as ninfas espalharam que ALTAY CELIK chegou ao acampamento e estão dizendo que se parece com ALPEREN DUYMAZ, mas deve apenas ser o poder da névoa o confundindo. ele tem TRINTA E UM anos e é do panteão NÓRDICO, filho de HELA. dizem as más línguas que TAY é DESCONFIADO, mas também é PROTETOR em seus melhores dias, por isso está na PRIMEIRA COORTE e é VETERANO. espero que se adapte bem, estamos muito felizes por tê-lo aqui!
background:
Altay não se lembra do pai, entretanto, conhece a progenitora divina desde os primeiros dias de vida. Foi largado e encontrado nas margens de um antigo acampamento de semideuses, trinta anos atrás, quando ainda era praticamente um bebê, com seu um ano de idade recém completado.
A única coisa que o semideus carrega de seu pai, é o sobrenome, que estava pregado em sua roupa, quando foi encontrado – isso é o que ele acredita, já que buscou incansáveis vezes saber quem era o pai e nunca descobriu nada, nem Hela o contou durante os anos. – Já quanto à mãe, a relação dos dois sempre foi harmoniosa, ainda que seja impossível dizer que não tiveram alguns, quiçá vários, conflitos durante todos esses anos. No entanto, se existe alguém que Tay respeita mais do que a si próprio, é a progenitora.
Deve-se imaginar que não foi nada fácil para uma criança crescer em meio à seres mitológicos e outros semideuses e, realmente, não foi nem um pouco fácil, mas tem que agradecer pelas dificuldades que teve, afinal de contas sem elas, o semideus não teria sobrevivido. Mal conseguia controlar seus poderes dentro do acampamento, não imaginaria viver aquilo no mundo humano, provavelmente teria sido morto ainda criança, sem entender o que havia acontecido ou sequer quem ele era.
Não se recorda muito do que aconteceu quando seu antigo acampamento foi atacado, ainda era bastante novo, apenas se lembra de flashs, de monstros invadindo todos os lugares e de ser acordado por um instrutor que não conseguiu sair com vida do local, após ver a morte do outro, tudo é basicamente um borrão preto em sua memória. Não sabe se foram horas ou dias, mas quando acordou já estava sendo avisado da futura junção de acampamentos, o Mnemeîon.
Desde então, aquele novo lugar se tornou sua casa, a única que se recorda na vida, e todos ali se tornaram sua família, por mais que não tivesse sido uma adaptação fácil e que sua personalidade não demonstrasse seus sentimentos de forma muito efetiva.
maldições e bênçãos:
Benção de Hela: Um filho reclamado tão cedo por uma deusa como Hela e tão devoto da mesma, provavelmente não passaria em branco em meio as bênçãos da deusa dos mortos. Assim como a deusa ofereceu dos corvos para Odin, Altay foi agraciado com um corvo, que o colocaria em contato com Hela sempre que o semideus precisasse, mas com o passar do tempo, o semideus descobriu ser possível ir além, o animal fazia praticamente as mesmas coisas que Hugin e Munin de Odin, podendo atravessar e servir como um mensageiro entre reinos. Seu nome é Auga (olho em nórdico antigo) e pode ser visto em raras oportunidades ao lado do semideus.
Maldição de Phthónos: Conhecer o pai da namorada nunca é um momento fácil, mas para Altay, esse momento foi ainda pior. Ainda jovem, por volta de seus vinte anos, o moreno começou a namorar com uma filha do deus Phthónos, deus grego da inveja e do ciúmes. Talvez a maldição mais discriminadamente dada, o deus rogou-lhe uma maldição que faria o semideus sentir uma dor incessante sempre que nutrisse algum sentimento próximo ao amor e estivesse próximo da pessoa em questão. Claramente seu relacionamento não duraria muito, mas o futuro mostraria que era melhor ter sentido aquela dor absurda do que ter perdido a namorada em uma missão praticamente suicida. Sem dúvidas não reclamaria de sentir aquela dor mais vezes. O ódio e a raiva também aumentam consideravelmente, afinal, o deus desejava que ele sentisse um pouco de seu ciúmes.
poderes e habilidades:
Mimetismo Demoníaco: Torna o semideus capaz de mimetizar seu corpo, completamente ou em partes, no de uma criatura demoníaca, tornando-se uma criatura dessa classe. Manifesta, com a transformação, alguns poderes atrelados aos demônios, como força sobrenatural, vôo (quando mimetizada uma asa) e visão noturna. A transformação completa o faz torrar praticamente toda sua energia, se utilizada por muito tempo, fazendo com que perca um pequeno pedaço de sua alma sempre que sua energia se extingue dessa forma.
Necromancia: Tay, por ser filho de Hela é detentor de poderes mágicos baseados principalmente em manipular os mortos, bem como suas almas e sua força vital, podendo reanimar inimigos caídos para que lutem em sua defesa por alguns momentos, bem como se comunicar com os mortos e suas almas.
arsenal:
Espada de Nilfheim: Uma espada negra que Hela encontrou com um antigo guerreiro após sua morte e presenteou o filho. Por ter sido forjado no mundo do frio, ela está em uma temperatura tão baixa que poderia fazer um humano falecer de hipotermia com apenas um toque de sua lâmina, àqueles que são atingidos pelo seu corte, podem sentir o frio de uma alma definhando em seu interior. Não se sabe ao certo quem era o herói guerreiro que a utilizou antes de Tay, mas julga ser alguém importante, por ter sido notado por Hela.
Anel do Protetor de Helheim: Um anel forjado em uma espécie de ouro branco com traços negros, que quando acionado preenche o corpo de Altay com uma armadura extremamente rígida, mas versátil, que migra em um verdadeiro degradê, entre o branco (na parte superior) e um tom de preto extremamente mórbido (na parte inferior), como se retratasse a própria Hela, com seu corpo dividido entre a vida e a morte.
Aliança Phthónos: Uma aliança entregue pelo deus Phthónos após a morte de sua filha, a quem Tay descreve como seu primeiro amor. O deus lhe deu a aliança que havia entregue para a filha quando foi reclamada. Altay não faz ideia do motivo que recebeu o presente e ainda estuda o que aquele artefato pode realmente fazer. Por ora, sua única função é causar-lhe dor quando lembra-se da antiga dona, atrelada com a maldição de Phthónos, mas não se desfaz do presente. Raramente pode sentir quando alguém nutre sentimentos negativos em sua direção, mas acredita que não deve ser a única utilidade.

















