Acolhemos orgulhosamente MAIE FIRELACE em nosso corpo estudantil! Ela é uma BANSHEE matriculada na Casa APOLLO aos 23 anos. Ela pode passar a impressão de ser INTELIGENTE e AUTO CRÍTICA, e talvez você a confunda com a padrão ADELINE RUDOLPH, mas garantimos que é apenas uma coincidência.
𝘣𝘪𝘰 & 𝘸𝘢𝘯𝘵𝘦𝘥 𝘤𝘰𝘯𝘯𝘦𝘤𝘵𝘪𝘰𝘯𝘴 𝘶𝘯𝘥𝘦𝘳 𝘵𝘩𝘦 𝘤𝘶𝘵 ♡
𝒑𝒂𝒔𝒕
Maie é fruto do curto relacionamento entre um homem padrão e a poderosa banshee conhecida como Ayla "The Mourning Dame" Firelace. Temendo que a maldição de Ayla fosse transmitida para sua filha, o pai decidiu, como último recurso, entregar Maie em um orfanato padrão, na esperança de que uma criação longe de outros feéricos pudesse atenuar seus poderes adormecidos. Felizmente, a maldição de Maie não deu qualquer sinal até seus 18 anos, quando acabou fazendo com que 5 colegas adormecessem profundamente por 30 minutos. Temendo causar mais danos àqueles que amava, Maie passou a viver sozinha em uma cabana no meio da floresta, e ela acreditava que o isolamento seria sua única saída.
Seus melhores amigos eram os livros, que Maie devorava com todo o prazer do mundo. Felizmente, ela encontrou em um antiquário local um antigo livro à respeito de excluídos. Ao descobrir que o mundo tinha, sim, outras pessoas como ela, decidiu matricular-se na Academia Nevermore em busca de mais inclusão. Atualmente, ela é uma estudante do segundo ano e pretende se tornar professora na instituição quando encerrar seu curso.
𝒂𝒃𝒐𝒖𝒕 𝒔𝒑𝒆𝒄𝒊𝒆𝒔
Apesar de diversos folclores contarem com criaturas de nome banshee, a família de Maie descende de uma antiga linhagem de feéricos. Nos tempos antigos, estes seres eram relacionados aos presságios de morte, mas banshees mais poderosas poderiam até mesmo causar a morte de quem ouvisse seus gritos. Após a Idade Média, as banshees passaram a se relacionar com homens padrão e desde então, seus dons vêm se manifestando de formas mais brandas.
No caso de Maie, seu choro é estridente e pode deixar aqueles que o ouvem inconscientes por alguns minutos, mas não causa nenhum dano colateral. Para ter esse efeito, o choro da banshee necessariamente precisa ser liberado em algum momento de angústia, medo ou tristeza. Maie sofre de ansiedade e tem dificuldade em controlar suas crises. Por conta disso, algumas pessoas em Nevermore podem ter o inconveniente de presenciar o poder da garota. Ela não lida bem com essa maldição, e se tornou uma pessoa mais introvertida e receosa da aproximação de outros indivíduos.
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Quer um starter fresquinho? É só escolher uma frase desse meme e me contar com qual dos seus personagens você quer que esta linda banshee interaja. Quem preferir combinar plotzinhos, pode chamar também!
Quando se nasce com um dom que pode causar problemas a terceiros, é possível que você desenvolva o hábito de se isolar. Para Maie, não era diferente. Apesar de tudo, ela estava animada ao observar o vai e vem dos alunos novos e antigos, e considerava aquilo uma distração excelente. A banshee estava sentada nos degraus da escada que dava acesso à biblioteca enquanto folheava um livro sobre a história dos povos feéricos e tirava ocasionais intervalos para analisar cada um que passava por ali. Distraída, não percebeu que provavelmente estava obstruindo a passagem de quem tentasse descer as escadas, e só se deu conta disso quando alguém a cutucou no ombro. Levantou-se sobressaltada, deixando seu livro cair. – Me desculpe, estou atrapalhando? – Sorriu gentilmente, as bochechas coradas denunciando sua timidez.
"Amore mio!" exclamou. "Lendo a uma hora dessas? Você tem o ano todo para ler! Venha vamos nos divertir" Não que ler não pudesse ser divertido, mas havia um evento rolando e deveriam aproveitar cada segundo. "Estão dizendo sobre um after no bar da bruxa, você não pode perder, nós não podemos perder, você acaba de ser escalada como minha acompanhante e não pode dizer não" se adiantou antes que a mesma pudesse dar qualquer desculpa.
A voz conhecida de Louis foi um tanto reconfortante após ter encontrado colegas com pouca ou nenhuma paciência com pessoas que leem fora da biblioteca. – Ei, você por aqui! Acabaram de brigar comigo agorinha, então tô precisando mesmo dar uma volta por aí. – O som da risada de Maie expressava seu nervosismo, mas logo a banshee sorriu alegremente para o colega. – Me disseram que o pessoal tá muito louco por lá, viu? Confesso que não queria perder isso, mas estava sem companhia! – Ela não se sentia necessariamente confortável em eventos sociais, especialmente sozinha. Apesar disso, parou para observar por alguns instantes seu reflexo na grande janela ao lado. – Espero que eles estejam bêbados o suficiente pra não reparar minha cara de derrota.
Quando se nasce com um dom que pode causar problemas a terceiros, é possível que você desenvolva o hábito de se isolar. Para Maie, não era diferente. Apesar de tudo, ela estava animada ao observar o vai e vem dos alunos novos e antigos, e considerava aquilo uma distração excelente. A banshee estava sentada nos degraus da escada que dava acesso à biblioteca enquanto folheava um livro sobre a história dos povos feéricos e tirava ocasionais intervalos para analisar cada um que passava por ali. Distraída, não percebeu que provavelmente estava obstruindo a passagem de quem tentasse descer as escadas, e só se deu conta disso quando alguém a cutucou no ombro. Levantou-se sobressaltada, deixando seu livro cair. – Me desculpe, estou atrapalhando? – Sorriu gentilmente, as bochechas coradas denunciando sua timidez.
Por acaso Morrigan estava chateada quando saiu da biblioteca. Talvez chateada fosse um eufemismo, ela estava enraivacida. Odiava o fato de que não era uma elfa de verdade nem padrão, pelo menos não por inteiro. Não sabia quem era nem onde se encaixava graças à elfa que a roubou de seus pais biológicos, e não conseguia achar a resposta em nenhum livro de auto-ajuda élfico ou padrão. Era inútil. E isso a deixava transtornada. Todo o conhecimento do mundo deveria estar na biblioteca, certo? “Todo o conhecimento do mundo, uma ova!” Saiu xingando até esbarrar em alguém sentado bem no meio da escadaria. Este evento resultou com o livro da outra menina caindo escada abaixo. Em outra situação, Morrigan teria lamentado para valer o fato de ter derrubado aquele livro, afinal era uma fonte de conhecimento, mas seu foco voltou para a menina que começou a falar. “Se você está atrapalhando? Se você está atrapalhando… Claro que está! Quem em sã consciência sentaria no meio do caminho? Se quiser ler, sei lá, vai para dentro da biblioteca ou para o fundo de um poço, não importa. Só sai do meu caminho.”
Em outras ocasiões, Maie ficaria realmente ressentida com as palavras proferidas pela loira. Entretanto, após alguns anos tentando aprender a lidar com suas emoções, podia notar que a outra garota não parecia estar em um bom dia. – Fundo do poço, meu amor? Acho estive nele por um bom tempo e não gostei, mas obrigada pela sugestão. – O comentário da banshee não fora sarcástico e, de fato, trazia um fundo de verdade. Encostou-se na parede com o objetivo de facilitar a passagem de sua colega, aproveitando para recolher o livro caído do chão. – Sabe, – disse ela, apontando o livro –, os povos feéricos são tão diversos e fascinantes... acabo me distraindo quando leio sobre eles. Bem, sobre nós, mas não acho muita coisa sobre banshees por aqui. Quer um doce? Tenho alguns aqui... podem te ajudar a... se animar.
Quando se nasce com um dom que pode causar problemas a terceiros, é possível que você desenvolva o hábito de se isolar. Para Maie, não era diferente. Apesar de tudo, ela estava animada ao observar o vai e vem dos alunos novos e antigos, e considerava aquilo uma distração excelente. A banshee estava sentada nos degraus da escada que dava acesso à biblioteca enquanto folheava um livro sobre a história dos povos feéricos e tirava ocasionais intervalos para analisar cada um que passava por ali. Distraída, não percebeu que provavelmente estava obstruindo a passagem de quem tentasse descer as escadas, e só se deu conta disso quando alguém a cutucou no ombro. Levantou-se sobressaltada, deixando seu livro cair. – Me desculpe, estou atrapalhando? – Sorriu gentilmente, as bochechas coradas denunciando sua timidez.
"Sim." Respondeu, imaginando que fosse óbvio — pela quantidade de livros que tinha em mãos — que tentava subir as escadas até a biblioteca para devolvê-los. Por outro lado, Yasemin não poderia julgar alguém por se perder em pensamentos quando ela fazia isso o tempo todo, então soltou um suspiro, oferecendo o melhor sorriso simpático. "Mas não tem problema. Acontece." Retificou-se, e escorreu os olhos para o livro caído no chão. As sobrancelhas se ergueram assim que percebeu o título em letras douradas; e a assinatura de autora dela, com o pseudônimo mais recente, logo embaixo. "Tá gostando?" Indagou, apontando o livro com um menear da cabeça. "Devo ter lido no ano passado. Não me lembro muito bem." Não era exatamente uma mentira, considerando que havia o escrito no ano passado. "Dizem que o final não é dos melhores."
Seja lá qual fosse a situação, Maie sempre se alegrava em ver que alguém compartilhava do seu gosto - vício? - por leitura. A banshee abriu um largo sorriso ao ouvir as palavras da outra. – Mesmo? – Sua voz denunciava sua animação, e ela estendeu o livro à sua frente. – Está sendo um dos meus favoritos! Sabe, os autores não costumam representar muito bem os feéricos, é difícil encontrar um que não me cause uma pontinha de raiva. Quem escreveu sabia o que estava fazendo. – Franziu o cenho, lembrando dos absurdos fantasiosos que já tivera o desprazer de ler. – Mas não me conta o final, hein? Ah, precisa ajuda para carregar isso? Juro que não é uma desculpa pra continuar falando de livros... – Apontou para a grande pilha de livros na mão da moça, as bochechas se colorindo em tons de rosa.
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dava seu máximo para impedir que a sua urgência em descer as escadas não fosse entregue na expressão tranquila . não seria uma boa fugitiva se fosse tão transparente assim . o empecilho da figura em seu caminho logo se transformou em uma oportunidade . sua mão no ombro alheio foi um apoio para se abaixar ao lado dela , um leve suspiro deixando seus lábios com a reação dela que não podia ser mais escandalosa . ei , ei . me atrapalhou agora que levantou ! lamentou no mais puro drama , buscando o livro que ela havia derrubado e devolvendo-o às mãos dela como um prelúdio para os seus dígitos gélidos envolvendo o pulso da garota para fazê-la se sentar novamente . se alguém passar aqui perguntando , eu estive com você durante o jantar todo , que tal ?
A banshee sorriu ao perceber que não era a única fugitiva por ali, mas ainda que fosse mais reservada, seu senso de comunidade não a livrou da preocupação com a outra jovem. – Tudo bem, mas... aconteceu algo de errado no jantar? Você sabe, se precisar de ajuda, posso dar um jeito de tirar de circulação a pessoa que te incomodou. Ao menos por um tempinho. – Deu uma risadinha, apertando o livro em suas mãos. – Mas ei, onde você está indo, de qualquer forma?
Quando se nasce com um dom que pode causar problemas a terceiros, é possível que você desenvolva o hábito de se isolar. Para Maie, não era diferente. Apesar de tudo, ela estava animada ao observar o vai e vem dos alunos novos e antigos, e considerava aquilo uma distração excelente. A banshee estava sentada nos degraus da escada que dava acesso à biblioteca enquanto folheava um livro sobre a história dos povos feéricos e tirava ocasionais intervalos para analisar cada um que passava por ali. Distraída, não percebeu que provavelmente estava obstruindo a passagem de quem tentasse descer as escadas, e só se deu conta disso quando alguém a cutucou no ombro. Levantou-se sobressaltada, deixando seu livro cair. – Me desculpe, estou atrapalhando? – Sorriu gentilmente, as bochechas coradas denunciando sua timidez.