Make my cunt drip with denial


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Make my cunt drip with denial

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#lactationkink #harryputinha #louistatuador #louismamador #harrymilf #intersex #hpeituda #bocetinha
[...]
Harry estava animado
Todos os dias olhava cada detalhe seu no espelho, e perguntava o que precisara.
Ele chegou ao ponto de observar que algo lhe faltava.
Tatuagens.
Era isso! Ele faria tatuagens.
Enquanto isso ele pesquisou no Pinterest vĂĄrias idĂ©ias criativas. Como teve sua filhinha a pouco tempo, ele pensou em tatuar o nomezinho da nenĂ©m no braço. E claro, algo mais vulgar podemos assim dizer. Ele ama coisas difĂceis e diferentes. Procurou os tatuadores mais recomendados no Instagram, nĂŁo poderia fazer com qualquer um, que seja profissional.
Depois que teve a pequena Billy, seu corpinho -na visĂŁo dele- ficou desvalorizado, horrĂvel, com dobras indesejadas, estrias por baixo do umbigo e os peitos extremamentes cheios.
Achou que seria a idade ultrapassada/certa para ter um bebĂȘ. Estabilizado financeiramente, o melhor psicĂłlogo cujo o consultĂłrio sempre estĂĄ com os horĂĄrios lotados. Em uma simples noite de balada na qual nĂŁo se lembra, engravidou de algum dos homens que estava dando mole para o mesmo.
Ele não reclama, ele agradece por ter o pacotinho mais lindo da vida em seus braços.
Neste momento ele estĂĄ saindo de sua casa seguindo para o tatuador que encontrou. Na verdade, seu melhor amigo, Zayn Malik, mandou o contato do tatuador.
Billy ficou com a mĂŁe de Harry, a mesma diz querer muito ficar com a primeira netinha dela, o que deixou Harry relaxado para fazer tudo que tinha que a fazer.
O tal "Tommo" enviou a localização certa do estĂșdio, fica mais fĂĄcil do cacheado encontrar.
â Vai tranquilo, meu filho. â Anne disse balançando a nenĂ©m no colo, aquela que estava dormindo depois da mamada.
â Obrigada por ficar com ela, mĂŁe. â Ajeitou o Ăłculo acima da cabeça, deixou um beijinho na gorduxinha roncando baixo.
â NĂŁo Ă© nada, agora vĂĄ logo, menino! â Deu um beijo na testa dele.
â TĂĄ bom, mĂŁe. â virou nĂŁo esquecendo de dar um cherinho na filha. â Mais tarde a mamĂŁe vai estar aqui, okay?
Parou o carro em frente à um mini prédio, poderia ter uns cinco apartamentos no måximo. Um panfleto grande preenchia um lado pequeno da parede, dizia que havia um tatuador no terceiro andar. Tocou a campainha e liberaram a porta para que ele pudesse entrar.
Ajeitou sua bolsa no braço, guardando o celular no short curto jeans, subindo as escadas dando "Bom dia" ao porteiro que apenas acenou. Suspirou olhando a cada porta que passava em frente, se algo indicaria o tal Tommo.
Chegou perto de uma porta com uma plaquinha descrevendo o que tinha ali dentro. Bateu na porta esperando respostas, abrindo um sorriso encantador ao ouvir a porta destrancando.
- OlĂĄ. - O homem belo de olhos azuis feito o oceano foi educado dando um sorrisinho fechado.
- Bom dia! Meu nome Ă© Harry Styles. - Ofereceu a mĂŁo, e Tommo a apertou. - uhn... tenho horĂĄrio m-marcado... - Tentou sair do aperto forte do homem. - Posso tĂȘ-la de volta?
-Oh sim, claro. Me desculpe, vocĂȘ Ă© esbelto demais... - Falou abaixando o tom de voz, ele costumava ser bem do tipo: "nĂŁo tenho papa na lĂngua".
- Adorei saber disso, v-vamos começar? - Tommo deu espaço para ele entrar no apartamento pequeno, agradecendo minimamente.
- Pode deitar, serĂĄ essa mesmo...? - Pegou um papel impresso com o desenho que Harry escolheu e lhe mandou no direct do instagram.
- Sim, sim, o nome "Billy" no braço esquerdo e vi na sua pågina que coloca piercing. - Se jogou na maca que tinha ali.
- Coloco, sĂł falar qual modelo que quer e eu furo pra vocĂȘ. - Pegou um par de luvas descartĂĄveis e separando umas amostras de piercing que tinha.
- Em qualquer lugar? - Arqueou uma sobrancelha, automaticamente mexendo seus cachinhos bonitos e cheirosos.
- Sim, qualquer. - Analisou o desenho separando a tinta pra encher o tubinho da mĂĄquina.
- Até na vagina? - Perguntou baixo, envergonhado da tal pergunta. Mas o carinha era profissional, então é normal isso, certo?
O azulado abaixou o papel devagar, processando o que o outro acabara de falar, sentiu uma leve fisgada no pau. Respirou fundo, pensando em qualquer coisa nojenta pra ele nĂŁo ficar duro ali, naquele momento. Seria constrangedor!
"Merda, porra, caralho, mente maliciosa Louis!" Se bateu internamente.
- Aham, pepino- q-quer dizer, sim faço. - Disse a primeira coisa que veio å sua cabeça.
Seus pelos da nuca arrepiaram.
- Iremos iniciar agora? - Agitado perguntou, mordendo todo canto da boca.
- Definitivamente. - Sentou ao lado do cacheado, posicionou a foto para ir acompanhando conforme tatuava. Limpou a parte do braço com ålcool e ligou a måquina que começara a fazer barulho.
- Vai doer, Tommo? - Manhoso proferiu franzindo o cenho.
- Um pouquinho, mas irĂĄ ser rĂĄpido, prometo.
- Confio em vocĂȘ. - Piscou incentivando ele a tatuar o quanto antes.
Ele sentiu uma pinicada primeiramente, parecia que estava cortando a pele fraquinho, uma dorzinha gostosinha de sentir. NĂŁo Ă© como se Harry nĂŁo gostasse de dor, ele ama, mas queria fazer um charminho pro tatuador.
- Hmm. - Resmungou quando ele afundou a agulhinha um pouco mais fundo.
Pareceu que alguém o tinha tocado bem em seu sexo.
- Prontinho, aqui estĂĄ. - Como o nome possui cinco letras, e era de uma fonte fĂĄcil de tatuar, acabou adiantado.
- Ficou perfeitinho. - Sorriu adorĂĄvel, as covinhas lindas encantando Louis.
- Ă, ficou linda. - Admirou encarando o rosto do de olhos verdes.
- Agora poderemos partir para a prĂłxima parte? - Torceu os dedinhos acima de seu short, nĂŁo querendo olhar nos olhos do homem.
- Os clientes que mandam, nĂŁo Ă©? - Retirou as luvas, botando outras. - Abra as suas pernas, por favor.
Ajustou sua cadeira, ficando na direção das pernas lisinhas.
O mais velho se arreganhando tĂmido, ergueu o quadril desabotoando os botĂ”es do short. Liberando e jogando ao seu lado.
A calcinha branca com uma mancha cinza, quer dizer, ela começou a vazar sem parar.
Tomlinson vidrou os olhos na pequena partezinha. Ficou desesperado, querendo a todo custo morder a boceta toda.
- Puta que pariu... - Sussurrou extremamente excitado.
- NĂŁo se preocupe, vou retirar, para que vocĂȘ possa finalizar o serviço.
E poww
Um tiro na cara de Louis
Puxou o pano, livrando a boceta encharcada.
Com a luva, esticou o indicador tocando no clitĂłris vazando liquidozinho.
- Tem um problema, Harry. - Direto citou.
- O que hĂĄ? - Em duvida arregalou os olhindos fazendo biquinho.
- NĂŁo posso fazer meu trabalho em uma boceta molhada. Posso te machucar. - Tocou intensamente no local inchado.
- AAAHH, nĂŁo faz isso, por favor... - Arqueou as costas mordendo a mĂŁo.
- Pra quĂȘ foi me atentar? Estou pouco me fudendo em ser profissional ou nĂŁo. Que tesĂŁo do caralho. - Esqueceu de sua timidez, e profissionalismo.
Enfiou completamente o dedo, nĂŁo sentindo muito pois estĂĄ com a luva.
- Tire pelo o menos a porra desse plĂĄstico da mĂŁo! - Trincou os dentes, pegando a mĂŁo do outro e afastando.
Enquanto o outro rasgou as luvas, Styles abriu a blusa, os botÔes pularam pra todo lado.
Os seios saindo leite, ao redor vermelhinho, tĂŁo gostoso.
Ambos pararam um pouco, Louis ainda tinha um trabalho.
- Acho que preciso secar onde serĂĄ o furinho. - Sem ao menos esperar, meteu a lĂngua geladinha e sugou lentamente. Deliciando-se do docinho direto da fonte.
Sugava com tanta força, e o mais velho apertava o seio de um jeito tão pornogråfico, Tomlinson parecia estar no céu. Mundo das maravilhas. A cena atraente e quente fazia o moreno ficar mais duro.
Rapidamente bombeou o pĂȘnis dolorido por nĂŁo ter recebido atenção. Livrou-se da bermuda macia e a boxer da Calvin Klein.
Necessitado, deu a volta na maca, segurando a mĂŁo de Harry e a apertando sobre o pau. A visĂŁo foi diretamente nos peitos cheios de leite, ele nĂŁo raciocinou mais nada, encaixou a boca em um dos seios mais inchados.
Louis percebeu, ele estava tomando dois tipos de leite deliciosos, porra Harry o mantinha tĂŁo alimentado.
Ele se sentiu um bebĂȘ
Essa vadia peituda o deixava em outros planetas.
- EstĂĄ gostando, hum? -Acariciou a bochecha fundinho por estar succionando fortemente. â o nenĂ©m gostou do leite?
- Hhum - insinuou que sim, nĂŁo querendo se afastar.
- BebĂȘ, que tal experimentar o outro lado? - Puxou algumas mexas curtas, o tatuador desencostou do peito com um fio de baba e leite misturado.
Deixou um selar para ele provar do prĂłprio gosto.
- Beijo gostoso, Tommo...
- Meu nome Ă© Louis, rainha.
- Louis, me mama gostoso então, te peço.
Beijou o biquinho durinho, e concordou.
- Tudo pra vocĂȘ, amorzinho. - Espremeu envolta com as mĂŁos mamando tudinho, o lĂquido saĂa em abundĂąncia. Ele engolia com sagacidade que nem ele sabia que tinha.
- Hm, Ă© esplĂȘndido como vocĂȘ me mama, nenĂ©m.- Empurrou o grande peito pro rosto dele. Quase que se engasga com o tanto de leite.
- Poxa, acabou... - apertou o quanto pĂŽde, mas nĂŁo tinha nada. Ele tirou tudinho.
- Muito obrigada, Louis. - Selou a bochecha suadinha do homem menor.
- NĂŁo foi nada, foi somente aĂ que precisou de ajuda...? - O mais velho negou e apontou para seu sexo melado.
- Claro que nĂŁo esqueci, dessa bocetona gorda espera por minha lĂngua e meu pau, estou errado?
- N-nĂŁo. - tomou cuidado pra nĂŁo esbarrar mais a tatuagem nos lugares que jĂĄ bateu, pode infeccionar.
Louis pegou o piercing em mĂŁos, e tudo o que precisava para que assim pudesse furar. Ambos com fogo, Harry mantĂȘm as pernas doĂdas abertas, ficando parado pelo instante que gritou super alto, quando sentiu a porra da agulho em contato com o clĂtoris saindo melzinho.
- shhhh, jå passou... - ele foi veloz no processo, alisando forte o lugarzinho recém furado.
Beijou metendo a lĂngua, nĂŁo queria o mais velho sentindo dor.
- Posso ter seu pau dentro de mim, me socando até eu ter esguicho de orgasmo?
Louis estava imerso, ele nĂŁo sabia o que fazer primeiro. Se beijava, mamava a teta, lambia a vagina ou fodia ele.
Escolheu dar um pouco de atenção ao seu brother ali embaixo.
Masturbou, nĂŁo precisando de muito. O prĂ© gozo apareceu se primeira. Passou a ponta grossa do pau no clĂtoris sensĂvel, ficou magnĂfico aquele piercing.
Entrou devagar, assistindo de camarote todas as reaçÔes, as expressÔes de Harry.
O cacheado estava olhando ser fodido, era um prazer ter o privilégio de observar o membro ereto entrando na entradinha machucada.
Quando as bolas cheias do garoto encostaram na entrada do cuzinho de Styles, ele voltou somente na metade e fez presença lĂĄ dentro novamente, o de cachos sentiu o grosso pĂȘnis na barriga, soltando um riso ao poder tocar.
Estocou lento, aumentando pra um ritmo rapidĂssimo, o mais velho queria falar o quanto era ardida a entrada e saĂda, mas ele estava gostando pra caralho. Ele queria se sentir assim todos os dias, todas as horas e minutos.
Encostou a cabeça no peito maltratado do outro, lambendo e adorando as estrias que continham.
- Loulou, me fode mais... - Ajudou empurrando o quadril pra cima, revirando os olhos.
Eles se beijaram com toda falta de ar envolvente.
Arranhou as costas do novinho, que metia muito.
Chegou a pensar em ter soltado o piercing de tanto que socara na xoxota deliciosa.
Louis se retirou e beijou a xota com seu gozo.
Em seguida Harry esguichou o gozo na cara de Tomlinson, sem parar.
Ele abriu a boca e deixou entrar. Logo parou aos poucos.
Verificou se nĂŁo desajeitou a joia.
- Isso foi... nĂŁo tenho palavras, mas wow, que garanhĂŁo da porra. - pegou sua blusa branca, se cobrindo. Bochechas coradinhas.
- Eu que o diga, vocĂȘ por acaso Ă© a mulher gato? Me arranhou inteiro somente porque introduzi meu caralho.
- Somente? VocĂȘ me destruiu! - riu pegando papĂ©is para se limpar. - Detesto falar isso, mas tenho que ir, minha filha nĂŁo gosta quando fico ausente por muito tempo.
- MĂŁe solteira presumo. - Harry fez um aceno. - me ligue mais tarde, rainha.
16:00 (alarme)
Hora de voltar para casa.
âąHousewilfe A larry fanfictionâą
Sinopse:
ââ§ Louis Tomlinson era conhecido por todo batalhĂŁo do exĂ©rcito, o sargento mais prestigiado e invejado de toda a Londres, tanto por sua carreira significativa e por ser casado com Harry Styles, o desejo de qualquer rapaz daquele batalhĂŁo. â§â
âąâąâą
____Boa noite sargento tomlinson. - mais um dos rapazes cumprimentou Louis, que apenas lhe lançou um aceno breve de cabeça
Eram por volta das oito e quinze, todos estavam sendo dispensados de seus serviços e Louis estava indo até o pavilhão dois, apenas por capricho
Era comum naquele horĂĄrio que os rapazes mais novos se juntassem com os mais velhos para conversar sobre um assunto muito comentado:
Harry Tomlinson-styles.
JĂĄ era rotina que louis escutasse vez ou outra comentĂĄrios do tipo: "Sargento tomlinson Ă© com certeza um dos que tem um Ăłtimo motivo para voltar pra casa" visto que a maioria deles ia para um pub que tinha ali perto depois de encerrarem os trabalhos
E é óbvio que no começo, quando ainda era apenas um soldado, os mais velhos tinham costume de o encher de piadinhas
à claro que era um pouco desconfortåvel, mas louis aprendeu a conviver com isso, até por que todos eles tinham razão, o que ele tinha em casa valia muito.
Harry era formado em administração, relaçÔes internacionais e publicidade e propaganda, fala trĂȘs lĂnguas e Ă© majestosamente lindo
Louis e Harry foram apresentados por seus pais, que haviam começado uma amizade, ambos com dezenove e dezoito anos, e Louis na época jå era soldado do exército
Tomlinson se apaixonou primeiro, e era costume seus pais dizerem que ele beijava o chĂŁo que harry pisava, sempre o colocando em um pedestal onde sĂł ele era o rei de tudo.
Foi no final do mesmo ano que se conheceram, que começaram a namorar e logo depois veio o noivado, Harry era uma pessoa caseira e apesar de ser CEO em uma empresa de agroecologia (herança de familia) ele preferia deixar tudo nas mãos do vice presidente
Quando finalmente chegou ao Ășltimo batalhĂŁo e dispensou os soldados, Louis estava pronto para ir pra casa, depois de buscar suas coisas e saiu em direção ao estacionamento da base
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Harry suspirou quando finalmente terminou de cozinhar a sopa de legumes que Louis amava, após isso, foi até o armårio e buscou um bom vinho tinto
Quando escutou o barulho da hb20 do marido, ajeitou o baby doll vermelho e o roupĂŁo de cetim da mesma cor e continuou arrumando a mesa
Louis adentrou a casa, suspirando feliz em ter o aconchego de seu lar e o cheiro do jantar invadindo suas narinas, deixou as botas no sapateiro junto de sua mochila e o boné
Caminhou até o rapaz que continuava encostado na pia, o abraçando por trås e cheirando os cachos recém lavados do marido
____Que saudade que eu'tava de vocĂȘ gatinho..- Tomlinsom disse enquanto apertava o corpo do mais novo contra o seu
Harry sorriu esfregando o rosto no peitoral de Louis, mas ofegou irritado logo em seguida
____ Eu acabei de tomar banho lou..vocĂȘ tĂĄ todo suado! - Louis o apertou ainda mais, segurando o mesmo pelos cachos da nuca e enfiando o rosto ainda mais contra o pescoço tĂŁo cheiroso de styles
____ Vai mesmo negar seu marido sĂł por que estou fedendo? - Harry formou um biquinho negando rĂĄpido quando o marido se afastou de seu pescoço, ele adorava os beijos de Louis naquela regiĂŁo, e amava ainda mais aquele cheiro caracterĂstico que seu homem tinha apĂłs um perĂodo fazendo exercĂcios
Louis esfregou seu quadril contra o do mais baixo, suas mĂŁos escorregaram pela bunda farta e o levantou, colocando Harry sentado sobre o balcĂŁo, styles sentiu a brisa fria bater em seus seios quando Tomlinsom abriu o robe e levantou a blusa do baby doll
____Lou..v'vocĂȘ ainda nĂŁo jantou..-styles gemeu manhoso com o marido chupando seus mamilos, sua mĂŁo foi atĂ© os cabelos do outro, o afastando
Louis grunhiu irritado pela desobediĂȘncia do mais novo, segurando seu rosto com arrogĂąncia, excitado ao ver os olhos esmeraldinos se enchem de lĂĄgrimas
____ Eu quero comer a minha putinha primeiro, depois jantaremos e iremos nos deitar e entĂŁo eu vou comer vocĂȘ mais uma vez apenas por que eu quero, estamos entendidos coisinha? - Louis perguntou retoricamente, vendo o mais novo soluçar e as lĂĄgrimas abundantes escorrerem sobre seu rosto gordinho
O que acontece Ă© que styles sempre foi um menino muito manhoso e dengoso, E talvez, sĂł talvez, ele nĂŁo sabia lidar com aquele tesĂŁo que sentia toda vez que Louis ia contra suas vontades por que sabia que o que iria fazer, lhe deixaria muito mais saciado.
____ Sim papai eu entendi..- disse mansinho, seus lĂĄbios tocando os de seu papa' com cuidado, nĂŁo sabia se Louis lhe ia restringir os movimentos
____ ótimo, agora abra essas perninhas lindas..- Louis disse, se pondo entre as coxas roliças do marido, Harry gemeu quando o outro desceu os låbios até seus seios novamente, styles amava aquela obsessão do mais velho por seus peitos, sabia que ele poderia passar horas mamando daquela forma
JĂĄ ele por outro lado, se esfregava no maior em busca de mais alĂvio, jĂĄ sentindo sua calcinha completamente molhada de prĂ© gozo
Tomlinson pegou o esposo pelas coxas e o carregou até o sofå, sentando primeiro e o colocou em seu colo
___ Eu quero que vocĂȘ cavalgue em mim hoje, se fizer direito eu deixo vocĂȘ gozar- Harry se animou, as mĂŁos bonitas foram rapidamente atĂ© os ombros largos do marido, rebolou algumas vezes no colo do outro, apenas para sentir o volume do pau dele sobre sua bunda
Styles desceu a calça do marido com as mãozinhas delicadas, puxou a cueca box pouco tempo depois, seus dedinhos circularam a glande avermelhada, esfregando a ponta do dedo ali
____ Acha que vai caber tudo em mim dada'?- Harry manhou, Louis bufou irritado, puxando os cachinhos sedosos com forca e vendo o mais novo desmanchar a carinha de dengo, fungando e fazendo um biquinho tristonho
____ Lou, por que tĂĄ tĂŁo irritado comigo?, nĂŁo tĂŽ' sendo bom pra vocĂȘ..?- styles perguntou tristinho, brincando com os dedos e a cabeça baixa
Tomlinson o puxou para seu colo pelo braço e baixou a alcinha da blusa do baby doll, deixando marcas avermelhadas por todo aquele pedaço de pele, sentindo o cheiro dos hidratantes extremamente caros que seu marido comprava
Seu pau jorrava pré-gozo, mas Louis ainda precisou passar um pouco de lubrificante sobre ele, apenas por que Harry gostava da sensação molhada
____ Senta gatinho- Tomlinsom disse, fazendo um carinho nos ombros cheirosos
Harry suspirou devagar, guiando a glande gorda até sua bucetinha, sentando devagar até a metade da extensão, Styles gemeu choroso
____ Papai..nĂŁo tĂŽ conseguindo..aguentar!- gemeu manhoso com a dorzinha que lhe dava
Louis perdeu a paciĂȘncia, puxou o marido para baixo e levando o quadril pra cima, as mĂŁos bonitas do mais novo apertavam o peitoral forte de tomlinson
____ chupa meus peitinhos dada'- Harry pediu dengoso, gemendo quando Louis mordeu os mamilos de seus seios até que eles ficassem roxinhos
Hazzy gemeu assim que olhou como o pau de seu papai estava bem enfiadinho em si, conseguia ver o contorno da cabeça gordinha em seu ventre
Começou a movimentar o quadril, e por cima de seu ombro Louis conseguia ver como as bandas gordas da bunda de Harry balançavam conforme ele pulava em seu colo
De cima, conseguia ver os seios fartos balançando, as bochechas tão vermelhas e o pescoço jå cheio de hematomas roxos
Enquanto escutava os gemidos manhosos de styles atrås de sua atenção, Louis só conseguia pensar em como era sortudo, porra, ele tinha Harry Styles se empalando no seu pau!
Mas Louis notou a falta de movimentação do mais novo, enquanto fumava seu cigarro, Tomlinsom viu as bochechas mais vermelhas que o normal e as sobrancelhas franzidas, Harry estava irritado
___Papai..- styles chamou enquanto ondulava seu quadril, buscando as estocadas fortes do marido
Bem, Harry era um rapaz um tanto mimado, era o Ășnico filho homem de seus pais e obviamente nĂŁo vamos citar que Louis poderia fazer qualquer coisa sĂł para ver seu sorriso
EntĂŁo ele nĂŁo ficava nada contente quando nĂŁo recebia no mĂnimo toda a atenção de Louis
___Papai olha pra mim! - sem pensar, acabou batendo as palmas das mĂŁos no peitoral do outro, vendo rapidamente o contorno avermelhado na pele bronzeada
Louis grunhiu irritado, segurou os cabelos do outro com força e desferiu trĂȘs tapas brutais nas bochechas delicadas
Harry jĂĄ chorava baixinho no primeiro tapa, enquanto pulsava em torno do pau grosso, sentindo as pernas fraquejarem
____ Acho que vou te deixar mais uma semana sozinha, sĂł usando seus brinquedinhos pra se satisfazer, Ă© isso que vocĂȘ quer coisinha? - Harry negou muitas vezes, ele lembra bem como era frustrante nĂŁo ter seu papai ali para cuidar de si, ele sempre acabava chorando depois de usar seus brinquedos, ansiando por Louis
___ Não papai..- lembrou de responder com palavras, se animou quando sentiu o mais velho segurar suas coxas roliças e passar a investir com força sobre sua bucetinha
Choramingava pela dorzinha que sentia toda vez que Louis ia mais fundo dentro de si, seus dedinhos foram atĂ© a sua grutinha que jorrava lubrificação, passando a se tocar com força em busca de alĂvio
___ Papai!, e'eu..Eu vou..- Tomlinsom puxou o quadril largo enquanto se enterrava na xota judiada, sentindo o exato momento em que Harry gozou, a bucetinha pulsando enquanto o styles se satisfazia mas algumas estocadas foram o suficiente para Louis jogar toda sua porra dentro do mais novo
Harry deitou a cabeça no ombro do mais velho e relaxou, enquanto sentia dois dedos irem e virem dentro de si, apenas para que Louis lhe visse todo marcado pelo seu gozo
đšđŒââïž
___papai..devag'ar..por favor!- Harry manhou, estava de quatro bem abertinho, Louis estava indo fundo em sua xotinha enquanto enfiava um plug em seu cuzinho
Louis se sentia cada vez mais excitado com os gemidinhos agudos que Harry soltava, junto do som molhado de seu pau indo fundo e misturando ainda mais sua goza com a lubrificação do mais novo
Louis puxou os fios sedosos, trazendo o mais novo atĂ© que as costas bonitas batesse contra seu peitoral, enfiou dois dedos na boquinha malcriada do seu bebĂȘ
___Porra..Olha sĂł como eu tenho sorte nĂŁo Ă© Harry?, sĂł eu sei como aqueles garotos querem ter o prazer de sentir a sua pele, mas no final do dia..sou eu quem estou aqui, empalando meu pau bem fundo em vocĂȘ..comendo sua xotinha com a força que eu quiser, bem assim..- Harry chorava engasgado, perdendo o controle de seus movimentos e indo mais rĂĄpido na sucção
Louis saiu devagarzinho de dentro da xota, ouvindo o mais novo grunhir baixinho, retirou o plug do cuzinho apenas para pĂŽr mais lubrificante e se enterrar nele
____Papai!- Harry gemeu choroso, sentindo suas perninhas tremerem e os dedinhos dos pĂ©s se contraĂrem enquanto gozava de novo, seus dedos encharcados de melzinho e porra
Os gemidos de Harry saiam mais altos alguns tons, sua linguinha vermelha estava pra fora e seus olhos grandes e verdes se reviravam em puro ĂȘxtase,
Louis gemia rouco, puxando a cintura fina com força apenas para empalar Harry em seu pau, jogando os cabelos pra trås e todo seu corpo estava coberto por uma fina camada de suor
Louis sentiu o baixo ventre esquentar e soube que logo iria gozar, por isso passou a ir mais fundo, acabou perdendo as estribeiras quando viu Harry chorar e soluçar baixinho
Tomlinson precisou de mais alguns segundos para se recompor, apenas voltando a consciĂȘncia quando escutou Harry pedir para que pusesse o plug em si novamente, nĂŁo querendo perder nenhuma gota de sua porra
E no final da noite, apĂłs tomarem banho e irem jantar, enquanto via o marido falar animado sobre suas colegas de yĂŽga, teve mais uma vez a certeza de que era mesmo um homem muito sortudo.
â€ïžâđ„âĄàŸàœČ â Spank me, please
"Louis nunca imaginou que sua melhor amiga pudesse lhe dar alguma chance. Até descobrir todas as coisinhas que Harry gostava de fazer escondida."
Por favor alguém goza na minha buceta, nem meus dedinhos estão ajudado preciso muito sentir ela escorrendo porra até o cuzinho

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Alguém fode minha bucetinha, ela não para de escorrer e pulsar o dia todo :(
Driving lessons
Avisos: Diferença de idade (Louis 35, Harry 17), orgasmo forçado, CNC, somnophilia, humilhação, daddy kink.
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As unhas recĂ©m pintadas de rosa ainda estavam molhadas, enquanto ela delicadamente segurava o palito do pirulito de cereja entre dois dedos. A Ășltima edição da Vogue estava aberta nas suas coxas, e o Ăłculos de sol começava a escorregar pelo narizinho. Harry suspirou profundamente, entediada. Mesmo no jardim ela conseguia sentir o cheiro da massa de bolo no forno, dava para escutar a sua mĂŁe discutindo com o seu pai; uma tĂpica tarde de verĂŁo. Se eles nĂŁo estivessem esperando por uma visita, nĂŁo teria nada alĂ©m de limonada atĂ© a hora do jantar. Mas o seu padrinho, Louis Tomlinson, estava vindo para passar alguns dias com eles. E a mĂŁe de Harry amava dar uma boa impressĂŁo.
Harry não admitiria isso em voz alta, claro, mas os seus nervos estavam à flor da pele. Louis era um homem muito ocupado, e as vezes que ele tinha tanto tempo livre eram raras, então ele enchia Harry de promessas sobre coisas que eles deveriam fazer juntos. O momento chegou, e Harry queria usar cada segundo. Agora ela tinha 17 anos, eles iam poder tomar uma cerveja juntos (escondido dos pais dela, claro) Louis teria que ensinar a garota dirigir. E para isso que Harry estava mais animada do que tudo, se ela soubesse dirigir poderia ir todos os finais de semana até a casa do seu padrinho, não ia precisar mais ficar tanto tempo distante.
Ela balançou seus pezinhos despreocupada, o esmalte rosa brilhando sob a luz do sol, não notou o barulho do carro estacionando em frente a sua casa, ou os passos pesados se aproximando dela. Apenas quando uma sombra foi criada, que Harry ergueu a cabeça pronta para dizer para a sua mãe que, não, ela não tinha desistido de fazer algo mais produtivo que ficar a tarde toda folheando revistas. Mas era Louis, de braços para trås e os olhos escondidos atrås de óculos escuros.
Harry soltou um gritinho surpresa, se levantando bem rĂĄpido e praticamente se jogando nos braços do seu padrinho, ela pulou no colo dele e passou as pernas por sua cintura. âVocĂȘ veio mesmo!â A garota continuava repetindo, toda encantada.
âComo vocĂȘ cresceu, querida.â Louis disse, impressionado, colocando a sua afilhada de volta no chĂŁo. âDeixe-me olhar vocĂȘâ Ele segurou o queixo dela entre dois dedos, e a analisou como se ela fosse um objeto do seu interesse. Quando notou a bochecha vermelhinha pela sua atenção, o homem sorriu e soltou a garota. âComo tem sido o seu verĂŁo, amor?â
âUm saco, padrinho.â Ela revirou os olhos, sentando na espreguiçadeira de novo. Harry acertou os Ăłculos em formato de coração, e voltou a brincar com o palito do seu pirulito. âOs meus pais nĂŁo me deixam fazer nada alĂ©m de ir Ă igrejaâ Resmungou, tirando o pirulito da boca e fazendo um biquinho com os lĂĄbios. âE eles nĂŁo param de brigar!â
à claro que Harry não estava contando toda a verdade, ela nunca escutava os seus pais (algo que o seu padrinho sabia bem) e mesmo sem a autorização deles, ela sempre inventava alguma coisa. Pulando a janela do seu quarto no meio da noite para ir em festas, ou prometendo ir no culto da tarde quando na verdade estava indo para alguma festa na piscina. Harry andava com os seus vestidinhos que pegava um dedo acima do joelho magro, tinha um colar de crucifixo e as unhas pintadas de rosa algodão doce. Mas tinha algo no seu olhar jade que nunca deixou Tomlinson se enganar, antes que ela começasse por contra própria contar detalhes da sua vida para o seu padrinho. Mesmo não sendo tão presente na vida dela, Louis era a pessoa que mais conhecia a garota. Até porque ela amava contar as coisas para ele, amava tentar impressionå-lo com as suas histórias.
âPensei que gostasse de contar a verdade para o seu papai.â Ele lubrificou os lĂĄbios rosinha com a ponta da lĂngua, passando uma rĂĄpida olhada ao redor para garantir que ainda eram apenas os dois no jardim. Harry fez que sim com a cabeça, as palavras fugindo da sua lĂngua enquanto ela assistia o seu padrinho.
Harry enrolou os dedinhos na barra da saia, olhando para o seu prĂłprio colo, ela sentia o seu corpo mais aquecido. Colocou o pirulito para o lado, criando uma protuberĂąncia na bochecha rosada, e a sua fala saiu enrolada quando ela disse âEu estou falando a verdade, Lou.â
Louis havia se esquecido que coisinha adorĂĄvel era a sua afilhada. Com aquele jeito que transborda uma inocĂȘncia quase pura, os olhos verdes demais e os lĂĄbios, cĂ©us, aqueles lĂĄbios. Ele nunca deixou de desejar eles ao redor do seu pau, na mesma vontade que a garota enchia a boca com aquela porcaria açucarada.
âFico algumas semanas fora e vocĂȘ jĂĄ voltou a ser uma coisinha mentirosa?â Falou baixinho, apenas para Harry escutar, transbordando escĂĄrnio. âEu quero a verdade agora, Harry.â
âEu saĂ algumas vezesâ Ela deu de ombros, tirou o pirulito da boca e engoliu o acĂșmulo de saliva, o cantinho dos seus lĂĄbios brilhavam. âFui em um encontro tambĂ©m.â Admitiu baixinho, e com mais convicção prometeu: "Mas eu nĂŁo parei de pensar no senhor, padrinho! Esperei por vocĂȘ todos esses dias. Estava morrendo de saudades, juro.â
Louis fez que não com a cabeça, ainda sorria, de forma beirando ao sadismo. Ele sabia que esse seria o melhor verão em muito, muito, tempo.
Ele nĂŁo acreditava numa Ășnica palavra vinda daqueles lĂĄbios. Mas sabia que nĂŁo havia muito o que fazer, William e Anna esperavam ele dentro de casa. Harry e as liçÔes que ela merecia poderiam esperar. Eles teriam tempo.
âVem aqui, amor.â Falou com afeto, e como uma cachorrinha obediente ela se levantou e parou de frente para ele. Louis tomou o pirulito dos seus dedos e jogou no chĂŁo. âEu jĂĄ disse para nĂŁo se entupir com essas porcarias, nĂŁo foi?â
âSim, papai.â Harry olhava para seu docinho despedaçado na grama, os lĂĄbios ainda brilhavam pelo doce, e as sobrancelhas finas franzidas.
âAgora que estou aqui, nĂŁo hĂĄ desculpas para vocĂȘ escapar como uma cadelinha desobediente, certo?â Harry fez que sim com a cabeça. Louis segurou o queixo dela de novo, porĂ©m com mais força dessa vez, ele tirou os Ăłculos escuros da garota, podendo enfim ver a Ăris jade brilhando. âHoje vocĂȘ serĂĄ uma boa garotinha durante o jantar, e amanhĂŁ cedo começamos as suas aulas de direção.â
âSĂ©rio!?â Harry perguntou com os olhinhos brilhando, quase esquecendo da dor que o aperto dele causava.
Ao invĂ©s de responder com palavras, ele se curvou e deixou um beijo no canto dos lĂĄbios dela, depois se afastou e soltou a garota. âAgora corre na frente e avisa os seus pais que eu cheguei.â
Ele assistiu Harry fazer o que foi mandada, lambeu os seus låbios e sentiu o gostinho de cereja que ficou. Louis suspirou fundo, ajeitou o volume na calça social justa, então começou a caminhar rumo à porta de entrada.
âŠ..
Louis foi muito bem recebido, a famĂlia Styles amava a sua presença. Ele fingiu se importar com a fala interminĂĄvel de Anna, fingiu gostar do bolo feito especialmente para ele (Louis detestava doces) e bebeu uma cerveja com William enquanto os dois discutiam sobre futebol. O jantar foi exaustivo da mesma forma, mas a recompensa veio depois. Enquanto bebiam mais cerveja, assistindo a partida de um time que ele nem conhecia, Harry se aninhou no seu colo. Os pais da garota achou adorĂĄvel, eles apreciavam a ligação linda que Louis e Harry tinham, e estavam acostumados com o excesso de afeto entre os dois. NĂŁo era estranho para eles Louis cumprimentar Harry com um leve roçar de lĂĄbios, ou os dois terem uma soneca abraçadinhos no sofĂĄ apĂłs o almoço. Eles confiavam muito em Tomlinson, que era um amigo de William desde a Ă©poca de escola.
Louis olhou para o lado, vendo que William e Anna praticamente cochilavam enquanto assistiam o jogo. A sua mão parecia grande na coxa da garota, tinha o contraste da pele pålida e macia de Harry, e o dorso avermelhado de Louis, com veias saltadas e tatuagens nos dedos. Ele esfregou a palma contra ela subindo devagarinho, passando pela barra da saia até sentir a respiração engatada da sua garotinha, então ele descia a mãos novamente, indo pela parte interna da coxa.
âNa minha prĂłxima viagem, eu vou levar vocĂȘâ A voz rouca no seu ouvido deixou Harry arrepiadinha. A mĂŁo de Louis passou por debaixo da saia de novo, chegando tĂŁo perto da conchinha dela que as coxas de Harry tencionaram, prendendo a mĂŁo de Louis entre elas. âE, entĂŁo, serĂĄ apenas nĂłs dois por alguns dias.â
âApenas nĂłs dois?â Ela repetiu em tom de pergunta. âPadrinhoâŠâ Harry falou manhosa, descontente porque Louis nĂŁo tocava mais nas suas coxas, as mĂŁos dele voltaram para a cintura dela, e no mesmo instante Anna se levantou.
âAcho que a nossa hora jĂĄ deu, Harry.â Ela pegou os copos de cerveja na mesinha de centro. âEstĂĄ tarde pra vocĂȘ ficar acordada, e o seu padrinho precisa descansar.â
Harry estava pronta para resmungar que não era uma garotinha mais. Se quisesse ficar acordada até mais tarde, ela podia. Mas lembrou que o seu padrinho pediu para ela ser boazinha, então a contra gosto seguiu as ordens da sua mãe.
Ela se virou e deixou um beijinho molhado na bochecha de Louis, a barba rala fez cĂłcegas contra a sua pele e ela sorriu. âAtĂ© amanhĂŁ, Louisâ As suas pernas estavam um pouquinho bambas quando ela se levantou, a saia tĂŁo em cima que, quando ela se curvou para deixar um beijinho na bochecha do seu pai, o bumbum dela com a calcinha rosa enfiada entre as bochechas gordinhas ficou todo exposto para o Tomlinson. Dava para ver atĂ© o começo da conchinha dela, e na calcinha rosa pastel um cĂrculo molhado.
Tomlinson nĂŁo tirou os olhos, assistindo as coxas roliças e o balançar da saia enquanto Harry se afastava. Ele queria levantar e ir para o quarto de hĂłspedes, lidar sozinho com o volume molhado em sua cueca. Mas William estava acordado, e definitivamente notaria o volume na virilha de Louis quando ele ficasse de pĂ©. O homem bufou, forçando um sorriso para o amigo. âUma Ășltima antes de ir deitar?â William balançou a garrafa de cerveja.
âClaro, cara.â Louis confirmou, e enquanto Will ia na cozinha buscar mais cerveja, ele pegou uma almofada e colocou no colo.
O jogo tinha acabado, agora passava algum reality bobo que Louis ficou olhando atĂ© que o outro homem voltasse. A televisĂŁo estava no mudo, e um silĂȘncio confortĂĄvel permaneceu enquanto eles bebiam e olhava as imagens passando. âĂ muito linda a relação que vocĂȘ e Harry construĂramâ William disse do nada. âA minha filha confia em vocĂȘ como um pai, sabia?â
Louis coçou a barba rala, tomando um gole longo do lĂquido amargo. Ele suspirou fundo. âEu a tenho como se fosse minha filha, cara. Harry, vocĂȘ e Anna sĂŁo importantes pra mim.â Disse honesto, sentindo a sua moral pĂ©ssima pelo quĂŁo duro o seu pau estava. Mas Louis estava falando a verdade, na medida que Harry foi crescendo ele foi ficando mais e mais presente na vida dela. Amava quando as fĂ©rias chegavam, entĂŁo ele dirigia por quase duas horas, apenas para buscar a garota e os dois poderiam viajar por algumas semanas. Harry era brilhante, e Louis tentava protegĂȘ-la sempre que possĂvel, ainda que o sentimento de nĂŁo ter tempo o suficiente com ela fosse constante. Talvez ele tenha batido umas pensando nas coxas dela, lembrando do bumbum pressionando seu cacete sempre ela sentava no seu colo, nos peitinhos que ficavam perfeitamente marcados no tecido das blusas porque ela nĂŁo usava sutiĂŁ, talvez. Mas ela ainda era a sua afilhada, ela era sua. Harry era a pessoa mais importante na vida de Louis.
âTenho medo dela desviar do caminho certo, de ser corrompidaâ William disse com melancolia, e Louis segurou para nĂŁo revirar os olhos. âEu sei que ela te conta tudo⊠o que Harry disse sobre os encontros que vai?â
âEncontros?â Louis perguntou, primeiro confuso, e depois apertando a garrafa de cerveja que estava na sua mĂŁo.
âSim. Um carro diferente para na nossa porta toda semana pra buscar elaâ William fez que nĂŁo com a cabeça. âEla garante que dessa vez Ă© sĂ©rio, que Ă© uma pessoa da nossa igreja, mas na semana seguinte nunca vem a mesma pessoa.â
Louis mordeu os lĂĄbios com força, olhando mais uma vez para a televisĂŁo. Ele nĂŁo conseguia beber mais da sua cerveja, a raiva que sentia criou um bolo na garganta. âDiz que nĂŁo quer que ela seja corrompida, mas deixa Harry entrar no carro de homens que vocĂȘ nĂŁo conhece?â Tentou falar de forma clara e lĂłgica, quando a sua vontade era de gritar na cara de William: Porque vocĂȘ nĂŁo estĂĄ cuidando direito da minha filha?
A sua vontade maior era subir os degraus e ir direto no quarto de Harry, encher aquela cara sonsa de tapas. Putinha do caralho.
âĂ um dos motivos por que estĂĄvamos sentindo tanto a sua falta, amigo.â William riu, se curvando pra frente sĂł para deixar um tapinha no ombro de Louis, nĂŁo notando o olhar duro que estava recebendo. âVocĂȘ vai saber lidar melhor com essa situação, colocar um pouco de juĂzo naquela cabecinha." William bocejou, colocando a garrafa ainda pela metade na mesinha que a sua esposa havia arrumado. âAdolescentes nunca escutam os pais, vocĂȘ sabe!â
âSim, eu sei.â Respondeu secamente.
William levantou. âBem, vou indo.â Foi caminhando rumo Ă s escadas. âĂ bom te ter de volta!â Praticamente gritou, mas Louis nĂŁo respondeu. Ficou em silĂȘncio, ouvindo os passos pesados na escada.
Ele virou o resto da cerveja, queria tanto ir no quarto de Harry que mal confiava em si mesmo. Desligou a tv, pegou a garrafa de William junto a sua e levou para a cozinha. Quando chegou no quarto onde ficaria, uma suĂte pequena e confortĂĄvel, tomou um banho quente. Independente da raiva fervente que sentia, ainda estava dolorosamente duro. Ele se masturbou devagar, a sua mente rodando com ideias do que faria com Harry no dia seguinte, atĂ© onde poderia ir e fazer aquela garotinha se arrepender. Louis mordeu os lĂĄbios com força, atĂ© sentir o gosto de sangue na lĂngua, enquanto gozava. Ele riu, desligando o chuveiro. JĂĄ sabia o que ia fazer.
âŠ.
Harry usava um vestido xadrez, dois palmos acima do joelho, e um moletom amarrado na cintura. Era mais aberto no busto do que ela costumava usar, e dava para ver a curva que os seios dela faziam, o crucifixo batendo bem ali. Ela desceu as escadas pulando igual um coelhinho, deu um beijo molhado na bochecha do pai, fazendo ele rir pela sua animação. Repetiu o mesmo com a sua mãe, que mandou ela se comportar. Quando viu Louis, encostado na ilha da cozinha e soprando o café quente na caneca, ela praticamente se jogou no seu padrinho.
E pela primeira vez em muito, muito tempo. Tudo o que Harry recebeu de volta foi um sorriso pequeno, forçado. Nenhuma palavra doce, nenhum abraço ou beijinho, nada. Ela sentiu o rosto vermelho de constrangimento, olhou ao redor para garantir que os seus pais não tinham visto.
âPadrinho, estĂĄ tudo bem?â Perguntou insegura.
âVai tomar o seu cafĂ©â Louis nĂŁo olhava para ela, verificando uma pĂĄgina de jornal da semana passada. âEu nĂŁo tenho a manhĂŁ todaâ
Os lĂĄbios de Harry formaram um biquinho. Ela se afastou, colocou leite quente na sua xĂcara e ficou olhando, passando o dia anterior todo na sua mente, tentando lembrar de algo que poderia ter tirado Tomlinson do sĂ©rio. Ela nĂŁo fez nada de errado! Foi boazinha como ele pediu, atĂ© se deitou na hora que foi mandada. Harry nĂŁo estava entendendo o porquĂȘ de ser tratada de forma rude e indiferente. Ela pegou um bolinho e ficou assistindo Louis, ele usava moletom e jeans, um par de tĂȘnis tĂŁo branco que parecia ter acabado de sair da caixa. Harry puxou ar para os seus pulmĂ”es, entĂŁo soltou devagarinho.
Depois do café da manhã, e de muitos avisos da sua mãe, eles foram para o carro de Louis. Ele quem dirigiu até o outro lado da cidade, onde tinha uma via deserta e eles não colocariam ninguém em perigo. Ele não falou nada, nem olhou para Harry o caminho todo. Quando chegaram, ele trocou o assento com ela. O nervosismo da garota era grande, mas estar recebendo um tratamento tão rude do seu padrinho a deixava com a mão tremendo antes mesmo de ligar o carro.
âSabe pelo menos ligar o carro?â Louis perguntou, nĂŁo mais alto que um murmurar de palavras, enquanto acendia um cigarro.
âEu sei!â Harry falou orgulhosa, ligando o carro apenas para mostrar. Ele continua segurando o freio, agora que era a parte difĂcil. âNĂŁo sou tĂŁo boa em dar partida, e o meu senso de direção Ă© meio ruimâ Ela olhou para Louis como quem pede ajuda, mas ele nem olhou pra ela.
âAnda logo, porra, acha que eu nĂŁo tenho mais o que fazer?â Ele nem alterou o tom de voz, e Harry estremeceu onde estava. O padrinho nunca falava assim com ela, e seus olhinhos encheram de lĂĄgrimas.
Provando o que ela havia falado, o carro deu um arranco para frente, e outro para trĂĄs quando Harry apertou o freio com tudo, entĂŁo o motor morreu. Louis nĂŁo olhou e nem disse nada para ela, Harry suspirou trĂȘmula e tentou de novo. Dessa vez o carro saiu do lugar de verdade, antes da mesma coisa acontecer.
âPelo que parece, abrir as pernas Ă© a Ășnica coisa em que vocĂȘ Ă© boaâ Louis falou, e Harry olhou para ele com os olhos arregalados no mesmo instante. âAchou que eu nĂŁo ia descobrir, princesa?â
âPadrinhoâ Harry começou cheia de manha, o que deixou Louis ainda mais puto.
Ele puxou ela pelo cabelo, fazendo um choramingo de dor deixar os lĂĄbios cheios no mesmo instante. Harry ainda segurava no volante com força, lĂĄgrimas quentes molhando suas bochechas. âVocĂȘ vai dirigir essa porra direito, e se acontecer isso aqui de novo, vai ter que continuar a aula sem esse vestidinho de vagabundaâ
Harry tentou fazer que nĂŁo com a cabeça, mas o aperto de Louis era persistente, forte. âE se alguĂ©m passar na via?â
O mais velho riu, soltando a garota. Ele abriu a janela e jogou o cigarro fora, depois nĂŁo fechou a janela de novo. âSabemos que isso nĂŁo seria um problema para vocĂȘ.â
Harry fez que nĂŁo com a cabeça, fungando. Ela respirou bem fundo, e deu partida. Mais uma vez nem saiu do lugar, o carro jogou os dois para frente e depois para trĂĄs de novo. Ela olhou para Louis toda medrosa, âPapai, me perdoe por favor!â Implorou âEu nĂŁo estou de sutiĂŁ, eu nĂŁo quero ficar sem roupasâ
Aquele jeitinho manhoso estava sendo insuportĂĄvel para Louis, que jĂĄ estava sem paciĂȘncia para a garota. Achava ela uma putinha, uma mentirosa. Por um momento ponderou se ela era assim com outros homens, se ficava cheia de lĂĄgrimas e choramingos enquanto a sua bocetinha era fodida. Harry provavelmente era uma dessas.
âEu vou acabar com vocĂȘ se nĂŁo começar a fazer o que mando.â Dessa vez a sua voz saiu mais forte, carregada pelo desgosto. E Harry fez que sim com a cabeça, puxando a barra do vestido. Ela tirou por cima, fungando, e Louis assistiu a pele pĂĄlida sendo exposta, primeiro a barriga, depois os seios empinadinhos, maiores do que ele imaginou que fossem. Os mamilos eram marrons e estavam durinhos.
Ela gritou surpresa quando Louis deixou um tapa no peito, pouco acima do mamilo
âForam quantos?â O mais velho perguntou.
âEu nĂŁo sei!â Harry disse, ainda chocada que estava mesmo sendo castigada. Ela levou outra tapa, bem mais forte, na sua coxa. Um barulho de estalo tomando conta do carro. âPapai! NĂŁo!â Falou brava, achava mesmo que Louis estava passando dos limites, ela estava vermelha de vergonha e raiva, desapontada que haviam chegado em tal situação. Ela tentou se pressionar contra a porta do carro, para fugir do alcance de Louis, mas teve o seu cabelo puxado de novo âPara!â Harry gritou, recebendo agora um tapa na cara.
âDiz amor, quantos homens comeram essa boceta?â Louis continuou segurando ela pelo cabelo, e ele viu quando Harry começou a esfregar uma coxa na outra, tentando criar alguma fricção. Louis riu, seu hĂĄlito quente batendo no rosto dela, a sua garotinha havia mesmo virado uma mente fazia, feita pra foder.
âSe contar com o meu professor de dança, 8â Confessou baixinho, envergonhada. Ela nĂŁo queria ser castigada embora soubesse que merecia. Desde que o seu padrinho estava mais distante ela se sentia sozinha, qualquer chance de conseguir um pouco de atenção, mesmo que isso significasse deixar algum cara que tinha a idade para ser o seu pai foder a sua xota, ela agarrava.
Harry era pequena para a sua idade, ela tinha coxas roliças e os peitinhos cheios, mas fora isso era magrinha, ficava pequena ao lado de outras meninas da sua idade, pequena ao lado do seu padrinho. Imaginar um homem pegando ela, e colocando contra a cama, tirando suas roupas cor pastel e deixando apenas o crucifixo prata que grudaria na pele molhada de suor, e enfiando o cacete dentro da bucetinha pequena, toda vermelha. Isso deixava Louis fora de si, ela era a garotinha dele. Apenas dele.
Louis olhou para o cambio de marcha, onde Harry ainda tinha uma mĂŁo apoiada. âGosta de ficar cheia entĂŁo, uh!â Ele soltou o cabelo dela, tirou a mĂŁo dela do lugar e colocou a sua prĂłpria. âSenta aquiâ Mandou, e Harry olhava sem entender. âTira essa calcinha e senta aqui.â
âĂ grande demais, papai -â Ela falava sem ar, desesperada, e foi calada com mais um tapa na bochecha. TĂŁo forte que Harry fechou os olhos sentindo seu ouvido zunir. âOhâ Ela gemeu baixinho, uma ardĂȘncia de outro mundo se espalhando por sua bochecha. Ela começou a se encolher e puxar a calcinha para baixo, tentando esconder o tecido todo molhado, mas Louis viu de qualquer forma. Por ser pequena, foi fĂĄcil para ela colocar um joelho em cada banco, sua grutinha bem em cima do cambio.
Harry foi sentando devagarinho, a boceta toda lambuzada sendo a Ășnica lubrificação, na medida que foi se abrindo ao redor do cĂąmbio largo, tentando pegar tudo, ela gemia muito alto e desesperada, implorando pelo seu papai. A lubrificação de Harry escorria aos montes ao redor do cĂąmbio, fazendo a maior bagunça. âĂ muito duro papaiâ Ela chorava, sem conseguir se mover. Tinha a marcha todinha dentro da sua boceta, e o corpo dela tremia pela vontade de ser fodida de verdade. Louis olhava hipnotizado, seu cacete doendo de tĂŁo duro.
âVocĂȘ usava proteção?â Perguntou.
Harry fez que sim com a cabeça, começando a rebolar bem devagarinho. âAhâ ela gemeu. âNunca deixei eles gozarem dentro, papai!â
âPorque vocĂȘ nĂŁo gosta?â Perguntou com ironia, vendo que Harry tentava se foder na marcha do carro, a mesma que a momentos atrĂĄs a garota implorava para nĂŁo ter dentro dela.
âEu queria que fosse vocĂȘâ Admitiu tĂmida, apertando seus peitinhos âO tempo todo, queria que fosse o senhor me deixando bem cheia com o seu cacete, parece tĂŁo gostoso! E a sua porra ia me manter bem alimentada, bem quentinha.â Harry se curvou para frente, apenas o suficiente para roçar seu rosto na barba rala de Louis, ele tĂŁo perdido pela sua garota que esqueceu que ela estava sendo punida, deixou ela se roçar no seu rosto, esfregar os lĂĄbios cheios de gloss nos seus. âEu sou a garotinha do papai e nĂŁo tenho vontade de ser mĂŁe, mas eu deixaria o senhor me encher dos seus filhinhos. O tanto que quisesse.â
Louis riu sem ar, segurando o rosto dela bem pertinho do dele. Ele mordeu os lĂĄbios macios da garota, que ainda restava o gostinho de morango, atĂ© sentir o gosto mais amargo do sangue. âAh, queridaâ Ele disse, lambendo o sangue dos lĂĄbios dela, que soltou um suspiro sofrego. âEu vou foder tanto essa boceta, e depois despejar tanta porra na sua barriguinha, que nĂŁo serĂĄ uma surpresa se vocĂȘ aparecer por aĂ grĂĄvida.â
Harry tentou voltar para trĂĄs, nĂŁo gostando do que estava ouvindo, e apenas recebeu um tapa pesado pela atitude. As suas duas bochechas estavam muito vermelhas, especialmente apĂłs receber tantos tapas do seu padrinho âEu preciso me aliviarâ Confessou envergonhada, apertando mais ao redor da marcha ao que tentava segurar o orgasmo.
Louis sorriu. âColoca o seu vestido de volta, vamos voltar pra casa.â
Harry piscou rĂĄpido, tentando entender. A sua boceta ardia tanto pela violação, e a garota sentia que podia chorar se nĂŁo conseguisse algum alĂvio. Ela escorreu mais ao redor do cĂąmbio, por um momento pensou que tinha mesmo gozado. âPapaiâ Implorou. Harry nĂŁo recebeu nada alĂ©m da indiferença daqueles olhos azuis. âEu posso chupar o senhor? Por favor?â Harry fungou, rebolando devagarinho contra a marcha. âE-eu preciso de alguma coisa. Qualquer coisa!â
Louis ponderou por um momento, olhando para os lĂĄbios vermelhinhos, inchados pela mordida e brilhando por causa da saliva. Seria uma delĂcia tĂȘ-la ao redor da sua glande, sugando da forma desesperada que Harry estava, e depois forçar atĂ© o fundo, alĂ©m do que a garota poderia aguentar. Ele apertou seu pau por cima da calça, ajeitando o volume tĂŁo duro.
âSe nĂŁo colocar seu vestido de volta agora vocĂȘ vai ir todo o caminho de volta pra casa do jeito que estĂĄâ Ele repreendeu, e Harry caiu no choro.
Ela saiu de cima da marcha devagarinho, voltou para o assento e colocou seu vestido, que estava todo amassado e torto em seu corpo. Ela parecia acabada; o rosto todo vermelho e molhado de lĂĄgrimas, o cabelo ondulado estava desgrenhado e Harry continuava com as pernas abertas, apertando as suas prĂłprias coxas com força. AtĂ© a pressĂŁo do banco do carro contra a sua conchinha a deixava sensĂvel, a entrada dela estava toda dolorida, mas a dor de estar tĂŁo pertinho de um orgasmo e nĂŁo ter isso era ainda maior.
âOlha a bagunça que vocĂȘ fez!â Louis resmungou, e Harry olhou para a marcha. Estava toda lambuzada com o seu melzinho, o preto ganhou uma aparĂȘncia lustrosa com todo o lĂquido que Harry escorreu ali. âLimpa isso agora, porra.â
Harry tentou se ajeitar como podia, ela se inclinou e foi lambendo o cĂąmbio da marcha. Ela passava a lĂngua da ponta atĂ© embaixo, recolhendo a bagunça que fez. Ela suspirou profundamente, cansada, e gemeu baixinho quando sentiu mais mel escorrer da sua concha e ir direto para o banco do carro. Os olhos de Louis pesavam nela, quando Harry tinha dificuldade para continuar, como ela nĂŁo parava porque ainda nĂŁo teve uma autorização do seu padrinho, como ela ia tentando ( inutilmente e da forma que julgava sĂștil) conseguir alguma fricção contra a xota, se esfregando no assento feito uma cadela, gemendo como uma. Louis sentia que ia gozar nas calças como um maldito adolescente se nĂŁo fizesse algo logo, mesmo que nĂŁo estivesse em seus planos foder a garota naquele carro.
Ele simplesmente saiu do lado do passageiro, deu a volta no carro e abriu a porta do motorista, onde Harry estava. Quando notou o que estava acontecendo, ela teve o impulso de passar pelo banco onde o seu padrinho estava, agora vazio, e pular pra fora do carro. Foi uma ideia estĂșpida, eles estavam no meio do nada e nĂŁo havia para onde fugir. E Harry era lenta demais. Louis apenas puxou as pernas dela, fazendo com que a parte inferior da garota pegasse para fora do carro. Ele ergueu o vestido, e lĂĄ estava. O bumbum cheio e branquinho servido como um banquete pra Tomlinson.
Louis desfez o zĂper da sua calça e colocou o cacete pra fora, como uma mĂŁo ele segurava na nĂĄdega farta de Harry, e com a outra ele se masturbava rĂĄpido, faminto. Ele riu quando a escutou gemer baixinho, vĂĄrios e vĂĄrios âPor favorâ
âEu nĂŁo vou te comer, vagabundaâ Falou com a respiração pesada, mordendo os lĂĄbios para nĂŁo gemer enquanto esfregava a glande gorda, toda rubra e encharcada de prĂ© gozo, no cuzinho da sua afilhada. Ele se forçou um pouco, apenas testando o quĂŁo apertada era ela, e Harry voltou a tentar se afastar â dessa vez teria conseguido, se Louis nĂŁo tivesse segurado ela pela cintura. âNunca deu esse cuzinho, entĂŁo?â Perguntou malicioso, deixando um tapa pesado na nĂĄdega branquinha, antes de separar e expor o cuzinho todo contraĂdo, jĂĄ melado com a sua prĂ© porra.
âMeu cuzinho nĂŁo, papai!â Harry continuava repetindo, mas Ă© claro que ela nĂŁo seria ouvida. Ainda estava recebendo uma lição, afinal, e sabia que se nĂŁo tivesse sido uma cadelinha tĂŁo carente, a sua primeira aula de direção com o seu padrinho nĂŁo teria acontecido dessa forma.
Louis apenas se forçou para dentro dela, deixando tapa atrås de tapa quando Harry se contraia demais, ficando muito apertada e não deixando ele entrar. As paredes suaves se apertavam tanto ao redor do seu cacete, expulsando ele pra fora, que o homem começou a suar, sentindo uma dor que normalmente não sentia quando ia foder alguém. Mas, na mesma mão do desconforto, estava um prazer tão grande. Que Louis fechou os olhos e gemeu, enfiando tudo o que faltava de uma vez, obrigando Harry a aceitå-lo.
âPorra, Harryâ Gemeu, sentindo seu gozo sendo derramado dentro do cuzinho dela. Louis enrubesceu pelo quĂŁo rĂĄpido veio, mas Ă© que ela estava tĂŁo apertadinha, tĂŁo gostosa, que a sua vontade era de continuar, de socar bem fundo e com muita força, atĂ© que, entĂŁo, Harry nĂŁo fosse mais tĂŁo apertada.
Ele tirou o pau de dentro dela e colocou pra dentro da sua roupa, subiu o zĂper e ajudou a sua garotinha a ficar de pĂ©. Louis olhou ao redor, vendo a via ainda deserta e o cĂ©u infinito sendo a Ășnica testemunha do que aconteceu naquele carro. Harry estava mole, apoiou o rosto no peito do seu padrinho, sentindo a porra dele escorrer pelas suas coxas. Ela estava com a xotinha toda sensĂvel por ter sido forçada em algo tĂŁo duro, e agora o seu cuzinho, que antes era virgem, ardia pela intrusĂŁo. Sempre teve uma ideia do quĂŁo grande o cacete de Louis era, mas agora ela sentiu isso.
âOs meus buraquinhos doemâ Choramingou, deixando que Louis pegasse o rostinho dela entre as mĂŁos e beijasse os seus lĂĄbios com cuidado. Permitiu a lĂngua dele dentro da sua boca, deslizando suavemente pela sua, enquanto a barba rala roçando em sua pele dava a distante sensação de cĂłcegas. âPapaiâ Harry murmurou manhosa, se apertando mais contra Louis.
âEu vou te levar para casa agoraâ Louis avisou, deixando um Ășltimo beijinho na bochecha rosada antes de se afastar. Ele observou a garota com um pouco de dificuldade para andar, indo para o outro lado do carro e voltando para o banco de motorista, onde ela ficou encolhida em si mesmo.
Naquela noite, apĂłs o jantar (que Harry nĂŁo apareceu, disse estar com dor de cabeça e sem fome) enquanto bebiam um pouco de whiskey, William tornou a tocar no assunto. Primeiro perguntando como Harry havia se saĂdo na aula, âExcelente!â Louis respondeu, fazendo o homem brilhar de orgulho, entĂŁo perguntou se eles haviam conversado sobre aquilo*. âSim, conversamosâ Louis confirmou, sorrindo. William perguntou âConseguiu colocar algum juĂzo naquela cabecinha?â E quando Louis respondeu âTemo que simâ Ambos riram.
Na manhã seguinte eles foram para uma segunda aula, e dessa vez foi mais tranquilo. Louis foi paciente, um ótimo professor. Ele explicava tudo para a garota, apoiava a mão na coxa dela quando notava o seu nervosismo, e repetia de novo e de novo como tudo ficaria bem, que ela estava sendo ótima. E era verdade, Harry tinha jeito. Ela era uma coisinha delicada em um vestido todo lilås, as mãos pequenas segurando o volante com força, o anel dourado (um presente do seu padrinho) brilhando ao sol.
ApĂłs a aula eles pararam em um parque que tinha por ali, Louis estendeu um lençol na grama e Harry pegou Hamlet de Shakespeare, um livro que ela sempre teve vontade de terminar mas que pegava no sono todas as vezes que estava lendo. Ela tirou os sapatos e sentou no lençol com as pernas esticadas, ainda sentindo a grama pelo tecido fino. Louis deitou, usando o colo dela de travesseiro, entĂŁo começou a ler para ela. Enquanto o ar fresquinho soprava entre as ĂĄrvores, o silĂȘncio pacĂfico cercavam eles, a voz rouquinha e doce era o Ășnico som. Harry foi passando a mĂŁo no cabelo castanho, tĂŁo macio, do seu padrinho, acariciando ele enquanto escutava a leitura.
Os dois voltaram pra casa pouco antes do almoço, e quando notaram a casa vazia aproveitaram para trocar beijos e carĂcias. Harry se sentia tĂŁo feliz que nĂŁo parava de sorrir, olhando para Louis com aqueles olhinhos verdes brilhantes. Harry, Ă© claro, tentou continuar o que haviam começado no dia anterior, mas Louis nĂŁo deixou as coisas irem alĂ©m. De qualquer forma, logo os Styles voltaram para casa e a garota foi pro seu quarto.
Ela ainda estava dolorida do dia anterior, mas algo havia despertado em seu corpo desde entĂŁo. Harry acordou tĂŁo molhada pela manhĂŁ, que sĂł precisava se roçar em alguma coisa para fazer seu orgasmo escorrer. SĂł de trocar beijos com Louis sentia o corpo mais sensĂvel, uma vontade quase sufocante de tĂȘ-lo - o que estava sendo negado a ela.
Na manhã seguinte, mais uma vez, ela acordou tão molhada que ficou confusa. Uma sensação de bagunça vindo da sua xotinha, que ainda estava tão dolorida que deixava a garota desconfortåvel. Jå não era para estar melhor a esse ponto? E, céus, Harry nunca teve sonhos sujos que foi tão longe, não a ponto dela acordar meladinha dessa forma.
Mas ela nĂŁo sabia que isso era alĂ©m do seu desejo pelo papai. Que desde o dia em que tiveram a primeira aula, durante a noite quando a casa estava adormecida, o homem ia se esgueirar para dentro do quarto da garota. Ia puxar os cobertores macios, que tinham o cheiro doce da loção hidratante que Harry gostava de usar. Ele encontrava aquele corpinho pĂĄlido, delicado como porcelana, mal sendo coberto pela camisola de renda. Louis era delicado quando separava as pernas dela, quando se abaixava e ia lambendo devagarinho, socando sua lĂngua e preparando ela para o seu cacete. Harry tinha um sono pesado, e seu corpo era tĂŁo maleĂĄvel, uma verdadeira boneca. Ainda era doloroso socar no cuzinho dela, e algumas noites Louis preferia mais a boceta molhadinha e macia, mas era tĂŁo gostoso. Ele nĂŁo tentava ser especialmente quieto quando estava fodendo, ele gostava de ir bem fundo, de escutar o bater de pele. E ele gostava ainda mais de atingir o ĂĄpice, do seu corpo formigar enquanto liberava todo o seu prazer dentro da garota adormecida. Como se ela nĂŁo passasse de um objeto que Louis usava da maneira que desejava, e depois descartava sua porra todinha lĂĄ dentro.
Para Harry acordar com a boceta dolorida, toda molhada, nĂŁo era lĂĄ muito estranho. Poderia ser apenas os seus sonhos com o padrinho. Mas era tĂŁo confuso acordar com o seu cuzinho vazando aquele lĂquido espesso, que gruda, e todo dolorido. Ela enfiava os seus dedinhos lĂĄ dentro com cuidado, gemendo abafado no travesseiro enquanto tentava entender o que estava acontecendo com o seu corpo.
O pior foi quando os dois acordaram bagunçados, Harry gemeu dolorida porque ela conseguia sentir como se um pau tivesse enchendo a sua bocetinha, mesmo não tendo ninguém no quarto além dela. Era tão intenso que a garota esfregou uma coxa contra a outra, e com apenas isso ela gozou, molhando seu lençol rosa. Nesse instante ela soube que precisava de ajuda.
âPapai, estou tendo problemasâ Harry confessou para Louis. Era noite, e quando os seus pais foram dormir, ela foi atĂ© o quarto do padrinho, que ficou surpreso com a visita. Harry tinha os braços para trĂĄs e olhava para os seus pĂ©s cobertos por meias, ela estava tĂmida. Louis ficou curioso.
âProblemas, amor?â
âSimâ Ela fez que sim com a cabeça, o seu cabelo, que estava em um rabo de cavalo, balançou. âEstou me molhandoâ Falou baixinho.
Louis inclinou a cabeça para o lado, ele usava apenas uma calça de moletom, que deixava a sua virilha perfeitamente marcada. Sua pele era suave, dourada, e Harry estava obcecada pelas tatuagens. Mas ela tentava nĂŁo olhar. âVocĂȘ precisa explicar melhor, querida.â Ele disse.
âAcho que tem algo de errado com os meus buraquinhos, papaiâ Harry forçou as palavras pra fora, apertando a barra da sua camisola. Dava para ver os seios pontudos marcados no tecido fino, Louis molhou os lĂĄbios com a ponta da lĂngua.
âE o que vocĂȘ quer que eu faça? Que eu inspecione vocĂȘ?â Perguntou com uma ponta de ironia, mas Harry confirmou com veemĂȘncia. Ela balançou a cabeça que sim.
Louis mordeu os lĂĄbios para segurar o sorriso, apontou para a sua cama âSe abre ali para o papai, queridaâ Ele disse com uma falsa gentileza âEu vou ajudar vocĂȘâ
Harry foi aos pulinhos atĂ© Louis e deixou um beijo molhado na bochecha dele, antes de fazer o que foi mandada, estava tĂŁo grata que finalmente receberia uma ajuda com o seu probleminha. Ela escondeu o rosto no travesseiro, inspirando o cheiro do seu padrinho, deixou os joelhos apoiados na cama, o bumbum arrebitado e a sua intimidade exposta. Dava para ver a boceta avermelhada, e o cuzinho contraĂdo, tĂŁo pequeno. Louis acariciou as nĂĄdegas dela, a sua boca enchendo de saliva com a vontade de sentir o gosto daquele melzinho.
âAndou saindo com alguĂ©m?â Perguntou, embora jĂĄ soubesse a resposta.
âNĂŁo!â Harry falou meio gritado, estremecendo com a possibilidade de ganhar mais castigo.
Louis afastou as duas nĂĄdegas, dava para ver que boceta dela começava a vazar. Ele levou um dedo atĂ© lĂĄ, e no mesmo instante Harry gemeu contra o travesseiro. Vendo a reação da garota, ele enfiou dois dedos de uma vez dentro da grutinha, sem avisar antes. Ela apertava tanto ao redor, bem mais do que quando estava adormecida. âTem certeza que nĂŁo anda abrindo as pernas por aĂ, querida?â Louis perguntou, falsa simpatia transbordando na sua voz ao que ele começava foder Harry com os seus dedos. Louis nunca deixava de se impressionar com o quĂŁo molhada ela ficava, com tĂŁo pouco. âA sua boceta parece meio frouxaâ
âNinguĂ©m brincou com a minha bocetinha, eu juro!â Harry se encolhia de vergonha. Louis teve vontade de rir pelo quĂŁo burra era a sua garotinha.
âHumm. NĂŁo sei, nĂŁo, amor.â Ele murmurou, esfregando o dedo na parede macia da xotinha, se divertindo com a forma que Harry contorcia pelo prazer enquanto ele fingia estar falando sĂ©rio. âVamos verificar o seu cuzinho tambĂ©m, ok?â
Harry começou a chorar. Ela queria dizer que nĂŁo, porque atĂ© essa manhĂŁ mal conseguia sentar pelo quĂŁo sensĂvel ele estava. PorĂ©m a intenção do seu padrinho era boa, ele era o Ășnico que podia ajudar. Harry nĂŁo se afastou quando os dedos, ainda lambuzados com o seu mel, foram colocados dentro do seu cuzinho.
âParece o cuzinho de uma vadiaâ Ele forçou desprezo, vendo que Harry apertava ainda mais. âAcho que sei o que vocĂȘ precisaâ Louis se afastou, vendo que Harry continuava da mesma forma. âVem aqui. Primeiro vocĂȘ vai me ajudar, depois eu ajudo vocĂȘ.â
Ela sentou na cama, o cabelo bagunçado, tentando puxar a camisola para baixo como se ainda precisasse esconder alguma coisa. Quando seus olhos pousaram em Louis, e ela viu o cacete duro batendo na base do abdÎmen, os olhinhos ficaram arregalados.
âVem aqui, Harry.â Louis falou mais uma vez, e ela foi.
Praticamente caiu de joelhos na frente do papai, sua bocetinha lambuzada a deixava toda dengosa, cheia de tesĂŁo, e como se tivesse realizando um sonho Harry esfregou a boca pelas bolas de Louis, os poucos pelos que tinha arranhando a sua pele. Ela inspirou o cheiro dele, e gemeu manhosa. âPapaiâ Implorou.
Louis pegou no cabelo amarrado com força, e foi guiando ela. Primeiro esfregou a glande molhada nos låbios macios, depois forçou para dentro. Ele deixou Harry chupar, ir se acostumando com o tamanho, com o gosto. E ela era uma verdadeira putinha por pau, chupava Louis como se fosse a coisa mais deliciosa que jå experimentou, mas nunca passava disso. Nunca ia mais råpido, ou levava ele mais fundo.
âMinha putinha Ă© tĂŁo tolaâ Louis murmurou, segurando o cabelo dela com mais força enquanto começava a socar contra a garganta. Harry fazia sons de engasgo, e o rosto dela ficou vermelho, mas Louis nĂŁo parava de socar. âAh, simâ Ele gemia, sentindo a cavidade quente receber o seu pau tĂŁo bem. Harry bateu nas coxas dele quando nĂŁo aguentava mais, e a sua resposta foi forçar mais fundo, fazendo a garota engasgar mais uma vez. As bolas esfregavam no queixo dela, onde jĂĄ estava todo molhado de saliva. âO papai vai alimentar vocĂȘ, garotinhaâ Ele avisou, socando mais um pouquinho antes de se derramar na garganta dela.
Harry engoliu tudinho, cada gota e, mesmo cansada, continuou mamando na glande larga com os olhos fechados. Depois ela deixou o seu corpo ser levado de volta pra cama, deixou a sua camisola ser tirada e quando sentiu o papai brincando com os seus peitinhos, beijando e chupando os mamilos, dizendo como eram tĂŁo pequenos e perfeitos, ela gozou. Gemendo baixinho, esfregando o clitĂłris contra Louis. âEu preciso da sua ajuda, papaiâ Choramingou.
Louis gemeu satisfeito quando estava dentro dela, nĂŁo dando tempo para descansar e jĂĄ fodendo aquela bocetinha. O cacete dele era gordo e longo, e Harry tinha aquela boceta tĂŁo pequena e apertada. Louis era viciado em foder ela, com os gemidos manhosos que deixavam os lĂĄbios doce, na forma que o corpo dela era sensĂvel a ponto de começar a gozar no pau dele no segundo que começava a ser comida. MaleĂĄvel como uma bonequinha, ele a virou, colocando de quatro, entĂŁo usava a energia que tinha para foder bem gostoso o cuzinho dela. Era uma sorte Harry estar aprendendo dirigir, Louis ia querer ela em casa toda semana. Talvez ela pudesse virar a sua esposinha burra, que prepara todo o jantar para depois ser a sobremesa.
Ele deixava tapas na pele alva, puxava o cabelo dela obrigando a garota ficar curvada e receber as pancadas por trĂĄs, todo o corpinho dela balançando no ritmo das socadas. âTĂŁo gostoso, papai!â Ela gemia, seu terceiro orgasmo nĂŁo saia nada alĂ©m de um gemido manhoso e o corpo trĂȘmulo.
Louis não gostou disso, ele empurrou a cabeça dela contra o travesseiro, o bumbum ainda rebitado, e enfiou o cacete todinho dentro da boceta dela. Ele escutou o gemido abafado enquanto socava nela, Harry segurava a sua barriga, gemendo mais a cada vez que sentia a cabeça do pau batendo ali. De repente, ela se deu conta que a intenção do seu padrinho não era ajudar, que ela ia acordar na manhã seguinte mancando da mesma forma, e começou a entrar em desespero. Mas jå era tarde, tentando espernear mas era segurada com força enquanto o caralho grosso não parava de bater na sua boceta. Ela jå estava toda molhada, não conseguindo segurar quando começou a escorrer e, depois, esguichar com força.
âUma putinha que ama bagunçaâ Louis gemeu, e mesmo sentindo o corpo dela todo molinho nĂŁo parou de foder, estava tĂŁo pertinho de um orgasmo e ele nĂŁo queria parar, socou mais um pouco, sentindo a delĂcia que era aquela xota ao redor do seu cacete. Quando chegou foi tudo dentro da sua garota. Cada gotinha deixando a barriga dela mais inchada. âMinha putinhaâ Deitou ela de lado e nĂŁo saiu de dentro, abraçando o corpo magro contra o seu. Louis pegou no sono pelo que pareceu apenas segundos, e acordou com Harry pulando no seu cacete. Ela parecia a porra de um anjo, com os peitinhos pulando e a cabeça jogada para trĂĄs enquanto calvagava.
Ele bateu a mĂŁo na mesinha que ficava ao lado da cabeceira, pegou um cigarro solto e o isqueiro. Acendeu, assistindo com fascĂnio sua coisinha o usando para o prĂłprio prazer. Harry olhou para Louis com os olhos semicerrados, rebolando mais devagarinho, assistia os lĂĄbios rosinha formarem um bico e soprar a fumaça no rosto dela. A garota começou a esfregar seu grelinho se masturbando para Louis enquanto sentava nele.
âMe leva pra casa com o senhor, padrinhoâ Pediu chorosa âEu nĂŁo quero ficar sem vocĂȘ de novo!â Louis revirou os olhos, nĂŁo era a primeira vez que Harry pedia, e ele nĂŁo estava afim de falar de novo como eles ainda nĂŁo podiam. Harry mordeu os lĂĄbios, travessa, ela curvou o corpo para trĂĄs, apoiou a mĂŁo na cama e abriu mais as pernas, permitindo que Louis tivesse uma visĂŁo melhor do caralho grosso todo enfiado dentro da bocetinha. Ela mordeu os lĂĄbios com mais força, nessa posição a glande batia no lugar certo, e ela sabia que estava pertinho de gozar mais uma vez. âNĂŁo pode deixar o seu bichinho pra trĂĄs, papaiâ
Louis nĂŁo falou nada, mas ele aproveitou que Harry estava tĂŁo exposta e deixou um tapa bem em cima do clitĂłris. A garota soltou um gritinho, surpresa, e tentou fechar a perna. Mas Louis jĂĄ havia colocado o cigarro de volta no lugar, e agora ele segurava ela pela cintura, nĂŁo deixando que ela se afastasse. Ele segurou ela e foi metendo pra cima, parando apenas para deixar outra tapa no grelo quando Harry ficava muito escandalosa. Ambos estavam cansados e nĂŁo duraram muito, Louis veio primeiro, sua porra espirrando dentro da bocetinha da sua afilhada. Ela veio logo em seguida, mordendo a prĂłpria mĂŁo enquanto sentia a sua vista escurecer.
Harry teve pouco tempo para se recuperar antes de voltar para o seu quarto, completamente nua porque não sabia onde sua camisola estava, com uma bocetinha latejando e vazando a porra do papai sem parar. Ela não quis tomar banho, porque ainda tinha aquela sensação fantasma que ele estava abusando da sua xotinha.
As aulas de direção continuaram, e a cada vez que ela ia bem ganhava uma recompensa; Escolher como o papai podia brincar com o seu corpo. Foi assim que Harry conseguiu ser fodida até dentro de um cinema, mordendo a palma da mão enquanto aquecia o cacete de Louis, as pessoas ao redor fingindo que não notavam o que estava acontecendo.
Quando Louis precisou ir embora, Harry jĂĄ conseguia dirigir, e era um alĂvio saber que eles nĂŁo iam mais ficar mais tanto tempo afastados de novo.
My Daughter's Milkâ°â âčàžș
Avisos!
Somnophillia, incesto, infantilismo leve, diferença de idade, hbottom, ltops, slapping(tapas), cnc, lactation (A lactação da H aqui serå algo comum, como se fosse comum todas as garotas lactarem a partir de determinada idade, igual com menstruação).
L - 49y
H - 19Y
Obrigadinha a pessoa que enviou a ask com essa ideia e a @louis28cm que me ajudou de cabo a rabo nessa oneđ€
Sei que vocĂȘs jĂĄ enjoaram de one com incesto, mas queria pelo menos deixar a minha aqui tbm
ââââââââââââàŒșÛ”àŒ»âââââââââââ
misericĂłrdia essa daq foi o ĂĄpice, que delĂciaaa
you're a fucking omega.
tags: abo não tradicional, ALFA x ALFA, hbottom, pain kink, um pouco de humilhação e manipulação, belly bulge, ambos homens cis, harry usando calcinha e sendo chamado de puta p baixo.
ps: um obrigado especial Ă s divas que me motivaram a escrever e me ajudaram com o tĂtulo, amo vocĂȘs!!!
boa leitura :p
Harry tinha uma camisa branca de botĂ”es quase inteiramente aberta e jeans colados em suas pernas na primeira reuniĂŁo com o advogado da famĂlia do seu ĂŽmega.
Oliver e Harry nĂŁo tinham mais o fogo e o amor inicial do casamento, as coisas esfriaram num nĂvel insuportĂĄvel atĂ© o ĂŽmega se manifestar e pedir o divorcio. Aquilo acabou sendo um alĂvio para ambos porque nenhum dos dois via alguma salvação no relacionamento, e esse era o motivo pelo qual eles estavam naquela sala ampla com uma mesa exageradamente grande adornada por cadeiras robustas.
Ă espera deles estava Louis Tomlinson, o advogado. Ele observava a grande Londres que se exibia atravĂ©s das janelas enormes. Seu terno azul escuro era bem alinhado em seus ombros musculosos, assim como em todo seu fĂsico corpulento, e seu cabelo parecia brilhar sob as luzes da sala. As mĂŁos com dedos tatuados estavam unidas na frente do corpo.Â
Havia também seu cheiro, algo como madeira e couro misturados com um fundo de canela. Ele definitivamente era um alfa e a intensidade do aroma fez Harry pigarrear audivelmente, fazendo Louis se virar na direção do casal.
âBoa noite, Sr. Tomlinsonâ Oliver se apressou em ir atĂ© o advogado e apertar sua mĂŁo. A firmeza do toque deixou o ĂŽmega claramente nervoso e Harry revirou os olhos pela facilidade que ele teve em esquecĂȘ-lo.
âBoa noite, Smithâ o sorriso que ele tinha nos lĂĄbios era profissional, mas ainda assim tĂŁo bonito âSuponho que esse seja Harry Stylesâ
Era péssimo, mas Harry não pÎde evitar reparar na beleza de Louis. Nos olhos hipnotizantes e azuis, na boca fina e na barba bem feita que adornava o rosto de maxilar marcado. Ele só não sabia porque estava sendo tão detalhista com um advogado tão alfa quanto ele.
Quando o silĂȘncio se tornou constrangedor e Harry notou a mĂŁo estendida na sua direção, ele a segurou.
âSou eu, simâ o cheiro de Louis parecia ainda mais forte e Harry odiou que estivesse arrepiado âSou o marido de Oliver⊠Ex marido, em breveâ algo na presença do advogado deixava Styles levemente tenso.
A resposta de Louis foi um sorriso ladino. Ele molhou o lĂĄbio inferior com a lĂngua e desceu o olhar para o peito exposto de Harry de forma descarada, erguendo as sobrancelhas em seguida como se tivesse constatado alguma coisa.
âPor favor, fiquem a vontadeâ ele soltou a palma quente de Harry e indicou a mesa de reuniĂ”es.
O alfa e o Îmega sentaram-se um de frente para o outro enquanto Louis se acomodou na cadeira da ponta para conseguir ver os dois homens. Sua postura era sempre superior, assim como seu modo de falar, e isso estava incomodando o cacheado. Era como se ele não fosse um alfa presente ali também e não pudesse demonstrar sua liderança.
O advogado nĂŁo lhe dava brecha alguma.
Louis parecia fazer aquilo de propósito, sempre lançando olhares sugestivos demais como se quisesse desfiå-lo por algum motivo ainda desconhecido por Harry.
âE assim ficaria a divisĂŁo de bensâ Louis eventualmente disse, apontando para alguns papĂ©is com a ponta da caneta.Â
âAcho que precisamos de uma segunda opiniĂŁo, um outro advogadoâ Harry sequer sabia o que estava falando, Louis estava o intimidando o suficiente para que ele quisesse sair correndo daquela sala e descobrir qual era seu problema.
Tomlinson se recostou na cadeira, apoiando o cotovelo na mesma e escorando o queixo em seus dedos, encarando o fundo dos olhos verdes de Harry.
âAlgum problema, Styles?â seu tom de voz era ĂĄcido.
Harry olhou para Oliver que parecia chocado e então voltou para Louis. O garoto engoliu o bolo que se formou em sua garganta e fechou os olhos negando com a cabeça.
"Nenhum, senhor, desculpe. Acho que sĂł falei sem pensar"
Sério? Harry havia chamado outro alfa de senhor? Que porra era aquela?
"Bom, entĂŁo eu espero que dĂĄ prĂłxima vez vocĂȘ fique calado se nĂŁo tiver nada Ăștil para acrescentar" o alfa ofereceu um sorriso sem humor e logo voltou a falar com Oliver como se nĂŁo tivesse repreendido um rival.
Afinal, alfas nunca se submetiam uns aos outros, isso era uma regra de sobrevivĂȘncia. Quando hĂĄ dois dominantes, ambos buscam ficar por cima de forma selvagem, mostrando suas habilidades e nĂŁo baixando a cabeça.
Mas Harry se encolheu.
Os ouvidos de Styles pareciam tapados pelo resto da reuniĂŁo, ele apenas concordava e discordava com murmĂșrios porque havia algo muito errado com seu corpo. O cheiro de Louis e o aroma doce de Oliver, agora ainda mais forte, estavam enojando seus sentidos. Havia o advogado e tudo que o cercava e isso era demais para o cacheado.
O lobo de Harry se sentia um filhotinho ao lado de tanta superioridade.
Seus sentidos voltaram a funcionar quando, depois do que pareceu uma eternidade, ele notou Oliver se levantar e apertar a mĂŁo de Louis mais uma vez em despedida.
Harry sentia as orbes secas porque esqueceu de piscar por tempo demais, focado em um Ășnico ponto da mesa que parecia mais interessante do que a conversa.
"Styles, gostaria que ficasse um pouco mais para discutirmos sobre as clåusulas da sua empresa" Louis chamou sua atenção. Não era bem um pedido, soava mais como uma ordem.
"E-eu... preciso levar Oliver para casa" sua fala estava quebrada e ele se amaldiçoou por isso.
"NĂŁo precisa! Eu me viro bem, resolva o que vocĂȘ precisa com Sr. Tomlinson e nos falamos depois" o ĂŽmega parecia realmente querer ser prestativo, mas Harry tinha vontade de matĂĄ-lo.
Os olhos verdes estavam arregalados quando olharam para o advogado novamente. Eles acompanharam sua figura prepotente enquanto Louis guiava Oliver para a porta da sala com cordialidade. Styles definitivamente nĂŁo queria ficar sozinho com Louis, nĂŁo depois de tudo o que jĂĄ havia sentido em tĂŁo pouco tempo.
Com a audição apurada por causa da adrenalina, ele ouviu a porta ser fechada e então trancada.
Seus pelos arrepiaram por inteiro e seu lobo despertou quase que instantaneamente. Harry empurrou a cadeira para trĂĄs com brutalidade e se pĂŽs em pĂ© com o coração batendo forte no peito. Havia uma sensação de queimação em suas veias quando ele andou com passos largos atĂ© Louis e parou Ă centĂmetros do seu rosto.
"Que porra vocĂȘ pensa que estĂĄ fazendo?" o cacheado tinha fĂșria brilhando em sua Ăris, mas isso nĂŁo parecia abalar Louis de modo algum.
"Eu jĂĄ disse, vamos discutir sobre as clĂĄusulas da sua empresa e..."
Sem conseguir completar a fala, o colarinho da sua camisa foi agarrado pela mão de Harry enfeitada com anéis e um rosnado brotou na garganta do cacheado. Ele o liberou no rosto de Louis na intenção de intimidå-lo, mas Tomlinson apenas riu.
"Ă sĂ©rio que vocĂȘ ainda tenta mostrar dominĂąncia?" ele estava quase gargalhando e Harry tinha uma expressĂŁo mais do que confusa "VocĂȘ ainda nĂŁo entendeu qual Ă© o jogo aqui, nĂŁo Ă©?"
Num golpe ĂĄgil, Louis trocou as posiçÔes e entĂŁo Harry estava encurralado contra a parede. Diferentemente de Tomlinson, ele tinha a bochecha colada na parede gĂ©lida e as mĂŁos presas em suas costas. Seu corpo lutava para sair do aperto do advogado, mas estava sendo completamente inĂștil.
"Eu vou te explicar entĂŁo" sua boca estava tĂŁo prĂłxima do ouvido de Harry que o garoto precisou fechar as mĂŁos em punhos para aliviar seu Ăłdio que sĂł crescia "Pensei que somente o seu maridinho fosse um ĂŽmega, mas vocĂȘ cheira igual a um. Quando apertou a minha mĂŁo eu pude ver como vocĂȘ jĂĄ estava tĂŁo entregue sĂł pelo aroma doce que vocĂȘ liberou e isso me fez perceber o submisso bonito que eu tinha na minha sala" a sua risada fez um arrepio longo reverberar a coluna de Harry "EntĂŁo vocĂȘ senta na minha frente e quer pagar de machĂŁo, e isso Ă© tĂŁo ridĂculo quanto mentir pra si mesmo que nĂŁo sente vontade nenhuma de pular em cima de mim e me pedir pra foder esse seu rabo apertado"
Styles precisou morder os lĂĄbios para nĂŁo emitir nenhum som que Louis fosse gostar. O advogado, em contrapartida, pĂŽde notar sua expressĂŁo deleitosa.
"Eu nĂŁo... nĂŁo sei do que vocĂȘ estĂĄ falando" ele tentou se livrar do aperto mais uma vez, seus batimentos cardĂacos estavam em seus ouvidos "DĂĄ pra me soltar, porra?"
"Depende muito, vocĂȘ vai se comportar?"
Harry deu um riso anasalado em deboche e escorou a testa na parede, precisando entrar no joguinho de Louis para se ver livre.
"VocĂȘ tem a minha palavra"
Bastou Louis afrouxar a rigidez de suas mãos para que Harry o empurrasse para longe e fosse em direção à porta, era como se ele estivesse lutando pela sua vida. Seus dedos tentaram forçar a maçaneta e os olhos procuraram com esperança pela chave pendendo na fechadura.
"EstĂĄ procurando alguma coisa?" Louis balançou uma Ășnica chave na frente dos olhos de Harry como uma isca. O cacheado apertou os olhos com fĂșria e um sentimento de desistĂȘncia crescendo cada vez mais.
Seria mentira dizer que Tomlinson estava errado quando falou que Harry o desejava, porque ele o queria.
Styles sĂł tentou fugir para escapar da vergonha de se sentir tĂŁo atraĂdo assim por outro alfa. Aquilo nĂŁo era biologicamente nem moralmente correto. Ele nĂŁo reparou que seu cheiro havia ficado mais doce na presença de um igual, mas nĂŁo achava isso o fim do mundo.
E se Louis fosse tomå-lo naquela sala mesmo, ele gostaria de se divertir um pouco também.
"à muito engraçado que a sua primeira reação foi fugir ao invés de me atacar" Louis divagou, encostando-se na borda da mesa e cruzando os braços.
Harry se virou, o corpo colado contra a madeira da porta e sua cabeça recostada para trås, pensando em seus próximos passos e dando a visão bonita do seu pescoço imaculado para Louis.
O alfa desejou muito mordĂȘ-lo naquela regiĂŁo e isso fez seu interior se agitar. Um rosnado grosso saiu dele e Harry estremeceu.
"Venha até aqui" ele mandou, seu tom rude e exigente.
O cacheado nunca tinha sido tratado daquela forma antes, sempre foi ele quem dominou e subjugou seus funcionårios e seu marido. Era simplesmente novo ter outro alguém mandando em si, apesar de também ser muito prazeroso.
"NĂŁo estou afim"
Louis arqueou uma das suas sobrancelhas, incrédulo que aquela espécime de alfa estava realmente tentando bater de frente com ele. Ele desceu o olhar para as pernas de Harry e notou o volume do seu pau marcado nas calças coladas.
"NĂŁo Ă© o que parece"
Harry acompanhou seu olhar e tentou se cobrir com as mĂŁos, envergonhado ao ponto de causar um rubor nas suas bochechas.
"Agora vocĂȘ estĂĄ com vergonha?" sua voz estava tĂŁo mordaz que parecia rasgar a epiderme do cacheado "VocĂȘ Ă© uma puta, Harry. VocĂȘ Ă© a porra de um ĂŽmega" ele cheirou o ar, se deleitando com os cubos de açĂșcar em formato de aroma que preenchia a sala "E tem o melhor cheiro que eu jĂĄ senti, sem dĂșvidas"
O cacheado estava aturdido, sentindo-se pequeno diante da fala de Louis.
"Vem aqui, me deixe cheirar vocĂȘ"
O garoto estremeceu com a fala do advogado, sentindo seu membro cada vez mais duro dentro do aperto das calças. Faziam algumas boas semanas desde que ele tinha feito sexo com Oliver e, somado com aquela experiĂȘncia nova que era um alfa lhe domando, ele sentia seu interior incendiar.
Ele precisava de algum alĂvio e tinha certeza de que Louis iria lhe proporcionar isso.
Com passos lentos e receosos demais, ele se arrastou atĂ© ficar na frente de Louis. Seu cabelo estava caĂdo como uma cascata na frente do seu rosto e seus olhos estavam grudados nos sapatos bem polidos do alfa.
O advogado estava o manipulando e Harry sabia disso, mas ele sentia tanta vontade de se entregar e deixar Louis fazer o que quisesse com ele.
Por mais que nĂŁo assumisse isso nem para si mesmo.
Louis ergueu seu rosto com delicadeza pelo queixo e tocou o pescoço de Harry, devoto, sentindo a pele arrepiar sob seus dĂgitos.
"Eu poderia te marcar bem aqui" seus dedos passeavam pela lateral da epiderme branquinha e Harry negou com a cabeça vezes demais "NĂŁo? E por que nĂŁo? VocĂȘ ficaria lindo com a marca de um alfa na sua pele. Com a minha marca"
"Ă... errado" Styles estava quase se deitando em direção ao seu toque como um gatinho.
"Oh, Harry, ficar maleĂĄvel na mĂŁo de outro alfa tambĂ©m Ă© muito, muito errado" sua pele formigou e ele nĂŁo se conteve em pressionar as laterais do seu pescoço para privĂĄ-lo de ar, aproximando ainda mais seu rosto para sussurrar em sua boca "E mesmo assim vocĂȘ estĂĄ aqui, ĂŽmega"
O cacheado rolou os olhos em puro deleite pela forma como Louis o chamou, inconscientemente virando a cabeça para o lado e deixando seu pescoço ainda mais visĂvel, pedindo por uma reivindicação.
"Olha isso... puta que pariu, vocĂȘ Ă© uma vadia submissa do caralho" ele nĂŁo se conteve em levar as presas, agora ainda mais afiadas, e raspĂĄ-las na ĂĄrea sensĂvel, apenas para enlouquecer o garoto.
"Louis, eu..." ele manhou, apertando as pernas uma na outra, tentando descontar um pouco do tesĂŁo que sentia enquanto Louis o arranhava com os dentes e a barba.
Aquilo era demais, o garoto nunca imaginou que pudesse ficar tĂŁo excitado com a ideia de ser marcado. Era definitivamente o pecado que ele estaria disposto a cometer com aquele advogado.
"Shh, eu sei" seu hĂĄlito estava quente de desejo "Vamos cuidar disso, sim? Ajoelha pra mim"
O garoto tinha certo temor no olhar, porque nunca havia feito aquilo antes. Ele reparou no volume dentro das calças sociais de Louis e engoliu em seco.
"NĂŁo precisa ter medo" Louis notou sua feição "Vamos começar devagar para ver vocĂȘ perdendo sua marra aos poucos"
Ele nĂŁo respondeu, apenas ajoelhou-se tĂmido no chĂŁo frio da sala e encarou Tomlinson de baixo com suas orbes esmeraldinas. Ele queria ser bom e estava esperando uma prĂłxima ordem como a porra de um ĂŽmega dedicado em agradar seu alfa.
Louis se desfez do cinto sem pressa, gostando de ver a antecipação na expressão de Harry. Sem se preocupar em tirar de fato alguma peça de roupa, ele apenas puxou seu cacete jå duro de dentro da calça e o deixou na frente do rosto do cacheado.
Harry tinha os olhos arregalados e muito interessados, analisando todo o comprimento daquele pau com a cabecinha rosada e a extensĂŁo repleta de veias. Sua boca salivou.
"Ă todo seu" ele levou os dedos atĂ© o cabelo bagunçado de Harry "Eu sou muito paciente, mas vocĂȘ tem que fazer do jeito certo. Cuide com os dentes e deixe tudo bem molhado porque depois eu vou entrar em vocĂȘ"
O outro assentiu, acatando as ordens.
Ele começou com lambidas tĂmidas na ponta do caralho, sentindo o gosto almiscarado da cabecinha rubra dançar em seu palato. Harry nĂŁo sabia exatamente onde colocar as mĂŁos, entĂŁo espelhou o que fazia consigo mesmo quando precisava gozar e começou uma punheta preguiçosa no comprimento do alfa.
O advogado queria afundar seu pau todo de uma vez na garganta de Harry, mas sabia que isso assustaria o garoto e ele provavelmente nĂŁo iria querer continuar, entĂŁo deixou que ele explorasse e se divertisse como quisesse.
Quando tomou coragem, Harry levou metade do cacete duro para dentro da boca, contornando as veias com a lĂngua e se deliciando com a sensação nova que era tudo aquilo. Ele olhava diretamente para Louis em busca de uma resposta para saber se estava sendo bom o suficiente enquanto o advogado se satisfazia com o rostinho corado do alfa.
Louis tinha uma expressĂŁo prazerosa e Harry queria muito poder emoldurĂĄ-la. Os olhos azuis estavam quase tomados pelas pupilas negras e uma camada fina de suor se concentrava em sua testa. Ele era como a porra de um deus do sexo e isso mexia com absolutamente toda a razĂŁo do cacheado.
Seus fios cor de chocolate balançavam quando ele ia e voltava com a cabeça, tentando tomar cada vez mais daquele caralho e ficar drogado com o gosto de Louis.
"Isso, ĂŽmega, vocĂȘ estĂĄ indo tĂŁo bem" ele incentivou e o cacheado gemeu, enviando vibraçÔes gostosas para a ponta do seu pau.
O apelido fez Harry chupå-lo com mais afinco, formando vincos em suas bochechas e estalos toda vez que ele tirava a glande dos låbios apenas para voltar e deixar Louis louco de tesão. Aos poucos ele se tornava uma bagunça de gemidos, lågrimas e saliva e isso era uma perdição para Louis.
Tomlinson eventualmente rosnava de tesão e apertava suas mechas com mais força, mas o garoto sentia falta de algo, de algum tipo de desafio nos olhos dele e de sua brutalidade, então ele teve uma ideia.
Ele saiu atĂ© a pontinha do cacete babado e voltou, arrastando seus dentes superficialmente na pele sensĂvel do advogado, coisa que havia sido proibida.
Louis grunhiu e apertou seu cabelo, mas entendeu que poderia ter sido apenas um descuido.
Até que Harry fez de novo.
Seus fios foram puxados para trås até que ele estivesse em uma distùncia consideråvel do pau de Louis. Ele queria aviså-lo de que Harry estava usando os dentes, mas então viu um sorriso sapeca no rosto do cacheado.
"VocĂȘ fez de propĂłsito?" ele estava verdadeiramente puto agora.
Talvez Harry não fosse um submisso, afinal. Talvez ele gostasse de ser forçado a se submeter.
"NĂŁo sei, eu fiz?"
A palma da mĂŁo de Louis ergueu-se no ar e entĂŁo voltou contra a bochecha de Harry, fazendo o garoto chiar de dor. Uma vermelhidĂŁo se instalou na pele pĂĄlida e Harry sentiu seu pau molhar mais com isso.
"Faz..." sua voz estava embriagada de luxĂșria "Faz de novo, por favor" entĂŁo ele pegou a mĂŁo de Louis e a posicionou na epiderme quente que havia sido espancada.
Louis molhou o lĂĄbio inferior com a lĂngua, morrendo de excitação por ver aquela figura tĂŁo entregue aos seus modos. Sua mĂŁo livre encontrou o cacete desesperado por alĂvio e ele se masturbou devagar apenas com a imagem de Harry implorando pela dor.
"Eu disse que seria paciente se me obedecesse, mas acho que vocĂȘ nĂŁo serve nem para isso" entĂŁo ele deixou outro tapa estalado e Harry gritou.
O advogado foi atĂ© os lĂĄbios de Harry com rudez, puxando o inferior para baixo e obrigando sua boca a abrir. Ele agarrou os cabelos cacheados com domĂnio "Agora vai ser do meu jeito"
Ele bateu com a glande molhada de prĂ© gozo e saliva nas bochechas machucadas do cacheado apenas para humilhĂĄ-lo e fazĂȘ-las arderem antes de realmente entrar na sua cavidade. Sem dar tempo para que ele se acostumasse, sem deixar ele seguir o prĂłprio ritmo.
Louis não estava fodendo a sua boca, mas sim a usando como um buraco para se aliviar. Ele não mexia os quadris, apenas puxava a cabeça de Harry até o nariz dele tocar sua virilha e então repetia outra e outra vez.
Quando o advogado manteve a glande sensĂvel por mais tempo na garganta do cacheado, os dedos magros arranharam o tecido da calça de Louis em desespero, desferindo socos para tentar se livrar da queimação e poder respirar novamente. Ele sentia que acabaria desmaiando.
Em exatos cinco segundos ele foi solto, fazendo sua garganta contrair e liberar ainda mais saliva, um fio transparente ligando sua boca até a poça no chão. Seu rosto parecia queimar e ele tossia, buscando se acalmar.
"Acho que superestimei vocĂȘ" Louis fez um carinho nos seus cachos, mas seu tom era manipulador "VocĂȘ ainda precisa de muito para se tornar um ĂŽmega bom de verdade"
Harry ergueu os olhos chorosos, limpando algumas lĂĄgrimas com as costas da mĂŁo. Ele estava destruĂdo e Louis sequer tinha fodido ele ainda.
"Então me ensine a ser bom, senhor" pediu com a voz quase sussurrada, vendo a reação imediata que aquilo causou em Louis.
As mĂŁos tatuadas nĂŁo perderam tempo em encontrar seus fios mais uma vez. Seu couro cabeludo ardia como o inferno, mas Harry aprendeu que gostava da dor.
Num instante, seus lĂĄbios receptivos enveloparam o caralho gostoso mais uma vez, Louis nĂŁo aguentava perder mais um segundo de tempo.
Nas primeiras estocadas brutas, ele tinha reflexos e seus olhos enchiam de lĂĄgrimas quando o cacete grosso tocava sua garganta. Seu corpo inteiro parecia pegar fogo, tamanho tesĂŁo que ele sentia.
Isso até conseguir relaxar e passar a tomar aquilo como um verdadeiro Îmega.
Louis tinha um sorriso ladino e orgulhoso nos låbios quando sentiu Harry se forçar por conta própria para levå-lo fundo.
O ritmo do alfa se tornou implacåvel e Harry estava desesperadamente excitado, então ele tateou cegamente até encontrar seu próprio pau, apertando-o por cima das roupas e rolando os olhos em prazer.
O advogado notou sua ação, tirando seu pau da cavidade jĂĄ destruĂda do garoto.
"EstĂĄ com dor?"
Harry concordou, esperançoso de que isso faria Louis aliviar as coisas para ele.
"E vocĂȘ fica excitado com isso? Meu ĂŽmega Ă© tĂŁo sujo assim?" ele levou o sapato atĂ© a mĂŁo de Styles que estimulava o prĂłprio pau e a afastou com um empurrĂŁo "JĂĄ que vocĂȘ precisa tanto se tocar, monta no meu sapato enquanto eu te uso"
O submisso logo chegou mais perto do pé de Louis e sentou sobre ele, conseguindo uma fricção gostosa enquanto rebolava os quadris como se estivesse cavalgando em um pau. O tecido da sua própria roupa estimulava sua glande extremamente molhada e isso lhe causava pequenos espasmos.
Tomlinson apenas sorriu pelo modo como Harry sequer questionava suas ordens, jĂĄ tĂŁo bĂȘbado de vontade para fazer tudo o que ele mandasse.
Os sentidos do cacheado gritavam o nome de Louis e o cheiro do alfa estava por toda a sala, cada vez mais intenso para as narinas de Harry e isso o levava Ă loucura. Era quase tĂŁo prazeroso quanto um orgasmo e talvez ele pudesse gozar somente com o aroma forte e masculino de Louis.
O cacete jĂĄ estava em sua boca mais uma vez e ele tinha que se concentrar em ser bom para seu alfa e buscar alĂvio ao mesmo tempo. As sensaçÔes reunidas pareciam estourar atrĂĄs das suas pĂĄlpebras fechadas e ele aproveitava ao mĂĄximo a forma como estava sendo usado.
Louis, por outro lado, poderia vir apenas contemplando aquele "alfa" tão entregue e submisso aos seus pés. Ele sentia as bolas repuxarem e o baixo ventre esquentar com a antecipação de um orgasmo.
Harry se sentia sobrecarregado e isso era gostoso pra caralho. Ele estava tão perdido nas sensaçÔes que lhe preenchiam, aguentando Louis e montando em seu sapato caro, que sentiu seu corpo estremecer mais forte do que as outras vezes.
Focado demais no prazer do alfa, ele sequer percebeu que havia gozado.
Quando sentiu que nĂŁo aguentaria mais um segundo, Louis deixou apenas a cabecinha do seu caralho na lĂngua de Harry e pode assistir quando esporrou jatos esbranquiçados diretamente para dentro do garoto.
"NĂŁo engole, mantenha a boca aberta" disse ofegante, puxando os prĂłprios fios do cabelo para trĂĄs ao inclinar-se e cuspir um fio de saliva diretamente na lĂngua de Harry, misturando seus fluĂdos na boca dele "Agora sim, pode engolir"
Harry o fez com prazer, sentindo tudo aquilo deslizar pela sua garganta como uma recompensa.
"Bom ĂŽmega" ele secou algumas lĂĄgrimas que escorreram pelas bochechas de Harry e ajudou ele a se erguer depois de deixar um beijo em sua testa suada com alguns fios colados.
As pernas esguias estavam trĂȘmulas quando o cacheado se colocou em pĂ©, precisando do apoio de Louis. Ele sentiu algo pegajoso demais dentro da sua roupa e teve a certeza de que havia gozado somente se esfregando como um bichinho e mamando o pau do alfa.
"Se sente bem?" perguntou, seus olhos azuis buscavam qualquer traço de que Harry estivesse desconfortåvel.
"Estou Ăłtimo" sua voz estava rouca e Louis queria lhe dar mais um tapa somente porque ele era gostoso pra caralho.
"Tira a roupa pra mim, tira" mandou, ainda segurando a cintura fina para mantĂȘ-lo estĂĄvel.
Harry terminou de desabotoar a camisa, passando ela pelos ombros e braços e deixando-a jogada no chão. Ele viu como Louis se demorou em suas tatuagens e mordeu os låbios. Então continuou, desafivelando o cinto e abrindo a braguilha da sua calça skinny. Harry não queria ser råpido, era bom ter Louis olhando para seu corpo com um desejo ardente.
Seu coração errou o compasso, subitamente com vergonha do que Louis diria ao ver que ele vestia uma...
"Porra, vocĂȘ quer me matar" ele rosnou, puxando Harry atĂ© colarem seus peitorais, fazendo o garoto cambalear desajeitado "Quando eu acho que vocĂȘ nĂŁo pode ser mais vagabunda, descubro que vocĂȘ esteve de calcinha esse tempo todo" suas mĂŁos apertavam a carne farta da bunda de Styles com agressividade.
O garoto arfou, se empinando mais contra a palma ĂĄspera de Louis.
"Que porra vocĂȘ queria vindo no meu escritĂłrio com uma peça tĂŁo minĂșscula?" ele enganchou o dedo mĂ©dio na alça lateral e soltou, vendo o elĂĄstico voltar contra Harry em um estalo "JĂĄ saiu de casa pensando em dar para qualquer um que quisesse te comer?"
Harry manhou e negou vezes demais, enlaçando seus braços ao redor do pescoço de Louis.
"Lou... Louis, alfa, me beija. Por favor"
O advogado não perdeu tempo, deixando uma mão em suas bandas gordinhas e levando outra para os fios de cabelo da sua nuca, puxando os låbios rosados em sua direção.
O beijo era dominante por parte de Louis, enquanto Harry apenas se deixava levar pela sensação que era a lĂngua explorando a sua com vontade. Tomlinson era como um predador sugando a vitalidade de sua presa. As mordidas que ele deixava nos lĂĄbios de Harry doĂam, mas o garoto sĂł conseguia desejar mais. Aquele alfa beijava tĂŁo bem que Harry teve vontade ser seu ĂŽmega para sempre.
Um fio quase invisĂvel de saliva ligava ambas as bocas quando Louis se separou contra a sua vontade. Ele trocou de lugar com Styles e logo estava prensando as coxas branquinhas entre as suas e a borda da mesa. Como se erguesse uma pena, colocou o garoto em cima da superfĂcie de madeira.
Harry olhou para trĂĄs e deu um risinho.
"Vamos realmente fazer isso em cima dos papéis do meu divórcio?"
Louis deu de ombros, brincalhĂŁo.
"VocĂȘ prefere o chĂŁo gelado?"
O garoto negou com a cabeça, rindo divertido antes de puxar Louis pela gravata e lhe dar mais um beijo urgente. Ele se sentia mais confiante e relaxado agora, nada mais parecia errado na sua submissão e seu cheiro estava cem por cento adocicado. As pernas de Harry enlaçaram o quadril de Louis e ele pode sentir seu cacete duro novamente roçando na parte interna da sua coxa.
Com rapidez, ele tirou o blazer de Tomlinson e pode ver os mĂșsculos marcados do alfa sob a camisa social branca. Harry mordeu os lĂĄbios atrevido e explorou seu bĂceps com os dedos, sentindo como ele era duro e malhado sob seu toque.
Louis deu-lhe liberdade para examinĂĄ-lo como uma terra inexplorada. Afinal, Harry nunca havia tido qualquer contato com um corpo forte e mĂșsculos que nĂŁo eram os seus, e aquilo era no mĂnimo curioso.
"Cospe" mandou, a palma da mĂŁo posta na frente dos lĂĄbios de Harry.
O garoto o fez, acompanhando quando Louis levou a mão molhada para o próprio pau e começou a masturbå-lo lentamente. Ele encostou sua testa na de Harry e só então notou a mancha escura na calcinha dele.
"VocĂȘ gozou?" Harry assentiu "Quando?"
"Quando eu... Quando eu estava com seu pau na boca"
"Porra" praguejou baixinho, movendo o garoto para mais perto da borda da mesa com uma sĂł mĂŁo "NĂŁo tira ela, eu quero foder vocĂȘ assim"
Harry assentiu, seus dedos apertavam os ombros alheios com força.
Ele se encolheu quando sentiu a ponta gorda da glande roçar na sua entrada. Harry sentia tudo escorregadio o suficiente, mas não conseguia evitar o temor que aflorava em sua mente.
"Ei, estĂĄ tudo bem." Louis fez um carinho no seu quadril e Harry sentiu seus mĂșsculos relaxarem um por um "Aqui" ele colocou o nariz de Harry com cuidado em sua glĂąndula odorĂfera "Sente o cheiro do seu alfa e relaxa"
O garoto inalou com vontade o aroma de Louis por alguns segundos e assentiu, confirmando que estava sim melhor e que eles poderiam continuar.
Louis voltou a pressionar seu cacete no cuzinho do alfa e quis morrer com o quão apertado ele era. Ele empurrou somente até a glande e sentiu Harry contrair, apertando as pernas ao seu redor e cheirando seu pescoço com força.
Harry estava agarrado a ele como um coala se agarra em seu galho favorito.
O advogado era calmo, deixando Harry se acostumar com a primeira sensação de ardĂȘncia atĂ© que ele lentamente estivesse completamente dentro. Suas bolas bateram na bunda macia de Harry e ele precisou de todo o autocontrole para nĂŁo fodĂȘ-lo com força.
"Eu estou bem, vocĂȘ pode se mover agora" garantiu, deixando um beijo casto na curva do ombro do advogado.
Ele ainda era delicado no começo, lutando contra a entradinha virgem de Harry que tentava expulså-lo a toda hora. Gradativamente Louis foi aumentando o ritmo e força das estocadas, até ter o corpo do cacheado dando pequenos solavancos com a sua brutalidade.
Harry acabou deitado e mole sobre a superfĂcie da mesa e os papĂ©is bagunçados, seus cabelos espalhados por ali como a porra de um anjo.
Louis notou o quão relaxado e receptivo seu Îmega estava sendo, sua boca pornogråfica estava aberta liberando os gemidos mais gostosos que ele jå ouviu na vida. Os dedos magros apertavam os mamilos rosinhas para estimulå-los e o alfa teve muita vontade de brincar com aqueles biquinhos até que estivessem roxos.
O garoto estava perdido no próprio prazer quando Louis pegou sua mão e posicionou sua palma em seu baixo ventre, onde um relevo surgia toda vez que ele ia fundo dentro dele. Harry arregalou os olhos e apoiou-se no antebraço livre para ver melhor, o cabelo desgrenhado cobrindo parte da sua face.
"Vou te dar o meu nĂł, o que vocĂȘ acha disso?" seu tom era quebrado, buscando o prĂłprio orgasmo. O cacheado rolou os olhos em prazer com a ideia "Quer carregar os meus filhotes, ĂŽmega?" ele deixou a palma de Harry no mesmo lugar e deslizou a sua atĂ© o pau esquecido dentro da calcinha do cacheado.
Harry tremeu com a sensação que era ter sua bunda surrada enquanto o advogado punhetava seu pau tão gostoso.
"Sim... Porra, Louis!" sua cabeça pendeu para trås.
"Olhe para mim, quero ver como vocĂȘ Ă© gostoso levando meu caralho nesse rabinho de virgem"
Styles gemeu alto e se obrigou a sustentar seus olhos nos de Louis. Seus lĂĄbios eram tĂŁo mordidos que alguns filetes de sangue o pintavam.
O alfa sentia que estava mais perto do que nunca, sendo implacĂĄvel nas suas estocadas contra a bunda jĂĄ avermelhada de Harry. Os sons que ele emitia estavam cada vez mais animalescos e selvagens, e isso excitava o cacheado de um jeito absurdo.
O cabelo liso colava na testa de Louis e os mĂșsculos se contraiam cada vez sob o tecido da sua roupa, era uma visĂŁo e tanto.
Harry ainda sentia o relevo do cacete de Louis o comendo sem dó alguma e aquilo o empurrava para a borda. A noção de que estava sendo fodido tão intensamente era demais para sua sanidade.
"Louis, Louis!" Harry gritou, as costas batendo de volta na mesa quando ele gozou contra o tecido rendado e a palma de Louis, amassando alguns papéis enquanto se entregava ao orgasmo forte que o atingiu.
Ele soluçou e chorou, cansado, sentindo seu buraco ser usado mais algumas vezes até que Louis estivesse liberando jatos quentes de porra branquinha em seu abdÎmen com um gemido gutural.
O corpo de Harry dava os Ășltimos espasmos quando Louis o cobriu com o seu, deixando alguns beijos delicados no seu maxilar e cheirando sua nuca apenas para que o cheiro gostoso e docinho o tranquilizasse.
"Oi" ele riu, acariciando a bochecha de Harry com os dedos.
O cacheado abriu os olhos, se deparando com o rosto tĂŁo lindo perto do seu. Ele nĂŁo se conteve em sorrir.
"Oi, vocĂȘ acabou comigo" sua voz era divertida.
"Te machuquei?" seus olhos agora estavam arregalados, com preocupação "Me desculpa, porra. Eu sinto muito, acho que foi demais. Eu..."
Ele foi calado por um beijo demorado de Harry, o ato inocente tinha a intenção de tranquilizar Louis. Harry definitivamente não poderia estar melhor.
"VocĂȘ foi perfeito pra mim" ele mordeu o lĂĄbio inferior atrevidamente, pensando "Ahm... vocĂȘ falou sĂ©rio sobre me dar sua marca?"
Louis deu de ombros, maneando a cabeça positivamente.
"Eu nĂŁo tenho um ĂŽmega e vocĂȘ nĂŁo terĂĄ mais o seu em breve, acho uma boa ideia te tornar meu"
A lembrança do divórcio sequer doeu em Harry, ele estava feliz com a possibilidade de ser de Louis.
"Eu também acho, alfa" o garoto deu um risinho contido.
Logo ele estava rindo alegre e alto enquanto Louis enchia sua clavĂcula de beijos e consequentemente lhe fazia cĂłcegas.

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DEVILISH
Sinopse: Quando Louis Tomlinson aparece na boate que sua namorada trabalhava para a ensinar nunca mais mentir para si e aproveita para ensinar uma lição em seu melhor amigo também.
- Voyerismo com personagem secundĂĄrio, Zayn Malik.
- Harry mulher cis.
A luz vermelha da boate recaia sobre o corpo de Harry, ressaltando suas curvas e nuances, os longos cabelos cacheados batendo em sua bunda redonda enquanto a garota andava para lĂĄ e para cĂĄ com a bandeja repleta de bebidas em sua mĂŁo. Botas vinĂlicas que subiam atĂ© metade de suas coxas com salto de mais de vinte centĂmetros batendo contra o chĂŁo, seu corpo coberto apenas por uma calcinha de renda preta e seus seios expostos para todos os clientes, apesar de serem proibidos de tocar, os enchia os olhos.
rigid daddy.
Onde Harry apronta na escola e seu papai com os amigos ensinam a ela uma lição. (vi algumas ideias na conta da @louismetetudo não sei se essa é uma, mas de qualquer forma..)
Avisos!!
- Harry intersex.
- Desuso de camisinha
- Daddykink
- Spanking
- Degradação
- Dupla penetração.
- Dacrifilia
- Asfixiofilia
Idades: Harry 18 | Louis 40 | Calvin 30 | Matt 29.
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Eram nove horas da noite e Harry estava indo ao trabalho do seu papai. E pra ser sincera ela estava nervosa, não, ela estava extremamente nervosa. E muito triste. Seus pensamentos estavam a mil por hora e ela apertava as bordas da saia preta que vestia com força.
Estava no carro do motorista particular do seu pai e enquanto o homem na frente digiria com tranquilidade até a empresa dos Tomlinson's, Harry no banco de trås só conseguia pensar em qual seria seu castigo e o que o seu papai faria com ela.
E todos esses pensamentos estavam começando a enlouquecer Harry. Uma ansiedade e frio na barriga jå estavam com ela quando a secretaria de Louis ligou para casa avisando a Harry que Louis queria que ela fosse encontrar com ele no trabalho. Harry sabia que se o homem não queria esperar até chegar em casa é porque ele estava com muita raiva, ou melhor, furioso com ela.
Estava tentando se acalmar, mas era difĂcil quando pensava o quĂŁo irritado seu pai estaria e no que ela mesmo fez para deixĂĄ-lo assim. A coisa toda Ă© que Harry levou uma suspensĂŁo de trĂȘs semanas por ter sido pega transando com um garoto do terceiro ano em umas das salas vazias da escola.
Harry estava arrependida isso Ă© fato, mas ela conhecia bem seu pai. Ele nĂŁo deixaria isso passar batido como fez nas outras vezes, a verdade Ă© que Harry nĂŁo sabia como ainda nĂŁo tinha sido expulsa do colĂ©gio, ela jĂĄ levou vĂĄrias suspensĂ”es por vĂĄrias outras coisas e atĂ© agora nĂŁo foi expulsa. Talvez tenha alguma coisa a ver com o dinheiro da sua famĂlia e o poder que o sobrenome Tomlinson carrega.
Filha de um dos maiores advogados criminalista de Londres, Harry era a menina com a vida "perfeita." Sempre teve tudo, os brinquedos mais caros, as melhores roupas, os melhores celulares, as amigas perfeitas, e a melhor educação que seus pais tanto lhe custam dar.
A menina era mimada e apesar de ter tudo o que qualquer adolescente e criança deseja, ela sentia que faltava algo. Seus pais não tinham um dos melhores relacionamentos do mundo, mas estavam juntos. As brigas eram constantes e Harry quase nunca entendia o motivo delas.
Seu pai era um homem rĂgido e sĂ©rio. Mas era muito amoroso consigo, ele a mimava desde que estava na barriga e Louis sempre tentou dar tudo de si para que nunca faltasse nada para sua filha. Sua mĂŁe, Chloe, nĂŁo era uma mĂŁe muito presente e vivia fazendo viagens a trabalho. Ela era fotĂłgrafa, e apesar de nĂŁo se falarem muito e expressarem pouco seus sentimentos, Harry a amava, tanto quanto o seu pai.
E era por isso que Harry estava nervosa e triste, por que decepcionou seu pai, e estava com medo do que tudo isso iria se tornar. A menina tinha uma relação perfeita com o pai, sempre conversavam sobre tudo, mas Louis era rĂgido e odiava quando quebravam a confiança dele, e de certo modo Harry a quebrou. Transar com um garoto na escola, fumar maconha escondida no banheiro, ir pra festas escondida, trepar com seu prĂłprio primo, e mentir em outras diversas coisas, deixavam Louis furioso e triste.
Mas Harry tinha uma coisa em mente. Faria de tudo pro seu papai lhe perdoar e poder confiar em si de novo. Estava com medo, sim, mas aguentaria tudo o que o homem quisesse lhe dar e faria o seu melhor para deixar o homem satisfeito e feliz de novo. Fosse o que fosse, Harry sempre faria de tudo pra ser a menininha perfeita pro papai.
[...]
Chegou no prédio alto e luxuoso em um dos bairros mais caros de Londres, e saiu do carro. O motorista disse a ela que poderia subir, e ela entrou no prédio, o nervosismo tinha aumentado e ela andava devagar em direção ao elevador. Usava uma saia preta curta, e uma meia calça que deixava suas coxas grossas marcadas. Uma blusinha curta de mangas que cobria acima do umbigo e sua tatuagem de borboleta estava a mostra. O que realçava a sua pele branquinha macia, os cachos sedosos estavam bem arrumados, e ela batia os dedos na coxa repetidamente por conta do nervosismo.
Entrou no elevador e apertou o botĂŁo pro Ășltimo andar do prĂ©dio, enquanto o elevador subia Harry nĂŁo parava de pensar no que tinha feito, e no quĂŁo burra foi por ter sido pega. Ela podia ter feito isso sem ninguĂ©m saber, mas foi burra o suficiente pra esquecer a porta entre a aberta, o que resultou na diretora entrando no meio do ato e fazendo Harry quase morrer de tanta vergonha.
Quando o elevador chegou, Harry saiu e foi andando por ali, observou que ainda tinham algumas pessoas trabalhando e o cheiro que tinha ali era forte. Muitos homens velhos vestidos com ternos perfeitos, as secretårias em suas mesas digitando algo no computador, e o cheiro forte era de café e perfume caro. Engoliu a seco com alguns olhares que recebeu dos homens ali e seguiu para a sala do seu pai.
Passou pela secretaria particular de Louis e ela disse que Harry podia entrar. Harry respirou fundo trĂȘs vezes em frente a grande porta de madeira escura na sua frente, suas mĂŁos estavam suando e ela olhou pra trĂĄs tentando ver se conseguia sair correndo dali e ir para casa se esconder com seu cachorro Lucky.
Deu duas batidas na porta e escutou um "pode entrar" baixinho. Respirou fundo e abriu a porta, a sala estava meia escura e conseguia ver a sombra do seu pai sentado na grande mesa de vidro no meio da sala. As janelas atrĂĄs da mesa eram enormes e ela conseguia ver Londres inteira dali. Fechou a porta atrĂĄs de si e ficou parada, olhando pra sombra de Louis que estava sentado de forma relaxada na cadeira.
- Tranque a porta.
Harry escutou a voz rouca e rĂgida do seu pai dizer, fez o que ele pediu e engoliu a seco quando viu o homem mandar ela se sentar em frente a sua mesa com um aceno, Harry andou quase tremendo de nervosismo e se sentou ali, estava com muito mais medo agora que estava frente a frente com o mais velho.
Conseguia ver os olhos azuis afiados olhando pra si, Louis estava com a camisa branca do terno e gravata preta, o tecido estava enrolado até seus cotovelos e seus cabelos estavam em uma franja um pouco bagunçada. A barba um pouco grande e os låbios vermelhos em uma linha reta enquanto observava os olhos da filha.
- EntĂŁo Harry, o que tem pra me dizer?
Ela engoliu a seco e começou o seu discurso de desculpas: - Papai, eu sei que o senhor estå muito irritado comigo, sim eu sei, eu errei feio e eu queria pedir desculpas porque o que eu fiz foi errado, mas se o senhor me der mais uma chance pra provar que pode confiar em mim eu jur-
Se calou quando ouviu a risada irĂŽnica do seu pai, viu ele se levantar e tremeu no seu lugar quando o homem se aproximou, Louis virou a cadeira em que sua filha estava sentada pra si, e se abaixou pra ficar com o rosto prĂłximo da menina, viu os olhos verdes assustados e sorriu de novo.
- NĂŁo faça isso querida, nĂŁo peça desculpas por algo que vocĂȘ fez por que quis e gostou.
- Papai eu-
- Eu ainda estou falando Harry. - a menina engoliu a seco mais uma vez e assentiu. - Sabe, eu sempre achei que essa sua fase ia passar, por que vocĂȘ Ă© adolescente e adolescente sĂł faz merda. - Ele suspirou. - Mas o que vocĂȘ fez hoje Harry, nĂŁo dĂĄ pra deixar passar, eu estava trabalhando que nem um condenado na porra dessa empresa pra dar tudo o que vocĂȘ pede, quando do nada recebo uma ligação da escola dizendo que minha querida filhinha estava dando que nem uma prostituda na porra de uma sala de aula.
Louis cuspiu as palavras de forma rĂgida no seu rosto. Harry sentiu lĂĄgrimas grossas caĂrem por suas bochechas, a menina abaixou a cabeça com medo e seu pai segurou em seu maxilar com força a fazendo olhar pra si de forma assustada.
- Sabe o que vocĂȘ Ă© Harry? - Ela negou chorando. - A porra de uma vagabunda que nĂŁo pode passar um minuto sem um pau grosso dentro dessa sua boceta de puta.
Harry arregalou os olhos e negou com a cabeça chorando, o aperto em seu maxilar doĂa e ela se assustou quando ouviu duas risadas baixas atrĂĄs de si. Louis soltou seu rosto e se afastou, sentando em sua cadeira novamente, Harry nĂŁo olhou pra onde tinha ouvido risadas por medo do que seu pai ia falar.
- EntĂŁo, jĂĄ que vocĂȘ gosta tanto de dar essa sua boceta, papai vai dar o que vocĂȘ tanto quer. - Louis disse calmo e viu Harry arregalar o olhos cheios de lĂĄgrimas assustados.
- NĂŁo papai, c-como assim?
Ele sorriu de lado e virou sua cadeira na direção das risadas que a menina tinha ouvido antes, Harry seguiu o movimento e se assustou quando viu dois homens ali, vestidos da mesma forma que Louis só observando o que acontecia.
- Esses sĂŁo Calvin e Matt, querida, e eles vĂŁo usar vocĂȘ que nem uma prostituta do jeito que o papai sabe que vocĂȘ gosta.
Harry congelou no lugar quando ouviu o que Louis disse, ela virou a cabeça na direção de seu pai que tinha os olhos em si com um sorriso malicioso no rosto, Harry chorou ainda mais negando com a cabeça.
- Papai o que? Por que? Papai nĂŁo! por favor nĂŁo! - Disse sentindo suas lĂĄgrimas caĂrem de forma descontrolada do seus olhos.
Louis franziu o cenho em confusĂŁo. - Como assim nĂŁo? - Se levantou de novo em direção a menina e segurou com força os cabelos dela, Harry gemeu com a dor no seu couro cabeludo. - Acha que pode dizer o quer e o que nĂŁo quer ainda sua vagabunda? Esse Ă© o seu castigo por vocĂȘ ser uma putinha desesperada por um pau que encha essa sua xotinha de porra. - Deu um tapa forte no rosto de Harry e ela sentiu sua boceta pulsar. Segurou no braço do pai que apertava seus cabelos com força.
- Papai eu nĂŁo quero! por favor me desculpa, eu jur-
Se calou quando recebeu outro tapa, e Louis a puxou pelos cabelos para se levantar, empurrou ela para mesa e se afastou, enquanto ainda tinha os olhos dos homens observando toda a cena com admiração.
- Tire toda a roupa. - Louis mandou com os braços atrås das costas. Harry chorou e assentiu começando a tirar a roupa devagar. Estava estranhamente exitada por saber que os dois homens a olhavam com desejo, e Louis tinha o olhar severo sobre si, observando com detalhe agora o corpo nu da filha.
Os peitos grandes com os bicos marrons, a cintura fininha e barriga com algumas gordurinhas aqui e ali, a xotinha que não dava pra ver muito de onde estava, mas era lisinha e gordinha. Harry tinha a cabeça baixa chorando baixinho, enquanto Calvin e Matt jå mastubarvam o pau duro por cima da calça social.
- Ajoelha e vem de quatro pra mim igual a cachorra que vocĂȘ Ă©. - Louis mandou rĂgido, tirando o cinto preto e grosso da cintura. Harry fez o que foi pedido e foi de quatro atĂ© o pai, sabendo que assim os homens conseguiriam ver sua bocetinha rosa, e o seu cuzinho pequeno apertado.
Quando chegou perto de Louis ela se sentou em seus calcanhares, o chĂŁo frio fazendo contato com todo seu corpo quente. Louis tirou o cinto e o drobou em dois podendo assim deixar mais grosso, Harry olhando pra si com os olhinhos verdes chorosos e a carinha vermelha pelos tapas de antes, seu pau duro doĂa na cueca apertada.
- Agora sua vagabunda, papai vai te bater pra vocĂȘ aprender a me respeitar. - Viu que ela ia falar algo e logo a cortou, continuando: - E eu nĂŁo quero ouvir uma palavra saindo dessa sua boca de puta boqueteira.
Harry assentiu e abaixou a cabeça, Louis a fez ficar de quatro de novo e foi para atrås do seu corpo, vendo a bunda branca redondinha, o cuzinho pequeno, e a boceta jå melada com o melzinho brilhante. Calvin e Matt tinham agora a rola pra fora, batendo uma punheta lenta só observando o que o mais velho fazia.
Louis apertou o cinto na mĂŁo e o levantou batendo com força na bunda branquinha da sua filha, Harry gritou e contraiu a boceta com força, os seus joelhos doĂam no chĂŁo duro enquanto Louis continuava batendo com força o cinto na sua bunda.
- Pap-pai, d-doi.. papai.. - Harry falava chorando, Louis batia nos dois lados da sua bunda com força. Os peitos grandes pulavam toda vez que o cinto batia e Harry choramingava com a ardĂȘncia do local, deu um pulo quando o pai acertou em cima da sua xotinha molhada, ela se encolheu com a boceta se contraindo e o cuzinho piscando.
- Sh, sh.. eu sei amor, sei que dĂłi, mas papai tĂĄ fazendo isso pra vocĂȘ aprender. - Louis falou atrĂĄs de si, apertou a bunda vermelha da filha e Harry tremeu com a dor. - Agora ande. - Deu um tapa de mĂŁo cheia na bunda machucada. - VĂĄ fazer seu trabalho de vagabunda e satisfazer meus amigos. - Louis falou se afastando do corpo trĂȘmulo da menina, Harry ainda chorando levantou a cabeça indo em direção aos amigos do seu pai, que estavam sentados de pernas abertas no sofĂĄ do canto, enquanto batiam punheta.
Louis se sentou na sua cadeira de novo e abriu o zĂper da calça social, colocou a mĂŁo dentro da cueca vermelha e massageou a cabeça do pau, sentindo a glande toda molhadinha de prĂ© gozo. Observou com atenção a bunda machucada da filha empinada pra si enquanto ela ia de quatro atĂ© Calvin.
Harry se sentou em seus calcanhares de novo e gemeu com a dor que sentiu na bunda. Levantou a cabeça e encarou o pau de Calvin duro na sua frente, ela olhou nos olhos azuis dele como se pedisse permissão, e ele deu um aceno com um sorriso de lado.
- VĂĄ em frente princesa, tĂŽ louco pra sentir sua boquinha em mim. - Calvin falou baixinho, Harry entĂŁo segurou o pau duro na mĂŁo e passou a lĂngua na glande sentindo o gosto indefinido do prĂ© gozo. Depois sugou a cabecinha com força, Calvin gemeu segurando seus cachos e ela viu pelo canto do olho Matt se levantar com o pau na mĂŁo e ir para atrĂĄs de si.
Louis observava tudo ainda punhetando de leve seu pau duro, viu quando Matt foi pra trĂĄs da sua filhinha e fez ela ficar de quatro novamente, enquanto continuava chupando Calvin. Harry soltou um gemido com o pau na boca quando sentiu a lĂngua quente de Matt passar pelo seu cuzinho atĂ© a boceta.
- Caralho Louis essa sua filha tem uma boca de puta tão boa.. - Calvin disse gemendo, ele segurou a cabeça de Harry parada enquanto levantava o quadril fodendo a cavidade molhada. Harry gemia com o pau na boca toda vez que Matt lambia seu cuzinho e massageava seu grelinho duro.
Engasgou quando sentiu a cabeça do pau de Calvin na garganta e ele soltou seus cabelos, deu dois tapas na sua cara punhetando o pau com a outra mão, Matt cuspiu na própria mão e desceu pelo seu cacete esfregando a cabecinha no cuzinho quente.
â Cadela. - Matt xingou quando forçou a cabecinha do pau pra dentro da boceta molhada.
â Aah pap-pai.. - Harry gemeu quando Matt começou a socar com força dentro de si, Calvin se levantou com o pau todo babadinho na mĂŁo e bateu com ele nas bochechas vermelhinhas de Harry, a menina tremia e gemia adorando ser usada como nada alĂ©m de um buraco apertado pra ser fodido.
â Nunca fodi uma vagabunda tĂŁo boa, porra.. â Matt gemeu atrĂĄs de si, Harry gritou quando ele bateu na sua bunda machucada, olhou com os olhos marejados pra onde o pai estava e viu Louis descendo e subindo o punho rapidamente no prĂłprio pau, ele gemia baixinho observando com prazer Matt foder a sua boceta.
â Eu quero.. o pap-pai.. - Harry gemeu chorando. â Papai.. por favor, pap-
â Cala a porra da boca Harry, vocĂȘ vai ter o papai quando acabar. Que feio, dando pra outro e gemendo pra mim? Sua vadiazinha barata.
Harry gemeu alto e sua boceta esquentou com as palavras de Louis, Matt sentiu a boceta dela contraindo e aumentou a velocidade. SĂł se ouvia os barulhos das peles se chocando e os gemidos e gritos de Harry.
Calvin que estava observando Matt foder a garota, se aproximou e cuspiu no cuzinho que nĂŁo parava de piscar. Punhetou o pau rapidamente e deu um tapa em cima, vendo a menina se escolher ainda mais.
â Caralho eu vou gozar. â Matt gemeu rouco e olhou para Calvin, ele entendeu o recado e Matt saiu de Harry antes que gozasse, a menina nĂŁo teve nem tempo de raciocinar, foi puxada com força pro sofĂĄ e empurrada para se deitar com as pernas abertas, Louis levantou, agora sĂł vestido com a cueca e a camisa e foi em direção a filha.
Harry abriu os olhos marejados e observou Calvin e Matt em cima de si e Louis logo atrås, sentiu um tapa forte no seu grelinho e não aguentou mais, gemendo alto e gozando. Os homens observavam a cena com admiração, Harry gritou e revirou os olhos quando Calvin meteu de uma vez na sua boceta sem esperar tempo para ela se recuperar.
â Porra, quero ver se vocĂȘ aguenta dois nessa sua boceta de puta. - Calvin gemeu metendo rĂĄpido.
â O que? Mas- Harry se calou quando recebeu um tapa no rosto, abriu os olhose viu Louis em cima de si. Olhou pra baixo e viu Matt ficar ao lado de Calvin forçando o pau pra dentro junto com o do outro e gritou quando Louis beslicou seus bicos durinhos.
â Isso Harry Ă© pra vocĂȘ aprender a nĂŁo dar essa sua boceta pra qualquer um, mas vocĂȘ nĂŁo consegue nĂŁo Ă©? â Louis disse vendo a menina chorar, negando. â NĂŁo consegue passar um dia se quer sem um pau bem fundo dentro de vocĂȘ, Ă© sĂł pra isso que vocĂȘ serve afinal. VocĂȘ nĂŁo passa de um buraco apertado que todos gostam de foder. â Louis disse sorrindo apertando os peitos grandes, Harry gemeu quando sentiu a dor de se alargar pra receber dois paus.
â Ooh! Porra papa-i isso... Ă© t-tao gostoso.. â Harry gemeu quando Calvin e Matt começaram a meter rĂĄpido dentro de si, ela se sentia tĂŁo cheia como nunca antes, abriu um sorriso cansado pro pai que tinha os olhos azuis lhe observando com atenção, recebeu um tapa forte no rosto começando a chorar de novo.
â Sua cachorra. â Louis disse e viu ela revirar os olhos, o rosto de Harry estava todo vermelho marcado por tapas e lĂĄgrimas, ela tinha o cabelo bagunçado e a boquinha aberta gemendo alto enquanto os homens se moviam rĂĄpido dentro da sua boceta.
â Vagabunda! - Matt gemeu e tirou seu pau rapidamente de dentro do calor apertado, desceu o punho duas vezes no cacete molhado e jatos de porra quente acertaram os peitos e a barriga de Harry, Calvin veio minutos depois tambĂ©m gozando na sua barriga e peitos, ele gemeu quando a Ășltima gota de porra saiu de dentro de si, e deu um tapa na coxa da menina.
Louis observou Harry destruĂda abaixo de si e olhou pros amigos, eles entenderam o recado e se vestiram, saindo da sala. Louis puxou Harry pro chĂŁo novamente e ficou em cima da menina, esfregando a cabeça do pau na boceta quente.
Harry abriu os olhos cansados e o gemido ficou preso na garganta quando sentiu sua boceta se alargar mais para receber o pau grande de Louis, o pai agarrou seu maxilar com força a forçando olhar pra si, Harry fez, meia zonza.
â Agora o papai vai te deixar cheia de porra tudo bem amor?
â S-sim papai.. me enche com sua porra quente...
â VocĂȘ foi tĂŁo boa pro papai, aceitou o castigo tĂŁo bem bebĂȘ. â Louis gemeu rouco quando ela contraiu a boceta. Levou a mĂŁo para o pescoço dela e apertou deixando a menina sem ar, Harry arregalou os olhos assustada. â Porra! que bocetinha de puta gostosa do caralho..
â Pap-pai... pap-
â O papai vai gozar tĂŁo forte dentro de vocĂȘ, deixar vocĂȘ tĂŁo cheia. â Ele gemeu aumentado a velocidade das estocadas e Harry chorava com a dor que sentia toda vez que as bolas pesadas de Louis batiam na sua bunda.
â Ooh! isso papa-i.. â Harry gemeu quando Louis soltou seu pescoço e deu um tapa no seu peito esquerdo, juntando suas bocas em um beijo cheio de saliva.
â Que delicia, caralho! - Louis gemeu alto quando estocou mais duas vezes e gozou forte dentro da filhinha, Harry gritou e contraiu a boceta quando sentiu a porra quente do seu papai dentro de si, gozou de novo e esguichou expulsando o pau de Louis pra fora e molhando todo o chĂŁo.
â Vadia sedenta. â Louis disse e deu um tapa forte no grelinho vermelho, viu a sua porra sair de dentro da xota arrombadinha e sorriu, se levantando e ajudando a filha cansada.
Harry sorriu quando Louis a pegou no colo e a colocou no sofå dizendo o quanto a amava e o quanto ela foi boa. Harry definitivamente tinha aprendido a lição.
Prévia de Fucked Till Bleed - não corrigi ainda, se tiver algum erro, perdão, vai ser corrigido quando a one estiver pronta -
espero que aproveitem :)), Vi ĂÍĂ
puta que pariu só uma prévia!?!?!?!?
quero o resto AGORA
âą Surprise âą
"Harry e Louis tem um relacionamento firme e... Diferente. Harry adora se exibir, Louis adora assistir outros caras fodendo sua namorada"
Tags: exibicionismo/ Harry mulher/ dupla penetração
palavras como: xotinha/ bucetinha/ cuzinho/ putinha e vadia se repetem
Obs.: extensĂŁo de: "do you want him honey?" . FarĂĄ mais sentido se vocĂȘ ler ela primeiro e depois essa. O link đ
Do you want him, honey? "Harry e Louis tem um relacionamento firme e... Diferente. Harry adora se exibir, Louis adora assistir outros caras
"VocĂȘ me enlouqueceu naquela praça. Dando como uma verdadeira putinha pra outro homem. VocĂȘ viu que tinha plateia? Aposto que eles adorariam revezar vocĂȘ. Podemos tentar um dia, eu, Niall e Zayn. Quem sabe eles nĂŁo tem um amigo tambĂ©m. O que acha disso, bebĂȘ? Teria um pau em sua mĂŁo, outro em sua boca, em sua bucetinha gostosa e outro no seu cuzinho guloso. Todos fodendo vocĂȘ. Adora isso, hm? Me diz o quanto vocĂȘ quer, Harry, e eu vou te dar."
âšâšâš
Harry amava estar de férias do trabalho, assim, podia ficar relaxada por muito mais tempo e praticar coisas que antes não conseguia, como por exemplo, o yoga que fazia agora.
Louis ainda estava no trabalho, iria chegar em breve, como foi avisada por mensagem a instantes atrĂĄs.
A garota levantou-se do tapete estendido no centro da sala e saltou em direção as escadas. Estava com o corpo suado devido aos exercĂcios fĂsicos e tambĂ©m ao calor que fazia na cidade mesmo com a noite chegando.
Seu short de lycra marcava sua bunda a fazendo parecer maior e mais arrebitada, na frente, sua bucetinha gorda era extremamente marcada pelo tecido. Tomou um banho demorado, esfregando o sabonete floral em sua pele lisa, garantindo que todo o seu corpo ficasse cheiroso para quando Louis chegasse.
Seus cabelos agora Ășmidos estavam sendo enrolados na toalha no topo de sua cabeça. Parou de frente ao espelho, analisando as marcas perto de seu quadril e virilha.
Estavam desaparecendo, mas podia se lembrar exatamente de como elas foram parar lĂĄ. Talvez Louis devesse fazer outra vez nessa noite.
Vestiu uma camisola que não escondia tanta coisa era de cor escura mas de material transparente. Seus mamilos grossos quase perfuravam o tecido, marcando os dois bicos eriçados.
Passou sua loção pós banho, descartando o uso de calcinhas para poder provocar Louis com mais facilidade.
Secou brevemente seus cabelos, desembaraçando-os e deixando caĂdos em seus ombros, onde pequenas ondas de cachos escuros se formavam.
Decidiu descer as escadas, indo até a cozinha para ver o que tinha para o jantar, poderia preparar algo råpido com alguns legumes que tinha em sua geladeira.
Escutou a porta se fechar, sorrindo só com a ideia de ter Tomlinson entrando em casa à sua procura, com a gravata frouxa e o cabelo bagunçado.
"Hey, querida" escutou a voz invadir a cozinha e poucos segundos depois, braços fortes e tatuados abraçaram sua cintura "Puta merda... Eu amo vocĂȘ nessa camisola"
"Oi Lou" Harry respondeu sorrindo, mas nĂŁo largou as batatas e o descascador que tinha na outra mĂŁo "Como foi hoje?"
"Bem" Louis respondeu breve, suas mĂŁos passeando pela lateral do corpo delicado, fazendo com que a camisola subisse um pouco e deixasse poupa da bunda Ă mostra "E vocĂȘ? Eu senti tanto a sua falta"
Styles virou-se, ainda encurralada pelo namorado. As orbes azuis a encaravam com paciĂȘncia, vezes ou outra descendo para os lĂĄbios rosados, como se estivesse em dĂșvida de beija-los agora ou esperar mais por uma resposta
"Fiz caminhada com a Gemma, depois fiquei aqui em casa, assisti filme... Fiz yoga... tomei um banho e fiquei esperando vocĂȘ." Respondeu levando seus dedinhos para a barba rala do rosto de Louis, sentia seus peitos serem esmagados contra o dele "TambĂ©m senti sua falta"
"Tenho uma surpresa pra vocĂȘ. Confia em mim?" O mais velho perguntou, roçando seus lĂĄbios aos dela "Preciso que confie em mim mais do que nunca. VocĂȘ confia?"
"Sim" Harry respondeu rapidamente, segurando o rosto do namorado e o beijando por um instante "Eu nĂŁo sei o que vocĂȘ tĂĄ aprontando mas eu confio em vocĂȘ, Lou. O que preciso fazer?"
Louis sorriu satisfeito. Amava tanto Harry que seu peito parecia querer explodir. "Eu trouxe os meninos pra cĂĄ. Niall, Zayn, e Liam. VocĂȘ se lembra que fomos a uma festa com ele e Niall semana passada? EntĂŁo, naquele dia eu vi a forma como ele te olhava dançar, e o volume na calça dele deixou bem claro o que ele queria." Tomlinson levantou o tecido da camisola que a namorada vestia, suas digitais agora alcançando a virilha quente macia da garota "Conversei com o Niall sobre isso, ele me confirmou, e entĂŁo combinei com eles e Zayn de virem aqui em casa. Eles estĂŁo lĂĄ na sala, esperando por vocĂȘ."
A garota suspirou. O bico de seus mamilos estavam tĂŁo duros que se tornavam doloridos. NĂŁo sabia se era pela forma como Louis a provocava com os dedos tĂŁo perto de sua bucetinha mas nunca a tocando, ou por saber o que estava prestes a acontecer com ela e todos eles.
"Se vocĂȘ nĂŁo quiser isso mais, me deixe saber e entĂŁo podemos fazer outras coisas. NĂŁo tem problema, Harry. Quero que esteja confortĂĄvel com essa ideia" Louis continuou, afastando suas mĂŁos e examinando as expressĂ”es da namorada
"EstĂĄ tudo bem, Lou. Eu gosto disso, sĂł estou um pouquinho nervosa de como vai acontecer mas... Yeah, vamos fazer isso." Harry mordeu os lĂĄbios, balançando a cabeça brevemente para confirmar que estava pronta. "NĂŁo se preocupe, quando eu quiser parar eu vou falar. E vocĂȘ tambĂ©m."
Louis assentiu, capturando os lĂĄbios de Harry com os seus. A encurralou novamente contra a pia, prendendo-a em seus braços enquanto a beijava. Sua lĂngua se empurrando contra a dela em um beijo quente e cheio de desejo. A mais nova gemeu quando seus peitos foram apertados, chupando o lĂĄbio inferior do namorado para encerrar o beijo. Tomlinson entrelaçou suas mĂŁos, a puxando em direção a sala onde ela conseguia escutar mais vozes.
Avistou seu amigo Niall, sentado de forma confortĂĄvel na poltrona perto da televisĂŁo, no outro sofĂĄ estava Zayn provavelmente rindo de algo que o irlandĂȘs havia falado, e entĂŁo Liam, que prendeu os olhos na garota de imediato.
Harry sorriu quando notou que todos a olhavam. Como uma boa exibicionista, ficou feliz pela escolha de sua camisola pois sabia que mesmo se quisesse, nĂŁo poderia esconder parte alguma do seu corpo, estava tudo ali, exposto para quem quisesse admirar.
Andou junto com Louis até o sofå em que estavam os outros dois, e sentou-se no colo do namorado, vendo uma pequena caixinha no centro da mesa, decorada com um laço bonito na parte de cima
"Ă pra mim?"
Perguntou animada, vendo Louis assentir e indicar que ela poderia ir até lå e descobrir o que tinha. Levantou-se rapidamente, se ajoelhando até a caixinha e finalmente revelando um plug de silicone escuro, com uma pedra brilhosa na ponta achatada, formando um coração. Segurou em sua mão, gostando da textura macia do material enquanto o examinava de perto. Era um pouco mais grosso do que os que tinha guardados em sua gaveta, estava ansiosa para usa-lo
"Gostou, amor?" Louis perguntou e logo viu a garota assentir "Que tal dar boas vindas aos garotos e mostrar a Liam o que vocĂȘ sabe fazer? Ele estĂĄ bem curioso"
Harry mordeu os lĂĄbios mais uma vez, olhando em direção a Niall que lhe entregava um frasco de lubrificante. Ela sorriu, sussurrando um "obrigada" antes de caminhar atĂ© ele e beijar rapidamente a boca do irlandĂȘs.
Passou por Liam, que tinha o corpo tenso contra o sofå, e então parou entre as pernas de Zayn. Curvou-se, dando-o um beijo no pescoço para que pudesse ver a pele se arrepiar, entregando em seguida o frasco de lubrificante na mão do moreno
"Lou, posso fazer isso no colo do Liam?"
Harry perguntou com uma voz doce e quase inocente, olhando com os olhos pidÔes para o namorado que a encarava atentamente. Ela podia ser quem fosse, mas era a Louis a quem pertencia e isso estava claro.
Tomlinson confirmou, indicando que a garota deveria ir em frente. Liam arrumou sua postura no sofĂĄ, nĂŁo sabia exatamente como deveria estar mas quando Harry se aproximou o suficiente, a garota deitou em suas coxas, se encaixando no colo dele como um bebĂȘ. A camisola estava completamente levantada na regiĂŁo do quadril, deixando sua xotinha lisa e lubrificada totalmente livre.
Ela levou sua mão até os låbios gordinhos, afastando-os para que seu grelinho pudesse ser exposto, deixando toda sua lubrificação vazar entre suas pernas.
"Liam... VocĂȘ pode esfregar o plug na minha bucetinha atĂ© deixar ele bem lubrificado? Eu quero usar sĂł isso pra me abrir" a garota falou olhando para cima, onde Liam a encarava por um instante, provavelmente associando as palavras que acabou e escutar.
Harry conseguia sentir o volume duro embaixo de si. Liam segurou o plug, nem mesmo pensando duas vezes antes de levar o objeto até o grelinho duro de Harry.
Conseguia ter uma boa visão com a garota deitada desse jeito em seu colo. Começou com movimentos de cima para baixo, querendo mais do que tudo que fossem seus dedos no lugar daquela borracha. Logo depois, os movimentos se tornaram um zigue zague mais råpido, conforme escutava os gemidos finos de Harry
"Porra, ela Ă© mesmo uma putinha, Louis. VocĂȘ tem uma sorte do caralho" Payne murmurou ainda concentrado nos movimentos que fazia, acelerando seu ritmo com as mĂŁos. O corpo de Harry se contorcia e os outros meninos jĂĄ haviam desfeito o zĂper de suas calças, se acariciando por debaixo da cueca "Olha como estĂĄ gemendo e nĂŁo tem nada fodendo ela"
"Ela é escandalosa. Uma vez Louis me pediu pra foder ela enquanto ele estava viajando, e eu precisei tampar a boca dela porque os vizinhos vieram reclamar" Niall comentou, seu pau com a ponta rosada estava completamente pra fora, brilhando lubrificação
"Hoje ela vai gemer sempre com um pau na boca, entĂŁo acho que nĂŁo vai ser tanto barulho assim" Zayn lembrou, segurando as pernas de Harry para que ela continuasse aberta
A garota gemia ainda mais apĂłs escutar eles falarem dela como se fosse realmente uma puta. Liam fazia um bom trabalho com as mĂŁos, deixando-a cada vez mais desesperada por mais
"Ela vai gozar, Liam. Pare." Louis interveio e Harry choramingou quando parou de ser estimulada "Ainda nĂŁo Ă© hora, querida. Deite de bruços e coloque o plug. VocĂȘ nĂŁo tem permissĂŁo pra gozar agora."
Harry suspirou, estava extremamente excitada e sensĂvel, mas fez o que Louis mandou. Virou-se de bruços ainda entre as coxas de Liam, deixando seu quadril levantado para facilitar o processo. Liam entregou o plug escorregadio de tanta lubrificação. Sua entradinha piscava a todo o tempo, necessitando de algum tipo de toque.
A ponta do plug forçou entrada, fazendo a garota respirar fundo e relaxar mais para que pudesse abrigar todo o objeto que apenas a ponta achatada ficasse para fora. Estava presa em uma bolha de prazer, pulsando sua entradinha com o plug ao que os garotos ainda a observavam.
Seu rosto delicado estava a poucos centĂmetros da virilha de Liam. Conseguia ver com clareza o volume grande que se formava dentro da calça de moletom dele, junto ao cheiro peculiar de lubrificação. Sem conseguir resistir, esfregou sua boca ali, sentindo a rigidez pulsar em seus lĂĄbios, como se implorasse para ser liberto. Viu Liam prender a respiração para sĂł entĂŁo soltar em um gemido baixo e rouco.
Harry segurou o cĂłs da calça e cueca de Payne, abaixando-a atĂ© que pudesse ver a ponta grossa e gorda que expelia prĂ© gozo. Abaixou seu rosto para que pudesse capturar com a lĂngua, mas recebeu um aperto forte no cabelo, fazendo-a erguer o rosto outra vez.
"Não é assim que funciona, princesa. Onde estå sua educação?" Liam perguntou com a voz rouca Harry mordeu os låbios frustrada, mas não reclamou.
Queria ter aquele pau em sua boca, a glande rosada parecia tão deliciosa quanto todas as outras que também estaria chupando em breve. Amava fazer boquetes, e Liam era novo ali, queria agrada-lo
"Posso chupar seu pau, por favor?" A garota pediu apĂłs alguns segundos, ainda sendo segurada pelos cabelos em um punho firme.
Observou Liam levantar um pouco o quadril para conseguir abaixar toda a calça e cueca, deixando finalmente o pau livre de qualquer aperto. Sua boca salivou ao mesmo tempo que sua bucetinha pingou e se contraiu. Era grosso, como imaginou. Precisaria de um bom descanso depois que essa noite terminasse.
Liam guiou novamente a cabeça de Harry até que ela conseguisse colocar a glande inteira em sua boca, e então deixou com que a garota mostrasse o que sabia fazer. Segurava seu cabelo apenas para que não a atrapalhasse.
Louis, Zayn e Niall tiravam suas roupas no outro lado da sala, nunca tirando os olhos famintos daquela cena. Tomlinson e Malik tiraram do bolso alguns pacotes de camisinha, deixando na mesa de centro para que todos colocassem quando fosse a hora.
Harry descia com a boca por todo o comprimento do pau grosso e repleto de veias em sua boca, ainda se engasgando um pouco no processo, deixando-o todo molhado de saliva.
Permanecia com o quadril voltado para cima, mostrando sua bunda engolindo o plug e sua xotinha inchada, fazendo sua lubrificação escorrer por suas pernas
Niall foi o primeiro a se aproximar, ficando de pĂ© entre Liam e Harry. Sua mĂŁo forte segurava seu pau duro, levando-o para a boca faminta da garota quando Payne levantou o rosto dela e a guiou atĂ© o irlandĂȘs. NĂŁo era tĂŁo grosso, mas grande o suficiente para bater em sua garganta e obrigar Harry a relaxar mais para que pudesse abrigar o resto. JĂĄ sabia de como o amigo gostava, entĂŁo nĂŁo demorou para iniciar os movimentos com sua cabeça, sempre o levando tĂŁo fundo atĂ© que a ponta de seu nariz batesse na barriga com alguns pelos ralos.
Gemeu sufocada quando sentiu alguém brincar com o plug em seu cuzinho, tirando-o apenas para o voltar novamente para o lugar com mais firmeza. Não ousou virar a cabeça para ver quem era, apenas balançou a bunda no ar como se quisesse mais daquilo.
Liam segurava os cabelos de Harry, guiando-a pelo pau de Niall com cada vez mais rapidez, atĂ© que o irlandĂȘs estivesse fodendo a boca macia, gemendo toda vez que a glande batia na garganta dela quando finalmente gozou contra a lĂngua macia.
Harry, por sua vez, estava desesperada. A mĂŁo que brincava com o plug tinha movimentos certeiros, fazendo com que a garota gemesse manhosa e apertasse suas coxas na busca de algum atrito com seu grelinho. Sua camisola estava sendo puxada para cima, ela viu Louis parar em sua frente.
"Senta, amor. Me deixe tirar isso" Tomlinson pediu calmo, vendo a garota sair do colo de Liam e sentar-se em seus tornozelos no sofå, levantando os braços para que a camisola pudesse ser retirada.
Seus peitos fartos agora balançavam no ar conforme ela arrumava sua postura. Os bicos eriçados estavam tĂŁo durinhos que a deixava choramingando sensĂvel.
Zayn e Liam puxaram o sofå apenas com a garota em cima, até que ele ficasse maior, como uma cama. Harry esperava ansiosa pelo próximo comando.
Via os quatro excitados tanto quanto ela estava, e saber que era a Ășnica causadora da excitação de todos eles, a fazia se sentir mais quente e mais molhada.
Louis deitou-se no sofĂĄ com as pernas afastadas, seu pau pesando contra a barriga lisa, deixando uma mancha molhada na pele bronzeada. Segurou a mĂŁo da namorada, a trazendo para seu colo, de frente pra si.
Suas mĂŁos mergulharam na bucetinha encharcada, afundando dois dĂgitos de uma vez enquanto escutava o gemido gostoso que arrancou de Harry
"VocĂȘ vai cavalgar em mim. Vai mostrar pra eles como Ă© uma puta desesperada pra ter um pau fodendo essa buceta gostosa" Louis esfregou o grelinho algumas vezes antes de afastar a mĂŁo, vendo Harry assentir desesperada "Pode gozar quantas vezes quiser, mas vai ter que aguentar atĂ© que nossos amigos estejam satisfeitos com vocĂȘ, entendeu?"
"Sim, Lou. Eu entendi" a garota verbalizou, sabendo que se nĂŁo fizesse isso, Louis nĂŁo iria continuar.
"Certo, vire de frente pra eles." O mais velho instruiu, ajudando a garota a virar de frente, agora conseguindo ver os outros trĂȘs de pĂ©, prĂłximos a ela. Suspirou quando a glande invadiu a bucetinha inchada, deixando com que Harry levasse todo o resto atĂ© que estivesse com a bunda colada em sua virilha "Pode começar"
Harry subiu um pouco, se apertando no pau do namorado antes de voltar a sentar. Repetiu os movimentos lentos algumas vezes até conseguir pegar firmeza, sentia o plug deixando tudo deliciosamente mais apertado. Louis mantinha um aperto firme em sua cintura, ajudando-a manter o ritmo.
Os meninos tinham uma boa visão da xotinha engolindo o pau grosso de Louis em barulhos molhados, os peitos pulando no ar com a força que ela fazia. Zayn trabalhava em seu pau na mesma velocidade das investidas, seus olhos castanhos presos no rosto de Harry enquanto ela gemia sem pudo algum, pulando no colo do namorado com maestria.
Se aproximou do sofĂĄ, apoiando-se nos joelhos e segurando o rosto delicado da garota, que o olhou afetada
"Zayn" Harry gemeu manhosa, abrindo a boca para chupar o dedo que ele esfregava em seus lĂĄbios
"Gostosa. VocĂȘ adora que te usem assim nĂ©? Vivia me pedindo pra chamar mais pessoas pra cama, e agora vocĂȘ tem. Dessa vez nĂŁo vai precisar mais enfiar um pau de borracha nesse cuzinho gostoso enquanto eu como sua bucetinha"
"Lou!" A garota gemeu, tirando o pau de Zayn da boca quando voltou a subir e descer em Louis. Aquela forma como ele falava a deixava mais excitada
"VocĂȘ quer o Liam fodendo sua buceta, amor?" Tomlinson cessou os movimentos, levantando a namorada atĂ© que seu pau saĂsse de dentro da xotinha quente, completamente molhado. "EntĂŁo peça, como uma boa garota. Diga a ele como vocĂȘ quer, eu vou ficar aqui em baixo, com meu pau enterrado no seu cuzinho o tempo inteiro"
Louis retirou o plug, jogando-o em algum canto da sala. NĂŁo foi difĂcil penetrar Harry, jĂĄ que agora seu cuzinho estava alargado devido ao brinquedo de borracha e a lubrificação que tinha em seu pau.
Manteve-se parado, deixando sua garota se acostumar com a invasĂŁo nova. Liam a olhava como um predador, Niall e Zayn ainda eram masturbados pelas mĂŁos espertas de Harry ao que ela suspirava alto, mantendo suas pernas abertas para que Payne se acomodasse.
"Ainda nĂŁo escutamos o seu pedido, Hazz. Implore para ser fodida, uh? VocĂȘ nĂŁo Ă© uma vadiazinha por pau? Foi isso que eu disse para Liam quando o convenci a se juntar com a gente hoje. Eu disse a ele que vocĂȘ Ă© uma vadia boazinha e manhosa, que ama dar sua buceta atĂ© nĂŁo aguentar mais. NĂŁo deixe ele pensar que eu menti, querida. Mostre a ele quem vocĂȘ Ă©" Niall falou batendo com seu pau nas bochechas de Harry que mantinha os lĂĄbios abertos, querendo que ele afundasse novamente em sua boca "Peça."
"Come minha bucetinha, Liam. Eu gosto quando vai forte e fundo, me deixando toda meladinh do meu prĂłprio gozo" Harry provocou, afastando os lĂĄbios de sua buceta gorda para que Liam conseguisse ver seu pontinho brilhante, piscando vazio. Mais em baixo, o pau de Louis desaparecia entre sua bunda, ainda imĂłvel. "Me come, por favor. Eu quero o seu pau metendo bem gostoso em mim"
"Boa garota." Liam elogiou, fazendo a garota se deitar sobre o corpo de Louis, com as costas coladas no peitoral do namorado "Segurem as pernas dela"
O pau de Liam entrou em sua buceta poucos segundos depois, em apenas um movimento. Ela estava presa entre o corpo do namorado e de Payne, sua bunda e sua bucetinha preenchida por dois paus grossos e duros, deixando-a louca para que começassem a se mover.
Era apertado, ela conseguia sentir todos os seus mĂșsculos se contraindo doloridos, mas gostava muito da sensação. Sentia-se cheia, sabia que aguentava. Deitou sua cabeça entre o pescoço de Louis, que respirava pesadamente.
Payne curvou-se até conseguir colocar um peito da garota na boca, sugando o mamilo eriçado ao que deu a primeira estocada forte. Estava excitado demais para se controlar.
O corpo de Harry balançava conforme as investidas de Liam, fazendo, consequentemente, que o pau de Louis movesse em seu cuzinho necessitado. Payne ia e vinha forte e råpido contra a xotinha inchada, como foi pedido para que fizesse. Os gemidos eram altos, junto aos barulhos dos corpos batendo um no outro.
"VocĂȘ estĂĄ gemendo com dois paus te comendo. Era assim que pedia pro seu namorado?" Liam murmurava apĂłs soltar os peitos da garota, ela se apertava tanto em seu pau que sentia que nĂŁo iria durar muito antes de gozar na camisinha "Eu poderia comer essa buceta apertada toda vez"
"Que gostoso, amor. Eu estou sentindo o pau dele ir fundo em vocĂȘ" Louis sussurrou perto do ouvido da namorada "Eu vou encher seu cuzinho de porra, te deixar pingando pra vir outro pau aqui e te comer mais uma vez. Goza tambĂ©m, sim? VocĂȘ tĂĄ se apertando tanto que eu sei que quer gozar""
"Lou. Porra vocĂȘs estĂŁo me comendo tĂŁo bem" Harry gemeu arrastada, se apertando em torno de Liam quando seu corpo tremelicou por causa do orgasmo. Sentia o lĂquido quente ser derramado em seu cuzinho, o gozo do namorado deixando ainda mais escorregadio.
Liam nĂŁo cessou com os movimentos, indo firme contra a buceta sensĂvel. Harry gemia chorosa, sendo impedida de fechar as pernas jĂĄ que Niall e Zayn a segurava aberta para ser fodida atĂ© que Payne a deixasse.
"NĂŁo vou gozar na camisinha, quero gozar nos seus peitos. Aperta eles pra mim." Payne avisou, saindo de dentro da garota e arrancando a camisinha do seu pau. Harry espremia seus peitos juntos, vendo Liam se aproximar mais e bombar seu pau poucos vezes atĂ© o lĂquido grosso estar sendo derramado na pele leitosa. Os mamilos rosados agora manchados de branco.
Louis a tirou de seu colo delicadamente, saindo de dentro dela com cuidado jĂĄ que estava sensĂvel. Seu pau agora nĂŁo estava mais tĂŁo rĂgido. Limpou-se com o lenço umidecido que tinha na estante, e suspirou satisfeito, vendo Liam fazer o mesmo.
Niall agora estava meio sentado no sofĂĄ, puxando a garota para seu colo de frente para si, seu pau completamente molhado de lubrificante do frasco.
Zayn se posicionava logo atrĂĄs, os dois penetrando Harry ao mesmo tempo. O pau de Malik era engolido pelo cuzinho, indo e vindo em um movimento gostoso, fazendo-a engolir tambĂ©m o pau do irlandĂȘs que ia fundo em sua bucetinha.
Gemia manhosa, pedindo por mais como se nĂŁo tivesse acabado de gozar no pau de Liam. O gozo de Louis facilitava as investidas de Zayn, que conseguia ir com mais firmeza, segurando o cabelo da garota para que ela ficasse arqueada no colo de Niall.
Harry era insaciĂĄvel. Sua bucetinha se esfregava na virilha de Niall ao que o pau fundo a comia gostoso com a ajuda das investidas de Zayn.
O irlandĂȘs segurava as bochechas da bunda da garota para que Malik pudesse ir mais fundo. Os gemidos se misturando na sala.A garota foi empurrada para frente, ficando de cara com Liam e Louis com os dois paus semi eretos, se empurrando no rosto dela para que fossem chupados.
Era um trabalho difĂcil com seu corpo sendo empurrado por Zayn e Niall, mas como uma boa amante, dividiu sua atenção com o namorado e Liam, chupando os dois paus o mĂĄximo que podia, seus gemidos sendo estrangulados toda vez que mantinha sua boca ocupada e cheia.
"Quatro homens fodendo vocĂȘ, Harry. Um na sua buceta, um no seu cuzinho, um na sua boca e o outro em sua mĂŁo. Do jeito que vocĂȘ queria, comouma verdadeira putinha, sendo usada como um brinquedo barato." Louis afundou o rosto da namorada em seu pau, vendo-a se engasgar e derramar algumas lĂĄgrimas.
Styles estava uma bagunça. Sentia vontade de gozar mais uma vez quando seu ventre se esquentou. Sua mĂŁo trabalhava no pau de Liam, fazendo-o gemer e xingar junto com os outros. Sua bucetinha estava tĂŁo inchada e sensĂvel quanto seu cuzinho que era acertado incansavelmente por Zayn. Sentia Niall encher a camisinha dentro de sua xotinha, o irlandĂȘs gemendo baixo, apertando o corpo dela contra o seu. Malik precisou de mais algumas investidas fundas para fazer o mesmo, e cair sentado no lugar ao lado, tentando recurar o fĂŽlego.
"Lou..." Harry chamou manhosa, soltando o pau do namorado da boca e saindo do colo de Niall "Me faz gozar de novo, por favor, eu quero vocĂȘ" A garota deitou de barriga pra cima no pequeno espaço do sofĂĄ, seu grelinho sensĂvel estava duro e dolorido, querendo liberar mais um orgasmo que estava prĂłximo.
Louis vestiu rapidamente uma camisinha, se posicionando entre as pernas da namorada e curvando-se um pouco para penetrar a xotinha inchada e vermelhinha
"Diga quem vocĂȘ Ă©" Tomlinson pediu, mantendo seu pau parado dentro de Harry, levando duas digitais para esfregar o grelinho em movimentos circulares
"Eu sou sua putinha, Lou. Sua putinha" a garota proferiu de forma desesperada, se contraindo contra o pau de Louis "Por favor"
"Minha putinha. De quem Ă© essa buceta gostosa? Quem come vocĂȘ todos os dias? No pau de quem que vocĂȘ fica se esfregando de madrugada atĂ© ser fodida bem forte?" Louis continuou com a provocação, os outros trĂȘs agora observando atentos Harry, que molhava seu rosto com lĂĄgrimas
"No seu pau, Lou. Minha bucetinha Ă© sua, vocĂȘ come ela tĂŁo gostoso que eu nunca me canso. Faz eu gozar com seu pau, por favor, faz ele ir fundo em mim"
"Muito bem, querida. Vou dar o que quer" o mais velho sorriu satisfeito, segurando as pernas da namorada com mais firmeza e indo fundo na bucetinha quente. Sabia que era questĂŁo de segundos para ver Harry gozar em seu pau. O som de sua virilha batendo na bunda gorda dela era brutal, seu corpo sendo sacudido no sofĂĄ "Olhe para eles, deixa com que vejam sua carinha enquanto goza bem gostoso mais uma vez. Mesmo toda suja de porra vocĂȘ ainda quer o meu pau nessa bucetinha. Puta do caralho. Geme bem alto o meu nome, geme."
Harry virou seu rosto, observando Liam, Zayn e Niall a assistir ser fodida novamente por Louis, e quando o namorado voltou a estimular seu grelinho, sua visĂŁo ficou totalmente escura.
[...]
"Ei, amor"
Ouviu um sussurro doce, a fazendo abrir aos poucos os olhos atĂ© ver Louis em seu campo de visĂŁo Depois que gozou com Louis uma Ășltima vez, o namorado a levou para o quarto, cuidando da garota como sempre fazia depois de foderem.
A limpou em todos os cantos durante o banho no chuveiro, e depois vestiu uma roupa limpa para que ela pudesse deitar na cama. Seu corpo parecia tĂŁo cansado que ela nĂŁo conseguia sentir muito bem todos os seus membros. Mal conseguia ficar com os olhos abertos, mas se lembra de Louis falar algo sobre comidas e videogame antes de apagar a luz do quarto para que ela dormisse um pouco.
Minutos depois, ela nĂŁo sabe exatamente quantos, Louis a acordou para que ela comesse um sanduĂche natural com suco de laranja, alertando que nĂŁo era uma boa ideia dormir de estĂŽmago vazio.
Agora jå estavam sozinhos em casa novamente, o namorado se aconchegando junto a ela na cama após ter tomado um banho também
"Acho que amanhĂŁ podemos decidir uma nova fantasia" Louis voltou a falar, encaixando seu corpo atrĂĄs dobda namorada, deixando beijos calmos em seus ombros nus
"Tå falando sério? Eu preciso de um tempo pra me recuperar dessa vez" Harry avisou. Sua virilha estava mesmo dolorida, como outras partes de seu corpo. Sentiu Louis rir atrås de si
"Estou brincando. AtĂ© eu preciso de uma pausa. NĂŁo foi tĂŁo fĂĄcil assim ver todos eles querendo um pouco de vocĂȘ. Vamos ficar um bom tempo sĂł nĂłs dois"
"Parece perfeito pra mim"
"VocĂȘ Ă© perfeita pra mim" Louis rebateu, fazendo um carinho na coxa de Harry
"Ă, eu sou mesmo, vocĂȘ tem razĂŁo" a garota brincou de forma convencida "Ei...eu te amo tanto"
"VocĂȘ deveria casar comigo, Harry"

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Do you want him, honey?
"Harry e Louis tem um relacionamento firme e... Diferente. Harry adora se exibir, Louis adora assistir outros caras fodendo sua namorada"
Tags: exibicionismo/ sexo em local pĂșblico / Harry mulher / Dirtytalk
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"VocĂȘ estĂĄ pronta, querida?" Louis perguntou enquanto terminava de arrumar sua mochila preta.
Fazia uma lista em sua cabeça de tudo que não poderia esquecer de colocar ali, enquanto Harry estava no andar de cima andando de um lado pro outro, provavelmente tentando não surtar. Louis não sabia se aquilo estava funcionando. Sentou-se no sofå grande, cruzando as pernas a olhar em direção a escada ao mesmo tempo que escutou que sua namorada estava descendo.
Uma respiração pesada saiu do mais velho, não se atrevendo em piscar para não perder nenhuma parte daquilo que Harry o proporcionava.
Suas pernas grandes e leitosas estavam completamente depiladas, cobertas apenas por uma mini saia azul marinho que Louis tinha certeza que deixava a poupa da bunda da sua namorada Ă mostra.
Styles usava um cropped contendo escritas grandes que diziam "babygirl", deixando sua barriga a mostra e o pequeno piercing de ouro brilhando em seu umbigo. Seus mamilos apesar de pequenos ainda faziam um bom volume quando estavam sendo apertados por algum tecido como aquele.
Ou pelas mĂŁos de Tomlinson, o que ele fazia sempre que tinha a oportunidade.
Harry ainda tinha seus cabelos um tanto Ășmidos devido ao banho recente, nĂŁo tinha a intenção de molhar, mas aconteceu quando Louis invadiu o box e se colocou entre suas pernas. Seus lĂĄbios estavam preenchidos por um gloss transparente e brilhoso, seu preferido.
"Lou..." A voz doce e baixa soou assim que desceu o Ășltimo degrau e andou incerta em direção ao namorado que ainda mantinha os olhos presos em si. Nesses momentos, Harry daria de tudo para ler mentes "Por favor diz alguma coisa. VocĂȘ acha que Ă© demais? E-eu nĂŁo sei, eu posso procurar por outra... VocĂȘ acha que vai dar certo? Acha melhor eu prender meu cabelo? E se eu colocar um vestido? VocĂȘ gostaria?"
Tomlinson sorriu apaixonado, sinalizando para que a garota chegasse mais perto e se sentasse em seu colo.
Harry se posicionou de frente para o namorado, deixando uma perna em cada lado de sua cintura. Seus cĂlios volumosos encostando em uma parte de sua bochecha enquanto piscava ansiosa jĂĄ que Louis nĂŁo dizia nada.
O mais velho pousou as mĂŁos com calma na coxa macia de Styles, acariciando ali antes de lubrificar os prĂłprios lĂĄbios e dar outro sorriso. Nunca se cansava de fazer isso, ao menos nĂŁo para Harry. Ă garota era dona de todos eles.
"Escuta, Harry. VocĂȘ estĂĄ perfeita, cada vez me surpreende mais, e olha que estamos juntos a cinco anos. Espero que isso nunca pare." Louis falou olhando para os olhos verdes "Eu acho essa roupa incrĂvel, assim como qualquer outra que vocĂȘ coloca, e por mim,vocĂȘ pode ir assim. Agora me responde, vocĂȘ se sente confortĂĄvel? Como estĂĄ se sentindo?"
"Bem. Eu juro, estou me sentindo bem, Lou. Ă que eu fiquei me olhando no espelho por muito tempo, e fiquei confiante com minha escolha mas depois quando eu tava prestes a vir te encontrar pra gente ir, eu me senti um pouco nervosa. Eu gosto dessa roupa, ela me deixa..."
"Gostosa pra caralho? Yeah, isso com certeza. EntĂŁo vocĂȘ definitivamente nĂŁo precisa se sentir nervosa sobre isso." Tomlinson completou, afundando seu rosto no pescoço alheio, cheirando ali "Agora, se vocĂȘ nĂŁo quiser fazer isso, bem... NĂłs podemos ficar em casa, compramos pizza, abrimos um vinho... Hm? O que vocĂȘ quer, princesa?"
Harry precisou de um tempo pra responder aquilo, e nĂŁo porque estava em dĂșvida, mas sim porque tinha Louis respirando tĂŁo prĂłximo de sua pele e aquilo a fazia ficar arrepiada muito rĂĄpido. Os dedos ĂĄgeis do mais velho subiam pela coxa leitosa atĂ© estarem encostando na calcinha de renda, passando as digitais ali como se quisesse registrar todos os detalhes daquele pano frĂĄgil.
Styles agarrou a mĂŁo do namorado, guiando dois dedos para dentro do seu grelhinho, mostrando que estava excitada.
"Isso responde?" Perguntou de forma irĂŽnica enquanto se esfregava nos dedos de Louis "Eu quero fazer o combinado, Lou. Hoje eu passei o dia inteiro molhadinha assim no trabalho, sĂł de pensar nisso. Eu quero, amor. VocĂȘ quer me ver sendo fodida por um desconhecido tambĂ©m?"
Louis de repente se sentiu tĂŁo quente que acreditou que estava com febre. Amava sua namorada, a forma como ela parecia inocente e ao mesmo tempo tomava atitudes e dizia as coisas mais sujas que podia. Era perfeita.
A uma semana atrĂĄs, Louis chegou em casa e encontrou sua namorada e Niall, o vizinho/melhor amigo dos dois, conversando na cozinha. Harry nĂŁo tinha escutado-o chegar porque o irlandĂȘs ria alto de alguma coisa que sua amiga tinha dito. E nĂŁo que Louis gostasse de escutar conversas alheias escondido, mas nĂŁo conseguiu evitar em se esgueirar atrĂĄs da porta da cozinha quando escutou as confissĂ”es de sua garota
"Ă sĂ©rio, Horan. Desde aquela primeira vez que Louis fez a proposta de vocĂȘ se juntar a gente em um mĂ©nage, porra, as coisas sĂł melhoraram na cama. VocĂȘ viu a forma como ele olhava quando vocĂȘ tava fodendo minha boca?"
"Harry, querida, qualquer homem te olharia assim nesse momento." Niall falou de forma Ăłbvia "Agora, me fale direito o seu plano, vamos ver se pode mesmo dar certo"
"Tem esse cara, Zayn, do meu trabalho... Ele tem um outro trabalho nos finais de semana, em um bar noturno e volta pra casa andando, cortando caminho pela praça Werley. Eu sei disso porque eu escutei ele falar no telefone. E aĂ eu sonhei essa noite com ele. Sonhei que Louis estava dirigindo e eu estava no outro banco, os vidros abertos e eu estava me exibindo pra quem quer que olhasse com atenção pro carro, Niall. E quando eu comecei a me tocar, eu olhei pro lado e vi Zayn me olhando. Ele me queria, dava pra ver que ele se punhetava. Acordei tĂŁo necessitada, Louis acabou comigo depois." Havia uma pausa e uma respiração pesada vinda do irlandĂȘs. Louis conhecia aquilo "E aĂ eu pensei em contar pro Lou, porque ele Ă© aberto a tudo desde que eu peça com jeitinho. NĂłs somos liberais em questĂŁo a fetiches, e vocĂȘ sabe disso muito bem. Quero que esse sonho seja real, quero estar naquela praça e como se fosse um incidente, encontrar Zayn ali. SĂł tenho medo de que o Lou ache que eu tĂŽ realmente interessado no meu colega de trabalho ou algo do tipo, quando na verdade eu sĂł quero que ele me foda pelo menos uma vez. E Louis gosta de ver quando tem outra pessoa me fodendo, comprovamos isso com vocĂȘ."
E era verdade. Desde a noite em que o casal ficou bĂȘbado junto com Niall e o convidou para um mĂ©nage, Louis descobriu gostar muito daquilo, ao mesmo tempo que Harry percebeu que adorava se exibir. Ele havia amado assistir a namorada gemer enquanto tinha outro homem fodendo ela, e bem, eles eram amigos de Horan, entĂŁo se deram muito bem. Existiam regras, o casal sempre conversava muito sobre isso para que nada ficasse confuso.
Por exemplo, não era permitido que Harry se encontrasse com outro homem sem que Louis estivesse presente, ou vice versa. Uma coisa era fetiches, outra coisa era traição, e essa os dois abominam.
Eles também podiam pedir para o outro parar imediatamente caso não se sentissem confortåvel em algum momento, e aquilo seria feito. Se amavam acima de tudo e estavam mais do que dispostos a não machucarem um ao outro.
Levou dois dias para que Harry conseguisse dizer todo o seu plano para o namorado, e nĂŁo era porque ficava com receio ou vergonha, mas sim porque sempre que começava a falar, ficava excitada e implorava para Louis foder sua bucetinha loucamente. Aquilo estava excitante para os dois, atĂ© que decidiram que estava na hora de Zayn realizar a fantasia deles. De foder Harry em uma praça pĂșblica para quem quer que quisesse olhar.
Jå se passavam das duas da manhã quando Louis abriu a porta para ajudar sua namorada a entrar no carro, mascando um chiclete de menta porque Harry adorava a sensação refrescante que vinha depois. Tomlinson não demorou pra dar partida, deixando os vidros abertos e tendo a certeza de que a cidade estava vazia. Como tinha que estar.
Styles soltava suspiros ansiosos enquanto via o namorado acelerar o carro na rua deserta, sentindo o vento bater em seu corpo quente.
"VocĂȘ colocou o plug?" Louis perguntou olhando rapidamente pra sua namorada que assentiu "Me deixe ver, querida."
Harry virou de costas no banco, se ajoelhando no couro macio e levantando sua sainha para mostrar seu bumbum cheio. A calcinha de renda branca era engolida pela garota que precisou segurar uma banda de sua bunda para o lado e deixar o botĂŁo do plug visĂvel, enterrado em seu cuzinho melecado por algum lubrificante.
Se assustou brevemente quando escutou algum carro passar buzinando, provavelmente vendo o que Styles estava fazendo.
"Oh, viu sĂł? Nem começamos direito e jĂĄ tem pessoas buzinando pra essa bunda gostosa" Tomlinson falou excitado, tirando uma mĂŁo do volante para levar atĂ© o plug enterrado em sua namorada. Tirou quase atĂ© a ponta do pra colocar tudo novamente com rapidez, se deliciando com o gemido que recebeu em resposta "VocĂȘ gosta disso nĂŁo Ă©? Continue brincando com esse plug, Harry. Tem um grupo de rapazes ali na frente, eu vou passar por eles e mostrar o quanto minha namorada gosta de ter qualquer coisa enfiada nela. Como uma puta."
Soou rouco no final, vendo que sua namorada obedeceu sem pestanejar e passou a trabalhar com o plug de metal em sua bunda. Louis sempre foi louco pelos gemidos de Harry, e ela sabia disso, por isso nĂŁo os poupava nunca.
A mais nova mantinha o rosto contra o apoio da cabeça que tinha no banco, gemendo manhosa toda vez que o plug a preenchia fundo, escutando vozes se aproximar mas jamais virando seu rosto em direção a janela. Mantinha sempre em direção ao seu homem.
Louis parou o carro ao lado de um grupo de trĂȘs homens que conversavam prĂłximos a calçada, e logo quando viram o que acontecia no carro, ficaram em silĂȘncio, com os olhos focados na bunda de sua namorada que se fodia cada vez mais rĂĄpido.
"Com licença, rapazes. " Tomlinson falou alto, nĂŁo se importando que nem mesmo olharam em seus olhos "Minha namorada aqui estava na dĂșvida sobre a roupa que estĂĄ vestindo hoje. Eu falei pra ela que era perfeita, vocĂȘs nĂŁo acham? Digo, olha sĂł como essa saia faz um bom contraste com a pele dela? Mesmo que depois esteja vermelha de tanto levar tapas, ainda assim Ă© bom, nĂŁo Ă©? VocĂȘs querem dizer a ela o quanto ela fica gostosa nessa roupa?"
Louis acariciou uma parte da bunda de Harry quando escutou um gemido mais alto soar dos lĂĄbios pecaminosos. Sabia que a namorada amava se elogiada. Os trĂȘs rapazes se encontravam divididos se realmente deveriam falar algo ou simplesmente correr, atĂ© que um deles limpou a garganta e se aproximou mais da janela enquanto olhava para Tomlinson pedindo permissĂŁo para tocar no corpo da mulher dele. O mais velho apenas assentiu, e entĂŁo o rapaz desconhecido substituiu a mĂŁo de Harry pela dele, passando entĂŁo a brincar com o plug na entrada da garota, acelerando cada vez mais o movimento. Styles se tornava uma bagunça de gemidos.
"Realmente muito gostosa. VocĂȘ tem tanta sorte. Se eu tivesse uma namorada dessa eu foderia com ela todo dia." O que estava metendo o plug na entrada de Harry falou
"Ela geme como uma vadia. Olha como ela tĂĄ engolindo esse plug!" Louis pode escutar a voz do outro enquanto comentava com o amigo
"Lou..." A garota choramingou abrindo os olhinhos para olhar pro namorado "Zayn."
Tomlinson afastou a mão do rapaz, deixando com que ele ficasse com o plug de recordação ao que fechou o vidro e arrancou o carro dali. Harry controlava sua respiração, voltando a sentar de frente e choramingar por agora estar se sentindo vazia.
"Era o meu preferido." Formou um bico nos låbios em protesto, guiando uma mão em direção ao volume que seu namorado tinha por debaixo do jeans. "Depois do seu pau, claro. Também amo quando ele vai fundo em mim... Aquele cara estava insano na minha bunda, certeza que ele vai pensar em mim durante um bom tempo."
Harry punhetava o pau grosso de Louis sobre o jeans, o vendo completamente marcado. Sua boca salivava só de imaginar a glande gorda batendo em sua cavidade até que esporrasse dentro de si. Tomlinson reprimia gemidos enquanto tentava se concentrar na estrada, precisando afastar as mãos delicadas da namorada.
A garota sorriu travessa, voltando a abrir o vidro de sua janela e logo em seguida levantando sua sainha pra poder se acariciar por cima da calcinha. Estava muito melada, deixando todo o tecido escorregadio em seus dedos. Molhou suas digitais ali, e abaixou seu cropped até que seus mamilos estivessem de fora. Os biquinhos rosados e duros ficando lubrificados pelo melzinho que Harry espalhava.
Suas mãozinhas espertas voltaram para o meio de suas pernas, sentindo o calor que fazia em sua bucetinha inchada. Precisou afastar os låbios pra chegar até seu grelinho e começar a massagear o local, ficando concentrada nos movimentos gostosos que fazia.
Louis estacionou o carro em frente a praça que Zayn iria estar em poucos minutos, e deitou mais o banco de sua namorada, querendo que ela ficasse em uma posição confortåvel enquanto esfregava seu ponto com os dedos ågeis.
Brincou com os biquinhos sensĂveis pra dar mais prazer para Harry, vendo-a começar a meter dois dedos em sua bucetinha molhada. O cheiro de sexo tomando conta do carro ao que Styles se estimulava cada vez mais.
"Oh, baby, vocĂȘ parece tĂŁo desesperada" Louis puxou o bico de um dos mamilos, voltando a esfrega-los em seguida "Tudo isso porquĂȘ quer o pau de outro homem nessa bucetinha, nĂŁo Ă©? Ă nele que vocĂȘ pensa enquanto mete seus dedos, amor? VocĂȘ vai pedir pra ele te comer direitinho, como uma boa putinha?"Â
Voltava a falar, vendo os efeitos que aquilo causava em sua garota que gemia sem pudor algum
"VocĂȘ me fez te trazer atĂ© aqui sĂł por causa desse homem, Harry. Espero que ele te destrua atĂ© que nĂŁo aguente mais um pau entrando e saindo de dentro de vocĂȘ, aĂ eu vou te levar pra casa, te dar um banho e depois vou te comer bem devagarinho atĂ© vocĂȘ dormir. VocĂȘ gosta disso, princesa? Gosta de dormir com meu pau enterrado em vocĂȘ? TĂŁo manhosa...eu faço tudo por vocĂȘ, meu bebĂȘ"
Sussurrou prĂłximo ao ouvido de Harry, descendo suas mĂŁos atĂ© o grelinho encharcado tambĂ©m, esfregando suas digitais ali ao mesmo tempo que a namorada metia os prĂłprios dedos dentro dela.Â
Estavam perdidos em seus mundos, Louis perdendo o controle de seus dedos por ver sua garota gemer casa vez mais desesperada no banco do carro, que nem viram quando um homem se aproximou um tanto curioso, mantendo suas mĂŁos no bolso enquanto olhava para dentro do carro em silĂȘncio.
"Vamos, Harry. Geme mais alto, vocĂȘ nĂŁo quer chamar atenção? Mostre pra todo mundo que vocĂȘ quer ser fodida por um pau bem grosso, querida"
"H-Harry?" O homem falou pela primeira vez, tendo as sobrancelhas franzidas ao se aproximar do vidro do carro "E-eu. Eu tava passando por aqui e escutei. Porra. Eu escutei gemidos e depois vi o carro... Primeiro eu queria saber se tava tudo bem, se eu deveria chamar a polĂcia, nĂŁo sei? Mas eu vi que os dois estavam ok, sĂł que eu nĂŁo vi que era vocĂȘ... Meu deus, Harry. O seu gemido."
Harry arregalou os olhos assim que reconheceu Zayn. Seu corpo travando por um momento ao escutar voz rouca do colega de trabalho, nĂŁo acreditava que aquilo tinha dado certo, pelo menos atĂ© agora. Suspiros pesados saĂam por seus lĂĄbios quando Malik se apoiou na janela e olhou por todo o corpo da garota e depois para TomlinsonÂ
"Zayn" Styles gemeu quando Louis voltou a trabalhar em seu ponto, mantendo os olhos no rosto novo "Esse Ă©... Louis. Meu namorado, Louis."
"Ă um prazer conhecer vocĂȘ finalmente, cara." Louis falou com um sorriso pequeno, afastando as mĂŁos do corpo da namorada, deixando que Zayn pudesse examinar melhor a bagunça ao qual ela se encontrava "Quer tocar? Ela adora isso."
"Eu... Hm... TĂĄ tudo bem? VocĂȘ deixa, Harry?" Zayn perguntou olhando para o rosto da garota, o que fez Louis sorrir. Havia gostado daquilo.
"Porra, sim. Estå tudo bem. Me toque. Use suas mãos em mim. " Styles soou desesperada, mas Malik não se importou com o tom, era o que ele precisava pra levar seus dedos para a bucetinha molhada e lisinha, se esforçando um pouco pra tirar a calcinha dela.
Os dedos de Zayn eram bem melhores do que Harry imaginou que seriam, desaparecendo dos lĂĄbios gordinhos da garota que gemia em resposta. Louis sabe o quanto ela queria aquilo, e se deliciava com o prazer que a namorada estava recebendo. Mantinha os olhos presos na de cachinhos, sempre verificando se aquilo estava sendo bom pra ela.
A essa altura, Zayn jĂĄ tinha dois dedos dentro de Styles, indo e vindo com firmeza ao que se apoiava na janela do carro. Seus olhos castanhos se prenderam nos peitos descobertos da garota, ainda um pouco lambuzados por Louis.
Tomlinson entendia a sensação que aquilo causava.
"Harry, o que acha que mostrar pro Zayn o quanto vocĂȘ adora ter um pau dentro de vocĂȘ?" O mais velho falou depois de uns minutos, vendo Harry assentir olhando entre ele e Zayn "Saia do carro, querida. Se apoie no capĂŽ e fique com o rosto virado pra mim enquanto o Zayn come vocĂȘ do jeitinho que vocĂȘ gosta."
Styles sentia suas pernas bambear, mas quando Malik abriu a porta e estendeu a mão, entendeu que iria mesmo fazer aquilo. Selou os låbios de Louis demoradamente, antes de saltar pra fora do carro e beijar Zayn, esfregando-se no pau marcado na calça social que o colega de trabalho usava.
Louis tinha uma boa visĂŁo de onde estava. Conseguia ver a saia da namorada mostrando metade de sua bunda, que agora era apertada por Malik.
Eles estavam no meio de uma praçaescura e vazia, mas sabiam que corriam riscos de serem pegos.
"Toda vez que vocĂȘ passava na minha mesa rebolando essa bunda gostosa eu tinha vontade de te comer ali mesmo. Sempre desconfiei que vocĂȘ adorava se exibir, vocĂȘ faz isso na empresa sĂł porque sabe que todo mundo te deseja, e olha sĂł quem vai te foder agora" Zayn falou levando Harry atĂ© o capĂŽ do carro, encostando o peito sensĂvel da garota no material gelado quando encontrou os olhos de Louis. Afastou-se apenas pra vestir a camisinha em seu membro latejando "VocĂȘ vai dar pra mim no meio da praça, olhando pro seu namorado e mostrando pra ele como vocĂȘ recebe bem o meu pau."
"Sim, Zayn. Sempre gostei de como vocĂȘ olha pra mim, ainda mais quando eu vou trabalhar de saia apertadinha e vocĂȘ sabe que eu tĂŽ sem calcinha por baixo" Harry provocou com um sorriso malicioso "Fode minha bucetinha bem gostosinho, eu sei que vocĂȘ queria fazer isso tanto quan-"
Um gemido alto cortou a fala da garota quando Zayn entrou sem qualquer aviso, se mantendo fundo na garota que estava empinada em direção ao quadril de Malik. Bastou segundos para que os movimentos se tornassem frenéticos.
Louis tirou seu pau da calça apertada e passou a apertar o membro, vendo o lĂquido transparente escorrer em seus dedos antes de começar a se masturbar com a mesma velocidade que Harry e Zayn fodiam do lado de fora do carro. Mordia os lĂĄbios com força, completamente entregue ao prazer que aquilo o causava.
Pelos movimentos que faziam, Louis sabia o quĂŁo duro e rĂĄpido Malik estava sendo contra sua garota, e se perguntou se era exatamente daquela forma que ela queria. Era claro que sim, ele a conhecia o suficiente.Â
Os cachos de Styles caiam em seu rosto e grudavam ali devido ao suor. Seus lĂĄbios se encontravam completamente vermelhos do tanto que ela mordia por prazer, sentindo Zayn ir cada vez mais certeiro dentro de si. NĂŁo conseguia parar de gemer por mais, e o quanto estava gostando.
Malik, por sua vez, sentia-se cada minuto a mais sem controle. Foder a bucetinha de Harry era de longe a melhor de todas que jĂĄ havia fodido. A buceta gorda apertava seu pau cada vez que ele investia contra ela, e aquilo o fazia gemer de prazer.
"Tão gostosa, porra!" O colega de trabalho gemeu descontrolado, puxando o cabelo da garota até que suas costas estivesse colada em seu peitoral, não deixando de meter dentro dela "Que bucetinha gostosa, Styles. Me apertando tão bem"
Harry sabia que Zayn nĂŁo demoraria muito pra encher a camisinha de gozo, e aquilo sĂł a fez se apertar mais no pau dele enquanto esfregava seu clitĂłris pronta pra gozar.
Esfregava seu grelinho de forma descontrolada, gemendo manhosa ao sentir suas pernas falharem. Apertou os olhos quando virou seu rosto pro lado, vendo duas figuras nĂŁo tĂŁo distante dali, assistindo a tudo que eles faziam, e foi o ĂĄpice para Styles que gozou forte no pau de Malik.
"Deita de barriga pra cima" Zayn pediu quando saiu de dentro de Harry, arrancando a camisinha do seu pau e se punhetando rapidamente enquanto se posicionava entre as penas da cacheada "Vou gozar no seu corpo pra vocĂȘ ir pra casa assim. Seu namorado vai gostar disso, eu suponho"
"Me dĂĄ seu leitinho, Zayn. Goza aqui perto dos meus peitinhos. O Lou vai adorar ver isso e depois ter que me dar banho"
Malik esporrou em cima da barriga de Harry, acertando um pouco sobre os peitos da garota, gemendo rouco enquanto fazia. Louis gozou no mesmo momento, sujando suas mãos e calça ao que apoiava sua cabeça no banco do carro.
[...]
"VocĂȘ pegou o contato dele?" Styles perguntou cansada, deixando o namorado esfregar seu corpo com a esponja de banho
"Sim, meu amor. Acho que vou manter o contato caso a gente queira repetir com ele algum dia, hm?"
Harry apenas assentiu. Estava mesmo cansada depois que gozou, e sĂł se lembrava de Louis colocĂĄ-la de volta no carro e de poucos minutos atrĂĄs quando foi colocada no banho.
Tomlinson desligou o chuveiro e enrolou o corpo da namorada com a toalha, pegando-a no colo até que pudesse deitar sobre a cama grande de casal no centro do quarto.
Secou toda parte do corpo da garota, passando hidrante com cuidado ao que Harry sorria boba toda vez que aquilo acontecia. O mais velho que agora estava sem nenhuma peça de roupa também, se deitou do lado da namorada e a abraçou de conchinha, dando um beijo demorado no pescoço cheiroso
"VocĂȘ lembra o que eu falei que faria depois, princesa?" Perguntou calmo, esfregando seu membro duro na bunda da namorada. Sempre ficava excitado quando dava banho em Harry
"VocĂȘ pode foder o meu cuzinho dessa vez, Lou? Zayn acabou com minha bucetinha, amor" murmurou enquanto se esticava atĂ© a cĂŽmoda, pegando o tubo de lubrificante e entregando para o namorado "NĂŁo precisa nem me preparar, eu ja brinquei mais cedo, lembra?"
"Como eu poderia esquecer?" Louis falou irĂŽnico, lambuzando a entradinha de sua namorada que piscava em seus dedos, e depois passou mais lubrificante em seu pau completamente duro. Enterrou-se no cuzinho de Harry, segurando sua cintura quando se movia dentro da cacheada que agora gemia mais baixa e mais cansada.
"VocĂȘ me enlouqueceu naquela praça. Dando como uma verdadeira putinha pra outro homem. VocĂȘ viu que tinha plateia? Aposto que eles adorariam revezar vocĂȘ. Podemos tentar um dia, eu, Niall e Zayn. Quem sabe eles nĂŁo tem um amigo tambĂ©m. O que acha disso, bebĂȘ? teria um pau em sua mĂŁo, outro em sua boca, em sua bucetinha gostosa e outro no seu cuzinho guloso. Todos fodendo vocĂȘ. Adora isso, hm? Me diz o quanto vocĂȘ quer, Harry, e eu vou te dar."
"Oh, Louis!" Gemeu rebolando no cacete no namorado "Eu quero muito! Por favor. Eu ficaria tĂŁo satisfeita, deixando vocĂȘs me comerem bem gostoso, eu amo isso, amor. Seu pau me come tĂŁo bem, no final Ă© sĂł vocĂȘ que mete em mim bem gostosinho, Lou. Eu amo seu pau"
Styles confessava e aquilo tornava Louis frenético em seus movimentos. A cama fazia tanto barulho que talvez eles precisassem trocar em breve.
Tomlinson gozou forte dentro da garota, a prendendo ali enquanto sentia seu gozo preencher o buraco apertado. Beijou o pescoço que tanto gostava e se afastou quando terminou de gozar, guiando a glande pra dentro da bucetinha quente e judiada, apenas pra manter seu pau ali dentro. Era assim que gostavam de dormir todas as noites, Harry servindo de grutinha pro pau do namorado.
"Eu te amo, Tomlinson" a voz sonolenta de Harry falou por fim, antes de adormecer
"VocĂȘ Ă© tudo pra mim, Harry. Eu te amo" Louis falou satisfeito, nĂŁo tardando pra se entregar ao sono tambĂ©m.
you're my best friend
by louie1989
âO corpo adormecido de Harry ainda estava bem pressionado contra o meu, a sua nĂĄdega macia contra o meu pau meio duro. NĂŁo era a primeira vez que algo assim acontecia. Dividimos camas muitas vezes, e praticamente em todas elas acordamos na manhĂŁ seguinte em alguma posição constrangedora. Teve uma vez que Harry estava com a bochecha contra as minhas bolas, e eu nem ao menos sei como ele foi parar lĂĄ enquanto dormĂamos. Mas apenas dessa vez fiquei realmente tentado fazer algo.â
Words: 1694, Chapters: 1/1, Language: PortuguĂȘs brasileiro
Fandoms: One Direction (Band)
Rating: Explicit
Warnings: Creator Chose Not To Use Archive Warnings
Categories: M/M
Characters: Louis Tomlinson, Harry Styles
Relationships: Harry Styles/Louis Tomlinson
Additional Tags: Boypussy, Somnophilia, Non-Consensual Somnophilia, Bottom Harry, Top Louis Tomlinson, Virgin Louis Tomlinson, Vaginal Sex, Belly Bulge
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MUITO BOM CARALHO -!/$-9-$-!-8-97/!-)/$-61)?-?-&_?\<\*_ÂŁ!_âam
Pqp, isso daqui -