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Linkeroever (2008)
𝖇𝖊 𝖇𝖗𝖆𝖛𝖊
Nós. {Parte 2}
Acordei ouvindo vozes. Não conseguia abrir os olhos, bebemos 3 garrafas de vinho depois daquele banho. Passei a mão lentamente pela sua cama gigante, procurando pelo teu corpo, mas não te encontrei ali. Será que tinha sido um sonho? Me afundei ainda mais no travesseiro e tentei respirar com calma, enquanto organizava meus pensamentos e lembranças. Eu. Você. Nós. Enfim, Nós. Me remexi na cama e ouvi tua risada baixa.
- Ela deve estar quase acordando.
Resmunguei alguma coisa incompreensível, só pra que você soubesse que estava te ouvindo e ouvi outra risada. Mas não era sua. Me encolhi na cama e dei graças a Deus por sentir aquele lençol sobre o meu corpo, seja lá quem fosse que estava com você. Meus olhos ainda se recusavam a abrir, pesados, pela ressaca.
- Tá difícil acordar? - Senti quando sentou na beira da cama, bem perto do meu corpo, e meu sorriso se abriu automaticamente ao sentir tua mão acariciar meu cabelo. - Aprendi a te derrubar, dona Paty...
Eu ri, assim que as palavras saíram dos seus lábios e senti minha cabeça latejar, o que fez com que meu rosto se contraísse numa careta. Porra, por que tinha que doer tanto? Me sentei devagar, sentindo meu corpo todo pesado e só me aninhei no teu corpo, me afundando no teu pescoço, te segurando, antes que corresse assustada ao me ver acordar. Ri sozinha ao pensar nisso.
- Que foi? - Você e sua curiosidade...
Me virei pra te olhar e abri os olhos devagar, dando de cara com o sorriso mais lindo que eu podia ver na vida.
- Tô... te segurando... pra você... Não sair correndo, assustada, com a minha cara de sono e ressaca. - voltei a rir e ouvi alguém rir também, me lembrando de que tinha alguém além de nós duas naquele quarto. Mas não conseguia tirar os olhos dos teus, você... praticamente me prendia.
- E eu tô me segurando pra... - te vi rir baixo e suspirar em seguida, desviando os olhos dos meus pro outro lado do quarto. Acompanhei teu olhar e dei de cara com a Nick. Nicole. Sua irmã. Sei lá, não a conhecia, mas você só falava Nick, eu... não sei como devia me referir à ela. Antes que eu terminasse de processar meus pensamentos, ouvi ela rir.
- Ah, que gracinha... ela vermelha de vergonha.
Voltei meu rosto pro teu pescoço, toda sem graça. Sabia que meu corpo sempre me entregava a respeito de tudo. Malditas bochechas vermelhas.
- Nick tá doida pra te conhecer.
- Ooi... Er... Prazer... eu acho... - Ri baixo com o quanto pareci patética nessa apresentação.
- Muito prazer, Paty. Enfim... Vi quem é a famosa Patrícia.
- Famosa? Acho que tá falando com a Patrícia errada, então...
- Ah, pelas histórias... tenho certeza que é a certa. - ouvi uma risada meio escandalosa vindo dela, tipo a sua. É, era sua irmã, definitivamente.
Me virei pra te olhar quando ouvi ela e te vi sorrindo.
- Sabe que a Nick é minha confidente...
- Medo das histórias que contou... - Ri enquanto te olhava tão de perto que... Só conseguia pensar no quanto queria te beijar.
- Ah, pode relaxar que sou #teamHePa.
Foi impossível não rir com a Nick.
- HePa. Nossa cara... Eeepaaaa mesmo...
Caí na gargalhada junto com vocês duas, mas na verdade... só pensava na noite anterior. E definitivamente: epa mesmo. Hahahaha...
...
A manhã passou leve, Nick era bem legal e estava toda curiosa sobre a gente... Mas era discreta. Ainda bem, porque... eu não sei se saberia responder ao certo o que tava rolando com a gente.
...
- Vem, quero te mostrar um lugar.
Desviei o olhar da TV por um instante e ouvi a Nick dar um grito.
- Ganhei! Rá! Eu disse que era melhor que você!
Te olhei com um bico e te senti me dar um selinho instantaneamente, me fazendo sorrir.
- Não vale... - disse rindo - Sua irmã me distraiu...
- Já era... perdeu... me deve.
- Depois vocês se acertam, ela é minha por agora. - Te senti me puxar pela mão e me carregar pela porta.
- Eeei... calma... Devo estar toda descabelada. - falei rindo, enquanto tentava controlar meus pés pra não cair pelo caminho.
- Tá linda... como sempre. - te vi sorrir ao falar isso e sorri de volta, puxando tua mão levemente pra te roubar um selinho. - Se controla... estamos na rua.
- Desculpa, eu...
Te ouvi rir alto e senti tua boca grudar na minha.
- Só tô te enchendo, bobinha...
Entrelacei os dedos com os teus e me deixei levar por você, com aquela frase ainda ecoando na minha cabeça. Antes que me desse conta, estávamos de frente pra um lago imenso, bem no meio do condomínio onde você mora.
- E aí? Tem coragem de entrar na lancha do Victor e dar uma volta só comigo?
Eu ri. Se desse merda... A gente morria, porque somos duas bananas.
- Bem... se eu morrer, pelo menos morro com você. - Senti você me puxar em direção a uma lancha que defini como "média", em comparativo ao que tinha ali. Mas ainda assim, no meu conceito, era grande. O que a gente tava fazendo mesmo? Hahaha. Aquele lago era enorme.
- Esse é o lago Paranoá. - você disse como se tivesse respondendo aos meus pensamentos. - Lindo, né?
Subi na lancha e olhei em volta. E não consegui deixar de pensar que... eu jamais te ofereceria qualquer coisa perto disso em São Paulo. Suspirei, tentando afastar meus pensamentos.
- É, pra combinar com você. - e antes que eu pudesse retomar meus pensamentos, caí sentada no banco e comecei a rir. - Opa... já comecei caindo.
- Sua cara, Paty.
Te ouvi rir e não conseguia tirar os olhos de você. Mesmo com aquele pôr do sol lindo e alaranjado, só conseguia observar seus olhos, o reflexo da água e dos raios de sol na sua pele; sua determinação e independência enquanto controlava aquela lancha e ia me explicando cada detalhe dos lugares onde passávamos... Por um momento, desejei que aquela vida fosse... minha.
E quando as primeiras estrelas começaram a despontar no céu, senti o ronco do motor parar, bem no meio do nada. Te olhei apreensiva e te ouvi rir.
- Calma, tá tudo certo... - vi você se levantar e vir na minha direção. - Só quero te namorar um pouquinho...
E com a mesma rapidez com que meu sorriso se abriu, senti teu beijo. Urgente. Intenso. Vital. A gente realmente precisava daquele beijo, naquela hora. Suas mãos, assim como a sua língua, exploravam cada pedaço meu, e as sensações só se intensificavam, por mais que eu tentasse me controlar, você me descontrolava por inteiro. Chupei teu lábio devagar, enquanto prensava as coxas, pra segurar tua mão.
- Amor... - Ri baixo, tentando controlar minha respiração, enquanto encarava teus olhos queimando - Tá dificultando meu papel de discrição.
Senti você se ajeitar no meu colo e assim que encaixou o quadril no meu, te vi abrir um sorriso cheio de malícia.
- E se eu te pedir pra tacar um foda-se nessa discrição e... - vi tuas mãos começarem a puxar teu vestido e teus seios quase pularem contra o meu rosto. Minha respiração falhou com aquela proximidade e tudo o que eu conseguia pensar é por onde queria passar minha língua, e assim que imaginei minha língua em você, deixei minha boca roçar contra o teu mamilo, te ouvindo soltar um suspiro de alívio, assim que passei minha língua quente contra ele. Levei uma das mãos pro outro seio e massageei ele carinhosamente, fazendo você levar tua mão ao meu cabelo, prendendo entre os dedos. Sorri em resposta, sentindo teu mamilo enrigecendo sob minha língua. Suguei lentamente e fui aumentando o ritmo conforme a sua respiração foi se descontrolando, alternando mãos e boca entre um seio e outro. Senti você remexer o quadril, roçando ele contra a minha coxa, te fazendo gemer. Afastei a boca dos teus seios pra te olhar nos olhos e te senti puxar meu cabelo com força, levando minha boca até a tua. O beijo ainda era urgente. Mas tinha mais... tinha tesão. Tinha vontade. Eu não pensava em nada além de nós duas. Não lembrava onde a gente estava e muito menos como tínhamos chegado lá. Só pensava no quanto queria você. Senti minhas unhas cravarem na tua bunda e te ouvi gemer entre o beijo, chupando meu lábio logo em seguida.
- Porra... Assim... Difícil... - Ouvi as palavras saindo entrecortadas pela tua respiração pesada. Eu não estava muito diferente e apesar de não conseguir tirar as mãos e os olhos de você, tava tentando me concentrar em como respirar.
- Quero sentir teu gosto, Heloisa. - Ouvi minha voz sair num sussurro, e seu sorriso se abriu instantaneamente. Afastei teu corpo do meu e deixei que meu corpo escorregasse pelo banco, me colocando deitada. Não deixei meus olhos saírem dos teus e podia ver todo o tesão e curiosidade que estavam passando por você. - Vem cá, amor... - fiz sinal pra que trouxesse seu quadril pro meu rosto e ouvi tua respiração falhando. A tensão (e tesão) que nos envolvia era quase palpável, quase dava pra enxergar uma aura ao nosso redor. Observei teu quadril cada vez mais próximo do meu rosto e sentia alguma coisa queimando dentro de mim. Rocei o nariz lentamente sobre a tua calcinha e te vi fechar os olhos, como se fosse uma tortura aquilo tudo. Sorri satisfeita por saber que tudo isso era recíproco. Puxei tua calcinha pro lado e pude sentir teus joelhos tremendo ao redor do meu rosto só por sentir minha respiração contra a tua bct. Passei minha língua lentamente por toda a extensão dela, sentindo você contrair cada músculo conforme me aproximava do teu clitóris. Assim que senti teu clitóris rígido contra minha língua, deixei que meus lábios o envolvessem, beijando-o devagar, fazendo assim com que você movimentasse teu quadril num vai vem lento. Levei as mãos pra tua bunda e empurrei teu quadril ainda mais contra a minha boca, te ouvindo soltar um gemido mais alto. Meus olhos fixos em você, não perdiam cada reação expressa no teu rosto. Sua entrega era visível: minha. Enquanto brincava com a minha língua no teu clitóris, senti você contraindo a pelve, quase implorando por mais e é óbvio que ia te satisfazer. Deixei dois dos meus dedos escorregarem pra dentro de você, tão molhada que estava, que eles foram logo até o fundo, arrancando um gemido rouco da tua boca. Te vi fechar os olhos e um sorriso de satisfação logo apareceu no meu rosto. Deixei que você ditasse o ritmo, enquanto rebolava contra a minha boca e os meus dedos. Da mesma forma que seus músculos se contraíam contra os meus dedos, o tesão foi descendo pelo meu corpo e levei minha outra mão pra minha bct, tocando ela no mesmo ritmo, tamanha excitação que você me causava naquele momento. Mordisquei teu clitóris, deixando meus dentes o arranharem de leve e senti você soltar o peso contra o meu rosto enquanto puxava meu cabelo ao mesmo tempo.
- Eu... vou... - antes que pudesse terminar a frase, senti teu líquido quente e espesso escorrendo entre os meus dedos. Os tirei rapidamente de dentro de você e puxei teu quadril um tanto mais pra cima, encaixando minha língua na entrada da tua bct, sentindo teu gosto correndo pra minha boca. Ao mesmo tempo puxei meu clitóris entre os dedos e senti meu corpo se contraindo de prazer. Te vi puxar meus dedos pra tua boca, chupando-os lentamente e sem mais me controlar, me entreguei, gozando em seguida. Fechei os olhos, tentando encontrar forças pra respirar e antes que pudesse me dar conta, senti tua boca grudar na minha. Sorrimos juntas. Era uma conexão inexplicável.
- Só fica melhor? - te ouvi sussurrar e não conseguia parar de sorrir.
Apertei os braços em volta de você quando senti teu corpo sobre o meu. E ali, naquele abraço, depois de toda aquela entrega, eu tive certeza de que... com certeza a gente era mais do que imaginava.
Senti teus lábios nos meus e me entreguei ao teu beijo lento e calmo. Do jeitinho que a gente precisava depois de toda àquela intensidade...
.
.
.
(Continua...)
“Eu me sentei ao lado dele e me senti completamente atraída, imaginei como seria meus lábios passeando pelo seu pescoço e como ele se sentiria em me ter assim tão perto, conseguia vislumbrar nitidamente meus dedos passeando por baixo de sua camisa enquanto o pressionava contra parede, quão irresistível isso parecia para nós naquele momento. Mas ai, em uma fração de segundo eu me dei conta de quantas pessoas iríamos magoar apenas em nos darmos o luxo de viver aquele momento. Droga, mesmo que pudesse negar para todos, eu jamais seria capaz de mentir pra mim mesma. Levantei e fui embora, a minha integridade estava intacta, mesmo tendo que reprimir o meu desejo. Nesse caso, querido confidente, você viveria o momento ou calcularia o tamanho do desastre?”
— abismoadois

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D R I P
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D R I P
Queria 🚀

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