Ă 1890, Harry Styles Ă© filha do dono de uma das maiores fazendas da Inglaterra. Louis Tomlinson Ă© o leiteiro da cidade. Harry nĂŁo deveria sentir tanto desejo estar em estar perto de Louis, muito menos deveria odiar tanto a proximidade de sua irmĂŁ gĂȘmea com ele.
Diferença de idade (17 e 19)
Na lenda de Ragnarök, o evento cataclĂsmico que marca o fim do mundo na mitologia nĂłrdica, Ă© dito que os sinos tocarĂŁo para alertar os deuses sobre a chegada iminente da batalha final. Os sinos sĂŁo mencionados como parte dos sinais que anunciam o inĂcio do conflito entre os deuses e as forças do caos.
Vinculado à percepção dos sons e as vibraçÔes sonoras, sinos também representam o critério da harmonia universal, simbolizando também o chamamento divino, e a comunicação entre o seu e a terra, além de seu contato com a vida subterrùnea.
Para os moradores de Colchester, o sino representava um novo dia. Cinco batidas no som de uma mĂșsica caseira vinham diretamente da igreja da cidade. O sol jĂĄ apresentava-se tĂŁo bem nas ruas serenas, livrando-se do frio escomunal do outono rigoroso. Era possĂvel ouvir as galinhas cacarejando, os bois sendo alimentados e os cavalos jĂĄ correndo tĂŁo livremente fora de seus celeiros.
Entretanto, Harry nĂŁo deveria ouvir isso. Ela nĂŁo deveria estar ciente dos ventos das manhĂŁs, dos empregados andando pela casa e, muito menos, da ĂĄgua gĂ©lida que caĂa das torneiras antes das 7 horas da manhĂŁ. AliĂĄs, a regra era clara: os empregados usam a ĂĄgua gelada em seus banhos, enquanto seus patrĂ”es usam a ĂĄgua quente para um banho confortĂĄvel. Era comum, na verdade, jĂĄ que apenas as grandes fazendas, a alta sociedade e os donos de grandes dotes possuĂam ĂĄgua quente em suas residĂȘncias.
A ponta dos dedos nĂŁo conseguiam evitar o ranger da madeira a cada passo da garota. SaĂa de seu banho em silĂȘncio, mesmo que seus dentes se chocassem um contra os outros por conta do frio. Enrolada em um robe grosso vindo do Oriente, ela buscava nĂŁo molhar o chĂŁo que escorregava por baixo de seus pĂ©s molhados, falhando ao que os cachos pingavam gotĂculas grossas. Tudo o que a cacheada precisava era de, no mĂnimo, uma frecha de luz. Todavia, nem sua lĂąmpada poderia ser acesa, muito menos as cortinas serem abertas.
Uma moça como Harry deveria estar dormindo a essa hora, era simples. Ela estara entrando na vida adulta com seus 17 anos, logo casaria-se e cuidaria de seus filhos, sendo assim, necessĂĄrio que dormisse por, pelo menos, 8 horas diĂĄrias. Sua mĂŁe a mataria se visse que, durante o Ășltimo mĂȘs, ela acordara duas horas antes do que o esperado para ver de sua janela um ordinĂĄrio empregado.
De fato, aquilo estava acabando com sua vida. O pĂł-de-arroz era seu melhor amigo indispensĂĄvel para cobrir as marcas escuras e as bolsas inchadas abaixo de seus olhos. O chĂĄ estava sendo substituĂdo por doses escondidas de cafĂ©, e seu professor jĂĄ nĂŁo suportava mais a falta de atenção nas aulas.
Mas a parte crucial, ninguém jamais entenderia.
Louis William Tomlinson era conhecido na cidade. E, apesar dos desejos de Harry para que fosse conhecido como seu namorado, ele era apenas um galĂŁ entre as meninas de todas as classes, mas um sonho possĂvel somente para as moças pobres.
Apesar dos olhos azuis encantadores, de suas roupas bem lavadas, do sorriso sempre grande e albescente, sua linhagem não era tão agradåvel para os pais das moças que o queriam.
Ser vista com o leiteiro da cidade seria uma elevação com os adolescentes e uma queda de reputação social ao mesmo tempo. AlĂ©m do mais, com uma famĂlia de seis irmĂŁos, morando no cortiço de cidade, misturando-se com o gueto e trabalhando para os grandes senhores de fazendas, sua reputação nĂŁo poderia nem ao menos ser comprada, jĂĄ que o faltava dinheiro atĂ© para sobreviver.
Harry nĂŁo planejava ser vista com ele, mas isso nĂŁo a impedia de ficar em sua janela vendo o dia amanhecer, enquanto de longe conseguia seguir os movimentos de Louis com os olhos verdes curiosos.
O trabalho do homem era apenas esperar que os leites estivessem engarrafados, sair para fazer suas entregas e voltar atĂ© que todas estivessem concluĂdas. Mas absolutamente tudo ficava melhor quando ele decidia ajudar os fazendeiros.
Mesmo com a temperatura baixa, Louis retirava sua camisa branca para nĂŁo sujar, sentava-se no banco de madeira e retirava o leite das vacas que caiam diretamente no grande balde. Os mĂșsculos de seus braços contraĂam, enquanto suspiros eram arrancados de Harry. Ela sentia-se esquentar sempre que a mĂŁo grossa e as veias saltadas se arrastavam pela testa com rastros do suor quente.
Quando chegava na escola contando para as meninas sua visão tão privilegiada, elas a odiavam mais, enquanto outras se juntavam para o chå da tarde apenas para ouvir mais detalhes, na esperança de que Louis aparecesse sempre.
Uma vez, quando Louis estara trabalhando nos celeiros e entrou completamente acabado do dia de trabalhado dentro da casa, uma das amigas de Harry pediu pateticamente para lamber seu suor.
Tomlinson apenas sorriu de lado enquanto soltava uma risada constrangida. Querendo ou não, ele sabia bem que todas as meninas queriam um pedaço de si. Todas elas tinham um boato para inventar, mas todas sabiam que Louis nunca havia ficado com alguém da cidade. Aquilo intrigava Harry, mais do que deveria.
Apesar do poder das histórias de Harry sob as outras garotas de sua idade, havia alguém que a fazia querer gritar por horas sem parar.
Harriet Styles era o empecilho de sua vida.
Nascida apenas dois minutos antes da cacheada, sua gĂȘmea era tudo o que ela nĂŁo era. Com os mesmos traços, o corpo igualmente esculpido, o cabelo um pouco mais do que o de Harry, ela era encantadora. E, para piorar, vivia na cola de Louis.
Louis a adorava, Harry a odiava.
Hå cerca de um ano, Louis e Harriet começaram a se ver na fazenda. Então, tentando se vingar de sua irmã, Harry perdeu sua virgindade com o noivo dela, na cama dela.
Aquilo gerou brigas infinitas, dedos em seus rostos, gritos escandalosos, lĂĄgrimas raivosas. Mas tudo o que Harriet disse no final fora:
"Ainda bem que eu me livrei dele. Obrigada por todo o trabalho, irmĂŁzinha."
Desse dia em diante, os encontros aumentaram. O pior de tudo era: Harry não fazia ideia do que tanto eles faziam juntos. E caso descobrisse, prometeu que deixaria sua irmã careca. Então, ela jamais seria uma dama boa o suficiente para casar com alguém.
Quando os olhos dispersos perderam Louis de vista e o sino anunciou 6 da manhĂŁ, Harry saiu da janela, voltando a fechar a cortina pesada.
Jogou-se em sua cama macia, abrindo o robe e respirando fundo. As mãos subiram por seus seios gordinhos, massagendo os mamilos. Com calma, tocou sua barriga, acariciou o começo de sua virilha e se frustrou. Suas mãos jamais seriam as mãos de Louis. Elas eram, aparentemente, tão boas, tão firmes, tão grossas. As suas eram sem graças, sem fundamento.
Quando estara prestes a tentar outra vez, acariciando o clitĂłris macio, sua porta fora aberta com prontidĂŁo, fazendo-a pular e se cobrir com o pano ainda pendente em seu corpo.
â Deus, Harry. Eu nĂŁo acredito no que quase vi. â Era Harriet. Ela acendeu a luz do quarto, vendo a irmĂŁ tĂŁo corada e encolhida na cama.
â VocĂȘ quer me matar? Eu pensei que era a mamĂŁe. â Quase gritou, amarrando o robe novamente em seu corpo. NĂŁo falaria em voz alta, mas a sensação de ser pega a fez se molhar no mesmo instante.
â Papai e mamĂŁe saĂram de madrugada, farĂŁo uma viagens de longos dias atĂ© a França. Eles avisaram. â A mais velha disse, aproximado-se da irmĂŁ e deixando um beijo em sua bochecha.
Os olhos de Harry brilharam. Seus pais nĂŁo estariam no paĂs. Estariam tĂŁo distantes como nĂŁo ficavam hĂĄ tanto tempo. Sentia-se nas nuvens, com o coração acelerado e seu sorriso grande nos lĂĄbios. Afastou-se instantaneamente de Harriet.
â Eu preciso me arrumar para ir Ă escola. â Correu atĂ© o guarda-roupa. â Saia do meu quarto, Harriet.
â Isso nĂŁo significa que vocĂȘ vai dar para o Louis, irmĂŁ. â Andou atĂ© a cama da irmĂŁ, sentando-se na mesma enquanto a observava, Harry se livrando do robe e procurando peças de roupa.
â Cala a boca. â Bufou.
â Ă Ăłbvio que todos os homens da cidade jĂĄ tiveram vocĂȘ. â Riu, analisando o corpo da outra. â Louis nĂŁo vai querer uma prostituta. Por isso, se alguma de nĂłs duas tĂȘm a oportunidade, sou eu.
Harry estava se vestindo, nĂŁo dando ouvidos a outra. No final, Louis jamais resistiria a ela â pelo menos era o que esperava.
A camisola jå estara vestida por baixo, sendo posto os espartilhos em sua cintura. Enquanto a maioria das mulheres reclamavam da peça de roupa, tudo o que Harry podia fazer era agradecer. Sentia-se uma verdadeira prostituta quando o usava sem a camisola por baixo, tendo os seios ainda mais fartos e seu corpo perfeitamente modelado.
â Vamos, Harriet, puxe pra mim. Aperte o quanto conseguir. â Virou-se de costas para a irmĂŁ, sentindo quando começou a entrelaçar o espartilho e puxar. Sua respiração se prendeu nos pulmĂ”es por breves segundos, antes que seu corpo se acostumasse com a ideia apertada.
Seu corpo parecia tĂŁo bonito, tĂŁo desejado por si mesma. Olhava-se no espelho encantada ao que sentiu um beijinho da irmĂŁ em seu ombro, terminando de amarrar a roupa. Ela estara prestes a deixar mais um selar quando, sem paciĂȘncia, Harry a empurrou.
O vestido azul deslizou-se por seu corpo. Ele apertava seu torso, descia apertada até sua cintura e caia mais naturalmente sobre os quadris, ganhando volume. As mangas eram longas, mas não bufantes, dando a vez para que o pequeno casaco azul e dourado que alcançava o meio de sua silhueta fosse vestido. E, apesar de comportado, o decote expunha o volume de seus seios que o espartilho proporcionava.
â O que vocĂȘ ainda estĂĄ fazendo aqui? VĂĄ se arrumar. â A irmĂŁ se deu por vencido, saindo do quarto sem dizer mais nada.
A roupa fora finalizada com suas botas com saltinho, seu chapĂ©u com fitas que cobriram o coque e suas luvas de renda branca.Â
No entanto, quando desceu as escadas para tomar seu café, descobriu por Harriet que Louis não estava mais lå. Nem mesmo acordando mais cedo ela conseguia o encontrar.
O humor ruim de Harry era tĂŁo evidente.
Na pequena escola de tijolos, concentrada no topo de uma pequena montanha, ocorria tudo consideravelmente bem. Apesar da expressão emburrada, dos låbios em um biquinho chateado e seus xingamentos à Rose, que buscava balançar o leque na velocidade perfeita, seu dia não estava sendo tão entendiante.
à claro, Sr. Frederic ensinando matemåtica em um dia de sexta-feira não era agradåvel a ninguém. Todos ansiavam para o término da aula, ansiavam por suas casas antes das uma da tarde. As barrigas revirando de fome, seus olhos revirando em tédio, seus låbios tremendo a cada bufar. Nem mesmo o professor parecia raciocinar.
Mas o almejo de Harry sob aquelas circunstĂąncias eram bem diferentes. Charles Lowell havia a chamado antes do sino da primeira aula tocar. O diĂĄlogo entre os dois foi breve, diferente do apertar em seu seio esquerdo que a fez gemer baixinho, com os olhos inocentes na direção das pupilas negras, enquanto seus dedos pressionavam a roupa perfeitamente passada do garoto, segurando-se em seu bĂceps.
Ele a questionou de forma ofensiva, em busca do preço que cobraria para ter sua boca chupando a bucetinha da cacheada.
No entanto, ao invés de sentir-se ofendida, ela esfregou-se mais na mão alheia, sentindo o biquinho enrijecido de seu seio contra os dedos macios, mesmo com a roupa grossa. Um sorriso escroto, misturado com libidinosidade, surgiu nos låbios vermelhos, fazendo Charles ficar ainda mais encantado.
"Nos acertamos no final da aula, querido. NĂŁo se deve falar com uma dama dessa forma. Seus pais nĂŁo o ensinaram algo extremamente bĂĄsico?"
E, deixando-o para trås, ela saiu. Seus quadris largos balançavam em sua direção, soltando uma risadinha ao chegar perto das amigas, disfarçando todo o acontecimento anterior. Sendo, seu maior problema, sua apreciação por ser vista como uma prostituta de bordéis baratos.
A sensação de sentar-se a mesa com seus pais para o jantar, vestindo vestidos comportados, luvas novas, penteados com laços grandes, tendo sido, anteriormente, fodida em algum beco, era incrĂvel.
Seus pais permaneciam pensando que Harry era a filha pura, enquanto ela permanecia com seu sorriso inocente sem contestar nenhum dos elogios.
Quando, naquele dia, o sino de lata fora balançado pelo professor, ecoando um alto som dentro da sala, todos saĂram com rapidez, mas elegĂąncia. Sumiam na paisagem esverdeada, marcando chĂĄs da tarde para o sĂĄbado, passeios atĂ© a igreja no domingo e festas do pijama.
Harriet nĂŁo havia aparecido, muito menos se arrumado para ir Ă escola. O que deixara Harry incomodada. Se a irmĂŁ nĂŁo estivesse na escola, poderia estar com o que era seu.
Sentiu-se tola ao recusar o convite de Victoria para irem até a fazenda de Harry em sua carruagem. Queria chegar råpido, mas ao mesmo tempo queria aliviar aquilo que Louis fizera com seu corpo.
â Charles, precisamos ser rĂĄpidos. O Senhor Frederic fica por mais uma hora dentro da sala revisando os materiais. â O puxava para a lateral da pequena escola, dividida em apenas duas salas de aula.
â VocĂȘ nĂŁo tem com o que se preocupar, princesa. â Aproximou-se para beija-la, sendo afastado.
â NĂŁo. Sem beijos. VocĂȘ disse que queria me chupar. Isso vai custar um espartilho de couro. JĂĄ que visita a cidade todos os fins de semana, nĂŁo serĂĄ problema para vocĂȘ. â Sorriu, encostando-se na parece. NĂŁo era o lugar ideal, mas servia.
Seus sapatos brancos sujavam na grama Ășmida, assim como a ponta do vestido longo. A cada mĂnimo movimento a expressĂŁo apavorante de Harry ficava pior. Pelo menos nĂŁo teria que fazer muito esforço, diferente de Charles.
Apesar da falta de beijos em sua boca, os låbios carnudos de Lowell umideciam seu pescoço frio, beijando-o adoradamente, como uma peça de porcela. As mãos grandes massageavam seus seios, fazendo sua cabeça pensar apenas em Louis.
Se fosse Tomlinson ali, deixaria-o engravida-la apenas para o alimentar dos leites de seus peitos. Permitiria que a boca chupasse cada gota, que ele se satifazesse apenas com o gosto doce dos mamilos vermelhos e do leitinho quente.
â Ajoelha, Charles. â Bateu em seus ombros. A xotinha pulsava de tesĂŁo sĂł com o pensamento, molhando entre suas pernas, jĂĄ que a calcinha era ausente naquele dia.
Harry poderia ser bem agressiva durante o sexo, apesar da intimidade delicada e do corpo esbelto que parecia jamais ter sido tocado. Ela amava ser controlada, apanhar em seu rosto ao que se contraia em um pau grosso, ou ser proibida de gozar, mas amava tambĂ©m ter o domĂnio de cavalgar forte, cuspir de forma humilhante no rosto do seu parceiro se nĂŁo estiver saindo da forma que deseja e o ensinar como uma vagabunda merece ser tratada.
Afinal, aproveitava de um pouco dos dois mundos, tirando a inocĂȘncia de virgens dentro de banheiros e sendo arrombada atrĂĄs de paredes de tijolos.
â Deus, Harry. Que bucetinha linda. â Ela sabia. Elogios como esse eram comuns.
O garoto estara ajoelhado na grama, enquanto Harry levantava seu vestido. Apreciando a intimidade molhadinha, ele sentia a ponta do salto da mulher por seu corpo, até que a coxa estivesse se apoiando no ombro alheio. Ela se abriu mais, sentindo-se tão exposta. Um sorriso cafajeste estara presente nos låbios molhados, as covinhas afundando nas bochechas, e Charles passando a se afundar entre suas pernas.
Soava meio inexperiente a atacar com tanta fome, tentando penetrar sua lĂngua e apanhando no rosto sempre que se afastava. Ela rebolava em seu rosto, esfregando-se naquele rosto bonito, querendo seu gosto por ele todo.
â Isso, isso! â Gemia baixo. Seu chapĂ©u jĂĄ estara desvencilhando de sua cabeça, o penteado sendo desfeito sempre que nĂŁo resistia a tombar-se para trĂĄs. Sua mĂŁo era bruta nos fios castanhos, forçando-o a pronto de o deixar sem ar.
O relinchar de um cavalo podia ser ouvido. Alguém, provavelmente, havia parado ao pé do morro.
â H, temos que ir. â Lowell parecia acabado. As bochechas coradas, os lĂĄbios e queixo sujos, o cabelo cacheado bagunçado.
â Temos, Charles? â Apesar da dificuldade para agarrar seu vestido com apenas um braço, ela o fez. Desatou a luva de sua outra mĂŁo e brincou com seu grelinho, passando a pontinha da unha para arranhar e seu dĂgito para massagear a dor.
Olhava tĂŁo profundamente naqueles olhos, sendo perseguida por um turbilhĂŁo de sentimentos. Um deles era a frustração de confiar em homens virgens. Eles tinham tanta confiança em si, mas tĂŁo pouca nela. Harry jĂĄ havia se livrado que inĂșmeras situaçÔes apenas com o rostinho bonito e os cĂlios grandes fazendo sua parte de piscadela chorosas.
â Se vocĂȘ nĂŁo voltar com essa boca agora, eu vou entrar dentro daquela sala, dar tĂŁo gostoso para o professor Frederic, e fazer todos os dias vocĂȘ ter a consciĂȘncia de que jamais me tocarĂĄ outra vez. â Estalou um tapa em sua bucetinha, gemendo alto. O melzinho em seus dedos foi saboreado por sua prĂłpria boca, enlouquecida no prĂłprio gosto.
E, como sabia, a ameaça disfarçada de chantagem, funcionou.
Submersa nas emoçÔes, atraia Louis com seu pensamento. AtĂ© que pensou estar delirando. Ele era um ĂȘxtase extremo para seu cĂ©rebro, e uma adrenalina para seu corpo. E de todas as vezes que se tocou pensando nos olhos azuis, jamais tivera algo tĂŁo realista em sua frente. Jamais se tocou para ele.
Louis estava ali, de costas para os dois. Recolhia as garrafas de vidro que seriam repostas na segunda-feira. TĂŁo disperso, distraĂdo e concentrado em suas atividades. Parecia tĂŁo diferente do que estara pela manhĂŁ. Seus cabelos desgrenhados, mas molhados â denunciando que havia saĂdo do banho recentemente â, vestia calças desgastadas, uma blusa de botĂ”es, com os mesmos abertos, e suspensĂłrios soltos nas laterais de seu corpo.
A pele macia de sua barriga era tĂŁo atrativa, coberta em um caminho de pelos ralos atĂ© que sumisse dentro da calça de alfaiataria, tĂŁo bonito e pecaminoso, como a tatuagem desenhada em sua clavĂcula. Inconsequentemente, Harry gemeu mais alto, gozando na boca de Charles, enquanto suas mĂŁos apertavam fortemente seu vestido e o homem investia mais a lĂngua dentro de si. Seus olhos estavam conectados aos azuis agora, seus dentinhos de coelho afundados em seu lĂĄbio inferior e a expressĂŁo melosa de Harry, olhando em sua direção como se implorasse por ele.
Louis a observou por alguns segundos, dando seu costumeiro sorriso de lado e o negar leve com sua cabeça. Desceu os olhos para Charles e depois para o vestido bagunçado, dando as costas.
Harry sentia-se tão rejeitada. Jamais fora tão humilhada apenas com um olhar. Seus olhos marejaram, o coração apertou, afastando Lowell no mesmo segundo.
â Eu preciso ir. â Arrumou o vestido, vendo o homem jogado no chĂŁo.
â Nos falamos depois. â Saiu andando, voltando apenas para sussurrar. â E se vocĂȘ ousar contar isso pra alguĂ©m, eu digo que seu pinto Ă© tĂŁo pequeno que se parece com um clitĂłris. â Saiu marchando, ouvindo a risada atrĂĄs de si se tornando distante.
Correr nunca fora uma missĂŁo fĂĄcil para Harry, ainda mais quando os empecilhos contavam com seu salto afundando no solo macio, seu vestido embolando ao que dava as passadas apressadas e a insistĂȘncia dos cachos volumosos caĂrem por seus ombros, fazendo-a segurar o chapĂ©u azul bebĂȘ em sua cabeça.
Ela precisava de uma desculpa para encontrar Louis. Apesar de saber, lĂĄ no fundo, que Louis jamais se importaria realmente com os detalhes de sua vida. Talvez se importasse mais em saber qual era o cafĂ© da manhĂŁ de Harriet, do que saber quantos prĂȘmios a Styles mais nova pretendia ganhar.
Louis Tomlinson era terrĂvel. Mesmo nĂŁo fugindo de Harry, seus passos eram maiores, mais largos. Ela nĂŁo entendia. Os dois compartilhavam do mesmo tamanho, mas as pernas femininas eram ainda mais longas que as dele. Elas deveriam ser mais ĂĄgeis, contando com o fato de que Styles dispunha de uma professora particular de ioga, vinda diretamente da Ăndia.
â Louis! Espere! â O homem jĂĄ descia o morro, parecendo suspirar profundamente ao ouvir a voz. Aquilo fez com que Harry se encolhesse.
â Diga, senhorita. â Ainda que estivesse no meio na descida de barro, Louis voltou, subindo com a cesta de garrafas, carregada em um de seus braços. â Me parece com dificuldades para descer. â Ofereceu seu braço, tal que fora agarrado no meu segundo.
Harry jamais esteve tĂŁo perto de Louis, assim como jamais ouviu tanto de sua voz.
Ela soava tĂŁo calma, mesmo com o sotaque carregado do interior da Inglaterra. Era suave, rouca em certas palavras, mas macia. Se fosse tocavel, Harry imaginava que seria como deleitar-se em um campo de flores suaves e tenras.
Seu cheiro era tĂŁo bom, deixando notĂłrio o uso do sabĂŁo caseiro, tal como em suas roupas limpas. E mesmo com a imagem obviamente cansada e gasta, Louis ainda era o homem mais bonito que jĂĄ conheceu. Desde a barba rala recentemente crescida, ao seus bĂceps que a deixavam tĂŁo segura de que estara em boas mĂŁos.
â VocĂȘ estĂĄ indo atĂ© a fazenda? â Louis concordou, concentrado em ajudĂĄ-la, atĂ© que finalmente estivesse em chĂŁo plano. â Pode me levar? Eu nĂŁo tenho com quem ir. â Engoliu a seco. â E... Eu vim atrĂĄs de vocĂȘ tambĂ©m para pedir uma coisa.
â Eu nĂŁo vou contar ao seu pai, senhorita. NĂŁo Ă© da minha conta. â Ela sorriu pequeno. â Vamos, suba. Vou a levar em casa. â Estendeu sua mĂŁo, ajudando-a subir na parte de trĂĄs do carrinho conduzido pelo cavalo, sendo uma versĂŁo de entrega das carroças, sĂł que mais fĂĄcil de ser pilotada.
Styles não se propiciava a tal humilhação de ser vista andando de forma tão miseråvel. Mas Louis estava ali, fazendo um lindo barulho com seus låbios em forma de um biquinho, permitindo que o cavalo começasse a andar. Era encantador, mesmo que trågico.
Permitiu-se tirar o chapĂ©u que enfeitava sua cabeça, sentindo a aragem fresca em sua face. O caminho emanava paz, tornando o cintilar dos vidros e o cavalgar do cavalo os Ășnicos sons possĂveis de serem ouvidos durante toda a estrada.
Louis parecia ignorar sua presença, concentrado nas rĂ©deas e em assobiar alguma canção. Harry o olhava desolado, os fios cacheados contra sua face a tornando ainda mais dramĂĄtica. Era como se suplicasse por um oxigĂȘnio que se recusava a entrar em seus pulmĂ”es, deixando-a para morrer em uma constante injĂșria.
â O que tem feito, Louis? â Perguntou sorridente, o receio da rejeição atingindo suas linhas de expressĂŁo.
â O que eu faço quando vocĂȘ nĂŁo estĂĄ me observando?
As bochechas avermelhadas por conta do frio ganharam uma sensação tão quente de vergonha em sua derme. Louis sabia. Ele era um maldito homem com o ego inflado, não muito diferente de todos os outros que Harry jå conheceu..
â Eu nĂŁo o observo. â Falou rudemente.
â EntĂŁo por que estĂĄ sempre em sua janela ao amanhecer? â Ergueu a sobrancelha. Mas seu olhar era tĂŁo distante. Ele observava a tudo, menos ao que estara plantada ao seu lado.
â Ora, vendo o sol nascer. NĂŁo sou exibida com vocĂȘ, que fica tirando a camisa para moças inocentes. â O acusou, tocando com a pontinha do dedo o ombro alheio. Louis olhou para sua mĂŁo, rindo.
Ele amava rir, aquilo irritava Harry. NĂŁo pelo simples fato de ser feliz, mas pela risada que acompanhava o tom sarcĂĄstico.
â NĂŁo se preocupe com isso, quando tiro minha camisa, nĂŁo hĂĄ nenhuma moça que eu queira impressionar. â Seus lĂĄbios se ergueram em um sorriso. â AliĂĄs, seu pai me vĂȘ como um filho. EntĂŁo... SerĂamos como irmĂŁos, nĂŁo acha? â Questionou retoricamente de forma tĂŁo calma.
Aquilo era muito para Harry.
â Ah, acho que uma de suas luvas se perdeu.
Era muito até para Harry. O seu carma tinha nome e sobrenome. O seu carma era o maldito Louis Tomlinson. Ele nem havia a tocado, mas jå a oprimia como uma onça poderia fazer com um gatinho.
Os braços da cacheada se cruzaram em uma total birra, enquanto tentava inutilmente esconder sua mão sem a luva. Assim como Louis a ignorava, ela também o fazia. A diferença era que, ao invés de deixå-lo vencer, ela apertava os braços abaixo de seus seios, deixando-os ainda mais expostos para o outro. Sabendo bem que, uma hora ou outra, ele não se contentaria em apenas sentir a provocação.
O amor tem sido um tema essencial nas narrativas humanas ao longo da histĂłria. Embora os contos erĂłticos possam se deleitar na expressĂŁo da sexualidade e eroticismo, eles nĂŁo sĂŁo desprovidos de amor.
São deixados em livros, contos, cartas e em vårias tradiçÔes literårias, incluindo a mitologia grega e romana, que o amor é retratado de diferentes formas, desde relacionamentos romùnticos, casos de desejo e paixão.
Afinal, como citava PlatĂŁo em uma de suas obras mais famosas, todos estĂŁo destinados a essa busca constante e incansĂĄvel por sua outra metade a fim de se restabelecer o original e primitivo âtodoâ. NĂŁo apenas sobre o sexual, mas incluindo-o em sua busca.
A manhã de såbado se estabelecia. O galo jå havia cantado, os empregados jå haviam posto e retirado a mesa de café, entrando na preparação do almoço. Entretanto, Harry permanecia em seu quarto.
Durante toda a madrugada, observando o céu de sua janela, pensando na imensidão do universo e questionando o våcuo que surgia em sua cabeça sempre que estara perto de Louis, tomou-se a conclusão de que, de alguma forma, talvez o desejo incansåvel pelo rapaz estivesse aflorando.
Harry e Louis não eram Piramo e Tisbe do século XIX, mas Harry ansiava por um final de história melhor.
Contanto que nĂŁo acabasse mortos para inspirarem um novo conto de Romeu e Julieta, ela sentia-se em vantagem. De qualquer forma, Romeu amava Julieta, assim como PĂramo amava Tisbe, diferente de Louis, que ao menos gostava de Harry.
A não ser como sua irmãzinha postiça, é claro. Soava sempre mais patético sempre que pensava sobre isso.
Fora perto do amanhecer que Harry se sentou em sua escrivaninha. A cadeira de madeira nĂŁo era confortĂĄvel, mas nem mesmo sua cama parecia aconchegante naquele instante. Tudo parecia tĂŁo confuso ao que se misturava com o calor de seu corpo e a corrente fria de ar adentrando a janela aberta.
Se pudesse listar um novo dicionårio, adicionaria uma nova sensação: a sensação de Louis Tomlinson. Apelidaria de Louie para simplificar a palavra, sendo descrita como a sensação que parte do aconchego de olhos ternos, misturado com a confusão de um amor e envolvido em um tesão absurdo.
Daquele dia em diante, Harry decidiu que sĂł se relacionaria com outros homens ou atĂ© mesmo mulheres, apĂłs descobrir o que sentia verdadeiramente por Louis. Caso fizesse com outra pessoa, uma parte de si estaria traindo-o â mesmo que ele nĂŁo fosse seu.
Seus dedos estavam cansados, escrevia sem parar em diversos papéis, o tinteiro jå chegando ao fim quando decidiu que seria aquela carta.
Escrevia uma carta à Louis. Não declarando seu amor, mas declarando seus desejos. Era vesgonhoso citar a forma que desejava suas mãos, ou confessar seus sonhos mais molhados. Apesar das palavras eróticas e da forma poética que as usava, torcia para que, depois de sua morte, ninguém a publicasse como uma lembrança.
Dobrou a carta, deixou um beijinho marcado de batom vermelho e usou o sinete para lacrar o papel, a marcação vermelha contendo um H em sua formação.
Quando terminou, levantando-se, o sino bateu nove vezes. Suas costas doĂam, mas seu coração acelerado e ansioso fazia o suficiente para que a dor fosse esquecida e substituĂda.
Ela permitiu-se tomar um banho longo, escovar os dentes com um sorriso em seus låbios, pentear os fios até que estivessem repartidos no meio e enrolando em pequenos cachos conforme secavam.
Era såbado, sem seus pais e com poucos empregados na casa. Um dia preguiçoso que pedia por uma camisola de cetim. Havia sido presenteada em troca de um boquete no banheiro da igreja. Vestia-a muito bem, com a cor rosinha constatando tão bem em sua pele.
Calçou suas sandĂĄlias brancas, passou o batom vermelho e borrifou seu perfume francĂȘs. A carta estara em sua mĂŁo, tal como seu coração. Vivia em um impasse, mas decidindo rapidamente que seguiria em frente com a decisĂŁo.
O sol resplandecia ao lado de fora. A fazenda aparentava estar vazia, mas nĂŁo em total silĂȘncio. Era perceptĂvel os cavalos correndo e uma risada ecoando, fazendo-a correr para perto do grande campo livre onde os cavalos costumavam treinar para as competiçÔes de equitação.
Eles valiam milhares de libras, vivendo até mesmo melhores que Harry. O que significava que apenas pessoas permitidas podiam cuidar ou cavalgar neles. Harriet não era uma, Harry tinha certeza, apesar da risada soar tão parecida com a dela.
Suas dĂșvidas foram sanadas ao que, de longe, um Louis sem camisa e uma Harriet de roupas Ăntimas, foram vistos. Harry ferveu de Ăłdio, porque deveria ser ela ali. Ela deveria ter Louis atrĂĄs de seu corpo, rindo enquanto guiava o cavalo. Ela deveria estar encostada em seu peito Ășmido. Ela deveria rir de suas piadas e beija-lo escondido.
Uma lågrima raivosa escapou, secando-a tão råpido como a velocidade que os dois se aproximavam. Até que estavam bem em sua frente.
â O que vocĂȘ acha que estĂĄ fazendo, Harriet? â Gritou com a irmĂŁ, vendo-a descer do cavalo com suas roupas molhadas.
â Bom dia para vocĂȘ! â Sorriu cĂnica. â Eu e Louis fomos nadar no lago. Aquele que Ăamos quando nossos primos estavam aqui.
Louis havia ido atĂ© o celeiro guardar o cavalo. Voltava bagunçando seus fios castanhos, sem se preocupar muito com o que acontecia entre as irmĂŁs. Os pĂ©s descalços e a calça de algodĂŁo preta estavam molhados e, mesmo que tentasse nĂŁo olhar, o peitoral escorria gotĂculas grossas.
â Bom dia, Harry. â A voz aveludada o cumprimentou com um sorriso grande.
â VĂĄ para o inferno vocĂȘ tambĂ©m. â Falou irritada, voltando a olhar para Harriet. â Entra para dentro de casa e vai colocar uma roupa. Agora.
â VocĂȘ normalmente Ă© menos careta, sabia? â Pediu a ajuda de Louis para pular a cerca, com ele vindo logo atrĂĄs. â Se tivesse saĂdo com os caras que costuma sair, nĂŁo estaria de tanto mau humor hoje.
Harry respirou fundo, prestes a estapear aquele rosto e fazĂȘ-la entrar a força dentro de casa. Todavia, nĂŁo perderia o controle.
ApĂłs ser convencida por Harriet, os trĂȘs seguiam atĂ© o coreto da fazenda. Quando eram menores, costumavam fazer piquiniques ali. Ela parecia nĂŁo ter perdido o costume, jĂĄ que havia uma cesta e um pano estendido no chĂŁo de pedra. Era como uma traição de ambas as partes.
â O que trouxe, Lou? â A mais velha perguntou, se sentando. Suas pernas estavam abertas como um banquete para Louis, com seu corpo levemente jogado para trĂĄs, apoiada em suas mĂŁos.
â Peguei sanduĂches na cozinha... â Revirava a cesta. â Frutas, garrafas de leite e o que vocĂȘ mais gosta. â Sorriu para ela, deixando Harry em pĂ© como uma vela ambulante. â Tequila!
â Deus, vocĂȘ me conhece mesmo.
Ele sorriu convencido. Harry chutaria sua irmĂŁ se Louis nĂŁo estivesse ali. Depois, o entregaria a carta que, agora, estĂĄ presa em sua calcinha.
â Senta aĂ, H. â A outra falou, fazendo-a apenas assentir e se sentar entre os dois. Era algo tĂŁo desconfortĂĄvel.
â Tequila, Harry? â Era Louis perguntando, fazendo-a apenas assentir e ajeitar a camisola em seu corpo. Sentia-se virando uma velha conservadora.
Tomlinson derramou um pouco da bebida dentro da garrafa de leite, sacudindo para que misturasse. Deu um longo gole, passando para Harriet, que fez o mesmo. Harry pegou ao ser oferecido, cheirando a mistura e levando até os låbios, sentindo aqueles olhos em si.
Com goladas hesitantes, o leite branquinho escorria pelo canto de seus lĂĄbios de forma imperceptĂvel para ela. Sentindo apenas quando as gotĂculas caminhavam por sua clavĂcula, atĂ© seus seios. Quando afastou a garrafa e deu ao homem, notou seus olhos vidrados, e Harriet mais perto de seu corpo.
A mais velha tocou a barra da camisola, levantando-a de seu corpo e retirando quando Harry permitiu. A boca rosada correu em sua clavĂcula, chupando o leite derramado atĂ© seu queixo, fazendo-a se arrepiar.
Harry olhou para Louis, sorrindo ladino. Ele parecia ver o paraĂso com aquelas seios grandes expostos, os biquinhos duros e a pele se arrepiando. Os olhos verdes se fecharam com o beijo em seu pescoço, abrindo apenas para ter a visĂŁo maravilhosa do pau grosso delineado na calça do homem.
â VocĂȘ nĂŁo acha que ela estĂĄ suja de leite, Lou? â Harriet questionou, se afastando para derramar mais um pouco pelos seios da irmĂŁ. No entanto, a Ășnica coisa que fez, fora beijar seus ombros e acariciar sua bochecha, deixando lambidinhas no canto de seus lĂĄbios.
â Vem me limpar, gatinho. â Harry falou extasiada, observando como era fofo a forma envergonhada que Louis se aproximava, lambendo as gotas na barriga branquinha e subindo atĂ© seu seio. A garota praticamente o esfregou em seu rosto, segurando nos fios lisos e passando o biquinho por seus lĂĄbios, atĂ© que ele estivesse mamando.
â Se ele mama tĂŁo bem assim no seu peito, imagina o que farĂĄ quando vocĂȘ o ensinar a mamar sua bucetinha, irmĂŁ. â Harriet sussurrou como diabo em seu ouvido, descendo os olhos pelo corpo da mais nova e puxando a carta que encontrou presa em sua calcinha.
Harry estava prestes a contestar, mas o leite sendo lambido em seu torso a fez se calar. Sua calcinha estara encharcada, aproveitando a excitação do momento com aquela boca chupando seu peitinho, enquanto apertava o outro, brincando com o biquinho.
Louis nĂŁo era o mais experiente nisso, ficou Ăłbvio para as duas. Mas sĂł o fato de ser ele, e o detalhe que ela ensinaria do jeito que gosta, era maravilhoso. Praticamente um sonho.
â "Em meus devaneios mais desvairados, vejo-nos envoltos em lençóis de seda, unidos num abraço apaixonado, onde nossos corpos se fundem em um frenesi de desejo. Imagino suas mĂŁos firmes explorando os lugares mais Ăntimos, despertando sensaçÔes indizĂveis em meu ser. Ah, como anseio sentir seu pau pulsante, profanando a fronteira entre o prazer e a loucura." â Harriet recitava um trecho da carta, apoiada em suas panturrilhas, sentada ao lado dos dois. â Deus, Louis. Ela diz que quer sentar em seu rosto enquanto se fode em sua lĂngua e se esfrega em seu nariz.
â P-para, Harriet! â Mandava, inebriada pelos estĂmulos em seus seios. Louis mamava faminto, segurando em sua cintura enquanto trazia o corpo mais para si. â A minha xotinha tĂĄ pulsando... Eu vou, merda... â Gemia desesperada, a cabeça tombada para trĂĄs ao que recebia as mordidas superficiais nos mamilos.
â Ele nĂŁo vai tocar vocĂȘ, H. â Acariciou a barriga da irmĂŁ, deixando leves carĂcias. â Louis nunca tocou em uma, por que vocĂȘ seria especial? â Riu, negando com a cabeça. Louis parecia ter sentido raiva daquilo, jĂĄ que maltratou mais os peitos, beliscando forte com seus dedos e deixando o outro bem molhado de sua saliva. â VocĂȘ queria ser a primeira dele, nĂŁo Ă©? â Murmurou, fingindo tristeza.
â Harriet! Porra! â Gritou, seu braço enlaçando o pescoço de Louis enquanto sua outra mĂŁo descia atĂ© sua intimidade, tocando o clitĂłris por cima do pano fino da calcinha.
Ela se masturbava na mesma intensidade que seus peitos eram chupados. Seus olhos estavam fechados em total concentração, ouvindo o barulho molhado ao seu lado da irmã se tocando. Mas toda sua concentração estava na boca deliciosa não saindo de seus peitos gostosos e doloridos.
â Vem, H. â Louis surrussou contra seu pescoço, puxando Harry para cima de si, deixando-a sentar em sua coxa. Com seu indicador, afastou o pano encharcado da calcinha, concedendo o grelinho a se roçar em sua calça.
â Aperta meus peitinhos. â Mandou, pegando as mĂŁos e as colocando em seus peitos, vendo o sorriso nos lĂĄbios finos ao que ela ia para frente e para trĂĄs com seu quadril, gemendo alto.
Ele brincava com os peitinhos, notando a ausĂȘncia de Harriet ali. Todavia, sabia para onde ela deveria ter ido. Por isso, nĂŁo se importou em continuar, beijando a bochecha de Harry enquanto os movimentos diminuĂam, tornando-se mais lentos, mas mais intensos.
â Sabe, Louis. â Ela dizia baixo, sujando sua calça. â Eu jĂĄ dei pra tantos caras pensando em vocĂȘ. â Louis riu baixinho. â E se caso um dia eu tiver a oportunidade... â Ela sorriu, olhando em seus olhos e selando seus lĂĄbios. â eu vou deixar vocĂȘ chupar todo o meu gozo. VocĂȘ vai cuspir ele no meu cuzinho e vai me foder tĂŁo forte com a porra desse pau delicioso.
â Continua, princesa... â Pediu, sentindo o corpo tremer em sua perna.
â Eu nĂŁo sei, Louis! Eu quero fazer tantas coisas com vocĂȘ. Deixar vocĂȘ foder meus peitos, mas tambĂ©m quero que encha minha buceta de porra. â Sua boca se abriu em um gemido mudo. O corpo se contorceu em excitação enquanto ela liberava seu gozo na calça alheia, agarrando-se ao corpo.
â Seu linguajar se assemelha ao de uma puta, sabia?
Harry riu, sentando direito em seu colo enquanto o abraçava, contando algumas pintinhas em suas costas. Pela proximidade, conseguia sentir o caralho grosso abaixo de si, dando uma leve rebolada, mas sendo impedida de continuar.
â Talvez eu seja uma. VocĂȘ gosta de gozar em putinhas? â Sussurrou no pĂ© de seu ouvido, beijando seu pescoço e deixando a marca vermelha de batom.
â O que vocĂȘ quer que eu admita, Harry? â Perguntou, brincando com seus cachinhos.
â Que eu fui a primeira que gozou em vocĂȘ, pra vocĂȘ e com vocĂȘ. â Bufou. Era Ăłbvio. â E que vocĂȘ nĂŁo vai comer a Harriet.
Ela colocaria um limite de "VocĂȘ nĂŁo vai comer ninguĂ©m", mas soaria tĂŁo possessiva. Deixaria para mostrar esse seu lado em algum outro momento. Por ora, era apenas aquilo.
â VocĂȘ foi a primeira pessoa com quem eu jĂĄ tive toda essa proximidade, Harry. â Riu, envergonhado. Harry tentou sair do abraço para olhar em seu rosto, mas ele nĂŁo permitiu. â E eu nĂŁo farei nada com a sua irmĂŁ. Jamais fiz, na verdade. â Garantiu.
Harry sorriu com aquela vitĂłria. Era uma competição onde apenas ela jogava, mas jĂĄ era seu prĂȘmio no final.
Os dois ficaram por mais algum tempo ali, naquele abraço, naquele aconchego molhado. Harry beijava sua pele, Louis acariciava suas costas, tocando sua espinha dorsal com calma. Vez ou outra, Harry se esfregava como um gatinho, recebendo risadinhas de Louis.
â Me leve para o quarto. Eu estou cansada. â Bocejou fraquinho, enlaçando as pernas na cintura alheia e sentindo-o levantar.
Era ainda melhor do que nos seus sonhos. Porque Louis cuidava tĂŁo bem de seu corpo. Acariciava sua derme, beija-a molhado por seu corpo, sussurrava como seu cheiro era incrĂvel.
Ela nĂŁo poderia estar se sentindo melhor aquele dia, temendo que fosse um sonho, e que logo cairia de sua cama.
Presa naqueles pensamentos, não notou quando jå situava-se em seu quarto. Louis encostou a porta, deixando-a deitada em sua cama. Era convidativo chama-lo pata deitar ao seu lado, dormir agarrada ao corpo, acordar em algumas horas e continuar naqueles braços. Mas Louis parecia apressado para ir embora.
Deixou um beijo terno em sua testa, puxando a coberta para que ela se cobrisse. No entanto, fora impedido. Ela sorriu, tirando a calcinha de seu corpo e o oferecendo.
â Leva pra vocĂȘ. Eu ainda tenho muitas. â Mordiscou o lĂĄbio inferior, contendo um sorrisinho. Ele beijou o pano e guardou em seu bolso, finalmente a cobrindo.
E, infelizmente, ele se foi naquela manhĂŁ.
Domingos chuvosos se tornam uma perdição, acompanhados do vento frio perfeito para deitar em cobertas quentes e limpas.
O cheiro de chocolate quente apoderava-se dos cĂŽmodos da casa, um aroma adocicado e caseiro de uma cozinha quente. Biscoitos no forno e o creme sendo batido para acompanhar.
Harry e Harriet chegavam da igreja naquele domingo. Após uma missa longa, bençãos do padre da cidade, a falta de Louis e uma forte chuva que as encharcou, a Styles mais nova se recuperava. Sua recuperação não se fazia apenas por esses fatos, mas pela obstinada dor em seus seios, também.
Como uma dama, herdeira de riquezas e fazendas pelo paĂs, deveria trocar de roupa trĂȘs vezes ao dia, sem contar com a camisola do fim de noite. Todavia, era impossĂvel nessas circunstĂąncias. Todos seus vestidos eram muito apertados, e quaisquer panos eram muito incomodos ao que encostavam nos mamilos sensĂveis.
Ela odiava Louis por fazĂȘ-la sentir dor. E odiava-o ainda mais por nĂŁo dar as caras naquele domingo. Talvez, em sua presença, eles poderiam tomar chocolate quente enquanto ela o desenhava, trocando beijos quentes e toques secretos.
Mas seu final, durante todo aquele dia, fora trĂĄgico.
Em seu quarto, parada em frente ao espelho, ela desenhou-se. Dividia sua atenção em olhar o corpo parcialmente nu, coberto apenas por um roupão, em desenhar seus detalhes e beber da bebida quente acompanhada de biscoitos enquanto ouvia Harriet falar.
â Sabe, irmĂŁ... â Ela iniciava outro assunto, indo atĂ© o prato de biscoitos e pegando mais um. Vestia apenas sua camisola e meias rosas, tentando executar uma trança em seus cabelos.
â Sim? Diga. â A olhou sorridente, vendo o corpo descansar no chĂŁo, ao lado do seu, de bruços.
â VocĂȘ se lembra de ontem, nĂŁo Ă©? â Harry assentiu, traçando suas pernas na folha. â Eu a deixei com Louis para ir atrĂĄs de alguĂ©m. â A cacheada franziu seu cenho.
â Pensei que o seu "alguĂ©m" fosse Louis.
â NĂŁo, por Deus! â Riu. â Ele Ă© gostoso, mas eu sou fĂŁ de quem sabe pelo menos beijar. â Harry conteu uma gargalhada, nĂŁo querendo soar maldosa.
â Louis sabe chupar peitos. NĂŁo descarte esse dom! â Rolou os olhos.
E entĂŁo, a irmĂŁ contou sua histĂłria com a Senhorita Cross. Ela era um ou dois anos mais velha, cuidava da horta pessoal da fazenda. Havia sido contratada alguns meses atrĂĄs, em busca de qualquer emprego que a tirasse de casa. Senhor Styles, como um bom homem, a arranjou em minutos algum trabalho que nĂŁo fosse pesado, mas que pagasse bem.
Emily Cross ocupava a casa de visitas atrĂĄs da fazenda, dividindo com mais duas das empregadas que trabalhavam na casa. Os sumiços de Harriet foram explicados, apesar delas nĂŁo possuĂrem nada sĂ©rio.
De fato, sua irmã não era mais uma preocupação.
Agora, o Ășnico impasse nisso tudo era Louis.
Elas terminaram o dia deitadas na cama de Harry, escutando Harriet cantar e permitindo que o vento casto e frio adentrasse o quarto enquanto dividiam um cigarro de palha. As vantagens de seus pais em outro paĂs cresciam cada vez mais.
Segunda-feira destruĂa Harry. NĂŁo todas, mas aquela estava o tirando do sĂ©rio.
As garotas contaram sobre o final de semana, em um papo infinito. Os garotos se gabaram da aposta de equitação. Harry apenas se gabou de seu estresse com tanto falatório. E claro, ganhou seu espartilho de couro.
Durante o intervalo, conseguia pensar apenas em Louis enquanto tomava sua garrafa de leite. Victoria também parecia pensar nele, jå que comentou sobre a aparição do mesmo no pequeno comércio de sua mãe, naquela manhã.
Seus olhos quase reviraram ao ouvir sobre os olhos dele, sobre suas roupas e sobre o quão gentil ele era. Harry sabia disso tudo, não precisava de comentårios obscenos disfarçados de elogios.
Para piorar, Charles o chamou no final da aula, dizendo que precisava de uma vagabunda para chupar seu pau. Harry apenas o chutou nas bolas e saiu de sua frente impacientemente. Sua falta de vergonha na cara tinha um limite.
Ou não, jå que, no momento em que descia a colina, seus olhos brilharam em contentamento, correndo tão rapidamente até Louis.
Ele estava parado no pĂ© da colina, um sorriso no rosto e encostado em seu carrinho. Parecia tĂŁo belo, tĂŁo fodidamente seu â por mais que ele ainda nĂŁo soubesse disso.
â O que estĂĄ fazendo aqui? â O beijou em sua bochecha, dando pulinhos de alegria.
â Vim entregar uma carta que chegou para vocĂȘ. Seus pais a mandaram. Tem atĂ© um cartĂŁo postal! â Disse tĂŁo surpreso, como se fosse algo de outro mundo.
â Hey! Eu posso te dar um cartĂŁo postal. VocĂȘ gostaria de um? â E foi como se Harry tivesse o oferecido milhares de libras. Era algo tĂŁo genuĂno aquele brilho feliz nos olhos azuis.
â Eu adoraria um. Obrigado, Harry. â Agradeceu gentilmente, ao menos aparentando ser o cara que o ignorava tĂŁo facilmente.
Ă possĂvel que os acontecimentos de dias atrĂĄs fora essencial para aquela abertura entre os dois. A timidez de Louis poderia soar rude algumas vezes, mas era notĂĄvel que nĂŁo se passava de um medo. Medo de como agir, medo de falar errado, medo de estrapolar em suas conversas ou errar com quem tanto queria acertar.
Diferentemente de outros dias, Louis não parava de tagalerar. Eles conversaram durante todo o caminho. Harry o ajudou gentilmente a coletar as garrafas, mesmo sendo zombada por tropeçar algumas vezes em seu longo vestido lilås. O lado bom dos tropeços é que ganhava um selinho de recompensa.
Sua perspectiva estava no ponto de vista de Louis. Como ele era gentil com seus "clientes", como ganhava suas gorjetas que era colocadas em um saquinho de pano e como sempre segurava a ponta de sua boina cinza para cumprimentar as pessoas na rua.
Ao que pararam em uma fonte de ågua minada no meio da estrada, Louis prendeu o cavalo para que ele pudesse se hidratar. Ajudou Harry a saltar do carrinho e a levou para baixo de uma årvore, na intenção de se refrescarem um pouco.
â VocĂȘ deve estar fervendo com esse vestido. â Ele riu, se encostando no tronco e estocando o braço nos galhos.
â JĂĄ estou acostumada, falando a verdade. â Aproximou-se do corpo. â Mas posso ficar sem, Ă© sĂł me pedir. â Abraçou o corpo de Louis, olhando em seus olhos. â Ou mandar. Eu gosto quando mandam.
â Acho melhor irmos embora, Harry. â Sorriu torto. Styles sĂł desejava saber o que passava naquela mente.
â Desculpa. Eu nĂŁo queria falar nada de mais. â Respirou fundo. â Eu sĂł...
â EstĂĄ tudo bem. NĂŁo quero que se sinta mal, princesa. â Agarrou seu rosto com as mĂŁos, selando fracamente seus lĂĄbios.
Mas Harry mal conseguia sentir o gosto de seus lĂĄbios. Por isso, persistiu no selar, afundando seus lĂĄbios aos dele. Louis parecia inseguro, com seus dedos trĂȘmulos segurando o rostinho macio, trazendo-a mais para si de forma hesitante.
Ali, com o sol esquentando seus corpos, com o sol da pequena mina vazando e do respirar ansioso de Louis, eles se beijaram intensamente pela primeira vez.
Todos os detalhes estavam gravados na cabeça cacheada. Cada mĂnimo som, cada mĂnimo toque. A textura e o gosto da lĂngua de Louis contra a sua, os sorrisos bobos que escapavam dos dois, os sons molhados e um pouco desajeitados. AtĂ© mesmo a leve batida em seus dentes se tornou especial. NĂŁo fora dolorida, nĂŁo fora vergonhosa. Eram apenas os dois, aproveitando de suas bocas, provando uma parte tĂŁo Ăntima, tĂŁo pessoal. Beijos eram significativos, ainda mais quando a oportunidade vinha com alguĂ©m tĂŁo especial.
No decurso da semana, Harry e Louis continuaram com aquela rotina.
Ele se beijavam encostados em ĂĄrvores, andavam de cavalo por todo o pasto, deitavam no coreto e compartilhavam histĂłrias.
Harry descobriu muitas coisas sobre Louis. Sobre seu aniversårio de 20 anos que seria em dois meses, que ele amava ganhar os auto-desenhos de Harry, sua cor favorita era vermelho e seu pai havia morrido durante uma embarcação, onde limpava o fundo dos navios.
Foi por essa Ă©poca que começou a trabalhar na fazenda para sustentar sua famĂlia junto com sua mĂŁe. O que achou injusto por um tempo, jĂĄ que sua vontade era trabalhar nas grandes embarcaçÔes, como seu pai. Todavia, com a maturidade, entendeu que deveria ficar por perto.
Harry também compartilhou com ele segredos, assim como compartilhou cartÔes postais, com e sem o seu rosto.
â Essa foi uma viagem que fizemos atĂ© a Espanha. Eu lembro de comer tantos pĂŁes que minha mĂŁe tinha feito... â Sorriu boba, mostrando ao outro. Sentada em seu colo, usurfruia das lembranças do passado.
â Eu gostaria de ter uma fazenda na Espanha. Seria grande, com muitos cavalos e muitos filhos. â Acariciou o rosto bonito de Harry.
â E quem seria sua esposa? â Questionou, deixando os cartĂ”es postais de lado para enrolar os braços em seu pescoço e o beijar nos lĂĄbios.
â Tenho muitas opçÔes. Deixe-me pensar. â Harry olhou ofendido para ele, deixando um tapinha em seu rosto. â Eu estou brincando, princesa! Por Deus, nĂŁo seja tĂŁo agressiva.
â NĂŁo gosto de brincadeiras! â Emburrou o rosto. â Mas gosto da ideia de ser uma esposa. â Sorriu, puxando o lĂĄbio inferior de Louis, gemendo baixinho ao sentir as mĂŁos em sua bunda.
Louis costumava a deixar louca, mesmo que inconsequentemente. Suas mãos apertavam sua bunda, seu pau raspava em sua intimidade e seus låbios costumavam beijar os lugares certos de seu pescoço. Mas ele nunca sabia quando começava, assim como nunca sabia como parar, antes que Harry estivesse prestes a tirar suas roupas.
â Eu cozinharia para vocĂȘ, lavaria suas roupas, cuidaria dos nossos filhos, serviria vocĂȘ sempre que estivesse ocupado... â Selou seu maxilar, atĂ© o pĂ© de seu ouvido. â No fim da noite, quando eu estivesse bem cansada, vocĂȘ me comeria bem lento atĂ© que eu estivesse dormindo. â Gemeu com a ideia. â E eu deixaria vocĂȘ usar meu corpo da forma que quisesse. VocĂȘ me comeria, foderia minha boca, dormiria latejando dentro de mim. â Levou a mĂŁo de Louis atĂ© sua intimidade, por cima da calcinha. â Quando eu acordasse pela manhĂŁ, estaria com seu leitinho quentinho guardado.
Tomlinson parecia tenso, sua mĂŁo cobria toda a bucetinha, onde Harry rebolava.
Era insana a forma que Louis a viu se contorcer durante toda a semana, e mesmo assim nĂŁo a tocou de outras formas. Ela queria morrer, mas de tanto dar para ele.
â Ă muito cedo para nos casarmos, entĂŁo? â Ele perguntou rindo, podendo sentir a umidade em seus dedos.
â Eu posso considerar o pedido com o seu pau dentro de mim. â Murmurou excitada, gemendo com o aperto dos dedos em seu clitĂłris.
Louis tossiu de forma forçada, tirando sua mão da intimidade quente. Ela estava fervendo, literalmente. Harry afastou-se frustrada, mas não querendo demonstrar. Ela se sentou ao seu lado e se recompos, mesmo com a merda de uma ereção que marcava a calça de Louis.
â Eu nĂŁo entendo. â Ela falou apĂłs um silĂȘncio doloroso.
â Eu gosto dos seus peitos.
â Eu sei, Louis. Mas nĂŁo fala assim, Ă© brochante. â Passou a mĂŁo por se prĂłprio rosto. â Eu quero que vocĂȘ tenha prazer.
â E eu quero ter tambĂ©m. Mas vocĂȘ precisa se soltar mais. â Olhou para ele. â NĂŁo quero forçar vocĂȘ a nada. â Louis a olhou ternamente.
Sem pensar muito, tirou a blusa que usava. Ela sabia que ele amava seus peitos. Mas ela queria conseguir amar aquele pau, o que nĂŁo era difĂcil, mas jamais esteve tĂŁo perto de um Louis sem suas calças.
Se deitou na cama, observando Louis. Apertou seus seios, juntando um ao outro, cruzando as pernas quando começou a estimular eles.
â Tira sua calça. VocĂȘ vai aproveitar dos meus peitos. Eu quero que se aproveite de mim. â Falou seriamente. â Quero que vocĂȘ aprenda a me usar atĂ© que eu esteja implorando pra vocĂȘ nĂŁo me machucar mais. Entendeu?
Incerto, Tomlinson se livrava sua calça, assentindo para Harry sobre tudo. Não tinha muito o que fazer, apenas concordar. Ela o guiou até que estivesse com ele por cima de seu corpo, as duas pernas ao lado de sua barriga e sua mão apoiada na cabeceira.
â Eu nunca estive tĂŁo perto dessa pica, Deus...
â Harry! â Chamou sua atenção.
â Eu quero beijar essa divindade, Louis. NĂŁo fique com vergonha. Mas eu tĂŽ tĂŁo molhada. â Beijou a cabecinha rosada. â VocĂȘ vai foder meus peitos, eu vou deixar eles bem apertadinhos e vocĂȘ vai comer, entendeu?
â E vocĂȘ pode gozar onde quiser. SĂł, por favor, mete esse pau em mim de alguma forma que eu vou adorar. â Sorriu, espremendo os peitinhos quando ele encaixou o membro no meio deles, começando um vai e vem gostoso.
Louis ia fraco, com medo de machucar, mas aumentando a intensidade quando os lĂĄbios avermelhados contornavam a glande molhada.
Ele segurava na cabeceira, ofegante conforme Harry apertava mais e gemia, com as bolas pesadas batendo em sua pele e as veias grossas se arrastando em seus peitos. Harry se sentia suja por fazer aquilo com ele, mas estava amando ser apenas um brinquedinho para que ele pudesse se aliviar.
â VocĂȘ Ă© imunda, Harry. â Rosnou, fodendo tĂŁo forte que ficava cada vez mais avermelhada.
Em um impulso, uma de suas mĂŁos apertou as bochechas gordinhas, fazendo-a parar para que pudesse cuspir em seu rosto. O que sabia que a excitaria mais, a fez tremer conforme gozava forte em sua calcinha. Sua boquinha estava mais aberta, pedindo por mais daquele pau que comia seus peitos como se fodesse uma xotinha.
Quando Louis gozou, ela engoliu, até mesmo os rastros brancos deixados em seu peito.
Naquela noite, Harry jamais esteve tĂŁo satisfeita.
Harry pensou que tudo mudaria desde a noite em que sentiu o gosto de Louis.
Na verdade, a Ășnica coisa que mudou fora a forma como Harry nĂŁo gozava hĂĄ 1 mĂȘs.
Ela nĂŁo podia reclamar de como Louis era um bom quase-namorado. Ele a levava flores, entrava por sua janela de madrugada, escrevia bilhetes, beijava sua testa, a buscava na escola.
Ele a tratava como uma princesa. AtĂ© mesmo se ajoelhava para tirar seus sapatos ou corria atĂ© sua casa quando via algo que o lembrava ela. Realmente, sem reclamaçÔes. Seus passeios eram incrĂveis, seus beijos eram incrĂveis, sua pegada estava incrĂvel. SĂł que tudo isso junto deixava Harry pegando fogo, mas Louis nunca apagava.
Era frustante quando ao menos queria a dizer o porquĂȘ. Sempre fugindo do assunto e dizendo que tem algo importante a fazer.
Todavia, Harry jamais se perdoaria se perdesse Louis. Porque, pela primeira vez, estava realmente gostando de alguém. Então suas vontades se tornaram passageiras e acumuladas.
Ela ainda desenhava sua intimidade, escrevia cartas quentes, andava rebolando para ele quando estavam pertos de alguém. E ele não parecia odiar, muito pelo contrårio.
Tomlinson a chamava de gostosa, dizia como seu corpo era perfeito, como ela o excitava, contava de seus sonhos com Harry, e sussurrava em seu ouvido como sua bunda estava linda. Isso nĂŁo ajudava em nada, na verdade, sĂł piorava.
Foi entĂŁo que, deitados na praia vazia, acariciando o peitoral de Louis, ela sentiu que precisava colocar algo para fora.
Haviam planejado aquele piquenique na praia algum tempo atrås. Harry levou algumas coisas, Louis também. Forraram um lençol nas pedras e passaram a tarde ali. A saudade era tanta, ao menos fazendo questão de se desagarrarem.
Senhor Styles havia o chamado atenção ao quase atirar em seu corpo ao ver a sombra subindo na janela de sua filha. Ele o ameaçou, disse que aquilo não iria para frente e que, apesar de ser um bom garoto, Harry jå tinha outros pretendentes.
Proibidos de se encontrarem, mesmo com Louis trabalhando na fazenda, Harry fez um protesto contra seu pai. E como ele conseguiria resistir a sua mais nova chorando todas as noites de forma dramĂĄtica em seu quarto?
Sentindo pena e remorso, Desmond chamou Louis aquela manhã, dizendo que se violasse sua filha, ele estaria morto. Deveriam estar juntos com algumas regras como: sem encontros todos os dias, sem beijos longos, sem pular a janela de madrugada e que toques ou qualquer coisa a mais só aconteceria depois do casamento. Aliås, aquele namoro só era garantido até que um pretendente melhor comprasse sua mão por libras, terras ou até mesmo uma caixa de suco.
Com seu rosto encostado no peitoral nu, sua coxa por cima da perna de Louis e a mĂŁo grossa do homem acariciando sua cintura, Harry nĂŁo aguentava mais.
As primeiras lågrimas vieram de forma calma, apenas escorrendo sem que Harry percebesse. Tornou-se claro que era um choro quando soluçÔes o acompanharam, fazendo Louis se assustar. Mas sua garota não o deixou ver seu rosto, chorando ainda mais intensamente.
â Princesa, o que aconteceu? â Penteou seus fios para trĂĄs com os dedos. â VocĂȘ estĂĄ bem?
â Eu sĂł estou pensando. â Disse calma, mesmo que o choro tornasse tudo desesperador.
â NĂŁo. Deveria ser feliz. â Se desfez do abraço, olhando no rosto de Louis.
â EntĂŁo por que vocĂȘ me parece tĂŁo triste? â Acariciou seu rosto, vendo-a deitar em sua mĂŁo.
â VocĂȘ nĂŁo entende, Lou. Definitivamente nĂŁo entende. â Louis se sentou, beijando a pele com as lĂĄgrimas salgadas. â Por favor... â Fechou os olhos ao sentir mais lĂĄgrimas caindo, junto aos seus narizes encostados.
â VocĂȘ precisa me explicar, princesa.
â E eu preciso que vocĂȘ me coma, Louis. â Fora seu ĂĄpice para cair em soluços profundos e uma cachoeira de lĂĄgrimas.
Nem mesmo as ondas quebrando nas pedras abafavavam o choro. Nem mesmo Louis a colocando contra seu corpo abafava suas lĂĄgrimas. Eram incessantes, tal como a dor que sentia em seu peito.
O cenĂĄrio era ideal para que pudesse desabafar, perfeito para que, daqui alguns minutos quando escuresse, Louis nĂŁo visse mais seu rosto bobo e corado.
Normalmente, no mundo espiritual, o pÎr do sol significa autoconhecimento, e uma internalização de energias irradias. No entanto, Harry jamais esteve tão perdido em seu autoconhecimento, jamais esteve tão perdido em outro alguém, com o desejo de sentir apenas suas energias.
Louis a beijou, trazendo seus lĂĄbios para perto, chupando seu inferior com destreza. Ele havia ficado tĂŁo bom em guiar o beijo, em devorar sua boca e chupar sua lĂngua. Suas mĂŁos puxavam Harry para si, agarrando-o grosseiramente.
â Eu tenho medo de fazer tudo errado, H. De machucar vocĂȘ e nĂŁo ser bom o suficiente. â Confessou, deixando um leve carinho em sua cintura, olhando nos olhos verdes molhados.
â Tudo o que vocĂȘ fizer Ă© certo, Lou. â Deixou um selinho em seus lĂĄbios, fungando. â Deixa eu te ensinar como me tocar. â Arrastou sua bochecha na barba rala de Louis. â VocĂȘ foi tĂŁo perfeito nas vezes que brincou com os meus peitinhos. Eu nunca gozei tĂŁo bem. â Beijou seu pescoço, tirando a calcinha por baixo do vestido.
Louis entendeu, abrindo o zĂper do vestido e o tirando de seu corpo. Harry deixou uma risadinha sapeca escapar.
â EntĂŁo faça o que vocĂȘ quiser. â Ele se rendeu com um sorriso. â Mas me prometa que nĂŁo vai mais chorar por isso. â Ela empurrava seu corpo para que ele se deitasse.
â Agora que eu tenho vocĂȘ pra brincar? Nunca mais. â Se sentou abertinha na barriga de Louis, virada de costas para seu rosto.
Ela abriu a calça alheia, se livrando enquanto esfregava todo seu melzinho pela barriga bronzeada. Louis tinha a porra da melhor visão de sua vida. A bunda empinada estava de frente para si, deixando a vista o cuzinho sempre que se empinava para trås. Louis a tocou, sabendo da permissão que tinha.
Quando as mĂŁos grandes apertaram as carnes fartas, ela gemeu, terminando de tirar sua cueca.
â LĂngua pra fora, Lou. VocĂȘ vai aprender a chupar a bucetinha que pertence a vocĂȘ. â Olhou para ele por cima do ombro. â E se pensar em usar essa lĂngua com qualquer outra, eu corto ela no mesmo instante. â Bateu em sua barriga quando ele riu, fazendo-o engasgar.
Tomlinson estava com a lĂngua para fora, quando, de repente, Harry estara sentando em seu rosto. Ela se esfregava no mĂșsculo quente, apoiada em sua barriga e encontrando seu prazer. Pensando que Louis ficaria esperando seus comandos, ficou surpresa quando a lĂngua se arrastou por toda a intimidade, chupando seu grelinho.
Ele nĂŁo teve pena, chupando-a de forma gostosa, nĂŁo tendo receio em afundar seu rosto na xota gostosa. O nariz empinado estimulava a entrada molhada, enquanto seus lĂĄbios devoravam seu pontinho.
O corpo mole tombou para frente, caindo com a bochecha na coxa de Louis, aproveitando a cada momento que ele empinava sua bunda para chupa-la. As mĂŁos grandes agarravam suas coxas, deixando-a sem ar a cara aperto e a cada chupada. Mamava como se tivesse fome, fazendo-a gemer tĂŁo alto que ela mal tinha tempo de abocanhar o pau pertinho de sua boca.
â Enfia seus dedos! â Gritou, tentando se recompor e masturbando Louis com prazer, chupando sĂł sua glande e cuspindo na base para conseguir o tocar rĂĄpido e escorregadio.
Ao invĂ©s de cessar sua vontade fodendo sua buceta, Louis arrastou seus dedos pela entrada, levando para seu perĂneo e começando a estocar em seu cuzinho. A mistura de dor com prazer fora tĂŁo grande que o corpo caiu mais, fazendo-a engasgar no pau alheio.
Rebolava seu rabinho com gosto para Louis, sentindo as vibraçÔes da boca dele quando começou a mamar seu pau tĂŁo obscenamente. Levava-o atĂ© o fim, encostando a pontinha de seu nariz na pĂ©lvis dele. Em um desses momentos, o sentiu estocar mais forte em sua boca, retribuindo com a sentada na lĂngua molinha, o sufocando com o nariz dentro de sua intimidade.
â Chega, Louis! â Gritou desesperadamente quando trĂȘs dedos estavam dentro de si, fodendo-a praticamente a seco. â Chega, porra! â Ele nĂŁo parava, e por mais gostoso que fosse, ele precisava entender que nĂŁo mandava ali. â Eu disse pra parar. â Apertou suas bolas fortemente, sentindo os dedos torcerem dentro de si.
Louis parou, saindo de dentro dela. Ambos estavam cansados, suando e ofegantes. Harry olhava para o mar sentada no peito de Tomlinson. Ponderava por que a ideia e a forma de foder com ele era boa demais.
â VocĂȘ vai continuar aĂ depois de implorar pra ser comida ou vai parar de latejar no meu peito e cavalgar no meu pau como me prometeu diversas vezes? â Ele era tĂŁo abusado que a fez revirar os olhos, virando seu corpo para ele e se sentando em suas coxas.
â Vai ser do jeito que eu quiser que seja. â Se apoiou em apenas um joelho, encaixando a glande na grutinha e dobrando sua outra perna. Queria estar exposta para ele. â Quando vocĂȘ aprender a me bater como um homem, vocĂȘ pode escolher o que fazer. â Sentou-se de uma vez, fazendo ele gritar pela dor apertada.
Harry poderia fingir que não sentia dor, mas ela realmente não estava sentindo naquele dia. O pau de Louis era grande, grosso e a machucaria em qualquer ocasião, menos nessa, que ela pingava como tivesse gozando, apesar de ser apenas a lubrificação natural que escorria.
Começou a subir, tirar o pau de dentro dela e sentar de novo, em um ritmo gostoso e tão prazeroso. Queria que ele visse a forma que era engolido e descartado, se abrindo cada vez mais para que Louis a visse se contraindo no nada e gemendo, enquanto suas mãos se apoiavam nos joelhos alheios.
Tomlinson marcava seu quadril com os apertos, gemendo roucamente sempre que sentia o interior dela. Era quente, macio, apertado e molhado. Era melhor do que ele imaginou tantas vezes.
â Era bem assim que vocĂȘ imaginava sempre que me via? â Apertou um de seus peitos, fazendo-a rebolar com a outra mĂŁo. Ela descia em seu pai rebolando como uma maldita tentadora. â Amor, sempre que vocĂȘ estĂĄ no meu colo eu sinto o quĂŁo encharcada vocĂȘ fica. Tudo isso pela ideia de me ter dentro de vocĂȘ?
â Sim, sim, sim. â Suas pernas estavam cansando, fazendo-a cair com os dois joelhos, deixando com que ele fosse fundo dentro de si. â Eu gozaria atĂ© mesmo pela bunda se fosse possĂvel, sempre que vocĂȘ estĂĄ perto de mim. â Rebolou gostoso na glande, se aproximando do rosto de Louis para o beijar. â Quando formos para casa, vocĂȘ irĂĄ me levar atĂ© o quarto e me comer no banho. â Beijou seus lĂĄbios. â Depois na minha cama. â Arrastou os peitos por ele. â Depois durante a madrugada e de manhĂŁ.
Ela sentiu os cabelos serem puxados, gemendo. Suas unhas arranharam o maxilar de Louis, machucando sua pele.
Um sorriso safado abriu-se em ambos os lĂĄbios, fazendo com que Harry se afastasse apenas para quicar rapidamente em Louis. Seu cabelo sendo jogado para o lado e suas mĂŁos apoiadas no peitoral, seus peitos pulando a cada cavalgada que dava, sendo mais aberta ao que Louis a ajudou.
Ele estocou dentro dela, forte e grosseiramente, sentindo-a se contrair e sua expressão se contorcer em mais prazer, até que os dois estivessem gozando juntos, com Harry melando complemente seu pau enquanto preenchia ela de porra.
O corpinho esbelto caiu em cima do de Louis. Ele a agarrou com carinho, beijando sua bochecha.
â VocĂȘ se lembra de quando eu mamei nos seus peitos? â Ela assentiu, quase dormindo. â VocĂȘ disse algo que eu nunca vou esquecer.
Com cuidado, Louis virou o corpo no pano, saindo de dentro dela. O gozo escorreu por sua pele, descendo por seu perĂneo e bunda. Harry estava completamente melada, assim como Louis.
â O que eu disse? â Perguntou mais atenta.
â Que eu lamberia seu gozo, cuspiria no seu cuzinho e o comeria com meu "pau delicioso". â Mordeu seu lĂĄbio inferior, descendo o rosto atĂ© estar com a boca na intimidade quente, chupando todo o gozo e abrindo suas nĂĄdegas.
â Faz isso. Faz agora. â Se abriu mais pra ele. Louis riu, cuspindo dentro do buraquinho maltratado. â NĂŁo para, tĂĄ bom? â Pediu, olhando para os olhos azuis e para o horizonte alaranjado, sorrindo grande.
Louis enfiou todo o comprimento de uma vez. Harry agarrou as unhas em suas costas, machucando sua pele. Tomlinson estocou forte, fodendo com pressĂŁo, mesmo que estivesse sendo esmagado pelas paredes. A garota se livrava do pano abaixo de si, sentindo as pedras geladas em suas costas, constatando com o calor de sua pele.
â VocĂȘ vai se machucar, princesa. â Agarrou em sua coxa, forçando mais para dentro.
â Eu quero. â Brincou com seus mamilos, apertando-os. â Bate em mim, Louis. â Se contraiu contra ele, sabendo que doeria.
Tomlinson passou a arrombar o buraquinho contraĂdo, sendo doloroso para os dois, mas extremamente prazeroso quando ele conseguiu se mover rĂĄpido. Sua mĂŁo puxou Harry para si, deixando um beijo em seus lĂĄbios, e se afastando para surrar sua bochecha com as costas da mĂŁo. Ela gemeu querendo mais.
Então, ele a proporcionou uma marca de seus dedos na pele branca. Dois de seus dedos começaram a estimular o clitóris inchadinho, sem parar seus movimentos, sem hesitar em a comer forte.
Quando Harry juntou suas mĂŁos, apertando os dedos de Louis tĂŁo forte, ela gozou. SaĂa como ĂĄgua de si, um orgasmo forte que sujou ambos, vindo de seus olhos se fechando calmante, gemendo apenas quando sentiu seu homem gozando forte.
â Obrigada por isso. â Sussurrou cansada, encolhendo o corpo.
â VocĂȘ Ă© a melhor namorada do mundo, princesa. â Se deitou atrĂĄs dela, beijando seus ombros e pescoço.
â Minha namorada. â Riu, se aconchegando no corpo e sentindo seu cheirinho.
Voltei com mais uma one! Apesar de nĂŁo estar dentro das minhas expectativas, eu gostei dela. Espero que tenham gostado tambĂ©m, e perdĂŁo por qualquer erro. Minha caixinha para ask estĂĄ aberta đ©·đ·