Olha só quem está chegando em Beauxbatons! Seu nome é AUDREY VIRGINIA CARTER-COLEMAN, mas se parece demais com BLAKE LIVELY. Dizem que seu status sanguíneo é MESTIÇO, tem VINTE E OITO anos, e nasceu em LONDRES - INGLATERRA. Aqui na Academia de Magia de Beauxbatons, ela leciona a matéria DEFESA CONTRA A ARTE DAS TREVAS. Os mais próximos dizem que ela é COMPREENSIVA e PROTETORA, mas os haters dizem que ela é RÍGIDA e EXIGENTE.
FORMADA EM: Hogwarts, Sonserina.
VARINHA: Macieira, fibra de coração de dragão, maleável e 30 cm.
ANIMAL DE ESTIMAÇÃO: Um lagarto da espécie Cordylus cataphractus, macho, chamado Drakko.
Audrey Virginia Carter-Coleman sempre foi independente, pois foi fruto de um caso de seu pai, um bruxo puro sangue, com uma trouxa, que teve o azar de morrer minutos após ter a filha retirada de seus braços pelos médicos. Há rumores de que a família de Ahren, pai de Audrey, por não aprovar a mulher e muito menos a cria daquele amor proibido, teria incentivado a quebra da ética dos médicos, trocando uma boa quantia de dinheiro pela morte “inevitável” da mulher, por uma hemorragia que não conseguiram encontrar a origem a tempo. Era para a criança ter morrido ali também, mas a presença de Ahren na sala acabou tornando impossível para os médicos darem-na como natimorta. Nada impediu, no entanto, que o avô de Audrey tentasse livrar-se da menina nascida, tendo uma briga horrível com o próprio filho, que recusou-se a colocar a menina para adoção. Ahren amava a mãe de sua filha, e com a morte dessa, jurou amar em dobro a pequena menina, dando-lhe a melhor vida que podia.
Sua presença sempre foi indesejada e repudiada pelos avós, que não faziam questão nenhuma de esconder seus sentimentos para com a menina. Seu pai, em outra mão, dava-lhe todo o amor que poderia precisar, era protetor, seu verdadeiro herói. Tardou a dar sinais de magia, mas quando o fez, seus avós pareceram não resistir olhar para ela. Ainda era uma “praga” na família, por seu status sanguíneo, mas ao menos não era tão suja quanto uma trouxa normal, tinha poder correndo em seu ser.
Aos onze anos, recebeu sua carta de Hogwarts, e novamente recebeu um pingo a mais de aprovação dos avós quando mandou ao pai uma carta informando ter entrado para a Sonserina, casa que este mesmo havia pertencido em seu tempo de escola. Lá, a garota mostrou-se tão ou até mesmo mais competente que aqueles de sangue puro em seus estudos e extracurriculares, sendo seus destaques nas matérias de Defesa Contra a Arte das Trevas - sua maior paixão, que viria mais tarde a ser sua vida profissional -, Feitiços e Poções; além de ter sido monitora desde seu quinto ano, tornando-se chefe no sétimo, e também apanhadora e capitã do time de quadribol.
Depois de formada, tornou-se auror, profissão na qual trabalhou arduamente e amava muito, mas teve de aposentar-se por invalidez ao ter sido desclassificada pelos quesitos necessários de um auror ao perder parte da perna esquerda em um confronto, no que até então seria seu dia normal de trabalho. Seu pai, no entanto, não deixou que sua menina caísse em depressão, tratou de providenciar a ela um ano de férias pelo mundo enquanto esperava resposta dos currículos que havia mandado para as escolas bruxas, procurando preencher a vaga de professor da matéria que melhor sabia: Defesa Contra a Arte das Trevas. Foram nessas férias, também, que ela conheceu aquele que viria a ser seu marido, o qual também acabou reencontrando quando foi chamada para lecionar em Beauxbatons.
Mesmo com o pai sendo muito diferente dos avós, a criação de Virgínia em sua casa foi rígida, apesar de não terem ensinado-a sobre o purismo, já que este, obviamente, não se aplicaria a ela - o que também nunca a impediu de saber sobre o assunto, e achar as crenças uma tremenda baboseira, é claro -, em que o ótimo desempenho sempre foi cobrado pelos avós, que tentavam incentivá-la a provar-se digna do parentesco que tinha com eles, e também incentivado pelo pai, mas para que ela pudesse, no futuro, ser absolutamente tudo o que quisesse. É uma pessoa doce, bastante observadora, com senso de justiça, paciente e protetora, mas também bastante decidida e competitiva em seus objetivos, exigente quanto a si mesma, e leva sua rigidez para a sala de aula; não por querer ser uma professora má - pelo contrário, ela adora que seus alunos tenham apreço por ela -, mas por saber que o mundo pode ser perigoso, e prezar para que aqueles que tenham passado por suas aulas saibam defender-se dele. Pode ser difícil e desafiadora de conquistar, mas é extremamente leal e defensora daqueles que fazem parte de seu círculo de amizades. É também uma grande defensora dos direitos iguais, e apesar de saber quando ou não dar sua opinião, bem como respeitar autoridades, é conhecia por não ter papas na língua.
Audrey prefere ser chamada pelo segundo nome, ou simplesmente por “Ginny”.
Costuma usar vestidos longos para não mostrar a prótese que têm na perna, pois é uma de suas maiores inseguranças, e poucos tem conhecimento dela.
Apesar da família de que veio ser rica, ela prefere trabalhar para que o dinheiro em seu bolso venha honesto e de seu próprio suor, sem falar que ela sabe que, a qualquer momento, os avós podem deserdá-la, e não quer passar por apuros.
Gosta muito de ler, e é assim que costuma passar seu tempo livre.
Além do inglês, fala fluentemente francês, alemão e espanhol, apesar de ter um sotaque britânico carregado.