The Cuddler™️

tannertan36
wallacepolsom
KIROKAZE

JBB: An Artblog!

Love Begins

blake kathryn

titsay

Kaledo Art
TVSTRANGERTHINGS
RMH
trying on a metaphor
Jules of Nature
Stranger Things
Peter Solarz
ojovivo
Aqua Utopia|海の底で記憶を紡ぐ
Show & Tell
"I'm Dorothy Gale from Kansas"
dirt enthusiast
seen from United States
seen from Mauritius

seen from Germany

seen from United States

seen from Spain

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Guatemala

seen from Guatemala

seen from Singapore
seen from Indonesia

seen from United States

seen from United States

seen from United States
seen from United States
seen from United States

seen from United States
seen from United States

seen from United States

seen from Germany
@betaemapuros-blog
The Cuddler™️

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
mcmacmack
silver medalist mack
14/11/18
As vezes pensamentos ruins passam pela minha mente e me deixam assustada sobre como me sinto em relação a escolhas que eu fiz.. ta foda de lidar com esses altos e baixos complicados que um dia me deixam super confiante do que eu quero pra mim e pra você, mas em outros momentos o medo, a repulsa e a falta de vontade de continuar batem forte e uma pesada nuvem de remorso e arrependimento me assombra. Eu queria ter curtido cada momento e ter esse pedacinho do céu que é a plenitude de te amar sem medo do amanhã, mas também quero que alguém me diga que eu não devo me sentir culpada por muitas vezes desejar que tudo fosse diferente.
Ser livre de mim mesma não é muito fácil e eu sou extremamente desconfortável de precisar vivenciar um vínculo que machuca, contraria e causa repulsa. Eu não sei quanto eu posso ser diplomática e levar as coisas bem, não sei de onde tiram que você tem o poder transformador. É muito para se projetar em um ser que mal sabe respirar sozinho.
Eu desejo que apesar de tudo, nossa passagem por essa fase seja tranquila, não sei se posso lidar com tristeza, amargor e te dar amor. Eu juro que quero o melhor pra você, mesmo que isso não seja o melhor pra mim, mas é pesado acreditar e saber que o lado de lá não tem o que te oferecer, que o mundo é muito cruel o tempo todo e que nós apesar de não sermos vítimas, precisamos lidar com as consequências diariamente. Consequências que não deveriam existir.
Dói no fundo da minha alma não saber se no dia de amanhã terei forças para lutar e me manter fria o tempo todo, se vou conseguir ser o que você precisa ou lidar com as suas frustrações quando a corda arrebentar pro seu lado. Porque nessa história, meu bem, você é a única a se prejudicar. Nem nasceu e já vem marcada com um alvo enorme e me deixa incrivelmente perturbada saber que mesmo que eu tente ter paz e sabedoria para te estressar minimamente e fazer sempre o melhor para você, não posso protegê-la de se decepcionar ou de me magoar escolhendo o que eu sei que vai ser nocivo no futuro.
O futuro vai lhe ensinar o que quero dizer, não porque não posso tentar fazê-lo, mas pela realidade nos espancar diariamente.
Homens são cruéis, minha filha. Homens são muito cruéis e disfarçam isso muito bem. Eles nos ferem diariamente, acabam com o nosso psicológico e nos quebram em miúdos pedaços. É uma dor inenarrável quando olhamos em volta e percebemos que cada mulher, extraordinariamente forte ou não, está incompleta pelo que sofreu ao lado de um homem. E por mais que não deseje isso para você, também vai lhe acontecer. Ser resistência e lutar diariamente para ter o mínimo de respeito, não vai me fazer sua heroína e por muito tempo você vai admirar homens, desejar segui-los, se sentir embalada e protegida por alguns... é tudo mentira filha. E dói.
Não importa quem esse homem seja, ele vai te machucar e te fazer sentir que é difícil ser amada e quando a ficha cair, eu vou estar lá, mas precisa saber que todas estaremos em frangalhos e cansadas de ser luta o tempo todo.
Minha filha, eu sei que quando você nascer, o momento que seria só nosso vai ter intrusos, pitacos e opiniões, sei que também que vou ficar aflita, angustiada e triste ao mesmo tempo que serei feliz e grata por ter te tido, mas eu espero que apesar de tudo isso ser compartilhado em nosso vínculo, você possa me perdoar desde já por ser humana demais para aguentar certas presenças e pelos erros que vou começar a cometer no minuto seguinte que seu coração bater fora de mim.
Espero que um dia me perdoe por eu ter feito escolhas ruins e não possa conserta-las, espero que me perdoe por não me negar nada por você, nem por impedir que se negue.
Prometo apenas que minha luta será te preparar para o mundo, minha luta será compartilhar honesta e brutalmente as fragilidades desse mundo, para que o dia que você cair, saiba que não precisa ser forte sozinha, pode ser forte com a mamãe do lado.
Lamento apenas não confiar em mais ninguém para compreender essa aflição de saber que um tornado se aproxima, mesmo que depois de toda tempestade, o sol surja e as nuvens do início do texto, sejam varridas para outra parte do céu.
Cartas para Bárbara 🦋 — Roberta Nate
Gente, vou confessar que sou uma péssima pessoa para indicar filmes. Muito raramente gosto ou tenho paciência para assisti-los. Mas hoje à convite do meu irmão, fomos com minha mãe assistir Venom e não nos arrependemos! Sério, o filme tem um humor na medida (daqueles que são boca suja mas não ofendem ninguém), efeitos especiais muito bons, um roteiro gostoso de acompanhar e uma atuação bem razoável. Achei super divertido e para mim que sempre fico muito cansada com os filmes da Marvel por demorar séculos para acabar, nem senti a hora passar durante o filme.
Por hoje minha dica é essa: assistam Venom, curtam o entretenimento e vejam como vale a pena rir e se identificar com a personalidade sem filtro do alienígena divertido do momento.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
A Netflix esse ano pegou pesado nas produções de terror e suspense. Acertou na maioria delas e pecou em outras, mas hoje venho falar de uma série que me deixa muito dividida: O Mundo Sombrio de Sabrina.
Enquanto eu amava Sabrina e Salem na versão cômica e leve de anos atrás, também tenho coisas positivas para dizer sobre essa nova visão hardcore da história.
Começo dizendo que não tenho a referência dos quadrinhos que inspiram a série, mas a atuação, os efeitos mais antiquados e o roteiro são ótimos. Quando não se espera nada além de terror, suspense e uma brutalidade no terror meio anos 80, tem tudo para se apaixonar e cair dentro da série.
Outro ponto positivo é a visão revolucionária e feminista da Sabrina, a liberdade sexual e a forma como os preconceitos sociais são focados em ter ou não magia e não em coisas mundanas.
No geral, eu assisti separando bem a visão infantil da primeira versão que recheou minha juventude, mas confesso que mesmo apreciando a produção como algo novo e independente das expectativas, senti falta sim do humor e da leveza que tinha na antiga Sabrina.
Apesar de tudo, é uma série que recomendo para quem gosta do gênero e é uma boa reflexão sobre o feminismo e as opressões que mulheres sofrem através dos tempos.
Hoje venho apresentar os meus bebês de quatro patas e falar um pouquinho sobre cada um. Os dois merecem apresentações, ainda mais quando serão responsáveis por algumas dicas e postagens do blog.
Começo pela Mel, que chegou aqui em meados de outubro, há 3 anos atrás, toda amuada, suja de graxa e cheia de pulgas. Na época, eu ainda tinha meu primeiro pet, o Zeus. Ele detestava conviver com outros animais, mas tivemos pena de não resgatá-la e acabei pegando ela para criar.
Na primeira noite, peguei e coloquei ela no banho. Eram muitas pulgas e o Zeus idoso e reumático me preocupava, porque tinha facilidade para pegar pulgas e carrapato. Ela muito assustada, não reclamou de nada, relutou em comer e passou a primeira noite chorando debaixo do armário, com medo de tudo e todos.
No dia seguinte, Mel foi para o veterinário e descobrimos que ela tinha verme, estava abaixo do peso e muito anêmica. Aproximadamente estava com 2 meses e meio, foi vacinada e voltou para casa com uma lista de medicamentos e cuidados para se recuperar.
A primeira semana foi difícil, ela chorava muito e o Zeus detestava ela. Tivemos que nos adaptar para não brigarem e não desistirmos dela. Além disso, ela sempre foi muito medrosa. Traumatizada com vassouras e barulhos, sempre muito assustada, provavelmente por maus tratos das ruas.
Depois do primeiro mês, ela ganhou peso e se acostumou com a casa, mas Zeus e ela levaram tempo para se aturarem. O que também não durou muito apesar dela ser muito amável com ele e o amar profundamente.
Em Dezembro perdemos o Zeus. Ele teve um mal súbito do coração e nos deixou depois de 11 anos de muito amor e carinho. Foi muito difícil para todos aqui de casa, particularmente para mim e mais ainda para a pequenina Mel, que tinha ganhado um companheiro rabugento e voltou a sentir a tristeza de estar só.
Ela com menos de seis meses, estava novamente se recusando a comer, se amuando debaixo do armário e caindo em depressão por ter passado pelo estresse de ver o Zeus infartar na frente dela e sentir toda a casa ficar mais triste com isso.
Meu pai sabia o quanto o Zeus era importante para todos nós e vendo como todos estavam chateados, trouxe o José para nós.
Zezinho é um pug, que veio totalmente ao contrário do encomendado. Eu demorei para querer aceitar que eu queria outro cachorro, mas sei que não importam quantos eu resgate, compre ou adote, o Zeus sempre será aquele que foi meu melhor amigo.
Voltando ao Zezinho, eu pedi para o meu pai um pug macho e preto. Queria chamá-lo de Zorro, mas as coisas saíram um pouco diferente. Meu pai acabou encontrando um cachorro abricot, menor que os pugs da idade dele e que ninguém queria comprar porque parecia abaixo dos padrões.
Meu pai trouxe ele porque sabia que ele não seria comprado e veio chamando o bichinho de Zé por todo o caminho de Vista Alegre até o Centro da Cidade. Acabou que quando conhecemos aquele minúsculo ser de dois meses, no dia 8 de Janeiro, há 3 anos atrás, nos apaixonamos e o batizamos de José.
Zezinho também teve seus problemas. Veio vacinado e vermifugado, mas preferi levar no veterinário para um check up, além disso, ele era muito avesso a carinho e comia desesperadamente, vomitando tudo logo em seguida.
No veterinário descobrimos que ele não estava tão bem e que tinha Giárdia, doença causada por água contaminada e também contagiosa para outros bichos e nós humanos. Voltamos com medicação e a certeza de que ele não era bem tratado no canil, realidade de muitos cãezinhos.
Depois de alguns dias ele já estava melhor e depois do primeiro mês ele escolheu minha mãe como a pessoa predileta dele. Assim como, Mel escolheu o Zezinho para ser seu melhor amigo e em meio a brigas de filhotes e muita trolagem, eles se adaptaram.
Mel fez muita besteira, comeu um sofá e varios outros móveis, Zezinho destruiu muitas caminhas e com o mijo dele nos deu vários prejuízos. Dificilmente eu teria outro cachorro na vida e passaria por essa adaptação de novo. Mas nós amamos nossos pequenos e não os trocaríamos por nada.
Esses são Mel e José, nosso casal mais que louco e eufórico, que são muito mais grudentos que o Zeus foi e que dependem 100% da gente, tendo personalidades fortes e muito amor para dar.
Grávida aos 23. E agora, Beta?
Essa não é mais uma história de alguém que se viu perdida pela maternidade surpresa. Existe isso de maternidade surpresa? Rs…
Bom, esse é o primeiro de muitos textos que pretendo postar neste Tumblr, então senta que lá vem história.
Primeiro gostaria de dizer que de alguma maneira, eu sabia que a Bárbara estaria na minha vida. Eu não sabia quando e nem como isso tudo aconteceria, mas há mais ou menos um ano e meio, eu soube.
Desde que eu soube que um dia a maternidade viria planejada ou não, vim me preparando para a ideia de ser mãe depois de uma vida inteira desejando não ser.
Pois é, eu não desejei filhos e casamento, não tinha planos de criar um ser que dependesse de mim a vida toda e muito menos de conhecer esse tal amor incondicional que insistem em projetar nas mães.
Quando Bárbara virou uma realidade, nem sabia que este seria seu nome, mas sabia que seria uma batalha extensa e difícil.
No início eu estava bem com a notícia da gravidez, sabia que o tal momento tinha chegado e me sentia preparada para isso, mesmo que não tivesse um planejamento, mesmo que por escolha aquele não seria o momento de ser mãe. As semanas foram passando e quem conhece um pouquinho da minha história sabe que foi uma gravidez muito difícil. Minha saúde não colaborou, eu estava doente sem saber e tendo um atendimento médico horrível.
Mesmo com todos esses ‘perrengues’, minha filha nunca foi um problema para mim, mas a experiência da gravidez, sim.
Quando digo que a gravidez me deixou em apuros, foi porque me vi repensando cada plano e me dedicando a poder proporcionar a Bárbara um ambiente onde ela fosse feliz e bem recebida. Me vi presa lidando com cada problema de saúde que me afetou cada dia da gestação e também cada medo que nos assombra durante a geração de uma nova vida.
Então foi mais ou menos assim que, eu aos 23 anos, com um planejamento totalmente diferente para minha vida e sem nenhuma pretensão de constituir uma família me vi totalmente perdida e louca para tomar novamente as rédeas da situação.
Por isso que apesar de estar no final da gestação, finalmente decidi compartilhar isso com outras pessoas, porque me vi em um círculo onde a realidade bate a porta e mães, gestantes, parturientes, seja lá como quiserem chamar, vivem uma realidade solitária e precisam de apoio. Precisam se sentir acolhidas e compreendidas, porque no mundo já temos gente demais nos julgando e nos transformando em personagens com falas e ações pré-determinadas.
Por querer um ninho, me transformei em um. Por querer me libertar da prisão que minha mente criou, vim ser morada de vocês.