Quando uma narradora toma o palco e conta um conto – num estádio imenso ou numa banquetinha – vocĂŞ já sabe como Ă© que faz (por que a gente tá fazendo isso a 90 mil anos). VocĂŞ se deixa, se joga e Ă© embalado pela histĂłria, nem convida nem desconvida, sĂł deixa a porta aberta e ela entra, assim sem pedir, na sua alma e dança com as suas memĂłrias mais antigas. Com a mĂşsica Ă© assim tambĂ©m: pinta um quadro na nossa alma. Minha intuição olhava pra esses quadros querendo muito decifrar. Mergulhei nas cores dos acodes, nas arquiteturas dos sons, me tornei astrĂ´nomo das simetrias, alquimista dos ruĂdos da terra, discĂpulo tântrico dos prazeres pelos ouvidos! (em Ashram) https://www.instagram.com/p/CEG2seTp3hv/?igshid=vs0uwis48bpw











