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LEMBRANDO: Só continuo a postar com NOTES nos posts.
Capitulo 11.
Ela não pode entregar as flores que desejava.
Se já perdeu alguém, saberá como é a dor, se nunca perdeu alguém nem deve imaginar o quão grande ela seja, em como ela é capaz de nos estragar de dentro para fora, nos distorcendo, destroçando, avastando, nos fazendo em pedaços.
O dia nublado tornava o nostálgico sábado mais frenético, como se a felicidade não morasse mais ali, como se o sol não voltasse e como se as gotas das salgadas lágrimas nunca secariam dentro da pobre menina. Tentávamos consola-la, tentávamos abraça-la, beija-la, acaricia-la, sem sucessos. Alias, uma perda tão grande não poderia ser superada tão rápido e fácil assim teríamos que ser pacientes e ajuda-la a enfrentar suas maiores dores e saudades, teríamos que acolhe-la para o mais grandioso abraço.
- Não ta certo, não, não, eu falei à ela que nada aconteceria - ele quase se perdia em seus soluços.
- Ash, não, você sabe que não é sua culpa.
- É minha culpa, é sim. Se eu estivesse lá para impedir isso, eu conseguiria… Sum! - ele me olhava triste com os olhos transbordando.
- Vem cá! - o abracei - Você sabe que a culpa não foi sua, e ela vai entender, vamos só ajuda-la a se recuperar disso tudo.
Silêncios inquietantes nos invadiram, nenhuma palavra poderia descrever aquele momento, nenhum.
- Vamos então? - Falou Dix chegando ao carro.
- Estava aonde?
- Só fui dar uma volta, um tempo…
- Tudo bem, vamos.
Dix se encostou em mim e eu só à abracei, não sabia que palavras usar.
Chegamos na minha casa, onde Ash me deixaria para levar Dix para casa, ela me interrompeu na saída do carro.
- Sum…
- Oi meu bem - virei para olha-la novamente.
- Tem como eu ficar aqui, pelo menos até meus avós chegarem? - Ela me olhava com tristeza.
- Claro que sim, não te convidei porque achei que gostaria de ficar um pouco sozinha, mas venha - abri o sorriso.
Ela desceu do carro, demos tchau para Ash e ele seguiu a estrada.
Quando olhei minha mãe já estava na porta à espera, e ela esticou os braços para Dix. Ela foi correndo à abraçar, era como uma segunda mãe para ela.
- Meu Deus, como você está minha pequena? Não não, não chore, vai ficar tudo bem - minha mãe tentava conforta-la - Tudo vai melhorar você vai ver, pode ficar aqui com nós se quiser…
Sem palavras.
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Capitulo 1
Era um dia comum de agosto, bom, era o que aparentava ser. Quando acordamos, pensamos ser um dia qualquer, com uma rotina normal, essa é a expectativa que esperamos. Mas as vezes, o destino resolve tomar um caminho diferente, te faz sair da sua rotina e experimentar coisas novas, mesmo que você não queira. E as vezes o que mais esperamos, de fato, não vai acontecer. E é sobre isso minha historia, de como algo que aparenta ser um tanto insignificante, pode mudar nossas vidas. Tudo começou quando eu tinha apenas 6 anos, a família que mora ao lado da minha residencia, tem uma forte amizade com a minha. Não me pergunte o porque, sempre foi assim. Eramos como uma grande família com dois pais e duas mães. Era tudo tão feliz naquela época, até meu pai e seu grande amigo, receberem a noticia que teriam que voltar para as forças armadas. Sim, meu pai é do exercito, ele amava a sua profissão mais que qualquer outra coisa. E foi exatamente este amor que levou a sua morte. Foi uma época difícil para todos nós, porque seu grande amigo que morava ao lado da nossa casa. Também morreu, sendo assim, diminuindo nossa grande família, mas apesar de tudo, continuamos unidos.
Nate,meu vizinho, que na época tinha mais ou menos minha idade, era praticamente meu melhor amigo. Eramos novos e não tínhamos tal consciência do que estava acontecendo ao nosso redor. Pelo que eu sabia, meu pai tinha se tornado uma estrela, daquelas que ele ia me levar para ver praticamente todas as noites, mas só para mim era assim. Hoje, tenho 16 anos. Muitas coisas aconteceram desde daquela época. Agora, sou uma adolescente cursando o ensino médio e estou mais ciente das coisas que acontecem ao meu redor. Meu irmão mais velho é calouro na universidade, cursando medicina. Minha mãe já havia superado a morte do papai, ela se dedicou á sua profissão e se tornou uma importante executiva e vinhamos levando nossa vida de uma maneira agradável desde então, até algo acontecer conosco.
Estávamos tomando café como um dia normal, era praticamente a unica hora do dia que ficávamos os três juntos.Tudo estava normal, até que minha mãe recebeu uma ligação nada agradável, era sobre a nossa vizinha e amiga, parece que ela após perder seu marido não reagiu tão bem quanto a minha mãe em relação a sua morte. Ela começou a enfrentar uma depressão um tanto forte desde a morte do seu marido. Tomava diversos remédios para conseguir levantar da sua cama, bebia e se tornou uma fumante. Ela e a minha mãe continuaram muito amigas, mesmo depois dos acontecimentos. Minha mãe tentou ajuda-la de todas formas, mas não adquiriu um bom resultado, pois naquela ligação disseram que a sua amiga vinha a falecer devido a um acidente de carro. Fiquei um tanto abalada, mas fui a aula mesmo assim. Sempre fui uma aluna aplicada, não podia faltar aula por motivos um tanto .. . Quando cheguei em casa, me despi e fui para o chuveiro. E depois de colocar uma roupa mais confortável, fui procurar meu irmão para perguntar alguma coisa sobre o acontecido, mas ele não estava. Eu estava completamente só naquela imensa casa. Quando vejo um barulho de chave e a porta principal se abrindo. Era a mamãe e com Nate ao seu lado.
- Louise, já voltou da escola?
- Sim mamãe, o que esta acontecendo ?
- Bom, eu fui resolver uns negócios em relação.. bom.. você sabe. E resolvemos que ficarei com a guarda de Nate e ele irá morar conosco.
Nate, como ele havia mudado, nem o reconhecia mais.
Como Nate e eu não eramos mais tão amigos, ficamos muito tempo sem nós ver, na verdade,aquela amizade de antes com o tempo foi se tornando ódio ... Mal podíamos nos suportar estudando um ao lado do outro, e agora ele vinha morar na mesma casa que eu. Isso realmente é inacreditável, só pode ser um pesadelo.
- Bom, agora o leve para o quarto do seu irmão, temos que tirar a mesa de estudos dele lá e coloca-la no escritório. Eu tenho que voltar ao trabalho agora, vocês ficarão bem né?
- Na verda....
- Eu sei que sim, beijos, até mais.
Realmente, minha mãe é meio obsessiva pelo seu trabalho, não temos o melhor relacionamento do mundo por causa disso. Mas convivemos bem, não tenho do que reclamar. Ela saiu sem deixar eu terminar minha frase, então não tive escolha além de levar a mala de Nate para o quarto do meu irmão e tentar conforta-lo, apesar de ser um tanto estranho para ambos.
- Nate, você está bem?
- Sim.
- Você não tem aparecido na escola ultimamente, todos estão preocupados.
- Eu não vou voltar para lá.
- Por que?
- Isso não é da sua conta.
- Não precisa ser grosso, estou tentando ajudar. Eu sei como é perder alguém amado, ta?
- Eu também sei como é, passei por isso duas vezes. Então não preciso da sua compreensão. Então para de fingir que é minha amiguinha e vai correr atrás do seu irmão como sempre fez.
Ele fechou a porta do quarto com força na minha cara, e apesar de estar com raiva, não consegui culpa-lo por isso. Sei que ele estava sofrendo e não fez de proposito. Se passaram em torno de duas horas desde que ele se trancou no quarto do meu irmão, e eu fiquei vendo tevê. Até que o meu irmão chega em casa.
- Oi Lu, tais bem?
- ONDE VOCÊ ESTAVA?
- Me desculpe, esqueci de avisar que chegaria mais tarde hoje, tive uns assuntos para resolver. Você ficou bem com o Nate?
Olhei para ele com um ar sério.
- Tá brincando é?
Ele sabe que nos odiamos, e de certa maneira parecia aliviado em saber que a casa estava inteira quando chegou lá. Fomos até o quarto, abrimos a porta e avistamos o quarto vazio com a janela escancarada.

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Ian Phillips
Nate Walker
Louise Phillips
Capitulo 10.
Sábado, finalmente o dia mais esperado da semana, onde poderia se mobilizar no mesmo, eternizando o dia inteiro e voltando sempre nele, não chegando no domingo e nem voltando à sexta-feira.
Acordara com Dixie gritando ao meu ouvido, mas que petulância da parte dela.
- Acorda caramba! - ela falava me sacudindo.
- O que é? Me deixe dormir - falei me cobrindo novamente.
- Levanta Summer! - ela falava com a voz mais agressiva me descobrindo.
- Fala.
Quando à olhei ela estava com o rosto todo avermelhado e inchado de tanto chorar, como se tivesse sido picada por milhões de abelhas no mesmo lugar.
- O que houve? - eu disse por fim me sentando na cama.
- Minha mãe e meu pai... - ela não conseguia falar.
- Meus Deus, o que houve? Vem cá - falei a abraçando.
- Eles foram viajar essa madrugada... - ela falava pausadamente para os soluços do choro saírem embrulhados nas palavras - e me ligaram falando que eles sofreram um acidente, e logo em seguida recebi uma mensagem - seus olhos eram cachoeiras.
Peguei o celular dela para ver a mensagem.
" Eu bem que tentei avisar a sua amiga, se cuidem enquanto podem"
- Mas e seus pais? Estão bem? - fique apavorada.
- Fui até o hospital, minha mãe esta bem porém não lembra do que aconteceu, mas meu pai esta em coma, e não sabem quando ele irá acordar - disse ela triste.
- O meu bem, não chora, ele vai se recuperar, não liga pra essa mensagem idiota, como você disse deve ser uma brincadeira de mal gosto - tentei conforta-la mas sabia que não era isso- e estou aqui para o que você precisar.
- Ta bom - disse ela - mas fica comigo por favor.
- Vou sim. Mais tarde podemos passar pegar algumas flores para eles - abri o sorriso.
Ela concordou comigo, e à deixei deitar em minha cama, provavelmente estava cansada demais e abalada pela noticia perturbadora.
Desci as escadas, olhei no relógio, 6 horas da manhã. O sol ainda não sairá por completo, havia um clarear no céu com diversas cores, como um arco-ires expandido no céu.
Meu celular vibrou, fui ver quem era.
"Ta acordada?" - Ash
Sério? a essas horas da manhã alguém vem me pedir se eu estou acordada.
"Sim, pode falar meu bem" - Summer
"Saia pra fora da sua casa" - Ash
"Já saio, só vou pegar um casaco" - Summer
Peguei um casaco branco que estava em cima do sofá da sala, e fui em direção a porta da frente para me encontrar com Ash. Quando abri dei de cara com ele, quase dera um grito com o susto que levara.
- Que susto garoto! - comecei a rir.
- Desculpa pequena - ele riu.
- A essas horas da manhã me mandando mensagem? Não para de pensar em mim não é? - falei me sentando nas escadas da varanda.
- Não se iluda - ele riu fazendo uma careta.
- O que houve para querer falar comigo esse horário? - falei séria.
- Seu pai me contou que contou a você sobre...
- Sim, contou - o interrompi.
- Não quero que pense que fiquei contigo só para te proteger, você sabe que eu gosto muito de você princesa.
- Não precisa se desculpar ou coisa assim Ash, eu te intendo e achei fofo isso - eu ri.
- Ah, melhor assim - ele riu. - Mas falando sério agora, não fique muito por perto do Luke - ele me olhou com preocupação.
- O que te a ver?
- Summer, acontece que, bom... - ele tentava escolher as palavras - ele pode interferir em algumas coisas, droga, não sei como explicar! Só não fique com ele.
- Tudo bem - olhei incrédula.
Mesmo comigo insistindo em saber o porque ele não me contava, ele não sabia como me contar ou algo assim, falava que era complicado, apenas isso.
- Sum, toma cuidado ta bom? - Ash me olhou com preocupação colocando meus cabelos atrás da minha orelha e afagando meu rosto.
- Claro que sim.
- Vou ir, você precisa voltar a dormir - ele beijou minha testa.
- Não vou voltar a dormir, pode ficar se quiser... - falei esperansoza.
- Não posso, tenho que ir pequena.
- Tudo bem, alias, ficou sabendo dos pais de Dixie?
- Sim, ela me ligou, e avisou que estava vindo aqui. Mais tarde eu volto pra ver como ela ta, levo vocês no hospital mais tarde, ta bom?
- Ta bom então - dei um breve sorriso.
- Vou indo, tchau minha pequena.
E ele foi embora, sumindo na alvorada, no amanhecer admirável, ficara parada na varanda observando o despertar dos pássaros e seu canto estupendo, pensando se meus dias iriam voltar a ser normal e quando essa loucura toda iria parar.
- Summer?
- Oi mãe, bom dia - eu ri.
- Nunca acordou tão cedo assim num sábado - ela riu com os braços cruzados tremendo de frio.
- Dix apareceu aqui em casa, acho que ela achou a chave reserva nas plantas - ri da situação - os pais dela, sofreram um acidente - mudei o tom para mais sério.
- Meu Deus, e como ela está?
- Está mal né, mais tarde irei com ela no hospital, ela está dormindo na minha cama agora.
- Entre para conversarmos melhor filha - disse minha mãe.
Entrei e fomos na cozinha preparar o café da manhã, contara o que havia acontecido, e que Ash vira conversar comigo sobre ser meu protetor, mas não entrei em detalhes. Fui para a sala assistir desenho, peguei uma coberta e acabei dormindo.
- Sum? - falava alguém me cutucando.
- Que é? - olhei e era Dixie.
- Vamos comigo ver meus pais? Ash esta ali na frente já.
- Vamos, mas você tem que parar com essa mania de ficar me acordando - eu ri.
- Prometo - ela riu.
Depois de ver Dixie chorando tanto, foi bom ouvir o som da risada dela, era gostoso e nostálgico, onde me lembrava duas meninas pequenas rindo sem parar até a barriga doer por motivos banais.
- Oi minhas princesas. - disse Ash olhando para nós duas.
- Oi - falamos em coral.
- Vem cá Dix - ela falou a puxando-a - não fica preocupada ta bom? Eles vão se recuperar, eles são fortes, e não vão deixar uma menina linda como você sozinha - ele falava olhando nos olhos dela enquanto suas duas mãos estavam segurando seu rosto.
Dix ficou quieta, só seus olhos se encheram de lágrimas mas nenhuma caiu.
Entramos no carro, e Ash já tinha providenciado as flores, fomos direto ao hospital e Dixie não falava, não ria, não chorava, apenas ficava quieta.
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quando vai ter capitulo nooovo?
Só a noite bby haha/bela

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Puta que pariu .... Vocês escrevem muito bem *-* Estou amando ler isso u_u Continuem a postar !
Sou eu Isabela escrevo a Web da Summer, a Ju me ajuda a ter ideias. Alias, ela ta escrevendo a web dela, vai postar em breve, e estou começando a escrever outra, aaaawn []
e muuito obrigada mesmo pelo elogio *-* []
/bela
Capitulo 9.
- Summer! - fomos interrompidos pelo meu pai.
- Oi - olhei confusa.
- Sr. O'Connor - disse Luke - ei, já vou indo - disse ele ao sair e indo em direção a rua.
- O que aconteceu? - ele olhou assustado para a faixa cobrindo meu tornozelo.
- Cai - eu ri - mas já estou bem, Luke me levou para o hospital.
- Quem é esse rapaz?
- Estuda comigo pai, relaxa.
- Hum - ele falou num tom suspeito - precisamos conversar sobre seus poderes - falou enquanto me conduzia para dentro de casa.
- Agora não - disse seca.
- Não quero mais adiar isso, vou te dar uns livros tenho certeza que irá se interessar.
- Vou lá pra cima - falei como se não tivesse ouvido a ultima frase que ele falou.
- Summer...
Cheguei ao meu quarto e fui correndo pegar meu celular, precisava falar com Dix. Como ela passara meu endereço para alguém que mal conhecia? Ela atendeu.
- Dix, como você passa meu endereço pro Luke?
- Luke? - Ela parecia confusa - Não conheço nenhum Luke - ela riu.
- Como assim não conhece? - escutei meu pai me chamando.
- Não mesmo - ela confirmou.
- Tenho que ir, depois conversamos -desliguei o celular - O que é pai? - gritei.
- Venha até aqui, vamos começar.
- Começar o que? - disse me dirigindo até a sala.
Quando cheguei lá, havia centenas de velas espalhadas pela sala, centenas, mesmo. Pelo menos oito velas em cada canto, em cima dos móveis e em forma de um circulo em volta de meu pai.
- O que esta acontecendo? - olhei perplexa.
- Sente-se e comece a ler isso - ele apontou para um livro antigo.
Sentei-me e peguei o livro. O que era aquilo? Minha língua que não era, tentei decifrar, tentei ler.
- Ta brincando é?
- Summer, leia - falou ele com os olhos fechados com suas pernas trançadas.
Comecei a ler.
- Salutatione volo benedicere animas imis... - fui dizendo com dificuldade - Mas o que é isso?
- Latim, continue.
- Ego enim pro vobis in omni par et omnis benedictio tua ut possim mundus tecumque conspirante.
Em seguida, todas as velhas flamejaram e logo em seguida se apagaram dando lugar a escuridão da sala toda fechada. Me assustei, e fiquei paralisada ali do jeito que eu estava.
- Acalme-se e respire fundo, é somente um ritual de passagem, nada vai te acontecer.
Derrepente as chamas das velas acenderam novamente e começaram a se erguer vindo em direção a mim, fiquei assustada, por mais quentes que pudessem parecer estavam me congelando dentro de uma bola de fogo. Os móveis permaneciam intactos, como se nada estivesse acontecendo, meu pai levantou-se e começou a falar palavras estanhas, como eu falara antes. E depois de algum tempo elas subitamente se apagaram, como um vulto em meio a escuridão ou alguma sombra não desejada.
- Summer, está bem? - meu pai falou assustado.
- Sim, estou - disse mais assustada que ele - o que houve?
- Não sei - me abraçou - não sei mesmo - seu olhar era de preocupação.
Fiquei calada por uns segundo, e tudo estava normal tirando as velas que pareciam nem ter sido queimadas.
- Aquele rapaz... quem ele é? - disse meu pai apavorado.
- Conheci ele na sala de aula pai, não sei nada sobre ele, mas o que vem ao caso?
- Droga! - disse ele - não acredito, aqui não - falou murmurando para as paredes sem dar atenção a mim.
Aquela foi um momento tão estranho, como todos em que eu tivera passado.
Luke, não parava de pensar nele.
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Quando vai postar o capitulo 9 bela? :333
Vou postar hoje de madrugada ou amanhã de manhã bby haha []
Capitulo 8.
- Oi. - Falei enquanto não tirava os olhos dele.
- Desculpe-me pelo primeiro dia de aula - ele foi pegando a carteira de cigarro do bolso - é que, bom, não era um dia bom pra mim.
- Tudo bem - falei começando a corar.
- Cigarro?
- Não fumo.
- Ah.
Fiquei imóvel ao lado dele, sem saber o que falar ou o que fazer.
- A propósito sou Luke - disse ele por fim.
- Summer - sorri - já vou indo - disse levantando depressa para evitar mais constrangimento do que passara.
Ele não disse tchau ou se quer acenou de volta, ficou como o primeiro dia em que eu o conheci, “tanto faz”.
Quando me dei por conta estava debruçada na calçada por causa de uma pedra, provavelmente teria torcido o tornozelo, estava doendo demais e não conseguia me levantar, que fiasco pensei comigo. Tentei me levantar duas ou três vezes, fracasso total.
- Quer ajuda?
Olhei pra cima, era Luke.
- O que você acha? - falei ficando brava.
- Venha, se segure em mim - ele riu.
E com a maior facilidade ele me levantou e me colocou em seus braços musculosos, como se eu foço um saco de arroz, onde eu mais parecia com um saco de batata. Mesmo assim, odeio a ideia de alguém me carregando, me sinto como se eu fosse um bebê de colo.
- Pode me soltar.
- Não, levarei você até sua casa.
- Não, eu quero que me solte - falei furiosa.
Ele ficou em silêncio, como se minha opinião não fosse importante e já que eu não podia me mexer, tive que ficar quieta.
- Seus pais estão em casa? - disse ele.
- Porque? - perguntas e mais perguntas.
- Precisa ir para o hospital oras - ele disse rindo.
- Eu mesma vou - abri um sorriso sarcástico.
- Acho que não vai rolar princesa - ele riu - Tem carro? Posso te levar. De a pé é uma pernada.
- Não te conheço, e já falei vou sozinha.
- Tudo bem moça - disse ironizando a frase.
Chegamos em casa, e ele me soltou na varanda.
- Obrigada, daqui pode ir.
- Nossa, salvo sua vida praticamente e é só isso que recebo? - perguntou maliciosamente.
- Sim - falei seca e depois sorri.
- Okay - ele riu.
- Se me da licença..
- Vai lá pegar a chave, vou junto contigo, vou indo até o carro.
Fiquei o olhando por segundos, meios incrédula por o tratar daquele jeito, tão sarcástico e estupido. Entrei dentro de casa, realmente, meus pais não estavam. Peguei a chave do carro e fui indo até a parte de trás da casa e quando eu ir descer os degraus, fui direto ao chão, o tombo foi mais engraçado do que a outra vez. Minha cara estava estancada no chão.
Só vira a sombra de Luke vindo correndo até mim.
- Velho, como assim - ele começou a rir - duas vezes e menos de uma horas, parabéns - soltou uma gargalhada.
- Cala a boa e me ajuda a levantar - ele me dava nos nervos.
- Tudo bem, vem cá.
Dessa vez ele só me segurou pela cintura ao invés de me pegar no colo, e me ajudou a chegar até o carro, me colocou na parte do caroneiro e quando fui falar algo pra reclamar ele me olhou nos olhos e fez com que eu ficasse calada.
- Espera - o olhei.
- Fala.
- Primeiro, como sabia onde eu morava, e como sabia se eu tinha um carro?
- Sei porque, bem, Dix me falou. - ele se calou - e sobre o carro, só chutei, poderia ser uma hipótese não?
- Dix?
- É sim - ele sorriu e imediatamente mudou de assunto - Vou te levar ao hospital moça - ele apertou meu nariz.
Fomos o caminho inteiro quietos, ele as vezes tentava puxar algum assunto, mas eu estava com muita dor, então evitava ao máximo falar gemendo ou coisa assim.
Chegamos ao hospital, Luke estacionou o carro e em seguida já estava na minha porta para ajudar-me.
- Não me pegue no colo - o olhei antes que ele pudesse fazer qualquer coisa.
- Tudo bem.
Pegou-me pela cintura, e me encaminhou direto a um cara, que segundo ele o conhecia a anos. O médico mais lindo que eu já vi, tão jovem.
Felizmente só tive que passar uma faixa em volta do meu tornozelo e irei tomar alguns remédios para dor por algum tempo. A consulta acabou e Luke não tinha mais o obrigação de estar ao meu lado, fiz com que ele me levasse pra casa, quietos ainda, com algumas palavras fugidas da boca mas sem sucesso. Chegamos na minha casa, e ele fez de tudo para me convencer a deixa-lo entrar, sem sucesso também. Eu ria da situação, mal o conhecia, mal sabia quem ele era e ele já falava comigo com a maior naturalidade sem medo de errar na fala.
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Olá, voltarei a postar a web dia 02/04. Quem à lê por favor dar like nos posts se não irei parar, obrigada []
não para de escrever a web pfvr!!!
sério que tu gosta? :c
É que ninguém se manifesta, ninguém da like, dai desanima sabe :/
Se tiver notes nos próximos capítulos eu não paro, beleza? *-*