inclusive a DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte), DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) e o Dacon (Demonstrativo de Apuração de Contribuições Fiscais).
Também é possível fazer as operações referentes ao FGTS e à Previdência Social no Conectividade Social da Caixa, auxiliar no preenchimento do Caged (Cadastro geral de empregados e desempregados) no Ministério do Trabalho e Emprego, utilizar o CNES (Cadastro Nacional de Entidades Sindicais), entre outros serviços.
Obtenção
Embora o e-CNPJ seja usado apenas em transações da internet, é necessário comparecer a uma empresa certificadora para assinar o documento. Ou seja, o e-CNPJ só é válido, quando o contribuinte apresenta todos os documentos que comprovem sua identidade e assina presencialmente no ato da compra. Depois disso, com o certificado digital em mãos, é possível fazer as mais variadas operações online, sem precisar estar presente nos órgãos. Isso ajuda a facilitar a rotina e garante mais segurança para declarar as informações.
Segurança
Grande parte das pessoas se pergunta por que o e-CNPJ é mais seguro do que simplesmente o CNPJ. Ao contrário do segundo, o certificado digital possui uma tecnologia própria por trás dele, que envolve uma chave criptografada. Em virtude disso, ao utilizar o cartão, token ou software, o cidadão não está arriscando os seus dados confiáveis, pois somente ele pode acessar aqueles serviços. Além disso, os sites aceitam o certificado digital exatamente por saber que apenas determinada pessoa tem acesso, da mesma forma que o RG e o CPF são documentos pessoais e intransferíveis.
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Receita Federal aprimora serviços e atendimento virtual passa de 106 milhões
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A Receita Federal aprimorou os serviços prestados à sociedade com a criação do Portal e-CAC (Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte), página disponível no site do órgão, onde são oferecidos dezenas de serviços via internet. Conforme dados da Receita, o considerável crescimento do ambiente virtual de atendimento do Portal passou de 62 milhões de serviços acessados em 2011 para 106 milhões no ano passado.
O Portal foi disponibilizado em 2009, e cinco anos após a sua criação, foi notado que o tempo médio de espera para atendimento presencial nas unidades da Receita Federal caiu 60%, saindo de 30 minutos para 11 minutos.
Um dos serviços disponibilizados foi a Declaração Pré-Preenchida do IRPF (Imposto de Renda Pessoa Física), o arquivo contendo diversas informações, entre elas de rendimentos e deduções, está disponível para download a contribuintes que possuam certificação digital ou a representantes com procuração eletrônica.
A partir do exercício 2015, ano-calendário 2014, foram acrescentados na declaração pré-preenchida os dados da DMED (Declaração de Serviços Médicos e de Saúde)e DIMOB (Declaração de Informações sobre Atividades Imobiliárias). Até o ano passado o programa utilizava dados apenas da DIRF (Declaração do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte).
Outro serviço disponibilizado ao cidadão, é a modalidade de juntada de documentos digitalizados. Esse serviço permite que seja criado um dossiê digital de atendimento ou um processo digital em trâmite no órgão. O objetivo á transparência no atendimento e sustentabilidade ambiental por meio da redução na utilização de papel.
Atendendo a Lei de Acesso à Informação, agora é possível as consulta aberta para a sociedade ao QSA (Quadro de Sócios e Administradores) das pessoas jurídicas e ao Capital Social das entidades. Além disso, a publicidade dessas informações permite que as instituições financeiras possam atuar mais fortemente na prevenção e no combate à lavagem de dinheiro.
Outro serviço disponibilizado pela internet, é a declaração eletrônica, que simplifica a regularização de obra de construção civil junto à Receita. Essa regularização é imprescindível para que seja realizada a averbação do imóvel e para que o mesmo possa ser utilizado como garantia em financiamentos, por exemplo. A regularização junto à Receita Federal é necessária para que seja expedida a Certidão Negativa de Débito relativa à obra, o que permite a averbação junto aos cartórios de registros de imóveis.
Tributos - Desde fevereiro de 2013, a Receita Federal do Brasil passou a aceitar em diversos aeroportos, portos e postos de fronteiras, que viajantes do exterior paguem com cartão de débito os impostos e multas devidos sobre os produtos que excederem a cota de 500 dólares.
A ação é resultado de um projeto amplo de modernização e simplificação do controle aduaneiro sobre bens de viajantes, já que por ano, cerca de 18 milhões de viajantes chegam ao país, contabilizando uma média de 50 mil por dia.
Unificação - No ano passado foi publicado decreto, onde ficou instituído que a prova de regularidade fiscal do sujeito passivo perante a Fazenda Nacional, a partir do dia será feita por meio de uma única certidão, expedida pela Receita Federal e a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Antes, o contribuinte era obrigado à emissão de duas Certidões, a Conjunta, referente a pendências não previdenciárias, e a Específica, referente a pendências previdenciárias.
Empresas nacionais cometem erros graves com as NFes
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Uma pesquisa realizada com 1087 empresas, feita pela Systax, especializada no segmento tributário, mostra que as notas fiscais ainda não estão tendo o tratamento adequado e o risco de se receber uma penalização imposta pelo Fisco é grande, bem como pagar impostos de forma errônea, além de deixar de obter créditos quando possível. Mesmo as questões mais básicas, ligadas à obrigação do armazenamento de documentos eletrônicos, pouco evoluíram com base na primeira edição da pesquisa, realizada em 2013. Além disso, foi possível detectar problemas críticos como a falta da validação e o cuidado com a integridade das notas fiscais.
A questão da qualidade da informação tributária, objetivo do SPED, também continua como um grande problema para a maioria das empresas pesquisadas, “além daqueles que não conferem as informações das NF-e recebidas, há um grande percentual de erros detectados pelas empresas que executam esta tarefa – apenas 4,37% das empresas não encontraram problemas nas NFe que recebem!”, alerta o diretor da Systax, Fábio Rodrigues.
A pesquisa aborda também a preparação das empresas para a Manifestação do Destinatário, cruzamentos entre XMLs e escrituração fiscal, adoção do CT-e, Eventos da NF-e, erros de NCM nas NF-e recebidas, multas já recebidas, dentre outros problemas observados. O levantamento mostra ainda que cerca de 59,83% das empresas realizam ainda procedimentos manuais para validação e armazenamento de suas NF-e. 66,38% afirmam já terem recebido alguma NF-e inválida, cancelada ou com algum problema.
“Quase 1 ano e meio da data em que realizamos a primeira edição dessa pesquisa, constatamos que o quadro pouco evoluiu, as empresas ainda não se deram conta das preocupações que devem ter com seus documentos fiscais eletrônicos”, finaliza Rodrigues.
Pontos fundamentais para quem pretende abrir uma empresa
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Abrir um negócio é uma decisão de grande responsabilidade, sendo necessários diversos processos que necessitam de atenção, principalmente nos detalhes mais técnicos. Alguns pontos de destaque são elaboração do contrato social, a escolha do tipo de tributação da empresa, a escolha do imóvel, obtenção de alvará. Veja alguns pontos que a Confirp Contabilidade selecionou para ser levado em conta antes de abrir uma empresa.
Planejamento do negócio
O grande problema na maioria das empresas abertas é que isso ocorre impulsivamente e, em função disso, não há um plano de negócio estabelecido, publico alvo e estrutura necessária, assim, antes de qualquer coisa é necessário sentar e ver o que se pretende e como se objetiva atingir.
Muitas vezes, após essa primeira análise, se percebe a necessidade de uma capacitação e hoje se encontra um grande número de cursos de capacitação para empreendedores, muito desses gratuitos. Também é importante pesquisar como está o mercado em que pretende atuar, para ver em qual nicho de público se encaixará .
Cálculo de custos para começar a funcionar
É preciso que se tenha em mente que, para colocar uma empresa para funcionar, haverão custos que vão além dos que já se conhece no dia a dia de uma empresa com infraestrutura e pessoal. Dentre esses, os principais são as taxas da junta comercial e da emissão do alvará, dentre outras que variam de acordo com a localidade e o ramo de atuação.
Para facilitar esse processo existem profissionais especializado em resolver a burocracia, para se ter ideia, a Confirp tem uma área que apenas se responsabiliza por isso, tirando do cliente qualquer ‘dor de cabeça’ relacionada ao tema.
Elaboração do contrato social
Para toda empresa funcionar é imprescindível que se elabore um contrato social. É nesse documento que estão relacionados os pontos práticos do funcionamento da empresa. Pontos primordiais que devem englobar são informações como nome, endereço e atividade, capital social (valor ou bens investidos), qual a relação entre os sócios e como se dá a divisão dos lucros.
Importante frisar que quaisquer alterações contratuais, faz com que se tenha que refazer as inscrições federal, estadual e municipal e as licenças. As sociedades limitadas só podem alteradas se 75% do capital estiver de acordo. Geralmente, o registro de um contrato social pode ser agilizado procurando o sindicato da categoria da empresa, sendo que o mesmo pode possuir um posto avançado da junta comercial. Com isso, todo esse processo pode ser finalizado em até 24 horas.
Opção pelo regime tributário que a empresa seguirá
Hoje três são basicamente três os regimes de tributação existentes, Simples, Presumido ou Real. A opção pelo tipo de tributação que a empresa utilizará deve ser feita até o início do próximo ano, mas as análises devem ser realizadas com antecedência para que se tenha certeza da opção, diminuindo as chances de erros.
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Quem você quer que o consumidor se torne?
É esta a pergunta que os empresários devem se fazer, disse Michael Schrage, pesquisador do MIT (Massachusetts Institute of Technology), em sua palestra nesta quarta-feira no 6o Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria (CNI), em São Paulo.
O importante para inovar é parar de pensar em “como fazer melhores consumidores melhores” para pensar em “como fazer consumidores melhores”. Isso significa ter uma noção não apenas do que a sua empresa faz, mas do efeito que isso causa na vida das pessoas. O bom e velho ‘foco no cliente’, mas com outro gancho: converter ativos de capital humano em valor de mercado.
Um dono de carruagens pego de surpresa pela chegada dos automóveis precisa decidir: está no campo da logística, do transporte, da posse de animais ou, brinca Schrage, do sadomasoquismo?
“Em que negócio você está? Isso não é uma questão semântica. Não há resposta certa – você vive em um mundo de tecnologia descontinuada, e você precisa fazer uma escolha. E ela pode mudar, porque as economias são mais dinâmicas do que estáticas.”
O professor nota que falam muito da revolução que Henry Ford fez na produção em massa, mas ignoram outra grande contribuição: a criação de toda uma geração com a capacidade de dirigir. O mesmo é verdade para as habilidades criadas por smartphones e aplicativos.
Nesse último caso, especificamente, a relação é ainda mais direta: quanto mais uso, melhor eles ficam. O algoritmo do Google é um bom exemplo dessa criação de uma “inteligência coletiva” – mas isso também significa que de alguma forma, estamos todos trabalhando para a empresa.
Schrage diz a lição é especialmente importante para um país como o Brasil, que é líder em mídias sociais e inova muito no cotidiano, mas que ainda não conseguiu traduziu isso de forma econômica:
“O futuro da inovação brasileira vai ser uma função do seu investimento e da sua cultura em capital humano."
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Se sua empresa está diretamente ligada ao varejo, confira essas tendências colhidas no NRF Big Show 2015!
104 edições… nem o Oscar, com seus 87 anos de idade, é tão tradicional quanto o NRF Big Show! A National Retail Federation, ou Federação Americana de Varejo, reuniu 35.000 pessoas em seu principal evento, que acontece todos os anos na fria Nova York. Fria mesmo! A média de temperatura foi de -7ºC, com picos de -10ºC. Nada mal para quem vinha de 45º C de sensação térmica no Rio. O gelo valeu por vários aprendizados que eu faço questão de compartilhar aqui.
O Brasil, como sempre, teve a maior delegação não-americana do evento, com quase 2.000 participantes. Portanto, o evento é bom não só pelo conteúdo, mas também pelo networking, pois em geral são os presidentes e diretores das empresas que comparecem. A estrutura do evento é gigante e muita coisa acontece simultaneamente com sessões de palestras, debates e a feira com stands dos principais fornecedores de varejo do mundo.
Este ano, o convidado de honra foi o Ben Bernanke, ex-presidente do Banco Central americano, que foi um dos responsáveis por tirar os EUA da crise subprime de 2008/2009. A mensagem principal foi de otimismo. No ano passado, o convidado foi o ex-presidente George W. Bush. Também esse ano, passaram pelo palco principal o presidente da Levi’s (que entrou cantando Beatles e falou dos valores da marca), o presidente do Walmart US, o visionário Juan Enriquez, entre outros palestrantes craques. Muito legal também a participação de brasileiros nos palcos: C&A, GPA, GSMD e Netshoes.
Destaco abaixo os principais tópicos debatidos em todo evento:
1. Omnichannel: não importa onde, é comércio
Não importa se o cliente compra na loja física, no e-commerce, no m-commerce, no s-commerce, se ele leva o produto no braço, se recebe em casa, se pesquisa preço ou compra por impulso… o que importa é que ele é seu cliente e quer ser bem atendido independente do canal. Para isso, você precisará ter tecnologia, inteligência, time, processos adequados para isso.
Essa foto resume bem o evento todo:
2. Big Data está mudando o mundo, até o dos esportes
Foram convidados gestores dos principais esportes americanos (tênis, futebol, futebol americano, basquete, hockey) com o objetivo de compartilhar as melhores práticas de Big Data num paralelo com o varejo.
Basquete: a NBA disponibilizou, gratuita e abertamente em seu site, todos os dados de todos os jogos e jogadores desde 1936. Além disso, desde o ano passado, os times treinam com tecnologia vestível para monitoramento em tempo real, com o objetivo de aumentar o desempenho, antecipar ou prevenir lesões.
Futebol americano: a marca de moda Levi’s construiu, em parceria com o 49ers, um novo estádio recheado de tecnologia, formando um exemplo de marca que inova fora do âmbito esperado pelo mercado.
Futebol: nos intervalos dos jogos da Copa do Mundo, o goleiro da Alemanha recebia em seu iPad todas as estatísticas do primeiro tempo, para planejar a estratégia do segundo. Big data está mudando os esportes e é incrível como a Fifa está atrasada na autorização do uso de tecnologia para aprimorar a experiência do torcedor. O principal aspecto em que o big data pode ajudar um time é fazê-lo entender quem é seu fã. A Alemanha vendeu 3 milhões de camisetas ano passado. Recorde!
Tênis: a representante da WTA disse que o tênis está atrasado em relação aos demais esportes. Pretendem lançar uma plataforma social própria para interagir melhor com seus fãs. Em números: são 800 milhões de fãs de tênis no mundo. Apenas 5 milhões vão aos estádios. A WTA só possui 40 mil em sua base de dados…
Saber quem são os fãs, quais são seus gostos e preferências, qual é seu perfil etc. faz com que se possa tratá-lo individualmente com ofertas e atendimento direcionados.
3. A presença em mobile passa a ser obrigatória
O assunto é tão importante que foi considerado um dos pilares do evento, que teve palestras e debates exclusivamente sobre Mobile. Já não é mais tendência, é realidade:
• Usuários com iPhone convertem 15% mais do que outros dispositivos (existem varejistas fazendo versões de site mobile diferentes, baseado no dispositivo).
• 19% das vendas in-store são influenciadas pelo mobile.
• 25% dos consumidores têm a expectativa que a experiência no mobile mude de acordo com o seu contexto. A experiência mobile da compra de passagem aérea deveria ser diferente antes e depois do embarque, por exemplo.
• As pessoas checam seus smartphones, em média, 185 vezes ao dia!!! Cada vez que isso acontece, é uma oportunidade que o varejista tem de interagir com o seu consumidor.
4. Estamos na era da experiência e da personalização
A sacada não é oferecer o mesmo preço em canais diferentes, mas sim oferecer o mesmo preço para o mesmo cliente em canais diferentes.
Um dos destaques foi para o trabalho do Centro de Inovação do eBay, que desenvolveu o conceito de interatividade da loja Rebecca Minkoff no SoHo, em NY, e também para os projetos de realidade aumentada, para moda e estádios.
O futuro será das personalizações que puderem gerar uma experiência incrível e individualizada para cada consumidor, que, por sua vez, terá cada vez mais acesso às tecnologias vestíveis, internet das coisas, drones, robôs, impressoras 3D, carros auto-dirigíveis e adaptações do próprio DNA, conforme palestra do visionário Juan Enriquez.
5. Vale cada vez mais investir na precificação dinâmica
Foram nada menos do que 4 palestras sobre o tema, que está cada vez mais entranhado na operação das lojas virtuais americanas.
Muito interessante foi o caso de uma loja virtual que usa uma tecnologia que identifica qual concorrente afeta sua demanda, para que ela possa trocar o preço somente quando o concorrente relevante trocar, e não qualquer concorrente.
Um estudo mostrou também que a Amazon não foi a mais barata no Black Friday americano. O Walmart conseguiu ser ainda mais agressivo, porém isto não está claro na mente dos consumidores.
Um sugestão de estratégia para implementar precificação dinâmica foi: começar pequeno, construir confiança em toda a organização em passos pequenos, alta direção patrocinando, medir resultados desde o início, pegar feedbacks com a equipe da ponta. Não é da noite para o dia que se deve implementar. Hoje, 13% da troca de preços nos EUA é de 1 centavo para cima ou para baixo!
Em suma, o evento foi excelente para encontrar as pessoas e observar as tendências que em breve estarão por aqui. Em 2016, você não pode perder!
Artigo de Luis Vabo Jr, CEO da Sieve, publicado originalmente pela Endeavor Brasil e gentilmente cedido ao Administradores.com.
O que é assinatura digital? Assinatura digital é o mesmo que assinatura digitalizada?
O que é assinatura digital?
Como a assinatura realizada em papel, trata-se de um mecanismo que identifica o remetente de determinada mensagem eletrônica. No âmbito da ICP-Brasil, a assinatura digital possui autenticidade, integridade, confiabilidade e o não-repúdio - seu autor não poderá, por forças tecnológicas e legais, negar que seja o responsável por seu conteúdo. A assinatura digital fica de tal modo vinculada ao documento eletrônico que, caso seja feita qualquer alteração no documento, a assinatura se torna inválida. A técnica permite não só verificar a autoria do documento, como estabelece também uma “imutabilidade lógica” de seu conteúdo, pois qualquer alteração do documento, como por exemplo a inserção de mais um espaço entre duas palavras, invalida a assinatura.
Assinatura digital é o mesmo que assinatura digitalizada?
Não. A assinatura digitalizada é a reprodução da assinatura de próprio punho como imagem, o que não garante a autoria e integridade do documento eletrônico. Neste caso, não existe associação inequívoca entre o assinante e o texto digitalizado, uma vez que ela pode ser facilmente copiada e inserida em outro documento.
Fonte: ITI
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COMO APROVEITAR AS OPORTUNIDADES QUE TODA CRISE OFERECE
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O cenário está complicado… Complicado como? Os fatos básicos podem ser comuns a todos – inflação, juros, dólar alto, retração do consumo, arroxo fiscal, entre outros pontos, que acabam pesando no fluxo de caixa e na gestão do negócio – mas, o que isto significa especificamente para você e para sua empresa? É ruim? É neutro? É bom? Não se engane: para algumas empresas, é muito bom.
Um dos maiores erros que um empreendedor pode cometer em um momento de crise é “andar com a manada”. Nas crises, sempre existem oportunidades, só que, quase por definição, elas não estão disponíveis para todos. Outro erro é arrogantemente achar que “nada mudou” e que a crise não tem impacto sobre o seu negócio. Provavelmente tem. E é importante entender quais são.
Para surfar na onda da crise, é preciso ter atenção, capacidade analítica e uma certa habilidade de ficar imune ao mau humor que toma conta do ambiente. Há uma certa fala turbulenta e assustadora que alimenta e é alimentada pela mídia (é a oportunidade dela na crise!), mas que, no fundo, faz bem pouco sentido estruturalmente.
A capacidade de planejar na crise é essencial. Sinceramente, também não é tão difícil. É claro que o plano não vai ser tão cheio de detalhes, as metas provavelmente terão que ser renegociadas ao longo do caminho. Eu diria que esta é mais hora de focar no essencial do que de entrar em aventuras. Mas dá para fazer! É só ter método.
Segundo os professores Nathan Bennett e G. James Lemoine, em um artigo brilhante da HBR chamado “What VUCA Really Means for You”, o plano demandará certas características específicas de acordo com a dinâmica dominante nos espaços competitivos em que você decidir jogar.
VUCA é o acrônimo de Volatility (Volatilidade), Uncertainty (Incerteza), Complexity (Complexidade) e Ambiguity (Ambiguidade). É uma forma simples e prática de entender com que tipo de cenário estamos lidando:
Se a dinâmica for de grande Complexidade (muitas partes e variáveis interconectadas de forma, na prática, imprevisível), o plano terá que incluir a construção de recursos para lidar com a complexidade, como contratação de especialistas e reestruturação de processos de coleta e processamento de informações.
Se a dinâmica for de grande Volatilidade (o desafio é inesperado ou instável, mas não necessariamente difícil de entender), o plano terá que gerenciar cuidadosamente risco e custo. Por exemplo, a estratégia de busca do estoque ideal em um operador logístico vai ter que balancear risco de ruptura e risco de endividamento excessivo. As premissas para tomada de decisão desta questão têm que fazer parte do plano.
Se a dinâmica for de grande Ambiguidade (as relações causais no ambiente são totalmente obscuras e muitas coisas nem sabemos que não sabemos), o plano terá que incluir testagem e prototipagem. Ou o risco de fracasso será exagerado.
Se a dinâmica for de grande Incerteza (sabemos como os eventos se comportam, mas nem sempre temos a informação necessária para tomada de decisão), o plano terá que definir formas de coletar, organizar e processar informação no tempo adequado para a tomada de decisão tática-operacional.
O cenário não é o mesmo para todos os setores e empresas. Cada um é afetado pela conjuntura de uma forma diferente e específica. Pare e pense. De que forma sua empresa está sendo afetada? O que você tem que fazer para colher as oportunidades que esta crise lhe oferece? Qual é o seu plano?
*Daniel Castello é consultor e palestrante nas áreas de estratégia e gestão de pessoas. Como consultor liderou projetos de transformação, tendo entre seus clientes: Syngenta, Baxter, GRSA, Gruppo Campari, Grupo Santander, AON Affinity, Banco Daimler-Chrysler, Mapfre Seguros, Grupo Telefónica, Martin-Brower, McLane, Termomecânica, UAB Motors e FIEP.
10 DICAS DE ETIQUETA QUE TODO PROFISSIONAL DEVERIA SABER
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Ocasiões sociais de trabalho podem ser um pouco embaraçosas. Regras de etiqueta nos negócios são, muitas vezes, difentes daquelas que devem ser adotadas em outros ambientes. No livro "The Essentials of Business Etiquette" (Os fundamentos da etiqueta empresarial, sem edição em português), a especialista na área Barbara Pachter elenca recomendações para que as pessoas possam se sair bem nessas situações. O site Business Insider selecionou algumas delas. Confira:
Ao ser apresentado a alguém, não fique sentado. "Levantar ajuda a estabelecer sua presença. É mais fácil você ser ignorado se não fica de pé. Caso seja pego desprevenido e não puder levantar, incline-se para a frente para indicar que, se pudesse, levantaria", diz Barbara.
Inicie o aperto de mãos. Segundo a escritora, o anfitrião ou o profissional no cargo mais alto, independentemente do sexo, deve estender a mão primeiro. "Se a pessoa hierarquicamente superior não faz isso imediatamente — muitas vezes por causa de uma confusão de gênero — a outra pessoa deve estender sua mão, logo em seguida." De qualquer maneira, o aperto de mãos deve acontecer, se você quiser ser levado a sério.
Só diga "obrigado" uma ou duas vezes durante a conversa. Se você começa a agradecer muito, fica parecendo desamparado e necessitado. Há regras também para notas de agradecimento. Precisam ser enviadas dentro de 24 horas e separadamente para todos que você quer agradecer. "Antes de escolher entre e-mail e notas manuscritas, considere que o correio normal pode levar vários dias para chegar ao seu destino, enquanto o e-mail chega quase que imediatamente", Barbara escreve.
Deixe o celular no bolso. É evidente que vai levá-lo para onde quer que você vá, mas o recomendado é resistir à tentação de checar suas notificações — por mais discreto que você acredite ser, o movimento é perceptível e indelicado. Além disso, não deixe o aparelho em cima da mesa. Está praticamente dizendo para a outra pessoa que a largaria a qualquer momento para falar com outra.
Nunca puxe a cadeira para alguém. Não tem problema manter a porta aberta para seu convidado, mas Barbara defende que você não deve puxar a cadeira para ele sentar, independentemente do sexo. Em um ambiente empresarial, regras sociais de gênero devem ficar para trás. "Tanto homens quanto mulheres podem puxar suas próprias cadeiras." E outra dica na hora de sentar que serve para todos os gêneros: não cruze as pernas.
Aponte com os dedos juntos. "Indique o que quer mostrar com a mão espalmada, e dedos juntos. Se você aponta com o dedo indicador, fica parecendo agressivo", diz Barbara. "Tanto homens como mulheres apontam, mas as mulheres tendem a fazê-lo com mais frequência."
Na hora de mandar um e-mail, cheque o destinatário. Preste atenção ao digitar um nome de sua lista de endereços do e-mail no espaço do "Para". É fácil selecionar o nome errado e sua mensagem ir parar na caixa de alguém que não deveria recebâ-la, o que você não quer que aconteça.
Divida pães com as mãos. Barbara diz que você nunca deve usar faca para cortá-los em um jantar de negócios. "Quebre o pão ao meio, arranque um pedaço de cada vez e coloque a manteiga quando estiver pronto para comê-lo."
Não peça nada muito caro, se for o convidado. E pague a conta, se você que convidou. Caso peça um prato ou vinho muito caro, vai parecer que está querendo se aproveitar do seu anfitrião. "No entanto, se o anfitrião faz recomendações, você pode pedir qualquer uma das sugestões, mas é ainda melhor não escolher a mais cara." Barbara reforça que, caso tenha convidado, você deve pagar a conta, independentemente do gênero. Você pode pedir licença e ir pagar longe de vista, se preferir.
Não empurre ou empilhe os pratos. "Você não é o garçom", diz Barbara. Além disso, se as outras pessoas com que você está comendo com ainda não terminaram, podem sentir que você está apressado. Outra recomendação acerca do fim das refeições é não pedir as sobras para viagem. "Tudo bem em jantares de família, mas não durante ocasiões profissionais."
Certificado digital versus login/senha: você sabe a diferença?
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A tecnologia da Certificação Digital tem ganhado notoriedade na mídia devido aos seus inúmeros benefícios, tanto para o titular, quanto para quem disponibiliza a aplicação para o uso da tecnologia. No entanto, há ainda quem se questiona e confunde o Certificado Digital com um simples meio de se identificar com senha. E não é bem assim.
É importante que as pessoas reconheçam o real valor de se identificar por meio do Certificado Digital. Para começar vamos ao conceito: Certificado Digital é um documento eletrônico que identifica inquestionavelmente o seu titular no meio digital, devido ao processo rigoroso de emissão, que exige o comparecimento pessoal para a comprovação das informações prestadas no momento da solicitação, e o cruzamento de dados com a base da Receita Federal do Brasil. O que isso significa? Significa que o titular de um e-CPF, versão do Certificado Digital para Pessoas Físicas, por exemplo, é quem ele diz ser.
E o login e a senha? Oras, para realizar um cadastro não é necessário utilizar os meus dados fidedignos. Claro, há exceções. Mas em suma, hoje, muitas empresas aceitam como meio de identificação o login e senha das redes sociais, por exemplo. E quem é você nas redes sociais? Bom, nas redes sociais podemos ser quem quisermos. Ou seja: qual é a segurança do login e senha, neste caso?
Com o Certificado Digital tem-se a certeza de que quem está logado no site ou em um sistema é quem diz ser. E é até mesmo por isso que todas as transações realizadas por meio do documento eletrônico tem validade jurídica, pois a cada uso é gerada uma assinatura digital com valor semelhante a da assinatura manuscrita.
Esses são apenas alguns dos valores que justificam o uso e, às vezes, exigência do Certificado Digital em diversas aplicações.
Os advogados, por exemplo, em grande parte do país, agora, já podem peticionar de forma eletrônica, sem ter que se deslocar, imprimir pilhas de papéis ou trabalhar condicionados ao horário dos Fóruns, graças a autenticidade e integridade das informações que o Certificado Digital garante.
Outro segmento que pode se beneficiar e que aos poucos tem tomado conhecimento sobre os benefícios da identificação com o Certificado Digital é o de e-commerce. Esse mercado é assombrado pelo chargeback, em português, o não reconhecimento da compra. E onde começa esse problema? Na identificação. Um usuário pode criar um cadastro ou usar sua conta das redes sociais para se identificar, realizar uma compra com cartão de crédito e depois não reconhecê-la. Com o Certificado Digital essa situação não existe, pois ao se identificar com o Certificado, o lojista tem a certeza de que o usuário é quem ele diz ser e pode, em caso de não reconhecimento da compra, questionar a afirmação.
O Certificado Digital como meio de se identificar em e-commerce? Sim, é isso mesmo. Isso é totalmente viável, de simples implementação e há um universo de 2 milhões de pessoas titulares de Certificados Digital, conhecedoras dos benefícios e as diferenças entre login e senha, que aguardam ansiosamente a ampliação desse modo de identificação.
Maurício Balassiano - Diretor de Tecnologia da Certisign. Atua no segmento da Certificação Digital há mais de 14 anos e é especialista em Segurança, Tecnologia da Informação e Certificação Digital.
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Os períodos de crise fazem surgir os verdadeiros campeões. Nos momentos de expansão do mercado, muitos parecem surfar tranquilamente e se beneficiar. Porém, quando os consumidores fogem e se tornam mais críticos e seletivos, as coisas mudam muito.
Parece ser o caso do mercado automotivo no Brasil nos primeiros três meses do ano. As vendas de automóveis e comerciais leves tiveram queda de mais de 17% neste primeiro trimestre, com relação ao mesmo período do ano passado.
Mas a queda tem impactado as diferentes marcas em magnitudes muito diversas. Abordando apenas as marcas com maior volume de vendas, notamos que Citroën, Fiat e Volks estão se tornando os grandes perdedores com a diminuição das vendas, respectivamente, de cerca de 47%, 27% e 22%.
Já outras marcas, como GM, Renault e Ford, estão perdendo moderadamente: queda de vendas de, respectivamente, cerca de 18%, 15% e 4%.
Mas há marcas que conseguiram não apenas ampliar sua fatia de mercado, como, e mais surpreendente ainda, exibir aumentos reais de vendas.
É o caso da Toyota e da Honda, que parecem não sentir a crise como outras concorrentes. Ambas tiveram significativos aumentos em vendas neste primeiro trimestre.
A Toyota, por exemplo, vendeu 41.055 veículos no primeiro trimestre, crescimento de mais de 12% em comparação com mesmo período do ano anterior. Já a Honda, por sua vez, vendeu 32.857 unidades de janeiro a março, também apresentando um crescimento superior a 12%.
O que faz tais empresas conseguirem esses resultados tão expressivos em um período de enorme declínio? Ambas tem estratégias parecidas e sistemas de gestão semelhantes. Vejamos alguns dos elementos que as tornam tão especiais.
Em primeiro lugar, uma obsessão pela qualidade. Embora muitas outras empresas também se preocupam com a qualidade, acabam priorizando garantir os volumes de produção e vendas acima de tudo.
Entretanto, essas duas montadoras levam essa orientação a um novo patamar. Desde que começaram a comercializar e a produzir seus veículos no país, Toyota e Honda lideram as pesquisas de satisfação dos clientes, não apenas com os produtos em si e sua durabilidade, como também com os serviços oferecidos pelas concessionárias e elevado valor de revenda.
Além disso, têm uma grande preocupação com a eficiência e custos, além de estabelecer relações de confiança de longo prazo com suas concessionárias e principais fornecedores.
As estratégias de investimentos focalizam em poucos produtos e em baixos volumes, com incrementos graduais, para poder garantir os elevados níveis de qualidade e eficiência e também enfrentar as oscilações do mercado.
Desse modo, na contramão do setor, essas duas empresas estão ocupando plenamente a sua capacidade produtiva neste momento e, ainda, estão investindo em ampliações.
A Honda, por exemplo, está investindo R$ 1 bilhão em sua segunda fábrica no país, em Itirapina, no interior de São Paulo, que vai empregar cerca de dois mil funcionários, para a produção do novo Fit, e deverá dobrar, assim, a capacidade produtiva da empresa no Brasil de 120 mil unidades por ano para 240 mil.
Do mesmo modo, a Toyota também está investindo em uma nova fábrica, desta vez de motores, na cidade de Porto Feliz, interior de São Paulo, com capacidade de 70 mil motores por ano a partir de 2016.
Tanto Toyota quanto Honda têm tido uma estratégia consistente de crescimento lento, com foco em valor para os clientes, e no desenvolvimento de capacitação local em manufatura, engenharia etc.
Outras empresas cresceram mais rápido e até prosperaram. Mas na hora da crise, as diferenças de estratégia aparecem, e a superioridade do enfoque que valoriza qualidade e uma visão de longo prazo torna-se evidente.
Muitas montadoras têm se dedicado a copiar algumas das técnicas e ferramentas de gestão desenvolvidas pioneiramente pela Toyota, seguidas, em grande medida, pela Honda. E, com isso, têm tido melhorias em seus desempenhos.
Porém, a mudança essencial na filosofia de gestão e no modo de pensar e fazer as coisas ainda não foi feita. Talvez este momento possa ser utilizado para a reflexão e a definição de uma nova etapa no sistema de gestão e na estratégia dessas outras montadoras. Para o bem delas e dos clientes.
Toyota e Honda têm tido seus percalços, equívocos e dificuldades no país. Não são empresas perfeitas, mesmo porque isso não existe. Mas seus desempenhos recentes contrastam radicalmente com o desempenho do setor.
Fonte: Epocanegocios.globo.com (José Roberto Ferro é presidente do Lean Institute Brasil, escreve às terças-feiras).
PEDIDO DE SEGURO-DESEMPREGO DEVE SER FEITO COM CERTIFICADO DIGITAL ICP-BRASIL
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Desde o dia 1º de abril, todos os empregadores, ao informar o Ministério do Trabalho e Emprego – MTE da dispensa do trabalhador para fins de recebimento do benefício Seguro-Desemprego, devem fazê-lo via sistema Empregador Web. Para ter acesso ao sistema do MTE, o empregador deve utilizar o certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.
O procedimento atende à Resolução 736/2014, do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador – Codefat. A determinação torna obrigatório o uso do Portal Mais Emprego para o preenchimento e envio do Requerimento do Seguro-Desemprego – RSD e do Comunicado de Dispensa – CD ao MTE.
O empregador que não possui a certificação digital deverá, por meio de procuração, autorizar um representante com certificação para executar os procedimentos. Neste caso, a procuração precisa ser validada na Agência do Trabalhador ou do Ministério do Trabalho. Deste modo, o procurador poderá acessar o aplicativo e emitir os documentos para o empregador.
Após o preenchimento digital, os formulários do RSD e do CD deverão ser impressos e entregues ao trabalhador, que deverá se apresentar a uma Agência do Trabalhador para requerer o benefício.
Empregador Web – O Sistema Empregador Web foi criado pelo MTE com a finalidade de viabilizar o envio dos requerimentos de Seguro-Desemprego pelos empregadores via internet, agilizando assim o atendimento aos trabalhadores requerentes do benefício.
A utilização do Sistema possibilita as empresas mais objetividade, segurança e agilidade no processo, como, por exemplo, o envio de informações em lote, utilizando arquivo gerado pelo sistema de folha de pagamento; a eliminação dos requerimentos adquiridos em papelarias, visto que o mesmo pode ser impresso em papel comum; agilidade no processo de prestação de informações; redução de gastos com aquisição de formulários pré-impressos; garantia na autenticidade da informação prestada; além de possibilitar a designação de um representante procurador, que represente o empregador nas ações relativas ao cadastro de requerimento do Seguro-Desemprego.
O MTE disponibiliza uma Cartilha com perguntas e respostas sobre o Empregador WEB. Acesse: http://portal.mte.gov.br/seg_desemp/empregador-web.htm
Investir para reduzir custos: a saída para um 2015 melhor
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As previsões para 2015 certamente não são das mais otimistas. Analistas do mercado financeiro esperam uma retração da economia para este ano, causada pelas recentes medidas de reajuste promovidas pelo Governo e a desaceleração da economia chinesa. Segundo o FMI, economias emergentes, como é o caso do Brasil, serão impactadas pelas revisões para baixo do crescimento nas exportações de matérias-primas. Como lidar e, principalmente, como ainda crescer inserido neste cenário de instabilidade?
Um dos principais segredos para sobreviver a períodos de crise como este é não abrir mão de bons investimentos. Ou seja, não fazer o que a maioria das empresas faz: não se planejar e economizar no curto prazo. Na ânsia por melhorar os resultados, muitas companhias buscam a redução de custos a qualquer preço e deixam de enxergar boas oportunidades. Vislumbram apenas o corte de gastos e o resultado imediato já no balanço do mês seguinte. Este, certamente, não é o melhor caminho. Existem sim, boas alternativas de investimento em épocas de crise.
Temos que ir muito além quando o assunto é reduzir custos e promover o corte de gastos. O “pensar fora da caixa” tem que ser usado nestes períodos, não somente para criar novos produtos. Podemos ser inovadores em investimentos que reduzem custos e aumentar a eficiência das empresas. Nestas épocas de vacas magras, a tecnologia pode ser nosso principal aliado. Processos bem desenhados e enxutos impactam diretamente nos negócios de qualquer empresa, mas no médio/longo prazo. O retorno de investimento é perceptível quando são realizados aportes assertivos em tecnologia, mas é preciso ter calma para atingir os resultados e conseguir combinar as expectativas dos envolvidos.
Investimentos planejados em determinadas tecnologias podem trazer benefícios como o aumento da produtividade dos colaboradores e a otimização de recursos. Pode parecer lugar comum falar sobre estas vantagens, mas elas, de fato, trazem retornos expressivos. A área de compras é onde a empresa mais sente os benefícios de um investimento bem feito em tecnologia e otimização de processos. A transparência, o compliance, a redução de custos são sentido já no início dos projetos. O e-Procurement e as aplicações de Sourcing são exemplos destas tecnologias. São modelos otimizados de compra de produtos e/ou serviços através da internet que se integram aos sistemas de gestão das empresas. Parece simples e óbvio, mas muitas organizações ainda não descobriram as vantagens da automatização dos processos de compras.
Diversas empresas ainda adquirem insumos e suprimentos da maneira tradicional: Uma equipe é responsável por levantar fornecedores para cada item a ser comprado; ocorrem a tomada de preços e abertura de concorrência; depois de decidido o parceiro, iniciam-se as conversas – para adequar preços, taxas e prazos. Além de demandar muito tempo, este ciclo manual também impede as melhores e verdadeiras negociações: descontos de acordo com a quantidade, frequência de compra e tantos outros fatores que influenciam os momentos decisórios.
Investir na implementação de tecnologias como o e-Procurement e o Sourcing é sinônimo de redução de custos com atrasos de entrega, diminuição do tempo da equipe de compras focado em tarefas operacionais e, principalmente, escolha dos melhores fornecedores e negociação dos melhores preços de acordo com as necessidades da sua empresa. Ao mesmo tempo, a automação destes processos promove a competitividade saudável entre os mais diversos fornecedores.
Os motivos para apostas em tecnologia são inúmeros, entretanto, é preciso coragem para levantar esta bandeira e defender os investimentos mesmo com cortes dentro das companhias. O ano de 2015 exigirá esta coragem e as empresas que a tiverem sairão na frente nos próximos anos. Somente com a união de processos e tecnologia será possível melhorar os procedimentos e, por consequência, descobrir as melhores oportunidades de negócios, sobreviver e crescer neste ano de incertezas.
Nei Tremarin é CMO (Chief Marketing Officer) do Mercado Eletrônico
Alerta aos titulares de certificados digitais. Se você usa, leia.
por Regina Tupinambá
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O uso dos certificados digitais não é restrito apenas às aplicações para as quais foram adquiridos. Sendo assim, se você empresta, compartilha ou utiliza certificados digitais de terceiros, leia as considerações a seguir.
O titular do certificado responde integralmente pelos atos que forem assinados com seu certificado digital, mesmo que tenha sido na verdade praticado por terceiros.
Diz a lei: A guarda do certificado digital e o que for assinado por ele é responsabilidade do titular – art. 10, § 1o, da Medida Provisória no 2.200-2, de 24 de agosto de 2001.
Para quem utiliza certificados de outro titular também vale o alerta: quando você utiliza o certificado digital de terceiros é crime de identidade ideológica.
Adicionalmente, para os que utilizam certificados digitais de terceiros compartilhados com outras pessoas, pode ser colocar em situações embaraçosas. Usar certificados de terceiros é uma responsabilidade que deve evitada. Providencie um certificado digital para seu uso particular.
Atualmente no Brasil a utilização dos certificados digitais em grande escala se dá entre os contribuintes da Receita Federal, advogados, médicos e funcionários públicos.
A tecnologia está com uma curva de adoção crescente facilitando os processos e a rotina dos brasileiros que não precisam mais se deslocar para cumprir tarefas burocráticas e tornam os processos mais céleres e econômicos.
A maioria dos usuários, utilizam os certificados digitais, mas desconhecem o alcance e o poder desse documento eletrônico de identidade.
Certificados
Mesmo os certificados e-CPF ou e-CNPJ, não são exclusivos para a comunicação com a Receita Federal.
Assim como os certificados emitidos para os advogados não são exclusivos para utilização nos tribunais.
Imaginem o que pode ser feito em seu nome de um magistrado por quem detém a posse do seu certificado digital.
Em relação aos médicos e dentistas, os certificados digitais não assinam apenas os prontuários eletrônicos dos pacientes ou seus DEMEDs.
Praticamente qualquer documento pode ser assinado digitalmente com valor legal e atualmente é muito fácil assinar um documento eletrônico.
Conheça alguns poucos exemplos de uso indevido:
Para a utilização junto a Receita Federal é comum o titular do certificado digital entregá-lo a seu contador.
Com advogados acontece muito de um colega emprestar seu certificado para outros advogados ou estagiários.
Os médicos deixam seus certificados digitais nas gavetas dos consultórios compartilhados com outros médicos e marcam com um esparadrapo seu nome para facilitar a identificação.
Compartilhar seu documento eletrônico de identidade não é correto e pode lhe causar problemas.
O que fazer?
No caso de uso junto a Receita Federal é muito simples. Faça uma procuração eletrônica. Não leva mais que um minuto.
Outros profissionais? Providenciem a guarda adequada do seu certificado digital.
Ah, outra coisa, em caso de perda ou furto você deverá revogar seu certificado digital junto a Autoridade Certificadora emissora do certificado digital.
Divulgue essa informação e proteja seus amigos, colegas e familiares de possíveis aborrecimentos.
“O documento eletrônico é um investimento, pois pode ser utilizado em diversas aplicações, não só para a entrega do IRPF. Ele é um facilitador na rotina de pessoas físicas e jurídicas. São inúmeras as vantagens. Entre elas está a possibilidade de assinar digitalmente documentos eletrônicos. É rápido, prático e dispensa o uso do papel, a necessidade de deslocamentos para o envio do documento e custos com autenticações. Você resolve todo o processo com apenas alguns cliques no meio eletrônico”, finaliza Cosentino. (www.certisign.com.br/ir).
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O documento eletrônico assinado com certificado digital produz os mesmos efeitos legais do tradicional documento em papel. Com a assinatura digital, o tempo de quaisquer trâmites é reduzido, promovem-se economias diversas e melhorias nas gestões da Administração Pública e de entidades privadas. No Brasil, essa mudança de cenário causada por constantes inovações tecnológicas só foi possível com a criação do sistema nacional de Certificação Digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil).
AUTORIDADES CERTIFICADORAS APRESENTAM SOLUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DO CERTIFICADO ICP-BRASIL EM DISPOSITIVOS MÓVEIS
Acesse também o nosso site: www.queromeucertificadodigital.com.br
Representes do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, receberam nos dias 20 e 24 deste mês, respectivamente, as Autoridades Certificadoras – ACs Soluti e Certisign, para apresentação de soluções que possibilitarão o uso do certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil em smartphones e tablets.
A Soluti apresentou aos diretores e coordenadores do ITI o Certilllion, uma plataforma de segurança gratuita que permite o armazenamento e uso do certificado ICP-Brasil em dispositivos móveis. Em sua apresentação, o diretor executivo do Certillion, Rodrigo Sodré, mostrou como funciona o aplicativo e salientou seus benefícios. “A aplicação possibilita que o smartphone funcione como um token ou cartão, guardando o certificado digital. Dessa forma, o usuário tem mais facilidade para utilização do documento e dificilmente emprestará o certificado a terceiros”, destacou Sodré.
No dia 24, o diretor de Tecnologia da Certisign, Maurício Balassiano, fez uma breve demonstração de como funciona o aplicativo da Certisign, que possibilitará o acesso às plataformas que fazem uso da certificação ICP-Brasil para autenticação e assinatura de documentos, por meio de dispositivos móveis. “Com a aplicação esperamos retirar a complexidade do uso para o usuário final e excluir a necessidade de utilização de hardwares. O certificado deixará de ser um periférico e passará a fazer parte de um dispositivo pessoal”, explicou Balassiano.fotografia22
O diretor-presidente do ITI, Renato Martini, destacou a importância do desenvolvimento de aplicações para a utilização do certificado ICP-Brasil em meios móveis. “O uso de smartphones e outros aparatos móveis já é uma realidade. Precisamos nos atualizar para que a certificação ICP-Brasil continue sendo um sistema moderno e de fácil utilização”. Martini também salientou a importância de que as empresas apresentem as soluções ao mercado, e tornem os produtos atraentes e passíveis de comercialização.
“A possibilidade do uso do certificado ICP-Brasil em meios móveis, leva a certificação digital para um ambiente mais agradável e torna o sistema mais flexível para o usuário final”, afirmou o diretor de Infraestrutura de Chaves Públicas do ITI, Maurício Coelho, que elogiou os produtos apresentados.
Autoridade de Registro Biométrica – AR Biométrica
Na reunião do dia 24, também foi apresentado um modelo de Autoridade de Registro Biométrica – AR Biométrica, que vem sendo viabilizado pela Associação Nacional de Certificação Digital – ANCD, o Certibio.
O representante da CertBio, Igor Rocha, apresentou toda arquitetura e funcionamento do projeto, que é uma opção para implantação da AR Biométrica que deve tornar ainda mais seguro o ato da identificação do requerente para emissão do certificado digital ICP-Brasil.