Hi, my name is Nana. I love The Beatles. George Harrison is my favorite, but every Beatle has a place in my heart.

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Olá querido gatinho! Venha ler um texto horrível, escrito por mim durante o intervalo dos meus estudos!
Para começo de conversa, não tenho roteiro, e nem um pensamento ultra simbólico para esse texto. Ok, nada muito diferente por aqui, já que eu🌟apenas escrevo🌟, ok, essa foi uma pequena mentira. Já que a maioria dos meus textos, vem de situações merdas, e pensamentos suicidas autodepreciativos.
Se uma bela alma, agora me fizesse a lindíssima pergunta mágica
"Como vão os seus estudos, Nana?"
Internamente eu responderia:
Uma merda sua cuzona do caralho AAAAAAAAAA, eu estou pirando. `(*>﹏<*)′
Mas como sou uma garota educada, e gentil, abriria um sorriso, e falaria:
"As coisas tem estado difíceis, mas a vida não para né *risadinha característica de Nana*. Tenho tentado, e me frustrado bastante, mas consigo notar minha própria evolução, o que me deixa feliz, mas não satisfeita."
Arrasei né, ah para, vai!
Gosto de escrever como se estivesse conversando com alguém, isso me faz bem. As vezes, eu me sinto um pouco solitária. Acho que não tenho amigos, sabe?! AMIGOS! Aqueles que você vai na casa, e costuma sair toda semana.
"Ué Nana, mas a maioria dos seus textos bregas, chatos, característicos de uma garota de catorze anos, falam sobre seus amigos?!"
Eu sei gatinho! Eu sei, mas é diferente! Os meus amigos atuais, não são próximos, sabe? E quando eu penso nos meus AMIGOS, eu penso em pessoas que já não estão mais ao meu lado. Claro que também penso em pessoas da escola, e bla bla bla. Mas era bizarro, como eu, e aquele meu ex-melhor amigo, éramos uma ótima dupla. O problema é que nós mudamos. No fundo, não vejo isso como um problema de verdade. No fundo, foi até bom.
Odeio repetir as mesas frases aqui no blog, mas bom, o que posso fazer? É o que eu sinto.
Sinto falta dos nossos roles juntos, tinha tanta adrenalina, eu conseguia me sentir verdadeiramente viva.
Hoje em dia eu mal saio de casa, me sinto meio estranha. As vezes eu acho que certas versões minhas, olhariam para minha cara, e fingiriam vomitar.
Festa Junina- (╹ڡ╹ )
Hoje tivemos a festa junina da minha escola. Esse ano, juntei minhas forças para vestir uma roupinha bonitinha, e ir até a festa, no frio do Rio Grande do Sul.
Quando cheguei lá, por incrível que pareça, não me senti deslocada, como na última vez. Acho que a mudança na minha mentalidade ajudou um pouco.
O que mais fiz foi comer, comi docinhos, cachorro-quente, e um espetinho. O qual me fez passar uma puta vergonha, porque me engasguei.
Engraçado, porque esse ano, acabei lembrando que adoro festas juninas. Elas são tão calorosas, e divertidas.
Conversei com alguns colegas meus, mas não passei a manhã com nenhum deles, só com meu pai. Mas foi divertido do mesmo.
Por um momento, meu pai esteve conversando com a mãe de uma colega minha, a qual tem um irmão, que estive brincando naquele momento. Brincamos de "uma perninha na frente, e um bracinho".
Eu adoro crianças :)
(depende da criança)
Depois disso fui embora, mas tive de voltar, porque me comprometi a trabalhar na barraca. Curiosamente, esse foi o intervalo para que eu escrevesse o último texto do meu blog, "A vida pode ser uma merda".
Mais tarde voltei com minha mãe. E dessa vez, estive trabalhando de forma assídua na barraquinha. E foi muuuuito divertido, muito mesmo. Nós gritamos o bordão "TRÊS DOCINHOS POR SEIS" "UM POR DOIS, TRÊS POR SEIS". Eu gostaria de ter ficado mais tempo na barraca, porque estava me sentindo bem energética. O que as vezes, é raro.
A vida pode ser uma merda-
Acabei de sair da festa junina da escola, estou feliz. Mas não foi bem assim que o dia se iniciou por aqui.
Tenho me sentido deprimida, X, motivos. Bem como na matemática, onde precisamos descobrir o valor de X. Eu não faço nem ideia, do porque de toda essa depressão.
Talvez seja porque estou na adolescência, e as pessoas tem mania de dizer que os adolescentes são "naturalmente deprimidos". Apesar de eu não concordar com essa maldita frase. Tenho estado um pouco revoltada também, talvez, isso tenha haver com o fato de que vou menstruar, e bla bla bla. No fim não importa.
Eu estou deprimida.
Já faz uns anos que tenho pensamentos autodepreciativos. E não vejo a hora de "me sentir como uma pessoa normal". Odeio todos aqueles adolescentes, e crianças pirralhas de onze anos, que afirmam ter depressão e bla bla bla, enquanto NÃO tem.
Nos últimos dias, estou mais calma, mas ainda deprimida, eu sempre estou deprimida. Por um tempo, notei que busquei conforto nessa depressão. Nas mudanças radicais no cabelo (que honestamente, eu manteria, se eu não tivesse acabado de pintar meu cabelo com tintas castanhas, a uns messes atrás). Agora acho que busco conforto e fuga em compras.
Mudar, sempre me fez sentir. Muita gente acha estranho, mas é honesto, é o que eu sinto. Depois de um tempo com esse visual, enjoo, e quando troco, me sinto viva.
Enquanto estava ocupada de mais pensando em morrer, no caminho da aula particular de matemática, pensei que por um tempo, meus amigos do ano passado também foram essa fuga. E as vezes, eu sinto falta deles.
Lembro do dia em que dois amigos meus vieram até minha casa, para nos entupirmos de Doritos, e bolo, enquanto eu coloria meu cabelo de rosa pink neon- curiosamente, ou talvez não, eu sinto falta desse cabelo. Mas resolvi pinta-lo de outra cor, porque já não me via daquele jeito, e queria ser uma garota "normal", sem os problemas que eu tinha na época. Hoje em dia, não vejo a hora de colorir parte do meu cabelo de novo. Já tenho ideias legais-. Esse dia foi muito foda, eu tenho saudade dele.
Voltando o assunto do texto. Eu me pergunto o porque me sinto assim. Já que tenho tudo que quero, na hora que dá. Tenho um bom estudo, e não sou tão burra.
Acho que o problema é que tenho dificuldade em perceber o que sou, de verdade.
Eu não sei. A única coisa que vou fazer daqui para frente, é nada.
Oi, vou escrever para você de novo.
*Atenção, esse texto contém ironia. Qualquer semelhança a vida real, terá sido mera coincidência, ou talvez não...*
Oi, eu não pensei no que escreveria nesse texto, que provavelmente vai ficar gigante, e nunca vai chegar em você. Mas por algum motivo, eu gosto dessa imprevisibilidade.
As vezes eu sinto sua falta, então escrevo, como se algum dia você fosse ler. Mas não se sinta exclusivo! É apenas um costume brega, o qual me ajuda a ficar menos deprimida.
Eu sempre falo sobre as mesmas coisas envolvendo você. E engraçado, não posso dizer nós, porque não seria verdadeiro. Se eu pudese privar apenas uma frase desse texto, escolheria essa. É, escrever para alguém que só existe na minha imaginação cansa.
Na sua imaginação?
É fato que te idealizei. Quem pensei que você era não existe mais. Foi realmente um choque de realidade perceber isso.
Ontem assisti a um filme, e fiquei pensando que seria legal se você estivesse ao meu lado. Mas não esteve. É meio estranho, porque já fazem meses. Meses, meses, meses, meses, meses.
Para falar a verdade, passou bem rápido. Acho que metade dessa velocidade se deve ao fato de eu ter me ausentado de toda sociedade por um tempo. Mas não me arrependo, me fez bem.
Quanto a ter um namorado, acho que vai ser na hora certa. Infelizmente, não consigo achar niguém interessante. As vezes, quando recebo uma mensagem de um "potencial namorado", só consigo revirar os olhos e respirar fundo.
É, eu mudei.
No fundo, bem, bem, bem, no fundo, eu desejo que você também seja feliz, porque apesar de deprimida, o que honestamente sou a um tempo, eu estou feliz. É estranho pensar em você com outra pessoa. Mas mais estranho ainda, pensar em estarmos juntos.
Eu não me assusto. Me assusto com a possibilidade de como irei me sentir.
É, as vezes eu me sinto decepcionada comigo mesma.
Algo pessoal meu, é que costumo fantasiar com um dia em que terei conversas difíceis, com pessoas mais difíceis ainda. Acho que se eu pudesse ter essa conversa com você, perguntaria se ainda pensa. Se foi difícil para você como foi para mim. Se chorou. Se no fundo se arrepende...
Essas coisas bregas, mas que nos deixam curiosos.
PERGUNTA MASTER SUPREMA:
-" O que CARALHOS você fez com o meu CD, para que não quisesse devolver de jeito NENHUM."
Ok! Eu não executaria a pergunta assim.
PERGUNTA MASTER SUPREMA REFORMULADA:
-" As vezes, me pergunto o que você fez com os presentes que te dei, principalmente com o CD- Beatles Live at BBC-, e o que te fez querer ficar com eles, apesar de tantos pedidos de devolução..."
Apesar de tudo, eu estou bem. Já desisti de conseguir minhas coisas de volta.
REGRA NÚMERO UM PARA UM RELACIONAMENTO SAUDÁVEL:
-"NUNCA, em HIPÓTESE ALGUMA, namore um cara que toca em uma banda de grunge, podre e falida. PRINCIPALMENTE se ele for baixista ou guitarrista."
REGRA NÚMERO DOIS PARA UM RELACIONAMENTO SAUDÁVEL:
-"NUNCA de um CD dos Beatles para seu namorado. PRINCIPALMENTE, se ele toca baixo."

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Hoje (^人^)-
Por mais simples que o dia de hoje tenha sido, ele foi legal.
Durante a manhã, estive na escola, e bom, foi a mesma coisa de sempre. Mas hoje tivemos trabalho de física sobre paisagens sonoras. Estava tranquilo, mas vou precisar de recuperação do mesmo jeito. Não gostei, porque o professor não passou os conteúdos...
Quanto a festa junina de amanhã, pelo que notei, meus colegas conseguiram arrumar tudo a tempo. E estou empolgada, vou tentar ir antes do horário em que terei que trabalhar na baraca da turma.
E sim, eu estudei. Não o suficiente... Mas estudei! Fui encomodada por um pequeno susto, causado por uma pensagem inesperada, e depois precisei sair.
Junto com minha mãe, fui ao centro, porque ao fim da tarde, eu teria dentista. Mas a algumas semanas, estive com vontade de tomar meu sorvete favorito, Cascão misto, calda extra, casca preta, da Brasil Cacau. No caminho da chocolateria, encontrei minha amiga Alice.(oooooiiii, Alice, caso você esteja lendo este texto, o que julgo improvável.) Ela me acompanhou, enquanto minha mãe resolvia suas coisas de mãe... Nós conversamos, e colocamos a fofoca em dia ( foi ótimo, espero ter mais momentos assim com minhas amigas!). Depois, levei Lice até o destino de seu compromisso.
Passei na papelaria, olhei adesivos, e bonecas. Vi um Ken do filme "Um mundo de vídeo games", na versão mine. Achei muito fofinho. Lembro, que quando eu era criança, esse era meu filme favorito da barbie. Já assisti, e reassisti, várias vezes. Encontrei também, uma Barbie bailarina negra. E eu amei ela, vou juntar dinheiro para compra-la.
Porque você amou ela?
Essa resposta é muito simples! Além do meu passado complicado com o ballet (eu ainda te amo meu amor, vamos voltar... Nosso relacionamento tóxico foi o melhor que já tive.), quando eu era criança, eu tinha uma boneca Barbie bailarina, de pele morena, a qual teve um fim trágico, doação para a escola ( se eu não me engano).
Ví também uma Barbie cadeirante, e achei ela muuuito fofa.
Na dentista, coloquei borrachinhas de tonalidade diferentes. Ficou muito fofo. Aprincípio, vou tirar o aparelho em setembro. Mas eu gosto de utiliza-lo, eu acho bonito, apesar de detestar as vezes.
De noite, comi sopa, com minha masa favorita!!!
Tão pouco-
Tenho me sentido nervosa, deprimida, e precionada. É, eu sei que falo isso na maioria dos meus posts. Mas ironicamente, esses são os sentimentos que sinto com mais intensidade nós últimos meses, talvez anos.
Apesar de tudo, tem sim um lado bom. O qual, atualmente eu não consigo ver. Mas sei que no futuro, a faculdade de medicina vai me deixar beeeem pior.
Quando estou na escola, passo um bom tempo pensando, "só falta mais * períodos, e logo poderei ir embora". Não sei exatamente o porque de eu repetir essa frase na minha cabeça.
Estudo em uma boa escola. A melhor que já frequentei. Tenho pessoas com quem conversar lá. Mas ainda me sinto deslocada.
As vezes fico chateada, porque sinto que não dou valor suficiente ao que tenho. No banheiro da escola, estive pensando, como até o que eu vestia era caro. Apesar de eu não usar roupas de marcas, e bla bla bla. Penso também, que em algum lugar, não muito distante, existe algúem da minha idade, que sonha em estudar em uma rede privada, utilizar uniformes, ter acesso a quatro apostilas, e outras de língua inglesa, as quais âmbas podemos levar para casa, e permancem conosco até a sua desintegração. Mas essa pessoa não pode ter isso. Mas eu tenho. E talvez, eu não valorize isso o suficiente.
Provavelmente me sinto assim, porque não sou boa em exatas. Para falar a verdade, grande parte desse sentimento vem disso. Não consigo tirar notas exelentes como alguns colegas meus. Apesar de estar indo bem esse ano, sempre sinto que sou pelo menos um pouco insuficiente.
Minha professora de matemática particular, me disse que se eu fosse para a rede pública, eu seria umas das mais inteligentes. Talvez...
Acho tão triste, a discrepância entre a comparação da vida de algumas pessoas, em relação a outras. Alguns tem tão pouco, enquanto, outros, tem de mais. Me entristece pensar que existem pessoas que não podem, ou não conseguem estudar. O estudo nos forma, e molda nosso pensamento, ajudando no impedimento das manipulações em massa.
Apesar de não ser uma pessoa rica, eu tenho muito em comparação a outros. E as vezes esqueço disso.
Em algum lugar do mundo, existe alguém, de mesma idade que você, cujo maior sonho é estudar.
One morning, this sadness will go away.
O passar do tempo, nos aproxima da morte-
Hoje, percebi que já estamos no dia primeiro de julho. Ou seja, meio ano já se passou.
O ruim do futuro, é que ele é incerto. E isso me causa muita ansiedade.
As vezes eu penso, sobre quando meus pais morrerem. Me pergunto se minha mãe va falecer antes do meu pai, ou vice-versa. E isso me deixa nervosa.
Não ter controle das coisas, acaba comigo.
Eu não sei como me sentiria se meus pais morresem, do nada. Acho que eu começaria a gritar, e a chorar sem parar. Eu realmente não vejo a vida sem eles. Por mais que nós tenhamos uma relação complicada.
Hoje também percebi que gastei metade do meu ano de forma estúpida. Em razão de outra pessoa. Mas aí você se pergunta!
Metade do seu ano?Como assim, metade?
Digo metade, porque apesar de ter sido só por alguns meses, eu ainda colho frutos daquela relação.
E sento sincera, acho que ainda terei mais uns meses me desintoxicando de tudo isso. Mas bom, paciência. E o que eu mais tenho tido.
Lembro-me, de quando tudo tinha se rompido, eu ainda sentia muito. Agora já não sinto mais. É muito bom conseguir passar pelo menos um dia inteiro sem ter crises de ansiedade, porque alguém não te responde no WatsApp, e bla bla bla.
Sonhos-
Desde pequena, eu tenho muitos sonhos. E modéstia á parte, eu sempre gostei de sonhar. É divertido, e as vezes, me deixa nervosa.
No ano de 2024, comecei a escrever diários, e quando sonhava algo que não queria esquecer, anotava. Faço isso até hoje. Por mais que a frequência desses eventos tenha diminuído.
Costumo ter sonhos, que de alguma forma me deixam nervosa. Quando eu era criança, detestava. Mas hoje em dia, eu costumo gostar de acordar com essa sensação nervosa, ansiosa. Por conta dos meus medicamentos antidepressivos, algumas emoções minhas são filtradas. O que não quer dizer que eu não sinta nada. Só significa que sou estável, em teoría. Por mais que as vezes, eu tenha a sensação de que não está funcionado. Mas sei que esse pensamento não é verídico, porque meus remédios estão cumprindo bem o seu papel.
As vezes, eu tenho a sensação de que não estou vivendo de fato a vida. Acho que é um sentimento comum em nós, adolescentes.
Costumo chamar isso de viver em um sonho. Quando sonho, eu vivo as coisas, mas com uma sensação estranha. Que honestamente, não vou saber explicar para vocês. ::>_<::
É tão triste, sonhar, e estar em mundos aonde tudo é fantástico, outras vezes, é triste. E quando acordar, não poder lembrar de nada com veracidade, e certeza.
Quando eu era mais nova, fiquei obcecada com a ideia de ir para outros mundos. Ouvi falar sobre "DR". Até hoje, não entendo muito bem. E me pergunto se seria real. Tenho uma amiga que afirma ser. Mas não sei se consigo confiar...
Independente de tudo, penso como seria legal, viver em um mundo onde tudo é possível. Sereias, ovinis, fastasmas, vampiros... Voar, se teletransportar... Seria muito divertido.

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A imponência de querer, mas não saber- Atualizações.
Recentemente tenho escrito bastante para vocês. nós próximos dias o rítimo das postagens provavelmente vai diminur, porque fiquei de recuperação em matemática.
Os resultados ainda estão a sair. Mas é frustrante mesmo assim. Até agora, apenas matemática. Mas sei que vou pegar fortalecimento em física, também.
Eu realmente tinha me esforçado em matemática. Eu fiz o que para mim, é o mínimo. Dedicar horas do meu dia, com a cara enfiada nos livros. Sem comer, e sem pegar no celular, ou ao menos ver o brilho da tela de um computador, que não seja para fins educacionais.
Claro que isso me cansa. E muito. Mas eu me preocupo com o meu futuro.
Acho que quero ser psiquiatra. Mas teria de fazer anos de medicina, e especialização. Nos meus sonhos, eu me torno escritora. Mas não sei exatamente se as coisas funcionariam desse jeito.
Distoando um pouco do assunto "futuras profições", hoje, uma colega minha me chamou para conversar no banheiro, durante o intervalo. Eu não fui. E ela também não me lembrou de ir.
Eu não faço coisas as quais eu não tenho a obrigação de fazer. Sempre me dou ao luxo de ouvir meu coração, quando posso.
Tive medo, porque veja bem, nós tivemos uma discução no mínimo complexa. Para mim, aquilo foi so mais uma briguinha, ok, e um pouco memorável, que logo seria negligenciada, e deixada de lado. Fazendo com que tudo voltasse ao normal. Mas pelo visto, foi motivo para que ambas me chamassem de "vadia", e pipi popopo.
Acho que no fundo, eu me importo. Mas prefiro dizer que é normal, nós somos adolecentes, e erramos.
Grito de paixão, ou de agonia.
Nesse momento, eu gostaria de estar em um campo aberto com gramíneas e gramas de coloração vibrante. Gosto de pensar que o céu estaria azul, como em uma distopia, onde o mundo não é uma merda e bla bla bla.
Se eu pudesse gritar, eu gritaria. Mas não de amor. De agonia.
Você me causa ansiedade.
É estranho, e para mim, meio nojento, como as pessoas simplesmente reaparecem quando nós decidimos seguir em frente.
É frustrante, e me deixa nervosa.
Eu já havia removido essa pessoa das minhas redes sociais. E agora recebo uma notificação del* respondendo meus storys.
AAAAAAAAAA ⊙﹏⊙
Eu odeio não ter controle sobre as pessoas.
Talvez, el* não tenha visto que eu o/a removi de seguidor. Talvez me deixe em paz quando perceber.
"Eu já deveria ter superado"-
De uns meses- talvez anos- para cá, scrollar a tela dos meus bloqueados, por alguns segundos, uma, ou talvez algumas vezes por dia, se tornou rotina.
Por algum motivo, tenho costume de bloquear bastante pessoas. Mães de amigos, familiares, pessoas que eu não conheço, professores, e bla bla bla. Pessoas que não estão mais na minha vida se encluem nesse "montinho de coitados".
Hoje, nesse meu lindo habíto diário, saudável, ví que um dos "coitados" trocou de foto de perfil. Mas não era qualquer "coitado", era o motivo do meu piquiatra ter aumentado a dose dos meus antidepressivos.
Na hora, logo fiquei nervosa. Se fosse qualquer pessoa, eu não me sentiria assim, aprincípio, nem notaria. Depois fui me acalmando.
E eu estou errada por me sentir assim? Errada por "não ter superado"?
Internamente, eu sei que não estou errada. Já que não podemos controlar como nos sentimos. Mas no meu externo, eu ainda me culpo. Olho para o outro lado, e não consigo ver nada. O que me faz pensar que para el já está tudo bem.
Minha amiga me disse que el não poderia saber como eu estava agora. Então eu também não poderia saber o lado del. O que me deixou pensativa, por uns dois minutos.
Quanto ao que vou fazer, vou ter paciência. Irei esperar com que me cure.
Sobre superar, eu acredito que já tenha superado. Já não choro mais, e não penso se as coisas vão voltar. Só tenho lá os meus medos...
Quero conhecer novas pessoas, sair, estudar. Deixar para trás tudo isso. Não vejo a hora de esquecer tudo, de verdade.
Tudo tem estado confortável, confortável até demais.
Buraco-
As vezes, eu tenho vontade de me esconder, em um buraco, ou um universo paralelo, onde as pessoas não conseguem me fazer sentir qualquer emoção.
Desde sempre, eu costumo me sentir cansada depois de muita interação com pessoas. Apesar de em alguns momentos parecer muuuito energética. E em outros agir como uma senhora rabugenta chata. É, eu sempre fui assim. Claro, que minha versão criança provavelmente se diferenciava. Mas infelizmente, eu não me recordo dela.
O que quero dizer com a frase inicial, é que estou cansada. Cansada de sentir, e e de agir.
As pessoas me irritam, até nos minímos detalhes. E talvez, o problema esteja em mim mesmo.
Meu dia estava sendo relativamente ok, é bom ( hoje é aniversário da minha mãe!) , até algo besta me afetar. Uma descoberta de um fato, que me deixou irritada, e pensativa.
Pensei, pensei e pensei. Tento me lembrar da "dica do copo", que meu psiquiatra me deu. Tento pensar que isso não muda nada na minha vida.
De vez enquanto, sinto como se eu procurase me sentir assim, porque todos os dias, eu bloqueio, e desbloqueio, os mesmos perfis, para... para... Ok, eu não sei exatamente para que.
Talvez, eu me compare um pouco com essas pessoas. Não sei exatamente porque. Quando penso em "quem eu quero ser", não me vem elas na cabeça. Não entendo muito bem. Sei que algumas seções de terapia vão me ajudar.
Não faz sentido eu me sentir assim. Mas eu também sinto que não tenho controle algum sobre isso. E não ter controle, também me irrita.
Acho que a minha "rivalidade" com essa pessoa, contribuí muito com esse sentimento. Não sei. Mesmo com tudo que aconteceu, eu acho que não consigo evitar de sentir nojo. Não a odeio, mas não é como se eu conseguise controlas.
Me pego pensando nas ações das pessoas, e quando vê, já perdi alguns minutos, com o cenho franzido, pensando em coisas que já foram feitas, já deixaram uma cicatriz, que está cicatrizando, mas ainda está lá.
É tão chato não poder "controlar" as pessoas. Acho que se eu tivesse esse super poder, eu usaria bastante. Principalmente em mim mesma. Me faria não me importar com o que acontece ao meu redor.
A ignorância, é algo que eu invejo em algumas amigas e conhecidas.
Talvez, eu tamém utilizasse ele para impedir que as pessoas fizessem certas coisas ou falassem. Impediria pessoas de matar animais, e pessoas inocentes. Tansformaria todo mundo em vegano. Faria políticos de merda se matarem...
Honestamente, eu nunca tinha pensado no que faria se podesse controlar os outros.
Acho que eu tamém teria usado para coisas ruins. Como manter "L" do meu lado. Ou teria feito alguém me dar ou vender bonecaa por preços ridículos. Talvez...
Nesse momento, eu gostaria de ter um burco, personalizado para mim. De preferência, eu gostaria de mudar as cores dele quando eu quisesse. Atualmente, o âmbiente seria roxo, roxo mais escuro. Teria pufs. Um computador, para que eu escrevesse no meu blog. uma cama, grande, com os cobertores mais fofos e confortáveis do mundo (o mesmo vale para os travesseiros). Gostaria que lá tivesse várias pelúcias, bonecas, action figuries, mangas e livros. Teríamos uma bandeira Bisexual, e algumas bandeiras de MLP, Nekopara e Demon Slayer.

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Odille, minha nova doll-
A um tempo atrás, estava olhando os vídeos do canal de uma amiga minha. E me deparei com um reviw, de uma Barbie sereia, de nome Odille. Já na capa, me chamou atenção a beleza da boneca. Por ela ser toda em tons pastéis, e ter um cabelo muuuuito lindo.
Fui perguntar para ela, se a boneca ainda estava a venda, já que pensei que se tratava de algo suuuuper raro. E ela me disse que sim!!
Fiquei obcecada com a ideia de ter uma. Mas fui deixando de lado. Até o dia que eu aceitei, que sim! Eu gosto muuuuito de bonecas!
Pesquisei valores, e mais valores, na internet, em apps de compras como, Shopee, Aliexpress, OLX, Enjoei... E só achei a boneca pelo valor de no mínimo cem reais, e no máximo, 250. Claro que eu não iria pagar 250 reais em uma boneca que o único acessório é uma tiara! Me perdoa Odille! (≧﹏ ≦)
Em ida ao mercado com minha mãe, passo na seção de brinquedos, e encontro as sereias Odilles. Sinceramente, fiquei surpresa. E ainda estavam por um preço bom, 80 reais. Que mais tarde descobri que na verdade era 75.
No dia não pude leva-la para casa. Mas dias depois, no domingo, dia 28/06/26, comprei ela.
E gostei mais ainda!!
A baixo, fotos:
L- Eu tenho a sensação de que estou a te esquecer
E talvez no fundo eu até goste disso, mas bem, bem no meu interior, eu me sinto triste.
Esses dias, vivi meu dia normalmente. Sem pensar em você. E perceber isso, durante a noite, antes de dormir, me fez sentir orgulhosa. Porque por alguns meses, eu pensei que esse dia nunca chegaria.
Já não lembro mais da sua face, bem menos de sua risada. Na verdade, as vezes, eu até tento lembrar. Eu encontro conforto nesses momentos.
Você me lembra uma paisagem. Um céu, antes da tempestade. As nuves estão se formando em coloração negra. Mas mesmo que no fundo, o Sol ainda está la. Gosto de pensar que está ventando. E que você é um campo, onde as gramíneas esvoaçam com o dançar provocante do vento.
Acho que essa representação visual te representa bem. Porque no fundo, eu sei que você sente de mais.
As vezes eu penso que nunca te conheci de verdade. Mas de verdade mesmo. Eu também me lembro que mal tivemos tempo. É, foi tudo muito rápido.
Talvez um dia eu me sinta ridícula e estúpida por escrever essas coisas, nais quais eu honestamente, acho uma bosta. Mas no momento, é o que faz sentido para mim.
Costumo imaginar, como você reagiria se lê-se todos os textos e diálogos direcionados a você, do meu blog. Acho que você seria bem estúpido. Talvez fosse contar aos seus amigos sobre como eu sou "maluca" e bla bla bla.
Mas eu estou te esquecendo.
Imagino o que eu falaria para você se estivessemos em uma conversa olho-a-olho. Honestamente, eu nunca consigo ter certeza. Mas tenho lá as minhas conspirações.
Por muito tempo, eu rezei, por um dia no qual eu pudesse falar com você de novo. Mas isso nunca mais aconteceu. E bom, como é de se imaginar, não tem muito o que eu fazer, já que em geral, somos separados por cerca de 30km. O que não é muito. Mas o suficiente para manter a minha saúde mental minimamente intacta. Principalmente depois de longas e dolorosas conversas, as quais, não ironicamente, meu cérebro apagou. Mas lembro que elas aconteceram.
Fico pensando, como anda sua vida. Quando estávamos juntos, você dizia que seus dias eram "todos iguais". Mas acho que isso não passa de uma mentira.
Me pergunto se você ja me desbloqueou, mas prefiro não ir checar, porque tenho medo do que posso ver, e como irei me sentir vendo isso. Esse sentimento vale também para quando utilizo ou ao menos pego no celular de alguém, cujo você não tenha bloqueado. Vontade? Tenho. Medo? Não exatamente. O que seria? Medo de como ficarei ao descobrir coisas que não quero. Mesmo nem ao menos sabendo se eu ficaria realmente, e aparentemente, mal.
Também me pego imaginando se, as vezes, ao menos, as vezes você pensa em mim. E eu realmente gostaria de te perguntar.
Você pensa em mim?
E uma das perguntas que no fundo, bem internamente, faço a mim mesma, mas não obtenho resposta alguma:
"E o que você sente quando pensa em mim?"
Meio merda ne. Mas é. Eu costumo me perguntar isso.
Se você me questionasse isso, e eu estivesse sendo realmente sincera com você, eu te diria que penso sim em você. Em geral, todos os dias. É, eu sei que é estranho, porque já fazem três messes, e alguns dias, os quais eu não contei. Ao todo contando mais de cem dias. Para falar a verdade, os cem dias passaram bem rápido. Talvez rápido até de mais.
Ironicamente, talvez, Deus, Hecate, o universo, ou qualquer outro deus que eu tenha rezado naquele momento de pura angustia, e ansiedade, tenham atendido minha prece. "Deus, por favor, faz com que os dias passem logo, para que eu já não sinta mais nada por el*". Taaaa, ok! As minhas orações não eram exaaaatamente assim. Elas tinham um pouquinho (muuuito) mais de drama.
Não ironicamente, eu aprendi a viver sem a sua presença. Por mais que não tenha mudado muito. Porque você meio que me evitava. :/
Mas é, como disse antes, eu ainda penso. As vezes só me vem na cabeça. E, sim, agora estou percebendo que isso, talvez, seja meio bizaro. Mas eu não tenho culpa. Eu só me acostumei a passar o dia inteiro pensando em você. O.O
Eu tenho melhorado. Claro que tenho. Depois de ir ao psiquiatra e ouvir, e ouvir, e ouvir, eu tinha de melhorar. Não é mesmo?!
Mudando um pouco de assunto, tenho me perguntado o que vou falar nas minhas próximas consultas com meu psi. Porque bom, agora eu não estou me relacionando com ninguém, mas também não é como se eu estvise me sentido beeem, de fato.
Eu estou indo. Tenho lá os meus problemas, mas indo.
Acho que vou conversar com ele sobre um dos assuntos mais temidos, Família, e minha relação complexa com alguns deles. E o outro querido assunto, amizades. E o mais blehhhh, escola e notas, e como tudo isso me causa ansiedade e exaustão. Claro que também vou falar daquelas clásicas fofoquinhas que infernizam a vida de todo adolescente.
Só não sei como farei pra englobar tudo isso em uma seção curta, que acontece em geral, um mês sim, outro não. Mas que quando eu faço, saio me sentindo outra pessoa.
Ok, ok, eu sei que a questão familiar vai durar beeem mais de uma seção, mas paciência.
Quanto a esse post, sinto que ele já está desviando, e perdendo seu sentido. Não sei mais muito bem o que escrever nele, e nem como finaliza-lo.
Caso alguém tenha lido, a única coisa que posso dizer é, obrigada. Caso você seja "L", vai saber bem que este texto é para você. De verdade, acho que isso nunca vai chegar em você. Eu até prefiro. Mas se chegar, por um momento específico, em um conjunto de variaveis, que te levaram até aqui, posso te dizer... Ok, eu realmente não sei o que te dizer. Mas acho que te diria que, tenho dúvidas se realmente te amei, ou se foi obcessão. Costumo pensar, que independente da resposta, não muda nada.