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âą·â Avisos: MDNI, Dilf!San, cock warming, palavras de baixo calĂŁo, sexo explĂcito.
âą·â Notas: Tomando vergonha na cara e corrigindo os rascunhos.
A luz suave da manhĂŁ escapava pela fresta da cortina, derramando um brilho dourado sobre o quarto ainda silencioso. San piscou lentamente, os olhos levemente inchadinhos de sono, se espreguiçando contra o travesseiro macio, como quem queria prolongar o conforto. Ao lado dele, vocĂȘ dormia de costas, os cabelos bagunçados espalhados pelo edredom, a respiração calma ritmando o silĂȘncio. Ele sorriu, aquele sorrisinho apaixonado de sempre.
O olhar dele deslizou atĂ© o pequeno monitor sobre a cĂŽmoda, onde a imagem do quarto da filha de vocĂȘs exibia a menina ainda adormecida, entregue Ă mesma preguiça morna que pairava por todo restante da casa. San soltou um suspiro satisfeito. Paz.
Ele logo voltou o olhar para vocĂȘ, a admirando. Nunca se cansava disso. Seu rosto tranquilo, a forma como seu corpo se encolhia em busca de calor no outro lado da cama, a curva da sua cintura exposta pela camiseta que subira durante a noite. Sem muito pensar, estendeu o braço e acariciou sua pele com a ponta dos dedos, subindo devagar atĂ© afastar uma mecha de cabelo do seu pescoço, onde começou a depositar beijinhos. Carinhosos, lentos.
VocĂȘ murmurou algo incompreensĂvel ao se remexer levemente, e, num gesto instintivo, passou a mĂŁo sobre o braço dele, agora enlaçado ao seu corpo num abraço apertado. Ainda flutuava naquela fronteira entre o sono e o despertar, mas o calor dele, colado ao seu, era conforto demais para abrir os olhos depressa.
â Bom dia⊠â VocĂȘ sussurrou, a voz ainda rouquinha de sono.
â Bom dia, minha deusa. â Ele murmurou contra sua pele, a voz baixa e grossa, embargada pelo calor da manhĂŁ.
â Dormi toda torta essa noite.
â Eu percebi, vocĂȘ ficou me procurando a madrugada inteira com a perna â Ele disse, rindo baixo.
â E vocĂȘ sumiu da cama, de novo.
â Fui ver a nossa princesinha⊠â Explicou, deslizando os lĂĄbios pela sua nuca. â Mas voltei logo. Queria aproveitar que, por milagre, ela anda dormindo pesado. Parece atĂ© vocĂȘ.
VocĂȘ sorriu com os olhos ainda fechados.
â Nem parece real. Ela finalmente dormindo no horĂĄrio certo, sĂł nĂłs dois juntinhos na cama... quietinhos assim.
â Ă o paraĂso. â Ele sussurrou. Os beijos de San desceram atĂ© seu ombro, castos, molhados de carinho. â TĂĄ tĂŁo quentinha... â Murmurou, com a voz rouca.
â VocĂȘ tĂĄ todo grudento. â Riu da maneira como o nariz geladinho de San estava fazendo cĂłcegas em seu pele.
â Ă sĂł saudade de passar um tempinho assim. â Ele suspirou contra sua pele. â Ei... deixa eu ficar aqui um pouquinho, uh?
â Aqui onde? â VocĂȘ provocou, sabendo exatamente o que ele queria.
â Dentro, amor⊠sĂł um pouquinho, vai. â San diz manhosinho, quase sussurrando. â SĂł pra ficar quentinho com vocĂȘ. Eu juro que nem me mexo.
â San... nĂłs dois sabemos bem onde isso vai parar.
â NĂŁo vai nĂŁo. Prometo. â Ele responde com a voz mais mansa do mundo, deslizando a mĂŁo hĂĄbil pela sua barriga, puxando vocĂȘ ainda mais para perto, como se quisesse te impedir de escapar dele.
VocĂȘ resmungou, mas abriu um espacinho, e ele encaixou. Devagar. Sem alarde. Sem pressa. O pau de San deslizou para dentro da sua buceta, as paredes macias o acomodando, impregnada pelo calor Ășnico que ele amava sentir. O encaixe foi tĂŁo natural que vocĂȘs suspiraram juntos, num acorde silencioso.
â Hm... â VocĂȘ murmurou, o som escapando com um misto de aconchego e diversĂŁo. â VocĂȘ Ă© muito cara de pau, sabia?
â NĂŁo vem fingir agora que nĂŁo gosta. â Ele sorriu com aquele meio sorriso maroto. â VocĂȘ fez uma filha com esse cara de pau, lembra? â Completou San, rindo baixinho, e vocĂȘ cedeu a uma risadinha abafada contra o travesseiro.
Por um certo momento, ficaram ali, serenos, paradinhos, sĂł respirando no mesmo compasso. San, dentro de vocĂȘ, sem se mexer, sĂł desfrutando da sensação branda e Ăntima de pertencer um ao outro. A mĂŁo dele descansava sobre sua barriga, os dedos traçando cĂrculos lentos e distraĂdos, como se desenhassem no seu corpo a calma que os envolvia.
â A gente devia levantar e começar a preparar cafĂ©. â Sua voz ecoa, num tom que nĂŁo convencia nem a si mesma.
â A gente devia ficar assim mais uns dez minutos. Ou vinte... â Ele murmurou, antes de depositar mais um beijo preguiçoso sobre seu ombro.
â Ă? AtĂ© vocĂȘ quebrar sua promessa e me deixar de pernas abertas, gemendo pra vocĂȘ? â Diz sem rodeios.
â Nossa, safadinha. VocĂȘ tĂĄ prevendo isso ou me pedindo? â Ele provocou com um sorrisinho que dava pra ouvir, enquanto vocĂȘ retrucava, tentando conter a risada.
O tempo passou-se devagar. O clima, no entanto, começou a mudar, sutilmente, mas inevitĂĄvel. O calor dele dentro de vocĂȘ era como uma brasa discreta, queimando lenta, profunda. San nĂŁo se movia, mas o peso do quadril pressionando sua bunda fazia o desejo crescer com uma paciĂȘncia quase cruel. Sua respiração começou a oscilar, e cada vez que ele expirava contra sua pele, um arrepio rastejava coluna acima.
Num reflexo involuntĂĄrio, vocĂȘ apertou em torno dele, e o grunhido rouco que escapou da garganta de San arrepiou atĂ© a base da sua espinha.
â Jogo sujo, boneca. Assim nĂŁo vale. â A voz mais grave ao pĂ© do seu ouvido, mais densa, ele empurrando sĂł um pouquinho mais.
â Mas eu nĂŁo fiz nada⊠â VocĂȘ assume um fingimento quase doce. â SĂł tĂŽ me ajeitando. â Mas a maneira como sua bunda se empinava contra San contava outra histĂłria. E ele, claro, estava a par disso.
San segura em seu quadril com uma das mĂŁos, firme, como se dissesse, sem uma palavra: "fica quietinha."
Mas vocĂȘ, sem muito pensar, desobedeceu. Rebolou de leve, provocando de novo, e sentiu quando ele inchou mais dentro de vocĂȘ. O calor acumulado entre os corpos jĂĄ pedia passagem, e a tensĂŁo se tornava impossĂvel de ignorar.
San finalmente começou a se mover. Devagar. Cada estocada mais profunda e preguiçosa que a anterior, como se quisesse saborear cada segundinho dentro de vocĂȘ. VocĂȘ gemeu baixinho, o som abafado pelo travesseiro, enquanto o desejo pulsava entre suas coxas, sem nenhuma cerimĂŽnia.
â Puta merda... â Ele sussurrou, os lĂĄbios colados no seu pescocinho. â VocĂȘ tĂĄ me sugando tanto.
â Culpa sua... â VocĂȘ arfou. â VocĂȘ que prometeu nĂŁo fazer nada, lembra?
â Vai fingir a santinha agora? â Ele riu. â TĂŁo quente⊠molhadinha assim... â San murmura contra sua pele, jĂĄ tontinho, empurrando fundo mais uma vez. â Eu poderia ficar aqui pra sempre.
â Ah... San! â VocĂȘ geme dengosa, jogando o quadril contra ele, implorando por mais sem usar palavras.
E entĂŁo, San te puxou com cuidado, deitando vocĂȘ totalmente de lado. Levantou uma das suas pernas com delicadeza, abrindo espaço pra se enterrar mais fundo. O corpo dele colado ao seu, encaixando-se inteiro. O pau deslizando atĂ© o fundo, atĂ© arrancar um novo gemido seu, mais agudo, mais entregue.
Os corpos encontraram o mesmo ritmo, um embalo lento, Ăntimo, como se o mundo inteiro tivesse desacelerado sĂł pra assistir vocĂȘs. O som molhado da sua buceta o engolindo a cada investida, os suspiros entrecortados, os gemidos abafados, tudo preenchia o quarto como uma trilha particular, feita sĂł para os dois.
A mĂŁo dele apertava seu seio com firmeza, o polegar brincando com o mamilo jĂĄ rĂgido, o pau moldando sua buceta como de costume. Os corpos juntinhos, suados, preguiçosos e famintos.
â Porra⊠eu te amo tanto. â San sussurra, quase sĂŽfrego, contra sua orelha, a voz falhada entre o amor e o desejo bruto.
VocĂȘ jĂĄ estava longe demais pra responder com palavras. SĂł conseguiu gemer em resposta, levando a mĂŁo a puxar os cabelos dele em sua direção, atĂ© colar sua boca na de San num beijo desleixado, molhado, cheio de lĂngua e gemidos presos. JĂĄ sentia o orgasmo subir como um incĂȘndio, pronto pra explodir no tempo certo. Com ele inteirinho dentro de vocĂȘ, profundo, quente, amando e fodendo como se sĂł existissem vocĂȘs dois no momento.
Os corpos praticamente se fundindo. Ele começou a impulsionar mais forte, estocadas certeiras, que arrancavam solavancos do seu corpo e sĂșplicas da sua boca. Sua buceta dilatando ao redor do pau dele, implorando, pedindo, chamando o gozo como quem reza.
â San⊠â VocĂȘ gemeu, com a voz embargada. â TĂŽ tĂŁo perto!
â Ă? Goza comigo entĂŁo, amor. â Ele praticamente grunhiu. Os bĂceps tensionados a apertando tĂŁo forte num abraço que a deixava enjaulada sob San, o quadril afundando mais uma vez, mais fundo, mais quente. â Me aperta, porra⊠Isso, deixa eu sentir essa bucetinha chorando por mim.
O prazer veio como uma onda forte, arrebatadora. Seu corpo tremeu inteiro ao redor dele, os mĂșsculos contraindo e soltando num espasmo quente e molhado, enquanto San gemia faminto, enterrando-se atĂ© o fim, derramando dentro de vocĂȘ com força, jorrando em seu interior com tudo o que tinha.
Os dois ofegavam juntos, suados, misturados, enquanto o som leve dos corpos e do gozo pegajoso escorrendo da sua buceta ao pau de San sair de dentro de vocĂȘ ecoava pelo quarto.
â Caralho! Isso porque era sĂł pra ficar quentinho, nĂ©? â VocĂȘ riu, o corpo ainda tremendo de leve.
â Experimenta ter uma milf gostosa igual Ă minha e depois me diz se consegue manter o controle â San respondeu, tombando de costas, ainda sorrindo satisfeito, enquanto vocĂȘ se aninhava nos braços dele e dava um tapinha de leve em seu peito.
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Até a próxima, bjsss <3