Ouvi dizer que EMRE KARTAL YILDIZ apareceu em Sunnyvale para arrebentar a boca do balão! Ele tem 28 ANOS, e me alertaram para não confundi-lo com SERKAY TÜTÜNCÜ, apesar de nem ter ideia de quem seja! Aposto que ser LIBERTINO e ENÉRGICO é o que diferencia EMRE dos demais, além de todo mundo já saber que ele é playboyzinho safado SÓCIO-PROPRIETÁRIO DA BOATE STARRY EAGLE
bio:
A família Yildiz é bastante conhecida na cidade por serem donos da Yildiz Textile, atuando como fornecedores de praticamente todos os negócios locais que envolvem tecidos e outros tipos de têxteis, também contendo bons negócios com diversas cidades vizinhas. Lale é parte da segunda geração dos Yildiz em solo americano, tendo seus avós (tanto maternos quanto paternos) imigrado da Turquia e se estabelecido localmente como comerciantes de tapeçarias, eventualmente crescendo e expandindo seus negócios. Filho mais novo de três, Emre sempre fora mimado, crescendo com a certeza de que nada era mais importante que dinheiro e diversão. Mas se por um lado era o favorito da mãe, conseguindo tudo o que queria sempre, era também o sinônimo de fracasso para o pai. Afinal, seu irmão mais velho estava preparado para seguir os negócios de sucesso do pai, enquanto o filho do meio havia se tornado um respeitado advogado da comunidade local. Não era que Emre não fizesse nada de sua vida, exatamente, apenas nada que Ayaz Yildiz aprovasse. Afinal, investir em boates locais era sujar o sobrenome Yildiz, até então ligado somente à ‘coisas sérias’, como afirmaria seu pai.
Uma vida inteira de facilidades e luxo o deixara não apenas mal acostumado, mas distante da realidade difícil de outras pessoas além de sua bolha. Para além disso, tornou-se uma pessoa pouco responsável e sem noção de consequências já que por mais que o pai deixasse claro o quanto desgostava do filho, estava pronto para abrir a carteira sempre que preciso corrigir alguma de suas besteiras. Ainda que fosse razoavelmente próximo da mãe, havia um quê de superficialidade até mesmo naquela relação, como se ele apenas servisse para suprir alguma carência da mulher que estava constantemente sozinha, abandonada por um marido que somente sabia trabalhar (e, claro, traí-la com garotas vinte anos mais nova como um bom e respeitável homem de família tradicional). Distante também dos irmãos, a relação mais verdadeiramente carinhosa (e provavelmente única) que tivera durante sua vida fora com a avó paterna. Ele ainda a visita constantemente até os dias atuais, e é provavelmente a única pessoa que coloca senso em sua cabeça eventualmente.
Mesmo o dinheiro que a família Yildiz garantia à mídia local não foi capaz de abafar completamente o pior episódio da vida do rapaz — fora em uma festa da faculdade que exagerara no álcool e nas substâncias entorpecentes, atrevendo-se a pegar o carro em seguida. Havia sido comprovado que o outro carro havia ultrapassado o sinal vermelho. Claro, seu pai havia pagado o juiz. Mas nem toda a droga do mundo o faria esquecer o momento em que ele, e ninguém mais, fizera o cruzamento perigoso ignorando o sinal vermelho, e colidira de frente ao carro em que havia uma família. Os rumores distorceram a situação toda, dizendo que ele simplesmente havia se entupido de álcool e colidido contra um poste, mas não havia sido preso por dirigir naquele estado por conta de seu importante pai. A história real tinha consequências muito piores, incluindo a morte de um pai de família que deixava para trás uma mulher grávida cuja vida fora arruinada por um irresponsável Emre. O que ninguém além de sua avó sabe é que Emre, sob desculpa de um seguro de vida, provém uma alta renda desde então à mulher a fim de tentar compensar o seu feito. Esconde isso de seu pai a todo custo, visto que se Ayaz descobrisse que o filho ainda mantinha laços com a vítima, a verdadeira história poderia vazar e arruinar o sobrenome da família (inclusive expondo os ilegais subornos que esta fazia)


















