𝐓𝐡𝐢𝐬 𝐢𝐬 𝐧𝐨𝐭 𝐠𝐥𝐨𝐫𝐲. 𝐓𝐡𝐢𝐬 𝐢𝐬 𝐝𝐮𝐭𝐲.
Os Observadores estão de olho em CASSIUS LANCASTER. Eles dizem que ele tem 25 anos e que está na Ilha há 3 ANOS, já deve estar acostumado com as regras da cidade. Como CASS se parece com DANNY GRIFFIN, é bom tomar cuidado e não sair do DORMITÓRIO 1 de noite porque mesmo sendo filho de JÚPITER, vindo do ACAMPAMENTO JÚPITER, aqui é apenas mais um no meio da multidão.
🪪 INFORMAÇÕES BÁSICAS:
Nome completo: Cassius Lancaster Apelido: Cass Idade: 25 anos Filiação divina: Júpiter Origem: Romano Espécie: Semideus Gênero: Masculino Ocupação: Sentinela - Dormitório 1
🪞 APARÊNCIA:
Altura: 1,80 m Peso: 82 kg Olhos: Azuis claros - tornam-se mais intensos e luminosos sob estresse ou ativação de poder Cabelos: Castanho-claro a loiro-escuro, geralmente curtos Tom de voz: Médio-grave, controlado, pouco expressivo emocionalmente Marcas: Uma cicatriz no antebraço esquerdo resultado de um colapso de energia durante o uso excessivo de seu poder; a pele apresenta uma leve textura irregular, como se tivesse sido queimada de dentro para fora e outra cicatriz antiga no ombro direito, adquirida em combate, mal fechada por escolha; Cass nunca tentou escondê-la ou curá-la completamente, tratando a marca como lembrete de falha e sobrevivência.
⚔️ COMBATE E ESTILO:
Mão dominante: Direita Arma: Espada romana (gladius) Metal da arma: Ouro Imperial (atualmente inativa) Estilo de combate: Técnico e direto, foco em resistência, guarda firme e contra-ataques Preferência tática: Manter posição, proteger aliados, avançar apenas quando necessário
📜 HISTÓRIA:
Cassius Lancaster cresceu sob um ideal que nunca foi verdadeiramente seu. Sua mãe, Helena Lancaster, era uma mulher metódica, rígida e profundamente devota à ideia de ordem. Embora nunca tenha pronunciado o nome de Júpiter nos primeiros anos, tudo em sua criação girava em torno de agradar “algo maior”. Helena criou Cass como se ele precisasse ser perfeito. Não por vaidade, mas por temor. Ela acreditava que, se falhasse, perderia não apenas a simpatia de um deus, mas também a proteção que julgava necessária para manter o filho vivo. Cass foi ensinado a se portar como autoridade antes mesmo de entender o que isso significava. Aprendeu a falar com firmeza, a manter postura ereta, a não chorar em público e a assumir responsabilidade por outros, mesmo quando ainda era apenas uma criança. Cass precisava ser visto como alguém digno, como alguém que não envergonhasse o olhar de Júpiter, mesmo que esse olhar nunca fosse confirmado. As primeiras manifestações de seus poderes surgiram de forma sutil e perturbadora. Em momentos de estresse extremo, Cass sentia o ar ficar pesado ao seu redor, como se a atmosfera respondesse à sua presença. Objetos metálicos vibravam levemente quando sua raiva era contida, e sua respiração parecia interferir na pressão do ambiente. Em episódios mais intensos, seus olhos adquiriam um tom azul anormal, faiscando brevemente, como eletricidade contida sob a pele. Helena não chamava isso de milagre, chamava de sinal, e o sinal de alerta ainda por cima. Em vez de receber conforto de sua mãe, recebeu mais cobrança. Helena passou a exigir ainda mais controle emocional, disciplina e obediência, em um misto de expectativa e temor pelo filho. Sabia que essas manifestações poderiam atrair monstros para sua localização, correndo o risco de terminar sua história de maneira trágica. A verdade só veio à tona quando Cass já era mais velho, após um episódio mais grave em que a pressão atmosférica ao seu redor colapsou momentaneamente, causando danos físicos a si mesmo e ao ambiente. Foi nesse momento que Helena, sem escolha, revelou a origem de Cass: filho de Júpiter, criado não só por amor, mas por expectativa. Ela acreditava que moldá-lo à imagem de um líder justo e obediente era a única forma de garantir que o deus o reconhecesse ou ao menos não o rejeitasse. A revelação não trouxe alívio, muito pelo contrário, para Cass, foi a confirmação de algo que ele sempre sentiu: nunca fora apenas um filho. Fora um projeto. Um soldado moldado antes de saber que havia uma guerra lhe esperando. Sua ida ao Acampamento não foi uma libertação imediata. Lá, Cass finalmente encontrou respostas, mas também percebeu que o peso do dever não era exclusivo de sua mãe, era parte de sua herança como semideus. Sua relação com Júpiter sempre foi distante, marcada por silêncio e expectativa. Não houve acolhimento, apenas a sensação constante de estar sendo observado. Até hoje, Cassius carrega o conflito entre aquilo que foi treinado para ser e aquilo que, silenciosamente, deseja ser. Entre agradar um deus que nunca falou com ele e escolher, pela primeira vez, um caminho próprio.
🧠 PERSONALIDADE:
Cassius é um semideus moldado mais pelo dever do que pela escolha. Ele aprendeu cedo a obedecer, a manter a postura e a aceitar ordens mesmo quando elas ferem algo dentro dele. À primeira vista, Cass parece contido, rígido e distante, típico de alguém que conhece seu lugar no mundo e não tenta ultrapassá-lo. Ele fala pouco sobre si, mede palavras e raramente demonstra emoções de forma aberta. Há nele uma disciplina quase militar, que não nasce da ambição, mas da necessidade de manter tudo sob controle. Por dentro, no entanto, Cass vive em constante tensão. Ele carrega uma culpa silenciosa por nunca sentir que é suficiente, por sempre acreditar que poderia ter feito mais, sido melhor ou agido mais rápido. Essa sensação o empurra para frente, mas também o corrói. Cassius é um soldado relutante. Obedece, cumpre, executa mas nunca sem questionar internamente. Ele entende a importância da hierarquia e do sacrifício, porém odeia a sensação de ser apenas uma peça substituível no jogo dos deuses. Cass tende a assumir responsabilidades que não são apenas dele. Ele se culpa por falhas alheias, carrega promessas que ninguém lhe pediu e sente que abandonar uma missão ou uma pessoa equivale a traição e desonra. Essa postura faz dele alguém confiável em momentos críticos, mas perigoso para si mesmo. Cass raramente pede ajuda, e quando o faz, já está no limite. Apesar da rigidez, Cass possui uma parte doce e sentimental, algo que ele luta ativamente para esconder. Ele se importa mais do que demonstra, observa detalhes pequenos e guarda lembranças com cuidado excessivo. Esse lado afetuoso raramente se manifesta em palavras; aparece em gestos contidos, em proteção silenciosa, em permanecer quando seria mais fácil ir embora. Justamente por existir, esse traço o assusta: para Cass, sentir demais significa abrir espaço para falhas ou distrações.
⚡ PODERES:
Ativo — TEMPESTADE INTERNA ANTES DA ILHA. Tempestade Interna permitia que Cass convertesse emoções reprimidas como raiva, medo, culpa e afeto não expresso em energia física e mental acumulada em seu próprio corpo. Esse acúmulo resultava em aumento significativo de força, resistência, reflexos e tolerância à dor. O poder não gera trovões, raios ou fenômenos climáticos externos, como pode ser visto em outros semideuses, toda a manifestação ocorre internamente em Cassius. Como reflexo visual da herança de Júpiter, durante o uso do poder, os olhos de Cass adquiriam um tom azul intenso e brilhante, com leves faíscas luminosas visíveis no olhar. Em momentos de pico, pequenos arcos de energia percorriam superficialmente a pele, semelhantes a eletricidade estática, sem causar dano ao ambiente ou a terceiros. Quanto mais emoções eram reprimidas ou sentidas, maior o efeito do poder. Em contrapartida, o uso excessivo causava desgaste físico severo, incluindo exaustão extrema, dores internas, sangramentos leves e colapsos posteriores, tanto físicos quanto emocionais. DEPOIS DA ILHA. Atualmente, a Tempestade Interna permanece ativa, porém instável e limitada. O acúmulo de energia ainda ocorre, mas sua liberação é parcial, dolorosa e de curta duração, resultando em aumento físico moderado. Os efeitos visuais tornaram-se menos intensos e mais irregulares: o brilho azulado nos olhos surge de forma intermitente, e as faiscas na pele aparecem apenas em momentos críticos. Os efeitos colaterais se intensificaram, incluindo tremores, falta de ar, dores musculares profundas, confusão mental e queda brusca de rendimento após o uso. Há também o risco de a energia não conseguir ser liberada adequadamente, causando sensação constante de pressão no corpo e possíveis colapsos emocionais.
Passivo — PESO DO DEVER ANTES DA ILHA. O Peso do Dever se manifesta como um reflexo de sobrevivência ligado à consciência de responsabilidade de Cass. Sempre que ele percebia que estava prestes a falhar ou que alguém sob sua proteção corria perigo imediato, seu corpo entrava automaticamente em estado de resistência extrema. Esse impulso concedia um fôlego extra físico e mental, permitindo que Cass permanecesse em combate mesmo além de seus limites normais. Visualmente, o poder se manifestava de forma intensa e clara: os olhos de adquirem um brilho azul profundo, mais forte do que o da Tempestade Interna, e finas rachaduras luminosas semelhantes a relâmpagos percorriam a pele de forma superficial, especialmente nos braços, ombros e pescoço. O ar ao redor parecia mais denso, como se a pressão aumentasse momentaneamente. O efeito é breve e só ocorria em situações extremas. Após o término, Cass sofria forte exaustão física e emocional, dores intensas e, em alguns casos, perda temporária de sensibilidade nos músculos. DEPOIS DA ILHA. O Peso do Dever permanece ativo, porém ainda mais custoso. O gatilho continua sendo a percepção clara de falha iminente ou risco direto a alguém sob sua responsabilidade. Quando ativado, o poder concede um último fôlego, permitindo que Cass continue agindo por um curto período, mesmo à beira do colapso. O custo após a ativação é elevado. Cass pode sofrer colapso físico imediato, dores profundas, tremores, lapsos de consciência e instabilidade emocional acentuada. O poder não restaura ferimentos, não garante sucesso e não pode ser mantido, ele existe apenas para o “agora ou nunca”, empurrando Cass além do que seria considerado seguro.
🤝 CONEXÕES (em breve)




















