“Eu sei que eu não deveria estar aqui. Só estou cansado de ficar debaixo deste sol quente jogando golf. Eu sou terrível nisso, por favor não conte para ninguém.”
trying on a metaphor
2025 on Tumblr: Trends That Defined the Year
styofa doing anything

blake kathryn
Jules of Nature
$LAYYYTER

ellievsbear
Monterey Bay Aquarium
occasionally subtle
Cosmic Funnies
art blog(derogatory)

Andulka
let's talk about Bridgerton tea, my ask is open
Peter Solarz
DEAR READER
RMH
sheepfilms
Lint Roller? I Barely Know Her
will byers stan first human second
seen from United States

seen from United States

seen from United States

seen from Russia

seen from Tunisia
seen from Philippines
seen from Ireland
seen from United States

seen from China
seen from Guatemala

seen from Brazil

seen from Singapore

seen from Malaysia
seen from China

seen from Netherlands

seen from United States

seen from United States

seen from United Kingdom
seen from Argentina

seen from United States
@xirishboyx
“Eu sei que eu não deveria estar aqui. Só estou cansado de ficar debaixo deste sol quente jogando golf. Eu sou terrível nisso, por favor não conte para ninguém.”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
A hiperatividade de Gregory o impedia de gostar de jogos como golfe, o moreno sempre preferiu esportes mais animados, mais empolgantes. E para ele bater em uma bolinha com um taco estava longe de ter essa animação e empolgação. Mas claro, ele tinha que ir, aquela era uma das suas poucas horas de folga que o moreno tinha e ele não poderia perde-lá, mas esse fato não o impedia de ficar entediado com tudo aquilo, por sorte nunca saia sem sua câmera, estava de folga mais resolveu fotografar para ver se assim o tempo passava mais rápido. — Golfe não é muito a minha praia, sabe? Prefiro esportes mais empolgantes. — Falou ao perceber a presença de alguém provavelmente perplexo por ver o moreno trabalhando ao invés de se divertindo.
“Achei que era o único que não sabe muito bem como fazer isso. E por favor, não me diga que você está fotografando tudo isso.” Deu uma risada baixa. “Seria constrangedor que todas as damas vissem o quanto eu sou péssimo em golf.” Kieran observava o rei jogar com maestria. “Como ele consegue fazer isso parecer tão fácil?”
Desfaça essa carranca agora mesmo e pegue um chá. Minha mãe dizia que é contra a lei ficar emburrado se você tem uma boa xícara de chá ao seu lado.
“Tudo bem, eu aceito.” Pegou uma das xícaras que a moça o oferecia e sorriu. “Muito obrigada, foi muito gentil de sua parte.”
✧ LOOKING AT IT NOW, IT ALL SEEM SO SIMPLE — SIERAN ♔
A Seleção só havia começado há alguns dias e Seraphine já se sentia completamente cansada daquilo tudo. Desejava ser capaz de piscar e ver aquela baboseira terminada de uma vez por todas, devolvendo a paz e silêncio que tanto amava. A princesa não aguentava mais ouvir os pais falando sobre a beleza das garotas e sobre o quão sortudo Hector era por tê-las ali. Aquelas conversas deixavam Seraphine enjoada e incapaz de terminar seu jantar, por que seus pais tinham que dar tanta atenção para aquela Seleção se, no final das contas, era Hector quem decidiria quem ficaria e quem iria embora? Era estúpido e desnecessário.
Naquele dia, não fora diferente. Após ouvir sua mãe conversando com Helena Findlay, a governanta das selecionadas, sobre aulas e possíveis provas, Seraphine bufou, fechando a revista que lia e jogando-a do outro lado do cômodo. Sem se importar se estava agindo de modo infantil, a loira levantou-se do sofá e pôs-se a caminhar para fora do quarto da mãe, ignorando os chamados da mesma. Seraphine precisava sair de dentro do castelo o mais rápido possível ou acabaria surtando, por isso decidiu ir para o jardim, porque sabia que não seria incomodada por ninguém. Passou pelo seu quarto apenas para pegar seus lápis de cor e caderno de desenho, e pôs-se a caminhar na direção do jardim. Quando finalmente colocou os pés para fora do castelo e sentiu os raios de sol bater em sua pele, a loira sorriu. O único barulho presente ali era o cantar dos pássaros, um som extremamente relaxante e pacífico. Seraphine ponderou por alguns segundos, pois sabia que a possibilidade de alguém aparecer lhe procurando não eram tão pequenas assim.
Quando percebeu que teria paz, a princesa illeana desceu as escadas e seguiu para o coreto, seu lugar preferido para ficar quando passava um tempo no jardim. A loira observou as copas das árvores se moverem por conta da leve brisa, sentindo-se muito mais calma agora que estava longe de todos. Avistou o coreto de longe e correu rapidamente até o mesmo, equilibrando-se na ponta dos pés para não arriscar afundar seus saltos na grama. Seraphine subiu os degraus do coreto e sentou-se no banco que havia ali. “Finalmente, posso relaxar.” murmurou e sorriu para si mesma. Iria aproveitar aquele momento ao máximo, pois sabia que quando colocasse os pés para dentro do castelo, seria forçada a voltar a sua rotina desagradável. Colocou os lápis de cor no banco ao seu lado e abriu o caderno, passando os dedos pela folha em branco e suspirando, sentindo-se extremamente inspirada. Seraphine pegou o lápis preto e começou a fazer um esboço de um vestido de gala; havia herdado o dom do desenho de sua mãe, e desde seus 11 anos, a garota desenhava os seus próprios vestidos e os entregava para alguma criada, para que ela pudesse costurá-los. A loira continuou desenhando por alguns minutos, até que ouviu o barulho de passos. “Estava bom demais pra ser verdade.” Seraphine resmungou em voz baixa e continuou a desenhar. “Espero que tenha um ótimo motivo para estar aqui.” falou mais alto, queria que quem quer que fosse a pessoa que estava ali, fosse capaz de ouvi-la.
Frustado. Era assim que Kieran se sentia. A aliança política entre a Irlanda do Sul e Illéa corria riscos. Seraphine não era uma das pessoas mais fáceis de lidar e ele havia notado isso rapidamente. A moça não sabia do comprometimento dos dois, não sabia a rapidez que seus pais exigiam o casamento, ela estava totalmente no escuro e tudo dependia dele para dar certo. Kieran devia mostrar agora o líder que seria para Irlanda do Sul. Ele devia ser um bom negociador, conquistador e estrategista se quisesse que de fato seu país viesse prosperar durante seu reino. Porém, tudo que fazia quando via Seraphine eram tiros em seu próprio pé, muitas vezes falava demais ou fazia a princesa se sentir desconfortável.
Seu pai o pressionava e sua mãe o mandava ser gentil e paciente, o príncipe seguia os conselhos de sua mãe por mais que durante muitas vezes isso se tornasse algo estressante. Entendia o motivo de seu pai pressiona-lo mas não entendia a pressa em querer faze-lo casar. Ele ainda tinha vinte e três anos, tinha tempo de sobra para encontrar alguém que o amasse e não o levasse a loucura. Era assim que se sentia com Seraphine, nada que ele fizesse parecia certo quando o assunto era ela.
Toda aquela pressão o estressava e por mais que tentasse se distrair com outras coisas, o motivo daquela viagem sempre se sobressaia em seus pensamentos. Levemente estressado o rapaz começou a procurar em suas coisas sua caixa de charutos. Não era algo que se orgulhava porém sempre que atingia um certo nível de estresse recorria a nicotina. O costume havia começado no fim de sua adolescência quando seu primo mais velho lhe ofereceu um cigarro e um ano depois um charuto. Kieran colocou o charuto de forma desajeitada em seu bolso e saiu de seu quarto. O jardim seria o lugar ideal para descansar suas ideias e tragar um pouco.
Quando avistou uma grande árvore, se escorou no tronco e ascendeu seu charuto. Deu uma longa tragada e sentiu a nicotina tomar conta de si. Respirou fundo e continuou a caminhar pelo jardim observando a beleza da botânica do lugar. Seus olhos então pararam em uma figura loira que desenhava com traços precisos em um papel sentada em um banco. Seraphine. Não importava para onde ele ia, ela sempre estaria por perto. A encarou durante alguns instantes e decidiu aproximar-se para tentar uma conversa. Um resmungo baixo saiu dos lábios da loira porém o príncipe não foi capaz de compreender o que ela havia dito. “Vi que estava desenhando, fiquei curioso e não pude evitar a vontade de vir aqui perguntar a senhorita o que fazia.” Lambeu os lábios e deu uma longa tragada em seu charuto.
“Não sabia que iam reformar. Hunf, não dá um pouquinho de raiva perder coisas importantes em sua casa quando passa um tempo fora?” Perguntou, mais para si mesma que para ele, os dedos finos tocando a ornamentação da parede nova. “É muito bonito.”
“Então você mora aqui?” Olhou para a moça por alguns segundos. “Desculpe mas você não está vestida como alguma servente ou algo do tipo..” Sorriu sem graça. “São detalhes em ouro, esse lugar é realmente muito bonito. Faziam tantos anos que eu não pisava aqui.”

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
"You shouldn't love me."
"Você não entende, não é mesmo?" Ele deu uma risada fraca e infeliz. "Eu não escolhi amar você, eu aprendi a amar você e nada que você faça vai mudar o que eu estou sentindo. Vá, me xingue, me bata, me mande ir embora. Eu não vou! O que eu sinto por você é raro e não irei jogar tudo isso fora por medo seu."
"I might have had a few shots."
“Alguns shots? Você bebeu mais de uma garrafa de whisky, qual é o seu problema?” Tirou a bebida de perto do capitão e revirou os olhos. “Se alguém te ver aqui, você está ferrado.”
Larga a chata da princesinha e casa comigo?
Estou lisonjeado, admito!
já em uma selecionada preferida?
Ainda não pude conversar com todas, mas a Francesca é uma boa garota.
Three little words!
That’s no good.

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
Three little words!
It’s so cold.
Three little words!
I loved you...
three little words!
Come along, friend.
Send me ‘Three little words!’ and I’ll generate a number for what my muse will say to yours.
Theme: Three-word sentences, may contain triggers/NSFW (mixed bag) Numbers: 1 - 100 Bonus points for not peeking!
Continuar lendo

Anya is live and ready to show you everything. Watch her strip, dance, and perform exclusive shows just for you. Interact in real-time and make your fantasies come true.
Free to watch • No registration required • HD streaming
“É um prazer conhecê-lo alteza.” - Ela deu um leve sorriso educado para ele, e então voltou a sentar-se no banco em que se encontrava anteriormente a chegada dele. “Deve ser muito ruim, ser vigiado constantemente.” - Ela disse, voltando o foco do assunto para ele, afinal, ele não fazia ideia do que ela estava sentindo no momento, mas também não queria que ele soubesse. “Bom, boa sorte com isso então. Já que, não me sinto com tanta vontade de rir.” - Ela deu de ombros, enquanto em seus lábios aparecia a sombra de um sorriso, ela não queria ser rude, mas desde a morte de seu avô, desde que se vira sem mais ninguém no mundo, Frannie, não tinha motivos para rir. “Me chamo Francesca, Alteza. Francesca Valois, selecionada da Columbia.”
“O prazer é meu.” Ele sorriu de volta e se sentou do lado da moça mantendo uma distância respeitosa. “Ás vezes é sim, você vai me entender em pouco tempo. As criadas, os guardas, a imprensa, vão todos ficar em cima de você o tempo todo. É um tanto quanto irritante no inicio, mas acho que depois você se acostuma, afinal você pode se tornar a rainha.” Olhou animadamente para a moça que ainda o olhava de modo soslaio. “Pode ser que eu não consigo isso hoje, mas pode ter certeza que um dia pelo menos um sorriso de canto conseguirei da senhorita.” Olhou para ela de modo desafiante. “Columbia? Nunca estive lá. Francesca...belo nome!”
“Gostaria de ter tanta sorte, meus primos eram bem mais velhos, e a maioria deles me olhavam de maneira torta, acho que não gostam do fato de eu ser a primeira na linha de sucessão.” Era triste pensar que nunca teve grandes laços com seus familiares, mas, ele não precisava ficar ouvindo seus desabafos sendo que mal a conhecia. “Realmente, é um país com muitos charmes. As vezes me pergunto se algum dia terei tempo de visitar todo o meu país e conhecer cada cantinho…” Levantou os olhos para encará-lo, logo abrindo um sorriso, ação que fez seus olhos desaparecerem no próprio rosto. “Eu com toda certeza iria ficar feliz em recebe-las. Dizem que orquídeas são lindas. Mas só irei aceitá-las se me deixar presenteá-lo também.” Novamente, desviou seu olhar para o pequeno esquilo. “Será que me permitiriam passear com os cavalos ou brincar com os cachorros daqui? Sinto falta dos meus animais.”
“Todos querem reinar mas nem todos aguentariam a pressão de um reinado. Não devia ficar triste em relação a isso, você sabe, eles estavam com inveja.” Deu os ombros. “Raramente consigo sair do palácio mas quando consigo dar umas fugidas vou a lugares onde existem pessoas mais desfavorecidas...” Suspirou triste, odiava pensar que nunca conseguiria mudar a vida de todos em seu país. “É um pouco frustrante, você sabe.” Sentou-se em um banco que lhe dava uma bela vista para um chafariz que se encontrava no meio do jardim. “Amo presentes, não é como se você fosse precisar insistir.” Sorriu para a princesa a sua frente. “Você é uma convidada, tenho certeza que as criadas fariam de tudo para te agradar, basta pedir! Provavelmente teriam vários guardas te seguindo, mas acho que você consegue lidar com isso. Você tem muitos bichos?”