Feliz Mês do Orgulho e Feliz Dia do Orgulho LGBTQIAPN+ para todos nós que seguimos resistindo, existindo, amando, sonhando, lutando, todos os dias para continuarmos vivos.
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Não dá pra fugir de quem a gente é. E nem tô falando isso no sentido ruim, muito pelo contrário. Quero dizer que por mais que a gente se esconda, ou que o mundo nos obrigue a se esconder, uma hora a nossa versão interior bate na nossa porta reivindicando seu lugar de direito. E ser quem se é, costuma ter um preço.
Porém, o que vale mais a pena, fingir a vida inteira ser alguém que não é, viver uma vida frustrada para agradar os outros, ou, se permitir ser quem realmente é?
Lembrando que quando escolhemos uma coisa, renunciamos outra, e que não dá pra romantizar a vida. O mundo real é difícil, complexo, cheio de desafios, econômicos, sociais, estruturais...
O que posso dizer é, experimente pelo menos um pouco, se possível, se isso não for custar sua segurança... se permita viver. Esse é um conselho que dou a mim também.
autoral, theletisworld
Estou numa fase de conhecer pessoas novas, e estou me "reconhecendo" também. Liguei o foda-se.
De tanto quebrar a cabeça tentando entender o que não me pertencia, o que foi imposto a mim, o que me condicionou a me contentar com menos que migalhas de gente podre, tentando entender o porquê de eu ter me perdido tanto de mim, de ter acreditado em quem não devia, de ter tentado salvar quem não queria ser salvo, a ponto de me enfiar num buraco, por alguém que definitivamente não merece. Depois de tudo que passei, eu ainda caí no conto do vigario de novo. Agora chega, chega de me auto depreciar o tempo todo, de acreditar que todo mundo tem um lado bom, que no fundo a pessoa só precisa de uma chance, mas por mais cruel que possa ser o que vou dizer, nem todo merece uma chance, e se anular pra tentar ajudar alguém que não merece, não nos torna mais virtuoso, só nos torna vulneravel.
Eu simplesmente cansei de me torturar por coisas que não tenho controle, sou responsável pelos meus atos e apenas por eles.
Chega de me preocupar com a opinião dos outros, chega de tentar provar algo pra alguém que deixou bem claro que não se importa, simplesmente chega de ser figurante na minha própria vida.
Se fulano ou cicrano falou ou deixou de falar de mim não é problema meu. Foda-se! Quero paz e sossego.
Chega de sofrimento desnecessário. Chega de dar palco pra palhaço. Agora o circo é meu.
autoral, theletisworld.
Recebi um diagnóstico há uns bons anos atrás. Depois recebi outro. Além de ser uma pessoa neurodivergente, tenho Doença de Crohn.
Os dois diagnósticos não tratados corretamente, já me causaram muito sofrimento, hoje tento seguir o tratamento da melhor forma possível, dentro das possibilidades e limitações. A questão é que se eu tivesse recebido esses diagnósticos antes, minha vida poderia ter sido outra. Porque mesmo já fazendo um tempo que sei e tento tratar, soube já na fase adulta, o que dificultou e ainda dificulta minha continuidade em ambos os tratamentos.
Quando estou muito deprimida, ou o oposto, acabo abandonando os tratamentos, e isso tem me prejudicado. A psicoterapia ajuda, mas é outra coisa que tenho dificuldade de manter a frequencia, fora a dificuldade de me expressar. Demorei muito tempo pra conseguir falar o que sinto, o que passei e passo, e até hoje, anos depois, ainda tenho dificuldades.
Durante esse período passei por vários profissionais, incluindo psicólogos, médicos e até um coach de comportamento. Na época que descobri a Doença de Crohn, pouco tempo depois da pandemia, já estava em um estado muito grave, fiquei internada por uns dias, no final deu tudo certo, mas foi um período muito preocupante. Desde então, sigo tentando manter o tratamento em dia, mas não é fácil, tanto por conta de questões pessoais quanto por conta do SUS. Mas apesar dos perrengues com o SUS, sou grata por ele existir.
Hoje já mais velha e acredito eu que já mais "madura", tento manter os dois tratamentos. Mas por outras questões, relacionadas a coisas que aconteceram no passado, ando com a ideia frequente de me mudar de cidade. Porém meu medo é mais uma vez interromper meus tratamentos e me ver em situações de vulnerabilidade e perigo.
Eu só queria ter uma solução imediata pra tudo isso que estou sentindo e passando, mas não tenho. Não sei ainda o que vou decidir fazer, mas seria tudo "mais fácil" se eu não tivesse que lidar com essas condições.
Apesar de tudo, tenho esperança de que vai dar tudo certo no final, no sentido de que vou conseguir encontrar um meio termo, uma solução, só espero que não demore tanto, e que eu consiga me manter confiante durante esse processo.
autoral, theletisworld
Faz tempo que não escrevo aqui, muitas coisas aconteceram nesse meio tempo, coisas boas e ruins. Liguei o foda-se por um período, mas não durou tanto quanto eu gostaria. A angústia reapareceu. Ela sempre aparece. Não me lembro se já escrevi isso aqui, acredito que sim, mas irei me repetir assim mesmo, já que é algo que ainda não aprendi, a vida não é linear, ela é fluida e cheia de contraste, cores e formas. Estou começando a aprender - creio eu - que está tudo bem, nem sempre estar bem. No caso, estou falando no sentido de fluir entre os sentimentos, e não de estar numa situação patológica. Lembrando que sempre podemos pedir ajuda em situações difíceis e que não precisamos enfrentar tudo sozinhos. O ponto é, haverão dias e dias, e o que estou tentando fazer é viver um dia de cada vez. E continuar, só continuar... Enfim, acho que é isso.
Mais um ano.
autoral, theletisworld

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Tava lendo umas coisas que escrevi a um tempo atrás, e percebi que algumas coisas mudaram, mas a angústia ainda mora em mim. Esse sentimento de vazio desesperador sempre existiu, e conforme vou "acumulando traumas", ele permanece aqui, sempre à espreita, esperando a euforia passar para agir. Até nos dias de calmaria ele está aqui. Como um sussurro no pé do ouvido dizendo "não se esqueça de mim". Mas decidi que isso não vai mais me impedir de viver, de seguir meu caminho, de aproveitar os momentos bons da vida. A agonia pode sussurrar o quanto quiser, que não vou mais dar ouvidos ao que ela diz. Pelo menos não por hoje.
autoral, theletisworld.
O massacre que ocorreu no Rio de Janeiro, no dia 28 de Outubro de 2025, não é um "acontecimento isolado", é um GENOCÍDIO promovido pelo o Estado, que vem acontecendo á décadas, de forma sistemática contra a população pobre, preta e periférica, que vivem nas favelas e que por isso são jogadas a margem da sociedade. Invadir e alvejar pessoas em áreas de casas, escolas, comércios, não é "operação contra o crime organizado", é assassinato em massa, é barbárie. Se esse tipo de "operação" resolvesse algo, o crime organizado não estaria cada dia mais forte e articulado.
Políticas públicas de verdade precisam ser realizadas para que possa haver chance real de combater quem de fato financia essas organizações criminosas, que não são os que vivem nas favelas, mas sim os que vivem nos condomínios fechados, usam ternos e carros de luxo. Esses não tem suas casas alvejadas com tiros de fuzil, nem seus filhos sendo mortos sistematicamente com a "justificativa de que são bandidos" e de que foi "legítima defesa".
É preciso investir em educação, saúde, saneamento básico, moradia digna, cultura, arte, oportunidades reais de mudanças reais, e em investigações dentro dos principais órgãos e núcleos onde a Elite atua livremente a favor do crime organizado.
É preciso um olhar mais humano, é preciso uma justiça que de fato seja justa, é preciso acabar com o genocídio nas periferias de todo o Brasil.
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Finalmente terminei essa leitura... Que leitura.
Houve momentos intragáveis, situações de dar náusea, indignação. Mas houve e ainda estou bastante reflexiva...
Comprarei o Volume 2, fiquei bastante intrigada. Não sei dizer se há desnecessidade, pois são um "aglomerado" de contos; mas a escrita ácida, direta, crua e honesta, me fez querer ler mais livros do autor.
Vou começar outro livro distinto, outro autor, outra história, se minha mente der uma trégua na auto sabotagem.
Sei que posso estar soando um pouco amarga, é porque ainda estou com o amargor de uns momentos passados e de alguns contos que acabei de ler. Não sei se devo me desculpar por isso ou se é só coisa da minha cabeça.
Digitando este texto agora, percebo que estou com uma certa dificuldade pra escrever e me concentrar no que estou escrevendo... Essa falta de atenção está presente em tudo que vou fazer.
Não sei dizer se estou bem ou não, mas estou contente - por assim dizer - de ter concluído essa leitura. Espero voltar a escrever com mais ânimo ou seja lá o que for que eu deveria estar.
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Voltei com a terapia.
Sexta tive uma sessão individual com a minha psi. E hoje foi a retomada do grupo, e eu que achei que não abriria a boca... Abri, falei sobre coisas que achei que não falaria.
Somos em 4, temos personalidades distintas, mas nossas histórias de vida se conversam.
Sentei em frente ao ventilador, meu nariz não me deu paz (tenho rinite alérgica) minha voz deu uma falhada.. putz, teve uma hora que fui falar - não sei se foi a ansiedade que tava no talo - só sei que saio um barulho de porco do meu nariz, puta merda, parecia que eu tava sufocando. Fiquei sem graça, mas fingi demência.
No geral foi muito bom, gosto das meninas, são legais, cada uma do seu jeito peculiar, assim como eu. A nossa psicóloga também é incrível, não força a barra e não nos trata feito loucas, é humana.
Recebi um elogio sobre meu look, o segundo elogio do dia, usei uma saia que era da minha mãe, fiquei feliz e empolgada para montar o lookinho da próxima semana. Tenho algumas ideias em mente.
Tô animada. Não venho tendo muito ânimo ultimamente. Ando muito exausta e irritada, e acabo brigando com quem não merece, e isso me deixa muito decepcionada comigo mesma, odeio me sentir assim, e odeio magoar as pessoas sem necessidade.
Ainda estou lendo, falta pouco pra terminar o livro. Na verdade, já era pra ter terminado, mas eu fiquei dois dias sem ler, e às vezes pauso a leitura pra perder tempo com coisas que me adoecem.
Criei meio que um "cronograma" na minha cabeça, terminando este livro vou para um próximo, depois para um outro, seguindo uma sequência de temas que acredito que talvez me ajudem com esta fase de merda que estou vivendo.
Enfim, esse foi um resumo do dia de hoje..
Estou ansiosa para o próximo encontro do grupo, espero estar me sentindo melhor e sendo uma pessoa mais agradável para se conviver até lá.
E espero ter iniciado uma nova leitura... Mas sem pressão, sem pressãooooooo
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Quando sentir que uma pessoa é ruim, se atente a sua intuição. Mantenha uma distância segura dessa pessoa, raramente a intuição falha.
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Hoje até que está sendo um "dia bom". Não ando tendo dias muito bons, meu humor anda inflamado. Muito inflamado.
Andei dizendo palavras horríveis para as pessoas ao meu redor. Não me orgulho disso.
Hoje estou me sentindo meio indiferente, e um pouco ansiosa, nem sei se faz sentido tudo isso.
Ainda estou lendo, sempre que minha mente me deixa.... Leio, ontem não li, senti falta, hoje vou tentar compensar...
Às vezes faço tempestade num copo d'água... Às vezes faz sentido.
Enfim, indiferença e ansiedade, e irritabilidade, às vezes...
Que chatice tudo isso, que chatice.
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Finalmente chegou o tão esperado dia... Ontem foi o dia de ir a consulta com o psiquiatra.
No começo tudo parecia estar dando errado no meu dia. Me atrasei muitoooooo, um caos, queria chorar de desespero - e de fato chorei - mas decidi ir assim mesmo, arrisquei. Fui muito bem acolhida por um querido que é enfermeiro lá... Rimos muito, aliviou um pouco a minha angústia.
Fui a última a ser atendida, mas foi uma conversa e tanto...
Espero que eu consiga me dar essa chance.... e continuar.
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Neste mesmo dia, caminhando durante a volta para casa, passei em uma livraria e comprei dois livros. Cheguei em casa e os coloquei junto dos outros quatro que comprei num quiosque de livros e não li até hoje.
Acho que já comentei aqui que estava com dificuldades para ler e fazer algumas outras coisas que eu gosto.
Mas ontem, finalmente peguei um deles e comecei a ler. Comecei ouvindo My Chemical Romance, depois Green Day, e depois Metallica, e fui lendo. Cada página, uma surpresa, indignação, tristeza, identificação, e ri de partes que para mim foram engraçadas.
Como é bom ler. Que falta me fez uma boa leitura.
Bom, bora terminar de ler e ver qual vai ser minha impressão final deste livro.
Estou ansiosamente feliz com isso.
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Sempre fui uma pessoa sensível, e por muito tempo acreditei que isso fosse uma maldição. Mas hoje vejo como algo que se for bem trabalhado dentro de mim, pode ser uma grande benção.
Tenho uma intuição que ouso dizer que não falha, o único e maior problema é que não dou ouvidos a ela. Quase nunca ouço minha intuição, e isso me coloca em situações de sofrimento desnecessário.
Estou virando inúmeras páginas da minha história agora. Uma por uma, pessoa por pessoa, acontecimento por acontecimento.
Nem tudo que sofri pode ser levado como aprendizado, porque há coisas que não deveriam acontecer com ninguém, porque de nada servem a não ser trazer trauma e dor pra vida da vítima.
Porém, hoje me vejo como uma pessoa que sobreviveu, e que escolhe - por mais difícil que seja - viver dia após dia.
Meus problemas não se resolveram, não vivo a vida dos meus sonhos, ainda não sei quem sou e nem pra onde vou, mas sei quem não quero ser e que para trás eu não voltarei e isso é um grande avanço.
Pequenas vitórias também são vitórias e merecem ser comemoradas.
Que venham novos capítulos dessa longa história, que venham mais risadas, abraços, colos, amizades, choros de alegria, muita luz e conquistas... Que venha mais amor, que venha mais vida.
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Hoje presenciei uma violência policial contra um jovem na praça do centro na minha cidade.
O rapaz estava sentado na praça aguardando a namorada que havia entrado no banco, que fica em frente a praça.
Dois guardas municipais (GCM) IMOBILIZARAM DE FORMA VIOLENTA E DESNECESSÁRIA um jovem.
Dois guardas FORAM VIOLENTOS com um jovem que estava desarmado, sentado e não era ameaça para ninguém. Dois guardas jogaram um jovem no chão e continuaram com a violência enquanto o jovem gritava por socorro.
Tentei filmar, infelizmente não consegui filmar muito, mas espero que tenha filmado o suficiente. Eu e o casal de amigos que estavam comigo, tentamos ajudar a namorada da vítima.
Meu amigo entrou no banco para procurar a moça, enquanto eu e minha amiga aguardamos na praça junto à bicicleta da vítima, meu amigo saiu com a moça, explicamos o ocorrido a ela, pegamos o contato dela, enviamos o vídeo, e nós - juntos de outro homem que também testemunhou o ocorrido - orientamos ela a ir às delegacias a procura do namorado. Infelizmente não podíamos ir junto com ela, mas deixamos claro que estamos à disposição para ajudar.
Ela encontrou o namorado, ele está bem e foi orientado na delegacia a prestar uma denúncia contra a conduta violenta dos guardas da GCM.
Deixamos nosso apoio ao casal e nos colocamos à disposição caso a vítima precise de testemunhas.
E ainda tem gente que acha que tá certo, e que temos que baixar a cabeça para o fascismo disfarçado de "cidadão de bem".
Infelizmente esse é o Brasil que vivemos, mas felizmente temos pessoas que persistem na luta contra a violência, contra o preconceito e contra o fascismo.
Seguiremos firmes e fortes, a luta continua.
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Tenho até medo de dizer...
Estou me sentindo bem melhor.
Ontem vivi uma noite muito especial, festa ancestral, energia boa, resistência, sabedoria, força, aprendizado, muito aprendizado.
Ainda há muito o que viver, aprender, descobrir, conhecer, rever, ver... Há muita vida a ser vivida.
Sei que estar bem é um momento, não um destino final, mas apesar do medo de compartilhar este momento bom e ele durar menos por isso, não estou ansiosa, nem agoniada com a ideia de ser um momento passageiro. Na verdade, estou sentindo paz agora, uma paz que não sentia há muito tempo, uma paz que não é "causada por sintéticos", é um sossego que vem de dentro do coração.
Hoje quero ficar acordada de alegria e encanto, e não por agonia e desespero. Porém não renego minhas dores e os sentimentos de tristeza, medo, dor... Apenas reconheço que são passageiros, assim como a alegria que sinto agora, a vida é fluída não estática, e está tudo bem.
Sei que a vida é dura, muitas vezes, sei que ser adulto, ser uma pessoa neste mundo, um ser vivo, não é nada fácil. O mundo é cruel, esmaga a gente. Mas existe esperança, sempre existe esperança, coisas boas, pessoas boas, momentos bons, mesmo que passageiros.
Meu desejo é que haja mais alegrias que tristezas para nós.
E se amanhã eu não estiver mais tão bem, também está tudo bem, como disse, a vida é fluída e tudo bem não estar bem.
Parece loucura, talvez seja, não sei, sou meio maluca.
Enfim, por enquanto é isso.
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Chegou a época dos ipês florescerem aqui em São Paulo! :)
Se gostou dessa tirinha, confira meu quadrinho Nosso Ano, com capítulos completos publicados aqui no perfil e também na plataforma da Fliptru.
Hoje está sendo um dia como outro qualquer.
Mas particularmente, estou me sentindo melhor, mais confiante de que vou conseguir alcançar meus objetivos. Já estou começando a me enxergar como uma pessoa que sobreviveu, porque foi exatamente isso que aconteceu, sobrevivi.
E tá mais do que na hora de viver, de seguir adiante.
Parafraseando uma menina sábia que trilhou muitos caminhos; "quando estiver diante de uma encruzilhada, nunca volte pelo caminho que te levou até ali, continue andando".
E para mim agora é sobre isso, continue andando, não volte para trás, apenas ande, apenas continue.
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