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Quem pode ser terapeuta holística? O terapeuta holístico é um profissional que atua no tratamento complementar de doenças e distúrbios físicos e/ou psíquicos. Sua abordagem baseia-se no conceito de holismo, que considera o ser humano como um todo integrado, e não como partes isoladas a serem tratadas individualmente.
Quem pode ser Terapeuta Holística?
O despertar da consciência pode ser causado por qualquer coisa, desde eventos cotidianos até eventos que mudam vidas. Alguns exemplos comuns incluem perder o emprego, mudar de casa, uma doença, um acidente ou incidente, ou até mesmo conhecer alguém que abre uma “porta” para você.
É inevitável que todos nós acordemos em algum momento, estejam conscientes disso ou não. Para algumas pessoas, isso pode acontecer abruptamente, enquanto para outras pode acontecer lentamente. Ao longo de nossas vidas, passamos por diferentes estágios e experimentamos vários despertares.
Veja a seguir as 7 fases do Despertar da Consciência:
O crescimento espiritual não é desculpa para fugir das responsabilidades. Não significa comportar-se de maneira estranha e esquisita, ou tornar-se uma pessoa pouco prática. É um método para crescer e se tornar uma pessoa mais forte, mais feliz e mais responsável.
Uma vida equilibrada exige que cuidemos não só das necessidades do corpo, dos sentimentos e da mente, mas também do espírito, e esse é o papel do crescimento espiritual.
10 dicas para o crescimento espiritual

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Definição de mindfulness
O termo mindfulness pode ser traduzido para o português como “atenção plena”, ou seja, concentrar-se completamente em algo, no momento em que se está agora.
O que de fato é mindfulness?
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Qual o melhor curso de terapia holística ?
Constrast Checker
Esta ferramenta de verificação de contrastes de acordo com as diretrizes da WCAG nas versões 2.0 e 2.1, do World Wide Web Consortium (W3C). A ferramenta verifica o contraste nos níveis AA e AAA. Você pode inserir o código da cor ou o seletor de cores disponível no site.
Regra 60-30-10 em UI Design - Mateus Villain
Como você costuma organizar as paletas de cores dentro dos produtos digitais que você está envolvido? É bem comum, principalmente quando estamos iniciando na área, não distribuir da forma ideal as cores nos elementos e componentes que estarão presentes nas interfaces, como textos, ilustrações e botões. Tudo isso deve ser elaborado de forma que todas as páginas do produto tenham a identidade bem evidente, e que fiquem de forma harmônica.
Existem diversas técnicas e métodos para trabalhar com isso, e uma delas é a Regra 60-30-10, que ajuda a dividir corretamente a composição de cores numa interface. Apesar de ser uma técnica que está presente principalmente na arquitetura e no design de interiores, que são áreas que não atuam com produtos digitais, como sites e apps, ainda é possível utilizar essa regra na construção de interfaces, já que utilizamos de cores para evidenciar ou não diversos elementos.
Entendendo a regra
Primeiro de tudo, é preciso entender que “60-30-10” se tratam de porcentagem, definindo quais cores terão mais presença dentro de uma página. Esses valores são, de certa forma, imaginários, pois não tem como termos noção se estamos de fato usando, por exemplo, 60% de uma cor numa interface, mas a definição deles, nesses valores e ordem respectivamente, servem para entendermos a grandeza que uma cor vai estar presente. A partir disso, cada uma dessas porcentagens significa o seguinte:
60% é a cor dominante, que terá mais presença dentro das interfaces.
30% é a cor secundária, que servirá como contraste a cor de destaque, e trará a harmonia.
10% é a cor de destaque, que comumente se trata da cor da marca, sendo direcionada aos elementos que merecem destaque, como botões, links e ícones.
Dificilmente você estará ativo na construção de um produto sem que a marca não tenha sequer um logotipo. O ideal, é que esse cliente tenha um manual de marca, mas caso não haja, o próprio logo já nos diz qual a cor de evidência.
Para termos uma noção disso acontecendo na prática, dê uma olhada na página inicial do Inter, um dos bancos digitais mais famosos no Brasil. Na primeira dobra da página, temos o laranja como uma cor em abundância, mas se descermos a página, vamos perceber que a cor mais presente é o branco. Fora essas, existe uma outra cor que também está marcando sua presença, que é o verde, localizado nos botões da página. Seguindo nesse conceito, já dá para imaginarmos como fica a distribuição da paleta: 60% no branco, 30% no laranja e 10% no verde.
Agora pode estar com uma dúvida muito compreensível: e as outras cores na interface? Temos textos em cinza escuro e claro, cards também na cor cinza, imagens com cores variadas. De fato, em grande parte dos casos, uma interface dificilmente terá apenas três cores, mas dentro desse processo, não há a necessidade de listar, literalmente, todas as cores que serão utilizadas, pois podem haver diversas variações de uma mesma cor, como acontecem com os próprios textos, ou até mesmo com a interação realizada com o cursor em alguns componentes, e com relação às imagens, por mais que seja interessante seguir um padrão de identidade visual, esse é um elemento em que não há a necessidade de se contabilizar as cores.
Você vai reparar, aplicando e analisando produtos, que as cores dominantes mais comuns, na maior parte dos casos, vão ser a cor de fundo do site, que comumente é um branco, cinza claro, e às vezes preto ou cinza escuro em produtos que possuem modo noturno. Chamamos de primária nesse caso, pois é a cor que mais veremos no decorrer das páginas, e por ela ser o fator principal de contraste e harmonia com as outras que estão sobre essa.
Como aplicar
Agora que você entendeu como funciona, saber como aplicar fica muito mais fácil. Imagine que você está na etapa de wireframing, ainda construindo aqueles rascunhos em baixa ou média fidelidade, sem qualquer cor identidade aplicada nas suas construções. É nesse momento que você irá utilizar o 60-30-10 para balancear perfeitamente e trazer harmonia às páginas.
Como já comentei, você tem a cor da marca, e com isso você tem base para colorir diversos elementos e componentes, dando os destaques necessários. A seguir, o processo é testar cores que vão complementar a interface, e trazer o contraste ideal, não tirando o foco que os 10% devem possuir. A tendência de “light” e “dark” mode já passou a ser algo extremamente natural na grande maioria dos produtos, então seguir esse padrão para as interfaces que você está projetando pode ser bem assertivo.
No exemplo abaixo, demonstro a evolução de um wireframe para um protótipo em alta fidelidade com as cores definidas, sendo que 60% é voltado para o branco #FFFFFF, 30% para o amarelo #FFCB47, e 10% para o verde #8DCE97, que neste caso é a cor da marca fictícia Casa Verde.
Repare que mantive uma escala de cinza nos textos que não foi incluída dentro da regra, pelo fato de que escalas de cinza podem ter muitas variações. Pense numa interface com um título, subtítulo, parágrafo e legenda. Para trabalhar bem com hierarquias, além do tamanho, variar o nível de iluminação, do escuro para o claro, colabora muito. Para a regra 60-30-10, não é necessário colocarmos todas essas variações, mas sim apenas aquelas cores que vão compor os principais elementos de uma interface, ou as que estarão mais presentes, como o branco em planos de fundo. Portanto, não significa que escalas de cinza jamais estarão dentro desse método, pois caso você trabalhe com alguma dessas cores neutras em botões, por exemplo, elas deverão ser incluídas.
Conclusão
Viu como é prático utilizar essa regra nos seus projetos? Esse é um processo a mais que você pode (e deve) incluir nas suas criações de interface, que não só te permitirá construir produtos digitais em que as cores estão em perfeita harmonia, como também incrementará o seu conhecimento e o seu portfólio. As cores são um dos elementos mais importantes que temos, e por isso elas devem ser trabalhadas com o maior cuidado possível, pois ajuda tanto quanto as palavras para expressar um significado.

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O Dribbble é uma plataforma online que permite que designers compartilhem seus trabalhos em um formato de imagem ou GIF animado. Os usuários podem criar perfis, seguir outros designers e interagir com suas postagens através de comentários e curtidas.
A plataforma foi criada em 2009 por Dan Cederholm e Rich Thornett, com o objetivo de criar uma comunidade de designers que pudesse compartilhar seus trabalhos e se conectar com outros profissionais da área.
O círculo cromático é uma ferramenta importante para entender as cores e como elas se relacionam entre si. A partir dele, é possível criar diversas combinações de cores para aplicar em diferentes áreas, como design, moda, decoração, entre outras.
Existem três tipos principais de combinações: a monocromática, a complementar e a análoga. Na monocromática, utiliza-se uma única cor em diferentes tonalidades e intensidades, resultando em um visual elegante e harmonioso.
Já na complementar, combinações do círculo cromático, criando um contraste marcante e vibrante. Por fim, na análoga, são escolhidas cores próximas no círculo cromático, resultando em uma combinação sutil e harmônica.
8 regras de ouro do design de interfaces
- Gabriel Moma
#1 Mantenha a consistência
Utilizar ícones, cores, hierarquias, menus, call-to-actions e fluxos de uso similares em situações similares é essencial para construir uma boa interface e fornecer uma ótima experiência para o usuário. Quanto mais diferentes formas de interação maior a dificuldade que ele terá em utilizar uma interface por isso manter a consistência tem um papel fundamental, ela cria facilidade em assimilar aquele momento específico que o usuário está vivendo a outras situações previamente experienciadas, portanto, a decisão de qual ação tomar se torna muito mais simples e fácil.
#2 Permita que os usuários utilizem atalhos
Na medida que o nível de conhecimento que possuímos sobre uma interface cresce a necessidade de formas mais rápidas de interação para realizar uma tarefa começam a surgir.
Um exemplo para isso são os famosos Ctrl+C e Crtl+V, atalhos que permitem ao usuário mais experiente realizar uma tarefa, que antes demandaria um tempo maior, em alguns poucos segundos.
#3 Responda o seu usuário quando ele perguntar
Como comentei anteriormente, criar uma interface é desenvolver um meio pelo qual irá ocorrer um diálogo entre um usuário e outro usuário ou uma máquina, portanto fornecer um feedback das ações do usuário é como responder a uma pergunta que ele tenha feito para a interface. O usuário precisar saber onde ele está, o que está acontecendo e para onde ele será direcionado após o término de sua ação, isso exige que o feedback apresentado a ele seja apropriado, ou seja, deve conter algum significado compreensível pelo usuário.
Um exemplo simples para isso é a indicação de qual página ele está dentro de um questionário que possui dez páginas.
#4 Crie diálogos que indiquem o fim de uma ação
Dizer para o usuário que ele completou um ciclo é essencial. Permitir que o fluxo simplesmente acabe sem comunicar ao usuário causa a dúvida se a ação feita por ele foi a a ação correta. Não permita que seus usuários achem alguma coisa, dê a certeza de que a ação dele resultou em algo.
Para exemplificar tenha em mente um fluxo de compra de um produto via e-commerce, ao final da compra é importante informar ao usuário que o item que ele desejava foi adquirido com sucesso.
#5 Mostre uma maneira de reparar um erro
As pessoas não gostam que digam a elas que estão erradas, principalmente seus usuários. Toda interface deve possuir mecanismos capazes de evitar o máximo possível que o usuários cometam erros (foolproof), mas quando erros impossíveis de serem evitados acontecem devemos apresentar ao usuário uma forma simples, passo-a-passo de como solucionar o erro ocorrido o mais rápido possível.
Exemplo disso são os avisos que aparecem em formulários que nos indicam se precisamos corrigir algum campo de texto e qual deles corrigir.
#6 Deixe seu usuário reverter ações (famoso Ctrl+Z)
Uma das principais funções que toda interface deve fornecer ao usuário é de permitir que ele retorne uma ação ou até mesmo um grupo de ações realizadas durante a utilização. A função Ctrl+Z remove a preocupação do usuário de cometer algum erro durante a navegação pois ele sabe que será possível reverter o resultado posteriormente.
#7 Dê ao usuário a sensação de controle
Criar a sensação para que o usuário se sinta no controle permite uma certa confiança entre ele e a interface. E isso se dá na medida que as transformações do ambiente ocorram da maneira como ele espera que ocorram.
#8 Reduza a carga de memória de curta duração
O ser humano possui uma “memória RAM” bem curta, o que quero dizer é que somos capazes de armazenar aproximadamente cinco informações diferentes de uma vez durante um período bem curto de tempo. Por conta disso toda interface deve possuir hierarquias muito bem desenvolvidas de forma que permita ao usuário encontrar as informações que procura de forma rápida sem a necessidade de ficar anotando dados de uma página para comparar com outros dados de outras páginas “perdidas” na aplicação.
Conclusão
Entendendo a importância de uma interface e alguns dos pontos que devem ser levados em conta ao criar uma, percebemos que eles de fato determinarão se a experiência será boa ou ruim. Não se trata de deixar algo mais bonito, mas de tornar a experiência de interação entre uma pessoa e uma máquina a mais natural e tranquila possível.
A psicologia das cores: verde, azul, roxo, amarelo, laranja, vermelho, cinza, preto, branco, rosa, dourado, marrom
Bem bacana a comunicação não verbal contém muito mais peso para o meu trabalho do que o próprio conteúdo.
10 heurísticas de Nielsen para o design de interface - Gabriel Moma
Escrevi um outro artigo esses dias falando sobre as 8 regras de ouro do design de interface e comecei a gostar dessa coisa de escrever, por isso resolvi escrever esse outro artigo falando sobre as 10 Heurísticas de Nielsen.
É comum assimilar design à parte estética de produtos, marcas ou layouts, no entanto isso não mostra a totalidade do design. Pense em design como projetar algo com um objetivo, não apenas o lado estético mas também o lado funcional. Quando falamos de interfaces digitais especificamente, falamos da construção de meios de comunicação entre uma pessoa e uma máquina.
Normalmente o design, limitado ao lado visual das interfaces, é aplicado por último em um projeto, no entanto, é necessário compreender que desenvolvimento e design caminham juntos. O fato é que uma interface mal projetada resultará em uma má experiência de uso, portanto é necessário considerar o design antes, durante e depois do desenvolvimento de um produto.
Pensar em UI (user interface) design é pensar em projetar uma interface que não gere momentos de insegurança para o usuário, que deixe claro quais serão os resultados de suas ações e garantir que o mesmo realize todas as tarefas de forma simples e eficiente, em outras palavras, fazer com que o usuário “não precise de um manual de instruções”. Para isso existem dez heurísticas criadas por Jakob Nielsen, cientista da computação, que ajudam a projetar uma boa interface e por consequência uma ótima experiência de uso.
1. Visibilidade do Status do Sistema
No geral o ser humano é muito dependente da visão, ainda assim, quando estamos em um ambiente físico temos outros sentidos que nos informam o que está acontecendo, quando falamos de um sistema, software ou interface essa história muda um pouco. Em ambientes digitais a dependência da visão é ainda maior e por conta disso é essencial que a interface forneça ao usuário o status em relação à sua posição dentro do sistema, ou seja, informar o usuário sobre qual ambiente ele estava, em qual ele está e para quais outros ambientes ele poderá se dirigir a partir de sua localização.
2. Compatibilidade entre o sistema e o mundo real
Imagine que um jovem húngaro e um senhor sueco estejam trocando cartas entre si, a conversa entre ambos seria um tanto complicada considerando que eles não possuem um idioma em comum. O que quero dizer com essa analogia é que um sistema precisa falar a mesma linguagem do usuário, não estou falando apenas do idioma em si, mas da linguagem que o usuário utiliza no dia-a-dia.
Outro aspecto da compatibilidade entre sistema e mundo real são os símbolos utilizados em uma interface. Parece algo sem muita importância, mas escolher corretamente quais ícones serão utilizados para colocar em uma interface pode facilitar ou prejudicar a compreensão das informações.
3. Controle e liberdade para o usuário
Aquele momento em que você acaba deletando um e-mail que tinha um documento importante anexado sem querer e fica desesperado, mas ao ir até a lixeira você o encontra e fica aliviado.
4. Consistência e Padronização
Essa heurística é um tanto simples, mas muitas vezes não aplicada na construção de interfaces. Manter consistência entre as telas de uma aplicação é essencial para não ser necessário o entendimento de vários padrões e formas de interações diferentes para cada tela, uma vez aprendido será algo replicável em outros contextos. Além disso, a experiência de uso se torna muito mais interessante, pois não existirá aquela sensação de estar perdido. Muitas vezes o motivo pelo qual usuários não interagem com as aplicações é essa sensação causada pela falta de consistência e padronização.
Um grande exemplo de consistência e padronização é o Google.
5. Prevenção de erros
Existem dois tipos de erros que os usuários normalmente cometem: o deslize e o engano. Pode até parecer a mesma coisa, mas são sutilmente diferentes. O deslize é quando um usuário pretende realizar uma ação, mas acaba realizando outra, isso acontece tipicamente quando ele não está totalmente focado em sua ação dentro da aplicação. Já o engano é quando a compreensão de alguma informação é equivocada ou entendida de outra forma.
6. Reconhecimento em vez de memorização
O cérebro é ótimo em reconhecer padrões e na medida em que objetos, ações e opções ficam expostos para o usuário, mais dicas chegam ao cérebro tornando certas ações familiares, ou seja, é preferível dar ao usuário formas de reconhecer padrões do que ter que obrigá-lo a memorizar várias informações na medida que ele navega pela aplicação. A grande diferença entre reconhecer e memorizar é a quantidade de dicas fornecidas para que um conhecimento seja acessado, reconhecer padrões fornece muito mais dicas do que tentar acessar memórias. Tente lembrar de uma senha (memorização) ou tente salvar um arquivo no Excel (reconhecimento).
7. Eficiência e flexibilidade de uso
O ideal é que a interface seja útil tanto para usuários leigos como para experientes. Leigos precisam de informações mais detalhadas para poderem realizar tarefas, mas na medida que crescem em conhecimento sobre a interface, a necessidade de formas mais rápidas de interação para realizar uma tarefa começam a surgir. “Alt+Tab ou Ctrl+C e Crtl+V ou Windows+D” são exemplos de atalhos que permitem ao usuário mais experiente realizar tarefas mais rapidamente.
8. Estética e design minimalista
Quanto maior a quantidade de informação maior será a quantidade de informações que serão analisadas e decisões que o usuário precisará tomar, por isso, é crucial manter apenas as informações que são realmente necessárias, as informações secundárias podem ser deixadas em segundo plano (menus, abas, etc.) assim a aplicação se torna muito eficiente no quesito transmitir informação aos usuários. Um exemplo bem bacana é o próprio
9. Ajude os usuários a reconhecerem, diagnosticarem e recuperarem-se de erros
O ponto aqui é ajudá-lo a reparar um erro depois de ele ter cometido caso o “Ctrl+Z” não tenha funcionado.
10. Ajuda e documentação
Normalmente essas são as áreas menos acessadas, mas ainda assim elas são importantes dentro de um sistema, pois nunca se sabe quando um usuário irá precisar de uma ajudinha. É como se fosse uma maneira “faça você mesmo” do usuário resolver suas dúvidas de quais ações tomar dentro da aplicação, tornando-o mais independente do suporte.
Conclusão
Portanto, aplicar essas heurísticas no desenvolvimento de uma aplicação é essencial para desenvolver uma experiência de uso que envolva os usuários com a aplicação e entregue informações verdadeiramente úteis para o mesmo.

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Trabalhos de 2023 se iniciam aqui, onde criei arte digital de um cardápio via QRCODE onde você pode acompanhar acima e abaixo a arte que foi impressa para o cardápio físico da Cafeteria Estrada Real de Jaboticatubas.
Esta é uma sequência de 3 vídeos que tive que comprimir para a plataforma aceitar mais de 1 vídeo. É basicamente, um GIF de uma promoção de Feijão para um supermercado, onde eu fazia de todos os produtos da loja que entravam em promoção era postado via whatsapp e Instagram. Os dois vídeos finais, são um de divulgação da promoção da cervejaria Império onde os clientes concorriam á uma caixa térmica e outro utilizei inteligência artificial para criação de uma chamada que a promoção estaria chegando ao fim.