Obrigada por todas as vezes que vocĂȘ me pegou no colo e acalmou o choro da minha alma.
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Hoje passei o dia sem vocĂȘ.
NĂŁo falei, nĂŁo li as mensagens, deixei o celular em casa e me esqueci um pouco dos pensamentos e da ansiedade que isso tava me causando. Eu tentei passar um dia sem vocĂȘ. Eu disse que queria um tempo, pedi pra que vocĂȘ nĂŁo viesse e tentei, por inĂșmeras vezes, nĂŁo pensar tanto nessa situação e em vocĂȘ.
E falhei miseravelmente nesse processo.
Hoje passei o dia fisicamente sem vocĂȘ. Mas nĂŁo consegui parar de pensar na importĂąncia de ter vocĂȘ nas pequenas coisas. Pensei em vocĂȘ de manhĂŁ antes de dĂĄ bom dia, pensei enquanto me arrumava pra sair, pensei quando cheguei na praia e queria vocĂȘ ali pra me fazer companhia. Pensei em como, se eu tivesse com celular, eu te mandaria uma foto ou diria que estava com saudades. Pensei em vocĂȘ quando passei o protetor e vocĂȘ nĂŁo tava ali pra me ajudar, pensei em vocĂȘ quando me perguntaram de ti e eu dei uma desculpa qualquer. Pensei em vocĂȘ quando me senti sozinha meio no meio de tanta gente. Pensei em vocĂȘ quando eu me diverti jogando com minha famĂlia e fazendo uma defesa de bola no vĂŽlei que fez meus joelhos doerem. Os joelhos ainda doem e eu ainda penso em como eu sĂł queria que vocĂȘ tivesse visto e me dado aquele sorriso orgulhoso e apaixonado que eu tanto amo. Pensei em vocĂȘ na volta pra casa, na visĂŁo da estrada e nos milhares de planos que a gente faz de viajar juntos algum dia. Pensei em vocĂȘ quando lavei as conchinhas que eu trouxe da praia, lembrando das mesmas conchas que pegamos na mesma praia hĂĄ um ano atrĂĄs. Pensei em ti quando percebi que trouxe um sirizinho dentro de uma das conchas sem querer no meu bolso e a primeira coisa que eu queria fazer quando percebi foi te contar. Pensei em vocĂȘ quando comi um sabor diferente de pizza que eu acho que vocĂȘ iria gostar. Pensei em vocĂȘ em um caso mĂ©dico da sĂ©rie que eu tĂŽ assistindo. Pensei em vocĂȘ atĂ© quando eu nĂŁo tinha muito o que pensar.
Hoje eu passei o dia sem vocĂȘ, mas vocĂȘ habitou meus pensamentos e sĂł me fez perceber o que o cotidiano as vezes tenta mascarar: o tanto que eu amo vocĂȘ e sinto sua falta nos mĂseros momentos. Tornou-se tĂŁo rotina de ter ao meu lado que deixar de fazer coisas que lembrem vocĂȘ parece atĂ© errado.
Hoje eu passei o dia sem vocĂȘ pra perceber que eu nĂŁo quero mais fazer isso e tĂŽ sentindo sua falta ao ponto de sĂł querer te beijar e abraçar atĂ© que isso passe.
As crises. O ciĂșmes. A ansiedade. Os conflitos.
Porque somos maiores que isso. O nosso amor Ă©.
Hoje tive que passar o dia sem vocĂȘ pra relembrar coisas e emoçÔes sobre mim e sobre nĂłs mesmos, mas em nenhum momento parei de pensar e amar vocĂȘ.
Acho que o problema todo começou a partir do momento que minha autoestima começou a despencar. Hoje eu me sinto mais gorda e não consigo emagrecer, me sinto não tão inteligente (principalmente em comparação aos seus amigos da faculdade), me sinto mal por me desleixar e me deixar esquecer de mim com coisas båsicas: cabelo, rosto, sombrancelha... Não pela estética em si, mas por ser coisas que atenuam a autoestima baixa que eu jå possuo.
NĂŁo sei em que momento comecei a me amar menos, a me considerar meio inferior. Sempre tive uma crença que nĂŁo me valorizava tanto e quando eu vejo vocĂȘ, tĂŁo livre e com suas tantas amigas (bonitas, inteligentes, que jogam com vocĂȘ, que praticamente vĂŽlei com vocĂȘ...), me sinto ainda menor. E vou diminuindo e me diminuindo.
Queria saber qual foi o momento que eu me considerei tĂŁo pequena, quando me isolei no meu mundo entre casa, Darwin e vocĂȘ e nĂŁo consegui sair. Eu comecei a sair sĂł com vocĂȘ, me sentia melhor fazendo receitas ao seu lado, atĂ© pra resolver os problemas parece que vocĂȘ sempre era melhor. Quando foi o momento que eu comecei a achar que vocĂȘ sempre era superior a mim? E porquĂȘ?
Percebi que construĂ uma camada de vulnerabilidade, me entreguei tanto que parecia que nem eu me segurava. Estive tĂŁo frĂĄgil em alguns momentos (principalmente antes do Enem) que sĂł vocĂȘ me reerguia ou chegava perto disso. Porque sĂł vocĂȘ sabe quem eu sou, sabe minhas feridas e minhas cicatrizes, sĂł vocĂȘ me conhece o suficiente pra abraçar essas fraquezas minhas. E sĂł vocĂȘ me atingiria tanto nesse meu teto de vidro: minha insegurança e amor prĂłprio.
O problema nĂŁo Ă© sĂł porque vocĂȘ estĂĄ dando um presente muito Ăntimo e pessoal pra Alanna. O problema nĂŁo Ă© vocĂȘ ser melhor amigo ao ponto de saber sobre as necessidades sexuais dela. O problema Ă© que isso me afetou de uma forma que sĂł vocĂȘ poderia atingir. Comecei a achar que ela era melhor pra vocĂȘ e isso, junto com o medo de te perder aliado a minha falto de valor dada a mim mesma, me fez ser dominada por sentimentos que eu nĂŁo queria sentir.
Eu nunca quis ser a namorada ciumenta, chata e que fica pensando nas outras meninas quando o namorado sai. E veja sĂł, parece que foi exatamente o que me tornei. Eu odiei essa minha versĂŁo. Odiei que vocĂȘ falasse pra mim onde tava, mas nĂŁo com quem, pra nĂŁo me magoar. Odiei que precisasse ou sentisse a necessidade de fazer isso. Odiei ficar pensando em vĂĄrias coisas e supondo com quem vocĂȘ estava durante vĂĄrios minutos de conversa. Odiei ser essa pessoa.
NĂŁo quero ser.
Odeio ficar pensando que vocĂȘ sabe da existĂȘncia de um objeto que vai servir pra satisfazer as necessidades sexuais de sua amiga. Odeio que vocĂȘ saiba como esse objeto Ă© e que vocĂȘ tenha dado ele. Odeio que vocĂȘ tenha essa intimidade com ela que eu sĂł tenho exclusivamente com vocĂȘ.
Odeio o fato de vocĂȘ ter essa amizade incrĂvel com uma pessoa incrĂvel que te faz sorrir e jĂĄ ficou com vocĂȘ. Eu odeio que eu nunca tive nada parecido com isso, exceto com vocĂȘ.
Odeio pensar que se a gente terminar eu nĂŁo vou ter mais ninguĂ©m e vocĂȘ ainda vai ter ela r vĂĄrias outras. Odeio o fato de estar me sentindo tĂŁo sozinha e ter pensamentos que me dizem que eu preciso de vocĂȘ.
Odeio precisar de vocĂȘ.
Odeio nĂŁo conseguir desgostar de vocĂȘ por isso.
Odeio como eu te amo ao ponto de sentir tanto. E dĂłi. DĂłi sentir tanto.
Odeio que doa.
As coisas sempre aparecem aos poucos, primeiro a desmotivação, o cansaço extremo e a sensação de desvalor. VocĂȘ nĂŁo se acha capaz, nem suficiente. Os resultados estĂŁo ruins e vocĂȘ nĂŁo tem nem tempo de melhorĂĄ-los. AĂ vem a frustração e o sentimento de culpa, pelo dinheiro gasto, pelo o que os outros irĂŁo passar quando vim mais um "nĂŁo" e pelo notebook que vocĂȘ ganhou justamente pra estudar... Mas nĂŁo tĂĄ conseguindo fazer isso. VocĂȘ se acha ruim e nĂŁo digna daquele presente e os dias começam a passar mais rĂĄpido. Voando. Improdutivos, pacatos, tediosos. VocĂȘ vĂȘ nos livros sua fuga, nas sĂ©ries e nas pessoas que tem tentam momentaneamente te animar. AtĂ© chegar o momento em que vocĂȘ acabou aquele livro legal, o mundo fantĂĄstico acabou e vocĂȘ encara a sua vida novamente se sentindo culpada de novo. E vocĂȘ nĂŁo tem mais vontade de fazer nada. De voltar aos estudos, nem de ler outro livro, nem de assistir alguma coisa. VocĂȘ tem diversas opçÔes e coisas legais, mas nĂŁo consegue fazer nem ter Ăąnimo pra realizar. E aĂ se fecha o ciclo. Mais crises. Isolamento e ignorĂąncia das pessoas que se preocupam por ti. Vontade de ficar quieta no seu canto, ter um espaço, nĂŁo falar nada sobre isso porque jĂĄ sabe exatamente o que eles irĂŁo dizer. Acho que talvez isso seja covardia tambĂ©m, por nĂŁo querer encarar palavras e fatos que talvez estejam na sua cara e vocĂȘ nĂŁo quer aceitar. Eu, LĂdia PĂłlido, tenho ansiedade e sou covarde. Porque quando tudo parece estar bem, quando as coisas finalmenteeeee parecem estar no eixo, crises me atormentam por semanas e me tiram do eixo completamente. E eu nĂŁo aguento mais isso.
Ano após ano. Desde 2016. Meses piores ou melhores. Mas sempre com crises e mais crises. Estou melhor eu sei, tenho capacidade de lidar comigo mesma. Mas porque diabos sempre que as coisas estão indo bem, voltam ao fundo do poço? Porra. Tava tudo bem. Eu tava organizada, focada, animada. Estava conseguindo cumprir e até curtir os dias. Até mesmo ler e escrever. Porque encarar resultados é sempre ruim? Porque desvios do caminho sempre fazem com que eu fique desse jeito? A vida é uma caixinha de surpresas e eu me lascou mentalmente com uma coisinha de nada. E eu me sinto fraca. De novo. Mais uma vez.
Não quero falar com ninguém e nem sei como falar. Me sinto sozinha, mesmo sabendo que tenho pessoas dispostas a conversar comigo sobre isso. Me sinto mal por elas e por mim. As vezes me pergunto se realmente sirvo pra essa profissão e pra viver a medicina.
Quero tanto isso e tantas coisas. Tenho planos, metas e sonho tanto... Mas tenho medo de isso tudo ser uma ilusĂŁo de uma pessoa fraca demais pra lidar com tudo isso.
NĂŁo entendo essa coisa louca que acontece em alguns momentos. Essa vontade enorme de falar contigo sobre qualquer besteira ou simplesmente de ter aqui me abraçando, beijando meu pescoço e me fazendo cafunĂ©. Ă uma saudade tĂŁo estranha porque eu te vi ontem, mas tĂŁo real. Queria poder ter todos os assuntos do mundo agora pra falar contigo, sĂł pra suprir um pouquinho dessa carĂȘncia doida de atenção que eu tĂŽ tendo agora. Mas sinceramente eu nem sei o que falar, sĂł sei que queria tu aqui. Que queria vocĂȘ comigo. Que queria tu olhando pra mim daquele jeito que tu olha que eu amo tanto e faz meu coração bater mais acelerado no peito. Mas ao invĂ©s de estar falando isso pra ti e suprindo um pouquinho dessa necessidade estranha e oriunda da tpm... TĂŽ aqui no Tumblr depositando mais uma vez uma parcela do meu amor por ti. Ai, garoto... Obrigada por tanto, viu? Amo vocĂȘ

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Amo vocĂȘ
Por um pequeno momento tive medo de reler esse texto algum dia no futuro e acabar chorando por causa dele. NĂŁo quero ser o tipo de garota que faz declaraçÔes mega romĂąnticas ou que sofre com cada lembrança ao final de uma relação. Na verdade, torço tanto pra que nĂŁo haja um "final" que as vezes entro em conflito com o meu lado racional que sempre pensa nos fins e começos de relacionamentos que sempre existem nessa vida... Enfim, jĂĄ divaguei. NĂŁo quero falar de fim aqui. AliĂĄs, nem de começos tambĂ©m, porque a verdade Ă© que nunca vou saber definir o momento certo em que eu me apaixonei por vocĂȘ no sentido amoroso ou amei vocĂȘ jĂĄ como meu melhor amigo. NĂŁo dĂĄ pra expressar uma data pra um sentimento tĂŁo grande. Mas, independente de ser como melhor amigo ou namorado (e pelos dois fatores), eu definitivamente amo vocĂȘ, Mateus.
Amo muito. Amo tanto tanto tanto. Amo ao ponto de saber o quĂŁo clichĂȘ Ă© escrever isso aqui, mas mesmo assim continuar escrevendo. Amo ao ponto de vocĂȘ ter me mandando mensagens incrĂves hĂĄ menos de meia hora, eu ler e acabar no Tumblr escrevendo esse texto de amor. Amo tanto que nĂŁo sei o que amo mais, nĂŁo sei definir qual parte veio primeiro, qual amor me expande mais. Amo seu sorriso e seus olhos - principalmente seu olhar quando vocĂȘ me encara, ora brincalhĂŁo e travesso, ora sedutor com promessas que me fazem corar. Amo seu jeito de ser e viver a vida, o quĂŁo vocĂȘ Ă© social e gentil com as pessoas ao seu redor faz com que todos se apaixonem por ti logo de cara. As vezes acho que tu Ă©s bom demais pra esse mundo, sabe? Bom demais atĂ© pra mim. E mesmo que eu acredite nisso, ainda adoro o privilĂ©gio de te ter. Um tanto egoĂsta talvez, mas eu adoro tanto. Amo tanto. Demorei a me acostumar com a definição de "meu namorado" e com o significado disso tudo, mas hoje sĂł sinto gratidĂŁo por ter dito "sim" naquele dia no meu quarto. Te namorar Ă© simples, te amar Ă© ainda mais porque Ă© uma das coisas mais espontĂąneas que jĂĄ fiz. Que continue tĂŁo leve assim e tĂŁo bom ao ponto que fizemos um mĂȘs hĂĄ poucos dias, mas parece que jĂĄ se passaram tantos anos... Meu deus, eu amo sua inteligĂȘncia e sua humildade. Amo o jeito como vocĂȘ cozinha com cada detalhe, o olhar concentrado no que tĂĄ fazendo. Amo seu sorriso de satisfação quando a receita dĂĄ certo. Amo deitar nos seus braços e me esquecer do caos do mundo por um momento. Amo fazer cafunĂ© em vocĂȘ e deslizar os dedos por seu cabelo. Amo passar as unhas pelo seu corpo e beijar sua pele atĂ© vocĂȘ se arquear na cama, suspirar e gemer. Amo seus gemidos e amo te deixar excitado. Amo como vocĂȘ consegue ser selvagem comigo e ao mesmo tempo carinhoso... Amo as duas partes e cada momento entre eles. Amo seu corpo e tudo que tem nele, mesmo que tenha partes que vocĂȘ nĂŁo goste muito. Amo mesmo assim. Amo quando vocĂȘ fica animado e me abraça, me beija e parece que ganhou o mundo. Amo quando vocĂȘ fica feliz e estar feliz. Amo te fazer chorar de felicidade, mas sĂł pra que eu possa beijar suas lĂĄgrimas e rir de felicidade com vocĂȘ tambĂ©m. Amo como vocĂȘ cuida e sempre cuidou de mim, mesmo em momentos que nem eu mesma sabia me cuidar direito. Amo sua paciĂȘncia, sua persistĂȘncia e sua luta por seus sonhos. Amo seu carĂĄter e sua humanidade tĂŁo crua tĂŁo alma... Do jeitinho que deve ser sempre. Amo seu senso de justiça e seu amadurecimento ao longo de todos os anos desde que eu te conheci. Amo seus beijos, suas mĂŁos em mim e o jeito como vocĂȘ me segura em seus braços como se eu nĂŁo pesasse em nada (mesmo eu sabendo que peso e que tu deveria maneirar com isso. Olha a coluna, moço kkk). Amo fazer planos contigo e imaginar futuros... Mesmo que eu nĂŁo curta muito prever o que vai acontecer. Amo como vocĂȘ sempre consegue me ler e transformar um momento em que eu nĂŁo tĂŽ me sentindo bem. Amo sentir prazer contigo e ter liberdade pra descobrir mais sobre mim e sobre ti nesse processo. Amo que com vocĂȘ eu sou livre e sou eu. E isso Ă© um dos principais fatores pra eu te amar amar e amar ainda mais. Amo tantas outras coisas que nem caberiam aqui, coisas que nem lembro que amo, mas amo. Coisas que nem imaginei.
Amo meu namorado. Amo meu melhor amigo. Amo meu pilar desse ano de terapia e dos prĂłximos que virĂŁo sem psico pra me orientar. Amo meu amigo que eu observava nos corredores do colĂ©gio. Amo o menino que ainda ia completar 15 quando eu conheci. Amo o homem que vocĂȘ se tornou. Amo o ser humano que vocĂȘ Ă©. Amo vocĂȘ. Seu ser e quem tu Ă©s pra mim e para o mundo.
Amo amo amo amo amo amo amo vocĂȘ. E se um dia vocĂȘ sequer esquecer ou duvidar, leia tudo de novo que tĂĄ escrito aqui e depois me pergunte. Porque com certeza eu responderei que ainda te amo, independente do rĂłtulo de relacionamento que a gente tiver.
VocĂȘ Ă© incrĂvel, Mateus.
E sĂł mais uma vez:
Te amo
love you
Ich liebe dich
Je t'aime
Updates:
07.01.2020 - amo te fazer gozar e sentir vocĂȘ se arrepiar. Amo como vocĂȘ se contorce quando minhas unhas passeiam por seu corpo. Amo quando vocĂȘ morde o lĂĄbio pra conter o gemido. Amo esses momentos.
11.01.2020 - amo como o dia de hoje se tornou especial e incrĂvel sĂł por vocĂȘ estar nele. Ă assustador, as vezes. Esse sentimento todo. Hoje me encarei e percebi o quĂŁo eu mudei desde agosto pra cĂĄ, o quanto nĂłs mudamos juntos. Cada coisinha e detalhe foi tĂŁo importante nesse processo, sabe? Antes eu tinha um medo tĂŁo grande de admitir isso e demonstrar... Hoje Ă© tudo tĂŁo simples e natural pra mim. Amo seu sorriso de canto quando eu começo a te beijar na bochecha e no pescoço. Definitivamente amo fazer isso. Amo e sinto tanto orgulho de ti por cada coisinha e dĂĄ vontade de enaltecer sempre todas as suas habilidades incrĂveis, nĂŁo sĂł a culinĂĄria... Enfim, amo vocĂȘ. Amei hoje. Amo todos os dias.
17.01.2020 - Deixo aqui mais uma vez meu agradecimento por vocĂȘ estar comigo nesse dia. Nem todas as palavras do mundo seriam capaz de resumir tudo que eu senti naquele dia, seja no show, seja na praia ou em qualquer outro momento desse dia. E nenhuma letrinha saberia explicar o meu orgulho por ti, por tanto que tu conquistou. Admito, assim que olhei a minha nota senti vontade de chorar, de me esconder ou de ir pra qualquer lugar. Provavelmente minhas reaçÔes seriam exatamente essas em outra ocasiĂŁo, entĂŁo agradeço demais todo o apoio e tudo tudinho que vocĂȘ sempre faz por mim. Sabe, independente do que acontecer dia 28, eu tĂŽ tĂŁo tĂŁo tĂŁo orgulhosa e tĂŁo feliz por ti. Por tudo. Por toda a jornada atĂ© aqui. Por nĂłs atĂ©. Eu estou escrevendo isso sem saber resultado nenhum, mas eu tenho uma certeza: vocĂȘ vai ser um dos mĂ©dicos mais incrĂveis, empĂĄticos, determinados e gentis que esse mundo merece. Eu jĂĄ amo o mĂ©dico que vocĂȘ vai se tornar, jĂĄ amo o profissional que vocĂȘ vai ser e amo ainda mais ver tudo isso acontecer tĂŁo de pertinho. Que honra, Mateus. Que honra!
23.01. 2020 - Sinceramente nĂŁo sei se vou manter isso escrito aqui, mas sĂł pra deixar registrado: amo sua lĂngua. E definitivamente amo sua boca em mim. Foda-se que eu esteja vermelha agora por causa disso kkkk eu tinha que dizer.
28.01.2020 - Amo vocĂȘ por vocĂȘ simplesmente ser vocĂȘ. Amaria de qualquer forma, mesmo que o dia de hoje fosse sĂł um dia normal. Independente se tudo vai dĂĄ certo ou dĂĄ errado, te amo mesmo assim. VocĂȘ merece o mundo, amor. VocĂȘ merece!!
âEm algum momento vocĂȘ vai querer desistir. VocĂȘ vai ter que escolher, desistir de tudo ou tentar mudar, ser melhor, fazer a vida valer a pena. VocĂȘ vai ter que decidir se quer continuar e se esforçar para fazer o seu futuro ser diferente, melhor ou entĂŁo esquecer todos os seus planos, todos os seus sonhos. VocĂȘ tem curiosidade? Quer saber como vai ser o seu futuro? EntĂŁo nĂŁo desista, seja uma pessoa curiosa. Mas tambĂ©m seja uma pessoa determinada, faça aquilo que lhe assusta, enfrente seus medos e nĂŁo deixe ninguĂ©m te deixar para baixo. Seja forte e nĂŁo desista.â
â Emotizar.
Ter alta da terapia Ă© como largar as muletas. Ă como se vocĂȘ tivesse tido um contratempo na jornada com consequĂȘncias visĂveis (como uma perna quebrada) e o psicĂłlogo fosse o seu fisioterapeuta a fim de ajudar na recuperação dos movimentos. No começo, Ă© difĂcil: o machucado dĂłi e mexer nele machuca. As vezes temos vĂĄrios machucados que nem sabemos que existiam, mas jĂĄ estavam ali antes, crescendo com vocĂȘ. PorĂ©m, aos poucos, começa a ficar mais fĂĄcil, vocĂȘ e sua terapeuta/fisioterapeuta constroem um ritmo, descobrem as origens das dores e aĂ começa a ver o poder do seu corpo (e da sua mente) para visualizar essas raĂzes e controlar essa dor. SĂł assim as feridas começam a cicatrizar. Tem alguns momentos que vocĂȘ força demais, a perna volta a doer, os movimentos parecem cessar e toda a dor que vocĂȘ sanou parece voltar com tudo. AtĂ© mesmo os processos de cicatrização tem recaĂdas e momentos de descuidado em que vocĂȘ sem querer bate o machucado naquele canto que dĂłi, fazem vocĂȘ se sentir pĂ©ssimo. VocĂȘ pensa que nĂŁo vai conseguir, que nĂŁo adiantou de nada tudo que vocĂȘ fez atĂ© ali. AtĂ© sua fisio/psico olhar pra vocĂȘ e mostrar que a jornada Ă© longa, mas ainda tĂĄ ali e nĂŁo Ă© uma mera recaĂda que vai fazer vocĂȘ desmoronar de novo. E aĂ vocĂȘ começa a compreender sua prĂłpria força e nĂŁo tem nada mais que importante que isso.
Ter alta da terapia Ă© o momento em que vocĂȘ percebe que a dor na perna melhorou, os movimentos voltaram e a muleta (que vocĂȘ antes tanto precisava) agora jĂĄ nĂŁo serve mais. EntĂŁo chega a hora das despedidas porque o trabalho da psicĂłloga/fisioterapeuta ali jĂĄ estĂĄ feito: vocĂȘ jĂĄ voltou a caminhar com suas prĂłprias pernas sem suporte algum. A sensação de liberdade, felicidade e alĂvio vem no peito como uma enxurrada, vocĂȘ quer rir e chorar ao mesmo tempo, quer abraçar aquele profissional e colocĂĄ-lo em um potinho de tĂŁo grata que vocĂȘ se sente. As lĂĄgrimas vem junto com o sorriso, mas alĂ©m disso vem um pouquinho de medo do desconhecido e do velho. Um medo da vida sem muletas que vocĂȘ hĂĄ tanto tempo nĂŁo encarava.
Ă aquele momento em que vocĂȘ começa a testar suas pernas de novo, a pular degraus pra ver se os joelhos suportam, a cruzar ruas que antes vocĂȘ nem mesmo teria coragem. E sĂł ali vocĂȘ vĂȘ que o medo faz parte (a ansiedade tambĂ©m), mas que vocĂȘ realmente estĂĄ pronta e forte pra encarar a vida de novo.
âSei que todos nĂłs somos obrigados a passar por diversas dificuldades durante a vida. Sei que muitas vezes achamos que nĂŁo vamos suportar a perda, o fracasso, a decepção, o sofrimento. Sei que as vezes parece impossĂvel seguir em frente. Mas nĂłs conseguimos, porque apesar dos momentos de fraqueza, somos mais fortes do que acreditamos ser. NĂŁo permita que as dificuldades obscureça seus sonhos, seus planos, seus sentimentos, sua vontade de amar, sua vontade de viver. NĂŁo permita que as lembranças do passado te faça parar de viver o presente, e temer o futuro. TambĂ©m nĂŁo tente esconder o que sente, permita-se chorar, ficar triste, ficar bravo, sorrir, se apaixonar, ser feliz. Permita-se sentir.â
â Christiellen Pinto, Elucubrar em Palavras Escolhidas.

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VocĂȘ vai chegar lĂĄ, vocĂȘ vai terminar sua faculdade e vai se destacar muitĂŁo⊠confia no pai
âQuerida ansiedade, nĂŁo me torture. Apenas, me deixe viver.â
â Clamaste.
Vamos todos pedir perdĂŁo pra nĂłs mesmos por nossos prĂłprios pecados?
Por favor
Como Ă© ter depressĂŁo e ansiedade ao mesmo tempo.
- NĂŁo aguentar a ideia de tirar nota baixa em um prova mas nĂŁo ter energia para estudar.
- Ficar incomodado com a bagunça mas olhar e pensar âamanhĂŁ arrumoâ.
- Fazer listas e listas com os afazeres mas no fundo saber que nunca farĂĄ as coisas de fato.
- Ter medo que as pessoas em sua volta se cansem e acabem indo embora, e a ansiedade sussurrar no seu ouvido que eles deveriam ir por merecerem algo melhor.
- Medo de ficar sozinho mas acidentalmente se isolar.
- Dormir demais ou nĂŁo dormir nada.
- Ignorar mensagens e recusar convites mas ficar triste quando as mensagens e os convites nĂŁo vem.
- Precisar fazer tudo mas nĂŁo conseguir fazer nada.
- Sentir coisas demais ou nĂŁo sentir coisa alguma.
Ă horrĂvel
Ă pior que horrĂvel
Ă horrĂvel. Pior Ă© nĂŁo conseguir compartilhar isso com quem estĂĄ a sua volta. Eu nĂŁo me ajudo,eles nĂŁo me ajudam.
Isso nĂŁo Ă© viver. Eu nĂŁo aguento mais. Mas ao mesmo tempo nĂŁo consigo fazer nada pra melhorar.
Apesar do fardo e das dificuldades, existem âanjosâ que podem ajudar, sempre hĂĄ saĂda. A vida vale a pena e deve ser vivida com bons sentimentos por mais complicado que isso pareça.
Quando coisas ruins acontecem, Ă© de repente, sem aviso. Raramente conseguimos ver a catĂĄstrofe se aproximando. NĂŁo importa o quanto nos preparemos bem para ela. Damos o nosso melhor mas Ă s vezes nĂŁo Ă© o suficiente. Atamos o cinto de segurança, colocamos o capacete, andamos por caminhos iluminados. Tentamos ficar seguros. Tentamos tanto nos proteger, mas nĂŁo faz a menor diferença, porque quando coisas ruins acontecem, elas vĂȘm do nada. Coisas ruins vĂȘm de repente, sem avisos, mas nos esquecemos que, Ă s vezes, Ă© assim que as coisas boas acontecem tambĂ©m. Parte 2 de tqent
Greyâs Anatomy. (via confessarte)

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Sem palavras para tĂtulos
Com o olhar fixo em seus olhos cinzentos eu sorri e desci meus olhos para fitar descaradamente sua boca avermelhada. Meus dedos tocaram sua cintura, uma mĂŁo perto de sua costela, outra trazendo o seu quadril pra mais perto de mim e ali, com os olhos fixos em sua boca eu me senti um maldito sortudo do caralho. Por estar com ela. Por tĂȘ-la comigo. Por realmente amar e ficar louco, insano, descontrolado de paixĂŁo por Anna Clara Bennet.
Eu tomei seu låbio superior vagarosamente como um sopro, uma lembrança do primeiro beijo naquela praça de esquina. Eu desci pro seu låbio inferior com lentidão, desfrutando do breve suspiro de sua boca aberta, esperando por mim. Pela minha própria boca.
Mas, porra, quando finalmente minha lĂngua invadiu a carne quente dos seus lĂĄbios e eu mergulhei completamente nela, eu me senti perdido. Perdidamente louco. Mais uma vez: por ela. O gosto leve de morango, a lĂngua ousada brincando comigo, os suspiros, a respiração descompassada e o sorriso que ela queria dar... Tudo me deixava louco.
Pois sim, eu podia ser o caralho de um nadador estudantil, metido a dançarino, idiota em certos momentos, maluco em outros... Mas, mesmo com todos os defeitos que eu tinha e todos as qualidades que eu não tinha... Ah, apesar de tudo isso, eu amava inespedamente e desesperadamente Anna Clara Bennet.
Anna.
A minha Branca de Neve desse maldito caçador.