ㅤㅤㅤ ㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤ𓂃 𝑺𝑻𝑨𝑻𝑼𝑺 。
ㅤㅤ𝑮𝑬𝑹𝑨𝑳. ㅤㅤ
nome completo 。 avitori lin bramhall
apelidos 。 tori ; avi
idade 。 37
data de nascimento 。 09/08/88 D.J.
cidade natal 。 distrito 2, panem
etnia 。 chinesa-americana
família 。 mãe (daiyu lin), pai (claes bramhall), irmã mais nova (falecida, sigrid lin bramhall), irmão mais novo (nicholas lin bramhall, gêmeo da sigrid)
habilidade 。 facas. desde que tinha memórias de sua infância, conseguia lembrar das aulas com o pai. aulas de pontaria, como segurar uma faca, quais os lugares mais destrutivos para acertar um humano – tudo que uma criança realmente não deveria aprender. mas as aulas foram tantas que no fim acabou se tornando ainda melhor que o progenitor, tanto que conseguia acertar qualquer alvo que lhe dessem, não importasse a distância ou o tamanho. e por mais que soubesse muito bem que era muito boa naquilo que fazia, não acreditava que aquilo lhe ajudaria a ganhar os jogos, propriamente dito, apenas que viveria mais dias que muitos ali na arena
ㅤㅤ 𝑨𝑷𝑨𝑹𝑬𝑵𝑪𝑰𝑨. ㅤ ㅤ
face claim 。 constance wu
olhos 。 castanhos
cabelo 。 castanho escuro, não muito maior que a distância de seu ombro, tão parecido com o da própria mãe que já foram confundidas inúmeras vezes
altura 。 1,63 cm
peso 。 52 kg
tipo físico 。 pequena e magra. nos olhos de seu pai, o fato que ela se parece tanto com a sua mãe é um de seus defeitos – não por ele não gostar do corpo da própria mulher, mas pelo simples fato de que ela não foi "feita para sobreviver"
modificações corporais 。 nenhuma. mesmo que ela queira sim uma tatuagem no próprio corpo, as memórias das coisas que ela tatuaria não são coisas que ela queira olhar para todo o tempo
características notáveis 。 além de sua estatura, uma cicatriz notável em seu baixo ventre, consequência do acidente que matou sua irmã quando avitori tinha XX anos
ㅤㅤ 𝑷𝑬𝑹𝑺𝑶𝑵𝑨𝑳𝑰𝑫𝑨𝑫𝑬. ㅤ ㅤ
afetuosa 。 cativante 。 delicada 。 estudiosa 。 expressiva 。 sociável 。 atrevida 。 ciumenta 。 exigente 。 impaciente 。 inquieta 。 sentimental
ㅤㅤㅤ ㅤㅤ ㅤ ㅤ𓂃 𝑩𝑰𝑶𝑮𝑹𝑨𝑭𝑰𝑨 。
desde que avitori havia colocado as mãos nas histórias pela primeira vez e visto uma timeline de tudo que havia acontecido durante os anos, ela decidiu que era daquela forma que gostaria que a própria vida fosse contada:
87 D.J.: ambos os pais tinham apenas 15 anos naquela época, ele carreirista e ela filha de pacificador, e todos que conheciam ambos sabiam dizer que o relacionamento foi amor à primeira vista. não precisaram nem oficializar o casamento precoce para daiyu contar sobre a gravidez para os próprios pais, apenas meio ano depois de começar a namorar claes.
88 D.J.: foram nove meses escutando os próprios pais reclamando sobre ela ter um filho com um carreirista, como que ela faria quando ele certamente morresse nos jogos que participaria, quem iria prover algum sustento para elas, como ela faria se ela acabasse sendo sorteada na colheita… as perguntas importunas não acabavam nunca, e daiyu se livrou das mesmas apenas quando aceitou se mudar para a casa do agora marido, na época já beirando os sete meses de gravidez. em agosto do mesmo ano avitori, que viria a ser a filha mais velha, finalmente nasceu, idêntica a mãe desde sempre, tanto no jeito como na aparência.
91 D.J.: a colheita da nonagésima primeira edição dos jogos vorazes foi feita, e o pai, agora com 18 anos, finalmente honrou o título de carreirista e se voluntariou para participar. naquela época os treinamentos ainda não existiam, e avitori nem recorda de ter passado muito tempo longe do progenitor – foi rápido o tempo entre sua partida e sua chegada de volta, desta vez com o título de orgulho do distrito dois pesando nas costas, e seu nome para sempre gravado na história dos jogos vorazes, algo que ele nunca deixava de relembrar.
98 D.J.: os anos depois disso foram um borrão para avitori, que sabia apenas a realidade dos treinamentos de sobrevivência e pontaria do próprio pai, as inúmeras festas que o mesmo foi obrigado a comparecer ao longo dos anos, e muitas e muitas histórias, em sua maioria repetidas, sobre o tempo que claes passara dentro da arena. toda aquela monotonia de sua infância foi interrompida com o anúncio da gravidez de sua mãe, dessa vez gêmeos, e avitori se viu animada e levemente enciumada de como a atenção de seu pai se transferiu de suas aulas para as necessidades de sua mãe.
99 D.J.: o nascimento dos gêmeos fez com que a garota esquecesse todo o ciúmes que ela havia sentido nos últimos meses, e dali em diante a casa vivia sempre em festas próprias. a presença de três crianças correndo para lá e para cá, uma delas sempre segurando uma faca, fez com que daiyu acabasse se reaproximando até dos próprios pais. foi também o ano que avitori decidiu, pela primeira vez, realmente ler sobre a história por trás dos jogos vorazes, e de lá nunca mais parou.
100 D.J.: a primeira grande briga com o pai veio logo que ela completou 12 anos. mesmo 25 anos depois, ela ainda consegue lembrar das palavras que seu pai usou para lhe dar os parabéns ("parabéns filha! agora você já pode honrar o nome bramhall lá dentro da arena. quem sabe você já não se voluntaria nesse ano mesmo e se torna a mais nova a ganhar os jogos?"). foi um soco no estômago perceber que ele se importava mais com a fama e a honra que os jogos traziam do que o bem estar e a vida da própria filha. quando deixou bem claro que seu interesse não passava dos livros de história, precisou escutar um sermão decorado de berros sobre como ela estava sendo ingrata com a própria família.
106 D.J.: finalmente a última colheita que ela seria elegível passou e o nome de avitori nunca havia sido anunciado nos microfones do distrito dois. mais um motivo de briga. mas o que antes ela apenas sentava e escutava o que ele tinha a lhe falar, dessa vez não se segurou e deixou fluir toda a mágoa que havia acumulado com os discursos alheios durante os anos. mas claes não era nada além de orgulhoso, e a relação dos dois nunca mais foi a mesma. por mais que a mãe concordasse com o ponto de vista de avitori, nunca havia se pronunciado contra o marido, e o clima da casa só não ficou completamente estragado por conta dos gêmeos. talvez um deles ainda trouxesse o tão esperado orgulho que seu pai tanto queria.
116 D.J.: foram 10 anos sem muitos acontecimentos marcantes. óbvio que as colheitas dos gêmeos eram sempre motivo de ansiedade na casa da família, nicholas assumindo o papel de carreirista e futuro voluntário que o pai tanto queria. sigrid pensava exatamente da mesma maneira que avitori, e era sempre uma comemoração silenciosa entre as três mulheres da casa quando ela não era sorteada. foi no finalzinho desse ano que avitori e sigrid saíram de casa para passar uma tarde entre irmãs, a mais velha prometendo inclusive presentes para a caçula, que ambas se envolveram no acidente que culminou no falecimento de sigrid. avitori não se lembrava de absolutamente nada que havia acontecido nos minutos que antecederam o ocorrido, muito menos a fatalidade em si, só lembra de acordar o que imaginava ser dias depois no hospital, a notícia da morte de sua irmã e um bilhete do irmão pedindo perdão por fugir mas que não conseguiria viver perto de todos com a memória da gêmea sempre pairando por ali. nunca mais chegou a vê-lo, e ninguém tinha ideia de seu paradeiro.
125 D.J.: depois daquilo, avitori sentia que não conseguia mais aproveitar as mordomias que tinha na vida. nada nem ninguém realmente lhe prendia a atenção, quando achava algo novo que não fosse os livros de história se sentia culpada por não poder compartilhar com os irmãos, e o clima sempre que visitava os pais era o mesmo do dia do enterro de sigrid. aquela apatia mudou no dia que foi anunciado o que o massacre quaternário daquele ano os reservava – desde o primeiro momento já sentia algo ruim na boca de seu estômago, e só foi descobrir o que era aquilo quando escutou o nome sendo anunciado para todos escutarem: "avitori lin bramhall."
















