Na minha saudade tem seu nome. Mas é proibido te encontrar. Meu corpo pede o seu e não posso me deixar. No dia a dia pequenos detalhes me atenta a lembrar de ti...
Lugares reproduzem nossos momentos e meu coração triste se aquece, preenchido de solidao. Saudades de um abraço, um carinho, uma atenção que só você pode dar.
Copos virados quando voltam me mostram você em minha frente na mesa de bar, sorrio como se fosse real, mas as ilusões que me trago para confortar sua falta me mostram o caminho errado que sigo para tentar livrar de mim essa parte sua que mora aqui.
Voltar todas as noites atenta pela rua na esperança de te ver passar, te encontrar sentado no nosso bar. Essa falsa esperança nunca se vai, as vezes me pergunto, mas ... E se eu encontrar? Como vai ser?.
No fundo da alma eu agradeço mais uma noite não ter te encontrado por aí. Aos poucos me desfaço de ti, você não é primeiro que mato dentro de mim.
-Camarda Diovanna














