EVAN ROSIER é um ESTUDANTE da SONSERINA de 18 anos que fez o seu OITAVO ANO em 1976. também participa do clube de duelos.
* BIOGRAFIA:
Crescer moldado por legados não dá liberdade para autenticidade, principalmente se são passadas por gerações, é uma infinidade de frases que reforçam uma verdade que ninguém sabe ao certo se aconteceu, mas não há espaço para dúvidas. Ninguém questiona se existiu fraqueza, insegurança ou oposição ao longo da história. Não há quem duvide do que foi gravado; o passado não pode ser alterado. Derrotas não são derrotas, são injustiças. E vitórias são tudo que importa. Os ideais tão conhecidos, tal qual o posicionamento político naquela guerra fadada a começar e que, para os Rosier, sempre teve um vencedor imutável: Lorde Voldemort.
Em sua infância, Evan ouvia o nome com horror, sem repeti-lo em voz alta. Não estava muito certo de quando começou a ouvi-lo, mas lembrava quando começou a temê-lo. Certa vez, foi silenciado por duas semanas por ter errado em como se dirigir a ele, mesmo que não diretamente. Suas punições eram mais severas quando se tratava do Lorde das Trevas, apontado quase como um rei. Um nome que deveria se dirigir com mais educação que seu pai. E não era como se tivesse um pai compreensivo, se com um era ruim, com o outro era muito pior. Mas a vivência na casa dos Rosier era como outra qualquer, na verdade, mais eficiente. Nenhum de seus filhos ousavam ser traidores de sangue. Ninguém, sob magia alguma, infligindo a dor que fosse, se opunha às trevas. Eram, sobretudo, convictos de uma criação que não deixava espaço para questionarem o líder que esperavam a séculos.
Quanto à Evan, tentativa e erro nunca foi um conceito permitido. E esperar furiosamente para que alguém errasse para que ele soubesse o que fazer também não tinha nada de saudável. Ainda assim, era dessa maneira que o garoto aprendia a lidar com o mundo. Esperar o pior dos outros como um trunfo; uma vantagem ao seu favor. Quanto mais cheio de defeitos, mais ele gostava e esperava que as imperfeições, muitas vezes esperadas em boas pessoas, mostrassem o caminho contrário para ele. Evan não sabia quem era, mas sabia definitivamente como não deveria ser. Para uma criança estar longe de casa deveria ser assustador, deixando sintomas de saudades imensuráveis, mas esses sentimentos eram distantes demais, quem sabe nunca deve tê-los sentido. Estar longe de casa era um alívio constante, anual, trazia uma sensação indescritível, tornava-o outra pessoa. Ao decorrer de seu amadurecimento, ele sabia algumas coisas: tinha um lugar fixo e vitorioso o esperando, tinha nome e dinheiro. E sabia que nada, nada mesmo, seria do mesmo jeito depois de Hogwarts.
* PERSONALIDADE:
Tem uma personalidade tudo ou nada. É alguém muito expansivo quando longe da família, um pouco sem escrúpulos. Tenta suprir tudo com humor, não que isso faça alguém rir. A graça sempre vem através dos outros, zombando de quem acha conveniente no momento. E, em tempos convenientemente sombrios como aquele, por que não aproveitar o que é efêmero? Quase nunca leva alguma coisa com seriedade, mas também não é como se não se comprometesse. Falhas não são ignoradas, então ser um bom aluno estava começando a ser seu foco principal. Sabe muito bem que estar em Hogwarts é muito mais leve que em qualquer outro lugar, por isso gosta muito de estar lá. Tenta manter seus problemas na escola para não ter que lidar com o que é “externo”, sabendo muito bem do momento que está chegando e, principalmente, que irá perder toda a liberdade que falsamente conquistou naqueles anos dentro da escola.
* HEADCANONS:
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